VEJA NOSSOS ÁLBUNS DE FOTOS NO NOSSO FACEBOOK: facebook.com/gruporenascercamocim

sábado, 5 de dezembro de 2015

Foi o carinho dos pobres que protegeu o Papa em uma zona de conflito armado na África, diz Cardeal.

image
O Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, Cardeal Fernando Filoni, afirmou que “na República Centro-Africana quem protegeu o Santo Padre foi um ‘cordão’ de gente paupérrima, que corria continuamente ao redor do carro papal e nunca o deixou só, defendendo-o, assim, de qualquer possível perigo”.
Foi o que indicou o Cardeal, depois da visita papal ao Quênia, a Uganda e à República Centro-Africana que aconteceu entre os dias 25 e 30 de novembro. O Cardeal fez estas afirmações ante a assembleia plenária da congregação que preside, reunida em Roma.
Segundo assinala a agência vaticana Fides, o Cardeal italiano disse em um discurso: “Com relação à segurança, falo a partir da minha experiência: é verdade que havia os capacetes-azuis, as gendarmarias locais, as forças de segurança. Mas quem realmente protegeu a viagem do Papa, e não teria permitido que nenhum perigo se tornasse real, foi o entusiasmo e o afeto do povo que circundou o Papa desde o momento da aterrissagem até o da partida”.
O Cardeal Filoni destacou em especial os dias transcorridos na República Centro-Africana: “Aterrissamos no aeroporto, mas antes de aterrissar já víamos a destruição das casas incendiadas ao redor da periferia de Bangui”.

Diocese nos Estados Unidos estuda o caso surpreendente da “hóstia que sangra”.

Hostia_Sangue

A diocese do Salt Lake City nos Estados Unidos iniciou uma investigação sobre um fato que chamou atenção dos fiéis. Uma hóstia consagrada devolvida ao celebrante da missa, e posta em um copo d´água, ainda não se dissolve, e dentro dela é possível ver marcas de sangue. O caso está ficando conhecido como a “hóstia que sangra”.
No último 27 de novembro, a diocese de Salt Lake enviou à imprensa uma declaração sobre a “hóstia que sangra”, que se encontrava na Igreja de São Francisco Xavier.
O canal KUTV de Utah assinala que um sacerdote dessa igreja deu a hóstia consagrada a um menino para que comungasse e um parente disse ao presbítero que o pequeno não tinha feito sua primeira comunhão – ou não era católico – e por isso a devolveu.
A hóstia logo foi colocada em água para que se dissolvesse como costuma fazer-se nestes casos de acordo com as normas litúrgicas.
Entretanto, a hóstia não se dissolveu e ainda, depois de alguns dias, apareceram nela manchas vermelhas, talvez de sangue. Alguns sugerem que poderia tratar-se de um milagre, enquanto outros afirmam causas naturais para o acontecimento.

Arqueólogos israelenses encontram selo do rei Ezequias, em Jerusalém.

Arqueólogos-acham-selo-do-rei-bíblico-Rei-Ezequias
Descobertas arqueológicas em Jerusalém não são novidades, afinal de contas a cidade tem mais de 3 mil anos e foi palco de muitos conflitos e conquistas. Contudo, arqueólogos israelenses divulgaram ontem (2) um selo do rei bíblico Ezequias.
Ele governou o reino do Sul (Judá) por volta do ano 700 a.C. As Escrituras o descrevem como um monarca diferenciado, que se dedicou a eliminar a idolatria em seu reino (2 Reis, 18:5).
Chamada de ‘bula’ esse tipo de impressão numa peça de argila mede cerca de um centímetro de diâmetro. As inscrições podem ter sido feitas pelo próprio rei, afirma Eilat Mazar, da Universidade Hebraica de Jerusalém.
“Essa é a primeira vez que a impressão de um selo de um rei israelita ou da Judéia é revelada em uma escavação arqueológica científica”, comemora Mazar, que dirigiu a escavação onde a peça foi encontrada.
Outro aspecto que chama atenção é que ela foi achada na parte sul de um muro que cerca a Cidade Velha de Jerusalém. O local era uma área de descarte de dejetos nos tempos de Ezequias. Os especialistas acreditam que pode ter sido atirada de um edifício real adjacente.
Além de escritos em hebraico antigo, possui o desenho de um sol com duas asas. Esse símbolo representava antigamente a proteção divina sobre seu povo, já que era proibido para os judeus fazerem imagens de Deus, a simbologia da época era bem diversa.

Igreja deveria mudar sua posição e permitir o uso de preservativos a fim de prevenir a AIDS? Papa Francisco responde.

francisco-1-574x407
Na coletiva de imprensa que realizou, como de costume ao regresso das suas viagens internacionais, o Papa Francisco respondeu uma longa lista de perguntas dos jornalistas e uma delas foi sobre o avanço da AIDS e o uso do preservativo como prevenção. O Papa comparou a oportunidade à ocasião em que Jesus é perguntado sobre a legitimidade de curar no sábado.
A seguir a pergunta feita ao Papa e sua resposta:
Pergunta: A AIDS atinge intensamente à África. Os remédios permitem que as pessoas tenham mais tempo de vida e as ajuda, mas a epidemia continua. Em Uganda, somente no ano passado foram registradas cerca de 135 mil novas infecções. No Quênia, a situação é ainda pior. O HIV é a maior causa de morte na África. Você se encontrou com crianças que têm este vírus e um testemunho comovedor em Uganda, mas falou pouco a respeito do tema. Sabemos que a prevenção é uma chave. Também sabemos que o preservativo não é a única forma de impedir a epidemia, mas parte importante da resposta. Será que este não é o momento de mudar a posição da Igreja e permitir o uso de preservativos a fim de prevenir novas infecções?
Resposta: A pergunta me parece muito redutiva e parcial. Sim, é um dos métodos; a moral da Igreja se encontra – penso – neste ponto, diante de uma perplexidade: o quinto ou o sexto mandamento? Defender a vida, ou que a relação sexual seja aberta à vida? Mas este não é o problema. O problema é maior. Esta pergunta me faz pensar naquela que fizeram a Jesus, uma vez: “Mestre, é lícito curar no sábado?”.  É obrigatório curar! Esta pergunta, se é lícito curar. Mas a desnutrição, a exploração das pessoas, o trabalho escravo, a falta de água potável: estes são os problemas.
Não nos perguntemos se podemos usar este ou aquele esparadrapo para uma pequena ferida. A grande ferida é a injustiça social, a injustiça do ambiente, a injustiça da exploração e da subnutrição. É isto. Não gostaria de descer às reflexões casuísticas, quando as pessoas morrem por falta de água e de fome, de casa.
Quando todos estiverem curados ou quando não existirem mais estas trágicas doenças causadas pelo homem, seja por injustiça social, seja para fazer mais dinheiro – pense no tráfico de armas! – quando não existirem mais estes problemas, creio que se poderá fazer uma pergunta: “É lícito curar no sábado?”.
Por que se continua a fabricar e traficar armas? As guerras são a maior causa de mortalidade… Eu diria que melhor é não pensar se é lícito ou ilícito curar no sábado. Eu direi à humanidade: faça-se justiça. E, quando todos estivermos curados, quando não existirem mais injustiças neste mundo, poderemos falar do sábado

ACI

Religião é benéfica para tratamento psiquiátrico, afirma “Associação Mundial de Psiquiatria

espiritualidade-no-tratamento-psiquiátrico

A Associação Mundial de Psiquiatria aprovou no mês passado um documento que declara a importância de se incluir a espiritualidade no ensino, pesquisa e na prática clínica da psiquiatria.
O documento não serve para que o médico psiquiatra indica uma crença religiosa ao paciente, mas sim que ele converse sobre o assunto, mostrando que a fé pode ajudá-lo.
Nos Estados Unidos há muitos estudos sobre o tema, o jornal Folha de São Paulo chega a citar que no PubMed, ligado ao governo americano, há mais de mil artigos científicos publicados que falam a respeito da religião nos tratamentos psiquiátricos.
Esses trabalhos falam sobre inúmeras maneiras de como os recursos espirituais podem melhorar a saúde e o bem-estar dos pacientes. Alguns falam sobre acreditar em Deus ou em um poder superior, outros sobre frequentar alguma instituição religiosa, participar de momentos de meditação e muito mais.
O que esses estudos mostram também é que há um maior impacto positivo na saúde mental dos pacientes que passam a ter um envolvimento religioso. As teses não tentam provar a existência de Deus de forma científica, mas sim que os laços sociais criados na prática religiosa reduzem a incidência de solidão, depressão e amenizam o estresse causado por doenças ou perdas.
Três metas-análises (revisões científicas) indicam que frequentar serviços religiosos aumenta cerca de 37% a probabilidade de sobrevida em doenças como o câncer, e a ciência tenta entender como isso acontece.

Canção de louvor a Alá está em primeiro lugar nas paradas da Europa.

images
Existem muitas maneiras de se popularizar uma ideia. Músicas dançantes são sempre um meio de alcançar os mais jovens. A expressão “Allahu Akbar”, que significa Deus é grande, é considerada o grito de guerra dos jihadistas, radicais que lutam pela imposição do islamismo como única religião.
Na pista de dança da Europa, as batidas eletrônicas com diferentes vozes entoando esse ‘louvor a Alá’ estão em ascensão. No Spotify, aplicativo que permite se criar uma rádio personalizada, Allahu Akbar, na versão do DJ Inappropriate, chegou ao topo entre os usuários do Reino Unido e da Noruega.
De modo geral, está entre as cinco mais ouvidas pelos usuários europeus do programa. Ou seja, embora não toque nas rádios por lá, tem uma boa penetração nas camadas mais jovens da Europa.
Esse não é um fato isolado, uma vez que a atmosfera na Europa em relação aos muçulmanos é tensa, especialmente por causa dos atentados de Paris. Lançada em maio, o vídeo original no Youtube já tem mais de um milhão e 700 mil de visualizações. Embora tenha pouco mais de dois minutos, já existem versões ‘remix’ com duas horas de duração.

Pesquisa feita com universitários brasileiros revela que 27% dos homens entrevistados acreditam que, se a garota tiver bebido demais, abusar dela não é uma forma de violência.

unnamed

Uma pesquisa feita com homens e mulheres estudando em universidades brasileiras mostra que 27% dos homens entrevistados acreditam que, se uma garota tiver bebido demais, abusar dela não é uma forma de violência. A pesquisa “Violência contra a mulher no ambiente universitário”, realizada pelo Instituto Avon e pelo Data Popular e divulgada nesta quinta-feira (3), também afirma que 14% dos homens e mulheres estudantes conhecem casos de mulheres estupradas, 13% dos homens já cometeram pelo menos um tipo de violência sexual, e 28% das mulheres já sofreram algum tipo de violência dessa natureza.
A pesquisa consultou especialistas e coletivos de estudantes universitárias para definir uma lista de tipos de violência contra a mulher. Entre os exemplos estão a agressão física, o estupro, o assédio sexual, a coerção (ser obrigada a ingerir bebidas alcoólicas ou drogas, ou ser drogada sem consentimento).

DEUS É FIEL

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

VISITANTE N°