sábado, 12 de março de 2011

Quaresma e Campanha da Fraternidade - 2011

Quaresma é o tempo litúrgico que precede a Páscoa do Senhor. Sim, este tempo bonito da liturgia nos leva, sobretudo, a fixar o olhar na Páscoa do Senhor. Páscoa é tempo de vida, de alegria, de ressurreição.
Durante a quaresma a Igreja nos exorta a vivermos mais intensamente a vida cristã. Para isso, nos é proposto alguns exercícios quaresmais tal como a oração, o jejum, a penitência, mas, sobretudo a virtude da caridade fraterna. E a cada ano a Igreja pensa num tema bem específico para vivenciarmos. Tema sempre relacionado à nossa vida. É o tema da CF. Neste ano o tema é: Fraternidade e a vida no Planeta. E o lema: "A criação geme em dores de parto" (Rm 8,22).
Desde a criação do mundo a natureza vem sendo ferida pela ação humana. Quando Deus criou o universo, ele o criou com muito amor pensando em nós. São tantos detalhes importantes presentes neste imenso universo que nós nem nos apercebemos. Mas tudo foi criado harmonicamente. E nós fomos por Deus colocado neste jardim esplêndido que é o planeta terra para que aí, num relacionamento harmônico com tudo e com todos os que nos circundam, pudéssemos viver bem felizes. E na medida em que vivemos em harmonia com Deus, com o próximo, conosco mesmos e com a natureza à nossa volta, estamos em condições de experimentarmos profundamente a felicidade de Deus. Em todas as páginas da Bíblia encontramos algum vestígio deste princípio. A Bíblia toda fala deste gigante universo e de tudo o que há nele: o céu, a terra, o sol, a chuva, o frio, o calor, a geada, a neve, o relâmpago, os trovões, as florestas, os animais, as aves, as águas, os peixes, o dia e a noite, as montanhas e as planícies, o mar, as pedras e os rios. O próprio Jesus ao falar sobre as realidades transcendentes fala da oliveira, da videira, da figueira, do trigo, das pérolas, da mostarda, dos pássaros e das flores. Enfim, usa da paisagem natural à sua volta para dizer sobre as coisas do céu. Então, só podemos ser perfeitamente felizes se tivermos um afável relacionamento com a vida no planeta.
A CF deste ano vem nos chamar gravemente a atenção para este ponto nevrálgico: o aquecimento global e as mudanças climáticas. Estes são, na verdade, sinais de alerta a nos dizer que não estamos cuidando bem deste jardim de Deus, onde tudo, funcionado perfeitamente, colabora para a nossa qualidade de vida, para a nossa felicidade.
Juntamente com os exercícios quaresmais, queremos que o tema da CF nos ajude a atingir o objetivo geral desta Campanha: "contribuir para a conscientização das comunidades cristãs e pessoas de boa vontade sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas, e motivá-las a participar dos debates e ações que visam a enfrentar o problema e preservar as condições de vida no planeta".
Sim, queridos irmãos e irmãs, o tema que vamos rezar nesta quaresma é um assunto vital. Tornemo-nos missionários deste anúncio. Com nosso testemunho e palavras ajudemos na divulgação desta verdade: "A temperatura futura do planeta terra, se quisermos que seja favorável ao desenvolvimento normal da vida humana, vai depender de nosso modo de produzir e consumir, enfim, do modo de nos relacionar com a terra". "se nos tornamos inimigos da cama não podemos dormir; se nos tornamos inimigos da terra não podemos viver" (Dom Celso).
Que Maria, a Mãe de Jesus, que transformava em vida toda Palavra de Deus que meditava e guardava em seu coração, nos acompanhe neste caminho quaresmal para que nós também, acolhendo a Palavra de Deus em nossas celebrações e o Tema: "Fraternidade e a vida no Planeta", nos empenhemos em busca da vida e de sua justa manutenção e não nos cansemos de cultivar e de cuidar deste nosso planeta, o jardim que Deus, Pai amoroso, nos deu para nele vivermos em paz e que hoje requer o socorro dos autênticos filhos de Deus.

Dom Celso Antônio Marchiori

Bispo de Apucarana - PR

fonte: site CNBB (www.cnbb.org.br)

A Fé católica no Japão


São 445 mil católicos entre 126 milhões de habitantes, mas os números em si não expressam a força do catolicismo japonês. Apesar dos números reduzidos, não se pode dizer que a Igreja seja insignificante no Japão. Hoje, os católicos são tantos quantos eram no fim de 1500, quando a pregação de Francisco Xavier e dos jesuítas implantou a Igreja. Infelizmente, a política ocidental daqueles tempos e outras suspeitas levaram à perseguição e proscrição do cristianismo até 1853, quando a marinha militar norte-americana obrigou o Japão a reabrir-se ao mundo ocidental.
A Igreja japonesa tem características particulares. Nunca foi acusada de colonialismo e nem de proselitismo, visto que os católicos viviam escondidos, com perigo de morte, até que foram reencontrados, no fim do século passado, por missionários que voltaram para o Japão, depois de mais de dois séculos. Esses cristãos souberam esconder sua identidade, mantendo em segredo seus ritos e sua fé, mas agora que podem praticá-la em liberdade, olham com desconfiança a renovação do Concílio.
Logo após a guerra, a Igreja japonesa recebeu muitos missionários estrangeiros, provenientes, sobretudo, da China de Mao, que se dedicaram, diante da desconfiança e indiferença religiosa, ao serviço do povo japonês que estava se refazendo do conflito e do trauma das bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki.
Hoje, a presença missionária estrangeira diminuiu e é o Japão que, apesar do minguado número de católicos, envia seus sacerdotes e missionários para outros países e têm uma autoridade, baseada na experiência local, nos temas da inculturação e do diálogo inter-religioso. Apesar de uma sensível diminuição do progresso e inesperada pobreza, o Japão aumentou sua sensibilidade social e ampliou a abertura diante dos problemas do mundo, realizando inclusive uma campanha para diminuir a dívida dos países pobres que contou com o apoio e sustento do arcebispo de Tóquio, dom Shirayanagi Seiichi.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Japão: Solidariedade com danificados após terremoto e tsunami



O chanceler da Diocese de Niigata (Japão), Pe. Koichi Otaki, assinalou que o terremoto e tsunami que golpearam o país nesta sexta-feira, "nos recorda a precariedade da vida. A solidariedade e a assistência às vítimas sem dúvida será nosso compromisso pela Quaresma".

O sacerdote informou à agência Fides que o presidente da Cáritas no Japão, Dom Isao Kikuchi, "assegura que como comunidade católica japonesa, embora muito pequena, não deixaremos de realizar nosso compromisso e nossa solidariedade com as vítimas".

De Bangkok (Tailândia), o diretor da Cáritas-Ásia, Pe. Bonnie Mendes, indicou à agência Fides que estão "em contato constante com Cáritas do Japão que está monitorando a situação, os danos e as vítimas (...). Estamos esperando conhecer melhor a situação dos deslocados e suas necessidades para planejar uma intervenção de emergência".

Por sua parte, o Núncio Apostólico no Japão, Dom Alberto Bottari del Castello, disse à Rádio Vaticano que situações como estas fazem "compreender realmente qual é a dimensão do homem diante da natureza".

Segundo as últimas informações, o terremoto de 8,9 graus e o tsunami deixaram 288 mortos e 349 desaparecidos, sobretudo na cidade de Sendai (Miyagi), que foi a mais afetada. Entretanto, teme-se que estas cifras possam aumentar.

FONTE: ACI Digital

Profanam histórico templo na Espanha com montagem de rito satânico


O Bispado de Almeria (Espanha) iniciou os trabalhos de reabilitação da antiga igreja de Las Salinas de Cabo de Gata, profanada durante o último fim de semana com grafites que -segundo peritos consultados pela agência ACI Prensa em espanhol- simulam um rito satânico.

O templo construído 1907 permanecia fechado ao culto desde ano 2004 pelo risco de desmoronamentos. O ato vandálico ocorreu depois da vitória da diocese em um longo litígio judicial com uma empresa privada que tentou convertê-lo em discoteca e centro turístico, enquanto se esperava a permissão oficial das autoridades de Andaluzia para iniciar a reabilitação da igreja como lugar de culto.

Na segunda-feira 7 de março, o interior do templo amanheceu cheio de figuras e grafites esotéricos de aparência satânica. Entretanto, vários peritos coincidem que, por sua abundância e disposição, formariam parte de uma montagem que quis dar a impressão de satanismo.

Ao dia seguinte, o Bispado publicou um comunicado no qual "lamenta profundamente, condena e denuncia sem paliativos e com contundência o ato bárbaro e a profanação sem sentido realizado contra a igreja" e anunciou que na terça-feira 8 de março finalmente recebeu a autorização para as obras de reabilitação.

A Diocese considera que a profanação foi "um ato vandálico que fere a consciência religiosa e o sentido comum de qualquer pessoa civilizada, e constitui por si mesmo um atentado gratuito contra um espaço sagrado para a fé católica".

Explica que "examinados por alguns peritos os destroços realizados no templo, as pinturas sem sentido feitas no chão e a desordem introduzida no mobiliário, parece excluir-se que se trata de um ato satânico".

"Tudo indica que se trata de um ato vandálico deliberado, em cuja intenção e finalidade a Diocese não quer entrar por razões óbvias. De qualquer modo, ninguém fará a Diocese desistir de sua decisão, amparada pela lei, de realizar a reabilitação deste emblemático templo diocesano, para levar adiante sua abertura ao culto", acrescentou o comunicado.

Novo livro do Papa é testemunho fascinante, comovedor e liberador



fONTE: ACI Digital 
 
O Prefeito da Congregação para os Bispos no Vaticano, Cardeal Marc Ouellet, disse que o novo livro do Papa Bento XVI sobre Jesus é "um testemunho comovedor, fascinante e libertador" enquanto que para o diretor do jornal do Vaticano L'Osservatore Romano, Giovanni Maria Vian, "é verdadeiramente um livro do coração".

Na apresentação do livro ontem no Vaticano, o Cardeal Ouellet disse que embora o texto do Papa "Jesus de Nazaré. Da entrada a Jerusalém à Ressurreição" é "bastante denso", este texto "lê-se por inteiro sem interrupções".

Ao ler o livro "o leitor é transportado por caminhos levantados para o emocionante encontro com Jesus, uma figura familiar que se revela ainda mais próxima em sua humanidade como em sua divindade. Completada a leitura, quer prosseguir o diálogo, não só com o autor, mas com Aquele de quem fala".

Jesus de Nazaré, exclamou, "é mais que um livro, é um testemunho comovedor, fascinante e libertador. Quanto bem suscitará entre os peritos e entre os fiéis!"

O Cardeal comentou logo que este livro vem sendo escrito desde 2007 em meio de uma série de experiências complicadas para a Igreja.

"Como teólogo e pastor tenho a sensação de viver um momento histórico de grande transcendência teológica e pastoral. É como se em meio das ondas que agitam a barca da Igreja, Pedro, tivesse obstinado uma vez mais a mão do Senhor que vem ao encontro sobre as águas, para nos salvar".

Nesta segunda parte o Papa toma o método de exegese de Santo Tomás de Aquino, no qual é "guiado pela hermenêutica da fé, mas tendo em conta ao mesmo tempo e responsavelmente a razão histórica, necessariamente contida nesta mesma fé".

Canção Nova: 1º Barzinho de Jesus



A Comunidade Canção Nova realizará dia 11 de março de 2011, às 19h30min, na Casa de Missão São José, situada à Rua General Tertuliano Potiguara, nº 452, Aldeota, o primeiro barzinho de Jesus dessa comunidade. O evento contará com a presença do músico Sapo.
Sapo é músico e compositor da Canção Nova há 10 anos. Membro da Comunidade de Aliança vem de uma família de músicos e iniciou sua carreira nos teclados e, atualmente toca vários instrumentos e ministra aulas em Conservatório.
Sebastião Prudente do Nascimento, o “Sapo”, como é conhecido por todos, tem 55 anos e nasceu em São Vicente (MG). A música entrou em sua vida por intermédio de sua família, pois o pai era músico. Portanto, ele nasceu e cresceu num cenário musical e desde criança já tocava.
Lançou pela gravadora Canção Nova seu primeiro CD instrumental produzido com muita dedicação, que vai alegrar os corações de todos os cristãos que amam a música católica.
Com arranjos de alta produção e com um repertório de músicas consagradas como: “DEUS cuida de mim”, “Consagrado para amar” e “O Amor Vencerá”.
Sapo tem 11 anos de Ministério de Música na Canção Nova e além dessa função, também ministra workshop durante as apresentações. É como se fosse um workshop-aula, no qual durante as apresentações, se alguém quiser lhe fazer uma pergunta sobre teoria musical, ele responde.
 Informações:
Renata Sampaio : 8768.6101/ 3391.4065
Thiago Theodoro:8716.0878
eventosfortaleza@cancaonova.com

Com informações da assessoria de imprensa

A devassa Sandy

Cantora troca fama de boa moça por devassa, em troca de cachê
Sabe aquele ditado, “vida de artista não é fácil” e pelo visto não é mesmo. Eles fazem tudo para ocupar os holofotes da mídias, não importa em qual “pauta”. Desculpem-me, mas é inevitável não lembrar de um outro clichê ao falar no assunto “falem mal, mas falem de mim”.
Quando estas celebridades estão fora de órbita você escuta uma daquelas manchetes, “fulana de tal foi flagrada com novo namorado”, ou “sicrana foi presa após baderna em casa de show” e aí elas novamente voltam a brilhar.
Uma destas personalidades olimpianas, para usar um termo da teoria da comunicação, é a cantora brasileira Sandy, aquela menininha que todos vimos crescer ao lado de seu irmão junior. Pois bem, a dupla desfez-se, o rapaz perdeu o astro que lhe dava luz e ela, bem…ela também perdera sua própria luz.
Bafafá geral  nas últimas semanas foi a campanha que  a Sandy estrelou para uma marca de cerveja. Ela mudou de visual, desbancou a imagem de meiga criada ao longo dos anos e na coletiva de imprensa para a dita cerveja diz que tem seu lado devassa. A cantora demonstra desgosto por ter criado uma imagem de boazinha em sua carreira.
Muitas foram as críticas e piadas com a cantora. Quanto à campanha, no quesito marketing foi um sucesso, quanto à personalidade escolhida deu para perceber que vale tudo quando muito dinheiro se está em jogo.
Sandy quis rasgar a imagem de menina educada, boa moça e tranquila para ser rotulada de devassa, o nome que leva a cerveja. Não quis para si o título de santinha ou decente, quis mesmo foi ser associada ao título devassa. Como estes cantores levam tão a sério seus trabalhos, como dizem nas entrevistas, ela bem deve ter pesquisado sobre o significado do termo devassa, sinônimo que agora pode ser atribuído à ela, assim como encontrei em um dicionário na web: rapariga ordinária vadia puta
Não sei quanto foi o cachê pela campanha, mas será que a honra vale tão pouco?

Você conhece os deveres dos pais para com os filhos?


“Estes deveres são: 1º afeto; 2º educação; 3º exemplo:
1º Afeto: Não será preciso insistir muito nesta obrigação primordial, pois Deus fez o coração do pai e da mãe, um tesouro de amor, um escrínio de ternura. Este sentimento, entretanto, seria cego e nefasto, se idolatrasse tudo nos filhos, inclusive as falhas, os defeitos. O amor dos pais deve ser, pelo contrário, esclarecido e inteligente, isto é:
a) sem fraqueza. Não se conceda, aos filhos, o que, porventura, fora prejudicial a seus verdadeiros interesses. Carinhos demasiados, sensibilidade exagerada seriam culposos, e trariam consequências desastradas. Quem sabe amar, sabe punir, é ditado sempre verificado;
b) sem egoísmo. A meta dos pais, o alvo de todos os seus anelos e esforços, deve ser o aproveitamento, o bem e a felicidade dos filhos, e não vantagens próprias;
c) sem predileções. O amor dos pais não pode fazer diferenças. O mesmo para todos. As preferências, que se manifestassem a favor deste ou daquele, provocariam inveja, aborrecimento, raiva nos outros, e assim entraria na família a malquerença, a discórdia.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Festa de são José em Camocim completa 25 anos

Terá início nesta quinta-feira, dia 10 de março de 2011, a Festa de São José, no Bairro Boa Esperança, em Camocim. No período de 10 a 19 de Março, várias ações evangelizadoras estarão acontecendo na comunidade. A festa será organizada pelo Conselho da Capela de São José , que completa 25 anos de fundação. A história de São José em Camocim começou por meio da pequena semente que foi plantada pela Irmã Pedrina, religiosa que viveu durante muitos anos em Camocim e que já confirmou presença na festa. Uma nova capela está sendo construída em regime de mutirão, com a participação de moradores do Bairro Boa Esperança. Toda a renda das festividades será revertida para a conclusão da obra.
texto : camocimonline

Satanismo.Conversa de fanático religioso ou cruel realidade?

fonte: BBC
Quatro britânicos, supostamente integrantes de um culto satânico, foram nesta quarta-feira considerados culpados de mais de 40 crimes sexuais contra jovens, incluindo menores de idade.
Colin Batley, (foto) de 48 anos, tido como o líder do grupo, foi considerado culpado de 35 dos crimes, incluindo estupros. Sua esposa, Elaine, e outras duas mulheres também foram condenadas.
Durante as cinco semanas de julgamento na cidade de Swansea (sul da Grã-Bretanha), muitas testemunhas, atualmente adultos, deram detalhes dos abusos que sofreram, ocorridos quando ainda eram crianças e adolescentes.
Os crimes sexuais teriam ocorrido ao longo de décadas na cidade de Kidwelly, perto de Swansea, e eram muitas vezes relacionados com aparentes rituais.
A Justiça deve anunciar as sentenças dos condenados na próxima sexta-feira.
Crowley
No julgamento, Batley e as outras acusadas afirmaram que o culto satânico nunca existiu, mas o júri não acreditou nesta versão.
Uma das vítimas afirmou aos jurados que, ao engravidar quando adolescente, ouviu de Batley que sua criança seria fruto do oculto e ameaçou matá-la se ela revelasse o que sabia sobre o grupo, de acordo com a imprensa local.
Batley foi detido em sua casa na cidade de Kidwelly, local onde ocorriam os supostos rituais, no ano passado. No local, a polícia encontrou material satânico e sobre deidades egípcias.
O júri do caso ouviu que o líder criava comercialmente cães da raça rottweiler e mantinha dois animais para segurança própria. Ele mantinha ainda gatos batizados com nomes relacionados com o ocultismo.
Muitas das vítimas disseram que eram obrigadas a usar crucifixos de cabeça para baixo e ter em suas casas uma cópia do Livro da Lei(Book of Law, em inglês), obra do famoso ocultista e satanista inglês Aleister Crowley, escrita no Cairo no começo do século 20.

Ateus americanos agora querem retirar a inscrição “Confiamos em Deus” do dólar americano.


Uma tentativa de retirar o lema “In God we trust” (“Confiamos em Deus”) das notas do dólar norte-americano fracassou na segunda-feira ao ser rejeitada pela Corte Suprema deste país.
A reportagem é da Agência BBC, 08-03-2011. A tradução é do Cepat.
O demandante, um dos ativistas ateus mais conhecidos do país, o advogado Michael Newdow, sustenta que essa mensagem é discriminatória ao promover uma religião monoteísta.
Por telefone, Newdow afirmou ao BBC Mundo que os Estados Unidos promovem a ideia de que crer em Deus é bom.
No momento, não conhecemos os motivos dos magistrados da Corte Suprema, já que ao se recusarem a estudar a demanda, não tiveram que argumentar sobre a sua decisão. Contudo, uma instância judicial inferior em San Francisco havia recusado a pretensão porque considerou que a frase “Confiamos em Deus” é cerimonial e patriótica, e não proclama a oficialidade de nenhuma religião, algo proibido pela Constituição norte-americana.
O lema aparece nas moedas norte-americanas desde os anos 70 do século XIX e nas notas de dólar desde os anos 50 do século passado, quando foi instituído por lei como um dos lemas oficiais.
Newdow, que dirige a associação de ateus FACTS, acredita que a discriminação contra os ateus é similar à que sofreram em outros momentos da história norte-americana mulheres, homossexuais ou negros.
“Promove-se o modelo do bom cidadão”, afirma Newdow, que é conhecido nos Estados Unidos porque recorreu, sem sucesso, contra a constitucionalidade do Juramento de Lealdade recitado por todos os alunos norte-americanos e que também faz menção a Deus.
“Eu respondo àqueles que me dizem que conservar essa mensagem em nossas notas ou esse ritual matutino em nossas escolas não prejudica a ninguém, que, pelo contrário, eliminá-los também não é prejudicial, mas então é quando todos se levam as mãos à cabeça”.
A divisa “Confiamos em Deus” tem uma aceitação quase unânime. Segundo uma pesquisa de 2003 do Instituto de Pesquisas Gallup, 90% dos norte-americanos veem com bons olhos a presença deste lema em moedas e notas de dólar.
O advogado, entretanto, não se rende e assegura que apesar deste revés judicial vai entrar com uma nova demanda para que o caso seja reconsiderado.

Conheça o mais recente milagre OFICIALMENTE proclamado em Lourdes.

Anna Santaniello, antes da cura e 50 anos depois, Lourdes 150º aniversário das aparições

Anna Santaniello doente e 50 anos depois

Qual é o milagre de Lourdes que foi reconhecido mais recentemente pela Igreja?
Foi o de Anna Santaniello.
A proclamação oficial aconteceu no domingo 13 de novembro de 2005.
O reconhecimento foi proclamado por Dom Gerardo Pierro, Arcebispo de Salerno, Itália, diocese da miraculada.
Nessa data Anna tinha 94 anos.


Anna Santaniello na enfermagem, Lourdes 150º aniversário das aparições
Anna Santaniello em Lourdes
50 anos antes ela peregrinou a Lourdes sofrendo de letal reumatismo articular agudo, ou doença de Bouillaud, de natureza cardíaca.
Essa enfermidade desapareceu enquanto Anna Santaniello tomava banho na piscina da Gruta.
A Comissão Médica Internacional de Lourdes (CMIL), composta por médicos de todas as crenças, analisou o caso durante décadas e concluiu não haver explicação científica para a cura.


Anna Santaniello curada ajuda um doente em Lourdes, Lourdes 150º aniversário das aparições
Anna Santaniello ajudando a outros doentes após a cura
Este é o 67º milagre de Lourdes proclamado pela Igreja.

Os Mórmons: quem são e no que crêem. Surpreenda-se!



Templo Mórmon em Las Vegas
Templo Mórmon em Las Vegas


Richard Packham,ex mórmon.

Se o leitor está a investigar o Mormonismo (”Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias” ou “Igreja mórmon”), provavelmente está a estudar em reuniões privadas em sua casa, com missionários dessa igreja. Eis alguns aspectos chave que talvez lhe tenham dito:
  • O Mormonismo começou quando Joseph Smith, um jovem da zona oeste de Nova Iorque, foi incitado por um revivalismo cristão que ocorreu no local onde ele vivia em 1820 a orar a Deus por orientação para saber qual das igrejas era a verdadeira. Em resposta às suas orações, ele foi visitado por Deus o Pai e Deus o Filho, dois seres separados, que lhe disseram que não se devia juntar a nenhuma igreja porque todas as igrejas existentes nesse tempo eram falsas, e ele, Joseph, geraria a igreja verdadeira. Este acontecimento é chamado “A Primeira Visão.”
  • Em 1823 Joseph teve outra visita celestial, na qual um anjo chamado Moroni lhe contou a respeito de uma história sagrada escrita por hebreus da antiguidade na América, gravada num dialecto egípcio em tabuinhas de ouro e enterradas num monte próximo. Joseph foi informado que continham a história dos povos da América da antiguidade, e que Joseph seria o instrumento usado para trazer este registo ao conhecimento do mundo. Joseph obteve estas placas de ouro do anjo em 1827 e traduziu-as para inglês através do espírito de Deus e do uso de um instrumento sagrado que acompanhava as placas, chamado “Urim e Tumim.” A tradução foi publicada em 1830 como The Book of Mormon [O Livro de Mórmon].

“YOUCAT”. Quer ganhar o seu?


 Fonte: CN

Convido-vos: estudai o catecismo! Esse é o meu desejo, de coração. [...] Estudai o catecismo com paixão e perseverança! Sacrificai o vosso tempo para isso! Estudai-o no silêncio do vosso quarto, leiai-o em duplas, se sois amigos, formais grupos e redes de estudo, trocai ideias pela Internet. Permanecei, de todos os modos, em diálogo sobre a vossa fé!”, exclama o Papa Bento XVI aos jovens.
O convite do Papa está no prefácio do catecismo para jovens Youcat (abreviatura de Youth Catechism – Catecismo Jovem). O material faz parte do kit peregrino e será distribuído a todos os participantes da Jornada Mundial da Juventude 2011, que acontece em Madri, capital espanhola, de 16 a 21 de agosto deste ano.
O Pontífice deixa claro que o subsídio ao catecismo não engana, pois recorda que o YouCat não oferece soluções fáceis: sempre exige uma mudança de vida.
“Tendes necessidade do auxílio divino, se a vossa fé não quer secar como uma gota de orvalho ao sol, se não desejais sucumbir às tentações do consumismo, se não desejais que o vosso amor se afogue na pornografia, se não desejais ignorar os fracos e as vítimas de abusos e violência”, destaca.
Bento XVI revela, mais uma vez, sua crença de que os jovens sempre buscam algo de grande e não são superficiais.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Jornalista detona carnaval em sensata critica cidadã.

Miniatura
A jornalista Rachel Sheherazade, do Tambaú Notícias, tece comentário polêmico acerca das festividades de Carnaval.VEJA ESTE VIDEO CLICANDO AQUI !!!!

Quarta feira de cinzas, como vivê-la bem.

Jejum da Igreja:
Fazer apenas uma refeição completa durante o dia e, caso haja necessidade, tomar duas outras pequenas refeições que não sejam iguais em quantidade à habitual ou completa.
Não fazer as refeições habituais, nem outros petiscos durante o dia (nem mesmo cafezinho, chimarrão etc).
Estão obrigados ao jejum os que tiverem completado dezoito anos até os cinqüenta e nove completos. Os outros podem fazer, mas sem obrigação.
Grávidas e doentes estão dispensados do jejum, bem como aqueles que desenvolvem árduo trabalho braçal ou intelectual no dia do jejum.
Abstinência:
Deixar de comer carnes de animais de sangue quente (bovina, ovina, aviária, etc), bem como seus caldo de carne.
Permite-se o uso de ovos, laticínios e gordura. Estão obrigados à abstinência os que tiverem completado quatorze anos, e tal obrigação se prolonga por toda a vida.
Grávidas que necessitem de maior nutrição e doentes que, por conselho médico, precisam comer carne, estão dispensados da abstinência, bem como os pobres que recebem carne por esmola.
Quarta-feira de Cinzas: jejum e abstinência obrigatórios.
Sexta-feira Santa da Paixão do Senhor: jejum e abstinência obrigatórios.
Demais dias da Quaresma, exceto os Domingos: jejum e abstinência parcial (carne permitida só na refeição principal/completa) recomendados.
Demais sextas-feiras do ano, exceto se forem Solenidades:
abstinência obrigatória, mas não o jejum.
Essa abstinência pode ser trocada, a juízo do próprio fiel, por outra penitência, conforme estabelecer a conferência episcopal (no Brasil, a CNBB estabeleceu qualquer outro tipo de penitência, como orações piedosas, prática de caridade, exercícios de devoção etc).

Fonte : Veritatis Splendor

Defender o homem antes que o meio ambiente, afirma o Papa


Em sua mensagem aos bispos do Brasil pela Campanha da Fraternidade promovida anualmente na Quaresma, o Papa Bento XVI assinala que a primeira ecologia que deve ser defendida é a "ecologia humana" e explica que isto quer dizer que sem uma clara defesa da vida do ser humano "nunca se poderá falar de uma autêntica defesa do meio ambiente".

No texto divulgado hoje e enviado ao Arcebispo de Mariana e presidente da Conferência Nacional de Bispos Católicos do Brasil, Dom Geraldo Lyrio Rocha, o Papa se refere ao tema e ao lema, respectivamente, da campanha da fraternidade deste ano: " Fraternidade e vida no Planeta" e "a criação geme com dores de parto".

Bento XVI afirma que o lema "que faz eco às palavras de São Paulo na sua Carta aos Romanos, podemos incluir entre os motivos de tais gemidos o dano provocado na criação pelo egoísmo humano".

"O primeiro passo para uma reta relação com o mundo que nos circunda é justamente o reconhecimento, da parte do homem, da sua condição de criatura: o homem não é Deus, mas a Sua imagem; por isso, ele deve procurar tornar-se mais sensível à presença de Deus naquilo que está ao seu redor: em todas as criaturas e, especialmente, na pessoa humana há uma certa epifania de Deus", assinala.

Seguidamente o Santo Padre destaca que "o homem só será capaz de respeitar as criaturas na medida em que tiver no seu espírito um sentido pleno da vida; caso contrário, será levado a desprezar-se a si mesmo e àquilo que o circunda, a não ter respeito pelo ambiente em que vive, pela criação".

" Por isso, a primeira ecologia a ser defendida é a "ecologia humana", afirmou o Papa.

Esta afirmação, conclui o Pontífice, quer dizer que "sem uma clara defesa da vida humana, desde sua concepção até a morte natural; sem uma defesa da família baseada no matrimônio entre um homem e uma mulher; sem uma verdadeira defesa daqueles que são excluídos e marginalizados pela sociedade, sem esquecer, neste contexto, daqueles que perderam tudo, vítimas de desastres naturais, nunca se poderá falar de uma autêntica defesa do meio-ambiente"."Recordando que o dever de cuidar do meio-ambiente é um imperativo que nasce da consciência de que Deus confia a Sua criação ao homem não para que este exerça sobre ela um domínio arbitrário, mas que a conserve e cuide como um filho cuida da herança de seu pai, e uma grande herança Deus confiou aos brasileiros, de bom grado envio-lhes uma propiciadora Bênção Apostólica", conclui a missiva.

fonte: ACI Digital

“Bento XVI é atacado porque luta contra o relativismo”, afirma jornalista italiano.


O livro “A Verdade Sobre o Papa. Por que o atacam e por que ele tem de ser ouvido”, escrito pelo jornalista do Vaticano, Aldo Maria Valli, do principal noticiário da emissora italiana RAI, foi apresentado esta semana no Instituto Don Nicola Mazza, em Roma.
O evento foi moderado pelo jornalista Lorenzo Fazzini e ilustrado pelo autor e pelo presidente do Instituto de Obras Religiosas (IOR), Ettore Gotti Tedeschi.
“Por que o Papa atual é o homem público mais atacado de todos? Por que suas palavras são objeto de tanta manipulação? - perguntou-se Valli. Porque, no centro do seu magistério – respondeu -, há uma batalha contra o relativismo, uma batalha feita com tom tranquilo e gentil, mas que se centra no problema do homem atual. É uma convergência de interesses e pessoas que não querem que o homem levante a questão da verdade para que, assim, possa ser facilmente manipulado.”
Este foi o tema central do livro, ilustrado com diversos exemplos da experiência, em primeira pessoa, do jornalista.
Este Papa “conquistou-me com sua racionalidade e simplicidade”, indicou, ao apresentar “a questão mais profunda de temas cruciais como a liberdade e a verdade, e porque nos convidou a interrogar-nos sobre essas grandes questões”.
Valli disse que “os ataques ao Papa se devem ao fato de que ele levanta diversas perguntas, nas quais o problema da verdade é absolutamente central, porque é uma autêntica batalha contra o relativismo”.
Isso acontece, acrescentou, “porque o que permeia nossa cultura e mentalidade atuais é que a verdade não existe e que, ao limite, é possível aproximar-se em maior ou menor grau, dependendo das experiências vividas.”

Paquistão: “Um trágico exemplo da intolerância em que vivemos”, afirmam Bispos do país.

“Condenamos o homicídio do Ministro católico para as Minorias religiosas, Shahbaz Bhatti.
Estamos muito tristes e deploramos este gesto contrário à vida. Trata-se de um perfeito e trágico exemplo do insustentável clima de intolerância em que vivemos no Paquistão. Pedimos ao governo, às instituições e a todo o país que reconheçam e enfrentem com firmeza esta questão e ponham fim a este estado de coisas em que a violência triunfa”.
É o que declara à Agência Fides Dom Dom Lawrence Saldanha, Arcebispo de Lahore e Presidente da Conferência Episcopal do Paquistão, comentando imediatamente o homicídio do Ministro Bhatti, ocorrido  em Islamabad, por obra de um comando de terroristas.
Os Bispos estão redigindo uma declaração oficial e agendaram uma reunião de emergência para avaliar a situação e decidir a estratégia para o futuro. Por um lado, quer-se proteger os fiéis, os líderes cristãos e todos os que se comprometidos na defesa dos direitos humanos e na revisão da lei sobre a blasfêmia (possíveis novos objetivos dos radicais).
Por outro, há o desejo de “despertar” a opinião pública nacional e internacional para pedir ajuda na luta ao terrorismo que está abalando o país. Dom Joseph Coutts, Bispo de Faisalabad e vice-Presidente da Conferência Episcopal, concorda e diz à Fides: “O homicídio do Ministro Bhatti é uma grande tragédia não só para os cristãos do Paquistão, mas para todo o país, pois era um Ministro Federal. No mês passado, foi assassinado o governador de Punjab, um muçulmano; hoje, Bhatti. Estamos alarmados: é sinal do fanatismo que atinge de modo indiscriminado todos aqueles que se empenham na defesa da verdade, da justiça e da paz”.

Igreja Católica suspende 21 padres nos Estados Unidos por Pedofilia.

A última investigação a alegações de abusos sexuais de crianças na arquidiocese de Filadélfia prolongou-se por dois anos – foi o segundo inquérito do género desde 2005.

Em fevereiro, o relatório de um grande júri identificava 37 padres católicos que continuavam a exercer a sua atividade apesar da existência de indícios credíveis de práticas pedófilas. Após a divulgação dos resultados das diligências, o cardeal Justin Rigali, arcebispo daquela cidade norte-americana, prometia levar a sério a exigência de alterações profundas na forma como a hierarquia lidara, até então, com casos de abusos.

Vinte e um padres, cujos nomes não foram revelados, veem agora suspensas as suas funções. Três sacerdotes nomeados pelo grande júri haviam sido suspensos logo após a deliberação. O relatório nomeou mais cinco padres. Contudo, um deles encontra-se de licença, dois estão “incapacitados” e sem exercerem “ministério ativo” e outros dois deixaram de praticar o sacerdócio na arquidiocese, pertencendo a uma ordem religiosa que não foi identificada. Os restantes oito foram ilibados das acusações.

“Estas foram semanas difíceis, desde a publicação do relatório do grande júri, difíceis, acima de tudo, para as vítimas de abuso sexual, mas também para todos os católicos e para todas as pessoas na nossa comunidade”, afirmou o arcebispo Rigali numa nota ontem publicada. 

“Reconstruir a confiança”

terça-feira, 8 de março de 2011

Papa Bento XVI irá à televisão italiana para falar de Jesus.

O papa Bento XVI irá à televisão italiana para responder a perguntas sobre Jesus na Sexta-feira Santa (22 de abril), na mesma hora em que Cristo morreu na cruz, segundo a tradição cristã, indicou nesta terça-feira o Vaticano.
O jornal Corriere della Sera, que divulgou a informação, afirmou que “esta é a primeira vez que um Papa irá responder a perguntas dos espectadores na televisão”. O programa será gravado com antecedência.
O porta-voz do Vaticano, padre Ciro Benedettini, confirmou a entrevista à AFP, afirmando que o programa no qual o Papa irá falar é “gerido pela Conferência Episcopal Italiana” (CEI).
As três perguntas às quais Bento XVI responderá serão selecionadas entre dezenas enviadas pelos ouvintes ou inspiradas por algumas delas. As respostas do Papa serão gravadas alguns dias antes da transmissão por uma equipe do Centro de Televisão do Vaticano, o único órgão autorizado a filmar no Vaticano, e serão transmitidas em 22 de abril às 14:10 na rede de televisão pública Rai Uno.

20 pastores e cerca de 600 leigos deixarão a Igreja da Inglaterra para entrarem na Igreja Católica na Inglaterra.

Um grupo de 33 britânicos anglicanos prepara-se para a conversão ao catolicismo. A celebração acontece na quarta-feira de Cinzas, como informa o Serviço de Informação Religiosa da Conferência Episcopal Italiana.
Segundo a sala de imprensa da Conferência Episcopal Britânica, o número exato só será conhecido na próxima semana. O semanário católico “Tablet” diz que ao menos 20 pastores e cerca de 600 laicos deixarão a Igreja da Inglaterra para entrarem no ordinamento começado pelo Papa Bento XVI que na Constituição Apostólica “Anglicanorum coetibus” permite aos anglicanos manterem aspectos de sua liturgia.

segunda-feira, 7 de março de 2011

É possível compatibilizar a fé e a meditação cristã católica com expressões religiosas de origem oriental,dentre elas a Yoga?


Para responder a essa dúvida, a Igreja lançou já a um certo tempo, uma carta onde aborda esse assunto de forma didática e clara,exatamente para orientar o povo de Deus.
A carta foi publicada pela Sagrada Congregação da Fé.
O que lemos a seguir, por causa do espaço, é um resumo feito pelo nosso inesquecível D. Estevão Bettencourt.
***
Após a introdução (nºs. 1-3), tem-se o título
II. A Oração Cristã à Luz da revelação (nºs. 4-7), onde se lêem as seguintes considerações:
No Novo testamento, a oração é apresentada como obra do Espírito Santo, que ensina aos discípulos toda a verdade, completando a missão de Jesus (cf. 1Cor 2,10; Jo 16,13s). Especialmente o Evangelho segundo São João se presta a alimentar a contemplação do mistério do Verbo Encarnado ou de Deus que se dá ao homem; tal mistério, São Paulo deseja que os fiéis o possam compreender em suas várias dimensões (cf. Ef 3, 18s).
Vê-se assim que a oração cristão não é mero esforço da mente e das faculdades do homem para contemplar o Transcendental, mas é Dom de Deus. Ele se fundamenta e abastece na revelação que Deus faz de si ao homem … revelação que tem em Cristo seu ponto culminante. Eis por que a Igreja recomenda a luz assídua e o aprofundamento da Palavra de Deus. Guiado por este manancial, o cristão não esquecerá que a sua oração decorre sempre dentro da comunhão dos Santos e segundo o espírito da Igreja. O cristão nunca ora isoladamente, mesmo quando está na solidão, mas ora sempre em união com Cristo, no Espírito e em comunhão com todos os Santos, para o bem da Igreja.
Segue-se o título III. Maneiras errôneas de rezar (nºs. 8-12), que observa:
Os erros do passado continuam a tentar o homem contemporâneo. Este por vezes reduz a oração a um estado psíquico ou a uma conquista da mente, que se treina para ampliar as suas faculdades meramente naturais. Há também, em nossos dias, aqueles cristãos que se servem de métodos orientais a fim de se preparar para a contemplação: identificam o Absoluto, concebido pelo budismo, com a Majestade de Deus, que ultrapassa toda realidade finita: assim tendem a um conceito de Deus totalmente desligado das manifestações históricas ou das teofanias do Artigo e do Novo Testamento; negligenciam o mistério da SS. Trindade para “mergulhar no abismo indefinido da divindade” ou no nirvana, em que as noções de eu, tu e ele desaparecem. – Desta maneira tem origem pernicioso sincretismo, pois os seus arautos tendem a fundir o monoteísmo histórico da revelação judeo-cristão com o panteísmo da filosofia hinduísta.
O título IV. A Via Cristã para a união com Deus (nºs 13-15) afirma que a profunda união com Deus prometida ao cristão leva a um estado que os antigos mestres gregos chamavam “divinização” . Esta, porém, nunca extingue a diferença radical existente entre Criador e criatura; o eu humano jamais poderá ser absorvido pelo eu divino, nem mesmo nos estados místicos mais elevados. O “se outro” não é um mal, pois que ele ocorre entre as três Pessoas Divinas: o Pai não é o Filho, nem o Espírito Santo é o Pai ou o Filho, embora haja uma só Divindade ou uma só natureza divina. Assim entre Deus e nós existe diferença, que não impossibilita uma íntima união. Também pela Eucaristia e os demais sacramentos Cristo nos faz participar da sua vida divina 1, sem extinguir a nossa natureza criada.
Quem considera estas verdades, descobre com profunda surpresa que, na concepção cristã, se cumprem todas as aspirações existentes nas outras correntes religiosas, sem que o eu pessoal e a sua índole de criatura sejam aniquilados e desapareçam no oceano do Absoluto. A profissão de que Deus é Amor (1Jo 4,8) explica a íntima união ou o intercâmbio e o diálogo entre Deus que ama, e a criatura que é amada. O cristão que recebe o Espírito Santo (o amor existente entre o Pai e o Filho) é feito “filho no Filho” e exclama “Abá, Pai”, participando realmente da vida da SS. Trindade; cf. Rm 8, 15-17; Gl 4,6).
O título V. Questões de Método (nºs 16-25) refere o seguinte:
A maioria das grandes religiões propõe métodos ou caminhos para que o homem chegue a Deus. A Igreja Católica nada rejeita do que haja de verdadeiro e santo nessas normas. Apenas ensina que esses elementos positivos devem ser enquadrados dentro das linhas doutrinárias da fé católica, que é monoteísta, e não panteísta.
2 De modo especial, a procura de um mestre espiritual (guru, dizem os hinduístas) é algo de comum a todas as correntes religiosas; o Catolicismo muito preza essa figura, desde que ela ensina ao discípulo o “sentir com a Igreja” e a descoberta dos dons do Espírito Santo no seio da S. Mãe Igreja …
Por conseguinte, o grande perigo que ameaça o orante concentrado em si segundo as normas do hinduísmo, é precisamente o de “permanecer em si”, como se o homem fosse uma centelha da Divindade encerrada na corporeidade. O grande mestre S. Agostinho diz a propósito: Se queres encontrar a Deus, abandona o mundo exterior, e entra entre ti. Mas não permaneças em ti; ultrapassa-te, pois tu não és Deus; Ele é maior do que tu; “Deus intimior intimo meo, et superior summo meo (Deus me é mais íntimo do que o que tenho de mais íntimo e está acima do que tenho de mais elevado”, Confissões 3,6,11). Deus está conosco e em nós, mas Ele nos transcende em seu mistério. Ademais ninguém se purifica das paixões nem se aproxima de Deus a não ser por dom do próprio Deus. Este dom se concretiza, por excelência, em Jesus Cristo, cujo Espírito Santo nos move interiormente para participar da vida trinitária …

Papa:”O cristianismo não é um conjunto de proibições mas uma opção positiva”.



Essa entrevista mantém uma atualidade impressionante.Não foi feita este ano, mas as respostas expressam bem a sabedoria e capacidade de nosso Papa para esse necessário diálogo com o  mundo contemporâneo.
Sou pessoalmente atraído por esse tema, acredito profundamente no conteúdo de nossa fé católica como RESPOSTA concreta para nosso sofrido mundo.Creio na verdade de nossa fé e mais do que nunca,na urgência que essa mensagem chegue a todos os homens.
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Entrevista do Papa Bento XVI, concedida a três cadeias de televisão alemãs e à Rádio Vaticano. O Papa revela que é necessário apresentar um Catolicismo que se afirme pela positiva e não como um conjunto de proibições. A entrevista foi vista por 6 milhões de alemães.
Os 36 minutos da entrevista que Bento XVI concedeu aos canais alemães Bayerischer Rundfunk, ZDF, Deutsche Welle e à Rádio Vaticano entram diretamente para a história deste pontificado. O Papa revela qual é a Igreja que quer para o mundo de hoje e deixa claro que, em todas as questões – dos jovens ao lugar da mulher, do ecumenismo à moral sexual -, é necessário apresentar um Catolicismo que se afirme pela positiva e não como um conjunto de proibições.
A entrevista original encontra-se na língua alemã. A tradução para português foi feita pela Rádio Vaticano e encontra-se disponível na íntegra.
Pergunta: Santo Padre, em Setembro o senhor visitará a Alemanha ou, mais precisamente, como é natural, a Baviera. “O Papa sente saudade da sua Pátria” – disseram os seus colaboradores, durante a preparação. Quais temas o senhor abordará, em particular, durante a visita, e o conceito de “pátria” faz parte dos valores que o senhor deseja propor, em particular?
Bento XVI: Certamente. O motivo da visita consiste exatamente no meu desejo de ver, uma vez mais, os lugares e as pessoas junto das quais eu cresci, que me marcaram e fazem parte da minha vida; pessoas às quais desejo agradecer. E, naturalmente, também levar uma mensagem que vá além da minha terra, como é coerente com meu ministério. Os temas, eu deixei que me fossem simplesmente indicados pelas celebrações litúrgicas. O tema fundamental é que nós devemos redescobrir Deus, e não um Deus qualquer, mas o Deus com feições humanas, porque quando vemos Jesus Cristo, vemos Deus. E a partir disso, devemos buscar os caminhos para nos encontrar reciprocamente na família, entre as gerações, e depois também, entre as culturas e os povos, e os caminhos para a reconciliação e a convivência pacífica neste mundo. Os caminhos que conduzem ao futuro, nós não os encontraremos, se não recebermos a luz do alto. Não escolhi, portanto, temas muito específicos, mas deixei-me guiar pela liturgia, para exprimir a mensagem fundamental da fé que, naturalmente, se insere na actualidade de hoje, na qual desejamos, sobretudo, buscar a colaboração dos povos, e os caminhos possíveis para a reconciliação e a paz.
Os homens reconstruíram o mundo por si mesmos, e encontrar Deus por trás deste mundo, tornou-se difícil.
Pergunta: Como Papa, o senhor é responsável pela Igreja no mundo inteiro. Naturalmente, porém, a sua visita chamará a atenção para a situação dos católicos na Alemanha. Ora, todos os observadores concordam que a atmosfera é boa, graças também à sua eleição. Permanecem, no entanto, os problemas antigos como, por exemplo, o número sempre menor de católicos praticantes, a diminuição do número de baptismos e, de modo geral, a perda da influência dos católicos na vida social. Como o senhor vê a situação actual da Igreja Católica na Alemanha?
Na juventude, há muita generosidade, mas, diante do risco de comprometer-se por toda a vida, seja no matrimónio seja no sacerdócio, experimenta-se o medo.
Bento XVI: Eu diria, antes de tudo, que a Alemanha faz parte do Ocidente, ainda que com características próprias e, no mundo ocidental, vivemos hoje uma onda de novo e drástico iluminismo ou laicismo, como se queira chamar. Crer tornou-se mais difícil, uma vez que o mundo em que nos encontramos, é feito completamente por nós mesmos, e neste mundo, Deus – se podemos assim dizer – já não comparece directamente. Já não se bebe da fonte, mas sim do recipiente em que a água nos é oferecida. Os homens reconstruíram o mundo por si mesmos, e encontrar Deus por trás deste mundo, tornou-se difícil.
Isso não é algo específico da Alemanha, mas sim um fenómeno que se verifica em todo o mundo, em particular no mundo ocidental. Por outro lado, o Ocidente hoje, é tocado fortemente por outras culturas, nas quais o elemento religioso originário é muito forte, e que ficam horrorizadas pela frieza que encontram no Ocidente, no que se refere a Deus. E essa presença do sagrado noutras culturas, ainda que velada de muitas maneiras, toca novamente o mundo ocidental e toca a nós, que nos encontramos na encruzilhada de tantas culturas. Das profundezas do homem, no Ocidente e na Alemanha, emerge sempre e novamente, o desejo de algo “maior”. Nós o constatamos entre a juventude, na sua contínua busca de um “algo mais”. De certa forma, o fenómeno religião – como se diz – retorna, ainda que como movimento de busca bastante indeterminado. Com tudo isso, porém, a Igreja está novamente presente, e a fé oferece-se como resposta. Eu creio que exactamente esta visita, assim como aquela que fiz a Colónia, seja uma oportunidade para que se veja que crer é belo, que a alegria de uma grande comunidade universal significa um apoio, que atrás dela, existe algo de importante e que, portanto, junto aos novos movimentos de busca, há também novas soluções para a fé, que nos conduzem uns para os outros, e que também são positivas para a sociedade em seu conjunto.
A primeira coisa a fazer, nesta sociedade, é preocuparmo-nos, todos juntos, a tornar claras as grandes orientações éticas, (…) de modo a garantir a coesão ética da sociedade.Pergunta: Santo Padre, exactamente um ano atrás, o senhor estava em Colónia, com os jovens, e creio que o senhor tenha podido experimentar que a juventude está extraordinariamente pronta a acolher, e que o senhor, pessoalmente, foi muito bem acolhido. Nesta próxima viagem, o senhor levará, porventura, também uma mensagem especial para os jovens?
Bento XVI: Eu diria, antes de mais, que me sinto muito feliz em saber que há jovens que querem estar juntos, que querem reunir-se na fé, e que desejam fazer algo de bom. A disponibilidade para o bem é muito forte na juventude, basta pensar nas muitas formas de voluntariado. O compromisso a oferecer, pessoalmente, uma contribuição às necessidades deste mundo, é uma coisa grande. Um primeiro impulso pode ser, portanto, o de encorajar a isso: Prossigam neste caminho! Busquem ocasiões para fazer o bem! O mundo necessita dessa vontade, necessita desse empenho! E depois, talvez, uma palavra especial poderia ser esta: a coragem das decisões definitivas! Na juventude, há muita generosidade, mas, diante do risco de comprometer-se por toda a vida, seja no matrimónio seja no sacerdócio, experimenta-se o medo. O mundo movimenta-se de modo dramático. Continuamente. Posso, desde agora, dispor de toda a minha vida, com todos os seus imprevisíveis eventos futuros? Com uma decisão definitiva, não estarei, eu mesmo, cerceando a minha liberdade e tirando algo de minha flexibilidade? Despertar a coragem de ousar decisões definitivas, que, na realidade, são as únicas que tornam o crescimento possível, que permitem ir avante e alcançar algo de grande na vida; são as únicas que não destroem a liberdade, mas lhe oferecem a justa direcção no espaço; correr esse risco, dar esse salto – se assim podemos dizer – para o definitivo e, com isso, acolher plenamente a vida: isso é algo que eu ficaria muito feliz de poder comunicar.
Pergunta: Santo Padre, uma pergunta sobre a situação da política externa. A esperança da paz no Oriente Médio diminuiu sensivelmente nas últimas semanas. Quais possibilidades o senhor vê, para a Santa Sé, no que diz respeito à situação actual? Que influências positivas o senhor pode exercer sobre a situação, sobre o desenvolvimento dos fatos no Oriente Médio?
Bento XVI: Naturalmente, não temos nenhuma possibilidade política e não queremos nenhum poder político. Mas queremos dirigir-nos aos cristãos e a todos aqueles que se sentem, de qualquer modo, unidos à Santa Sé e por ela interpelados, para que sejam mobilizadas todas as forças que reconhecem que a guerra é a pior solução para todos. Não traz nada de bom para ninguém, nem mesmo para os aparentes vencedores. Nós sabemos disso muito bem, na Europa, ao término das duas guerras mundiais. Aquilo de que todos necessitamos é de paz. E existe uma forte comunidade cristã no Líbano, há cristãos entre os árabes, há cristãos em Israel, e cristãos de todo o mundo estão empenhados na ajuda a esses países, queridos a todos nós. Há forças morais que estão prontas a fazer compreender que a única solução é aprender a viver juntos. São essas as forças que queremos mobilizar. Cabe aos políticos encontrar, depois, as vias para que isso possa concretizar-se, o mais rapidamente possível e, sobretudo, de modo duradouro.
Pergunta: Como Bispo de Roma o senhor é sucessor de São Pedro. Como pode ser apresentado, de modo apropriado, nos dias de hoje, o ministério de Pedro? E como o senhor vê a relação de tensão e equilíbrio entre o primado do Papa, de um lado, e a colegialidade dos bispos, de outro?
Bento XVI: Uma relação de tensão e equilíbrio naturalmente existe, e deve ser assim. Multiplicidade e unidade devem sempre e novamente encontrar a sua relação recíproca, e essa relação deve ser restabelecida, nas mutáveis situações do mundo. Hoje, temos uma nova polifonia de culturas, na qual a Europa já não é o único determinante; as comunidades cristãs dos diversos continentes estão adquirindo o seu próprio peso, as suas próprias côres. Devemos aprender cada vez mais, essa sinergia. Para tanto, desenvolvemos diversos instrumentos: as chamadas “visitas ad Limina” dos bispos, que sempre existiram, agora são muito mais valorizadas, para que os bispos possam realmente falar com todas as instâncias da Santa Sé e também comigo. Eu falo pessoalmente com cada bispo. Já tive a oportunidade de falar com quase todos os bispos da África e com muitos dos bispos da Ásia. Agora, virão os bispos da Europa Central, da Alemanha, Suíça e, nestes encontros, nos quais Centro e Periferia se encontram, num franco intercâmbio, cresce o correcto relacionamento recíproco, numa tensão equilibrada. Temos ainda outros instrumentos, como o Sínodo e o Consistório, que agora convocarei regularmente, e que gostaria de desenvolver, nos quais – ainda que sem uma precisa ordem do dia – podemos discutir juntos, sobre os problemas actuais, e buscar soluções. Sabemos, de um lado, que o Papa não é, de facto, um monarca absoluto, mas que deve personificar a totalidade, na escuta colectiva de Cristo. A consciência da necessidade de uma instância unificadora, capaz de criar também a independência das forças políticas e garantir que as “cristandades” não se identifiquem por demais com as nacionalidades, essa consciência, justamente, indica a necessidade de tal instância superior e mais ampla, que cria unidade na integração dinâmica do todo e, por outro lado, acolhe, aceita e promove a multiplicidade; essa consciência é muito forte. Creio, por isso, que, nesse sentido, haja realmente uma adesão íntima ao ministério petrino, no desejo de desenvolvê-lo ulteriormente, de modo que responda tanto aos desígnios do Senhor quando às necessidades dos tempos.

domingo, 6 de março de 2011

Retiros de carnaval se espalham pelo Brasil

A Igreja é viva e a cada tempo se renova. Como perita em humanidade conhece de modo singular as aspirações do coração humano. A este homem ferido pelo marcado oferece continuamente a salvação de Cristo a qual é depositária.
No período do carnaval, dias em que sabemos ceifa tantas vidas, seja pelos acidentes, violência urbana, contaminação de doenças a Igreja apresenta através do vários Retiros de carnaval espalhados pelos país. Em todos os estados existe opção, ninguém pode reclamar da existência de opções.
Em Minas Gerais, na diocese de Janauba cinco cidades sediam o encontro. Na cidade de Cachoeira Pulista,em São Paulo, a pedida é o Acampamento de Carnaval da Canção Nova, uma festa que reúne formação, shows e muita descontração.
A Comunidade Shalom, de origem cearense realiza e dar assitência a uma média de cem retiros na época. O maior deles é o Renascer que nasceu em Fortaleza no ano de 1986. Neste ano traz como  tema central, “ Deus é a Felicidade”. O evento conta com momentos de oração, de muito louvor e pregações com Moysés Azevedo, fundador da Comunidade Shalom, Emmir Nogueira, co-fundadora, Pe. Antonio Furtado, Carmadélio Silva entre outros.

MENSAGEM DE NOSSA SENHORA RAINHA DA PAZ DE 02 DE FEVEREIRO DE 2011

MENSAGEM DE NOSSA SENHORA RAINHA DA PAZ DE 02 DE FEVEREIRO DE 2011

“Queridos.filhos! Vos reunis ao meu redor, procurais a vossa estrada, procureis, procureis a verdade, mas esqueceis a coisa mais importante: esqueceis de rezar corretamente. Os vossos lábios pronunciam palavras sem número, mas o vosso espírito não experimenta nada. Vagando na escuridão, imaginais também ao próprio Deus segundo o vosso modo de pensar e não como é verdadeiramente no seu Amor.
Queridos filhos, a verdadeira oração provem da profundidade do vosso coração, do vosso sofrimento, da vossa alegria, do vosso pedido de perdão dos pecados. Este é o caminho para conhecer o verdadeiro Deus e, por conseguinte, também a si mesmo, porque sois criados a Sua imagem. A oração vos conduzirá ao cumprimento do meu desejo, da minha missão aqui convosco, unido na família de Deus. Vos agradeço”.
 
Ao final da aparição, a vidente Mirjana disse que Nossa Senhora estava muito triste.
 

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