quinta-feira, 12 de abril de 2012

Aborto dos anencéfalos: A nossa convicção está assentada na justeza da nossa causa, mesmo que “percamos”!


Ovos  de tartaruga NÃO PODEM,  crianças anencéfalas, Pode!


Ovos de tartaruga NÃO PODEM, crianças anencéfalas, Pode!
Reinaldo Azevedo

O Supremo Tribunal Federal decide hoje a legalidade do aborto de anencéfalos. O relator é o ministro Marco Aurélio Mello, que já deu sinais claros de que emitirá um voto a favor. Cristãos e defensores da vida de outras religiões — também ateus e agnósticos — iniciaram ontem uma vigília em frente ao Supremo. Sim, vamos perder. Diria melhor: a vida vai perder. E daí?
Uma razão a mais para não desistir! Seremos aqueles que lutam apenas para ganhar? Somos tão frouxos, tão covardes, tão mesquinhos que nossa convicção só se alimenta da certeza da vitória? Não! A nossa convicção está assentada na justeza da nossa causa! O importante é não se calar mesmo quando o debate está interditado.
Há formas sutilmente autoritárias de silenciar o debate ou esmagá-lo. O mais corriqueiro hoje em dia é afirmar que se está falando em nome da ciência. Ela seria uma espécie de redutor de todas as contendas, anulando quaisquer outros princípios ou realidades, como ética, moral, crenças religiosas etc. Diante dela, todo o resto estaria desautorizado. Assim, em questões que nos dividem, conviria convidar esse juiz neutro: o cientista. Sempre? Bem, imaginem a seguinte situação: quem é o melhor poeta moderno, Fernando Pessoa ou Yeats (podem botar um outro qualquer entre as alternativas)? E o melhor escritor brasileiro: Machado de Assis ou Guimarães Rosa? Ah, chamemos os cientistas. Eles saberão responder essas e outras questões. Os cientistas são como os bárbaros daquele célebre poema de Constantino Kafávis: quando eles chegarem, resolverão tudo. Não precisaremos ter moral até lá. Os bárbaros a terão por nós.
Seria, claro, ridículo convocar a ciência para definir o melhor poeta moderno ou o melhor romancista brasileiro de todos os tempos, não? A questão é séria e ampla (!) demais para ser respondida por um conjunto de saberes supostamente inequívocos. Já com a vida humana, tudo parece mais fácil. Sim, um tanto constrangido por meu primitivismo, por este meu viés terrivelmente autoritário, atrevendo-me a falar quando deveria, obviamente, silenciar ou ser silenciado, ouso dizer que sou, sim, contrário a que seja o STF a definir a terceira situação em que o aborto seria legalmente permitido – as duas outras são em caso de estupro e de risco de morte da mãe. Não vejo como o tribunal possa acrescentar um dado novo ao Código Penal. Mas digamos que o entendimento seja o de que pode, sim, fazê-lo. A minha restrição não se restringe ao rito legal: é também de princípio.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

RCC CAMOCIM PROMOVE ENCONTRO DA MISERICÓRDIA

Divina Misericórdia, a verdade salvífica


No próximo domingo, dia 15 de abril, será celebrada a Festa da Misericórdia na sede da Associação Comercial, a partir das 9 da manhã.


Na Encíclica Dives in Misericordia o beato João Paulo II fala sobre a importância da Divina Misericórdia na vida de todo cristão:

“É preciso que a Igreja do nosso tempo tome consciência mais profunda e particular da necessidade de dar testemunho da misericórdia de Deus em toda a sua missão, em continuidade com a tradição da Antiga e da Nova Aliança e, sobretudo, no seguimento do próprio Cristo e dos seus Apóstolos. Professando-a em primeiro lugar como verdade salvífica de fé necessária para a vida em harmonia com a fé; depois, procurando introduzi-la e encarná-la na vida tanto dos fiéis, como, na medida do possível, na de todos os homens de boa vontade”.

Mais de 200 casais casam em uma mesma cerimônia em Uganda



A catedral da Diocese de Nebbi, em Uganda, foi sede de um acontecimento sem precedentes no fim deste mês de março. Ao todo, 219 casais contraíram matrimônio em uma multitudinária cerimônia. A cerimônia foi realizada pelo bispo local, Dom Wanok Sanctus, como um passo a mais na nova evangelização, convidando a que as famílias comecem sua vida comum sob a benção divina.
Segundo informou o boletim das Obras Missionais Pontifícias (OMP), a iniciativa surgiu da Comunidade de São Pedro Claver, composta por leigos que dedicam seu tempo livre à evangelização, que desejava, como preparação à Semana santa, motivar ao matrimônio os casas que viviam em união livre. A meta foi traçada em 50 casais e a comunidade se dedicou muito para que fosse uma ocasião muito especial e atraente. A ideia se estendeu rapidamente e o objetivo foi superado de maneira inesperada.
Ainda de acordo com o boletim das OMP, a comunidade já manifestou o desejo de estender a iniciativa a outra diocese de Uganda e propôs uma atrativa meta de apostolado: conseguir que para 2020 todas as famílias do país estejam casadas sacramentalmente.


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por
GaudiumPress

Aborto dos anencéfalos: A nossa convicção está assentada na justeza da nossa causa, mesmo que “percamos”!

Ovos de tartaruga NÃO PODEM, crianças anencéfalas, Pode!
Reinaldo Azevedo

Ovos  de tartaruga NÃO PODEM,  crianças anencéfalas, Pode! O Supremo Tribunal Federal decide hoje a legalidade do aborto de anencéfalos. O relator é o ministro Marco Aurélio Mello, que já deu sinais claros de que emitirá um voto a favor. Cristãos e defensores da vida de outras religiões — também ateus e agnósticos — iniciaram ontem uma vigília em frente ao Supremo. Sim, vamos perder. Diria melhor: a vida vai perder. E daí?
Uma razão a mais para não desistir! Seremos aqueles que lutam apenas para ganhar? Somos tão frouxos, tão covardes, tão mesquinhos que nossa convicção só se alimenta da certeza da vitória? Não! A nossa convicção está assentada na justeza da nossa causa! O importante é não se calar mesmo quando o debate está interditado.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Bebês anencefálicos podem ser abortados?

O tema representa um sério desafio atual, a ser abordado com serenidade e objetividade, tendo em conta critérios antropológicos e éticos gerais, e também os referenciais do ordenamento jurídico brasileiro, a começar da própria Constituição Nacional. O Supremo Tribunal Federal deverá pronunciar-se sobre a “legalidade” do abortamento de fetos, ou bebês acometidos por essa grave deficiência, que não lhes permitirá viver por muito tempo fora do seio materno, se chegarem a nascer.
A partir da minha missão de bispo da Igreja e cidadão brasileiro, sinto-me no dever de manifestar minha posição e de dizer uma palavra que possa ajudar no discernimento diante da questão. A decisão tem evidentes implicações éticas e morais; desejo concentrar minha reflexão sobre alguns desafios muito específicos, que se referem à dignidade da pessoa e da vida humana.

A “Lógica da morte” que “tenta” justificar o aborto dos anencéfalos. INACEITÁVEL!


QUALQUER ARGUMENTO QUE SE DIGA  A FAVOR DA MORTE DOS INOCENTES CAI DIANTE DA INVIOLABILIDADE DO DOM SAGRADO DA VIDA!
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“A doença é incompatível com a vida e há riscos para a mãe”
“É preciso entender que a anencefalia é uma anomalia congênita grave e incurável na qual os fetos morrem dias ou semanas após o parto”, escreve Thomaz Gollop, livre docente em genética médica pela USP e coordenador do Grupo de Estudos sobre Aborto, em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, 10-04-2012.
Eis o artigo.
A Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental 54 (ADPF 54 – Anencefalia), que será julgada no STF (Supremo Tribunal Federal), trata de decidir se obrigar uma mulher a manter uma gravidez de feto anencefálico é ou não submete-la a tratamento desumano e tortura.
É preciso entender que a anencefalia é uma anomalia congênita grave e incurável na qual os fetos morrem dias ou semanas após o parto.
Segundo o Conselho Federal de Medicina, o feto anencefálico é um natimorto cerebral. É importante salientar que desde 1989 os juízes de primeira instância autorizam, na maioria das vezes, a interrupção da gravidez.

Atenção! A Bíblia não pode ser interpretada à margem da Igreja.


A Igreja não nasceu da Bíblia, porque a Igreja é anterior à Bíblia. Ou seja, primeiro veio a Igreja e dela nasceu a Bíblia. O mesmo se deu acerca de Israel, se nos referirmos ao Antigo Testamento (o que se deu também com a Igreja cristã, se nos referirmos ao Novo Testamento).
Quando os livros do Novo Testamento foram escritos, a Igreja já tinha sido fundada por Cristo, pois -recordemos – que Cristo morreu e ressuscitou por volta do ano 30, enquanto que os livros do Novo Testamento foram escritos muito tempo depois.
Por exemplo, o Evangelho de São Marcos foi escrito por volta do ano 64; São Lucas escreveu o seu Evangelho entre os anos 65 e 80; dessas datas, mais ou menos, provém o atual Evangelho de São Mateus. Os primeiros livros do Novo Testamento são as cartas de São Paulo, escritas entre os anos 51 e 67. O último foi o Apocalipse, escrito entre os anos 70 e 95.
2. Quando a Bíblia foi escrita (em concreto, o Novo Testamento), a Igreja já era uma comunidade viva, governada pelos apóstolos e por seus sucessores, que transmitiam de viva voz a Palavra de Deus. Nem tudo o que ocorreu foi posto por escrito, nem sequer da vida e da pregação de Jesus (João 21,25; 2Tessalonicenses 2,15; 2Timóteo 1,13; 2,2; 2João 12).

Bancos do México cancelam as contas da Igreja Universal do Reino de Deus por causa de acusações de lavagem de dinheiro

Bancos do México cancelam as contas da Igreja Universal do Reino de Deus por causa de acusações de lavagem de dinheiro

Depois das acusações de lavagem de dinheiro feitas Ministério Público brasileiro contra líderes da Igreja Universal, pelo menos três bancos mexicanos encerraram as contas das igrejas. Líderes da igreja são acusados de lavar dinheiro e enviá-lo ilegalmente aos Estados Unidos. As acusações pairam sobre o líder da igreja, o bispo Edir Macedo, e outros três encarregados da denominação.
No total foram canceladas, no México, cinco contas de cheques e um investimento de prazo fixo e a igreja se viu obrigada a retirar os fundos que tinha nelas. Foram canceladas contas da igreja nos bancos Santander, Ixe, e Banamex.
Encarregados da igreja receberam uma mensagem do banco Banamex afirmando: “O Banamex, atendendo a seus interesses, tomou a determinação de dar por terminado o contrado com o senhor e, como consequência disto, procederemos ao cancelamento de contas e serviços”.
Diante dessa situação, conforme informado pela agência EFE, a igreja se manifestou em seu programa televisivo, “Pare de Sofrer”, afirmando ter sido a ela negada “o acesso ao serviço que todo mexicano tem de acessar o serviço do Sistema Financeiro Mexicano”.

“Três Histórias, Um Destino”: Filme baseado em livro de R.R. Soares deve estrear em 100 salas de cinema no Brasil

Parceiras na produção do filme, a brasileira Graça Filmes e a americana Uptone Pictures querem estrear o filme até o fim do ano, e tem planos para entrar com pelo menos cem cópias no circuito secular.
Ygor Siqueira, diretor da Graça Filmes, aposta na produção como o inicio de um movimento para impulsionar produções evangélicas no cinema nacional. “Já é possível encontrar títulos evangélicos nas locadoras pelo Brasil, evangélicas ou não. O lançamento do nosso filme irá alavancar o cinema cristão”, afirma.
Três histórias e um destino é a adaptação para as telas do livro de mesmo nome, escrito por R. R. Soares que, segundo a Folha.com, afirmou que o cinema de hoje “não comunica nada”, ignora mensagens “de autoajuda” e “só engana”.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Mais de 200 milhões os cristãos perseguidos no mundo



“São cerca 200 milhões os cristãos que são perseguidos anualmente e de cinco em cinco minutos morre um cristão por causa da sua fé. A situação é dramática no mundo e nós assistimos a um agravar-se das situações”: foi o que sublinhou nesta terça-feira Catarina Martins, Diretora da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, em Portugal, falando à Rádio Renascença.

Um dos casos mais graves de perseguição atinge neste momento a minoria cristã na Síria. Num país em revolução, a pressão dos militantes islâmicos já levou mais de mais de 50 mil cristãos a fugirem para o Líbano.

“A Primavera Árabe está provocando muitas alterações políticas nestes países e os cristãos têm sido vítimas, uma vez que o regime ditatorial passa para um regime de ditadura religiosa”, diz a diretora da fundação.

“Na Síria é preocupante. Era um país onde se podia fazer a passagem para o Ocidente. Neste momento não é um local onde os cristãos possam estar seguros.”

O que é ser filho de uma feminista. Testemunho pessoal de um homem que foi “educado” por uma mãe feminista.

O meu nome é Edgar van de Giessen. Tenho 45 anos e sou o filho duma antiga líder do movimento feminista holandês dos anos 70. A minha mãe foi a primeira mulher a receber o prémio “Harriet Freezer” (na foto), dado pela vossa organização Opzij como congratulação pelo activismo feminista.
Não escrevo isto em busca de qualquer tipo de simpatia pessoal. Escrevo isto apenas para abrir o meu coração de modo a que um dia destes os homens e as mulheres possam viver em amor e em respeito – e isto não apenas ao nível de igualdade legal mútua.
Antes de descrever as consequências pessoais de ter recebido uma educação feminista entre os meus 7 e 17 anos, quero expressar o meu respeito por todas as mulheres e por todos os homens que justificadamente protestam contra a repressão e descriminação baseada no género, côr da pele ou descendência étnica.

Igreja no México celebra a aprovação de reforma constitucional que amplia a liberdade religiosa.

A aprovação da esperada reforma dos artigos 24 e 40 da Constituição dos Estados Unidos Mexicanos foi celebrada em um comunicado oficial da Arquidiocese Primaz do México dirigida aos senadores e deputados que apoiaram a iniciativa. No documento, a Arquidiocese felicitou os legisladores pela aprovação de um mais amplo reconhecimento de “um direito fundamental como é a liberdade religiosa”, que “beneficia no primeiro termo aos cidadãos, sejam crentes ou não, e só em segundo termo as instituições que os agrupam”.
mexico.jpg
O Senado Mexicano aprovou a
reforma constitucional com
72 votos a favor e 35 contra
Com estas palavras, a Igreja reitera que não deseja obter privilégios através das reformas legais, mas garantir o cumprimento de sua missão evangelizadora. “O único que a Igreja Católica pede é um espaço de liberdade para cumprir sua missão de anunciar o Evangelho de Jesus Cristo”, aclarou o comunicado, “que ajude a que nossa pátria avance pelo caminho da fraternidade, a paz, a concórdia e a reconciliação”.
A notícia da aprovação da reforma pela maioria qualificada no Senado se produz tão somente uma semana depois da visita do Santo Padre Bento XVI a terras mexicanas. Durante sua viagem, Sua Santidade renovou o chamado da Igreja universal a respeito da liberdade religiosa, como uma das expressões mais importantes da dignidade humana, ainda que não tenha feito referência direta a discussão que se levava a cabo no legislativo mexicano. O Cardeal Tarcísio Bertone, Secretário de Estado da Santa Sé, fez referência a reforma, e expressou que era “de desejar que no México este direito fundamental se enraíze cada vez mais, conscientes de que este direito vai muito mais além da mera liberdade de culto.

domingo, 8 de abril de 2012

Comentário do Evangelho de Domingo

Ano B - Dia: 08/04/2012



João viu e creu
Leitura Orante


Jo 20,1-9A nova criação

Com grande liberdade, o evangelista João reinterpreta as tradições das comunidades que o antecederam, dando maior realce à dimensão universal da missão de Jesus, com uma abordagem diferenciada das tradições judaicas. João ousa ultrapassar as próprias fronteiras das categorias do Antigo Testamento. Daí o caráter simbólico com que ele aborda as narrativas daquelas tradições, às quais recorrem, com frequência, os evangelhos sinóticos, principalmente Mateus e Lucas.
"No primeiro dia da semana, bem de madrugada, quando ainda estava escuro" (detalhe exclusivo de João) sugere as trevas do primeiro dia da criação. Agora se trata do primeiro dia da nova criação. Ainda está escuro. Jesus, morto na cruz, foi sepultado e ainda pairam a incompreensão e perplexidade sobre os discípulos. Maria havia ungido os pés de Jesus, sete dias antes, no jantar em sua casa, em Betânia, com um gesto amoroso e acolhedor, em um ambiente de alegria. Agora vai ao túmulo, sem nada levar, para, perto do corpo de Jesus, reavivar sua memória. É um carinhoso e saudoso culto ao morto. Porém, encontra o túmulo vazio! Ela não percebe o sinal: com Jesus não se trata de prestar culto a um morto em seu túmulo. Acha que tiraram o corpo e corre a avisar Pedro e o discípulo que Jesus mais amava. Ambos correm ao túmulo e este discípulo chega primeiro. Destacando a deferência e a precedência a Pedro, o discípulo aguarda que ele entre primeiro. O discípulo que Jesus mais amava, entrando no túmulo e observando as faixas de linho e o pano enrolado em um lugar à parte, crê: Jesus está vivo! Crê porque tem, agora, a certeza da presença de Jesus que em sua vida manifestou a vida em abundância. Agora percebe que Jesus é e comunica a vida eterna.
O núcleo desta narrativa do evangelho de João é que "o discípulo que Jesus mais amava", diante do túmulo vazio de Jesus, acreditou. Para ele não são necessárias as aparições. Ele acreditou que Jesus, com o qual convivera, sempre vivera em comunhão de amor com o Pai, participando de sua vida divina e eterna. A dimensão da temporalidade cede lugar à eternidade na comunhão de amor com Deus. O discípulo crê que Jesus está vivo e presente entre eles.
É este o anúncio (kerigma) de Pedro (primeira leitura), na reunião dos apóstolos em Jerusalém ("Concílio de Jerusalém"). Ele testemunha que, em Jesus de Nazaré, temos a revelação de que Deus é Deus de todos, sem privilégios ou discriminações de pessoas ou raças. Jesus veio a todos libertar e comunicar vida plena. Por esta sua prática, os chefes religiosos do Templo, em Jerusalém, o mataram. A cruz de Jesus é uma denúncia desta prática dos poderosos. Porém, Jesus permanece vivo em comunhão com o Pai, e a esta comunhão de vida eterna todos somos convidados, no seguimento de Jesus, buscando "as coisas do alto" (segunda leitura), na prática do amor.

ATENÇÃO!! CNBB convoca Igreja do Brasil em carta a todos os bispos para Vigília de Oração pela Vida, diante do julgamento do STF.

Na próxima quarta-feira, dia 11/04, o Supremo Tribunal Federal (STF) realiza o julgamento sobre a descriminalização do aborto de anencéfalos – casos em que o feto tem má formação no cérebro. A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou nesta Sexta-feira Santa, 06/04, uma carta a todos os bispos do país, convocando para uma Vigília de Oração pela Vida às vésperas do julgamento.
Em agosto de 2008, por ocasião do primeiro julgamento do caso, a CNBB publicou uma nota que explicita a sua posição. “A vida deve ser acolhida como dom e compromisso, mesmo que seu percurso natural seja, presumivelmente, breve. (…)Todos têm direito à vida. Nenhuma legislação jamais poderá tornar lícito um ato que é intrinsecamente ilícito. Portanto, diante da ética que proíbe a eliminação de um ser humano inocente, não se pode aceitar exceções. Os fetos anencefálicos não são descartáveis.  O aborto de feto com anencefalia é uma pena de morte decretada contra um ser humano frágil e indefeso. A Igreja, seguindo a lei natural e fiel aos ensinamentos de Jesus Cristo, que veio “para que todos tenham vida e vida em abundância” (Jo 10,10), insistentemente, pede,  que a vida seja respeitada e que se promovam políticas públicas voltadas para a eficaz prevenção dos males relativos à anencefalia e se dê o devido apoio às famílias que convivem com esta realidade”.
A seguir, a íntegra da carta da presidência da CNBB, bem como o texto completo da nota sobre o assunto.
Brasília, 06 de abril de 2012
P – Nº 0328/12
Exmos. e Revmos. Srs.
 

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