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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Por que se casar na Igreja, segundo São João Paulo II

“Para a maioria das pessoas, as núpcias celebradas na Igreja são ainda um atrativo: desejam celebrar o matrimônio religioso. Por que é assim? Karol Wojtyla se perguntava já tempos antes de se tornar papa, como demonstra um artigo até agora inédito que apareceu recentemente em uma seleção de textos escritos por ele entre 1952 e 1962, intitulada: “Educar e amar. Escritos sobre o matrimônio e a família” (Cantagalli, Itália).

No texto, de extraordinária atualidade, Wojtyla ressalta que o casamento celebrado na Igreja é mais atraente que o realizado em um Cartório Civil para “a grande maioria das pessoas”, também aqueles “não muito crentes”.

Em primeiro lugar, escrevia Wojtyla, é preciso esclarecer o que significa celebrar o casamento na Igreja. Assim como no casamento civil – explica –, no religioso existem dois momentos, o contrato e a declaração, mas enquanto no primeiro caso a declaração está nos acordos da sociedade, do poder civil, o matrimônio religioso “olha muito mais alto e assume o caráter tipicamente religioso, até mesmo solene. É o juramento a definir o caráter religioso da declaração. O ato não tem sentido se não se aceita a existência de Deus. O juramento chama o Senhor como testemunha”. 

Famosa jornalista da BBC deixa 25 anos de carreira para virar freira

Depois de 25 anos de carreira no jornalismo e sendo uma das personalidades mais famosas da televisão do norte da Irlanda, Martina Purdy é destaque nas manchetes.

Sua partida da BBC para entrar em uma congregação religiosa foi anunciada em 10 de outubro, em um tuíte que ela escreveu aos seus milhares de seguidores: “Olá. Estou saindo da BBC. Esta é a minha declaração. Que Deus os abençoe. Martina”.

Com esse tuíte, incluiu uma foto do anúncio da BBC que cita sua declaração e diz:

“Sei que muita gente não entenderá esta decisão. Não foi uma decisão tomada superficialmente, e sim com grande amor e alegria. Peço que rezem por mim, pois embarco neste caminho com humildade, fé e confiança.”

Jornalista ganhadora de prêmios e natural de Belfast, Martina Purdy cresceu em Toronto. Formou-se em Relações Internacionais pela Universidade de Toronto e mais tarde obteve outro diploma na Ryerson University School of Journalism, também em Toronto.

Começou sua carreira como jornalista de mídia escrita no Toronto Star, Globe and Mail e L.A. Times. Ao voltar à Irlanda, escreveu para The Irish News e Belfast Telegraph (1993-1999), como editora de negócios e, mais tarde, correspondente política.

Paquistanesa morrerá por ser cristã

A Justiça de Lahore, em tribunal de segundo grau, confirmou na manhã dessa quinta-feira (16), a sentença de morte a Asia Bibi. Um dos seus advogados confirmou a notícia à Agência Fides.

A cristã paquistanesa Asia Bibi foi presa em 19 de junho de 2009 em Nankana Sahib por blasfêmia contra o profeta Maomé. Durante todos estes anos, ela recebeu a atenção do mundo por ser condenada justo pelo fato de ser cristã e não ter se convertido ao islamismo.

Condenada à morte

Segundo um de seus advogados, “hoje o caso de Asia Bibi foi discutido, mas a Corte rejeitou a apelação”, (Tempi.it 16 de outubro). Os juízes evitaram se expressar até hoje, adiando as audiências por diversos motivos. Segundo os advogados de Asia Bibi, as acusações de blasfêmia contra ela foram completamente falsas e infundidas, por isso eles estavam confiantes em que hoje o juiz a teria absolvido.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Conheça alguns pontos do relatório de trabalho do Sínodo com temas pastorais mais “delicados”.


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Veja a alguns dos principais pontos do relatório. A Santa Sé publicou uma tradução não oficial em inglês, aqui
Indissolubilidade do casamento
14 – O próprio Jesus, referindo-se ao plano primordial para o casal humano, reafirma a união indissolúvel entre um homem e uma mulher, compreendendo todavia que “Moisés permitiu que se divorciassem das vossas mulheres por causa da dureza do vosso coração. Mas no princípio não era assim”. Desta forma, Ele mostra como a condescendência divina acompanha sempre o caminho da humanidade, apontando-a em direção a um novo começo, não sem ter de passar pela cruz. 
Apoio às pessoas cujos casamentos falharam
17 – Considerando o princípio do gradualismo no plano salvífico divino para a família, questionamo-nos sobre que possibilidades são dadas aos casados que experimentam o falhanço do seu casamento, ou melhor, como é possível oferecer-lhes o auxílio de Cristo através do ministério da Igreja. 
Coabitação e casamento civil
22 – Uma nova dimensão da pastoral familiar de hoje consiste na aceitação da realidade do casamento civil e da coabitação, tendo em conta as devidas diferenças. De facto, quando uma união alcança um nível de estabilidade notável através de um compromisso público e é caracterizada por afectos profundos, responsabilidade na criação de filhos e capacidade para ultrapassar provas, pode ser vista como uma semente a ser acompanhada e desenvolvida rumo ao sacramento do casamento. Muitas vezes, porém, a coabitação é estabelecida não com vista a um possível futuro casamento, mas antes sem qualquer intenção de estabelecer uma relação institucionalmente reconhecida.

Dilma Rousseff prepara panfletos para atrair voto dos evangélicos pedindo oração

Dilma Rousseff prepara panfletos para atrair voto dos evangélicos pedindo oraçãoA candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) estaria preparando uma estratégia agressiva para conquistar o voto dos evangélicos no segundo turno e assim, conquistar mais um mandato à frente do Palácio do Planalto.
O movimento é uma tentativa de evitar que os votos desse setor da sociedade depositados em Marina Silva (PSB) no primeiro turno, migrem integralmente para Aécio Neves (PSDB), de acordo com informações do jornal O Estado de S. Paulo.
De acordo com informações da Agência Estado, um dos principais defensores da estratégia de aproximação com os evangélicos é Gilberto Carvalho (PT), ministro da Secretaria-Geral da Presidência e coordenador da campanha de Dilma.
A ideia de Carvalho é “reforçar a interlocução com o segmento”, indo além das alianças políticas com os líderes evangélicos, como nos casos dos bispos Edir Macedo e Manoel Ferreira, principais apoiadores do PT no meio.

Um apelo no Sínodo: não esqueçamos os filhos dos divorciados

Enquanto a atenção se concentrava no sofrimento dos divorciados e casados novamente que não podem comungar, surgiu na Sala do Sínodo o tema do sofrimento dos “filhos dos divorciados”, que parecia um assunto não presente no debate.

Alice Heinzen, que veio dos Estados Unidos e faz parte de um organismo de planejamento familiar natural, está presente no Sínodo com seu marido e disse do comentário de um jovem que encontrou: “Meu pai tem uma amiga, minha mãe um amigo, passo uma semana com um e uma semana com outro, é triste”. 

Os filhos dos divorciados são mais fragilizados que seus pais

Às margens do Sínodo, o cardeal Christoph Schönborn, que faz parte dos padres sinodais, falou deste tema na rede de televisão francesa Sel et Lumière. A título pessoal, disse: “escandaliza-me que no discurso eclesial se fale sempre da questão da misericórdia para com os divorciados que casaram novamente, mas antes vem a misericórdia pelos filhos! Não esqueçamos aqueles que são ainda mais pobres que os divorciados que casaram novamente: os filhos deles, que sofreram pelo divórcio dos pais”.

O que Deus fazia antes da criação?

O que Deus fazia antes da criação?

Resposta do Padre Athos Turchi, professor de Filosofia

A pergunta é simples, mas explicar aquilo que é simples (ou seja: não composto), é difícil porque não tem partes. Vem-me o desejo de responder: não fazia nada! Porque Deus não faz, Deus é. O que fazia o sol antes de iluminar as coisas ao redor?

Voltemo-nos para a perspectiva de Deus, assim o nosso olhar muda e a importância recai em quem é Deus. Nós podemos observá-lo por dois ângulos. O primeiro é o da razão. Deus é o ser único e absoluto, não existem outros seres, outras coisas se não Ele somente, e se algo pode existir se deve somente a uma deliberação do próprio Deus que a colocará em si, desenhando do nada. Esta é a criação. Mas atenção! Deus não se torna criador após ter criado, Ele é e ponto. Deus é sempre criador, Deus é o criador por essência, mesmo quando ainda não criou nada de diferente de si mesmo. Por isso podemos dizer que Deus, antes de criar é o criador. Se a luz do sol fosse aquilo que faz existir as coisas, é claro que o sol seria iluminante mesmo que não tivesse nada ainda para iluminar. O criar é Ele mesmo, e a criação vem como participação no seu ser. 

DEUS É FIEL

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