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sábado, 6 de dezembro de 2014

PARTICIPE DO I ENCONTRO PHN

De 06 a 07 de Dezembro  de 2014 convidamos toda a juventude para o  I ENCONTRO PHN   com o tema:
“Libertos dos pecados somos chamados à santidade” Rm 6,22

O evento é um Encontro de jovens que abraçam a missão de evangelizar outros jovens, propagando Cristo. Tendo como missão evangelizar almas jovens sendo instrumentos para que elas recebam o batismo no Espírito Santo. E formando-os como cristãos para assumirem um novo modo de viver. O encontro será realizado    na Igreja deSão José, comunidade Boa esperança, na Area pastoral N.S.de  Fátima, a partir das 14 horas (dia 06), com Louvor, momentos de oração, adoração ao Santíssimo Sacramento, pregações direcionadas especialmente para a juventude e encerrará no domingo (dia 07) com a celebração da palavra no mesmo local.

Presença dos pregadores  Daniel Silveira e Roberio Cavalcante

Participe deste momento de benção!!!

Papa aos teólogos: escuta da Palavra e dos sinais dos tempos


D1 - PapaNo final da manhã dessa sexta-feira, dia 5 de dezembro o Papa Francisco encontrou a Comissão Teológica Internacional. O Santo Padre começou por recordar que a esta Comissão foi criada logo depois do Concílio Vaticano II no seguimento de uma proposta do Sínodo dos Bispos. E esclareceu a missão da Comissão que é aquela de” estudar os problemas doutrinais de grande importância,  especialmente aqueles que apresentam aspectos novos e, neste modo, oferecer a sua ajuda ao Magistério da Igreja”.
O Papa Francisco no seu discurso procurou chamar atenção para o valor da escuta considerando que um teólogo é, sobretudo, um homem de escuta humilde: “escuta da Palavra de Deus” e “escuta daquilo que o Espírito diz à Igreja”. Deve, assim estar atento aos sinais dos tempos.
À luz desta ideia o Santo Padre mostrou a sua satisfação com o facto de existir uma significativa presença de mulheres na composição da Comissão Teológica Internacional, considerando que essa é uma boa razão para que se desenvolvam “certos aspetos inexplorados do insondável mistério de Cristo”.
O Papa referiu-se assim à característica internacional desta comissão que reflete a catolicidade da Igreja. “A diversidade de pontos deve enriquecer a catolicidade sem prejudicar a unidade” – afirmou o Pontifice que confiou à proteção da  Virgem Imaculada os trabalhos da Comissão Teológica Internacional.

A História do nascimento do estado do Vaticano.

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Os milhões de turistas que anualmente demandam a Cidade Eterna, Roma, entre os inúmeros pontos de interesse da Urbe, elegem a Basílica de S. Pedro e a mole de edificações em seu torno como um dos pontos altos da viagem. Todavia, poucos se lembram, ou até saberão, que ao adentrarem o espaço dentro do abraço da Colunata de Bernini, a Praça de S. Pedro, estão a entrar noutro Estado, soberano, independente: o Estado da Cidade do Vaticano.
Com 0,44 km2, este enclave dentro da cidade de Roma, logo da Itália, não possui fronteiras marítimas nem cursos de água, sendo o menor país do mundo. O espaço aéreo e o subsolo, por exemplo, estão interditos ao Estado italiano. Conta com cerca de mil habitantes, entre os quais o Sumo Pontífice, ou Papa, o Chefe do Estado que se distingue da Santa Sé, a diocese de Roma que dirige toda a Igreja Católica Apostólica Romana do mundo, com mais de um bilhião e 300 milhões de fiéis. São entidades distintas, com passaportes diferentes, com o Vaticano a usar o Italiano (e o Latim) como língua oficial, enquanto a Santa Sé usa o essencialmente Latim. O Estado da Cidade do Vaticano é o Estado, assim, que acolhe a Cadeira de Pedro, a “sede” da Igreja Católica. A Santa Sé, na pessoa do Papa, tem soberania no Estado da Cidade do Vaticano. Do ponto de vista diplomático, do direito internacional, o sujeito é a Santa Sé, o Governo central do território ou Estado que é o Vaticano. Este é governado pela Comissão Pontifícia para o Estado da Cidade do Vaticano, o Governo executivo do Estado. A Cúria Romana é por seu lado o órgão administrativo da Santa Sé.

Histórico: Papa Francisco e líderes religiosos anglicanos, ortodoxos, budistas, judeus, muçulmanos e hindus assinam declaração contra a escravidão.

REUTERS594772_ArticoloO Papa Francisco e diversos líderes religiosos de todo o mundo assinaram hoje uma declaração histórica no Vaticano na qual condenam todo tipo de escravidão moderna e se comprometem a trabalhar juntos pelo fim do tráfico de pessoas.
A declaração, assinada por líderes religiosos anglicanos, ortodoxos, budistas, judeus, muçulmanos e hindus, assinala que “nós, os assinantes, nos reunimos com motivo de uma iniciativa histórica para inspirar a ação espiritual e concreta das pessoas de todos os credos mundiais e pessoas de boa vontade em todo o planeta para erradicar o terrível flagelo da escravidão moderna em todo o mundo até 2020 e para sempre”.
A iniciativa nasceu do Global Freedom Network, uma organização fundada por católicos, anglicanos e muçulmanos que busca erradicar a escravidão em todo mundo.
“Aos olhos de Deus, cada ser humano é uma pessoa livre, seja homem, mulher, menino, menina, e está destinado a existir para o bem dos outros em igualdade e fraternidade”, afirma o texto.
“A escravidão moderna, em termo de tráfico de pessoas, trabalho forçado, prostituição, tráfico de órgãos e qualquer outra coisa relacionada, fracassa em quanto ao respeito da condição fundamental de que todas as pessoas são iguais e que têm a mesma liberdade e dignidade, é um crime contra a humanidade”.

Advento e Maria



Advento e Maria
“Ave, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres.”


Ouvindo as palavras alegres de saudação enviadas pelo arcanjo Gabriel à Virgem Santíssima, eu gostaria de chamar a atenção de todos para a dimensão extraordinária do mistério da vida de Maria. É um momento em que o homem se abre para a ação de Deus e a experiência da Sua proximidade em sua vida.


Neste tempo do Advento, acompanhamos de perto os episódios da vida de Maria. Celebramos suas festas: Imaculada Conceição, Nossa Senhora de Loreto, Nossa Senhora de Guadalupe, esta padroeira da América Latina e Imperatriz da América.


A expressão “cheia de graça” indica a ação específica de Deus, que transforma Maria pela graça e faz dela agradável e preparada para os seus planos. Graça é, aqui, o amor e a bondade de Deus a Maria e através dela a cada um de nós. O Beato Papa João Paulo II em sua Encíclica dedicada à Mãe do Redentor (Redemptoris Mater) enfatizou que Deus deu a Maria a plenitude da graça por causa do amor pela humanidade mergulhada no pecado, para o qual ela tinha que levar o Salvador: “Se a saudação e o nome “cheia de graça” dizem que tudo isso está no contexto da Anunciação do anjo eles se relacionam principalmente com a eleição de Maria como Mãe do Filho de Deus. Simultaneamente, plenitude de graça indica todo o dom sobrenatural de Maria, que está relacionado com o fato de ter sido escolhida e destinada a ser a Mãe de Cristo”(RM 9). A graça é um dom de Deus que Ele dá a Maria com amor por causa de seu Filho amado.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

As armadilhas do diabo

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O que é a tentação? A tentação é a ação de Satanás para levar você ao inferno. E ele pode lê-lo como um livro; então, não exagere seu poder, mas tampouco o subestime.

Algumas das suas ações mais sutis ocorrem no âmbito da prática religiosa, na qual ele consegue se camuflar de maneira muito fácil, usando a pele devota do cordeiro, mas, lobo como é na realidade, ele a distorce, por excesso ou por defeito, destruindo a pessoa com algo que é bom.

Então, é preciso estar atento ao que alguns escritores espirituais chamam de “armadilhas para beatos”.

Vejamos um exemplo:

Você pode se desanimar com a oração, dizendo: “Se eu rezasse um pouco mais, Deus me daria o que busco”. Mas o engano é que, ainda que rezemos mais, nunca rezaremos o suficiente.

E assim, dado que nunca teremos rezado o bastante, a oração se torna cada vez mais uma tarefa pesada; Deus parece um tirano cruel que pede orações mais longas e precisas, e a oração se transforma em um esforço supersticioso cujo resultado controlamos de alguma maneira, com a duração e o tipo de oração que fazemos.

O Ano Litúrgico

O Ano LitúrgicoO Ano Litúrgico é o ano elaborado pela Igreja Católica para nos guiar no Mistério de Cristo, apresentando-nos as Verdades da Fé Católica, fazendo-nos meditar a respeito, e colaborando no aprofundamento desta mesma fé.


O Ano Litúrgico tem o seu início com o tempo de preparação para o nascimento de Cristo (Tempo do Advento), seguindo com a celebração do Tempo de Natal, Quaresma e Tempo Pascal.


Entre o Tempo do Natal, na terça-feira antes da Quaresma e após Pentecostes, até no sábado antes do Advento, celebramos os Domingos do Tempo Comum, perto de 34 semanas. O Ano Litúrgico encerra-se com a proclamação de Cristo como nosso Rei, quando apresentamos nossa expectativa da feliz Esperança e Vinda do Senhor.

Histórico: Papa e líderes religiosos assinam declaração contra a escravidão


Histórico: Papa  e líderes religiosos assinam declaração contra a escravidãoO Papa Francisco e diversos líderes religiosos de todo o mundo assinaram hoje uma declaração histórica no Vaticano na qual condenam todo tipo de escravidão moderna e se comprometem a trabalhar juntos pelo fim do tráfico de pessoas.

A declaração, assinada por líderes religiosos anglicanos, ortodoxos, budistas, judeus, muçulmanos e hindus, assinala que “nós, os assinantes, nos reunimos com motivo de uma iniciativa histórica para inspirar a ação espiritual e concreta das pessoas de todos os credos mundiais e pessoas de boa vontade em todo o planeta para erradicar o terrível flagelo da escravidão moderna em todo o mundo até 2020 e para sempre”.

A iniciativa nasceu do Global Freedom Network, uma organização fundada por católicos, anglicanos e muçulmanos que busca erradicar a escravidão em todo mundo.

“Aos olhos de Deus, cada ser humano é uma pessoa livre, seja homem, mulher, menino, menina, e está destinado a existir para o bem dos outros em igualdade e fraternidade”, afirma o texto.

Papa: No Advento peçamos um coração humilde para conhecer Jesus


Papa: No Advento peçamos um coração humilde para conhecer JesusDurante a missa matutina celebrada na Casa Santa Marta, o Papa Francisco convidou a praticar neste tempo de Advento uma “teologia de joelhos”, para com coração simples poder conhecer Jesus, que não veio como um general do exército ou um governante poderoso, mas “como um broto”, humilde e manso que “veio para os humildes, para os mansos, para trazer a salvação aos doentes, aos pobres, aos oprimidos”.

Os olhos de um pobre são os mais aptos a ver Cristo e, através Dele, distinguir o perfil de Deus. Os outros que pretendiam sondar este mistério com os recursos da própria inteligência devem, antes, colocar-se “em joelhos”, em atitude de humildade. Caso contrário, não poderão entender nada.

Francisco reafirmou a verdade e o paradoxo do mistério da Boa Nova: o Reino do seu Pai é dos “pobres em espírito”. A reflexão do Pontífice seguiu o trecho do Evangelho de Lucas proposto pela liturgia, no ponto em que Cristo louva e agradece ao seu Pai porque decidiu revelar-se a quem não conta nada para a sociedade ou a quem conta, mas sabe fazer-se “pequenino” na alma.

DEUS É FIEL

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