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quarta-feira, 9 de março de 2016

Participe da Festa de São José em Camocim

O Conselho da Comunidade de São José, da Área Pastoral São Francisco, unido aos seus grupos, movimentos e pastorais, com júbilo, convida a todos a participarem dos festejos em honra a São José, no período de 09 a 19 de março de 2016, celebrando também seus 30 anos de festa no ano Santo da Misericórdia, com novenas, celebrações eucarísticas, adorações, batizados, casamentos comunitários e show cristão. 

veja a programação   da Festa: 


PROGRAMAÇÃO LITÚRGICA

ABERTURA

Dia 09-03-2016 (quarta-feira)
05h30min – Alvorada Festiva: Queima de fogos e Ofício de São José.
06h00 – Café da Manhã Comunitário.
19h00 – Hasteamento da Bandeira e Celebração Eucarística.
CONVIDADOS: Paróquia Bom Jesus dos Navegantes e Área Pastoral São Francisco.
LEITURAS: Liturgia de São José
CÂNTICOS E SALMO: Coral Harpa do Senhor.

Dia 10-03: QUINTA-FEIRA (1ª Novena)
09h00 – Adoração ao Santíssimo Sacramento
18h00 – Terço dos Homens de Nossa Senhora de Fátima
18h30 – Novena.
19h00 – Celebração Eucarística
CONVIDADOS: Legião de Maria, Congregação Mariana, Terço dos Homens e Terço das Mulheres da Área Pastoral São Francisco.
LEITURAS: Pólo Nossa Senhora de Fátima
CÂNTICOS E SALMO: Pólo Nossa Senhora de Fátima

Retiro do Papa: a lógica de Jesus é doar

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O Papa Francisco e seus colaboradores da Cúria Romana entraram no quarto dia de reflexões propostas pelo Padre Ermes Ronchi durante os exercícios espirituais de Quaresma, em Ariccia.
“Aquilo que mais fere o povo cristão – observou Padre Ronchi – é o apego do clero ao dinheiro”, enquanto “o que faz o povo cristão feliz é o pão compartilhado”.
Neste contexto, a transparência dos bens da Igreja, a luta contra à fome e contra o desperdício de alimentos foram os principais temas que conduziram a sexta meditação na manhã desta quarta-feira (09/03).
“Existem pessoas tão famintas que para elas Deus não pode não ter outra forma a não ser a de um pão”. Estas foram as palavras iniciais da meditação de Padre Ronchi. A vida tem início com a fome, disse, “estar vivo é ter fome”. E se a visão se amplia, vê-se uma fome das massas, “o assédio dos pobres”, milhões de punhos cerrados que pedem algo para comer, não pedem “uma definição religiosa”.
– E a Igreja, como responde?
Não às cortinas de fumaça
As palavras do Evangelho com as quais Padre Ronchi intercala as suas são aquelas da multiplicação dos pães e dos peixes e da pergunta de Jesus aos discípulos: “Quantos pães vocês têm? Vejam!”. Jesus, observa Padre Ronchi, “é muito prático”, pede “para fazer as contas”.
“Isso é pedido a todos os discípulos também hoje, e a mim: quanto tens? Quanto dinheiro, quantas casas? Que padrão de vida? Vejam, verifiquem. Quantos carros ou quantas joias em forma de cruz e de anéis? A Igreja não deve temer a transparência, não deve ter nenhum medo da clareza sobre os seus pães e peixes, seus bens. Cinco pães e dois peixes”.
Compartilhar é multiplicar
“Com a transparência se é verdadeiro. E quando se é verdadeiro se é também livre”, afirma o pregador dos exercícios. Como Jesus, que “não se fez comprar por ninguém”, e “jamais entrou nos palácios dos potentes, somente quando prisioneiro”.
Quando não se tem, nota Padre Ronchi, procura-se reter, como aquelas Ordens religiosas que tentam administrar os bens como se isso pudesse produzir aquela segurança corroída pela crise das vocações. Ao invés, a lógica de Jesus é aquela do dom. “Amar” no Evangelho se traduz em um verbo seco: “dar”. O milagre da multiplicação diz isto, que Jesus “não se preocupa com a quantidade” do pão, aquilo que quer é que o pão seja compartilhado:
De acordo com uma misteriosa regra divina: quando o meu pão passa a ser o nosso pão, também o pouco passa a ser suficiente. E, ao contrário, a fome começa quando restrinjo o meu pão a mim, quando o Ocidente saciado restringe seu pão, seus peixes, os seus bens para si (…) Alimentar a terra, toda a terra, é possível, há pão em abundância. Não é preciso multiplicá-lo, basta distribuí-lo, começando por nós. Não são necessárias multiplicações prodigiosas, mas derrotar a Gula do egoísmo, do desperdício de alimento e do acúmulo de poucos”.
“A fome dos outros tem direitos sobre mim”
“Dai e vos será dado. Uma medida boa, socada, sacudida e transbordante será colocada na dobra da vossa veste…”. Nesta promessa de Jesus está contida, reitera Padre Ronchi, “a misteriosa, imensa economia do dom e do cêntuplo, que é o diferencial de todas as balanças. Isto “me conforta – disse – porque mostra que a verdade última segue a lógica do dom, não aquela da observância”. E a “pergunta última será: doaste pouco ou doaste muito à vida”. “Disto depende a vida, não dos bens”, conclui Padre Ronchi. E são suficientes cinco pães doados para mudar o mundo:
“O milagre são os cinco pães e os dois peixes que a Igreja nascente coloca nas mãos de Cristo confiando-se, sem calcular e sem reter qualquer coisa para si e para o próprio jantar. É pouco mas é tudo aquilo que tem, é pouco mas é o jantar completo dos discípulos, é uma gota no mar, mas é aquela gota que pode dar sentido e pode dar esperança à vida”.
Fonte: Rádio Vaticano

A mulher segundo o coração de Deus.

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A mulher foi o último ser criado por Deus; foi o ápice da criação: cheia de beleza, meiguice, delicadeza, força espiritual; foi criada para ser mãe e esposa, carinhosa e sensível. Foi o coroamento da natureza. Ela é a imagem e semelhança mais sensível de Deus. A sua beleza e charme encanta o coração do homem, porque foi criada para ele. Há uma música que diz: “creio na mulher que se enfeita e se embeleza para ser a mais bonita criação de nosso Pai”.
A Bíblia está repleta de passagens falando da mulher, exaltando a sua grandeza, mas também chamando a atenção quando ela se desvirtua. O livro dos Provérbios diz: “Uma mulher virtuosa, quem pode encontrá-la? Superior ao das pérolas é o seu valor” (Pr 31,10).
O livro do Eclesiástico tem um longo trecho que diz: “Feliz o homem que tem uma boa mulher, pois, se duplicará o número de seus anos. A mulher forte faz a alegria de seu marido, e derramará paz nos anos de sua vida. É um bom quinhão uma mulher bondosa; no quinhão daqueles que temem a Deus, ela será dada a um homem pelas suas boas ações. Rico ou pobre, o seu marido tem o coração satisfeito, e seu rosto reflete alegria em todo o tempo. É um dom de Deus uma mulher sensata e silenciosa, e nada se compara a uma mulher bem-educada. A mulher santa e honesta é uma graça inestimável; não há peso para pesar o valor de uma alma casta. Assim como o sol que se levanta nas alturas de Deus, assim é a beleza de uma mulher honrada, ornamento de sua casa. Como a lâmpada que brilha no candelabro sagrado, assim é a beleza do rosto na idade madura. Como fundamentos eternos sobre pedra firme, assim são os preceitos divinos no coração de uma mulher santa (Eclo 26,1-24). “Uma mulher virtuosa é a coroa de seu marido, mas a insolente é como a cárie nos seus ossos”. (Pr 12,4).

Índia: Lembremo-nos de nossos mártires assassinados pelo nacionalismo hindu.

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Durante décadas, a Índia vem assistindo a uma onda crescente de nacionalismo hindu que, hoje, domina não só o governo federal, mas também vários estados e regiões. Em agosto de 2008, irrompeu uma onda de hostilidade para com o “outro” cristão em Kandhamal, matando aproximadamente 100 pessoas, deixando milhares de feridos, com 300 igrejas e 6 mil casas destruídas, além de 50 mil deslocados, muitos deles forçados a se esconder em florestas próximas onde tantos outros morreram de fome e mordidas de cobra.
Tal violência foi levada a cabo por grupos usando tiara açafrão, símbolo da militância hindu de direita, e gritando frases como “Jai shri ram!” (a vitória ao deus hindu Ram) e “Jai bajrang bali!” (um tributo a uma outra deidade hindu). Os agressores lançaram mão de varas, espadas, armas de fogo, querosene e até mesmo ácido.
O nível da barbárie quase desafia a crença.
Parikhit Nayak, por exemplo, era um dálit empobrecido que se converteu ao protestantismo em uma grande aldeia hindu. Os seus companheiros o mataram queimando o seu corpo com ácido, cortando fora os seus órgãos genitais e, depois, arrancaram o seu intestino para usá-lo em volta do pescoço como um troféu. Durante todo o tempo, eles forçaram a sua esposa a assistir a cena.
Nós ouvimos dois ecos destes horrores nesta semana.

Papa Francisco muda o protocolo para poder receber chefes de Estado em “ situação matrimonial irregular”.

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A pedido do Papa Francisco, o Vaticano mudou o protocolo para as visitas oficiais dos chefes de Estado católicos que se divorciaram e casaram novamente, os quais poderão ser recebidos com a nova esposa (ou esposo) pelo pontífice.
De acordo com a página italiana especializada em informações religiosas Vatican Insider, o pedido foi feito pelo pontífice argentino à Secretaria de Estado, encarregada dos protocolos, incomodado em ter que receber separadamente as novas esposas de quase todos os presidentes latino-americanos, entre eles o argentino Mauricio Macri (foto acima) e o colombiano Juan Manuel Santos.

Número de católicos batizados em todo o mundo aumentou em um ritmo mais rápido do que a população mundial, afirma Vaticano.

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O número de católicos batizados em todo o mundo aumentou em um ritmo mais rápido do que a população mundial, segundo estatísticas divulgadas pelo Vaticano.
Embora o número geral de sacerdotes tenha aumentado, a quantidade deles diminuiu ligeiramente na Europa e na Oceania, de acordo com o Departamento Central de Estatísticas da Igreja.
Os dados atualizados foram apresentados no “Annuario Pontificio 2016” e vão aparecer no Anuário Estatístico da Igreja, que traz números detalhados sobre os trabalhos que a Igreja realiza, a vida sacramental, as dioceses e paróquias até 31 de dezembro de 2014.
O número de católicos batizados alcançou 1,27 bilhão ou 17,8% da população mundial, informou o departamento em 5 de março.
Apesar do aumento de fiéis no planeta, o anuário observa também um aumento “menos dinâmico” de apenas 2% na Europa. Ainda que o continente seja o lar de quase 40% da população católica no mundo, a porcentagem dos seus fiéis vivendo na Europa diminuiu levemente ao longo dos últimos nove anos.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Exercícios espirituais do Papa: O nome de Deus é alegria

EPA1996716_ArticoloSegundo dia de exercícios espirituais para o Papa e a Cúria Romana. O retiro quaresmal teve início na tarde de domingo (06/03), na Casa do Divino Mestre de Ariccia. Este ano, as meditações são guiadas pelo sacerdote Ermes Ronchi, da Ordem dos Servos de Maria.
Cerca de sessenta membros da Cúria Romana, entre responsáveis de dicastérios, bispos e cardeais, estão refletindo sobre as “Perguntas abertas do Evangelho”, eixo central das meditações. A primeira pergunta foi extraída do Evangelho de João “Jesus vol­tou-se para trás e, vendo que eles o seguiam, perguntou-lhes: “Que procurais?”  (Jo, 1, 38)
“A proposta para esses dias juntos – disse o padre servita – é deter-nos à escuta de um Deus de perguntas: não mais interrogar o Senhor, mas deixar-se interrogar por Ele. E ao invés de correr logo em busca da resposta, parar para viver bem as perguntas, as abertas perguntas do Evangelho. Amar as perguntas, estas já são revelação”. “As perguntas são (…) o outro nome da conversão”, afirmou.

México: desmoronamento na Catedral deixa mortos e feridos.

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A Conferência do Episcopado Mexicano se uniu em oração e solidariedade à Diocese de Tuxtepec, Oaxaca, pelo desmoronamento na nova Catedral, que causou a morte de quatro pessoas e 19 ficaram feridas até o momento.
Segundo as autoridades de Proteção Civil, aproximadamente 50 pessoas trabalhavam na construção do novo templo quando a última parte do teto desmoronou. O andaime que sustentava a estrutura desabou e várias toneladas de concreto e madeira caíram na nave da igreja.