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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Oitava do Natal

Oitava do Natal

Entre os dias 25 de dezembro e 1º de janeiro a Igreja celebra a Oitava do Natal, ou seja, nesses oito dias vive-se a exultação da grande Festa do Nascimento de Jesus como um dia só.


Oitava tem dois sentidos no uso litúrgico cristão. No primeiro, é o oitavo dia após uma festa, inclusivamente, de forma que o dia sempre caia no mesmo dia da semana que a festa original. A palavra é derivada do latim octava (oitavo), com “dies” subentendido. O termo é também aplicado para todo o período de oito dias, durante o qual as ditas festas passam a ser observadas também.

O Papa estará em maio na Jordânia, Israel e Palestina

O Papa estará em maio na Jordânia, Israel e Palestina
A visita do Papa Francisco à Jordânia, Israel e Palestina em maio de 2014, o Sínodo Extraordinário da Família em Roma em outubro do mesmo ano e o conflito israel-palestino são parte dos temas da agenda do Patriarca Latino de Jerusalém, Dom Fouad Twal, que divulgou em sua mensagem de Natal aos jornalistas.


O Patriarca expôs que o Pontífice “tem no seu coração a Terra Santa e o Médio Oriente. As suas declarações provaram-nos que a Santa Sé mantém a mesma linha no que se refere à nossa região” e ressaltou que o Pontífice divulgou em Roma no último dia 21 de novembro, diante de todos os patriarcas e arcebispos das Igrejas orientais católicas, a sua “grande preocupação” apelando a que “não nos resignemos a um Oriente sem cristãos”.


Com respeito à situação política, Twal assinalou que “a situação no Médio Oriente é cada vez mais complexa e dramática. Os cenários do que se passou na Síria e no Iraque podem-se repetir noutros locais, como se pode ver no Egito e na Líbia. A instabilidade atinge todos, cristãos incluídos, que são tentados pela emigração”.

Veja como foi o primeiro Natal do Papa Francisco

Veja como foi o primeiro Natal do Papa Francisco
Pela primeira vez, os católicos celebraram o Natal com o Papa Francisco, eleito Bispo de Roma em 13 de março deste ano. A simplicidade e a proximidade que marcam o seu pontificado se refletiram também na homilia e na mensagem de Natal que o Papa ofereceu aos fiéis.

Em sua primeira Missa do Galo, celebrada no dia 24, Francisco destacou a luz de Cristo para a humanidade. Ele lembrou que o homem está em caminho na história da salvação e encontra momentos de luz e de trevas, mas pode sempre contar com o auxílio de Jesus para iluminar as dificuldades humanas.

“Se amamos Deus e os irmãos, andamos na luz; mas, se o nosso coração se fecha, prevalece em nós o orgulho, a mentira, a busca do próprio interesse; então, calam as trevas dentro de nós e ao nosso redor”, disse.

Já na mensagem de Natal, pronunciada nesta quarta-feira, 25, o apelo pela paz foi o ponto forte. O Santo Padre recordou os conflitos na Síria e na República Centro-Africana, pedindo a paz.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

O verdadeiro Espírito do Natal

altEntra ano e sai ano e as pessoas se alimentam de esperanças. Em meio a muitas dificuldades e no enfrentamento de inúmeros problemas do cotidiano, as pessoas acumulam vitórias e derrotas. Levam tombo e se levantam, deparam-se com a realidade dura e mesmo assim persistem e insistem em seguir adiante e mesmo nos momentos mais difíceis procuram se apoiar na esperança por dias melhores.
Os sonhos relacionados ao trabalho e à sobrevivência, ao amor à família, ao estudo e à formação, enfim, todas as ações trazem embutida uma força invisível, chamada de fé. Os católicos vivem sua fé mergulhada nesse cotidiano de esperança e nos testemunhos bíblicos que sublinham a importância do nascimento de Jesus e do Natal. Que o Natal é necessário é fato, Santo Agostinho nos diz:
“Desperta ó homem; por ti, Deus fez-se homem” é deste acontecimento que fala o Natal, a nossa fé não é um pensamento, uma ideia, uma opinião, mas é o acolhimento humilde e maravilhado deste dom incalculável e incrível que o Menino Jesus é “Deus conosco” e seu nascimento nos mostra que o Natal é uma festa diferente de todas as outras.  É símbolo da alegria do reencontro, de paz entre as famílias, é a festa dos Católicos, aqueles que sonham e anseiam por suas realizações.
Com a chegada do Natal, se aproxima um novo ano, o ano de 2014, que irá se iniciar com um livro de 365 páginas em branco, a serem preenchidas das mais diferentes formas, como não podemos arrancar as páginas rasuradas ou manchadas de lágrimas ou suor, do ano que se termina, temos a oportunidade de reescrevê-las e de repensar os valores, de ponderar sobre a vida e tudo que a cerca. É o tempo de contemplar aquele menino pobre que nasceu numa manjedoura, para nos fazer entender que o ser humano vale por aquilo que é e faz, e nunca por aquilo que possui.
 É tempo de refazer planos, reconsiderar os equívocos e retomar o caminho e entender que as frustrações e os fracassos são parte da trajetória dos filhos e das filhas de Deus. Certos sonhos ainda não estão suficientemente maduros para se concretizarem, seja qual for a sua circunstância de sua vida nesse momento. O princípio para se obter a vitória sobre todas as portas que se fecharam a sua frente é acreditar que Jesus nasceu para trazer novamente a esperança, mesmo à pessoa mais cruelmente ferida pela vida, que redescobre que Jesus está conosco e que as tristezas não são a última palavra que pretende encerrar a nossa história, se confiarmos a Ele nossos problemas.
Portanto você deve olhar para o céu e se recordar de José e Maria, pois foram simples, mas tiveram a coragem de acreditar.
Que neste Natal os abraços apertados não sejam apenas questão de data, mas de desejo de mudança em sua vida, e que as bênçãos da meia noite não dependam de um minuto, mas sim permaneçam por toda a vida, que sua família não celebre com bons vinhos, mas com laços sagrados de sangue, para que dessa maneira o Menino Jesus possa nascer e abençoar toda a sua família.
Desejo um Natal com muita paz em teu Lar, que envolva seu coração de maneira que você acredite que o nascimento de Jesus não foi em vão.
Marcelo Marangon
Coordenador Nacional MOCL

Homilia da Noite de Natal: Jesus entrou na nossa história, partilhou o nosso caminho.


natal.papaNa Missa da Noite de Natal o Papa Francisco proferiu a seguinte homilia:
Basílica de S. Pedro, 24 de Dezembro de 2013
1. «O povo que andava nas trevas viu uma grande luz» (Is 9, 1).
Esta profecia de Isaías não cessa de nos comover, especialmente quando a ouvimos na liturgia da Noite de Natal. E não se trata apenas dum facto emotivo, sentimental; comove-nos, porque exprime a realidade profunda daquilo que somos: somos povo em caminho, e ao nosso redor – mas também dentro de nós – há trevas e luz. E nesta noite, enquanto o espírito das trevas envolve o mundo, renova-se o acontecimento que sempre nos maravilha e surpreende: o povo em caminho vê uma grande luz. Uma luz que nos faz reflectir sobre este mistério: o mistério do andar e do ver. Andar. Este verbo faz-nos pensar no curso da história, naquele longo caminho que é a história da salvação, com início em Abraão, nosso pai na fé, que um dia o Senhor chamou convidando-o a partir, a sair do seu país para a terra que Ele lhe havia de indicar. Desde então, a nossa identidade de crentes é a de pessoas peregrinas para a terra prometida. Esta história é sempre acompanhada pelo Senhor! Ele é sempre fiel ao seu pacto e às suas promessas. «Deus é luz, e n’Ele não há nenhuma espécie de trevas» (1 Jo 1, 5). Diversamente, do lado do povo, alternam-se momentos de luz e de escuridão, fidelidade e infidelidade, obediência e rebelião; momentos de povo peregrino e de povo errante.

A Importância de celebrar o Nascimento de Jesus no dia 25 de dezembro.

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Sabemos que o Império Romano perseguiu pesadamente os cristãos por quase três séculos; desde Nero em 64, mas, por fim, depois de muitos mártires e o trabalho incansável de evangelização dos primeiros cristãos, o grande Império, o maior de todos os tempos, se converteu ao cristianismo quando o Imperador Constantino, o Grande, se converteu e proibiu a perseguição aos cristãos pelo Edito de Milão, no ano 313. “A espada romana se curvou diante da Cruz de Cristo”, como disse Daniel Rops.
Depois, no ano 385 o grande imperador cristão romano, Teodósio, pelo Edito de Tessalônica, adotou o cristianismo como a religião oficial do Império. Mas, ainda no tempo do paganismo, os romanos adoravam o deus Sol e celebravam a festa do seu nascimento “Natalis solis invicti”. O Imperador de Roma, Aureliano (270-275) tornou oficial e tradicional a comemoração do sol nascente e invencível.
Acontece que no dia 22 de dezembro ocorre o solstício de inverno no hemisfério Norte, isto é, o dia em que a Terra tem o seu eixo vertical com a máxima inclinação, fazendo com que no Norte se tenha o dia mais curto e a noite mais longa do ano; ao contrário do que ocorre no hemisfério Sul na mesma data.
Os romanos pagãos consideravam isso uma ameaça dos deuses, porque dia-a-dia, na chegada do inverno, as horas de sol sobre a Terra diminuía, até chegar ao máximo que eles consideravam ser no dia 25 de dezembro. Então, por medo ofertavam aos deuses desagravos, rituais e celebrações longas, para impedir que a ira dos deuses impedisse a luz do sol de iluminar a Terra.

Como o Natal é celebrado em Belém, a cidade onde Jesus nasceu?


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Em Belém o Natal tem o peso da história. É recordado onte realmente aconteceu. A terra, a paisagem, os lugares são os de 2000 anos atrás. As pessoas que celebram o Natal em Belém podem dizer para si mesmas: “Aqui nasceu Jesus”, experimentando, ao pronunciar aquela pequena palavra, “aqui”, uma grande comoção.
O Natal de Belém é um evento que faz manchetes. Dele falam os jornais e a televisão. A Missa de meia-noite celebrada no local onde Jesus nasceu, é transmitida a todo o mundo. Mas a informação que corre através da mídia é fria, sintética, desbotada. No emaranhado das notícias, torna-se um das muitas e perde o enorme significado que deveria ter.
Para saber realmente como se desenvolve e se “vive” o Natal no lugar onde Jesus nasceu, conversamos com uma pessoa que mora em Belém, um religioso franciscano francês, padre Stephane Milovitch, 45 anos, há 20 comprometidos em realizar o seu apostolado naquela terra que sete séculos foi confiada aos cuidados espirituais dos Frades de São Francisco, indicada com o nome de “Terra Santa”.
“Cheguei aqui no ano de 1992”, diz o padre Stephane “e, exceto por um período de quatro anos passados ​​em Roma para estudar, eu sempre estive aqui. Por isso, posso dizer que “vivi” quinze Natais em Belém”.
Mestrado em teologia, poliglota, pessoa afável e grande organizador, Padre Stephane foi por seis anos secretário da Custódia da Terra Santa e desde 2010 é superior da comunidade religiosa franciscana de Belém que tem a sua sede no convento da Basílica da Natividade.

Mais um prêmio: ‘Le Monde’ elege o papa Francisco como personalidade do ano de 2013. ‘Papamania’!


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 O jornal francês Le Monde escolheu o Papa Francisco como personalidade do ano de 2013, e escolheu para ilustrar a capa uma das canecas com o seu rosto que se vendem ao redor do Vaticano.
O suplemento semanal do vespertino salientou que neste momento “não é absurdo falar de ‘papamania’”, e elogiou a mensagem de modernidade que encarna o pontífice argentino.
“Entre os crentes, está sem dúvida a alegria de recuperar as origens da mensagem cristã. (…) Os outros são seduzidos por algo que se parece com a modernidade, pelo menos no discurso”, disse Le Monde para explicar a sua decisão.
De acordo com este jornal francês, Francisco, que levou ao Vaticano “um novo estilo”, o da simplicidade e da entrega, supõe também “uma espécie de esperança”, a de pensar que “é possível que uma instituição se reforme e mude, e que o seu representante encarne essa mensagem”.
O Santo Padre se impôs como personagem do ano tanto entre a redação do jornal como entre aqueles que o escolheram por meio da internet, e superou com os seus votos o ex analista da Agência de Segurança Nacional (NSA), Edward Snowden e a ministra galega de Justiça, Christiane Taubira.
O pontífice também foi escolhido Personalidade do Ano no 11 de dezembro pela revista Time, que o chamou “o Papa do Povo”, e destacou os seus esforços por modernizar a Igreja Católica a partir do momento que ele foi eleito, no março passado.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Natal é tempo da proximidade de Deus, destaca Dom Orani

Natal é tempo da proximidade de Deus, destaca Dom Orani
Neste tempo de Natal, todos são chamados a refletir acerca da proximidade de Deus, de acordo com o arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta. Ele presidiu missa na manhã desta sexta-feira, 20, para os colaboradores do Edifício João Paulo II. Depois da celebração, houve uma confraternização de Natal.


O arcebispo disse ainda que somos chamados a refletir a partir das escrituras acerca da proximidade de Deus. Ele explicou que nossos trabalhos podem levar nosso relacionamento com Deus a parecer distante. “Ele é um Deus próximo que quis morar no meio de nós a ponto de o Deus invisível tornar-se visível em Jesus”, ressaltou durante a homilia.

Beata Elena Guerra também poderia ser canonizada em 2014

Beata Elena Guerra também poderia ser canonizada em 2014
Em um anúncio feito pouco depois da possível canonização do Beato José de Anchieta em 2014, o portal A12, do Santuário Nacional de Aparecida, afirma que  o vice-postulador do processo de canonização da beata Elena Guerra, padre Eduardo Braga e Silva, viajou a Roma esta semana para entregar os documentos que permitirão a abertura da segunda fase de investigação do milagre atribuído à Apóstola do Espirito Santo que poderia elevá-la aos altares como santa ainda em 2014, ano do centenário de sua morte.

Segundo o portal A12, após coleta dos documentos na diocese de Uberlândia, em Minas Gerais, concluída em novembro, terá início a ‘fase romana’ junto à Congregação para a Causa dos Santos. Nesta fase, um grupo de teólogos, médicos e outros consultores analisam os documentos e, se houver reconhecimento do milagre, encaminham aos cardeais e depois ao Papa, que poderá decretar o culto público eclesiástico a Elena Guerra.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Concerto de Natal animará os fiéis na Catedral da Sé

Concerto de Natal animará os fiéis na Catedral da Sé
Na véspera de Natal, no dia 24 de dezembro, um concerto com músicas natalinas animará os fiéis que passarem pela Catedral Metropolitana de São Paulo às 23h.
Na noite em que a comunidade se reúne para celebrar o nascimento do Nosso Senhor Jesus Cristo, a Arquidiocese de São Paulo promoverá um Concerto de Natal, realizado pelo Coro e Orquestra dos Arautos do Evangelho, seguido pela Missa da Vigília, à meia-noite.
Segundo o Arcebispo de São Paulo, Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, o Natal recorda-nos a “bondosa compaixão do nosso Deus”, que dura para sempre.
“Desejo que todos experimentem neste Natal de Jesus a proximidade de Deus e a imensa paz que Ele nos traz. E sejamos portadores dessa Boa Nova também para os outros, especialmente para os que sofrem ou ainda vivem sem a luz que Ele nos trouxe”, afirmou.
Fonte: Gaudium Press

Seria a Rússia uma nova ‘bússola moral’ no mundo?

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O jornal britânico The Telegraph publicou que o presidente russo Vladimir Putin ”lançou a Rússia à posição de árbitro moral do mundo” durante o seu discurso anual sobre o estado da nação, na semana passada.
“Putin defendeu os valores cada vez mais conservadores do seu governo e lamentou a ‘revisão de normas da moralidade’ no Ocidente e em outras regiões do planeta. ‘Essa destruição dos elevados valores tradicionais não só traz consequências negativas para a sociedade como é também inerentemente antidemocrática, já que se baseia numa noção abstrata e vai contra a vontade da maioria do povo’, disse Putin, acrescentando que não pode haver benefício para a sociedade quando se trata ‘o bem e o mal’ de forma igual. Em seus 70 minutos de discurso, pronunciado num ornamentado salão do Kremlin e transmitido pela televisão, Putin declarou que os valores familiares tradicionais são um baluarte contra a ‘assim chamada tolerância – sem gênero e infértil’”.
As palavras de Putin foram a culminação de várias atitudes chamativas do presidente russo durante este ano. Em fevereiro, ele apelou por uma influência maior da Igreja Ortodoxa Russa no país. Putin levou a Rússia a resistir ao avanço da agenda gay: as paradas do orgulho gay e a “propaganda de relações sexuais não tradicionais” para menores foram proibidas. Neste recém-terminado mês de novembro, o presidente russo visitou o papa no Vaticano: as fotos do encontro histórico mostram Putin e Francisco beijando um ícone da Santíssima Virgem Maria.

Pesquisa revela como o papa Francisco conquistou brasileiros de todas as religiões.


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Dom Júlio Endi Akamine, bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo, visitava uma favela no bairro do Jaguaré, na capital. Vestido a caráter, atraiu a atenção de um homem embriagado, que disse: “Aí, hein? Obedecendo ao papa! Veio cheirar as ovelhas!”. Akamine não se fez de rogado e respondeu: “O papa não pediu para cheirar as ovelhas. Mais que isso, pediu para eu ter cheiro de ovelha, de tanto andar no meio do rebanho”.
O bêbado abraçou o pároco e lhe deu os parabéns por “já estar obedecendo à carta”. Só à noite Akamine entendeu a que carta o bêbado se referia. Foi quando leu Evangelii Gaudium (A alegria do Evangelho), a primeira exortação apostólica do papa Francisco, divulgada naquele dia 26 de novembro. No texto, o papa diz preferir uma Igreja rota, esfarrapada e suja, por atuar nas ruas, a uma Igreja enferma, por estar confinada e se agarrar a uma ilusória sensação de segurança. “Antes mesmo de bispos e padres terem tempo de digerir o documento, o cara da rua já sabia”, diz Fernando Altemeyer Junior, professor de teologia da PUC de São Paulo. “O papa entrou na casa das pessoas.”

Mensagem de Natal a toda RCC do Brasil

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“O povo que andava nas trevas viu uma grande luz; sobre aqueles que habitavam uma região tenebrosa resplandeceu uma luz. Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado; a soberania repousa sobre seus ombros, e ele se chama: Conselheiro Admirável, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz.” (Isaías 9, 1.5)
 
Queridos irmãos e irmãs, nos preparamos novamente para celebrar o Natal, tempo de alegria e esperança. O profeta Isaías nos diz que andávamos em trevas, habitávamos uma região tenebrosa, esta situação sobreveio à humanidade por causa do pecado, estávamos condenados ao eterno afastamento de Deus.
São Gregório de Nissa nos ensina: “Doente, nossa natureza precisava ser curada; decaída; ser reerguida; morta, ser ressuscitada. Havíamos perdido a posse do bem, era preciso no-la restituir. Enclausurados nas trevas, era preciso trazer-nos luz; cativos, esperávamos um salvador; prisioneiros, um socorro; escravos, um libertador”.

Kareebi: uma nova esperança para crianças africanas




As missionárias Rita de Cássia e Fabiany Silva que estão na Missão Uganda, mantida pela RCC do Brasil, realizaram uma visita a várias casas na cidade de Mwizi, com o objetivo de conhecer a realidade escolar das crianças que lá vivem.
Após cadastrar 50 crianças, as missionárias propuseram aos carismáticos do Brasil um projeto de apadrinhamento que possibilite a ida destes pequeninos ugandeses à escola durante o ano de 2014.
Abaixo, Rita e Fabiany partilham sobre a missão de visita às casas, que proporcionou um melhor entendimento da realidade infantil e também com que pudessem fazer orações e ouvir cada família. Acompanhe:


"É Natal cada vez que você sorri e estende a mão para seu irmão"
Bem Aventurada Tereza de Calcutá

Depois de um ano na cidade de Mbarara, na Uganda, aqui estamos nós na cidade de MWIZI. Após a campanha que os brasileiros generosamente ajudaram com os medicamentos para os enfermos com AIDS, desta vez voltamos à vila, mas de um jeito diferente: como quem pisa no solo que o Senhor nos deu como lugar de missão.

Na noite anterior estávamos bem ansiosas, aguardando este momento. Deixamos tudo pronto porque sairíamos bem cedo no dia seguinte. Os sonhos se tornariam reais. E Deus fora confirmando os nossos passos, como quem dissesse: “Estão no caminho certo, Minhas filhas”.

domingo, 22 de dezembro de 2013

EVANGELHO DE DOMINGO


Anúncio do nascimento de Jesus - Mt 1,18-24

O Mistério de Deus
Quarto e último domingo do Advento. Estamos às portas de celebrarmos o Natal do Senhor, solenidade para a qual nos preparamos ao longo de quase quatro semanas.
Se Acaz se recusa demagogicamente a pedir ao Senhor um sinal de sua proteção contra o inimigo (cf. Is 7,12), o profeta anuncia um sinal de Deus: “Eis que a jovem conceberá e dará à luz um filho e lhe porá o nome de Emanuel” (Is 7,14). A Igreja nascida do mistério pascal de Jesus Cristo, relendo este texto de Isaías, vê nele a promessa do nascimento do Verbo de Deus.
O episódio do evangelho deste domingo apresenta-nos a missão de José. Se, no evangelho de Lucas, o anúncio é feito a Maria, no de Mateus o anúncio do nascimento de Jesus é feito a José em sonho (ver: Gn 37,5-9.19). Maria, prometida em casamento a José, se encontra grávida pelo poder do Espírito Santo (cf. v. 18). A atitude de José nem sempre é compreendida pelo leitor do evangelho, e esta falta de clareza quanto ao texto persiste nas pregações. Não raras vezes se traduz a atitude pretendida de José em relação a Maria como “repúdio”, como se ela tivesse cometido uma falta. A melhor tradução é “deixar ir livremente” (v. 19). José compreende que a gravidez de Maria é habitada pelo Mistério de Deus. Ele não quer tomar para si o que Deus reservou para ele. É exatamente por isso que o narrador diz que ele era “justo” (v. 19). Mas a palavra do anjo a ele permite-lhe compreender que Deus precisa dele. A ele cabe dar uma existência histórica ao Filho de Deus: “... tu lhe porás o nome de Jesus” (v. 21). “... não tenhas receio de receber Maria, tua esposa; o que nela foi gerado vem do Espírito Santo” (v. 20). A palavra do anjo a José muda, transforma a sua relação com Deus, pois ela encurta a distância entre o divino e o humano. O seu matrimônio com Maria não é incompatível com a consagração dos dois a Deus: “Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor tinha mandado e acolheu sua esposa”.

Carlos Alberto Contieri, sj

Testemunho IMPERDÍVEL de conversão de um ex-protestante: COMPARE o nível dos argumentos de protestantes convertidos ao catolicismo com o de ex-”católicos”.


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Quando me converti ao Cristianismo no dia 25 de janeiro de 2009, prometi a algumas pessoas que descreveria neste blogue aquilo que eu costumo chamar de “o meu caminho de Damasco”. Aqueles que conhecem a experiência de conversão de Paulo, que ainda se chamava Saulo — vejam o capítulo 9 de Atos —, sabem que a sua conversão deu-se quando ele estava a caminho de Damasco para prender cristãos — a imagem acima de Caravaggio chama-se “A conversão de São Paulo”.Paulo teve uma experiência singular pessoal e intransferível. Creio que todo cristão genuíno, mesmo aqueles que nasceram e foram criados em um lar cristão, tem de ter o seu caminho de Damasco em algum momento. Tive o meu na referida data.
Apesar da promessa, sempre adiei o projeto de escrever sobre a minha experiência porque acredito que deveria fazê-lo em um livro e que o espaço deste blog seria inadequado para relatar o ocorrido. A minha pretensão, entretanto, não é a de cumprir a minha antiga promessa, mas a de relatar o que chamei no título desta postagem como sendo a minha segunda conversão. Muitos já devem saber, e se não o sabiam sabem agora, que me converti ao Catolicismo. Antes, era um batista, evangélico, protestante; agora, sou um católico apostólico romano.
Antes, devo ressaltar que não tenho pretensões de converter ninguém. O meu objetivo aqui é o de registrar uma explicação da minha conversão a fim de não ter de repeti-la sempre, poupando-me de esforços desnecessários, embora tenha de confessar que ela ainda não está organizada suficientemente para que eu possa descrevê-la de maneira concisa — por isso, peço perdão, de antemão, se esta postagem apelar a digressões de modo excessivo ou se eu acabar estendendo-me em demasia. Não é a minha intenção aqui fazer uma apologética de todas as doutrinas católicas, até porque o espaço seria totalmente inadequado para tanto: precisaria escrever um livro para isso — de fato, há uma vasta literatura que já faz isso e procurarei indicar algumas leituras no decorrer deste texto não apenas para fundamentar o que digo, mas para oferecer um apoio de leitura a quem tiver o interesse sincero de conhecer a verdade.
Minha jornada ao Catolicismo, creio eu, iniciou-se em 2011. Como praticamente todos os protestantes que conheço — fui dar-me conta das proporções do anticatolicismo dos protestantes apenas muito recentemente —, conhecia o Catolicismo apenas por meio de chavões, caricaturas e espantalhos. Nunca tinha lido nada católico e só conhecia a Igreja Católica de segunda mão, a partir das críticas dos protestantes. Minha mãe, tomando conhecimento do meu catolicismo neste ano, perguntou-me certa feita: “Ué, você não dizia que tinha de ser muito burro pra ser católico?”. Sim! Eu já disse isso antigamente, quando não tinha a menor idéia de como os católicos continuavam adorando as imagens depois de um texto tão claro como o de Êxodo 20.4: “Não farás para ti nenhum ídolo, nenhuma imagem de qualquer coisa no céu, na terra, ou nas águas debaixo da terra” [Nova Versão Internacional (NVI) — uma tradução protestante!]. De maneira semelhante, cheguei a dizer quando era agnóstico, antes da minha conversão ao Cristianismo em 2009, que poderiam internar-me em um hospício se algum dia eu tornasse-me um cristão.
Acompanho o programa TrueOutspeak (http://www.blogtalkradio.com/olavodo filósofo Olavo de Carvalho desde 2010. Mesmo tendo começado apenas em 2010, ouvi todos os programas desde 2006, o que são mais de 300 programas, com média de 50min de duração. O programa, que antes era semanal, passou a ser mensal neste ano. O professor Olavo chegou a anunciar o fim do programa em dezembro do ano passado, mas resolveu retomá-lo mensalmente por conta da enorme quantidade de protestos. O professor Olavo, por quem tenho imensa consideração, respeito e admiração, sempre iniciava os seus programas dizendo o seguinte: “Começamos mais uma vez invocando a santíssima Virgem Maria e o Santo Padre Pio de Pietrelcina para que roguem a Deus que nenhuma injustiça se cometa nesse programa”. Quando percebi a erudição do professor Olavo e vi que ele era católico, logo pensei: “é… ninguém é perfeito.”. Aquilo, entretanto, intrigava-me porque sabia que a última pessoa do mundo que eu diria que não estudou um assunto seria o professor Olavo. Será que ele, simplesmente, não sabia de passagens como a de Êxodo 20? Em 2011, ouvi um de seus programas citando o padre Paulo Ricardo (http://padrepauloricardo.org/). Procurei o seu site em outubro de 2011 e deixei uma pergunta que reproduzo aqui:

“Padre Paulo Ricardo, em primeiro lugar, parabéns pelo seu trabalho. Deus, com certeza, reserva o seu galardão no céu pela edificação que o senhor traz-nos com os seus vídeos e textos. Cresci na tradição protestante tradicional, para ser específico, a tradição Batista, e sempre tive uma visão bastante distorcida sobre o Catolicismo, baseada naquele catolicismo denunciado por Lutero no medievo.
Tenho tentado despojar-me do preconceito para tentar compreender melhor a tradição católica e tenho me impressionado e me surpreendido quanto mais aprendo. Tenho quatro dúvidas que gostaria que me fossem respondidas se possível.
— A primeira pergunta refere-se à reza e às repetições. Jesus, antes de ensinar como se deve orar, disse o seguinte:
“E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.” [Mateus 6:7-8]
Se logo antes de ensinar o Pai Nosso Cristo pede que não façamos uso de vãs repetições, por que se reza com repetições?
— A segunda pergunta refere-se às imagens. O segundo mandamento diz:
“Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.” [Êxodo 20:4]
Por que, então, faz-se imagens?
— A terceira refere-se às intercessões feitas aos santos ou mesmo à virgem Maria. Paulo, diz o seguinte:
“Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.” [1 Timóteo 2:5]
Ora, se apenas Cristo é o mediador entre Deus e os homens, por que os católicos apelam a outros mediadores, além de Cristo?
— A última refere-se à salvação. Uma das cinco solas da tradição reformada defende que o homem é justificado somente pela sua fé. Eu discordo disso, crendo que a salvação é obtida pela fé, numa conjunção com as obras. Se não fosse desse modo, o texto de Hebreus 12.14 não diria que sem a santificação ninguém verá o Senhor ou não se falaria de pecados que têm por conseqüência que não se verá a Deus. Costuma-se utilizar o argumento de que o converso, certamente, seguirá o caminho da santificação, mas acho tal argumento controverso e sem justificação. Qual a visão da Igreja Católica a respeito do assunto? Sempre ouvi dizer que ela prega que a salvação vem pelas obras.
Espero que as minhas perguntas sejam respondidas assim que possível e agradeço, desde já, a atenção dispensada.
Paz de Cristo!
Fábio Salgado”

Fiz algumas modificações na última pergunta porque na época fui impreciso, falando de “graça” em vez de fé. Não conhecia naquela época o documento assinado no dia 31 de outubro de 1999 intitulado “Declaração Conjunta Sobre a Doutrina da Justificação”.
No ponto 15 dessa declaração, luteranos e católicos afirmam: “Confessamos juntos: somente por graça, na fé na obra salvífica de Cristo, e não por causa de nosso mérito, somos aceitos por Deus e recebemos o Espírito Santo, que nos renova os corações e nos capacita e chama para as boas obras”. Esse documento é muito claro. Recentemente, um pastor disse para mim que a Igreja Católica não crê que somos salvos somente pela graça. Quando eu disse que ele estava errado, ele simplesmente disse que isso era óbvio. Quando eu mencionei esse documento, ele, simplesmente, disse que não iria ler nada. Nesse momento, tenho de deixar algo claro aqui. O professor Olavo de Carvalho, no seu já mencionado programa TrueOutspeak, certa feita, disse o seguinte:
“Se o cara não estudou, não sabe, tem é que calar a boca. Eu acho que o direito de ter opinião é proporcional ao interesse sincero que você tem pelo assunto. Se você não tem interesse pelo assunto pra você sequer ler alguma coisa, por que nós devemos ter interesse em ouvir a sua opinião?”

DEUS É FIEL

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