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sábado, 25 de janeiro de 2014

Templo cristão protestante no Sri Lanka é vandalizado por multidão liderada por monges budistas

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Uma filial da Assembleia de Deus em Hikkaduwa, cidade litorânea do Sri Lanka, foi vandalizada por uma multidão liderada por monges budistas no último dia 12 de janeiro. O culto dominical foi interrompido por ameaças feitas pelos manifestantes contra os fiéis.
Além da congregação assembleiana, o templo da Igreja do Calvário Livre também foi vandalizado pelos manifestantes.
Os monges budistas reclamaram que as igrejas eram centro de oração ilegais e exigiam seu fechamento, de acordo com informações da AG World Mission. Equipamentos de som, instrumentos musicais, móveis, literatura e Bíblias de ambas as igrejas foram destruídos durante os ataques.
“A polícia fez crentes desocupar o prédio pela da parte de trás e entrar em casas vizinhas, e nós somos gratos a Deus que nenhuma vida foi prejudicada”, afirmou um dos líderes da Assembleia de Deus.

5 mil fiéis se revezam há 75 anos em adoração perpétua ao Santíssimo sem nenhuma falta: Mais de 640. 000 horas de adoração!

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Fiéis se revezam há 75 anos para rezar na igreja da Boa Viagem na capital Dia e noite, há Quase 75 anos, 5 mil fiéis se revezam para venerar o Santíssimo Sacramento na Catedral da Boa Viagem, na capital. Adoradores repassam tradição para filhos e netos.

 

De  joelhos, por adoração perpétua e laica, o milagre da multiplicação do tempo ajuda a escrever a história da Igreja Católica no Brasil. De 31 de outubro de 1937 ao mesmo dia de 2011 foram anotadas 639.360 horas corridas, transformadas em 15.965.079 horas de fé e boa vontade. Média de 25 fiéis, 24 horas por dia, prostrados diante do Santíssimo Sacramento, na Catedral da Boa Viagem, no Bairro Funcionários, Região Centro-Sul de Belo Horizonte.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

O Papa Francisco receberá Obama no dia 27 de março

O Papa Francisco receberá Obama no dia 27 de marçoO Papa Francisco receberá o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, no dia 27 de março deste ano, segundo informou ontem a Casa Branca.

“O Presidente espera discutir com o Papa Francisco o compromisso comum de combater a pobreza e a crescente desigualdade”, assinala o comunicado da Casa Branca.

Faz uma semana, o porta-voz presidencial, Jay Carney, anunciou que o encontro entre ambos se daria “em um futuro próximo”. O porta-voz do Vaticano, o Padre Federico Lombardi, confirmou a reunião pouco depois de divulgado o comunicado da Casa Branca.

Barack Obama chegará no dia 27 de março a Roma e se reunirá também com o presidente italiano, Giorgio Napolitano, e o primeiro-ministro, Enrico Letta. A escala na Itália faz parte de uma viagem de Obama pela Europa. Nos dias 24 e 25 de março estará em La Haya, Holanda, para participar da Cúpula de Segurança Nuclear e reunir-se com autoridades locais.

Em 26 de março, o mandatário viajará a Bruxelas para a cúpula Estados Unidos-União Europeia, além de reunir-se com o governo belga e o secretário geral da OTAN.


Fonte: ACI Digital

O que a Igreja católica oficialmente pensa sobre as “uniões CIVIS homossexuais”?


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“CONSIDERAÇÕES SOBRE OS PROJETOS DE RECONHECIMENTO LEGAL DAS UNIÕES ENTRE PESSOAS HOMOSSEXUAIS” ( Cardeal Joseph Ratzinger)
Citações de algumas trechos do documento selecionados pelo ‘Blog do Tiba’.
***
“Não existe nenhum fundamento para equiparar ou estabelecer analogias, mesmo remotas, entre as uniões homossexuais e o plano de Deus sobre o matrimônio e a família. O matrimônio é santo, ao passo que as relações homossexuais estão em contraste com a lei moral natural. Os atos homossexuais, de facto, «fecham o ato sexual ao dom da vida. Não são fruto de uma verdadeira complementaridade afetiva e sexual. Não se podem, de maneira nenhuma, aprovar».
(…)
Em presença do reconhecimento legal das uniões homossexuais ou da equiparação legal das mesmas ao matrimônio, com acesso aos direitos próprios deste último, é um dever opor-se-lhe de modo claro e incisivo. Há que abster-se de qualquer forma de cooperação formal na promulgação ou aplicação de leis tão gravemente injustas e, na medida do possível, abster-se também da cooperação material no plano da aplicação. Nesta matéria, cada qual pode reivindicar o direito à objeção de consciência.
(…)
A função da lei civil é certamente mais limitada que a da lei moral. A lei civil, todavia, não pode entrar em contradição com a reta razão sob pena de perder a força de obrigar a consciência. Qualquer lei feita pelos homens tem razão de lei na medida que estiver em conformidade com a lei moral natural, reconhecida pela reta razão, e sobretudo na medida que respeitar os direitos inalienáveis de toda a pessoa. As legislações que favorecem as uniões homossexuais são contrárias à reta razão, porque dão à união entre duas pessoas do mesmo sexo garantias jurídicas análogas às da instituição matrimonial. Considerando os valores em causa, o Estado não pode legalizar tais uniões sem faltar ao seu dever de promover e tutelar uma instituição essencial ao bem comum, como é o matrimônio.
Poderá perguntar-se como pode ser contrária ao bem comum uma lei que não impõe nenhum comportamento particular, mas apenas se limita a legalizar uma realidade de facto, que aparentemente parece não comportar injustiça para com ninguém. A tal propósito convém refletir, antes de mais, na diferença que existe entre o comportamento homossexual como fenômeno privado, e o mesmo comportamento como relação social legalmente prevista e aprovada, a ponto de se tornar numa das instituições do ordenamento jurídico. O segundo fenômeno, não só é mais grave, mas assume uma relevância ainda mais vasta e profunda, e acabaria por introduzir alterações na inteira organização social, que se tornariam contrárias ao bem comum. As leis civis são princípios que estruturam a vida do homem no seio da sociedade, para o bem ou para o mal. «Desempenham uma função muito importante, e por vezes determinante, na promoção de uma mentalidade e de um costume». As formas de vida e os modelos que nela se exprimem não só configuram externamente a vida social, mas ao mesmo tempo tendem a modificar, nas novas gerações, a compreensão e avaliação dos comportamentos. A legalização das uniões homossexuais acabaria, portanto, por ofuscar a percepção de alguns valores morais fundamentais e desvalorizar a instituição matrimonial.
(…)
Nas uniões homossexuais estão totalmente ausentes os elementos biológicos e antropológicos do matrimônio e da família, que poderiam dar um fundamento racional ao reconhecimento legal dessas uniões. Estas não se encontram em condição de garantir de modo adequado a procriação e a sobrevivência da espécie humana. A eventual utilização dos meios postos à sua disposição pelas recentes descobertas no campo da fecundação artificial, além de comportar graves faltas de respeito à dignidade humana, não alteraria minimamente essa sua inadequação.
Nas uniões homossexuais está totalmente ausente a dimensão conjugal, que representa a forma humana e ordenada das relações sexuais. Estas, de fato, são humanas, quando e enquanto exprimem e promovem a mútua ajuda dos sexos no matrimônio e se mantêm abertas à transmissão da vida.
Como a experiência confirma, a falta da bipolaridade sexual cria obstáculos ao desenvolvimento normal das crianças eventualmente inseridas no interior dessas uniões. Falta-lhes, de facto, a experiência da maternidade ou paternidade. Inserir crianças nas uniões homossexuais através da adoção significa, na realidade, praticar a violência sobre essas crianças, no sentido que se aproveita do seu estado de fraqueza para introduzi-las em ambientes que não favorecem o seu pleno desenvolvimento humano. Não há dúvida que uma tal prática seria gravemente imoral e pôr-se-ia em aberta contradição com o princípio reconhecido também pela Convenção internacional da ONU sobre os direitos da criança, segundo o qual, o interesse superior a tutelar é sempre o da criança, que é a parte mais fraca e indefesa.
(…)
Em defesa da legalização das uniões homossexuais não se pode invocar o princípio do respeito e da não discriminação de quem quer que seja. Uma distinção entre pessoas ou a negação de um reconhecimento ou de uma prestação social só são inaceitáveis quando contrárias à justiça. Não atribuir o estatuto social e jurídico de matrimônio a formas de vida que não são nem podem ser matrimoniais, não é contra a justiça; antes, é uma sua exigência.
Nem tão pouco se pode razoavelmente invocar o princípio da justa autonomia pessoal. Uma coisa é todo o cidadão poder realizar livremente atividades do seu interesse, e que essas atividades que reentrem genericamente nos comuns direitos civis de liberdade, e outra muito diferente é que atividades que não representam um significativo e positivo contributo para o desenvolvimento da pessoa e da sociedade possam receber do Estado um reconhecimento legal específico e qualificado. As uniões homossexuais não desempenham, nem mesmo em sentido analógico remoto, as funções pelas quais o matrimônio e a família merecem um reconhecimento específico e qualificado. Há, pelo contrário, razões válidas para afirmar que tais uniões são nocivas a um recto progresso da sociedade humana, sobretudo se aumentasse a sua efetiva incidência sobre o tecido social.
(…)
Se todos os fiéis são obrigados a opor-se ao reconhecimento legal das uniões homossexuais, os políticos católicos são-no de modo especial, na linha da responsabilidade que lhes é própria. Na presença de projetos de lei favoráveis às uniões homossexuais, há que ter presentes as seguintes indicações éticas.
No caso que se proponha pela primeira vez à Assembleia legislativa um projeto de lei favorável ao reconhecimento legal das uniões homossexuais, o parlamentar católico tem o dever moral de manifestar clara e publicamente o seu desacordo e votar contra esse projeto de lei. Conceder o sufrágio do próprio voto a um texto legislativo tão nocivo ao bem comum da sociedade é um ato gravemente imoral.
No caso de o parlamentar católico se encontrar perante uma lei favorável às uniões homossexuais já em vigor, deve opor-se-lhe, nos modos que lhe forem possíveis, e tornar conhecida a sua oposição: trata-se de um ato devido de testemunho da verdade.
(…)
A Igreja ensina que o respeito para com as pessoas homossexuais não pode levar, de modo nenhum, à aprovação do comportamento homossexual ou ao reconhecimento legal das uniões homossexuais. O bem comum exige que as leis reconheçam, favoreçam e protejam a união matrimonial como base da família, célula primária da sociedade. Reconhecer legalmente as uniões homossexuais ou equipará-las ao matrimônio, significaria, não só aprovar um comportamento errado, com a consequência de convertê-lo num modelo para a sociedade atual, mas também ofuscar valores fundamentais que fazem parte do patrimônio comum da humanidade. A Igreja não pode abdicar de defender tais valores, para o bem dos homens e de toda a sociedade.”
Fonte:  Blog do Tiba – Canção Nova.

Mosaico cristão de 1500 anos com os nomes de Jesus e Maria é desenterrado em Israel e reafirma veneração histórica a Maria.

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Arqueólogos israelenses desenterraram um mosaico de 1500 anos no chão do que, na época, foi uma igreja bizantina. O achado está na vila de Aluma, no sul de Israel, e começou a ser escavado há cerca de três meses.
 O local foi descoberto durante uma escavação para uma obra. A antiga basílica tem 22 por 12 metros de área. Além do mosaico foram encontradas as bases de colunas de mármore que davam sustentação ao edifício.
 Os desenhos do mosaico incluem vários animais, como zebra, girafa, flamingo, leopardo e coelho. Segundo o jornal israelense “Haaretz”, um dos desenhos representava também um ser humano, mas foi cuidadosamente destruído.
De acordo com Daniel Varga, o pesquisador que lidera a escavação, isso provavelmente se deve à ação de devotos que, na época do Império Bizantino, se opunham à representação de seres humanos dentro das igrejas.
Não foi encontrada nenhuma inscrição que indicasse como se chamava o local na época em que a igreja estava de pé. Os arqueólogos acreditam que ela servia a diversas comunidades ao longo da estrada entre Ascalão e Jerusalém.
A Autoridade de Antiguidades disse que o local veio à tona quando foram feitas as primeiras escavações para um novo bairro residencial no sul de Israel. Os fósseis recuperados incluem um mosaico colorido e cinco inscrições que revelam a existência de uma importante comunidade cristã na região.
Daniel Varga, diretor das escavações, disse que apareceu uma inscrição em grego com os nomes de Maria e Jesus.
Fonte: Mundo Cristiano via CPAD news, mais G1
http://www.cpadnews.com.br/interna-12-20302.html

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

“Esperança e evidência”, por Emmir Nogueira


emmir nogueira esperanca e evidenciaNossa mente cientificista normalmente recusa-se a reconhecer como “real” tudo o que não seja sujeito à experiência e comprovação. “Se …., então, ….”, afirma a experimentação em que cremos. Até aí, nada além da mais simplória evidência científica. Os problemas começam quando utilizamos a mesma forma de leitura para o que não é científico: sentimentos, vida, acontecimentos, reações, amor.
Ao somar 5 e 6, obtenho o resultado 11. Ao somar indisposição física e emocional e barulho de crianças no nosso pé de ouvido, o resultado será irritação, impaciência, talvez gritos. Se, na mesma situação, somo à zoada dos pirralhos boa disposição física e emocional, o resultado será participar da brincadeira e ainda convidar todas para a praia ou para um passeio no parque.
A leitura cientificista da vida nos blinda em universo imanente. Blindado, nosso olhar não enxerga nada para além do possível, comprovável, previsível, imanente. O presente tende a resumir-se no aqui e agora que não dá espaço a sonhos, fantasias, imaginação, esperança. O futuro passa a ser mera consequência do presente.
Se fizer tudo como devo, terei futuro que chamo de feliz. Se aplicar bem meu dinheiro hoje, terei porvir que classifico como tranquilo. Se educar meus filhos dentro dos padrões que considero adequados eles serão o que considero felizes e adequados. Em outras palavras, vivo na imanência do que depende de mim, como se tivesse controle sobre todas as variáveis do tempo, espaço, cultura, outras vidas, liberdade alheia. Sou um ser imanente, com uma visão imanente da vida. Sou meu próprio Deus. Iludo-me em ter o mundo em minhas mãos, em ter o controle de tudo!

Vaticano: Comissão concluiu investigação sobre aparições em Medjugorje.


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Por Ivan de Vargas
 O porta-voz da Santa Sé, pe. Federico Lombardi, confirmou nesta manhã que a última reunião da comissão internacional de investigação sobre Medjugorje aconteceu ontem. A comissão foi estabelecida pela Congregação para a Doutrina da Fé em março de 2010, sob a presidência do cardeal Camillo Ruini, e os resultados dos seus estudos serão submetidos agora às instâncias competentes da mesma Congregação.
Ao criar a comissão, em março de 2010, a Santa Sé lançou um comunicado de imprensa informando que “a comissão internacional de investigação sobre Medjugorje se reuniu pela primeira vez em 26 de março e, conforme já anunciado, o seu trabalho se desenvolverá em rigoroso sigilo. As conclusões serão apresentadas às instâncias da Congregação para a Doutrina da Fé”.
Medjugorje é um pequeno povoado da Bósnia-Herzegovina que se transformou em lugar de peregrinação para milhões de pessoas, atraídas pelas supostas aparições da Virgem Maria relatadas por seis videntes.
No fim de junho de 1981, um grupo de jovens (Mirjana Dragicevic Soldo, Ivanka Ivankovic-Elez, Marija Pavlovic Lunetti, Vicka Ivankovic, Ivan Dragicevic e Jakov Colo) afirmou ter visto uma linda jovem  que lhes confiava mensagens. Desde então, os seis protagonistas declaram que as aparições se repetem até hoje.
A comissão internacional de investigação sobre Medjugorje, composta por cardeais, bispos, peritos e especialistas, foi constituída depois que a comissão diocesana em Móstar considerou que o fenômeno ultrapassava as competências da diocese. A Conferência Episcopal da então Iugoslávia tampouco tinha chegado a uma conclusão sobre a sobrenaturalidade ou não do fenômeno.

Livro reúne anotações pessoais que João Paulo II pediu que queimassem

 



Os escritos contêm perguntas importantes, íntimas e profundas do Papa polonês, e constituem o principal documento do seu processo de canonização

Em seu testamento, escrito em diferentes etapas durante os exercícios espirituais no Vaticano, João Paulo II pediu aos que poderiam ser considerados herdeiros seus: “Que as anotações pessoais sejam queimadas”.
A petição foi feita ao seu secretário pessoal, Stanisław Dziwisz: “Peço que isso fique sob a responsabilidade de Dom Stanislaw, a quem agradeço pela colaboração e a ajuda tão prolongada e tão compreensiva nestes anos”.
Pouco depois do funeral do Papa polonês, perguntamos ao futuro arcebispo de Cracóvia por que ele não havia atendido ao pedido. E ele respondeu: “Porque esses papéis têm uma relevância histórica”.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Entenda por que é preciso ter cuidado com os objetos sagrados


É a Palavra de Deus que nos permite crescer e melhorar nossa relação com Ele no caminho da vida.
Ao longo desse processo, há um costume generalizado, infelizmente, que se dá muitas vezes por falta de formação, e consiste em "divinizar" certos objetos. Em outras palavras, acabamos dando a certos objetos um poder que eles não têm; esquecemos de Deus e ficamos com as coisas que O representam ou que nos remetem a Ele.
 Quando entramos em nossas igrejas, encontramos imagens, por exemplo. Uma das tentações que se tem é acreditar que delas emana um poder salvador e, por isso, muitos se aproximam delas, as tocam e fazem o sinal da cruz. Não há nada de mal nisso, mas é preciso recordar que as imagens, em si, não têm poder algum; não existem objetos com poder. O único poder procede da pessoa de Deus, não das coisas que foram consagradas a Ele.
 A Bíblia nos ensina isso (cf. 1 Samuel, 4, 1-11). Os israelitas eram pessoas muito religiosas, mas tinham inimigos demais ao seu redor, entre eles os filisteus. Mesmo tendo a proibição de fazer imagens de qualquer coisa do céu ou da terra e prestar-lhe culto, houve um momento em que, sem perceber, acabaram prestando culto e reverência a duas coisas: o templo de Jerusalém e a arca da aliança.

DEUS É FIEL

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