sexta-feira, 3 de julho de 2015

PARTICIPE DA FESTA DE SANTO EXPEDITO EM CAMOCIM

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Inicia-se de 9 a 19 de julho de 2015, os festejos de Santo Expedito, em Camocim, celebrado pela comunidade da Capela que tem o mesmo nome do santo, no Bairro Rodagem Logo.  

Neste ano a festa  terá como tema:   " Santo Expedito: Ensina-nos a sermos uma igreja servidora e missionária"

Dia 09 de julho a programação inicia-se as 5:00 hs da manhã com alvorada festiva e um café comunitário e às 19h, se incia os novenários com com as missas.

O evento é  realizado a mais de  uma década e ao longo dos anos, neste período, reúne centenas de fieis e devotos nas atividades programadas pelo Conselho Comunitário da Capela: missas, novenas, atividades culturais, entre outras.

A Igreja fica localizada na Rodagem do Lago, próximo à Empresa Gelomar.

Santo Expedito é um santo da Igreja Católica Apostólica Romana. É o Santo que  ajuda pessoas com problemas urgentes e de difícil solução.
O Santo é também protetor dos militares, estudantes, jovens e viajantes. 
No Brasil, os pagamentos de promessa a Santo Expedito estão profusamente associados ao mando de impressão e distribuição de milheiros, panfletos ou santinhos. A esta prática, associa-se a difusão da fé como argumento válido, além do custeio da impressão como uma forma de prova de despojamento material.
Em  Camocim escolhe-se este período para celebrar devido as diversas atividades já programadas, que já fazem parte do calendário    da  paróquia Bom Jesus dos Navegantes. Assim a paroquia,  junto com a comunidade fixou esta data para celebrar seu novenário.

Confira a programação completa da Festa de Santo Expedito Abaixo no nossoBlog.

" Santo Expedito: Ensina-nos a sermos uma igreja servidora e missionária"

DIA 09/07 QUINTA-FEIRA

05:00hs - Alvorada festiva.
Oficio de nossa Senhora
06:00hs - Café comunitário.
19:00hs - Hasteamento da bandeira e Celebração Eucarística.
Convidados: Paróquia Senhor Bom Jesus dos Navegantes e Área Pastoral São Francisco Liturgia: Polo Santo Expedito. Cânticos: Santo Expedito

quarta-feira, 1 de julho de 2015

A alegria do anúncio, tema da viagem do Papa à América Latina

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Realizou-se nesta terça-feira (30/06), na Sala de Imprensa da Santa Sé, o briefing sobre a viagem apostólica do Papa Francisco ao Equador, Bolívia e Paraguai de 5 a 13 de julho. No encontro com os jornalistas, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, ilustrou o programa da viagem apostólica do Papa Francisco à América Latina.

Esta será a 9º viagem internacional do pontífice argentino. Ele visitará esses três países que também foram visitados por São João Paulo II. Quarenta e oito horas e duas etapas em cada nação, com 22 discursos previstos em espanhol. “É um programa muito intenso”, disse Pe. Lombardi, que terá o olhos voltados para as periferias e com um único tema: ‘A alegria do anúncio do Evangelho’.
Mensagens
Francisco voltará ao seu continente e falará a sua língua, o espanhol. “Pela primeira vez a visita será feita a três países, não os maiores e os primeiros na geopolítica internacional, seguindo a lógica das periferias queridas ao pontífice. A história desses três países, feita de conflitos e ditaduras, será um elemento importante para entender as mensagens que o Papa irá proferir”, disse Pe. Lombardi.

Jerusalém: panfletos com ameaças aos cristãos


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Alguns panfletos contendo ameaças aos cristãos de Jerusalém e assinados por uma organização até então desconhecida que se autodenomina “Estado islâmico na Palestina” – com a clara intenção de mostrar sua afiliação ou proximidade ao autodenominado Estado Islâmico – foram encontrados na noite da última quinta-feira em alguns bairros árabes na parte oriental da Cidade Santa. De acordo com relatos da mídia israelense – refere a agência Fides – nos folhetos, nos quais também aparece o logotipo do autodenomiado Estado islâmico, os cristãos de Jerusalém são ameaçados de morte se não deixarem a cidade até o dia 18 de julho, dia em que se celebra este ano a festa do Eid al Fitr, na conclusão do mês sagrado do Ramadã. Na mensagem – que também contém ameaças contra o Presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas -, os cristãos são definidos “agentes de Israel”.

As reações da Igreja de Jerusalém
A mensagem de intimidação contida nos panfletos causou reações imediatas do Patriarca emérito de Jerusalém dos Latinos, Dom Michel Sabbah, e do Arcebispo de Sebastia, Dom Theodosios, do Patriarcado greco-ortodoxo de Jerusalém. “Ninguém sabe quem distribuiu os panfletos”, declarou à agência Fides, Padre Raed Abusahliah, Diretor-geral da Caritas Jerusalém “e, francamente, nós não sentimos a pressão sobre nós desses grupos de desvairados. Mas certamente o episódio espalhou preocupação entre alguns cristãos. Alguns se perguntam: como é possível que esses loucos tenham chegado até aqui?”.
Os muçulmanos também condenam ameaças jihadistas
Padre Raed destaca que “as reações dos muçulmanos chegaram antes das dos cristãos: muitos líderes muçulmanos condenaram as ameaças dos panfletos e disseram que eles serão os primeiros a defender seus irmãos cristãos, se acontecer alguma coisa, enquanto muitos fiéis cristãos disseram que jamais deixarão a terra de Cristo, onde nasceram, qualquer que seja a ameaça. “O Diretor da Caritas Jerusalém também observa que “estas siglas e esses grupos podem ser apoiados e infiltrado por forças que agem nas sombras, como se pode ver também no que está acontecendo no Iraque e na Síria. Talvez agora alguns queiram mostrar que os cristãos são frágeis e precisam de algum tipo de “proteção”, obviamente não desinteressada”.

Ainda não há decisão oficial da Igreja sobre as aparições de Medjugorje, antecipações da posição divulgadas na mídia não correspondem.


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Nenhuma decisão foi tomada a respeito das aparições de Medjugorje, que foram iniciadas em 1981 e que ainda não teriam acabado. Os órgãos institucionais da Congregação para a Doutrina da Fé não se reuniram para examinar o caso, nem as conclusões do longo e articulado trabalho da comissão que foi dirigida pelo cardeal Camillo Ruini, a mesma que concluiu suas investigações no ano passado.
Muita expectativa foi criada a respeito do pronunciamento, considerado iminente, em razão da proximidade do 34º aniversário da primeira aparição. O papa Francisco, respondendo a pergunta de um jornalista, durante o voo de retorno de Saravejo, disse: “Sobre o problema de Medjugorje, o papaBento XVI, em seu momento, criou uma comissão presidida pelo cardeal Camillo Ruini. Também havia outros cardeais, teólogos e especialistas. Fizeram o estudo e o cardeal Ruini me entregou, após vários anos (pelo que sei, três ou quatro mais ou menos). Fizeram um trabalho muito bom, muito bom mesmo”.Nenhuma “plenária” foi realizada na Congregação para a Doutrina da Fé (a próxima será em janeiro do ano que vem). E sobre o caso de Medjugorje também não foi realizada a “feria quarta”, a reunião mensal (congregação ordinária que é realizada nas quartas-feiras) dos cardeais e bispos que são membros da Congregação. A última “feria quarta”, segundo confirmaram fontes confiáveis do dicastério, ocorreu no último dia 17 de junho, e foi conversado sobre outro assunto. A próxima reunião será após o verão e não se deve excluir a possibilidade de que aconteça após o Sínodo ordinário. Isto significa que seria necessário esperar até o outono deste ano para se chegar a uma decisão.
“O cardeal Müller me disse que seria feita uma “feria quarta” nestes tempos. Creio que foi na última quarta-feira do mês. Mas, não estou certo… Estamos quase para tomar decisões. Depois, serão comunicadas. No momento, apenas algumas orientações são dadas aos bispos, mas sobre as linhas a ser decididas”.

Se os santos não são oniscientes, como ouvem nossas orações?

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Em tempos de crise financeira, aumenta – e muito – o trabalho celestial de Santa Edwiges, a padroeira dos endividados! Neste exato momento, não é difícil imaginar a santa recebendo orações de várias cidades do país, e tudo ao mesmo tempo. Mas como uma simples serva de Deus, que não é onisciente, pode escutar todas essas súplicas?
Os santos no Céu podem ouvir nossas súplicas porque Deus permite e o quer. Deus basta a Si mesmo, e não precisa de criatura alguma para nada, mas ELE QUER PRECISAR. Assim, é bastante razoável que os membros do Corpo de Cristo participem de Seus divinos dons, especialmente aqueles membros que alcançaram elevado grau de santidade, e por isso estão mais perfeitamente unidos a Deus.
Jesus mesmo garantiu isso:
“Em verdade, em verdade vos digo: aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas…” (João 14,12)

Igreja Católica se manifesta de forma oficial sobre o reconhecimento legal das uniões entre pessoas de condição Homossexual.

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CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ
CONSIDERAÇÕES
SOBRE OS PROJETOS
DE RECONHECIMENTO LEGAL
DAS UNIÕES ENTRE PESSOAS
HOMOSSEXUAIS


INTRODUÇÃO
1. Diversas questões relativas à homossexualidade foram recentemente tratadas várias vezes pelo Santo Padre João Paulo II e pelos competentes Dicastérios da Santa Sé.(1) Trata-se, com efeito, de um fenômeno moral e social preocupante, inclusive nos Países onde ainda não se tornou relevante sob o ponto de vista do ordenamento jurídico. A preocupação é, todavia, maior nos Países que já concederam ou se propõem conceder reconhecimento legal às uniões homossexuais, alargando-o, em certos casos, mesmo à habilitação para adotar filhos. As presentes Considerações não contêm elementos doutrinais novos; entendem apenas recordar os pontos essenciais sobre o referido problema e fornecer algumas argumentações de caráter racional, que possam ajudar os Bispos a formular intervenções mais específicas, de acordo com as situações particulares das diferentes regiões do mundo: intervenções destinadas a proteger e promover a dignidade do matrimônio, fundamento da família, e a solidez da sociedade, de que essa instituição é parte constitutiva. Têm ainda por fim iluminar a atividade dos políticos católicos, a quem se indicam as linhas de comportamento coerentes com a consciência cristã, quando tiverem de se confrontar com projetos de lei relativos a este problema.(2) Tratando-se de uma matéria que diz respeito à lei moral natural, as seguintes argumentações são propostas não só aos crentes, mas a todos os que estão empenhados na promoção e defesa do bem comum da sociedade.
I. NATUREZA
E CARACTERÍSTICAS IRRENUNCIÁVEIS
DO MATRIMÔNIO

2. O ensinamento da Igreja sobre o matrimônio e sobre a complementaridade dos sexos propõe uma verdade, evidenciada pela reta razão e reconhecida como tal por todas as grandes culturas do mundo. O matrimônio não é uma união qualquer entre pessoas humanas. Foi fundado pelo Criador, com uma sua natureza, propriedades essenciais e finalidades.(3) Nenhuma ideologia pode cancelar do espírito humano a certeza de que só existe matrimônio entre duas pessoas de sexo diferente, que através da recíproca doação pessoal, que lhes é própria e exclusiva, tendem à comunhão das suas pessoas. Assim se aperfeiçoam mutuamente para colaborar com Deus na geração e educação de novas vidas.
3. A verdade natural sobre o matrimônio foi confirmada pela Revelação contida nas narrações bíblicas da criação e que são, ao mesmo tempo, expressão da sabedoria humana originária, em que se faz ouvir a voz da própria natureza. São três os dados fundamentais do plano criador relativamente ao matrimônio, de que fala o Livro do Gênesis.
 

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