sábado, 8 de setembro de 2012

Vitória sobre a angústia




                A quem deveremos recorrer se a angustia chegar?
                A palavra angustia é traduzida em miúdos pelo dicionário como aflição demasiada do corpo, da mente, ou do espírito, tristeza, remorso ou desespero excessivo. Quem já não passou por algo assim?
                É certo que todos nós temos momentos difíceis em nossas vidas e não é raro que  fiquemos angustiados por alguma razão específica, ou muitas vezes até sem sabermos o porquê de estarmos assim.
                É uma sensação esquisita, como se o coração fosse explodir. Nos sentimos sozinhos, abandonados, perdidos e nem sabemos direito o que pensar de qualquer situação que está a nossa frente, em alguns casos é difícil de enxergar até mesmo, perspectivas de futuro. Certamente, é uma situação que nos deixa confusos. Não existe solução imediata, é preciso buscar a segurança do único e verdadeiramente capaz de nos ajudar, Deus.
                Precisamos proclamar a vitória de Jesus sobre toda e qualquer situação de angustia, como fez o Salmista Davi, em Salmos 85, 7: "Neste dia de angustia é para vós que eu clamo, porque vós me atendereis."

Vaticano: Divorciados que voltam a casar devem ir a Missa e comungar espiritualmente


O Secretário do Pontifício Conselho para a Família, Dom Jean Laffitte, recordou que as pessoas divorciadas que voltam a casar devem participar da Santa Missa e participar da Comunhão somente de maneira espiritual.
Em uma entrevista concedida ao grupo ACI no dia 25 de julho em Roma, Dom Laffitte assinalou, que as pessoas divorciadas que voltaram a casar, embora não possam receber a comunhão eucarística “continuam estando plenamente dentro da Igreja” e “sempre podem ter uma comunhão espiritual frutífera”.
Ao lembrar a Exortação Apostólica do Beato João Paulo II, Familiaris Consortio, o Prelado explicou que existe uma diferença entre a comunhão espiritual e a comunhão eucarística, que afirma que sem a primeira, não pode existir a segunda.
Neste sentido, Dom Laffitte indicou que a comunhão espiritual é a forma em que a pessoa se une pessoalmente a Cristo no momento da redenção do Santo Sacrifício, para assim, depois, receber a comunhão eucarística.
Nesta perspectiva, “as pessoas que por alguma razão não podem receber a Santa Comunhão, sempre podem ter uma comunhão espiritual frutífera”, remarcou.
“Isto não é uma disciplina inventada pela Igreja” e, portanto, no matrimônio, “os cônjuges fazem um pacto com Deus, e Deus faz um pacto com eles”, que cria um sacramento indissolúvel. Uma segunda união “o converteria em algo contraditório e contrário ao sacramental”.
Finalmente, Dom Laffite explicou, que para a comunhão é necessário preparar o coração para receber ao Senhor, e deste modo, quando os divorciados que voltaram a casar deixam de comungar, “dão muito mais honra ao Senhor com seu sacrifício e oferecendo-se eles mesmos, através da dor que têm nos seus corações, no sacramento da Eucaristia”.

Comunidade católica diante da legalização do aborto previsto no Anteprojeto do Código Penal brasileiro. Que fazer?


São três os valores inegociáveis segundo Bento XVI – em discurso ao Partido Popular Europeu no ano de 2006: vida, família monogâmica e educação dos filhos.
Valores estes que não podem “seguir a arte da política e da negociação”, – afirma Pe. Paulo Ricardo – em uma conversa organizada por ZENIT entre o Prof. Paulo Fernando Melo, vice-presidente Pró-vida e pró-família e membro da comissão de bioética da arquidiocese de Brasília, e o Pe. Paulo Ricardo Azevedo Junior, do clero da arquidiocese de Cuiabá, e famoso pregador brasileiro.
Oferecemos aos nossos leitores a segunda parte dessa reflexão. Para ler a primeira parte, clique aqui
Prof. Paulo Fernando: diante desse quadro da cultura da morte, o que, efetivamente, uma pessoa de bem, um cidadão católico, pode fazer? Será que estaríamos na beira do abismo e realmente não tem mais o que se fazer?

Eu e minha casa, serviremos ao Senhor

Quem não vive para servir, não serve para viver
A frase é de uma das maiores personalidades do século XX, Mahatma Gandhi, que conduziu seu país, a Índia, assim como muitos outros, a encontrar o caminho da independência e da democracia por meio da não violência ativa: “Quem não vive para servir, não serve para viver”. Viver para servir! Proposta desafiadora, fonte de realização para todos os seres humanos, caminho de felicidade. Parece-nos encontrar aí uma das muitas sementes do Verbo de Deus, plantadas na sabedoria e na prática religiosa da humanidade, pois a própria Palavra Eterna do Pai encarnada, Jesus Cristo, mostrou a que veio, abrindo perspectivas novas para Seus discípulos e para toda a humanidade: “Eu vim não para ser servido, mas para servir e dar a vida por resgate de muitos” (Mc 10,45). Jesus Cristo veio ao mundo para fazer a vontade do Pai, para servir.

Rousseau, o precursor da religião “à la carte”, rezava..a quem?


Pascale Senk, publicada pela revista francesa La Vie.
Jean-Jacques Rousseau não encontra o seu Deus nos livros, mas na contemplação de uma primavera que reverdece, de uma plantação ou de uma colheita. Sua espiritualidade nasce de seu entusiasmo pela natureza que ele desvela com uma precisão sincera em seu livro VI de Confissões: “Aí, tudo em mim passeia, eu faço a minha oração que não consiste em um vazio balbucio dos lábios, mas em uma sincera elevação do coração ao autor desta amável natureza, cujas belezas estão diante dos meus olhos”. “Uma tentação panteísta”, segundo Michel Lacroix, que explica: “Com Rousseau, a religiosidade se emancipa da teologia erudita, dos dogmas, de um aspecto muito institucional, para tomar uma forma de misticismo”.
Até mesmo a sua maneira de rezar escapa dos modelos estabelecidos, assim como ele revela em Confissões: “Posso dizer que minhas orações eram puras e, por isso, dignas de serem satisfeitas. Eu só pedia para mim, e para aqueles cujos desejos nunca me separam, uma vida inocente e tranquila, isenta do vício, da dor, das penosas necessidades, a morte dos justos, e sua sorte no futuro. Ademais, este ato acontece mais em admiração e contemplação do que em pedidos”. Ele louva mais do que teme, pratica mais do que pensa.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Uma vez “salvo”, SEMPRE salvo? A doutrina da “Salvação protestante” é biblica?


Ecclesia militans
Nós cremos que pela graça do Senhor Jesus seremos salvos, exatamente como eles. (Atos dos Ap. 15, 11)
Segundo  o Wikipedia  “Uma Vez Salvo, Sempre Salvo” – UVSSS - é uma doutrina cristã que afirma que quando uma pessoa é salva ela nunca mais pode perder sua salvação. Essa idéia foi formulada por Calvino por volta de 1600, e é compartilhada pela maioria dos evangélicos e igrejas protestantes reformadas, tal e qual a Igreja da Inglaterra, como está afirmado na Confissão de Fé de Westminster. No entanto, existem algumas variações da doutrina original de Calvino – nenhuma surpresa aqui, protestantes devem fazer o que fazem melhor: Protestar. Aqueles que não estavam inteiramente de acordo com Calvin sentiram que precisavam fazer mudanças … Eu acredito que a Igreja Baptista tenha uma doutrina de não-calvinista UVSSS.
De qualquer forma, Calvino sustentou que um verdadeiro crente nunca pode perder sua salvação. Sua doutrina defende que, embora os indivíduos sejam livres e responsáveis, não podem escolher a salvação de sua própria vontade. Pelo contrário, Deus escolheu certos indivíduos antes do inicio  do mundo, a quem Ele gostaria de chamar à fé. Segundo o calvinismo, uma vez que a fé não é algo que escolhemos ter, mas sim um trabalho que Deus realiza em si, ela não pode ser abandonada. Note-se que esta noção calvinista também nega o dom do livre arbítrio.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

MÊS DA BÍBLIA 2012


A Bíblia, desde sempre, faz parte da caminhada do povo de Deus. “É nela que penduramos todo o nosso trabalho”, conforme nos ensina Fr. Carlos Mesters . A partir do Concílio Vaticano II, marco fundamental para o florescimento de uma Pastoral Bíblica da Igreja no Brasil, a Bíblia foi conquistando espaço e recuperando sua condição de valor fundamental na vida e na missão da Igreja.

No Brasil, o desejo de conhecimento e de vivência da Palavra fez surgir, com muito sucesso, a prática da leitura e reflexão da Bíblia nas famílias, nos quarteirões, nos círculos bíblicos, em grupos de reflexão, grupos de rua.

O Mês da Bíblia, criado em 1971 com a finalidade de instruir os fiéis sobre a Palavra de Deus e a difusão da Bíblia, também foi fundamental para aproximar a Bíblia do povo de Deus. Propondo um livro – ou parte dele – para ser estudado e refletido a cada ano, o Mês da Bíblia tem contribuído eficazmente para o crescimento da animação bíblica de toda pastoral.

Autor do hino da JMJ quer suscitar 'entusiasmo e alegria'



A música que vai embalar as lembranças de muitos jovens sobre a Jornada Mundial da Juventude Rio2013 é de autoria do Padre José Cândido, da paróquia de São Sebastião em Belo Horizonte, Minas Gerais. Além de ser o nome por trás do Hino oficial da JMJ Rio2013, ele é também compositor de outros 200 títulos de canções litúrgicas.

Os mais conhecidos são "Toda bíblia é comunicação", e "Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo". O trabalho do Padre José Cândido com a música começou em 1973.

E esta não é a primeira vez que uma de suas músicas será cantada para um evento com o Papa. Ele também compôs "Bendito sejas, ó Rei da glória". De acordo com ele, o Hino, intitulado "Cruz da Esperança!" pode ser aplicado em momentos litúrgicos, como os cantos de entrada ou saída, na ação de graças, como também em momentos de festa, como a Jornada.

Papa: Valores inegociáveis: Vida, Família e educação dos filhos.




DISCURSO DO PAPA BENTO XVI
AOS PARTICIPANTES NO CONGRESSO PROMOVIDO
PELO PARTIDO POPULAR EUROPEU

Ilustres Parlamentares
Senhoras e Senhores!
Sinto-me feliz em receber-vos por ocasião dos Dias de Estudo sobre a Europa organizados pelo vosso grupo parlamentar. Os Pontífices Romanos prestaram sempre uma especial atenção a este Continente. Por conseguinte, a audiência de hoje é oportuna e insere-se numa longa série de encontros entre os meus predecessores e os movimentos políticos de inspiração cristã. Agradeço ao Deputado Pöttering as palavras que me dirigiu em vosso nome e manifesto-lhe, assim como a todos vós, as minhas cordiais saudações.
Actualmente a Europa deve enfrentar questões complexas de grande importância, como o crescimento e o desenvolvimento da integração europeia, a definição cada vez mais completa da política de proximidade no seio da União e o debate do seu modelo social. Para alcançar estes objectivos, será importante inspirar-se, com fidelidade criativa, na herança cristã que contribuiu de modo particular para forjar a identidade deste continente. Valorizando as suas raízes cristãs, a Europa será capaz de oferecer uma orientação segura às opções dos seus cidadãos e das suas populações, fortalecendo a sua consciência de pertencer a uma civilização comum, e alimentará o compromisso de todos para enfrentar os desafios do presente para o bem e para um futuro melhor.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

13 Idéias Geniais para se libertar da TV

A Familia Internacional

Como se sabe, a televisão tem destruído muitos lares em virtude da falta de diálogo que passa a existir entre os membros da família. Ao longo destes 50 anos, tornou-se verdadeiro vício de forma que, atualmente, não é difícil encontrarmos em toda casa um aparelho de TV para cada membro da família, para que não haja a "concorrência interna" pelos programas que passam no mesmo horário. A família torna´se, assim, prisioneira da televisão.

Com o objetivo de despertar o hoje incomum diálogo familiar, a criatividade e o compartilhamento do afeto entre os membros da família, transcrevemos abaixo 13 idéias para se libertar da TV sugeridas pela organização argentina"TV La Familia Internacional´. Como advertem os seus diretores,"não se trata, de maneira alguma, de um boicote´, mas cortar a dependência da TV para promover uma vida mais sã, motivar o diálogo e dedicar mais tempo para brincar com as crianças, para pensar, para passear e compartilhar o tempo em conjunto com os demais membros. A idéia é apenas experimentar! Por que não tentar? Por que não tentar se dedicar mais à sua própria família?

Remova a sua TV para um lugar menos importante na casa. Isto ajudará muito no seu processo de libertação.

NÃO votemos em quem é a favor do aborto!! NADA justifica a morte dos inocentes.

Jorge Ferraz

Em meados deste mês, D. Leonardo Steiner resumiu “a diretriz da CNBB para as eleições municipais deste ano” em uma singela frase: “votem em ficha limpa”. A recomendação era tão importante para o excelso prelado que ele não queria perder a chance de lhe dar a ênfase que julgava necessária. Et iterum dixit“Votem em ficha limpa. Votem em ficha limpa”.
Antevendo a possibilidade de que esta questão seja abordada sob uma ótica reducionista e irresponsável, nós gostaríamos de lembrar que, em política, não são negociáveis as questões referentes à defesa da vida humana; em particular, o aborto é a pior sujeira que um político pode ostentar em sua ficha.
Esta questão é muito importante para ser negligenciada nas próximas eleições. Nós gostaríamos de enfatizar isto: existe uma sujeira muito maior e muito mais grave do que a corrupção, que é o apoio ao assassinato de crianças indefesas no ventre de suas mães. Não existe nenhum político com a ficha mais suja do que aqueles que têm, nas mãos, o sangue das crianças abortadas. Se é verdade que os católicos não devem votar em políticos “ficha-suja” (e, de fato, não o devem), convém aos excelentíssimos pastores lembrar qual é a pior nódoa que pode haver na ficha de qualquer candidato a disputar o pleito de outubro próximo: ser a favor do aborto.

* Nova Resolução do Conselho Federal de Medicina. CNBB se manifesta de forma favorável.



Na entrevista coletiva, concedida pela presidência da CNBB o Cardeal Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida e Presidente da entidade, respondeu a uma pergunta que colocava a resolução 1995/2012 do Conselho Federal de Medicina no âmbito da prática da eutanásia. Obviamente, o cardeal confirmou a posição da Igreja sobre o assunto.

A resolução não é uma nova lei e não autoriza a eutanásia

Primeiramente, trata-se de uma resolução. Portanto, é uma norma para disciplinar certos procedimentos médicos em relação a um paciente terminal. Ou seja, não se trata de autorização para eutanásia. Essa prática (eutanásia), no Brasil, não é permitida por lei.
O código de ética médica é muito claro em relação a isso, quando diz que é vedado ao médico abreviar a vida, ainda que a pedido do paciente ou de seu representante legal. E, do ponto de vista moral e ético, também, é claro, não podemos defender a eutanásia, porque a vida é um dom precioso. É o primeiro dom que nós recebemos. É a base e o fundamento de todos os direitos da pessoa humana. Temos que respeitá-la, desde seu começo até o seu término natural”.
 

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