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sábado, 3 de maio de 2014

O Papa Bom - Papa João XXIII - Dublado - Filme Completo


São João XXIII, o Papa bom. Você conhece a história da vida dele?
OPapaBomO Papa João XXIII: um homem de origem humilde que se tornou o Papa mais influente do século passado. O filho de um camponês que viria a influenciar a política mundial do seu tempo. Um homem de caráter modesto mas que revolucionou a igreja. João XXIII foi Papa durante um dos mais extraordinários capítulos da história contemporânea. Foi o tempo da Guerra Fria, da construção do Muro de Berlim, da crise dos mísseis, da conquista do espaço, da guerra do Vietname e do assassinato de John Kennedy. No curto período como Papa, João XXIII tocou os corações de todas as raças e credos, sendo batizado pelo povo como O Bom Papa. Este filme vai ajudar-nos a compreender porque razão milhares de pessoas viajaram para Roma para estar mais perto dele e partilhar os seus últimos momentos de vida e porque milhões de pessoas em todo o mundo choram a sua morte. Trata-se de um relato tocante sobre o humanismo de um homem, face ao sofrimento de toda a espécie humana. A história vista pelos olhos de um homem comum cujo grande objetivo era trazer a paz a um mundo á beira da destruição.
Nasceu no dia 25 de Novembro de 1881 em Sotto il Monte, diocese e província de Bérgamo (Itália), e nesse mesmo dia foi batizado com o nome de Ângelo Giuseppe; foi o quarto de treze irmãos, nascidos numa família de camponeses e de tipo patriarcal. Ao seu tio Xavier, ele mesmo atribuirá a sua primeira e fundamental formação religiosa. O clima religioso da família e a fervorosa vida paroquial foram a primeira escola de vida cristã, que marcou a sua fisionomia espiritual.
Ingressou no Seminário de Bérgamo, onde estudou até ao segundo ano de teologia. Ali começou a redigir os seus escritos espirituais, que depois foram recolhidos no “Diário da alma”. No dia 1 de Março de 1896, o seu diretor espiritual admitiu-o na ordem franciscana secular, cuja regra professou a 23 de Maio de 1897.
De 1901 a 1905 foi aluno do Pontifício Seminário Romano, graças a uma bolsa de estudos da diocese de Bérgamo. Neste tempo prestou, além disso, um ano de serviço militar. Recebeu a Ordenação sacerdotal a 10 de Agosto de 1904, em Roma, e no ano seguinte foi nomeado secretário do novo Bispo de Bérgamo, D. Giacomo Maria R. Tedeschi, acompanhando-o nas várias visitas pastorais e colaborando em múltiplas iniciativas apostólicas: sínodo, redação do boletim diocesano, peregrinações, obras sociais. Às vezes era também professor de história eclesiástica, patrologia e apologética. Foi também Assistente da Ação Católica Feminina, colaborador no diário católico de Bérgamo e pregador muito solicitado, pela sua eloquência elegante, profunda e eficaz.

Por que os jovens gostam tanto da Nova Era?

É preciso compreender quais são os anseios mais profundos daqueles que se aproximam desta corrente religiosa











@Eva Rinaldi Celebrity and Live Music Photographer
A Nova Era atrai jovens – e outros não tão jovens. Ao analisar este fenômeno, podemos encontrar três causas e uma consequência:

1. As grandes ideias da modernidade se fundiram. O horizonte que se tinha das utopias desapareceu.

2. Constatar que a conquista da felicidade sobre a terra não depende do progresso científico ou tecnológico.

3. A globalização, a revolução tecnológica e o mundo da comunicação aceleraram nosso ritmo de vida e provocaram uma mudança permanente dos acontecimentos – algo nem sempre fácil de assimilar. Isso leva a uma grave dificuldade de adaptação. Os acontecimentos vêm e vão, mas carecem de finalidade própria. O “labirinto” pode ser o melhor símbolo para representar a crise da modernidade: você pode caminhar em todas as direções, mas não encontra a saída. Isso nos convida a instalar-nos na superfície das coisas e em deixar-nos seduzir pelo triunfo das aparências.

Educadora do Filho de Deus


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Embora tenha ocorrido por obra do Espírito Santo e de uma Mãe Virgem, a geração de Jesus, como a de todos os homens, conheceu as fases da concepção, da gestação e do parto. Além disso, a maternidade de Maria não se limitou apenas ao processo biológico do gerar, mas, como ocorre para qualquer outra mãe, deu também uma contribuição essencial para o crescimento e o desenvolvimento do filho. Mãe é não só a mulher que dá à luz um filho, mas aquela que o cria e o educa; antes, podemos dizer que a tarefa educativa é, segundo o plano divino, o prolongamento natural da procriação. Maria é Theotokos não só porque gerou e deu à luz o Filho de Deus, mas também porque O acompanhou no seu crescimento humano.
Poder-se-ia pensar que Jesus, possuindo em Si a plenitude da divindade, não tenha tido necessidade de educadores. Mas o mistério da Encarnação revela-nos que o Filho de Deus veio ao mundo numa condição humana em tudo semelhante à nossa, exceto no pecado (cf. Heb. 4, 15). Como acontece para cada ser humano, o crescimento de Jesus, da infância até à idade adulta (cf. Lc. 2, 40), precisou da ação educativa dos pais.

Votação de 6 de maio poderá retirar definitivamente ‘ideologia de gênero’ do Plano Nacional da Educação.


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Em um artigo enviado à Redação de ACI Digital. o Prof. Hermes Rodrigues Nery, especialista em Bioética (pela PUC-RJ), coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté, e Diretor da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, ressalta a importância da votação do próximo 6 de maio, na qual será deliberada da meta 3.13 do PNE (Plano Nacional de Educação), que, sendo aprovada retiraria do Plano as polêmicas cláusulas que incluem a chamada “desconstrução da heteronormatividade”, e a utilização da ideologia de gênero como ferramenta política para minar a família.
A seguir, o artigo do Professor Nery na íntegra:
O COMBATE A IDEOLOGIA DE GÊNERO NO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
A votação do Plano Nacional de Educação deve ser concluída no próximo dia 6 de maio, na Câmara dos Deputados. Na sessão do dia 22 de abril, a maioria dos deputados da Comissão Especial de Educação (15 x 11) rechaçaram a ideologia de gênero, que o relator, Dep. Angelo Vanhoni (PT) queria ver incluída no inciso III, do art. 2 do PNE.

O incrível milagre que levou à conversão uma paróquia ortodoxa inteira através da intercessão de Padre Pio.

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Por intercessão de Padre Pio a mãe de um sacerdote ortodoxo da Romênia ficou curada de um câncer terminal. Depois deste milagre toda a paróquia se converteu ao catolicismo. A obra do santo de Pietrelcina mudou tanto as suas vidas que apesar das dificuldades construíram uma Igreja dedicada ao santo e um hospital para os doentes em fase terminal.
O Padre Pio continua intercedendo por todo o mundo e, lá do Céu, continua fazendo milagres de todo o tipo. Existem inúmeros testemunhos conhecidos sobre o santo de Pietrelcina por todo o mundo, alguns deles recolhidos no livro“Padre Pio”, de José Maria Zavala.
No entanto, no caso da família Tudor não proporcionou apenas um milagre físico, mas uma conversão de centenas de pessoas ao catolicismo e o sonho de fazer uma pequena San Giovanni Rotondo no interior da Romênia, um país com um arraigado passado comunista e de maioria ortodoxa.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Coordenadores Diocesanos fortalecendo a unidade do Movimento

Começa hoje (01) o Encontro Nacional para Coordenadores Diocesanos a ser realizado até domingo (04), na cidade-satélite do Gama, no Distrito Federal. O evento tem como objetivo principal propiciar um espaço caloroso de partilha e vivência fraterna para estes irmãos líderes, responsáveis pelo pastoreio de nossos Grupos de Oração.
Além dos presidentes dos Conselhos de Dioceses, o Encontro também conta com a participação dos presidentes de Conselhos Estaduais e dos coordenadores estaduais do Ministério de Formação, sendo esperados, no total, cerca de 250 participantes.
Com o tema “Que todos sejam um” (Jo 17,21), os participantes poderão viver profundos momentos de oração, escuta profética, pregações ungidas, formações essenciais para o pastoreio e missão nas dioceses e bastante vivência fraterna.
Para fortalecer ainda mais a unidade desta liderança com o Movimento, representantes do Escritório Nacional estarão presentes durante todos os dias do encontro. A participação desta instância de serviço acontecerá para apresentar de forma mais aprofundada os projetos e as ferramentas de formação, evangelização e pastoreio oferecidas pela RCCBRASIL.
A RCC do Brasil entende que se aproximar dos coordenadores diocesanos é uma maneira de o Conselho Nacional estar mais perto de cada carismático do país, por meio de seus representantes diocesanos, já que os direcionamentos e projetos propostos pela instância nacional de discernimento são comunicados por meio dessa liderança nas dioceses.

Oração a São João Paulo II



Para compartilhar e rezar com fervor

Ó São João Paulo,
da janela do céu,
dá-nos a tua bênção!

Abençoa a Igreja,
que tu amaste, serviste e guiaste,
incentivando-a a caminhar corajosamente
pelos caminhos do mundo,
para levar Jesus a todos
e todos a Jesus!

Abençoa os jovens,
que também foram tua grande paixão.
Ajuda-os a voltar a sonhar,
voltar a dirigir o olhar ao alto
para encontrar a luz que
ilumina os caminhos da vida na terra.

Abençoa as famílias,
abençoa cada família!
Tu percebeste a ação de Satanás
contra esta preciosa e indispensável
faísca do céu que Deus
acendeu sobre a terra.

São João Paulo,
com a tua intercessão,
protege as famílias
e cada vida que nasce
dentro da família.

Roga pelo mundo inteiro,
ainda marcado por tensões,
guerras e injustiças.
Tu te opuseste à guerra,
invocando o diálogo e semeando o amor;
roga por nós,
para que sejamos incansáveis
semeadores de paz.

Ó São João Paulo,
da janela do céu,
onde te vemos junto a Maria,
faz descer sobre todos nós
a bênção de Deus!

Amém.

(Cardeal Angelo Comastri)

A inteligência, dom do Espírito Santo, explica Francisco

Na catequese desta quarta-feira, 30, o Papa Francisco retomou sua fala anterior sobre os dons do Espírito Santo. Hoje ele explicou o dom da inteligência.

“Não se trata de inteligência humana, de capacidade intelectual, da qual possamos ser dotados ou não. É uma graça que somente o Espírito Santo pode infundir e que suscita no cristão a capacidade de ir além da aparência exterior, da realidade e buscar as profundezas do pensamento de Deus e do Seu plano de salvação”.

Usando como citação da carta de São Paulo aos Coríntios, o Papa Francisco disse que “não significa que um cristão pode compreender cada coisa e ter um conhecimento pleno dos planos de Deus: tudo permanece na espera de se manifestar em toda clareza quando nos encontraremos diante dos olhos de Deus, e seremos verdadeiramente uma coisa só com Ele. (…) a inteligência permite ler dentro: e este dom nos faz compreender as coisas como compreende Deus, com a inteligência de Deus. (…) Entender uma situação em profundidade, como entende Deus, é o efeito deste dom. Jesus quis nos enviar o Espírito Santo para que nós possamos ter este dom, para que todos nós possamos compreender as coisas como Deus as compreende, com a inteligência de Deus. É o dom com o qual o Espírito Santo nos introduz na intimidade com Deus e nos torna participantes do plano de amor que Ele tem conosco”.

Como era o casamento cristão ao longo da História?


© Corinne SIMON/CIRIC

Chegamos ao mês de maio, conhecido também como mês das noivas. Mas, por que “das noivas”? Lembremo-nos que maio é consagrado à Virgem Maria. Ela é o modelo de mãe e esposa para toda mulher cristã. Sendo assim, não existe modo melhor de realizar um matrimônio feliz que consagrá-lo a Maria, casando-se no mês dedicado a ela.

Mas, além do “mês das noivas”, podemos nos perguntar: como era o casamento cristão ao longo da História? Esta é uma pergunta que, provavelmente, nunca fizemos a nós mesmos. Mas, muitos podem ficar espantados ao descobrir que é bem diferente do que acontece hoje em dia.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Mais de 80 mil pessoas presentes, nesta manhã, na celebração de ação de graças pela canonização


 
Após a canonização do último domingo, 27, cerca de 80 mil peregrinos que ainda se encontram em Roma, voltaram para a Praça de São Pedro na manhã desta segunda-feira, 28, para a missa de ação de graças.

A gratidão pelo dom da santidade que se renova na vida da Igreja, foi o cerne da homilia na missa presidida pelo Cardeal Angelo Comastri, vigário do Papa para a Cidade do Vaticano.

O Cardial Stanislaw Dziwisz, atual arcebispo da diocese de Cracóvia, agradeceu a todos que trabalharam para a canonização dos dois papas, a partir de Francisco e Bento XVI. E também relembrou o amor do Papa Wojtyla pela Itália.

domingo, 27 de abril de 2014

Veja a homilia do Papa Francisco na canonização de São João Paulo II e São João XXIII


Em uma cerimônia sem precedentes na história da Igreja, o Papa Francisco declarou santos a São João Paulo II e São João XXIII durante uma missa concelebrada por mais de mil pastores entre cardeais, bispos e sacerdotes, incluindo o Pontífice Emérito Bento XVI.

Esta é a íntegra da homilia que pronunciou o Papa Francisco:

No centro deste domingo, que encerra a Oitava de Páscoa e que João Paulo II quis dedicar à Divina Misericórdia, encontramos as chagas gloriosas de Jesus ressuscitado.

Já as mostrara quando apareceu pela primeira vez aos Apóstolos, ao anoitecer do dia depois do sábado, o dia da Ressurreição. Mas, naquela noite, Tomé não estava; e quando os outros lhe disseram que tinham visto o Senhor, respondeu que, se não visse e tocasse aquelas feridas, não acreditaria. Oito dias depois, Jesus apareceu de novo no meio dos discípulos, no Cenáculo, encontrando-se presente também Tomé; dirigindo-Se a ele, convidou-o a tocar as suas chagas. E então aquele homem sincero, aquele homem habituado a verificar tudo pessoalmente, ajoelhou-se diante de Jesus e disse: «Meu Senhor e meu Deus!» (Jo 20, 28).

Se as chagas de Jesus podem ser de escândalo para a fé, são também a verificação da fé. Por isso, no corpo de Cristo ressuscitado, as chagas não desaparecem, continuam, porque aquelas chagas são o sinal permanente do amor de Deus por nós, sendo indispensáveis para crer em Deus: não para crer que Deus existe, mas sim que Deus é amor, misericórdia, fidelidade. Citando Isaías, São Pedro escreve aos cristãos: ‘pelas suas chagas, fostes curados’ (1 Ped 2, 24; cf. Is 53, 5).

São João XXIII e São João Paulo II tiveram a coragem de contemplar as feridas de Jesus, tocar as suas mãos chagadas e o seu lado transpassado. Não tiveram vergonha da carne de Cristo, não se escandalizaram d’Ele, da sua cruz; não tiveram vergonha da carne do irmão (cf. Is 58, 7), porque em cada pessoa atribulada viam Jesus. Foram dois homens corajosos, cheios da parresia do Espírito Santo, e deram testemunho da bondade de Deus, da sua misericórdia, à Igreja e ao mundo.

Foram sacerdotes, bispos e papas do século XX. Conheceram as suas tragédias, mas não foram vencidos por elas. Mais forte, neles, era Deus; mais forte era a fé em Jesus Cristo, Redentor do homem e Senhor da história; mais forte, neles, era a misericórdia de Deus que se manifesta nestas cinco chagas; mais forte era a proximidade materna de Maria.

Nestes dois homens contemplativos das chagas de Cristo e testemunhas da sua misericórdia, habitava «uma esperança viva», juntamente com «uma alegria indescritível e irradiante» (1 Ped 1, 3.8). A esperança e a alegria que Cristo ressuscitado dá aos seus discípulos, e de que nada e ninguém os pode privar. A esperança e a alegria pascais, passadas pelo crisol do despojamento, do aniquilamento, da proximidade aos pecadores levada até ao extremo, até à náusea pela amargura daquele cálice. Estas são a esperança e a alegria que os dois santos Papas receberam como dom do Senhor ressuscitado, tendo-as, por sua vez, doado em abundância ao Povo de Deus, recebendo sua eterna gratidão.

Esta esperança e esta alegria respiravam-se na primeira comunidade dos crentes, em Jerusalém, de que nos falam os Atos dos Apóstolos (cf. 2, 42-47). É uma comunidade onde se vive o essencial do Evangelho, isto é, o amor, a misericórdia, com simplicidade e fraternidade.

E esta é a imagem de Igreja que o Concílio Vaticano II teve diante de si. João XXIII e João Paulo II colaboraram com o Espírito Santo para restabelecer e atualizar a Igreja segundo a sua fisionomia originária, a fisionomia que lhe deram os santos ao longo dos séculos. Não esqueçamos que são precisamente os santos que levam avante e fazem crescer a Igreja. Na convocação do Concílio, João XXIII demonstrou uma delicada docilidade ao Espírito Santo, deixou-se conduzir e foi para a Igreja um pastor, um guia-guiado. Este foi o seu grande serviço à Igreja; foi o Papa da docilidade ao Espírito.

Neste serviço ao Povo de Deus, João Paulo II foi o Papa da família. Ele mesmo disse uma vez que assim gostaria de ser lembrado: como o Papa da família. Apraz-me sublinhá-lo no momento em que estamos a viver um caminho sinodal sobre a família e com as famílias, um caminho que ele seguramente acompanha e sustenta do Céu.

Que estes dois novos santos Pastores do Povo de Deus intercedam pela Igreja para que, durante estes dois anos de caminho sinodal, seja dócil ao Espírito Santo no serviço pastoral à família. Que ambos nos ensinem a não nos escandalizarmos das chagas de Cristo, a penetrarmos no mistério da misericórdia divina que sempre espera, sempre perdoa, porque sempre ama”.


por ACI digital

O Papa Francisco canoniza São João Paulo II e São João XXIII

Com a leitura da fórmula própria do rito de canonização, nesta manhã o Papa Francisco declarou como santos São João Paulo II e São João XXIII, em uma cerimônia histórica e sem precedentes na qual estiveram reunidos quatro Pontífices, com a participação do Sumo Pontífice Emérito Bento XVI.

Em uma Praça de São Pedro totalmente lotada desde as primeiras horas da manhã, o Santo Padre presidiu a missa na qual já se rezaram as ladainhas dos santos e na qual o coro e a multidão entoaram os hinos dedicados a ambos.

Logo o Papa Francisco escutou o pedido do Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato, quem, de acordo com o rito da canonização, solicitou três vezes que sejam declarados santos João Paulo II e João XXIII.

DEUS É FIEL

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