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sexta-feira, 4 de março de 2016

6 casos polêmicos sobre o avanço da agenda ideológica LGBT – e da sua intolerância.

rainbowjournal
Os defensores do matrimônio viveram anos de grande mobilização e manifestações massivas nas ruas da Itália para tentar garantir o claro reconhecimento do casamento como a instituição natural que une um homem e uma mulher fiéis um ao outro e abertos à vida e à criação dos filhos.
A pressão dos propulsores do chamado “casamento gay“, no entanto, ignorou as convicções da maioria da população italiana e levou o senado do país a aprovar, no mês passado, o projeto de lei Cirinnà, que equipara as uniões civis homossexuais ao casamento.
O nome do projeto vem da senadora italiana Monica Cirinnà, que, diante das manifestações dos defensores do matrimônio natural, declarou que os manifestantes pró-família são “retrógrados” e “têm orgulho em discriminar“.

Agora que o projeto virou lei, o comissariado de Direitos Humanos do Conselho da Europa quer que a Itália “elimine outra discriminação perdurante”: a proibição da adoção de crianças por parte dos casais homossexuais.
Poucas horas após a aprovação da lei Cirinnà, o comissário da União Europeia Nils Muiznieks se manifestou pedindo que a Itália “se alinhe plenamente” à jurisprudência da Corte Europeia de Estrasburgo, que, segundo ele, “é taxativa: se os parceiros heterossexuais não casados podem adotar os filhos um do outro, o mesmo direito deve caber aos casais do mesmo sexo”.
Durante os debates prévios à aprovação do projeto de lei Cirinnà no senado italiano, Muiznieks já tinha afirmado que as discussões sobre o impacto negativo da adoção homossexual para a criança adotada eram “passionais” e “não baseadas em fatos“. Para ele, é “indiferente” que uma criança seja criada por mãe e pai ou por um casal homossexual.
No entanto, o próprio Muiznieks não embasou esta sua fala em “fatos“, limitando-se, ele mesmo, a repetir afirmações “passionais“, como se a ideologia que defende não precisasse de fundamentação alguma.
Ao contrário do que afirma o comissário europeu para os Direitos Humanos, existem, sim, estudos e pesquisas que indicam efeitos negativos da adoção por parceiros gays na psicologia da criança adotada. Além disso, também há registros de efeitos negativos para os próprios direitos humanos, que já estão sendo gravemente limitados em nome de ideologias laicistas em países como, por exemplo, o Canadá e a Noruega.
Confira estes 6 artigos a respeito do avanço da agenda ideológica LGBT e de como a intolerância a acompanha disfarçada de “direitos humanos”:
1 – Por que a família natural é melhor para os indivíduos e para a sociedade
351 estudos de 13 países ressaltam os benefícios das famílias formadas por um pai, uma mãe e os filhos

2 – Crianças adotadas por casais gays: Sociedade Italiana de Pediatria alerta para impactos negativos
A privação das figuras do pai e da mãe pode ter repercussões psicológicas e relacionais, afirma presidente da associação

3 – Crianças criadas por pares homossexuais: testemunho de sofrimento
“É estranho, mas sinto a falta dele. Falta-me este homem que nunca conhecerei”, afirma menina criada por lésbicas 

4 – Um alerta do Canadá: o casamento homossexual limitou os direitos de pensamento e expressão
O Estado policia severamente os cidadãos e reprime de modo ditatorial quem pensa diferente dele

5 – Ideologia de gênero e poder financeiro: o que está por trás da campanha mundial contra a família?
Os “novos direitos” desintegram a família para parir um homem solitário e sem raízes: o consumidor e súdito perfeito

6 – “Vocês são cristãos radicais”, disse-lhes a Justiça. E tirou deles os 5 filhos!
A incrível história de um casal da Noruega que tenta provar o absurdo de que foi vítima

Fonte: Aleteia

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