sábado, 5 de março de 2011

Yoga. Posso praticar só os exercícios, sem a doutrina panteísta que a sustenta?

Revista: “PERGUNTE E RESPONDEREMOS”
D. Estevão Bettencourt, osb.
Nº 408 – Ano 1996 – Pág. 209

Em síntese: Em nossos dias certos autores de e spiritualidade católicos recomendam exercícios corporais e ritmos respiratórios para favorecer e provocar a oração. Estas técnicas têm origem na espiritualidade hinduísta, que é panteísta, identificando a Divindade e o homem como se este fosse uma centelha divina apoucada pela matéria.
Os exercícios corporais hinduístas têm em vista colocar o orante em sintonia coma divindade existente no mundo inteiro; aperfeiçoariam a união com Deus.
Ora os autores católicos, embora tencionem ficar no âmbito do Cristianismo, se exprimem de tal modo que muitas vezes parecem identificar-se com o pensamento hinduísta; as posturas corporais e a respiração ritmada dariam ao cristão o contato mais íntimo com Deus; colocá-lo-iam em contato com a Fonte do seu seu Eu que está no mais íntimo do homem; fá-lo-iam sintonizar com Deus como se este fosse uma fonte de energia no sentido da Física moderna. - Daí as séria restrições que as táticas, orientais mereceram da parte da Santa Sé e que conservam seu pleno valor diante de publicações recentes como “Orar com o corpo” ,publicada pela  revista Carmelitana.

Israel agradece papa por rever papel de judeus em morte de Jesus


O premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, enviou uma carta ao papa Bento 16 exprimindo seu apreço por sua postura de retirar a responsabilidade dos judeus pela morte de Jesus Cristo, segundo o novo volume de seu livro, “Jesus de Nazaré”.
“Congratulo-me com ele por ter rejeitado liminarmente em seu livro a acusação infundada [sobre a culpa dos judeus na morte de Jesus], sobre a qual por séculos é baseado o ódio contra os judeus”, assinalou o primeiro-ministro israelense.
Ele disse ter forte “esperança que a clareza e a coragem dele demonstradas reforçam as relações entre os judeus e cristãos no mundo e facilitam e promovem a paz e a reconciliação entre as gerações futuras”. “Espero vê-lo logo de novo para poder exprimir meu profundo pessoal apreço a ele”, acrescentou Netanyahu.
O Congresso Judaico Mundial (CJM) também expressou nesta quinta sua satisfação pela postura do papa que, segundo a entidade, “respondeu à acusação de que o povo hebreu é responsável coletivamente e eternamente pela morte de Jesus”. O organismo pediu que a livro do Pontífice que será lançado em breve seja considerada patrimônio da “doutrina oficial da Igreja”.
“Por muitos séculos, os judeus sofreram uma brutal perseguição e o antissemitismo pelo fato dos cristãos os considerarem coletivamente os responsáveis pela morte de Jesus Cristo”, considerou a organização.
Segundo o presidente do CJM, Ronald S. Lauder, “2.000 anos depois desse fato, era hora de o líder da Igreja Católica pronunciar palavras caras sobre tudo isso”. Ele ainda observou que “os judeus no mundo todo apreciam que este papa esteja absolutamente determinado a perseguir as boas relações entre cristãos e judeus”.
Na quarta-feira, a Livraria Editora Vaticana divulgou trechos do segundo volume de “Jesus de Nazaré”, intitulado “Semana Santa: Da entrada a Jerusalém até a Ressurreição”, em que Bento 16 trata sobre os eventos da Páscoa, da morte à ressurreição de Cristo.
Em uma determinada parte, ele escreve que “o termo judeu era usado para indicar ‘a aristocracia do tempo’, e não ‘o povo de Israel como tal’”. Por causa da suposta confusão de termos, o pontífice explica que “não é raro a palavra ter um sentido negativo, no sentido de ‘gentalha’”.

Vaticano divulga documento preparatório para o Sínodo dos Bispos de 2012.


Acesse o documento:

As diretrizes para a XIII Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que vai acontecer em outubro de 2012, no Vaticano, foram apresentadas nesta sexta-feira, na sala de imprensa da Santa Sé. As linhas gerais que vão nortear as discussões foram apresentadas pelo Arcebispo Dom Nikola Eterovic, Secretário-geral do Sínodo dos Bispos, que também assina o prefácio do documento.
O texto tem pouco mais de sessenta páginas. Está divido em três capítulos que tratam da urgência de uma Nova Evangelização, do dever e dos desafios de evangelizar, e dos possíveis cenários da Nova Evangelização do cristianismo moderno.
Mas o foco central, definido por Bento XVI, é o conceito da Nova Evangelização e os desafios da Igreja diante das mudanças pelas quais o mundo está se transformando cada vez mais em um planeta globalizado, conectado. Grandes distâncias encurtadas com um simples clique. Ao mesmo tempo que as fronteiras físicas parecem cada vez mais existir só nos mapas, o mundo se depara com uma crescente falta de perspectivas.
A revolução tecnológica marcou a passagem dos séculos XX para XXI e entra nessa primeira década aparece como a solução mais cotada para todos os problemas da humanidade, sobrepujando a fé. A nova geração, nata neste período transitório, tem aptidão para lidar com todos os aparatos eletrônicos e dispositivos tecnológicos das mais variadas vertentes. Enquanto isso, as pessoas de mais idade tentam ainda encontrar um lugar nesse mundo em que o real nem sempre é virtual mas o virtual esforça-se a tornar-se real.
As instituições que não acompanham o novo ritmo dos acontecimentos mundiais estão em risco de serem automaticamente excluídas do contexto social, econômico, político e religiosos dos dias futuros.
Nas diretrizes apresentadas nesta sexta-feira, a Igreja parece ter se antecipado à revolução tecnológica. Nas linhas gerais da Nova Evangelização para a Transmissão da Fé Cristã, há uma citação dita pela primeira vez há quarenta anos, no Concílio do Vaticano II: “A humanidade vive um período novo da sua história, caracterizado por profundas mudanças e rápidas transformações que progressivamente se estendem para todo o universo”.

Pode-se usar “mantras” na meditação cristã?




D. Estevão Bettencourt, Osb.

Em síntese: Tem-se propagado no Brasil a Meditação Cristã, corrente de espiritualidade de fundo panteísta. Ensina a pessoa a sentar-se comodamente e repetir um mantra (Maranatha, por exemplo) durante cerca de vinte minutos duas vezes ao dia; fazendo-o, o orante “descobrirá a unidade de que faz parte, a unidade de todos em tudo” (John Main, fundador da Meditação Cristã). O panteísmo subjacente a estas  palavras talvez fique despercebido a muitos cristãos.
A corrente de espiritualidade chamada “Meditação Cristã” foi fundada pelo monge beneditino John Main, que no Oriente assimilou as técnicas de meditação hinduísta; procurou integrá-las numa concepção geral de fé cristã, donde resultou a Meditação Cristã. Entre os fiéis católicos que fazem a experiência de tal espiritualidade, há os que se comprazem como também há os que se decepcionam por não encontrarem o específico cristão em tal prática.
Vejamos, pois, em que consiste a Meditação Cristã e como a avaliar.
  1. 1. Em que consiste?
a) O Boletim da Meditação Cristã do Rio de Janeiro nº 24 oferece as seguintes instruções:
“Como Meditar
(adaptado de textos de Dom John Main)
Quando meditamos, não estamos imaginando Deus nem pensando nele, como fazemos, legitimamente, em outras ocasiões. Na meditação procuramos fazer algo muito maior: estar com Deus, discernir sua presença em nosso coração. A meditação não é relacionada com o ato de pensar, mas  com a naturalidade de ser. O objetivo de toda oração cristã é levar-nos à comunhão com o Deus Trinitário, permitindo-lhe tornar-se dentro de nós a realidade que dará sentido, propósito e forma a tudo aquilo que fizermos, a tudo  o que fomos. A tarefa da meditação, portanto, é conduzir nossa mente a  um estado de quietude, silêncio e concentração que envolva todo o nosso ser em clima de oração, aberto à Presença silenciosa e misteriosa de Deus.
Para meditar, convém procurar um lugar quieto e sentar-se confortavelmente, mas  com a coluna ereta. Em silêncio, interiormente, comece a repetir uma única palavra. Embora outras palavras possam ser usadas, nós costumamos recomendar a palavra-oração “Maranatha”, que é uma aglutinação de duas  palavras de aramaico, a mesma língua que Jesus falava. Significa “Vinde, Senhor” e é, provavelmente, a mais antiga oração cristã. São Paulo usou-a para encerrar Coríntios 1, e São João para encerrar o Apocalipse.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Papa em seu novo livro reforça: Povo judeu em seu conjunto não é responsável pela morte de Jesus.


O papa Bento XVI iliba totalmente o povo judeu da morte de Jesus Cristo, um dos assuntos mais controversos do cristianismo, num novo livro de que foram hoje publicados.

No livro, intitulado “Jesus de Nazaré”, Bento XVI recorre a uma análise bíblica e teológica para explicar por que não é verdade que o povo judeu no seu conjunto seja responsável pela morte de Jesus.

Embora o Vaticano sustente há cinco décadas que os judeus não foram coletivamente responsáveis, académicos judeus ouvidos pela agência noticiosa norte-americana AP consideraram que o argumento agora exposto pelo papa é significativo e vai contribuir para combater o antissemitismo.

“Há uma tendência humana natural para aceitar as coisas como verdadeiras e muitas vezes isto leva a erros de perceção” quanto aos riscos de antissemitismo, considerou o rabi David Rosen, responsável para os assuntos inter

-religiosos do comité judaico americano que há vários anos lidera o diálogo entre as duas religiões.

Segundo Rosen, o Vaticano divulgou em 1965 a sua nota mais autorizada sobre o assunto, “Nostra Aetate”, nota que revolucionou as relações da Igreja Católica com o judaísmo ao afirmar que a morte de Cristo não pode ser atribuída ao povo judeu nem na altura nem atualmente.

Para o rabi, as palavras de Bento XVI podem representar um marco mais importante e duradouro na medida em que os crentes tendem a ler mais as escrituras e artigos ou livros do que os documentos da Igreja, especialmente os mais antigos.

Este é o segundo volume de “Jesus de Nazaré” de Bento XVI lançado em 2007, o primeiro livro que lançou como papa, sobre os primeiros anos da vida e dos ensinamentos de Jesus Cristo. Este segundo volume, com lançamento previsto para 10 de março, é sobre a segunda parte da vida de Cristo.

Jornal defende fim do ensino religioso em escolas públicas.

fonte: Jornal folha de São paulo
O Jornal Folha de S.Paulo afirma em editorial ser “descabido” o fato de as religiões se insinuarem nas escolas públicas por intermédio do ensino religioso. O que tem permitido isso, segundo o jornal, é uma ambiguidade da legislação.
O artigo 19 da Constituição Federal veda que a União, Estados e municípios tenham qualquer tipo de relacionamento com instituições religiosas, mas o 210 admite o ensino religioso, com matrícula facultativa, no horário normal das escolas de nível fundamental
De acordo com uma reportagem do jornal, em todo o país pelo menos metade das 196 mil escolas públicas e particulares tem ensino religioso.
No Acre, Bahia, Ceará e Rio de Janeiro, o ensino é abertamente confessional.
Nos demais Estados é interconfessional, permitindo que denominações predominantes transmitam aos estudantes valores que nem sempre se enquadram no pluralismo religioso determinado pela Constituição.

Governo comunista do Laos,(país asiático) tenta obrigar cristãos a renunciar à fé.


O Governo comunista do Laos continua a perseguir os seus próprios cidadãos que professam o Cristianismo.
Recentemente, segundo a agência AsiaNews, 65 cristãos de uma mesma aldeia foram levados para um campo de prisão onde estão mantidos sem acesso a comida, até renunciarem à sua fé.
Os cristãos pertencem a 18 famílias da aldeia de Katinno distrito de Ta-Oi, a sul do país. O Governo expulsou-os das suas casas e está a proibi-los de cultivarem as suas terras. Vizinhos e amigos foram igualmente ameaçados de represálias caso ajudem os cristãos.
Numa população de cerca de seis milhões, apenas 0,7% professam o Catolicismo, mas o Governo continua a tratar os cristãos como se representassem uma ameaça à nação.

fonte: Rádio Renascença

Veja nova iluminação do Cristo Redentor.



LUÍS BULCÃO PINHEIRO
fonte: Terra

Uma das sete maravilhas do mundo, o Cristo Redentor recebeu na noite desta terça-feira um novo sistema de iluminação como parte da abertura das comemorações dos 80 anos do monumento, considerado santuário pela Organização das Nações Unidas em 2006. Por causa das nuvens que cobriam o morro do Corcovado, não foi possível visualizar por completo a nova decoração. As luzes foram acesas às 19h30, aproveitando o 446º aniversário da cidade do Rio de Janeiro.
“Já determinei, através do Centro de Comando da Prefeitura, que as nuvens se afastassem para que a gente veja a nova iluminação”, brincou o prefeito Eduardo Paes (PMDB). Apesar dos “esforços” do prefeito, as nuvens continuaram a cercar o morro e, às 19h36, quando foi acionado o sistema, tudo o que se pôde ver, do Palácio das Laranjeiras – onde se realizou a cerimônia de inauguração – foram vultos em tons azulados.
Para realizar o projeto do designer de luz Peter Gasper, foram instalados 300 projetores com tecnologia LED, que prometem ser mais eficazes tanto no consumo de energia quanto nas possibilidades de criar cenas para iluminar o Cristo em datas especiais. De acordo com a empresa Osram, patrocinadora do projeto e responsável pela iluminação, a energia necessária para iluminar o Cristo se equiparava ao uso de 40 chuveiros elétricos. As lâmpadas têm durabilidade de 10 anos. Com o novo sistema, a energia dispensada será equivalente ao uso de apenas dois chuveiros elétricos.

Usuários de maconha correm risco maior de distúrbios psicóticos.

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Os adolescentes e jovens adultos usuários de maconha são mais propensos a sofrer transtornos psicóticos do que os que não consomem a droga, informa um estudo publicado nesta quarta-feira em Londres pelo British Medical Journal.
Especialistas alemães e holandeses, em parceria com funcionários do Instituto de Psiquiatria de Londres, acompanharam durante oito anos 1.900 pessoas com idades entre 14 e 24 anos.
O estudo evidenciou que aqueles que começaram a usar a maconha após o início do estudo e os que haviam feito uso antes e após eram mais propensos a sofrer de transtornos psicóticos do que aqueles que nunca haviam usado.
“O consumo de maconha é um fator de risco para o desenvolvimento de sintomas psicóticos”, indica o estudo.
“Este estudo acrescenta informação adicional à evidência já solidamente estabelecida de que o consumo contínuo de maconha aumenta o risco de sintomas e doenças psicóticas”, afirmou Robin Murray, professor de investigação psiquiátrica no Instituto de Psiquiatria.
Com a France Presse

Camisinha: uma "roleta russa" no combate à Aids

fonte: Canção Nova
enviado por Dysnei Thaim Via e-mail
Imagem de Destaque
O uso da camisinha não é absolutamente seguro
 
 
 
A verdade cientificamente verificada é que o uso da "camisinha" não é absolutamente seguro. Inúmeras pesquisas têm sido feitas a esse respeito nos meios científicos, como estudos de microscopia eletrônica e testes de passagem de micropartículas.

Pesquisa realizada com Richard Smith, um especialista norte-americano sobre a transmissão da Aids, apresenta seis grandes falhas do preservativo, dentre as mencionadas por ele, por exemplo, há a deterioração do látex, ocasionada pelas condições de transporte e armazenagem.

Tomadas, porém, todas as precauções e conseguindo-se que os preservativos cheguem em perfeitas condições aos usuários, seriam ainda seguros para prevenir a Aids, pergunta-se o autor? Sua resposta é esta: "Absolutamente não. O tamanho do vírus HIV é 450 vezes menor que o espermatozoide. Esses pequenos vírus podem passar entre os poros do látex tão facilmente em um bom preservativo como em um defeituoso".

Levando-se em conta o resultado dessas investigações, poderíamos dizer que, servir-se de um preservativo para proteger-se contra o vírus HIV, significa, tanto como, apostar nos resultados de uma "roleta russa". Com mais de uma bala no tambor, no caso em que a prática sexual se torna mais frequente e promíscua ao sentirem-se os usuários, persuadidos pela propaganda, com absoluta segurança no uso da "camisinha". Deste modo, tanto mais aumentará a probabilidade de um contágio quanto mais aumentarem a promiscuidade e o falso convencimento de proteção oferecida pelo método. 

Qualidade de Vida pense nisso!

fonte: canção Nova , Pe. Luizinho
enviado por Rosinha via e-mail

Hoje se fala tanto em qualidade de vida, alimentação, atividade física, esporte e lazer etc. Vivendo estes dias as minhas férias percebi que as pessoas têm esquecido que a melhor qualidade de vida é aquela que começa dentro de nós, qualidade de vida começa no interior das pessoas. A nossa vida tem sido mais agressiva e muito menos educada, sem gentilezas, educação e um pouco de ternura. É como se faltasse açúcar no café ou gás no refrigerante, é difícil, quase insuportável de tomar. Compaixão é coisa ultrapassada, não nos colocamos mais no lugar dos outros, estamos perdendo a sensibilidade, e ainda dizem que é porque são da geração y, tudo é mais objetivo, rápido e frio é claro!  É preciso repensar a nossa qualidade de viver.
Compaixão: sentir a dor do outro, piedade, sentimento de quem se coloca no lugar do outro. “Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão delas, porque eram como ovelhas sem pastor”. (cf. Jo 6,34).
Hoje o grande vilão da vida moderna tem sido o stress, a vida agitada e nervosa dos novos tempos e tudo piora quando percebemos que atitudes interiores de educação e gentileza tem caído em desuso no cotidiano da gente e que essas atitudes poderiam fazer melhores os novos dias e relacionamentos. Com certeza diminuiria o stress e a insatisfação do dia a dia. Você pode estar me achando supérfluo, mas no dia a dia percebemos que essas delicadezas fazem muita diferença, perceba:
Outro dia no supermercado esperava na fila para pegar um franco assado, éramos mais ou menos 15 a 20 pessoas, quando saiu o franco foi aquele alvoroço e se esqueceram das pessoas que estavam ali na frente da fila a 20, 30 minutos esperando; caminhando voltando para casa levei um esbarrão de uma moça que quase cai no chão, ela me olhou e ao invés de pedir desculpas reclamou e quase me xingou. Quantas vezes você esperou a gentileza de alguém numa fila interminável e o pior aquele mal educado ainda passou na sua frente; um sorriso, como poderia fazer diferente o dia de alguém, um bom dia, boa noite, com licença, por favor, e muito obrigado. E na maioria das vezes só precisamos fazer valer o direito dos outros.

terça-feira, 1 de março de 2011

Ser santo é deixar-se amar por Deus

O papa Bento XVI vem apresentando, nas últimas semanas, uma série de catequeses sobre os doutores da Igreja. O portal RCCBRASIL, em parceria com a agência de notícias católica Zenit, apresentará os textos do Santo Padre. O texto desta semana é dedicado a São João da Cruz.
Queridos irmãos e irmãs:
Há duas semanas, apresentei a figura da grande mística espanhola Teresa de Jesus. Hoje, eu gostaria de falar sobre outro importante santo dessa terra, amigo espiritual de Santa Teresa, reformador, ao lado de sua família religiosa carmelita: São João da Cruz, proclamado Doutor da Igreja pelo Papa Pio XI, em 1926, a quem a tradição apelidou de Doctor mysticus, "Doutor místico".
João da Cruz nasceu em 1542, na pequena cidade de Fontiveros, perto de Ávila, em Castilla la Vieja, filho de Gonzalo de Yepes e Catalina Álvarez. Sua família era muito pobre, porque o pai, de origem nobre de Toledo, tinha sido expulso de casa e deserdado por ter se casado com Catalina, uma humilde tecelã de seda. Órfão de pai em tenra idade, João, aos 9 anos, mudou-se, com sua mãe e seu irmão Francisco, a Medina del Campo, perto de Valladolid, centro comercial e cultural. Lá, frequentou o Colegio de los Doctrinos, além de realizar trabalhos humildes para as freiras da igreja-convento de Madeleine. Posteriormente, dadas as suas qualidades humanas e seu desempenho na escola, foi admitido inicialmente como enfermeiro no Hospital de la Concepción, e mais tarde no Colégio dos Jesuítas, fundado em Medina del Campo: João entrou aos 18 anos e estudou, durante três anos, humanidades, retórica e línguas clássicas. No final da sua formação, teve muito clara sua própria vocação: a vida religiosa e, entre as muitas ordens presentes em Medina, sentiu-se chamado ao Carmelo.
No verão de 1563, iniciou o noviciado entre as Carmelitas da cidade, tomando o nome religioso de Matias. No ano seguinte, foi destinado à prestigiada Universidade de Salamanca, onde estudou por três anos filosofia e artes. Em 1567, foi ordenado sacerdote e voltou para Medina del Campo para celebrar sua primeira Missa, cercado pelo amor de sua família. E foi precisamente lá que teve lugar o primeiro contato entre João e Teresa de Jesus. O encontro foi crucial para ambos: Teresa explicou seu plano de reforma do Carmelo, também no ramo masculino, e sugeriu a João que se unisse a ela "para maior glória de Deus"; o jovem padre ficou fascinado pelas ideias de Teresa, chegando a se tornar um grande apoio para o projeto. Os dois trabalharam juntos alguns meses, compartilhando ideais e propostas para inaugurar, o mais breve possível, a primeira casa dos Carmelitas Descalços: a abertura ocorreu em 28 de dezembro de 1568, em Duruelo, lugar solitário da província de Ávila. Com João, formavam esta primeira comunidade masculina outros três companheiros.

Estudante é suspenso em escola nos EUA por usar terço.

fonte: G1
Rodrigo Avila pegou 5 dias de suspensão. (Foto: Reprodução)Estudante foi suspenso por cinco dias em uma escola em Collinsville, no estado de Illinois (EUA), porque foi para a aula usando um terço, segundo a emissora de TV “KSDK”“Eu fiquei com muita raiva”, disse Rodrigo Avila, destacando que recebeu o terço de presente de seu padrinho. “Eu quero usá-lo, porque tenho orgulho dele”, acrescentou. 
 

O genocídio dos negros norte-americanos pelo aborto.


["O lugar mais perigoso para um afro-americano é o útero"]
Em Nova York, uma propaganda de um grupo pró-vida vem causando desconforto, para dizer o mínimo, entre abortistas e assemelhados daquela cidade.
O cartaz, exposto na região do SoHo, um reduto de artistas e gente “prafrentex”, é o que está na foto em cima.
O pessoal do SoHo, que não vê nada de mais em obras como “Piss Christ”, está esperneando por causa do cartaz, que só diz uma verdade que vai sendo cada vez mais por todos conhecida: a população negra norte-americana é a que mais está sendo dizimada pelo aborto.
Também pudera, a feminista Margaret Sanger, uma das fundadoras da Planned Parenthood, a maior cadeia de matadouros de criancinhas dos EUA, ficou conhecida por seu apoio às práticas eugênicas e por ligações com grupos racistas. Ligação tão forte que a senhora Sanger foi convidada a discursar em um comício da Klu Klux Klan.
Mas o que incomoda mesmo os dândis do Soho é que o cartaz traga verdades. Apesar de os negros serem 13% da população norte-americana, 1/3 dos abortos daquele país são feitos entre as pessoas desta raça. No geral, na cidade de Nova York, 6 de cada 10 gravidezes de mulheres negras norte-americanas terminam em abortos provocados.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Homem deve ter confiança na providência divina, afirma o Papa no Ângelus

"A confiança no indefectível amor de Deus pode não parecer real diante das diversas situações de pobreza e de miséria. Porém, quem crê em Deus, Pai pleno de amor pelos seus filhos, coloca em primeiro lugar a busca de seu Reino, de sua vontade". A reflexão do Papa Bento XVI foi feita neste domingo, em seu discurso antes da cerimônia de recitação mariana do Ângelus aos fiéis na Praça de São Pedro.
O Papa discursou a cerca de 50 mil peregrinos - como todas as semanas, refletindo sobre o Evangelho e a liturgia do dia. Segundo o Santo Padre, a então leitura hodierna do profeta Isaías destaca como o homem não pode servir a Deus e à riqueza e precisa ter confiança irrestrita na providência divina.
"Este convite a confiar no amor infalível de Deus é comparado com a página, também muito sugestiva, do Evangelho de Mateus, em que Jesus exorta seus discípulos a confiar na Providência do Pai celeste, que alimenta as aves do céu e veste os lírios do campo, e conhece todas as nossas necessidades (cf. 6,24-34).

Dor e consternação da Santa Sé pela repressão na Líbia

Dor e consternação são os sentimentos que a Santa Sé manifesta diante da repressão sangrenta dos protestos que estão ocorrendo na Líbia.
Esta foi a afirmação de Dom Silvano M.Tomasi, observador permanente da Santa Sé junto ao escritório das Nações Unidas em Genebra (Suíça), sobre a reunião do Conselho de Direitos Humanos da ONU, realizada em 25 de fevereiro, para avaliar as medidas a serem adotadas nesse país africano.
Como aconteceu em outros países, como Egito, Tunísia e Argélia, na Líbia também se desencadearam protestos contra o regime que, no entanto, reagiu fazendo as forças de segurança atirarem, apoiadas por mercenários pagos para isso, contra os manifestantes.
"A Santa Sé considera que primeiro é preciso acabar com essa violência e trazer de volta o diálogo, para tentar encontrar uma solução", afirmou Dom Tomasi em declarações à Rádio Vaticano.

Igreja diante do trauma pós-aborto e dos bancos de cordão umbilical

A 17ª reunião da Pontifícia Academia para a Vida, encerrada no sábado por Bento XVI, centrou-se em duas questões de grande importância ética que interpelam a Igreja: o trauma pós-aborto e os bancos de sangue de cordão umbilical.
Seu presidente, o bispo Ignacio Carrasco de Paula, explicou, no início da audiência papal, que esta análise é feita à luz do magistério pontifício, "uma luz indispensável e um forte incentivo para trabalhar cada vez mais ao serviço não tanto de uma ideia abstrata, mas de sujeitos concretos, isto é, pessoas, seres vivos, homens - nascidos e por nascer, crianças, jovens, adultos e idosos, saudáveis ou doentes -, com quem nos deparamos todos os dias".
Por este motivo, disse o prelado espanhol ao Pontífice, "seguindo o seu conselho, temos procurado ampliar a perspectiva da razão, adentrando-nos muito além dos dados científicos iniciais, para aprofundar nesta dimensão específica transcendente que nos revela a presença de Deus".
Aos bancos de sangue de cordão umbilical foi dedicada a reunião de 25 de fevereiro pela manhã; e ao trauma pós-aborto, a reunião da tarde desse mesmo dia.

Cresce a evangelização católica pela Televisão.

A Igreja Católica caminha para implantar sua terceira emissora nacional, a partir da TV Aparecida. Em pouco mais de uma década, surgiram duas redes de televisão católicas com cobertura nacional em sinal aberto - Rede Vida e Canção Nova – e várias emissoras locais e regionais.
A reportagem é de Elvira Lobato e está publicada no jornal Folha de S. Paulo.
A velocidade de crescimento da Igreja Católica, na área televisiva, só tem similar com o da Igreja Universal, do bispo Edir Macedo, nos anos 90, embora os investimentos da Universal em emissoras seja muito maior.
A Universal tem 22 emissoras geradoras, sendo 19 da Rede Record, que disputa o segundo lugar entre as redes comerciais com o SBT. Já a Igreja Católica tem 12 emissoras em funcionamento, mas ao menos mais 14 concessões já autorizadas pelo governo, a serem implantadas.
Até a inauguração da Rede Vida, em 1995, a Igreja Católica tinha só uma emissora, a Sudoeste, no interior do Paraná, da Ordem dos Frades Menores. Na época, a igreja priorizava rádios. Em 1998, entraram no ar a primeira geradora da TV Canção Nova (hoje são quatro) e a TV Horizonte, da Arquidiocese de Belo Horizonte.

Você é jovem e tem medo das decisões definitivas?


Papa Bento, África, março de 2009.

“Por isso, não tenhais medo de tomar decisões definitivas. Generosidade não vos falta – eu sei! –, mas, perante o risco de se comprometer para uma vida inteira quer no matrimônio quer numa vida de especial consagração, sentis medo [...]


O mundo vive em contínuo movimento e a vida está cheia de possibilidades.
Poderei eu dispor agora da minha vida inteira, ignorando os imprevistos que me reserva? Não será que eu, com uma decisão definitiva, jogo a minha liberdade e me prendo com as minhas próprias mãos?
[...] Mas quando o jovem não se decide, corre o risco de ficar uma eterna criança [...] Eu digo-vos: Coragem! Ousai decisões definitivas, porque na verdade são as únicas que não destroem a liberdade, mas lhe criam a justa direção, possibilitando seguir em frente e alcançar algo de grande na vida.”

domingo, 27 de fevereiro de 2011

RCC GRANJA SE PREPARA PARA O III GRANJESUS!

COM CONFIRMAÇÃO BLOG RCC GRANJA

Por Causa da Tua Palavra Lançaremos as Redes... (Lc 5,5) 
Neste ano a 3° Edição do GranJesus traz por Tema a Missão.Em comunhão com a RCC de todo o Brasil e a com a Nossa Diocese queremos lançar as redes para o resgate das Vidas pra Jesus. O GranJesus é um forte chamado a Unidade e a Vida Neste período de Carnaval. Lançar as Redes é baseados na Palavra de Deus que Cura e Liberta evangelizar o nosso povo pela Conquista de uma Granja Pra Jesus.Queremos destacar Neste ano a Participação dos Movimentos e Pastorais Num encontro de Fé e Amor.

DEIXE AS FANTASIAS E CAIA NA ALEGRIA !!!


Venha Você também Participar conosco!!! 
Sua presença é muito Importante!!!
DIAS : 05,06,07 E 08 DE MARÇO DE 2011
ABERTURA : as 18H (dia 05)
LOCAL : GINÁSIO ARRUDINHA 
TRAGA 1Kg DE ALIMENTO NÃO PERECÍVEL

DIVULGUE !!!
 
DIA 27/02 DOMINGO ÁS 17HS 
NA PRAÇA DO COLÉGIO SÃO JOSÉ

ANIMADO PELA BANDA NA FÉ !!! LOGO APÓS SANTA MISSA NA MATRIZ ANIMADA PELO MINISTÉRIO DE MÚSICA DA RCC !!
VAMO LÁ DE CARRO , MOTO, BICICLETA , A PÉ.. O IMPORTANTE É DIVULGAR ESSA GRAÇA !!! EM BUSCA DE UMA GRANJA PRA JESUS!!

Em busca da vontade de Deus


 
Quando somos batizados no Espírito Santo fazemos uma experiência de Deus que nos marca profundamente.
Pode este acontecimento ser comparado a um divisor de águas, que dará origem a um modo de vida, no qual a fé passa a reorientar nosso pensar e agir.
Na Renovação Carismática, entendemos que essa experiência do Batismo no Espírito não se esgota em apenas um momento, mas pode levar-nos a um modo de vivermos neste mundo, orientando-nos para uma vocação humana, que é a "vida no Espírito" (Catec. 1699ss).
A vida no Espírito, por sua vez, abre-nos para uma nova perspectiva a respeito dos planos de Deus para conosco. Sentimo-nos chamados a uma amizade com Deus e, como amigos, a um relacionamento no qual percebemos que Deus tem planos especiais para com cada um de nós.

Se o Big Bang foi o princípio de todas as coisas, o que veio então antes?

Esta é uma das perguntas colocadas em uma nova página na internet aberta conjuntamente pelo Vaticano e a comunidade científica italiana.
A matéria é da BBC, 22-02-2011. A tradução é do Cepat.

Deixando de lado séculos de desconfiança entre a religião e a ciência, a intenção da página é oferecer ao público um maior entendimento de ambos os lados.
A página, que estará disponível em italiano e em inglês, contará com informações de todo tipo, desde astronomia até teologia, missões espaciais ou questões de filosofia e arte.
Terá três portais, um para a audiência geral, outro para os estudantes e seus professores e outros para crianças em idade escolar.
Em cada portal existirá uma grande variedade de plataformas multimídia, inclusive uma que seguirá todos os dados recolhidos por satélites e sondas não tripuladas.
A iniciativa está sendo organizada de forma conjunta pelo Vaticano e a Agência Espacial Italiana (ASI, na sigla em italiano).
O Monsenhor Gianfranco Basti, decano do Departamento de Filosofia daUniversidade Pontifícia Lateranense, é um dos porta-vozes da iniciativa. “Do ponto de vista da Igreja, trata-se de mostrar às pessoas religiosas que os cientistas não são os inimigos e fazer os cientistas verem que os crentes também não são os inimigos. O objetivo de ambas as partes é reconciliar-se pelo bem da humanidade”.
Para Piero Benvenuti, da ASI, trata-se mais do entendimento da realidade. “A ciência pode ajudar, mas temos que aceitar que ela não tem todas as respostas”, afirma.
Enquanto o Vaticano se preocupará com a seção teológica da página na internet, a ASIse encarregará do conteúdo científico, incluindo as últimas informações sobre as missões espaciais da Europa e dos Estados Unidos.
Os vínculos da Igreja católica com a astronomia remontam ao século XVI, quando o Papa Gregório XIII criou um Comitê para estudar os dados científicos relevantes.
A partir de então, o Vaticano manteve seu interesse na pesquisa astronômica com algum grau de continuidade. Seu primeiro observatório foi construído na Itália no final do século XVIII.
Em 1993, foi concluído o telescópio de Tecnologia Avançada do Vaticano no Observatório Internacional de Monte Graham, no Arizona, e é considerado por muitos como o melhor lugar astronômico na zona continental dos Estados Unidos.
Onde existem explicações científicas, a Igreja afirma que devem ser aceitas. Onde não as há, a fé pode exercer um papel. A Igreja afirma que são realidades paralelas, não opostas.
“Posso crer em Deus e ao mesmo tempo aceitar as teorias de Einstein que afirmam que o tempo nunca existiu”, disse Monsenhor Basti. O professor Benvenuti está de acordo com esta dupla verdade. “Não posso, como cientista, demonstrar que o amor existe, mas sei que está aí”, afirma.
Da mesma forma o principal astrônomo do Vaticano afirmou recentemente que seres inteligentes criados por Deus poderiam existir em outros planetas e que a vida alienígena não contradiz a doutrina da Igreja.
Esta é a razão pela qual o Vaticano apóia a nova página na internet, que apresenta uma estranha mistura de dados puros e duros com interpretações filosóficas. Trata-se de unir as diferenças que separam os fatos e fé o que se pode explicar cientificamente e o que não.
A força das crenças cristãs e o rigor do esforço científico convertem o sítio em uma ferramenta única, levando a mensagem de que, quando se trata de nossas origens, as provas e as crenças podem coexistir pacificamente.

Candidatos ao sacerdócio: fragilidade afetiva e direção espiritual.

 Fonte: Zenit

A formação nos seminários, com seus desafios e características atuais, a importância do acompanhamento espiritual e questões como a fragilidade física e afetiva estavam entre os temas discutidos durante o curso de La formazione spirituale nei seminari, realizado na Pontifícia Universidade da Santa Cruz, de Roma, de 7 a 11 de fevereiro.
O bispo de Cuenca (Espanha), José María Yanguas, interveio neste evento acadêmico sobre o tema da fragilidade afetiva.
Quais devem ser os pilares da formação espiritual, hoje, nos seminários?
Dom José María Yanguas: O candidato ao sacerdócio deve procurar adquirir virtudes como a sinceridade e a simplicidade, com uma rejeição instintiva da vida dupla, de tudo o que é falso, inautêntico, artificial; o espírito de trabalho; o sentido da amizade, sincera e aberta, generosa e sacrificada, chave para viver o sacerdócio e dentro de uma comunidade; o espírito de serviço, necessário para quem escolhe doar-se de forma incansável a todos; o vigor do ânimo e a capacidade de sofrimento, esse “aguentar”, poderíamos dizer, para não se curvar diante das dificuldades e obstáculos, para saber trabalhar a longo prazo, sem esperar o sucesso fácil e imediato e não se desanimar diante de possíveis fracassos.
Também é claro que o candidato ao sacerdócio deve ter a necessária formação teológica e moral, canônica, litúrgica e pastoral; possuir uma experiência viva do Deus que se revela a nós em Cristo, experiência que se cultiva no diálogo vital da oração pessoal, pública ou privada; sentido sobrenatural, que leve a julgar tudo à luz de Deus; bondade e senso de paternidade, que leva a tratar todos com sincera e madura cordialidade; otimismo sobrenatural, que infunda nos fiéis a alegria e a confiança.
Além disso, também é necessário o sentido de responsabilidade, criatividade e espírito de liderança, de quem se esforça, de mil maneiras, em oferecer a Palavra de Deus aos seus irmãos, em aproximá-los das fontes da graça, que são os sacramentos, em guiá-los pelos caminhos de uma vida autenticamente cristã. Estas não são as únicas “virtude” da formação sacerdotal, pelas quais você me pergunta, mas estas não deveriam faltar.

Namoro, liberdade e responsabilidade a caminho do amor. E o “Ficar”?

Leda Galli Fiorillo
Professora de biologia e especialista em Bioética

A Sexualidade na sua dimensão individual, isto é, como modalidade de expressão do eu nas suas duas versões, masculina e feminina, tem na temperança a reguladora de todas as faculdades humanas e no pudor o guardião de todas as riquezas pessoais.
A verdadeira liberdade é a capacidade de escolher por si mesmo, voluntariamente, o bem, para tender à plena auto-realização no ordenamento harmonioso de todas as faculdades. O  ser humano não é uma mônada fechada em si mesma, e, por isso, passamos à sexualidade na sua dimensão relacional: não mais o eu sozinho, portanto, mas o eu que se abre e se relaciona com um você, numa recíproca e harmônica complementação do ser individual, chegando assim ao casal.
Mas, vamos além.
Uma vez que há um você, salta aos olhos mais facilmente a existência de uma responsabilidade, no sentido etimológico do termo: isto é, como capacidade de responder por si mesmo, pelas próprias escolhas e pelas próprias ações diante dos outros.
De fato, justamente o uso da liberdade, entendida capacidade de fazer escolhas autônomas, leva consigo o exercício da responsabilidade: posso responder em primeira pessoa só por aquelas escolhas que fiz por mim mesmo, voluntariamente, e, por isso, livres, ao passo que não posso responder pelas escolhas não livres, isto é, efetuadas sob algum tipo de constrição não dependente de mim.
Por tudo o que foi dito, é claro que o uso correto da liberdade – daquela que chamamos a verdadeira liberdade – só se realiza quando se escolhe fazer o bem, por maior que seja a fadiga que este pode comportar; pelo contrário, escolher voluntária e conscientemente o mal equivale a um uso ruim da liberdade e, por isso, a uma falsa liberdade, que não leva à realização pessoal, mas sim a uma auto-limitação, se não mesmo à autodestruição.
Desse modo, uma vez que o ser humano não é só identidade – um eu – mas também relação – um eu que se abre a um você – a auto-realização nunca é um fato exclusivamente individual e egocêntrico; ao contrário, a sua realização passa justamente pela do outro. Mas, para chegar a este objetivo deveremos finalmente começar a falar não de um casal qualquer, mas de um casal que se ama.
Agora.. Existe o amor?
É talvez a pergunta mais radical e imperiosa que se possa fazer, porque, no fundo, todos os problemas da humanidade são problemas de amor.
De fato, não há ser humano que não sinta a urgência profunda de ser amado. Sonha-se com o amor, persegue-se o amor, agarra-se o amor, até mesmo se rouba o amor, ou então se doa o amor… Bem ou mal orientado, sacralizado ou profanado, é, de todos os modos, a mola propulsora do nosso agir, o fim ao qual, consciente ou inconscientemente, todos tendemos.
Temos uma sede infinita de amor; mas esta não é uma prerrogativa só humana. O amor é igualmente evidente nos animais, ao ponto de não ser necessário destacá-lo aqui; pode ser entrevisto mesmo nas plantas, se se observa com quanto cuidado as sementes são guardadas dentro dos frutos até chegarem à maturação, e de quantos modos diversos são, depois, dispersadas para longe, a fim de que as novas plantinhas possam encontrar ar, luz, espaço e nutrimento suficientes para poder viver.
E há, por fim, quem tem crido ser possível avistá-lo até mesmo na matéria inanimada: de fato, se não é amor, o que é aquela força atrativa gravitacional que liga o planeta à sua estrela, que o faz orbitar em torno dela, fazendo dela o seu baricentro, o centro indiscutível de todo o seu ininterrupto movimento? Não é, talvez, o amor a força que atrai irresistivelmente em direção ao outro, que faz do outro o centro de toda uma vida? Sim, existe o amor.
Mas, então, o que é este amor pelo ser humano? É uma aventura a ser vivida? Um direito a ser reivindicado? Ou é uma capacidade a ser educada, um caminho a ser construído? E, assim, o que quer dizer amar?

Você sabe falar sobre o amor e sexualidade humana com seus filhos?

Falar de sexo e de amor com os filhos é tão necessário como complicado. A bióloga Leda Galli oferece uma ajuda concreta no livro em italiano «Do corpo à pessoa: o sexo como eu o explicaria aos meus filhos» («Dal corpo alla persona: Il sesso come lo spiegherei ai miei figli»).
No prólogo ao livro, o cardeal Carlo Caffara, arcebispo de Bolonha, escreve: «No atual clima cultural de relativismo, os jovens – privados de claros pontos de referência – estão com freqüência à mercê de uma angustiosa desorientação existencial, que pode impulsioná-los a uma visão superficial da vida e induzi-los a comportamentos transgressivos, às vezes inclusive violentos».
«Compreende-se assim que muitos progenitores se descubram despreparados e em séria dificuldade para poder cumprir sua missão educativa, que é a de acompanhar a pessoa rumo à plenitude de sua humanidade», acrescenta o purpurado.
Eis aí as respostas da Dra. Galli, que colaborou durante vários anos com o Movimento Italiano de Pais de Família e é membro do Comitê Ético do Campus Bio-Médico de Roma.
– Em que consiste a novidade do seu livro?
– Leda Galli: Hoje parece que já não existem certezas. Exceto uma: a ciência, com seus dados que estão diante dos olhos de todos. Portanto, enquadrar um trabalho exclusivamente no campo da ética suscitaria imediatamente a objeção «Mas esta é uma idéia sua», e o discurso se acabaria antes ainda de começar. Hoje, por experiência, podemos dizer que há tantas éticas como opiniões.
Mas o dado biológico, imbatível, é um sólido ponto de partida. A novidade está, portanto, precisamente nisto: em ajudar o leitor a descobrir que há uma ética já inscrita na Biologia; e não é «minha» ética ou uma ética qualquer, mas a que emana por si mesma, por lógica rigorosa, do próprio dado científico. Em outras palavras, o corpo tem sua linguagem sapiencial: basta querer lê-lo.

A Igreja aceita a doação de cordão umbilical para tratamento de doenças?

Jornal O Povo

O Papa Bento XVI disse ser a favor da doação do cordão umbilical, “ato de solidariedade humana e cristã”, mas se opôs à sua comercialização, durante discurso feito neste sábado, 26, na Cidade do Vaticano.

“A pesquisa médico-científica é não apenas um valor para os cientistas como para toda a comunidade civil”, disse o Papa aos participantes de uma assembleia da Academia Pontifícia pela Vida.

“Esse valor e a necessidade de solidariedade são colocados em evidência pela utilização de células-tronco provenientes do cordão umbilical”, completou.

O sangue do cordão e da placenta contém células-tronco que permitem sanar pessoas que sofrem de leucemia e outras doenças graves no sangue.

No entanto, Bento XVI opôs-se à “proliferação de bancos privados” para a conservação do sangue do cordão umbilical, pois afirma que “fragilizam o verdadeiro espírito de solidariedade”.

A Igreja Católica também se opõe ao congelamento de embriões humanos, à pesquisa com células-tronco embrionárias e à clonagem de humanos.
 

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