sexta-feira, 15 de junho de 2012

Jesus, Maria e a pureza de coração



Mês de Junho, mês do Sagrado Coração de Jesus e do Imaculado Coração de Maria. Tão unidos estão o Divino Salvador e sua Santíssima Mãe que São João Eudes fala de ambos como se fossem um só: o Sagrado Coração de Jesus e Maria. As belíssimas palavras de S. S. João Paulo II que reproduzimos em seguida são de uma homilia pronunciada pelo Pontífice em Sandomierz, Polônia, em 12 de Junho de 1999. Ele fala da pureza que devemos cultivar nos nossos próprios corações, para caminharmos ao encontro de Maria e de Jesus.
1. "Sua Mãe disse-Lhe: 'Meu filho, porque fizeste isto conosco? Olha que Teu pai e eu andávamos angustiados, à Tua procura'" (Lc 2, 48).
Hoje a Liturgia da Igreja recorda o Coração Imaculado da Bem-aventurada Virgem Maria. Dirigimos o nosso olhar para Maria que, cheia de solicitude e de preocupação, procura Jesus perdido durante a peregrinação a Jerusalém. Como devotos israelitas, Maria e José iam todos os anos a Jerusalém para a festa da Páscoa. Quando Jesus tinha doze anos foi com eles pela primeira vez. Foi nessa ocasião que se verificou o acontecimento que contemplamos no quinto mistério gozoso do Santo Rosário, o mistério do encontro. São Lucas descreve-o de modo muito comovedor com base nas notícias, como se pode imaginar, recebidas da Mãe de Jesus: "Meu filho, porque fizeste isto conosco? (...) andávamos angustiados, à Tua procura". Maria, que tinha trazido Jesus sob o seu coração e o tinha protegido contra Herodes fugindo para o Egito, confessa humanamente a sua grande angústia pelo Filho. Sabe que deve estar presente no seu caminho.

Uma descoberta do século em Munique: encontradas 29 homilias inéditas de Orígenes.



Gaudium Press
via Blog Carmadelio
 
Com “muita probabilidade” é “a descoberta do século” realizada por uma filóloga italiana, de 29 homilias inéditas de Orígenes na Bayerische Staatbibliothek de Munique, na Baviera, informou hoje na primeira página o jornal “L’Osservatore Romano”.
A descoberta aconteceu no dia 5 de abril passado. Na Quinta-feira Santa, durante o estudo do Monacense grego 314, Marina Molin Pradel percebeu que algumas homilias sobre os Salmos que estavam no código correspondiam às de Orígenes traduzidas para o latim por Rufino, no início do século V. Aprofundando sua pesquisa sobre o manuscrito, a estudiosa chegou à conclusão que todas as 29 homilias inseridas no código, até agora inéditas, são de Orígenes, grande filósofo e intelectual grego cristão do século III.
“A grandiosa importância da descoberta – observa Manilo Simonetti no artigo do “L’Osservatore Romano” – está no fato de que a imensa obra principalmente exegética de Orígenes, por causa da acima citada condenação, foi perdida em grande parte, e do que foi salvo, relativamente pouco chegou até nós em língua original e muito mais em tradução latina, visto que no Ocidente, apesar da condenação, se continuou a ler e utilizar os escritos de Orígenes traduzidos durante toda a Idade Média”.
Um valor emblemático da descoberta é o fato dela ter acontecido na cidade natal de Papa Bento XVI.

Artista causa polêmica ao criar esculturas de Jesus e santos católicos como super-heróis.

Fonte : G Notícias
 via blog carmadelio
 
Uma série de esculturas criadas pelo artista italiano Igor Scalisi Palminteri, da cidade de Palermo, está causando polêmica e controvérsia entre os religiosos. Em sua nova série de esculturas, intitulada higiografias, ele decidiu transformar imagens típicas de santos da Igreja Católica em super-heróis.
A maioria das peças foi pintada com tinta acrílica sobre imagens de gesso e madeira. Palminteri diz que usa a iconografia religiosa para revelar os seus sentimentos ao ver os santos nas igrejas quando ele ainda era criança. Porém essa visão nada convencional do artista vez com que muitos religiosos classificassem sua obra como blasfêmia.
Segundo o artista, sua experiência em ver fiéis fazendo pedidos a algo superior a eles o levou a ver que cada imagem de santo trazia dentro de si uma “figura heroica”, de acordo com o site io9.com.
Nas peças criadas por Palminteri, Jesus foi retratado em trajes que lembram o Capitão América, e em um quadro com as roupas do Homem Aranha, José foi pintado como Super-homem, Maria como Mulher-Maravilha e a Sagrada Família usa roupas características de Os Incríveis. Outras imagens foram caracterizadas como Batman e Robin, Flash e Mulher-Gato.
Veja algumas das polêmicas imagens criadas pelo artista:

quinta-feira, 14 de junho de 2012

O coração que tanto amou os homens!


Ah! Se as almas soubessem como as espero cheio de misericórdia! Sou o Amor dos amores! E não posso descansar senão perdoando!
Estou sempre esperando com amor que as almas venham a Mim! Venham!... Atirem-se nos meus Braços! Não tenham medo! Conheço o fundo das almas, suas paixões, sua atração pelo mundo e pelos prazeres. Sei, desde toda a eternidade, quantas almas me hão de encher o Coração de amargura e que, para grande número, meus sofrimentos e meu sangue serão inúteis! Mas, como as amei, assim as amo...
Não é o pecado que mais fere meu Coração... O que O despedaça é não quererem as almas refugiar-se em Mim depois de o terem cometido. Sim, desejo perdoar e quero que minhas almas escolhidas dêem a conhecer ao mundo como meu Coração, transbordando de amor e de misericórdia, espera os pecadores.
Queria também mostrar às almas que nunca lhes recuso a minha graça, nem mesmo quando estão carregadas dos mais graves pecados, e que não as separo então daquelas que amo com predileção. Guardo-as todas no meu Coração, para dar a cada uma os socorros que o seu estado reclama. Queria dar-lhes a compreender que não é pelo fato de estarem em pecado mortal que devem afastar-se de Mim. Não julguem que já não há remédio para elas e que nunca mais serão amadas como o foram outrora! Não, pobres almas, não são estes os sentimentos de um Deus que derramou todo o seu sangue por vós!
Vinde a Mim e não temais, porque Eu vos amo! Purificar-vos-ei no meu sangue e vos tornareis mais brancas que a neve. Os vossos pecados serão mergulhados nas águas da minha misericórdia e não será possível arrancar do meu Coração o amor que vos tenho.

As surpresas da Terceira Idade



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Muito se tem falado sobre a realidade da terceira idade em nossas famílias e sociedade, e se há uma especialização que tem campo vasto na área da medicina, é a geriatria. Só no Brasil, segundo o IBGE, o percentual da população idosa – considerada com idade superior a 60 anos – aumentará dos atuais 7,8% para 13% em 2021. Os avanços da medicina e a melhoria nas condições gerais de vida da população contribuíram para elevar a expectativa de vida dos brasileiros, que aumentou 17 anos entre 1940 e 1980 (de 45,5 para 62,6 anos, respectivamente). Em 2000, esse indicador chegou aos 70,4 anos’ . Ou seja, muito em breve o Brasil, que ainda é visto como um país de população predominantemente jovem, entrará no rol dos países de significativa população de velhos. Melhor dizendo, cada vez nos vemos mais cercados de pessoas da terceira ou da ‘melhor idade’.
Sem dúvida, isso representa um concreto desafio não somente para a Previdência Social, que terá de sustentar uma grande massa da população que poderá viver umas boas dezenas de anos após a aposentadoria, mas também para as famílias e para a sociedade em geral. O que fazer com tanta gente ainda tão capaz, com expectativa de vida tão alta, mesmo com as ‘macacoas’, como se dizia na minha família, presentes no corpo, para que a riqueza de vida de cada um não seja desperdiçada? Como nos beneficiarmos de tantos homens e mulheres cuja mente, intelecto, coração e experiência de vida ainda têm tanto a dar e contribuir na família, na igreja, nos trabalhos voluntários, nas empresas, nos sindicatos, nos jornais, nas escolas, nas empresas? Como não deixar nossos parentes e amigos idosos à margem das decisões e da contribuição familiar e social que eles podem dar, relegando-os a um ostracismo destrutivo e desumano?

O silêncio na Liturgia

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Diz a Sagrada Escritura: “Há tempo de calar e tempo de falar” (Eclesiastes 3,5). A muitos cristãos se aplica essa advertência bíblica. Ao entrar em certos templos, o modo como alguns procedem revela falta de Fé na presença eucarística e desconhecimento das exigências de um lugar sagrado. Dentro, continuam o entretenimento iniciado fora, na rua, como se tudo fosse banal. Outras vezes, a palestra, mesmo a meia voz, serve de passatempo, enquanto aguardam o ato litúrgico. A casa de oração é transformada em lugar de conversação. E isso acontece também entre pessoas que deveriam servir de exemplo.
     Mais grave ainda quando este comportamento ocorre durante celebrações religiosas. Importa valorizar o silêncio nessas ocasiões e lugares. Ele também significa nossa condição de pecador. É o que se deduz dessa passagem de São Paulo, na Epístola aos Romanos (3, 19): “Toda a boca se cale e o mundo inteiro se reconheça réu em face de Deus”.
     O Senhor, no sacrário das igrejas, pede o recolhimento pessoal e da comunidade. Há muitas outras oportunidades de os homens se encontrarem. No templo o relacionamento é com Deus. Manifesta-se de vários modos, pela genuflexão bem feita diante do Santíssimo, pela postura corporal, aproveitamento do tempo pela oração e, em particular, com a homenagem que a criatura presta ao Criador, guardando o silêncio respeitoso nos atos religiosos ou fora deles. Lemos no Evangelho de São Lucas (9,36) que, ao ser revelada a divindade de Cristo na transfiguração do Tabor, “os discípulos mantiveram silêncio”.
     O profeta Habacuc (2,20) nos adverte: “O Senhor reside na sua santa morada. Cale-se toda a terra diante dele”. Sofonias (1,7) insiste no mesmo sentido: “Silêncio na presença do Senhor”. Em outras passagens a Sagrada Escritura retoma esse tema.

CNBB apresenta iniciativas da Igreja na Rio+20



“A presença da Igreja na Conferencia das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável - Rio+20 será o tema de uma Coletiva de Imprensa promovida pela Arquidiocese da cidade, pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e pela rede CIDSE (Aliança Internacional de Agências Católicas de Desenvolvimento) no próximo domingo, 17 de junho, às 11h30, logo após a celebração eucarística na Catedral de São Sebastião.

O mediador da Coletiva será o Secretário da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner. Compõem a mesa, entre outros, o enviado especial do Papa Bento XVI e chefe da delegação da Santa Sé no evento, arcebispo de São Paulo, Card. Odilo Pedro Scherer, o Observador Permanente da Santa Sé nas Nações Unidas, Dom Francis Chullikatt, e o Arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta.

Só Deus sacia por completo todos os desejos do coração humano!


Dificilmente se encontrará alguém que não anseie e procure a felicidade. Esta demanda foi posta por Deus no coração de todos os homens que, à semelhança de Santo Agostinho, apenas descansam quando O encontram e n’Ele “repousam” (ConfissõesI, 1). O início do Catecismo da Igreja Católica começa exatamente com esta temática, lembrando que o homem é capaz de Deus. Entretanto, esta insaciabilidade leva não só ao desejo de uma realização pessoal, no âmbito da vocação específica de cada um, como também da sociedade doméstica à qual pertence, e mesmo da comunidade, na qual se insere e vive.


Ensina-nos o Compêndio de Doutrina Social da Igreja que “o bem comum da sociedade não é um fim isolado em si mesmo; ele tem valor somente em referência à obtenção dos fins últimos da pessoa e ao bem comum universal de toda a criação” (n. 170). Ou seja, a realização pessoal nunca se faz de um modo isolado, mas num contexto, numa sociedade, peregrinação nesta terra herdada para o Homem a dominar através do seu trabalho, e colher os frutos, obtendo o alimento com o suor do rosto (Gn 1, 28-29; 3, 19).
Assim, a felicidade terrena, imperfeita, não se torna “num mar de alegrias, de contínua beatitude, que, durará sempre” (Is 35, 10), pois falta-lhe a visão beatífica – totus sed non totaliter -, de Deus. Peregrinando pelo mundo, a felicidade será sempre relativa, mas essa busca incessante estará por trás de tudo aquilo que o homem opera.

Campanha colhe assinaturas pela aprovação do Estatuto do Nascituro. Assine você também!

via Blog Carmadelio

O Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil sem Aborto – intensifica a coleta de assinaturas para a aprovação do Estatuto do Nascituro. As entidades que integram o movimento, como a Pastoral da Família, estão engajadas na mobilização que visa a defesa da vida humana, desde a concepção.
A campanha pretende entregar ao presidente da Câmara Federal as assinaturas que exigem a aprovação do Estatuto do Nascituro.  “A aprovação desta lei que é muito importante para garantir os direitos do bebê em gestação, desde o primeiro instante de vida, ou seja, desde a concepção”, explica Jaime Ferreira Lopes, vice-presidente do Movimento. A iniciativa tem o apoio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
Atualmente, o projeto do Estatuto do Nascituro segue tramitando nas comissões internas da Câmara. A coleta de assinaturas está sendo realizada no site do Movimento (www.brasilsemaborto.com.br), mas também pode ser baixada no mesmo endereço a lista impressa para ser preenchida pelas pessoas que não tem acesso à internet. Esta lista deve ser devolvida via Correio para a sede do Movimento, em Brasília.

Curas inexplicáveis em Lourdes e a aliança entre a ciência e a Fé.

Seminário internacional discute as influências na cura de doentes

Com a palestra Ciência e fé, do presidente do Conselho Pontifício para os Agentes de Saúde, dom Zygmunt Zimowski, foi aberto na última sexta-feira, em Lourdes, o seminário científico internacional Lourdes, a saúde e a ciência: o que significa curar-se hoje?.
Por ocasião do vigésimo aniversário de instituição da Jornada Mundial do Enfermo, criada pelo beato João Paulo II e realizada pela primeira vez nesta cidade francesa em 1993, o Escritório de Constatações Médicas, presidido por Alessandro de Franciscis, convidou especialistas de renome mundial para debater sobre o assunto de um ponto de vista racional e científico, e em consonância, não em oposição, com a ideia de que a fé e a oração influenciam a cura física.
O evento foi organizado em parceria pelo Comitê Médico Internacional de Lourdes e pelo Conselho Pontifício de Pastoral da Saúde. Entre os expoentes figuram o professor Luc Montagnier, prêmio Nobel de Medicina em 2008, e o cardeal arcebispo de Lyon, Philippe Barbarin.
“Ciência e fé”, afirmou Zimowski, “vivem hoje, a seu modo, uma tensão rumo àquela que Paulo VI chamou de civilização do amor, na qual deverá haver espaço e tempo para o bem, para a verdade, para a pacífica convivência. E ambas são chamadas a oferecer a sua efetiva contribuição para o bem da humanidade, na concórdia, no diálogo, no apoio mútuo. Ciência e fé podem e devem se tornar aliadas, depois de terem passado tempo demais numa postura de distância, de desconfiança e até de contraposição”.

Pastoreio: o coração do pastor deve bater por suas ovelhas


Viver o pastoreio de maneira concreta na instância em que Deus nos colocou. Com essa afirmação, a coordenadora nacional do Ministério de Formação, Lucimar Maziero, conduziu seu ensino sobre o tema do ano para a RCC em 2012, na primeira manhã do ENF, dia 27 de janeiro. Confira o artigo abaixo:

Lucimar Maziero
Coordenadora nacional do Ministério de Formação
Grupo de Oração Javé Chamma
Quando falamos em pastoreio, logo duas imagens nos vêm à mente: a do pastor e a da ovelha. A figura do pastor nos ajuda a entender melhor as habilidades necessárias para se exercer a função de apascentar. Já a figura da ovelha, com suas características e demandas específicas, nos faz refletir sobre o ato do pastoreio. Com isso, compreendemos que para mergulhar no tema do ano da RCC não podemos esquecer que nosso chamado ao pastoreio é aquele que nos coloca ora como pastores, ora como ovelhas.  
I – Figura do pastor
Encontramos na Sagrada Escritura diversas citações referindo-se a pastores e ao trabalho do pastoreio.  Desde o Antigo Testamento há o chamado para o pastoreio das ovelhas do Senhor, como no livro do profeta Ezequiel 34,11 -16. Nessa referência bíblica, aprendemos que o pastor cuida de suas ovelhas conforme as necessidades que elas apresentam. Isso nos ajuda a entender que somos chamados para sermos pastores segundo aquilo que Deus sonhou para nós.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Relatório do Unicef mostra que 2 milhões de mortes infantis poderiam ser evitadas anualmente


O Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, lançou, nesta sexta-feira, um relatório que aponta as principais doenças causadoras de mortes infantis. Entre as vilãs, a diarreia e a pneumonia, responsáveis por um terço das mortes em crianças com menos de cinco anos.

Essas duas doenças levam ao óbito até dois milhões de crianças anualmente. De acordo com o documento, elas poderiam ser combatidas com intervenções simples.

A pesquisa intitula-se "Pneumonia e Diarreia: Combatendo as Doenças Mais Perigosas para as Crianças Mais Pobres do Mundo", e mostra que há uma grande oportunidade de diminuir a diferença entre a mortalidade infantil de países ricos e pobres. Para tanto, o documento recomenda um aumento dos recursos, do compromisso social e da atenção pública para as enfermidades. Atualmente, 90% de todas as mortes infantis resultantes dessas doenças ocorrem na África sub-sahariana e no sul da Ásia.

Segundo o diretor executivo do Unicef, Anthony Lake, "já se sabe quais são os tratamentos eficientes contra a diarreia e a pneumonia, as duas doenças que mais atingem as classes pobres." E portanto, bastaria uma maior aplicação de intervenções simples para combater essas doenças e diminuir a mortalidade infantil, "ajudando a garantir que cada uma dessas crianças tenha a oportunidade de crescer e se desenvolver".

Juventude discute comunicação da Campanha da Fraternidade 2013



 
A Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) promoveu no último fim de semana, sábado e domingo, 9 de 10 de junho, em Brasília (DF), reunião de planejamento da comunicação da Campanha da Fraternidade (CF) 2013.  O encontro teve o objetivo de elaborar as ações de promoção da CF do próximo ano, em que a Juventude será tema.
Na reunião, a juventude brasileira foi representada por jovens de Belém (PA), Brasília (DF), Manaus (AM), Paraná (PR) e Rio de Janeiro (RJ). Entre as apresentações, o padre Luiz Carlos, secretpario executivo da Campanha da Fraternidade, explicou a proposta da CF. "A campanha não é uma ação prolongada. Normalmente tem o tempo limitado em vista de uma causa bem clara. A CF coloca em pauta um tema para ser discutido pela sociedade, com o intuito sócio-transformador. Assim, queremos refletir o protagonismo juvenil na igreja e na sociedade", disse.
Em 2013, o tema da Campanha da Fraternidade será "Fraternidade e Juventude", com o lema: "Eis me aqui, envia-me" (Is 6,8). A CF é uma proposta evangelizadora da Igreja Católica desenvolvida na quaresma em preparação para a Páscoa. A campanha tem a missão de despertar o espírito comunitário e cristão; educar para a vida em fraternidade; e renovar a consciência da responsabilidade social.
A função da equipe de comunicação será de disseminar o conteúdo do texto base da CF por meio das redes sociais, produção de vídeos e interação com os jovens de todo país para mobilizar a juventude a participar efetivamente da Campanha da Fraternidade.
Autor: CNBB

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Aos 80 anos, sacerdote dedica 16 horas do seu dia para tirar jovens das drogas.




Padre Osvaldo Gonçalves não é de muita conversa. A cada pergunta, seu pensamento vai longe, como se buscasse nesses 80 anos vividos a resposta certa para tantas incertezas que a vida já lhe mostrou. Ele tem pressa. Não quer deixar de cumprir uma rotina de dedicação sem trégua, um cotidiano sempre repetido, das 6h às 22h, durante anos a fio, carregando pessoas boas, mas cheias de problemas difíceis de suportar. “Podia ter feito de outra maneira e não ter colocado tanto peso nas minhas costas, mas eu não soube fazer diferente”, conta o sacerdote no livro Eu me envolvi com os drogados, publicado em 2009.

Sempre dedicado a repassar valores a favor da família, a história desse homem começou no Bairro Padre Eustáquio, na Região Noroeste de Belo Horizonte, durante a década de 70, quando promovia encontros de jovens e casais para aconselhá-los. O lugar ganhou o nome de Recanto de Caná. Mas, em 1979, as queixas passaram a ser ainda mais preocupantes: estourava na cidade a dependência química. O seu primeiro contato com essa realidade veio quando uma mãe aflita chegou a ele e lhe apresentou seu filho Marcos, na época com 18 anos, que trazia no corpo verdadeiras chagas, como consequência das picadas, injeção de algafan – uma espécie de morfina – nas suas veias.

A Sexualidade humana pode ser “ferida” e precisa assim de cura e restauração.



Entrevista com a irmã Lacambra, especialista em temas de sexualidade humana
É sempre bom saber a origem das coisas. Isto ajuda a identificar as causas dos problemas, que quando crescem com várias ramificações impedem uma solução adequada. Alguns deles são os temas relacionados à sexualidade humana.
Para conhecer mais de perto estas realidades, ZENIT conversou com a irmã Maria Blanca Lacambra, da congregaçaõ das Servas da Verdade, que reside em Bayamón, Puerto Rico. Ela trabalha há muitos anos com diversos grupos da arquidiocese de San Juan, no que diz respeito à disfunções sexuais.
Por que o tema da sexualidade, com suas perversões, tornou-se uma notícia de todos os dias?
IR. LACAMBRA: Em primeiro lugar considero a sexualidade sagrada, criada por Deus e, portanto um presente seu. As perversões são ocasionadas por vários fatores inerentes a traumas, estupros e abusos de todo tipo. Sendo Puerto Rico uma sociedade matriarcal, onde a mãe faz quase tudo com relação aos filhos, e o pai se dedica a trazer o sustento para o lar, – hoje muitas mães trabalham e não têm tempo para os filhos -, são os filhos que ficam afetados por isso e em muitos casos se debilitam. Tudo isso faz com que muitas feridas fiquem impressas no cérebro e os acompanhem por toda a vida. Se estas feridas não são tratadas com cuidado por diversos profissionais qualificados na matéria, juntos com a consciência séria da participação de Deus nas nossas vidas, teremos diante de nós adultos com muitos distúrbios de comportamento e de personalidade; problemas que mais adiante se manifestarão tanto na vida matrimonial como na vida religiosa.
E isso pode ser mudado?
IR. LACAMBRA: Existem sacerdotes, psiquiatras, psicólogos e sexólogos que trabalham com isso, e pelo que a experiência está me ensinando, é necessário trabalhar rapidamente para eliminar, na medida do possível, as feridas que impedem os homens de adquirir a libertação; lembremos de que somos imagem e semelhança de Deus e são as feridas que nos impedem de sentir no nosso ser esse “menino” ou “menina” criada por Deus e que constantemente está gritando dentro de nós porque quer ser o que Deus, Nosso Senhor quis que fosse: seu filho ou filha querida.
E como prevenir isso com aqueles que entram nos seminários e conventos?
IR. LACAMBRA: Vejo que está sendo feito algo ultimamente, mas pouco. Que se faça um teste psicológico não é suficiente, porque se a pessoa é inteligente poderá manipular todos aqueles que a queiram mudar e não se poderá saber como é na realidade o candidato. Os candidatos não dizem muitas coisas que se deveria saber antes de entrar no convento, para serem ajudados. Vêm com muitas feridas da infância e da adolescência. E ainda mais, considero que exista medo pelo tema da sexualidade; não se aprofundiza como se deveria fazer. Lembremos que a sexualidade abarca o corpo, alma e espírito e portanto, nos acompanha ao longo de toda a vida e se não nos é familiar, amiga, diria, como é possível amá-la e deixar que ela cumpra com o fim para o qual Deus, Nosso Senhor a criou?
Vêm-se alguns casos disso, não?
IR. LACAMBRA: Se entramos nas comunidades nos encontramos com tantas coisas que estão acontecendo a nível mundial, seja com sacerdotes, religiosas, pastores e nos escandalizamos mas…, quem acompanhou estes candidatos à vida religiosa e sacerdotal no aspecto da sexualidade? Por acaso os seus pais? É triste constatar que muitos pais não sabem nada do que se refere a este tema tão importante. Eu diria que nem sequer alguns formadores e superiores de comunidades religiosas têm muito conhecimento desse tema. Muitos jovens entram no seminário ou na vida religiosa com a intenção de ficar, seja porque têm vocação ou por outras causas que já conhecemos; algumas delas não muito positivas. O fato de que hão haja formadores devidamente preparados para acompanhar estes candidatos, supõe que ante o voto de castidade tenham problemas. Além do mais, o mero fato de saber que existe fortes tentações, não supõe necessariamente que não existe a vocação.
Justamente os meios utilizados contra o maligno nestes momentos são importantíssimos: a oração, a recepção dos sacramentos, o santo terço, e acima de tudo, o acompanhamento de uma pessoa – geralmente o superior e o diretor espiritual – tanto no terreno espiritual como humano.
Na época da formação para o sacerdócio ou para a vida consagrada, quais são os sinais de alerta que se pode ter sobre isso?
IR. LACAMBRA: Eu diria que um apego excessivo ao superior, pois estão à procura de um pai; no caso das jovens, na superiora uma mãe. E isso se manifesta ao longo de toda a vida. Acredito que um candidato a religioso ou religiosa, que não tenha recebido o amor dos pais, terá muito mais dificuldade de seguir adiante sem ajuda. A necessidade de masturbar-se, de ver pornografia; a necessidade de estar horas diante da tela; o viver uma vida totalmente secularizada e superficial, são indícios da falta de compromisso diante de um assunto tão importante.
Não há como superar isso durante a formação?
IR.LACAMBRA: Na formação é necessário orientar os candidatos para terem uma vida de intensa oração, porque esse amor esmaga e apaga todo o resto. Mas não é o único. A nossa natureza é humana e, portanto, deve ser tida em conta. Se o amor radica na sexualidade, é impossível amar sem ser afetivo. Deus é amor! E quão bem o Papa Bento XVI nos dá a entender isso na sua Encíclica Deus Caritas Est. Os formadores deveriam ter conhecimentos da pessoa humana; devem ter conhecimentos da pessoa humana; devem preparar-se em sexologia e ser maduros afetivamente. Estudaram filosofia, teologia mas sabem pouco de afetividade se não provêm de uma família onde mamaram e foram testemunhas do amor que o pai tinha pela mãe e vice-versa; devem ter tido experiências de um amor filial que é o eixo da maturidade afetiva e do espírito. O sentido da castidade bem compreendida e vivida, leva a um amor tão grande que não se precisa de ninguém no caso do cônjuge; e de ninguém mais que o Esposo, no caso do célibe.
Outro tema do nosso tempo é a infidelidade entre os casais … Onde se origina isso?
IR. LACAMBRA: Nas oficinas que temos, percebemos que o grande problema que nos apresentam quando chegam não é o esposo ou a esposa, mas a falta de amor na infância; falta de amor pelas feridas que têm, sobretudo dos 0 aos 6 anos. Ali não houve um papai ou uma mamãe que lhes dera amor que necessitavam, para depois usar esse mesmo amor ao longo de toda a vida. Ao longo da terapia eles mesmos se dão conta de que existem coisas no fundo que lhes impossibilita o amor gratuito e maduro que devem ter um pelo outro; a felicidade é um presente que Deus lhes deu; presente que tem que ir desenvolvendo ao longo da vida. O cônjuge não é o culpável pela falta de felicidade no outro, na maioria dos casos.
A infidelidade é uma doença?
IR. LACAMBRA: não me atreveria a dizer que é uma patologia. Mas sim diria que é uma atitude, um estado produzido por uma insatisfação, uma busca do prazer; do sentido sem ter aprofundado bem na afetividade, que é o que se aprende no lar. Como, então, falar de espiritualidade se o relacionado com a natureza humana está “manco”?
E sobre a questão da homossexualidade? Alguns dizem que é adquirida, outros que se nasce assim, o que se sabe hoje sobre isso?
IR. LACAMBRA: Há um monte de idéias e teorias sobre isso. O que estudei – embora não seja sexóloga – é que existem dois tipos de sexualidade, a primária e a secundária. A primária refere-se a aquelas pessoas que desde pequenas já têm essa inclinação. Existem muitos fatores que devem ser tidos em conta, mas eu diria que entre 100 homossexuais, somente alguns seriam primários (os verdadeiros homossexuais). O resto, o maior número seriam os secundários; para nós, pseudo-homossexuais.
Então, tudo isso pode ser canalizado?
IR. LACAMBRA: A sexualidade é uma ciência moderna do século XX, portanto ainda está na sua infância. Encontram-se muitas coisas, e trabalhando com as pessoas nos damos conta de que o homossexual secundário não o é realmente, é um falso ou pseudo-homossexual. O que faz que com a ajuda de pessoas idôneas possam voltar a ser heterossexuais, que é o que Deus quis para eles. No entanto, também encontramos casos de homossexuais primários que nos foi possível orientar por meio da vida espiritual e lhes ajudamos a amar a Deus, que constitui o fundamento do seu amor. Conseguiram: colocando a Deus, Nosso Senhor no topo, o resto fica em segundo plano.
Na nossa arquidiocese existe um grupo chamado “Courage” que ajuda os homossexuais e ali consegue-se muitos frutos. É claro que ao aproximar-se de Deus, e aprender a amá-Lo faz com que a pessoa se apaixone por Ele e leva a ir apagando as paixões que nos separam Dele a nível terreno: o prazer, a comodidade, etc. Além do mais, o saber canalizar bem a energia sexual faz que a sexualidade não transborde e cause inundações que vemos em todos os lugares.
[Tradução Thácio Siqueira]

domingo, 10 de junho de 2012

Banda Dominus confirma presença no Encerramento dos Festejos de São Pedro de Ibiapina-CE

É com grande satisfação que informamos aos nossos leitores a confirmação da Banda Dominus para o encerramento dos Festejos de São pedro  que acontecerá em Ibiapina-Ce nos dia 29 deste mês de Junho,a partir das 19 horas  no calçadão da Liberdade, com a participação da Banda Convida e do Ministério de música da mãe de Misericordia.esta é uma realização da paróquia de São Pedro, ministério Jovem e Apoio da Prefeitura de Ibiapina-CE.
 Dominus é uma Banda que há  22 anos se destaca pela rica mistura de ritmos e danças e por ser pioneira no “AXÉ” dentro da música católica, sendo hoje uma das mais importantes bandas neste segmento no Brasil.
O grupo administra ainda a ONG Arte Pela Paz, que realiza trabalhos de inclusão sóciocultural nos campos da música, dança e arte. As atividades são voltadas para comunidade carente de Belo Horizonte com o objetivo de promover uma cultura de paz e cidadania.

Recentemente, a Dominus assinou contrato com a Som Livre e lançou seu mais novo CD intitulado “Não estou sozinho”, trabalho que atesta toda a qualidade musical da banda mineira e que contou com a participação de Padre Fábio de Melo e Ivete Sangalo, dois ícones da musica brasileira.
 
 
 
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Cristofobia: Perseguição contra cristãos em países islâmicos é destaque na Revista Época.

A Revista Época publicou uma matéria na qual destaca a perseguição sofrida por cristãos em países de maioria islâmica como na África Ocidental, no Oriente Médio, no Sul da Ásia e também na Oceania.
O texto foi assinado pela pesquisadora Ayaan Hirsi Ali, nascida na Somália, e que hoje vive na Holanda. Hirsi Ali falou em seu texto sobre a situação vivida pelos cristãos em lugares onde a liberdade religiosa é combatida com armas, bombas e muita violência, e lembrou os diversos ataques sofridos por cristãos em países como a Nigéria, onde o grupo extremista Boko Haram já matou dezenas de pessoas desde o começo desse ano.
Além da Nigéria, foram destacados também problemas do Sudão onde, governados pelo regime autoritário do norte, muçulmanos sunitas atormentam as minorias cristãs e animistas do sul do país.

Pastor que acusa Edir de ligação com narcotráfico teme atentado

aviso do pastor Carlos Magno de Miranda, ex-Iurd
Magno colocou esta advertência no Facebook
No dia 29 de maio, Carlos Magno de Miranda escreveu em sua página no Facebook que, se vier a sofrer um atentado, os nomes dos responsáveis estão na caixa de seu e-mail. “É só passar para a Polícia, que ela chegará aos criminosos.” 

Magno é o pastor que desde 1991 acusa o bispo Edir Macedo, chefe da Universal, de ter comprado a TV Record com ajuda de narcotraficantes colombianos, do Cartel de Cali.

Cinco dias depois de o Magno ter publicado o aviso no Facebook, o blog de Vini Silva, que se apresenta como historiador e teólogo, publicou uma entrevista com o pastor na qual ele reafirmou suas acusações. “Conheço todos os detalhes dessa negociação imoral.”

Magno contou que em dezembro de 1989, do dia 12 ao 14, ele e sua mulher e outros quatros casais da seita foram a Bogotá (Colômbia) para conhecer a cidade onde seria instalado um templo da Universal. “Só no hotel o bispo [Honorilton] Gonçalves contou a verdade [...]: um traficante, sensibilizado com a campanha da compra da Record, se ofereceu para emprestar US$ 1 milhão e uma quantia a qual não sei calcular em pedras de diamantes”.

Stress como pressões da vida cotidiana



            Todos nós seres humanos temos ansiedades em nossa vida. Dia a dia convivemos com expectativas.
                Como e quando será? O que acontecerá e por quê? Porque comigo?
                Alguns conseguem trabalhar melhor esta questão, outros menos, mas todos temos ansiedades.
                Como não sofrer debaixo desta pressão?
                Hoje em dia, as pessoas andam cada vez mais ocupadas, pressionadas. Lidam constantemente com assuntos pendentes, prazos, sonos interrompidos, preocupações familiares e financeiras.
                Houve uma época em que o tempo transcorria mais devagar, onde o lar era o refúgio, um tempo em que não se ouvia falar em stress.
                O stress é um termo que vem da física, e que literalmente, significa pressão ou esforço que tende a deformar um corpo. O stress pode derivar do ambiente, do nosso organismo ou da nossa mente.
                A psicologia afirma que parte do stress é provocada pelos nossos pensamentos negativos e por raciocínios errados.
                Veja, o próprio apóstolo Paulo viveu sob constantes pressões, ele desejava alcançar o mundo pregando o evangelho de Cristo, mas foi duramente perseguido, com pessoas inclusive querendo matá-lo.
                Como Paulo, vivemos muitas pressões seja no âmbito familiar, profissional ou pessoal. Como se livrar dessas preocupações?
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O santuário de Lourdes acolhe nestes dias (8 e 9) um Colóquio Científico Internacional sobre o tema "Lourdes, saúde e ciência: que significa hoje ficar curado?" Trata-se do primeiro encontro do género, organizado pelo Secretario das Verificações Médicas e pelo Comité Médico Internacional, de Lourdes, sob a égide do Conselho Pontifício para a Pastoral dos Serviços de Saúde, no vigésimo aniversário da criação do Dia Mundial do Doente. Participam representantes da Igreja e profissionais da saúde, nomeadamente médicos de variadas especializações e também psicanalistas. Hélène Destombes, do programa francês da RV, falou com o doutor Alessandro de Franciscis, médico permanente e presidente do Secretariado das Consultas Médicas, de Lourdes. A entrevista (em francês). 

Autor: Rádio Vaticano
 

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