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quarta-feira, 13 de julho de 2016

JMJ com o Papa: confira programação e cobertura ao vivo

papa multidaoNós O procuramos, mas Ele se antecipa a nós sempre, desde sempre nos procura e encontra-nos primeiro. Talvez algum de vós sinta um peso no coração e pense: Fiz isto, fiz aquilo… Não temais! Ele espera-vos. É pai; sempre nos espera”. Este trecho da mensagem do Papa Francisco para a Jornada Mundial da Juventude 2016 deixa entrever um pouco do que será esse grande encontro: a festa da Misericórdia.
Estamos em contagem regressiva para a JMJ da Polônia, que acontecerá de 26 a 31 de julho em Cracóvia. Os principais eventos serão transmitidos pela Rádio Vaticano*. O comshalom.org estará presente trazendo os melhores momentos da participação da Comunidade Shalom na jornada, entre eles, no Festival Halleluya de Cracóvia.
Confira programação:
Terça-feira (26/07)
O Cardeal-arcebispo de Cracóvia, Dom Stanislaw Dziwisz, presidirá à solene Missa de inauguração da JMJ com os milhares de jovens provenientes de várias partes do mundo. A celebração Eucarística será transmitida* ao vivo, em português, a partir das 12h20.

Pe. Lombardi deixa Sala de Imprensa da Santa Sé

AP3509417_ArticoloO Papa Francisco acolheu a renúncia apresentada pelo Pe. Federico Lombardi SJ do cargo de Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé.
O novo Diretor nomeado pelo Pontífice é Greg Burke, até agora Vice-Diretor da Sala de Imprensa. Dr. Burke assume o cargo em 1° de agosto. A partir desta data, a Sala de Imprensa terá uma Vice-Diretora, Paloma García Ovejero.
Greg Burke é natural de Saint Louis, nos Estados Unidos e completará 57 anos em novembro. É membro numerário da Opus Dei. Em sua carreira como jornalista, trabalhou em empresas como Reuters, Metropolitan, National Catholic Register, Time e Fox News.
Em 2012 foi chamado pela Secretaria de Estado como consultor de comunicação. Desde 21 de dezembro de 2015 é Vice-Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé.
Paloma García Ovejero nasceu em Madri, na Espanha, em 12 de agosto de 1975. Reside em Roma desde 2012, colaborando com inúmeras emissoras de rádio e tevê. Atualmente, era correspondente do Vaticano para a emissora espanhola Cadena Cope. Trata-se da primeira mulher no cargo.
Pe. Federico Lombardi tem uma longa carreira nos meios de comunicação. Natural de Cuneo, no norte da Itália, completará 74 anos em agosto. Tornou-se membro do Colégio de Escritores da revista Civiltà Cattolica em 1973.
Até 1984, foi Vice-Diretor da revista.
De 1991 a 2005 foi Diretor de Programas da Rádio Vaticano, assumindo a diretoria da emissora de 2005 a 2016.
No mesmo período, acumulou a função de Diretor do Centro Televiso Vaticano de 2001 a 2013.
Foi Diretor da Sala de Imprensa por 10 anos, de 2006 a 2016.

Mais de 7.000! Como é reconhecido um milagre de cura em Lourdes?

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Desde 1862, já são mais de 7.000 as curas inexplicáveis reconhecidas em Lourdes, mas apenas 69 delas foram declaradas milagrosas pela Igreja. Qual é o procedimento para que um milagre de cura seja reconhecido?
O primeiro passo é o parecer do “Bureau des Constatations Médicales“, a comissão de médicos que examina o caso do suposto milagre. Trata-se de uma equipe de especialistas que opera desde 1883, quando o Dr. George-Fernand Dunot de St. Maclou, a convite do primeiro reitor do Santuário de Notre-Dame de Lourdes, fundou o Bureau. Em 1905, os procedimentos do Bureau para estudar os casos recuperações aparentemente milagrosas foram confirmados pela Santa Sé, através do papa Pio X. O caso mais recente de cura inexplicável reconhecida pelo Bureau é de 2013: o da italiana Danila Castelli, curada de uma hipertensão muito grave.
PRIMEIRO PASSO: A VISITA DO MÉDICO PERMANENTE
“A pessoa que se apresenta ou que escreve para o Bureau é recebida ou visitada pelo médico permanente”, explica Alessandro de Franciscis, o próprio médico permanente e presidente do Bureau de Lourdes. “Então eu avalio, leio, escuto, examino, analisando se estou ou não diante de uma cura verossimilmente inexplicável. Isto acontece, em média, de trinta a quarenta vezes por ano. Após esse primeiro encontro, começa um processo de construção de um registro médico”.

Maçonaria, porque os papas sempre a condenaram?



maconaria
A maçonaria tentou destruir a religião na Itália? Agiu para extinguir a ação e a existência da Igreja católica naquele país?
A resposta de Angela Pellicciari, italiana historiadora do “Risorgimento” e professora de História da Igreja, é positiva: desde o seu nascimento, a maçonaria se propôs acabar com o poder da Igreja mediante ações subversivas, em geral sutis, que foram vigorosamente denunciadas e repudiadas pelos papas.
Angela explica para a Aleteia: “A maçonaria moderna nasceu em Londres em 1717. A Igreja emitiu a primeira das suas centenas de condenações e excomunhões em 1738, com a carta apostólica ‘In Eminenti’, do papa Clemente XII. ‘Cheios de certa aparência afetada de honradez natural’, escreve o papa sobre os maçons. E o papa tem razão: a maçonaria sempre tem nos lábios a palavra ‘moral’, mas a moral a que ela se refere não é a moral revelada”.
A perseguição antirreligiosa
Angela Pellicciari destaca uma afirmação feita em 1853 por J.M. ueRagon, autoridade da maçonaria francesa: “A maçonaria não recebe a lei; é ela mesma quem a estabelece”. E a historiadora segue em frente: “Pio IX e Leão XIII, os papas que assistem [na Itália] ao desmantelamento de todas as ordens religiosas católicas (apesar de o catolicismo continuar sendo a religião de estado), à perseguição contra bispos e sacerdotes, à redução da maioria da população [italiana] à pobreza absoluta, obrigada à emigração massiva, identificam no ódio maçônico e protestante a origem anticatólica e, portanto, anti-italiana, de tanta violência e decadência”.