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segunda-feira, 23 de maio de 2016

A ciência verdadeira sempre aponta para o Criador!

johannes_kepler
Por Bill Federer
“Ó Deus Todo Poderoso, estou a pensar os Teus Pensamentos segundo Tu mesmo”, escreveu o astrónomo Johannes Kepler, em 1619, no seu “The Harmonies of the World.”
Um ataque de varíola que aconteceu quando ele tinha quatro anos, deixou-o com mãos aleijadas e com visão deficiente. superando todos estes contratempos, ele estudou as obras de Copérnico, e com 23 anos tornou-se professor de Astronomia. O seu nome era  Johannes Kepler, nascido no dia 27 de Dezembro de 1571.

Ele avançou mais ainda com a teoria heliocêntrica do sistema solar de Copérnico, com os planetas a girarem à volta do sol e não da Terra. Ele descobriu as leis que governam o movimento dos planetas e deu início à disciplina da mecânica celestial conhecida Leis de Kepler, que mais tarde vieram a ajudar Newton a formular a sua teoria de gravitação. A publicação das suas tabelas de efeméride, necessárias para o mapeamento do movimento das estrelas, contribuiu para a teoria do cálculo.
No livro quinto do “The Harmonies of the World”  Johannes Kepler escreveu:
A matriz está lançada; o livro está escrito, para ser lido ou agora ou na posterioridade, não me interessa. Pode até ser bom esperar um século por um leitor, tal como Deus esperou 6,000 anos por um observador.
Comparando as órbitas celestiais dos planetas com as harmonias polifônicas da música, Kepler escreveu o seguinte no seu livro “The Harmonies of the Worlds”:

Pai Santo, protege-nos dentro da harmonia do nosso amor uns pelos outros, de modo a que possamos ser um, tal como Tu o és com o Teu Filho, o Nosso Senhor, e com o Espírito Santo, e tal como através dos doces laços harmônicos Tu uniste todas as tuas obras, e que trazendo o Teu Povo à concórdia, o corpo da Tua Igreja possa ser construído na Terra, tal como construíste os próprios céus através das harmonias.
Na conclusão do seu tratado, Kepler escreveu:
Agradeço-Te, meu Criador e Senhor, que me deste esta alegria na Tua criação, esta alegria nas obras das Tuas Mãos; Mostrei a excelência das Tuas obras aos homens, tal como a minha mente finita foi capaz de entender a Tua Infinidade; Se disse qualquer coisa contra a Tua Glória, perdoa-me graciosamente.
Dois séculos mais tarde, Benjamin Silliman, professor de Yale e homem que, em 1818, fundou a “American Journal of Science and Arts”, declarou:
A relação entre a Geologia, bem como a Astronomia, com a Bíblia, quando ambas são bem entendidas, é de perfeita harmonia. ….. A Palavra e as obras de Deus não podem entrar em conflito, e quanto mais elas são estudadas, mais a harmonia entre ambas se torna aparente.
O autor best-seller Eric Metaxas escreveu um artigo para o Wall Street Journal com o título de “Science Increasingly Makes the Case for God” onde diz:
No ano de 1966 . . .  o astrônomo Carl Sagan anunciou que existiam dois critérios importantes para que um planeta tenha a capacidade de suportar vida, o tipo de estrela certo, e um planeta à distância certa dessa estrela. Dados os (mais ou menos) octilhões de planetas no universo – 1 seguido de 27 zeros – deveriam existir septilhões – 1 seguido de 24 zeros – de planetas capazes de conter a vida. …
Mas à medida que os anos foram passando, o silêncio do universo era ensurdecedor. O Congresso Americano deixou de financiar a SETI em 1993, mas a busca prosseguiu, mas desta vez com verbas privadas. Até 2014, os pesquisadores descobriram precisamente nada – 0 seguido dum vazio.
Eric Metaxas continua:
O que foi que aconteceu? À medida que o nosso conhecimento foi aumentando, tornou-se cada vez mais claro que existiam muitos mais fatores necessários para a vida do que aqueles que Sagan havia suposto.
Os seus dois parâmetros aumentaram para 10, e depois para 20, e depois para 50, o que causou a que o número de planetas com a capacidade de suportar a vida tenha diminuído; …. Peter Schenkel escreveu um artigo para a revista “Skeptical Inquirer” onde dizia: “À luz dos mais recentes achados e à luz dos novos pontos de vista, parece apropriado colocar de parte a euforia excessiva….  Se calhar o melhor é admitir calmamente que as estimativas iniciais . . . podem já não ser sustentáveis.
À medida que os fatores continuaram a ser descobertos, o número de planetas possíveis baixou para zero, e continuou a avançar. Dito por outras palavras, as probabilidades voltaram-se contra a ideia de algum planeta do universo vir a poder ter vida, incluindo o planeta Terra. ….. Atualmente, existem mais de 200 parâmetros conhecidos necessários para que haja vida num planeta – cada um destes parâmetros tem que ser satisfeito ou então tudo entra em descalabro.
Sem um planeta gigantesco como Júpiter por perto, cuja gravidade irá atrair os asteroides, o número destes asteroides a atingir a Terra seria mil vezes superior. As probabilidades de vida no universo são pura e simplesmente assombrosas, no entanto, aqui estamos nós, não só a existir, mas também a falar dessa mesma existência.
O que pode explicar tal fato? …  A que ponto é justo admitir que a ciência sugere que nós não podemos ser o efeito de forças aleatórias?
Eric Metaxas termina dizendo:
O físico Paul Davies afirmou que “a aparência de design é sobrepujante”, e John Lennox, professor de Oxford, disse que “quanto mais nos conhecemos o nosso universo, mais a hipótese de que existe Um Criador ganha credibilidade como a melhor explicação do porquê nós estarmos aqui.”
Por Bill Federera

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