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sexta-feira, 8 de junho de 2012

É possível viver a fé de maneira individualista?


Podemos ser autênticos cristãos sem participar da igreja?
                Talvez os escândalos, muitas vezes infundados, envolvendo religiosos e religiosas, desanimem a comunidade na ideia de pertencerem a igreja. Mesmo com isto amados filhos e filhas de Deus, é correto afirmar que a vida cristã e a fé não andam separadas. Pela fé mantemos um relacionamento contínuo com Deus e com as pessoas, nossos irmãos em Jesus Cristo.
                Na bíblia lemos em Hebreus no capítulo 10 versículo 25 a: "Não abandonemos a nossa assembléia, como é costume de alguns, mas admoestemo-nos mutuamente".
                A vida em comunidade quebra o isolamento vivido por muitos. A sociedade moderna separa classe, raça e cultura, mas não é possível separar fé da comunhão com o irmão.
                Quando juntos estamos, podemos unir forças para louvar a agradecer a Deus por todos os benefícios recebidos. É a união que nos auxilia no crescimento espiritual e no amadurecimento das atitudes.
                Para não participarem de uma comunidade cristã as pessoas dão as mais diversas desculpas, isto ocorre por que tais pessoas não querem assumir um compromisso mais sério com Deus e com os outros.
                Talvez você tenha se decepcionado por alguma experiência ruim que passou dentro da igreja, mas não esqueça, a igreja é santa, mas também é pecadora por que ela é feita por homens.
                Não é possível que por um motivo muitas vezes banal, você se afaste da comunhão com Deus e com aqueles que Ele chamou para estar junto na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
                Busque a Deus com toda a sinceridade do vosso coração, participe da santa missa e das atividades de aprofundamento da fé propostas e esteja em comunhão com as pessoas que professam a mesma fé.
                Só encontramos a verdadeira paz em Deus presente na Santa Eucaristia e que está sempre disponível para no acolher!
                "Não devemos permitir que alguém saia de nossa presença sem sentir-se melhor e mais feliz." Madre Teresa de Calcutá

POR PE. ALBERTO GAMBARINI

"Rota Franciscana - Frei Galvão" é inaugurada em Aparecida


Foi inaugurado na última terça-feira, 05, nas cidades paulistas de Guaratinguetá e Aparecida, o roteiro turístico "Rota Franciscana - Frei Galvão".
O evento teve início na Basílica de Nossa Senhora Aparecida, com a Benção do Caminho. Em seguida, os presentes partiram para a cidade vizinha, Guaratinguetá, mais especificamente à Catedral Santo Antônio, para a inauguração festiva da Rota.
Posteriormente, houve uma bênção final, no Santuário de Frei Galvão.
Responsável pela cerimônia, o pároco da Matriz Basílica Nossa Senhora Aparecida, Padre José Bello, considerou a iniciativa uma "homenagem muito justa" a Frei Galvão.
Também presente na inauguração, Frei Almir Ribeiro Guimarães, representante da Ordem dos Frades Menores, da qual Frei Galvão fazia parte, declarou que diante da dificuldade da Igreja com a evangelização a "Rota Franciscana" pode surgir como um alento, contribuindo para aproximar os fiéis da mensagem de Deus.
A "Rota Franciscana" tem 818 quilômetros de extensão e envolve 31 municípios. Está distribuído em cinco rotas denominadas: alegria, conhecimento, esperança, equilíbrio e sabedoria e tem como atrações monumentos artísticos e belezas naturais diversas.
O objetivo do roteiro, segundo seus idealizadores, é conduzir os peregrinos por uma experiência de fé ao caminharem pelos lugares que marcaram a vida do primeiro santo brasileiro. (BD/JS)
Com informações da A12.com.

Autor: Gaudium Press

A excelência da Castidade


Ninguém melhor que o Espírito Santo saberá apreciar o valor da castidade. Ora, Ele diz: "Tudo o que se estima não pode ser comparado com uma alma continente" (Eclo 26, 20), isto é, todas as riquezas da terra, todas as honras, todas as dignidades, não lhe são comparáveis. Santo Efrém chama a castidade de "a vida do espírito"; São Pedro Damião, "a rainha das virtudes"; e São Cipriano diz que, por meio dela, se alcançam os triunfos mais esplêndidos. Quem supera o vício contrário à castidade, facilmente triunfará de todos os mais; quem, pelo contrário, se deixa dominar pela impureza, facilmente cairá em muitos outro vícios e far-se-á réu de ódio, injustiça, sacrilégio, etc. A castidade faz do homem um anjo. "Ó castidade, exclama Santo Efrém (De cast.), tu fazes o homem semelhante aos anjos".

 Essa comparação é muito acertada, pois os anjos vivem isentos de todos os deleites carnais; eles são puros por natureza; as almas castas, por virtude. "Pelo mérito desta virtude, diz Cassiano (De Coen. Int., 1. 6, c. 6), assemelham-se os homens aos anjos"; e São Bernardo (De mor. et off., ep., c. 3): "O homem casto difere do anjo não em razão da virtude, mas da bem-aventurança; se a castidade do anjo é mais ditosa, a do homem é mais intrépida". "A castidade torna o homem semelhante ao próprio Deus, que é um puro espírito", afirma São Basílio (De ver. virg.).

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Uma correção de natureza histórica sobre a 1ª Missa celebrada no Brasil em 1500.



512 anos: Uma Errata sobre a 1ª Missa no Brasil

 

Quase todos nós ao ouvirmos falar da primeira Missa celebrada em território brasileiro imediatamente trazemos à nossa mente a imagem imortalizada pela tela de Victor Meirelles de 1860 e atualmente exposta no Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro. A pintura, de estilo romântico, representa os indígenas e portugueses assistindo a uma Missa celebrada pelo Frei Henrique de Coimbra, acolitado por um outro frade, diante de uma grande cruz de madeira armada junto do altar da celebração. Por ocasião dos 512 anos da celebração da primeira missa no Brasil, essa imagem está sendo compartilhada nas redes sociais para relembrar o evento. Contudo, a tela de Meirelles retrata na verdade, a segunda Missa no Brasil, celebrada dia 1º de maio.
No dia 26 de abril de 1500, os portugueses celebraram a primeira missa no Brasil, mas na ilha da Coroa Vermelha, uma ilhota que já não existe mais. Era Domingo da Oitava de Páscoa, e a Missa foi celebrada de forma cantada, sobre um altar montada debaixo de um dossel, assistida por cerca de 1000 homens da esquadra de Pedro Álvarez Cabral. Na praia do continente, cerca de 200 indígenas acompanhavam de longe a cerimônia.

Você conhece a nova geração de padres que evangelizam através da música?


Os sacerdotes católicos Alessandro Campos, Adriano Zandoná, Nilso Motta (em pé, da esq. para a dir.) e Juarez de Castro: serenidade para lidar com o assédio feminino
Os sacerdotes católicos Alessandro Campos, Adriano Zandoná, Nilso Motta (em pé, da esq. para a dir.) e Juarez de Castro.


Eles são jovens, informais, misturam música religiosa com eletrônica, chegam a vender mais discos do que astros sertanejos
Fonte: Revista Veja
Os jovens sacerdotes poderiam ser facilmente confundidos com integrantes de uma banda pop, não fossem as camisas clericais.
Bonitos, carismáticos e informais, eles figuram entre os nomes emergentes de uma nova geração de religiosos católicos dedicados a divulgar o Evangelho além da missa. Para isso, estão cada vez mais presentes na mídia, com discos, livros e programas de rádio e TV, fenômeno que ganhou fôlego desde 2008, quando pela primeira vez dois padres (Fábio de Melo e Marcelo Rossi) ficaram na lista dos dez maiores vendedores de CDs do país. No ano passado, foram quatro (incluídos também Robson de Oliveira e Reginaldo Manzotti).
A gênese do fenômeno vem da década de 60, quando o padre Zezinho levou, por influência do iê-iê-iê dos Beatles, guitarras e baterias às missas do Santuário São Judas Tadeu, na Zona Sul. Ao mesmo tempo em que tocou o coração de muitos, foi chamado de “estrela” e “achincalhador da fé”.
Polêmica semelhante envolveu Marcelo Rossi, que explodiu nos anos 90 fazendo os devotos suarem a camisa com suas coreografias e hoje soma vendas de 12 milhões de discos e 8 milhões de livros. Tal popularidade não é desprezada pela Igreja Católica, que viu sua penetração entre os brasileiros cair de 83% para 68% nos últimos vinte anos e, ao mesmo tempo, os evangélicos ganharem terreno, em parte pelo surgimento de pastores midiáticos e marqueteiros, em parte pelo engajamento político de sacerdotes e bispos simpáticos à Teologia da Libertação.

Lei da Dinamarca obriga Igreja a celebrar casamento gay

O Parlamento da Dinamarca aprovou hoje (7) a legalização do  casamento de homossexuais em templos da Igreja Evangélica Luterana, que é a religião oficial. Se o Estado dinamarquês fosse laico, ele não poderia se impor aos religiosos nessa questão.

A Igreja já tinha de aceitar a união gay, mas não estava obrigada a realizar um serviço religioso completo para sacramentá-la e o que havia era apenas uma benção. Pastores que discordam do casamento entre pessoas do mesmo sexo ficam dispensados de conduzir a cerimônia.

Percentual de descrentes
na Dinamarca 
A nova lei entra em vigor no próximo dia 15. Na Islândia e Suécia já existe casamento no civil e religioso entre pessoas do mesmo sexo.

Em 1989, a Dinamarca foi o primeiro país do mundo a legalizar o casamento gay em cartório. Em 2009, reconheceu o direito dos homossexuais de adotarem crianças.

A Dinamarca tem cerca de 5,5 milhões de habitantes. Trata-se de uma monarquia constitucional. Embora não haja uma separação formal entre Estado e Igreja, o número de ateus no país é elevado.
O sociólogo americano Phil Zuckerman apurou em diferentes pesquisas que o percentual de descrentes varia de 43% a 80% da população. A variação é grande por causa da metodologia de cada uma das pesquisas. 

Com informação das agências.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Memória Histórica: as últimas mensagens de Paulo VI em português


Giovanni Battista Enrico Antonio Maria Montini, o Papa Paulo VI, foi eleito à Cátedra de Pedro em 21 de junho de 1963. Seu pontificado durou 15 anos. Em 6 de agosto de 1978, o Papa “peregrino” morreu, improvisamente. Ele estava na residência papal de Verão, onde um mês antes faria sua última saudação em língua portuguesa.

Com estima em Cristo, saudamos os presentes de língua portuguesa; em particular, os oficiais, cadetes e tripulantes do Navio-Escola Custódio de Mello, do Brasil. Sede bem-vindos!
No garbo da vossa grata presença tomamos motivo para auspiciar que brilhe sempre na vossa vida igual pundonor: no culto dos autênticos valores humanos e cristãos, com solidariedade, espírito de servir e amor, bases da fraternidade e da paz entre os homens.
Pedimos ao Deus da paz que esteja sempre convosco, ao abençoar-vos, assim como aos vossos entes queridos”.

Esse é o Quadro Memória História, que hoje traz as últimas mensagem em língua portuguesa do Papa Paulo VI.

Como está o processo judicial do mordomo que traiu a confiança do Papa?



O mordomo do Papa Bento XVI, Paolo Gabriele (foto), preso no último 23 de maio e acusado de ‘roubo com agravante’ após as filtrações de documentos confidenciais da Santa Sé, não está despedido mas em condição de “suspensão” pois não há ainda uma sentença conclusiva sobre o seu processo, explicou hoje o Diretor da Sala de Imprensa do Vaticano, Padre Federico Lombardi.

Gabriele foi submetido ao seu segundo dia consecutivo de interrogatório formal, que amanhã não será realizado devido à festa de Corpus Christi, nem está previsto que continue na sexta-feira.
O porta-voz vaticano explicou também que o interrogatório formal em curso está sendo realizado no Tribunal do Estado da Cidade do Vaticano e não na Câmara de Segurança onde se encontra em condição de prisão preventiva desde o dia em que foi detido.
Pe. Lombardi também assinalou que Paolo Gabriele esteve com sua esposa em mais de uma ocasião mas acrescentou que não serão dados detalhes do encontro por respeito à discrição que a própria família pediu.

Um Grito sem Som...


por Padre Fabio de Melo

O Show já estava terminando. Minuto final. Eu já me despedia do povo. A placa de finalização já tinha sido levantada e a transmissão ao vivo precisava ser encerrada. Era o final do Hosana Brasil, o maior evento da Canção Nova.
E foi então, que no meio da multidão alguém se destacou. Alguém que chorava dominado pela emoção que eu desconhecia a razão. Prestei atenção. Um fração de segundos. E foi então que pude ouvir de seus lábios: "Padre Fábio, eu te amo. Você salvou minha vida!"
Não, não havia som naquelas palavras. O que havia era o grito da vida sussurrado no meio do grito da multidão.
Um rapaz desconhecido, rosto perdido na multiplicidade de rostos. Plural que ficou singular, pela força de olhares que se encontraram, por acaso.
Eu pensei que já sabia a razão do meu Hosana, mas não. A minha razão seria revelada, somente ao final de tudo. Eu que pensei que já levara comigo as causas de meus louvores, de repente, ali, fui surpreendido pela voz de Deus nos lábios silenciosos daquele moço.
Logo em seguida eu soube a razão da emoção. O rapaz era alcoolatra e o entrou em processo de recuperação depois que uma palavra pronunciada por mim o atingiu, há algum tempo atrás.Ele veio de Foz do Iguaçú e trouxe sua família para celebrarem juntos esta graça. Olhei seus filhos e esposa e agradeci a Deus pelo bem acontecido.

Festival Halleluya aguarda 1 milhão de pessoas na Cidade da Paz





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Padre Fábio de Melo, festival de artes integradas e ampliação são novidades para adição 2012 do Halleluya

Aconteceu na manhã desta terça-feira, 05, no Centro de Evangelização da Paz  da Comunidade Católica Shalom em Fortaleza, a entrevista coletiva que marcou o anúncio oficial das novidades do Festival Halleluya para sua edição comemorativa de 15 anos de evento.

Contando com a participação dos principais meios de rádio, TV e jornal da cidade, a coletiva teve sua mesa composta por Gabriella Dias, Responsável pela Comunidade Shalom em Fortaleza, Drª Luciana Carlos, Responsável pelo Hemoce, Fábio Lima, Coordenador do Setor de Eventos Shalom e Tobias Cortez (Responsável pela divulgação do Halleluya 2012).

Gabriella Dias fez um breve histórico sobre a Comunidade em seus 30 anos, sobre a convenção Shalom em Roma e 15 anos de Halleluya. Em seguida, Drª Luciana falou da importância da parceria do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará – Hemoce com o Festival  Halleluya, que desde 2003 já forneceu mais de 4.500 bolsas de sangue e 1.338 cadastros de possíveis doadores de medula óssea. “São mais de 600 bolsas arrecadadas durante o Halleluya. No mês de julho, mês de férias, o número de doadores diminui, já contamos com o Halleluya para abastecer o nosso estoque,” ressalta a diretora.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Um deprimido, um amigo-luz, janela para o Céu



Das profundezas eu clamo a vós, Senhor!

Gritando, eu imploro! Eu suplico!
derramo meu lamento,
diante do Senhor exponho a minha angústia,
enquanto meu alento desfalece.

Ergo os olhos para os montes... de onde virá o meu socorro?


Essas passagens do livro dos Salmos resumem à perfeição os sentimentos de um coração em depressão... quando ele consegue orar!!! Sua solidão é tão vasta, sua tristeza tão profunda, sua prostração física tão esmagadora que o mais comum é sequer conseguir pensar em Deus ou experimentar sua presença.
Restam-lhe poucos referenciais exteriores e praticamente nenhuma razão para continuar a viver. Nada, ninguém, nem ele mesmo fazem sentido. E isso, não por vontade própria ou “birra”; não por carência ou desejo de chamar atenção. Independe de sua vontade a ligação à realidade, a relação com a objetividade. Sua vontade, aliás, está anestesiada e centrada no escuro mundo do não querer. Tarefas corriqueiras exigem forças semelhantes a subir o Everest: banho, escovação de dentes, comida, cabelo penteado, tudo parece custoso demais. Quanto menos luz externa, melhor. Seu interior, desmoronado, deserto e sombrio, anseia por um ambiente que se adeque a ele.
Algumas pessoas em seu redor dividem-se em sentimentos insanos de acusação, cobrança, falsas expectativas, busca de soluções imediatas. Acusam-no de “se entregar”, cobram-lhe reação e força, submetem-no a diversões que não deseja, filmes que abomina, música que lhe fere o ouvido: “Precisa sair, divertir-se, descansar. Isso o fará melhor”.
Há os que ferem profundamente com frases viperinas: “Isso é preguiça!”, “Ai, meu Deus, outra vez, não, por favor!”, “Que bicho te mordeu dessa vez?”, “Aprende a reagir, criatura!”, “Cadê tua fé? Tanto que você prega por aí! Tanto que fala em Deus! Cadê Ele? Recorre a Ele agora!”, “Faça um ato de fé! Vai ser feito conforme a tua fé!”, “Ore em línguas 10 minutos por dia que você sai dessa!”, “Viva os Estatutos, espelhe-se na fé de seu fundador, do santo de sua devoção”,“O segredo é fazer de conta que nada está acontecendo e continuar em suas atividades de cada dia. Se der atenção a isso, vai ser pior!”
Outros apresentam pacotes espirituais: “Reze mais, isso é falta de oração!”, “Reze o terço e ficará bon-zi-nho!”, “Olha, é só rezar o Salmo 190 todos os dias, o Salmo 140, o 40...”, “Venha comigo à igreja, lá o obreiro expulsa a depressão e ela vai embora”, “Te garanto que se você passar uma manhã em adoração todos os dias fica bonzinho”.

O mistério da sexualidade humana

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Durante a adolescência e a juventude, acontece à busca da própria identidade em todos os aspectos, especialmente na sexualidade. Isso se deve às grandes e rápidas transformações físicas e emocionais, ocorridas, sobretudo na adolescência, momento em que a pessoa percebe que possui um corpo, masculino ou feminino, e passa a senti-lo de modo bem definido.

Convém lembrar que a sexualidade humana não é feita apenas de corpo, e não se situa exatamente nos genitais. O jovem e a jovem podem e devem estar atentos ao fato de que todo o seu ser dá sinais da própria sexualidade. Uma vez que a sexualidade é parte importante na sua identidade, é preciso que o jovem e a jovem conheçam exatamente o que a compõe, descubram sua sexualidade como um belíssimo dom de Deus, orientado para a doação de si mesmo na Caridade, e não como um objeto de consumo ou mero prazer.

A palavra “sexo” é particípio passado do verbo latino “secerno”, isto é, “seccionado”, “dividido”. Deus criou o ser humano, homem ou mulher, “sexuado” em todo o seu ser: no cabelo, na voz, na maneira de pensar e agir etc. Cada fibra do seu ser, o seu “eu” pessoal traz o caráter masculino ou feminino. Não são os órgãos genitais que definem a sexualidade. Esta é definida, na sua parte física, por glândulas de secreção interna – a hipófise, o hipotálamo, a glândula pituitária, tiróide, supra renal etc. –, pelo espírito e pela personalidade.

O Matrimônio na História: “O Estado não tem o poder de colocar as mãos em características fundamentais do instituto familiar”

Mons. Vitaliano Mattioli

Aconteceu de 30 de maio até o 3 de junho, em Milão (Itália), o VII Encontro Mundial das Famílias, que teve como tema: “A família, o trabalho, e a festa”.
É inútil repetir o quanto a família esteja ameaçada hoje. Basta uma simples reflexão para dar-se conta de uma verdadeira conjura contra a instituição familiar.
O encontro de Milão teve por objetivo sensibilizar a consciência social e colocar de novo a família no lugar que lhe corresponde, ou seja, no centro da sociedade.
Nessa reflexão de hoje partimos do princípio de que o Estado vem depois da família. É o conjunto das famílias que constitui o Estado. Por isso o Estado não tem o poder de colocar as mãos em características fundamentais do instituto familiar, mas somente providenciar que a família sobreviva como instituição natural da sociedade.
Vejamos, por exemplo, como em em todas as culturas encontramos disposições em defesa da família como sociedade natural fundada sobre o matrimônio. Façamos um percurso histórico.
No Código de Hamurabe (1750, mais o menos, a.C.) está escrito: “Se um homem  se casou com uma mulher, mas não concluiu o contrato com ela, esta mulher nao pode ser acreditada como esposa legítima” (n. 128);  Se uma mulher casada é  surpreendida na cama com um outro homem, todos os dois devem ser amarrados e afogados” (n. 129).

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Missa reúne 1 milhão de pessoas no encerramento do 7º Encontro Mundial das Famílias



No último sábado, 2 de junho, foi organizado, no moderno estádio de futebol San Siro, sede de duas importantes equipes da Itália, Milan e Inter de Milão, um grande encontro com aproximadamente 80 mil crismandos. O papa Bento XVI os convidou à perseverança.
No mesmo dia, à noite, aproximadamente 400 mil pessoas se dirigiram pelas ruas de Milão, a pé ou em alguns meios de transporte, para o aeroporto de Bresso, onde houve a Festa dos Testemunhos. Um palco montado para a ocasião, equipado com a tecnologia de TVs locais, animado com a presença de músicos e artistas, foi o local onde Bento XVI se encontrou com alguns casais, de várias partes do mundo, inclusive do Brasil.
No domingo, 3, como era anunciado pelos jornais e pelas autoridades publicas, um milhão de pessoas participou da missa com o papa. A missa de encerramento do 7º Encontro Mundial das Famílias começou as 10h e terminou ao 12h. Como sempre, durante estes grandes eventos com a presença do Sumo Pontífice, havia muita alegria e emoção. O papa, ao atravessar quase todo o aeroporto para chegar no palco principal, onde estava o altar, parou varias vezes para abraçar e abençoar algumas crianças. Já no caminho para o aeroporto, muitas famílias jovens realizavam o trajeto como uma pequena peregrinação.
Os diversos países representados se destacavam ora pela participação direta de um de seus representantes durante a celebração, ora pela agitação das bandeiras, e finalmente, pelas reações à mensagem do papa em varias línguas.
Próximo Encontro
Ao final da missa, o papa Bento XVI anunciou a próxima cidade sede do Encontro Mundial das Famílias, em 2015, e a escolhida foi Filadélfia, nos Estados Unidos. Será a vez de se promover o evento no Continente Americano.

"Vigília dos Jovens Adoradores" é realizada semanalmente por jovens no Rio



 por
rio2013.com

Setor Juventude da Arquidiocese do Rio de Janeiro organiza a “Vigília dos Jovens Adoradores”, que tem como objetivos preparar espiritualmente a juventude do Rio, rezar pelos preparativos da JMJ Rio 2013, pelos jovens do mundo inteiro e pelo Santo Padre, tendo como apoio a Arquidiocese do Rio de Janeiro.
As vigílias são conduzidas em cada edição por distintos movimentos, novas comunidades e pastorais juvenis da Arquidiocese do Rio de Janeiro, acompanhados de um sacerdote. Desta forma é valorizada a diversidade eclesial e o carisma de cada espiritualidade.
O público chega a cerca de mil jovens a cada vigília, e tende a crescer com a proximidade da JMJ Rio 2013.
A próxima Vigília será dia 8 de junho e terá como tema “Vocês receberam o Espírito que os adota como filhos” (Rm 8, 15), lema da Jornada Mundial da Juventude de 1991 realizada em Czestochowa (Polônia). A Missa será celebrada pelo bispo auxiliar do Rio de Janeiro, Dom Paulo Cezar e contará com a presença de Márcio Todeschini e Olívia Ferreira e a participação da Comunidade Pequeno Rebanho e do Movimento Regnum Christi.
A divulgação é feita pelas mídias segmentadas da Arquidiocese do Rio de Janeiro: Jornal Testemunho de Fé, Rádio Catedral FM, Portal da Arquidiocese e WEBTV Redentor; pelas mídias da JMJ Rio 2013 (Página da internet e Fan Page do Facebook); como também por muitos jovens conectados em redes sociais da internet.

A Música: Esplêndido instrumento para levar o homem a Deus!


“A criação é um evento sonoro. A criação é harmonia. E a harmonia se expressa através de uma forma musical”.
Esta é a maneira de expressar a importância da música, segundo o Cardeal Gianfranco Ravasi, presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, entrevistado no programa de rádio Ecclesia in Urbe, que vai ao ar toda quinta-feira na Rádio Vaticano.
A música é uma linguagem universal que leva à descoberta da fé, disse o cardeal. A relação entre essas duas realidades está enraizada nas brumas do tempo, quando, como relatado no livro de Provérbios, “dançando e cantando Deus criou a harmonia do universo”.
Exatamente nesta relação antiga, mas sempre nova, o cardeal Ravasi concentrará o diálogo com o maestro Riccardo Muti, de renome internacional, que será realizado segunda-feira, 4 de junho, na Basílica de Santa Mariaem Ara Coeli, em Roma, às 19:30, intitulado “Em Diálogo: Fé e música”.
Este é o evento final da série de encontros do projeto “Una porta verso L`infinito”, organizado pelo departamento de comunicação social do Vicariato em colaboração com o Conselho Pontifício para a Cultura, que, desde dezembro, tem enriquecido a capital com iniciativas que realçam o esplêndido papel da arte como instrumento para levar o homem a Deus.
“Sou ligado a Muti a partir de uma profunda amizade e conheço bem a sua sensibilidade – disse o cardeal em entrevista à rádio. Com ele, muitas vezes refletimos sobre a necessidade de tecer a busca musical contemporânea com as novas formas de expressão, as novas linguagens, as novas gramáticas musicais”.

Festival Halleluya cumpre 15 anos evangelizando a juventude e a cultura no Brasil