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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Os quatro graus do amor humano

NOTA INICIAL DO BLOG: Uma vez ao estudar a hierarquia angélica, fiquei sabendo que os mais altos graus dos Anjos, propriamente os Serafins e Querubins, vivem do Amor de Deus. Que Amor seria esse? Estamos acostumados a ter uma visão romântica das coisas, portanto uma visão defeituosa. Subir no mais alto dos céus, conhecer a sublimidade do Amor de Deus, é um salto para os grandes Santos. Conheçamos um deles:
São Bernardo de Claraval, foi um abade francês cisterciense, fundador da Abadia de Clairvaux (Claraval). O grande santo, no ano de 1128, participou do Concilio de Troyes que delineou a regra monástica que guiaria os Cavaleiros Templários e que rapidamente tornou-se o ideal de nobreza utilizado no mundo Cristão. Passou 40 anos enclausurado e foi o compositor do hino Ave Maris Stella. Uma de suas obras mais importantes foi o Tratado do Amor de Deus.
Dizia São Bernardo que há quatro graus do amor humano:

Um rei moribundo e os dois pratos da balança: o dos pecados e o do rosário

Alfonso IXA Santíssima Virgem não favorece somente quem reza o rosário, mas recompensa também gloriosamente a quem, com seu exemplo, atrai os demais a esta devoção.
Alfonso IX (1188-1230), rei de Leão e Galícia, desejando que todos os seus criados honrassem a Santíssima Virgem com o rosário, resolveu, para animá-los com seu exemplo, levar ostensivamente um grande rosário, mesmo sem rezá-lo.
Bastou isto para obrigar toda a corte a rezá-lo devotamente. O rei caiu enfermo com gravidade. Já o acreditavam morto, quando, arrebatado no espírito diante do tribunal de Jesus Cristo, viu os demônios que lhe acusavam de todos os crimes que havia cometido.
Quando o Divino Juiz já o ia condenar às penas eternas, interveio em seu favor a Santíssima Virgem. Trouxeram, então, uma balança: em um pratinho da mesma colocaram os pecados do rei.

A importância da cura interior

Sem a cura interior, não é possível ser curado de doenças físicas, tampouco experimentar a libertação
IMG_7168Em resposta àquilo que Jesus e a Igreja fazem por nós, duas ações devem ser realizadas. Jesus, primeiro, foi a todas as cidades e aldeias da Galileia, e a todos os lugares para pregar a Boa Nova a todas as pessoas. Jesus também disse para os Seus irem a todos para lhes conceder cura e libertação e, se precisassem, também cura espiritual e cura física.
A cura interior é uma espécie de chave para a cura total
A cura interior profunda é muito importante e necessária para que sejam descobertas e sanadas as fontes mais significativas de todos os males que nos afligem. Muitas vezes, a pessoa não consegue cura espiritual, sem antes passar por uma cura interior; caso contrário, permanece naquilo que chamamos de hábitos compulsivos de pecar. Com frequência, por exemplo, um viciado em drogas não receberá cura, a menos que seja curado interiormente das causas que o levaram ao vício da droga.

Papa: Deus jamais desvia o olhar da dor humana

papa catequeseO Papa Francisco se reuniu com milhares de fiéis na Praça S. Pedro, para a Audiência Geral desta quarta-feira (27/01).
Após saudar os peregrinos a bordo do papamóvel, o Pontífice fez a sua catequese dando sequência ao ciclo sobre a misericórdia. Desta vez, comentando o trecho bíblico do Êxodo (2,23-25), em que Deus ouve o gemido dos filhos de Israel e faz a aliança.
Deus jamais desvia o olhar da dor humana
Na Sagrada Escritura, explicou, a misericórdia de Deus está presente ao longo de toda a história do povo de Israel, sobretudo quando está para sucumbir.
A misericórdia não pode permanecer indiferente diante do sofrimento dos oprimidos, do gemido de quem está submetido à violência, reduzido em escravidão, condenado à morte. É uma realidade dolorosa que aflige todas as épocas, inclusive a nossa, e que nos faz sentir com frequência impotentes. Deus, ao invés, não é indiferente, jamais desvia o olhar da dor humana. Deus ouve e intervém para salvar, suscitando homens capazes de ouvir o gemido do sofrimento e atuar em favor dos oprimidos.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

RCC Camocim promove o pré RENOVAR 2016

A Renovação Carismática Católica de Camocim convida toda a comunidade Camocinense a louvar o Senhor no pré RENOVAR 2016 - Uma  Virada Radical que acontecerá dia 30 de JANEIRO , próximo sábado, às 19:00h, na Pracinha do Amor, a pracinha do Amor de Deus! 
Será um forte momento de louvor, pregação e oração, com muita alegria, que vem do Senhor. O evento será animado pelo ministério de música e ministério de Artes.
A RCC lembra  que vem aí o RENOVAR 2016, de 06 a 09 de Fevereiro, no Ginásio Murilo Aguiar. 
O evento acontecerá durante todo o carnaval, iniciando sempre a  partir das 8:00h da manhã, com vários pregadores pregadores.

É permitido comer dentro da igreja?

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Pergunta
Sei que durante a missa não se pode comer na igreja, mas fora dos momentos de celebração, é permitido? Tenho uma amiga que ficou chocada ao ver uma pessoa distribuindo doces dentro da igreja durante uma reunião. Eu não vejo tanta gravidade nisso, mas gostaria de receber alguma orientação sobre o tema.
Resposta
Antes de mais nada, vamos esclarecer o que é uma igreja ou templo paroquial: “um edifício destinado ao culto divino, no qual os fiéis têm direito de entrar para a celebração, sobretudo pública, do culto divino” (Código de Direito Canônico, cânon 1214).
Portanto, é preciso evitar nas igrejas qualquer coisa que não esteja em consonância com a santidade do lugar (cânon 1220). A igreja não é um lugar sombrio, mas tampouco um lugar de diversão; é acima de tudo uma casa de oração.
As igrejas são lugares sagrados porque nelas está o Santíssimo Sacramento, e sua presença exige de nós a maior reverência possível. É por isso que, ainda que não esteja sendo celebrada a missa, o ambiente na igreja deve ser propício para a oração e o respeito a Deus.
Em um lugar sagrado só se pode admitir aquilo que favorece o exercício e incentivo do culto, da piedade e da religião, e se proíbe o que não estiver de acordo com a santidade do lugar. No entanto, o bispo local pode permitir, em casos concretos, outros usos, quando não forem contrários à santidade do lugar (cânon 1210).

O vigário que fez um pacto com o diabo e depois se arrependeu

Milagre de TeofiloAconteceu na Sicília, Itália, e deu origem à famosa lenda que inspirou o auto sacramental “O milagre de Teófilo”, um dos mais célebres da literatura medieval.
Foi escrito pelo clérigo Eutiquiano de Constantinopla, testemunha ocular do fato, confirmado por São Pedro Damião, São Bernardo, São Boaventura e Santo Antônio, entre outros.
E qual foi o caso de Teófilo?
Vigário da igreja de Adanas, na Sicília, ele dirigira durante muito tempo, com dedicação e acerto, os bens eclesiásticos, facilitando a seu bispo a direção das almas. Veio o dia, porém, de o prelado entregar a alma ao Criador, para grande desconsolo e tristeza dos fiéis.
Quem ocuparia a sede vacante? Não havia dúvida: Teófilo, dizia-se por toda parte. O povo o estimava e o queria para bispo, dignidade que ele, por humildade, recusou, respondendo que a sua vocação era continuar exercendo as funções de vigário. Por fim, outro bispo ocupou a sede vacante.

“A misericórdia tem olhos puxados”. A história de Zhang Agostino, presidiário de origem chinesa convertido ao cristianismo

Hand in jail.A misericórdia tem olhos puxados. Esta é a história de Zhang Agostino Jianqing, chinês de 30 anos emigrado com a família para a Itália em 1997. Zhang está preso há 11 anos, e ainda deve cumprir outros 9 anos na prisão – consequência de erros cometidos em sua juventude turbulenta e irriquieta. “Aqui estou para dar testemunho de como a misericórdia de Deus transformou minha vida”, diz ao tomar palavra na cerimônia de lançamento do livro de entrevistas do Papa Francisco, “O Nome de Deus é Misericórdia”, realizada no Vaticano. Sim, no Vaticano; algo que mesmo Zhang poderia esperar. Mas cada etapa de sua história é de fato surpreendente, até mesmo para ele próprio. Zhang chega à Itália aos 12 anos de idade, e já matriculado na escola inicia seu percurso de adaptação. Mas logo se entendia com os estudos, começa a faltar às aulas, e entra em choque com os pais. Distancia-se da família e passa noites fora de casa: “meu único interesse era a diversão, sentir-me poderoso”, “e em pouco tempo havia me tornado uma pessoa violenta e superficial”. Até cometer um grave crime e ver-se, então com apenas 19 anos, condenado à pena de prisão por 20 anos. É transferido para a penitenciária de Belluno, onde passa a receber visitas de um voluntário de nome Gildo. Zhang lembra suas dificuldades com o idioma “não falava quase nada de italiano”; “em nossos encontros, passávamos mais tempo fitando-nos um ao outro do que propriamente falando”. “Bastava-lhe seu olhar para expressar sua compaixão por mim. Isso por vezes era tudo o que me sustentava”. Tornaram-se grandes amigos – Gildo mais tarde viria a ser seu padrinho de Batismo. “Foi o primeiro presente que Deus me enviou”, lembra Zhang com os olhos cheios de lágrimas. Sua mãe, toda semana, viajava 700 quilômetros para visitá-lo na prisão.

DEUS É FIEL

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