sexta-feira, 17 de março de 2017

Você sabe quais são os critérios utilizados para definir as datas dos santos?

Vamos começar com um pouco de História. Há muitos, muitos séculos, quando o Cristianismo estava em seu início e ninguém tinha em mente um conceito como o do calendário litúrgico, a Eucaristia começou a ser celebrada sobre as sepulturas dos mártires, de modo a venerar a memória deles. Para isso, era escolhido, com bastante lógica, o aniversário de morte, que era chamado de dies natalis. Mas o “nascimento” aqui era, na realidade, o nascimento para a vida eterna, a glória.

O dies natalis – o aniversário de morte – continuou sendo ao longo dos séculos (e ainda é) o principal critério para definir o dia de cada santo.

No entanto, nem sempre é possível utilizar este critério. Em alguns casos, esta data não é conhecida com exatidão. Em outros, coincide com datas de solenidades especiais, que convém não misturar com outras celebrações.

O que se faz, então, é buscar uma data apropriada, atendendo a várias circunstâncias. O principal ponto é levar em conta os calendários locais. Explico: muitos santos são venerados em âmbitos reduzidos – uma diocese ou um país – antes de serem considerados santos pela Igreja universal. Depois da canonização, a dada usada localmente é transferida para o calendário universal.

Outros critérios também se podem utilizar, como os sucessos de particular importância na vida do santo em questão. Por exemplo: quando se trata de um Papa, pode ser o aniversário do dia de sua eleição. É o caso de são João Paulo II, já que 2 de Abril, dia em que ele faleceu, é uma data em que, na maioria dos anos, coincide com as celebrações da Semana Santa ou da Páscoa.

12 motivos para confiar nossas súplicas a São José



Amado São José!

Do abismo da minha pequenez, ansiedade e sofrimento, eu te contemplo com emoção e alegria no céu, mas também como pai dos órfãos sobre a terra, consolador dos tristes, amparo dos desvalidos, regozijo e amor dos teus devotos perante o trono de Deus, do teu Jesus e de Maria, tua santa Esposa.

Por isso, pobre e necessitado, a ti dirijo hoje e sempre as minhas lágrimas, meus rogos e clamores da alma, meus arrependimentos e esperanças; e hoje, especialmente, trago a ti uma dor para que alivies, um mal para que remedies, uma desgraça para que impeças, uma necessidade para que socorras, uma graça para que obtenhas para mim e para as pessoas que amo.

E durante trinta dias contínuos te pedirei, em reverência aos trinta anos que viveste na terra com Jesus e Maria, e te pedirei, urgente e confiadamente, invocando as diversas etapas e sofrimentos da tua vida. Sobram-me motivos para ter a confiança de que não tardarás em ouvir o meu pedido e remediar minha necessidade; tão firme é minha fé na tua bondade e poder que tenho certeza de que me conseguirás o que preciso e até mais do que te peço e desejo.

1 – Peço-te pela bondade divina que levou o Verbo Eterno a se encarnar e nascer na pobre natureza humana, como Deus de Deus, Deus Homem, Deus do Homem, Deus com o Homem.

2 – Suplico-te pela tua obediência ao Espírito ao não abandonares Maria, mas tomá-la como esposa e ao seu filho como teu, tornando-te pai adotivo de Jesus e protetor de ambos.

O padre brasileiro que foi morar no lixão para resgatar as pessoas jogadas no lixo

O padre brasileiro Airton Freire de Lima nasceu em 1955 na cidade de São José do Egito, Pernambuco, e, ainda jovem, foi estudar em Recife: desenho e arquitetura, teologia e psicologia.

Ordenado diácono em 8 de dezembro de 1981 – dia da Imaculada Conceição – e sacerdote em 13 de fevereiro de 1982, foi designado pároco em Arcoverde, no agreste pernambucano, onde, poucos meses depois, a convite de um grupo de jovens, veio a conhecer um local da cidade que era usado como depósito de lixo.

E o lixo que encontrou ali foi chocante. No meio dele, famílias inteiras não apenas catavam lixo para a subsistência como também moravam no lixão, como se elas próprias fossem “lixo humano” descartado ao léu: jogadas fora, à própria sorte, elas se “alimentavam” dos restos de comida achados no lixo e das esmolas que pediam nas ruas; elas “viviam” em barracos de papelão ou de lata, sem água, sem sanitários, sem luz elétrica, sem rua pavimentada, sem escola, sem assistência médica; elas viviam à margem da sociedade, inclusive da assim chamada sociedade cristã.
 

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