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sábado, 8 de agosto de 2015

Catequese: "Os casais de segunda união não estão excomungados; eles são membros da Igreja"

altO Papa Francisco retomou as Audiências gerais de quarta-feira, após pausa de um mês. O Santo Padre chegou na Sala Paulo VI, onde são realizadas em agosto por causa do calor europeu, e cumprimentou os fiéis ao redor da sala. Calmamente, ele parou para abençoar as crianças e falar com alguns dos peregrinos provenientes de diversas as partes do mundo; com ternura acariciou os doentes e anciãos sentados nas primeiras filas.
Na catequese desta manhã, Francisco prosseguiu o ciclo sobre a família, centrando-se em uma das feridas que a família enfrenta hoje: divorciados que casam novamente no civil.
Assim, no resumo feito em português, Francisco indicou que “retornando às catequeses sobre a família, hoje refletimos sobre o modo de acompanhar aqueles que não conseguiram manter intacto o vínculo matrimonial e contraíram uma nova união”.
Ele explicou que “por um lado, a Igreja não ignora que esta situação contradiz o sacramento do matrimônio, mas, por outro, o seu coração materno, animado pelo Espírito Santo, leva-a sempre a buscar o bem e a salvação de todas as pessoas”. “Também -continuou o Papa- é preciso ter em conta o crescente número de crianças cujas famílias vivem segundo tais uniões”.
Francisco destacou que “a Igreja, como o Bom Pastor do Evangelho, não exclui ninguém: os casais de segunda união não estão excomungados; eles são membros da Igreja”. E conclui, afirmando que “não existem receitas simples”, mas “é importante que todos se sintam acolhidos e possam viver segundo uma fé convicta e praticada: através da oração, da escuta da Palavra de Deus, da frequência na liturgia, da educação cristã dos filhos e do compromisso pela justiça e a paz”.

Governo pressiona e igrejas cristãs de Angola aceitam projeto de criação de denominação única.

Governo pressiona e igrejas cristãs de Angola aceitam projeto de criação de denominação única
Um acordo de unificação das igrejas cristãs na Angola está muito perto de ser colocado em prática pelos líderes religiosos do país. A proposta partiu do governo, que vê a necessidade de uma representação única dos cristãos.

Foi criada uma comissão instaladora com membros da Igreja de Coligação Cristã de Angola, e seu presidente, pastor Antunes Huambo, disse que as 1.200 igrejas e templos considerados “seitas ilegais” pelas autoridades receberam com grande satisfação o projeto da unificação.
Quando concluído, o projeto criará a Igreja Nacional, de acordo com informações do site local Angop. Huambo destacou que o Ministério da Justiça e Direitos Humanos deu um prazo de 18 meses para que o processo de unificação das diferentes denominações do país seja concluído.
O país lusófono é campo missionário de diversas denominações, incluindo Assembleia de Deus, Batista, Universal e Mundial, dentre outras, e vive uma explosão de denominações neopentecostais.

Golias: arqueólogos encontram vestígios da casa onde o gigante filisteu pode ter vivido

Golias: arqueólogos encontram vestígios da casa onde o gigante filisteu pode ter vivido
A casa onde viveu Golias, o gigante filisteu morto por Davi durante uma batalha, pode ter sido encontrada por arqueólogos que conduziam pesquisas na região onde era situada a cidade de Gate, reduto dos inimigos de Israel.
A pesquisa, comandada pelo professor Aren Maeir, docente da Universidade de Bar-Ilan, encontrou pedaços enormes de portões e muros reforçados na área, segundo informações do jornal inglês Daily Mail.
Os achados arqueológicos já são considerados os maiores em termos literais já achados em Israel, e os pesquisadores consideram que tais estruturas são evidências de que a cidade mencionada na Bíblia realmente existiu.
Para o líder da escavação, os trabalhos ainda estão no começo e ainda há muito o que se fazer, mas a análise até aqui é que podem ter encontrado uma referência surpreendente da história.
“Muitas linhas de pedra megalítico estão aparecendo, com cantos agradáveis, características e até mesmo tijolos de barro. Enquanto estamos muito longe de entendermos completamente essa complexa arquitetura, ela está ficando cada vez mais e mais impressionante”, avaliou o arqueólogo Maeir.

Em meio a panelaço, Malafaia critica “arrogância do PT” e pede a saída da presidente: “Fora”

Em meio a panelaço, Malafaia critica “arrogância do PT” e pede a saída da presidente: “Fora”
Durante a exibição do programa de TV do Partido dos Trabalhadores na última quinta-feira, 06 de agosto, o pastor Silas Malafaia usou seu perfil no Twitter para pedir a saída de Dilma Rousseff (PT) da presidência.
Silas contextualizou o cenário atual com os meses que antecederam a queda do ex-presidente Fernando Collor, em 1992, e disse que à época, o PT pregava o impeachment como uma celebração da democracia, face à altíssima rejeição que o então mandatário enfrentava.
Agora, com a impopularidade de Dilma quebrando o recorde que já durava 23 anos, e o PT envolvido profundamente nos escândalos de corrupção da Petrobrás e outras empresas estatais, com a Eletronuclear, Malafaia ironizou o fato de o partido de Dilma classificar o desejo pelo impeachment como golpe.

Índia – Perseguição aos cristãos de Kandhamal pelos hindus é quase inacreditável.

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Por causa de certos acontecimentos dramáticos que aconteceram em determinados lugares, estes acabaram simbolizando movimentos ou capítulos inteiros da história humana. “Gettysburg”, por exemplo, evoca imediatamente a guerra civil americana, assim como a “Praça da Paz Celestial” lembra universalmente a ideia de protesto não violento.
De maneira semelhante, em termos de perseguição contemporânea contra os cristãos “Kandhamal” pode ser a palavra que melhor capta toda esta história.
Kandhamal é um distrito do estado indiano na região leste do país chamado Odisha (anteriormente conhecido como Orissa), onde uma onda de violência se abateu sobre a minoria cristã empobrecida em agosto de 2008. Uma série de motins liderados por radicais hindus deixou cerca de 100 mortos, milhares de feridos, 300 igrejas e 6 mil casas destruídas, além de 50 mil pessoas deslocadas, muitos tendo sido forçadas a se esconder para as florestas próximas onde outras tantas morreram de fome e de acidentes com cobras.
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A violência foi levada a cabo por grupos não adornados com símbolos da militância de direita hindu, grupos que entoavam lemas tais como “Jai Shri Ram!” (Vitória ao deus hindu Ram) e “Jai Bajrang bali!” (tributo a outra divindade hindu). Os agressores lançaram mão de varas, forquilhas, espadas, armas de fogo, querosene, e até mesmo ácido.

Pessoas que se juntam a uma ‘organização religiosa’ têm, em tese, uma saúde mental melhor do que aqueles que se juntam a um grupo comunitário ou partido político, conclui estudo.

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Ir à ​​igreja com regularidade é uma maneira eficaz de evitar a depressão, sugere pesquisa de equipe britânica e holandesa. Durante quatro anos foram monitoradas 9.000 pessoas em diversos países da Europa.
As pessoas que se juntam a uma organização religiosa têm uma saúde mental melhor do que aqueles que se juntam a um grupo comunitário ou partido político, concluíram os acadêmicos.
O estudo foi publicado ontem na revista científica American Journal of Epidemiology. Ele comparou diferentes tipos de atividade social e como elas influenciam o humor das pessoas. Entre as conclusões, ficou evidenciado que pertencer a um grupo religioso também é mais benéfico do que participar de atividades esportivas, educacionais ou fazer obras de caridade.
A pesquisa foi realizada conjuntamente pelo Centro Médico da Universidade Erasmus, na Holanda, e a Escola de Economia e Ciência Política de Londres. Os acadêmicos descobriram que aderir a uma organização religiosa é a melhor forma de combater a depressão. Porém, não puderam precisar se é a fé em si que ajuda as pessoas, ou se a religião simplesmente dá às pessoas um “sentimento de pertença”, especialmente na terceira idade.

Lituânia: a Colina das Cruzes que desafiou e derrotou a tirania do ateísmo obrigatório.

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A Lituânia é um dos muitos países que permaneceram durante cinco décadas debaixo dos punhos de ferro da União Soviética. E um local concreto da norte da Lituânia sofreu com especial intensidade a força dos punhos de ferro da ideologia soviética, marcada pelo absolutismo antirreligioso.  
Trata-se de uma simples colina, situada nos arredores da cidade de Siauliai. No século XIX, ainda sob o Império Russo, a população lituana se revoltou contra o czar porque ele impedia que as famílias da região prestassem tributo aos seus entes queridos já falecidos. O povo então plantou cruzes na colina em memória dos seus mortos.
Na década de 1960, a KGB decretou o fim dessa prática. Em abril de 1961, o número de cruzes na colina já era muito grande: além da memória dos familiares falecidos, os lituanos honravam, através delas, seus concidadãos deportados para a Sibéria por ordem de Stálin. Os soviéticos queimaram as cruzes de madeira e destruíram as de metal e as de pedra. Não sobrou nenhuma cruz intacta.
No dia seguinte, porém, a colina estava novamente cheia de cruzes: à noite, os cristãos as repunham. A União Soviética destruiu o lugar várias vezes, mas os católicos da Lituânia não renunciavam a demonstrar a sua fé nem sequer com a presença do exército vermelho.

Hiroshima e a bomba atômica: Na hora da detonação, um padre celebrava a eucaristia. Veja o que aconteceu.


hiroshimaruinas1945Há 70 anos aconteceu a explosão da bomba atômica em Hiroshima, um dos episódios mais dramáticos na história da humanidade. No dia 6 de agosto de 1945, festa da Transfiguração, muito perto de onde caiu a bomba “Little Boy”, quatro sacerdotes jesuítas alemães sobreviveram a esta catástrofe e a radiação – que matou milhares de pessoas nos meses seguintes – não causou nenhum efeito neles. Esta história, documentada por historiadores e médicos, é conhecida como o Milagre de Hiroshima.
Os jesuítas Hugo Lassalle, superior no Japão, Hubert Schiffer, Wilhelm Kleinsorge e Hubert Cieslik, estavam na casa paroquial da Igreja jesuíta de Nossa Senhora da Assunção, em um dos poucos edifícios que resistiu à bomba. No momento da explosão, um dos jesuítas estava celebrando a Eucaristia, outro tomando café da manhã e o outros estavam nos arredores da paróquia.
Conforme escreveu o Pe. Hubert Cieslik em um jornal, somente sofreram pequenos ferimentos por causa de cristais quebrados, mas nenhum efeito da radiação, nenhuma perda de audição, nem qualquer outro dano.

domingo, 2 de agosto de 2015

Protestantes alemães pedem perdão pela iconoclastia (destruição das imagens) da Reforma

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A Igreja Protestante Alemã (EKD) pediu desculpas pela destruição generalizada de imagens religiosas durante a Reforma.
“A Igreja Protestante rejeita a destruição de imagens. As imagens há muito tempo se tornaram uma expressão da piedade protestante”, ressaltou a ‘bispa’ protestante Petra Bosse-Huber em um encontro de delegações do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla e da EKD.
Os clérigos se reuniram em Hamburgo para discutir a palavra “imagem” a partir dos pontos de vista ortodoxo e protestante. O Patriarca Ecumênico Bartolomeu e o presidente da EKD, o bispo Heinrich Bedford-Strohm, enviaram saudações e bênçãos ao encontro de Hamburgo.
Destruir imagens foi mais comum no período posterior à Reforma. Na primeira metade do século XVI, as estátuas da Virgem Maria e dos santos, as janelas com vitrais, os órgãos e quaisquer outros objetos associados a milagres e ao sobrenatural foram removidos das igrejas católicas e das capelas de beira de estrada e, em muitos casos, destruídos. Particularmente a Suíça, Holanda, Inglaterra e o sul da Alemanha sofreram com isso.
No sul da cidade alemã de Ulm, em um chamado “Götzentag” (“Dia da idolatria”) em 1531, os defensores da Reforma que estavam convencidos de que os artefatos da igreja eram uma idolatria supersticiosa removeram à força 60 altares e órgãos da catedral.
Genebra testemunhou uma das ondas mais devastadores de quebra de imagens religiosas. Incitados por um grupo de teólogos protestantes, incluindo o próprio João Calvino, algumas das peças de arte cristã mais preciosas da cidade foram destruídos.
Christa Pongratz-Lippitt, publicada na revista The Tablet.

Rede Nacional de Intercessão Agosto de 2015

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Rede Nacional de Intercessão: Capacitados para interceder


Os grandes intercessores da Bíblia nos ensinam que a oração é um combate. Contra quem? Contra nós mesmos e contra os embustes do Tentador que tudo faz para desviar o homem da oração, da união com seu Deus... O “combate espiritual” da vida nova do cristão é inseparável do combate da oração.
O Senhor que arrancou vosso pecado e perdoou vossas faltas está disposto a vos proteger e a vos guardar contra os ardis do Diabo que vos combate, a fim de que o inimigo, que costuma engendrar a falta, não vos surpreenda. Quem se entrega a Deus não teme o Demônio. “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Catecismo 2725, 2852)
A intercessão como uma das formas de oração, caracteriza-se também por ser uma batalha espiritual, pois o intercessor entra em combate contra os inimigos das pessoas e das situações pelas quais ele ora. Quando nos alistamos no “exército de Deus”, somos capacitados para que conquistemos mais filhos que estão longe Dele, ou que estejam sofrendo na “trincheira”.

A Santa Missa parte por parte – A Liturgia da Palavra


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Na celebração da Santa Missa, estamos diante de duas mesas que guardam em si uma relação de unicidade: A Mesa da Palavra de Deus e a Mesa do Pão do Senhor. “A Igreja venerou sempre as divinas Escrituras como venera o próprio Corpo do Senhor, não deixando jamais, sobretudo na sagrada Liturgia, de tomar e distribuir aos fiéis o pão da vida, quer da mesa da palavra de Deus quer da do Corpo de Cristo.” .

Na Mesa da Palavra Deus há um diálogo vivo e eficaz: Deus fala ao homem e o homem escuta. Não podemos diminuir ou limitar a voz de Deus quando a sua Palavra é proclamada na Missa, pois quando Deus fala, Ele expressa o seu amor, dá a salvação ao homem e o instrui para a um caminho de felicidade plena. E quando o homem escuta, não deve ter uma postura de passividade e descompromisso, mas um deixar-se fecundar, compreendendo a Palavra por meio de uma resposta de vida e uma ação concreta.
Renova-se assim o gesto de Jesus Ressuscitado ao revelar-se em Emaús: explicou aos discípulos a Palavra, começando por Moisés e todos os profetas (Lc 24,27), fazendo arder os corações dos discípulos ao explicar as Sagradas Escrituras, “e, estando com eles à mesa, tomou o pão, abençoou, partiu e lhes deu” (Lc 24,30).
Na Mesa do Pão do Senhor, “se realiza o sacrifício que o próprio Cristo instituiu na Última Ceia” , no qual Ele oferece de si mesmo ao homem como verdadeiro cordeiro pascal, capaz de expiar os pecados do mundo inteiro.
O que nos resta é dar o culto que é devido a Deus: unir a oferta de Cristo a nossa oferta de vida. Na Mesa do Corpo de Cristo não somos passivos ao seu sacrifício, mas somos envolvidos por tão grande graça a ponto de fazer da nossa existência um ato oblativo de vida.

Exercícios Espirituais de Santo Inácio


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Ano 1548. O jovem Duque de Gandìa (Espanha), Francisco Borgia, bisneto do Papa Alexandre VI faz chegar ao Pontífice Paulo III um particular pedido: a aprovação pontifícia do livreto dos Exercícios Espirituais, escrito por Inácio de Loyola, superior e fundador da Companhia de Jesus, que o mesmo Papa tinha aprovado oito anos antes.

Inácio e seus Companheiros já davam estes Exercícios, com excelentes frutos espirituais. Mas, por causa deles, Inácio já tinha ficado preso duas vezes em Alcalà e Salamanca, vítima das suspeitas da Inquisição, que no tempo da Reforma Protestante olhava com desconfiança qualquer novo movimento espiritual.
A resposta do Papa chegou no dia 31 de julho de 1548: “Feito examinar tais Exercícios e ouvidas também testemunhas e relatórios favoráveis […] constatamos que ditos Exercícios estão cheios de piedade e santidade, e são e serão muito úteis para o progresso espiritual dos fiéis. Ademais é nosso dever reconhecer que Inácio e a Companhia por ele fundada vão recolhendo frutos abundantes de bem em toda a Igreja; e de tudo isso muito mérito é dos Exercícios Espirituais. Por isso […] exortamos os fiéis de ambos os sexos, em qualquer lugar do mundo, para usufruir dos benefícios destes Exercícios e se deixar educar por eles.” Durante os séculos, outras seguiram a esta primeira solene aprovação de Paulo III.

Reportagem sobre Francisco: Papa mudará o Vaticano ou o Vaticano mudará o Papa?


papa com o povo“Papa Francisco transforma o Vaticano”. Com este título, a edição estadunidense de agosto da National Geographic dedica a capa ao Papa Francisco, acompanhada por uma ampla reportagem sobre o primeiro Pontífice latino-americano. A edição, com fotos de Dave Yoder, será lançada junto com o livro “Pope Francis and the New Vatican”, escrito por Robert Draper.



O fotógrafo da National Geographic, Yoder, passou cerca de seis meses seguindo os passos do Papa em Roma e no Vaticano, enquanto Draper dedicava um mês para conversar com autoridades vaticanas em Roma e três semanas na Argentina falando com amigos de Bergoglio.

Foco

A reportagem que tem por título “O Papa mudará o Vaticano ou o Vaticano mudará o Papa?” fala do foco do pontificado de Francisco nos pobres e na reforma da Cúria. A matéria é ilustrada com testemunhos e histórias recolhidas por Draper e as muitas imagens captadas por Yoder. O fotógrafo afirmou estar “impressionado com o entusiasmo de Francisco ao interagir com as pessoas comuns”.
A revista destaca alguns pontos do pontificado de Bergoglio. “Ao longo de numerosas entrevistas com autoridades do Vaticano – muitas das quais afirmaram que o Papa é um enigma – aprendemos mais sobre a postura de Francisco em relação a uma série de assuntos”, dizem os editores.

Personalidade

Jorge Mario Bergoglio escolheu o nome de Francisco em homenagem a São Francisco, conhecido também como “defensor dos pobres”. O Papa recusou-se a andar em um carro de luxo e optou em viver em uma casa de hóspedes ao invés do tradicional apartamento papal, no Palácio Apostólico.
Nos primeiros dois meses, ele já deixava claro que imprimiria um estilo diferente no papado. Francisco escolheu passar a Quinta-feira Santa em uma prisão juvenil, lavando os pés dos reclusos e rezando. Ele faz piadas sem perder a compostura e gosta de improvisar. No entanto, seus amigos mais próximos na Argentina, o descreveram como um “jogador de xadrez”. Seus amigos também afirmam saber que ele quer passar seus últimos dias “em casa”, desejo já manifestado pelo próprio Francisco, escrevem os autores da reportagem. (JE)



Fonte: Rádio Vaticano