quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Momentos quentes no namoro: até que ponto?

Gostaria de um esclarecimento sobre a definição das relações sexuais antes do casamento. A minha namorada e eu estamos levando adiante o nosso relacionamento em castidade, porque não nos sentimos ainda prontos para um relacionamento completo, por isso nos limitamos a beijos e carícias. Mas gostaria de saber até que ponto podemos ir para que não seja considerada uma relação de caráter sexual pré-matrimonial.

Resposta do padre Maurizio Faggioni, professor de Teologia Moral

Um casal de namorados decide não ter relações sexuais, ou seja, decide não se unir sexualmente antes do matrimônio. Mas quer saber, porém, um grau de intimidade física que possa ter, sendo moralmente aceitável no tempo de preparação para o casamento.

Apelo do Papa Francisco em favor dos cristãos perseguidos no Iraque

Paz 01
“O Santo Padre acompanha com viva preocupação as dramáticas notícias que chegam do norte do Iraque sobre uma população indefesa. Particularmente atingidas as comunidades cristãs: é um povo em fuga dos próprios povoados devido à violência que nestes dias está assolando e conturbando a região”. Palavras do Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, ao referir-se na manhã desta quinta-feira à reação do Papa Francisco às últimas notícias que chegam da Planície de Nínive.
Padre Lombardi recordou que no Angelus de 20 de julho o Santo Padre, com profunda dor, havia se referido à situação vivida pelos cristãos perseguidos, especialmente no Iraque: “os nossos irmãos são perseguidos, são expulsos, devem deixar suas casas sem ter a possibilidade de levar nada consigo. A estas famílias e a estas pessoas quero expressar a minha proximidade e a minha constante oração. Queridos irmãos e irmãs tão perseguidos, eu sei o quanto sofreis, eu sei que vocês são despojados de tudo. Estou convosco, na fé naquele que venceu o mal!”.

Um apelo dramático. Carta das Irmãs Dominicanas do Iraque.



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Estamos sendo perseguidos por causa da nossa religião. Nenhum de nós jamais pensou que iríamos viver em campos de refugiados por causa disso. É difícil acreditar que isso esteja acontecendo no século XXI.
Assim escrevem as Irmãs Dominicanas de Santa Catarina de Siena em uma carta onde descrevem a situação dos cristãos refugiados no norte do Iraque. O texto foi publicado na página do Facebook, Help for the Iraqi Dominican Sisters, 23-08-2014. 
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23 de agosto de 2014
Queridos,
Continuamos a compartilhar com vocês a nossa luta diária, esperando que o nosso grito alcance o mundo. Somos como o cego de Jericó (Mc 10, 46-52), que não tinha outro modo de expressar-se, mas a sua voz, clamando a Jesus por misericórdia. Embora algumas pessoas tivessem ignorado sua voz, outras ouviram-na e lhe ajudaram. Contamos com as pessoas que irão ouvir!
Entramos na terceira semana de desocupação. As coisas estão andando muito devagar em termos de fornecimento de abrigo, alimentação e necessidades para o povo. Ainda há pessoas vivendo nas ruas. Ainda não há acampamentos organizados em volta das escolas que são usadas ​​como centros de refugiados. Um edifício inacabado de três andares também tem sido usado como um centro de refugiados. Por razões de privacidade, as famílias fizeram quartos usando lonas de plástico fornecidas pela agência de refugiados das Nações Unidas nesses edifícios inacabados. Estes locais parecem estábulos.
 

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