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sábado, 11 de abril de 2015

A importância da Oitava de Páscoa


A cruz no alto da montanha
Após o domingo de Páscoa, a Igreja vive o Tempo Pascal; são sete semanas em que celebra a presença de Jesus Cristo Ressuscitado entre os Apóstolos, dando-lhes as suas últimas instruções (At1,2). Quarenta dias depois da Ressurreição Jesus teve a sua Ascensão ao Céu, e ao final dos 49 dias enviou o Espírito Santo sobre a Igreja reunida no Cenáculo com a Virgem Maria. É o coroamento da Páscoa. O Espírito Santo dado à Igreja é o grande dom do Cristo glorioso.


Tempo Pascal compreende esses cinquenta dias (em grego = “pentecostes”), vividos e celebrados “como um só dia”. Dizem as Normas Universais do Ano Litúrgico que: “os cinquenta dias entre o domingo da Ressurreição até o domingo de Pentecostes devem ser celebrados com alegria e júbilo, “como se fosse um único dia festivo”, como um grande domingo” (n. 22).



É importante não perder o caráter unitário dessas sete semanas. A primeira semana é a “oitava da Páscoa”. Ela termina com o domingo da oitava, chamado “in albis”, porque nesse dia os recém batizados tiravam as vestes brancas recebidas no dia do Batismo.

Esta foto comoveu o mundo nas redes sociais, e o que ela fala sobre a realidade dos cristãos perseguidos?

Esta foto comoveu o mundo nas redes sociais, e o que ela fala sobre a realidade dos cristãos perseguidos?Uma foto que se tornou viral na semana passada mostrando uma menina síria “rendendo-se” diante da lente de uma câmara pensando que era uma arma, é por si só uma mostra da situação dramática que vivem as crianças refugiados no Meio Oriente.

“No que diz respeito às crianças, eles vivem uma situação muito complexa e atemorizante. Suas circunstâncias não são nada boas.”, declarou Zerene Haddad, a chefe do Escritório Regional de Advocacia e Comunicações do Serviço Jesuíta para os Refugiados no Meio Oriente e no Norte da África à CNA, a agência em inglês do Grupo ACI.

Haddad comentou que as crianças que vivem no campo de refugiados costumam estar caladas, é como se estivessem “vazios por dentro”, e explicou que as crianças afetados pela guerra e a violência têm problemas para expressar o que sentem.

Esta dificuldade para expressar suas emoções e a carência de maturidade emocional requerida para superar os traumas vividos produzem um efeito negativo na recuperação das crianças.

A BBC contatou o fotógrafo Osman Sagirli, quem comentou à agência que ele tomou a fotografia em dezembro do ano passado no acampamento de refugiados de Atmeh, Síria.

Sagirli comentou que Hudea, a menina de 4 anos que fotografou, tinha percorrido aproximadamente 145 quilômetros desde a Hama, seu lar, com sua mãe e seus dois irmãos para chegar ao acampamento de refugiados.

“Ela estava assustada porque mordeu os lábios e levantou as mãos quando tomei a foto. Usualmente as crianças saem correndo, tampam a cara ou até sorriem quando veem uma câmara, mas quando tirei a lente a minha câmara ela pensou que era uma arma”, declarou o fotógrafo.

Sagirli explicou que as fotografias das crianças nos campos de refugiados são mais impactantes que as dos adultos. “Sabemos que há muitos deslocados. O sofrimento se percebe mais através das crianças que dos adultos. Sua inocência reflete melhor seus sentimentos”.

Milhares de batismos em Hong Kong por ocasião da Páscoa

Milhares de batismos em Hong Kong por ocasião da Páscoa“Temos dois motivos para estar felizes e agradecidos”, expressou o Cardeal John Tong, Arcebispo de Hong Kong, em sua carta pastoral para a Páscoa 2015.

“O primeiro é que 3.600 adultos receberão o batismo, o primeiro sacramento da iniciação cristã e se converterão, durante a Vigília pascal, em membros de nossa grande família católica. O segundo é que sempre mais católicos estão se comprometendo com alegria no aprofundamento da doutrina, a escritura e a teologia. Deste modo poderão participar na missão da Igreja fazendo-se catequistas voluntários e poderão difundir as sementes do Evangelho com suas palavras e suas ações. Nossa Diocese está realmente seguindo o caminho da Igreja universal”, indicou o Cardeal.

A todos os fiéis, e com especial sentido aos catecúmenos, o purpurado fez um convite: “Sejam alegres anunciadores do Evangelho, felizes de poder viver em uma sociedade livre para anunciar a Cristo, respondam aos pedidos do Papa Francisco que nos convoca a uma nova evangelização”.

O Cardeal John Tong disse aos seus fiéis que têm que estar agradecidos e felizes de poder viver em uma sociedade livre: “Temos diversas instituições e diversos meios de comunicação que podem nutrir nossa Fé, que podem ajudar-nos a aprofundá-la e graças às quais podemos aprender como difundir o Evangelho. Nossa Diocese tem um centro catequístico, o Conselho central dos leigos, a Comissão litúrgica, o Instituto bíblico, o seminário do Espírito Santo, o kung Kao Po e o Sunday Examiner, somente para citar alguns”.

DEUS É FIEL

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