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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Jerusalém: a colheita das azeitonas no Jardim das Oliveiras, onde Jesus orou na noite suprema da sua Paixão

Horto das Oliveiras
Começou oficialmente no sábado 17 de outubro a colheita das azeitonas no Horto do Getsêmani, em Jerusalém. Os voluntários se revezaram durante toda a semana seguinte, em uma safra particularmente abundante. Como de costume, foram os franciscanos, guardiões do jardim sagrado, que organizaram as atividades.
A colheita das azeitonas se reveste de um profundo significado nesse local, porque as oliveiras do Getsêmani são as descendentes diretas daquelas que existiam no tempo de Jesus.
Segundo a Agência Fides, os voluntários deste ano, que puderam dedicar várias horas ou um dia inteiro, vieram de 15 países. Para o Patriarcado Latino de Jerusalém e a Custódia da Terra Santa, foi um sinal de esperança no meio das atuais tensões na região.

As oliveiras centenárias do horto, localizado atrás da Igreja de Todas as Nações, têm a peculiaridade de compartilhar o mesmo DNA. Algumas delas, antiquíssimas, datam do período das cruzadas, enquanto outras são séculos mais jovens, o que sugere que a árvore-mãe das sementes de todo o jardim atual já existia naquela noite de 2000 anos atrás, quando Jesus, antes da sua Paixão, se retirou para orar nesse mesmo local.
O óleo extraído dos frutos colhidos no Jardim das Oliveiras do Getsêmani, produzido pelos monges locais da Abadia de Latrum, é enviado para santuários do mundo inteiro, para as paróquias do Patriarcado Latino de Jerusalém e para as comunidades religiosas da Terra Santa.
O Jardim do Getsêmani é um dos lugares mais emblemáticos da Terra Santa: é de lá que parte todo ano a procissão da Quinta-Feira Santa, conduzida pela Custódia da Terra Santa, rumo à igreja de São Pedro em Gallicantu, construída no local em que Jesus passou a mais triste de todas as noites, na prisão, antes de ser crucificado no monte Calvário.

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