sábado, 29 de janeiro de 2011

A história das Jornadas Mundiais da Juventude


jmj2011 
Os pilares da JMJ
Uma carta para pedir orações, o primeiro passo da preparação da Jornada

Dizem que um edifício sem alicerces não se pode construir. Na Jornada Mundial da Juventude de Madrid, sempre foi claro desde o primeiro momento. A JMJ fundamenta-se na oração. Depois do imenso entusiasmo, no último dia da JMJ de Sidney, com o anúncio de que a próxima Jornada Mundial seria em Madrid… tinha chegado a hora de começar a trabalhar.
Por isso, o primeiro passo dado pelo Cardeal de Madrid, Antonio María Rouco Varela, foi escrever uma carta a todos os mosteiros e casas de vida contemplativa de Espanha, para que rezassem pelos jovens que viriam a Madrid.
Em Espanha há mais de 800 conventos espalhados por todo o país. Beneditinos, Cartuxos, Jerónimos… Carmelitas, Agostinianas, Franciscanas… Cada qual com a sua espiritualidade mas com uma missão comum: ocupar-se de Deus, em assídua oração e generosa penitência.
A estes conventos somaram-se mosteiros de vida contemplativa de todos os cantos do mundo, que preparam com a sua oração o próximo encontro de Madrid.
“Descobri a minha vocação numa JMJ”

Como as igrejas protestantes lidam com as redes sociais?


Igrejas estão se voltando cada vez mais para as ferramentas das redes sociais como Facebook para auxiliar o ministério, de acordo com um estudo realizado pela LifeWay Pesquisas.
O levantamento foi feito com 1.003 congregações protestantes em setembro de 2010 e patrocinada pelo parceiro da LifeWay, Fellowship Technologies. Ele descobriu que 47% das igrejas usam ativamente o Facebook.
A segunda forma mais popular da rede é por meio das ferramentas incluídas em pacotes de software de gestão da igreja, utilizadas ativamente por 20% das congregações. Três por cento usam o MySpace, e 1% utilizam Ning.
No entanto, 40% das igrejas não usam todas as ferramentas de redes sociais.
“As igrejas são lugares naturais de interação. Congregações estão adotando rapidamente as redes sociais não só para acelerar a sua comunicação, mas também para interagir com pessoas de fora da igreja”, disse o diretor da LifeWay Pesquisas, Scott McConnell.
Outra constatação é que grandes igrejas utilizam o Facebook muito mais do que as pequenas. Oitenta e um por cento das congregações com 500 ou mais membros utilizam o Facebook, comparado a 27% das igrejas com um a 49 pessoas. Quarenta e três por cento das igrejas com 50-99 pessoas usam a mídia, assim como 46% com 100-199 pessoas. Já nas igrejas com 200-499, a média de uso é de 56%.

Hitler era cristão?


Dinesh d’Souza Traduzido por: Maximiliano Mendes
Com vergonha do legado assassino dos regimes comunistas ateus do Século XX, os líderes ateístas buscam empatar o placar com os crentes ao retratar Adolf Hitler e seu regime nazista como sendo teístas, mais especificamente Cristãos. Os websites ateístas rotineiramente alegam que Hitler era Cristão porque nasceu Católico, nunca renunciou ao seu Catolicismo e escreveu em Mein Kampf: “Ao me defender dos Judeus, defendo o trabalho do Senhor”. Os escritor ateu Sam Harris escreve que “o Holocausto marcou o auge de … 200 anos dos Cristãos fulminando os Judeus”, portanto, “sabendo disso ou não, os nazistas eram agentes da religião”.
Quão persuasivas são essas alegações? Hitler nasceu Católico assim como Stálin nasceu na tradição da Igreja Ortodoxa Russa e Mao Tsé Tung foi criado como Budista. Esses fatos não provam nada, pois muitas pessoas rejeitam sua criação religiosa, como esses três fizeram. O historiador Allan Bullock escreve que desde cedo, Hitler “não tinha tempo algum para os ensinos do Catolicismo, considerando-o como religião adequada somente para os escravos e detestando sua ética”.
Então como nós explicamos a alegação de Hitler de que ao conduzir seu programa anti-semítico estava sendo um instrumento da providência divina? Durante sua ascensão ao poder, ele precisava do apoio do povo alemão – tanto os Católicos da Bavária quanto dos Luteranos da Prússia – e para se assegurar disso ele utilizava retórica do tipo “Estou fazendo o trabalho do Senhor”.

Maioria dos 513 novos deputados federais se declaram católicos.


G1
De 414 deputados que responderam a questionário proposto pelo portal, 309 (74,6%) se declararam católicos, e 43, evangélicos. Os parlamentares que se declararam espíritas foram 8. Outros 13 disseram ser cristãos, mas não especificaram se seguem uma religião. Oito disseram não ter religião (veja no quadro ao lado).
Esses números foram obtidos a partir de respostas de deputados eleitos e reeleitos em um levantamento feito peloG1 nos últimos dois meses. Além de opiniões a respeito de 13 temas polêmicos, o questionário buscou saber a religião e o time de preferência dos políticos.
A reportagem conseguiu contato com 446 dos 513 futuros deputados. Desses 446, 414 responderam ao questionário e 32 não quiseram responder. Outros 67, mesmo procurados por telefone ou por intermédio das assessorias durante semanas consecutivas, não deram resposta – positiva ou negativa – às solicitações (leia mais sobre a metodologia ao final do texto).

Percentualmente, o número de católicos dentre os que responderam o questionário do G1 é próximo ao da média nacional, mas o de evangélicos, menor.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

A tristeza mata

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Saiba transformar um momento de tensão num momento de descontração
 Com um rosto sorridente, o homem duplica as capacidades que possui. Um coração alegre faz tanto bem quanto os remédios; mas a tristeza mata. O povo diz sabiamente que quem canta seus males espanta.


Quando você mergulha na tristeza, não consegue subir um degrau; mas se se firma na alegria, consegue galgar montanhas.
Acho que você já ouviu a história daquele rapaz que andava triste porque não tinha sapatos, até que encontrou alguém que não tinha os pés... estancou as lágrimas no mesmo instante.
Veja o que a Palavra de Deus diz da tristeza:


"Ao justo nenhum mal pode abater, mas os maus enchem-se de tristezas" (Pr 12, 21).

IGREJA CATÓLICA E ESCATOLOGIA

Escatologia é o estudo sobre os “últimos acontecimentos”. A palavra vem do grego eschatón (= último). Se refere ao término da história da salvação. Sem isto não compreendemos a vida da Igreja. Os romanos diziam: “em tudo que faças, considera o fim, pois é o fim que dita o itinerário a percorrer”. A realização da Igreja se dará plenamente só na eternidade. O Concílio Vaticano II afirma: “É no fim dos tempos que será gloriosamente consumada [a Igreja], quando, segundo se lê nos Santos Padres, todos os justos, desde Adão, do justo Abel até o último eleito, serão congregados junto ao Pai na Igreja universal” (LG,2). “A Igreja à qual somos todos chamados em Jesus Cristo... só será consumada na glória celeste, quando chegar o tempo da restauração de todas as coisas; e, como o gênero humano, também o mundo inteiro, que está intimamente unido ao homem e por ele atinge o seu fim, será totalmente renovado em Cristo” (LG,48). Muitas passagens das Escrituras mostram isso: At 3,21 ´ “Enviará ele o Cristo que vos foi destinado, Jesus, aquele que o céu deve conservar até os tempos da restauração universal, da qual falou Deus pela boca dos seus santos profetas”. Quando de sua vinda gloriosa, Cristo inaugurará o seu Reino definitivo e toda a criação será renovada. 1Cor 15,24´28 ´ “Depois, virá o fim, quando entregar o Reino a Deus, ao Pai, depois de haver destruído todo principado, toda potestade e toda dominação. Porque é necessário que ele reine, até que ponha todos os inimigos debaixo de seus pés... E, quando tudo lhe estiver sujeito, então também o próprio Filho renderá homenagem àquele que lhe sujeitou todas as coisas, a fim de que Deus seja tudo em todos”.

Interceder pelo futuro


 Padre José Fernandes de Oliveira, SCJ
Em Jo 17,20-26, na sua oração sacerdotal, há um momento em que Jesus se volta para o Pai e ora pelo futuro da humanidade e dos seus discípulos. Literalmente Jesus ora pelos que no futuro creriam nele e seguiriam o seu caminho. Orar e interceder por quem um dia nos ouvirá. O exemplo de Jesus poderia e deveria nos incentivar a fazer o mesmo. Orar pelos que nos ouviram no passado para que perseverem, pelos que nos ouvem agora, para que não nos coloquem acima da mensagem que lhes damos e, pelos que nos ouvirão no futuro para que saibamos diminuir enquanto eles crescerão.
Há profundidade nos pais que oram pelo futuro dos filhos e no pregador que ora pelo futuro dos seus ouvintes de hoje e pelos seus futuros ouvintes. O centurião romano, soldado pagão em comando, teve a humildade de orar pelo seu servo. Jesus se encantou com a humildade do homem que não quis tirar proveito de Jesus. Apenas queria que ele curasse o seu servo querido. Quantos de nós oramos pelos que trabalham conosco? Quantos poderiam honestamente dizer que oram pelas suas cozinheiras, lavadeiras e pelos seus zeladores ou balconistas? Quantos de nós oramos pelo futuro deles e de nossos familiares?
Interceder pelos outros é tão importante quanto louvar a Deus. Jesus dá enorme importância ao ato de interceder. Encanta-se com a humildade do centurião romano a interceder pelo seu trabalhador sem querer incomodar Jesus e com a mulher cananeia que viera interceder pela filha. Atende sua mãe Maria, quando ela intercede pelo casal nas bodas de Cana, embora não fosse ainda a sua hora de se manifestar. Faz o mesmo por Jairo, chefe da sinagoga, por que ora pela filhinha. ( Mc 5,22) Orar pelos outros agrada imensamente a Jesus e agrada imensamente ao Pai. Chega um momento em que Jesus manda orar até pelos que nos perseguem e caluniam. Isto é, devemos interceder não apenas pelos que amamos, mas até pelos que nos odeiam. Eles nos agridem e nós respondemos orando por eles. E foi bem isso que ele fez na cruz. Orou pelos que o torturavam dizendo que não sabiam o que estavam fazendo.
Alguns cristãos privilegiam a oração de louvor. Falam com Deus exaltando-o e enaltecendo. Usam mais as palavras " louvado, adorado, glorificado, exaltado sejais" São corações adoradores. É bonito e leva à santidade. Mas outro caminho que também leva à santidade. O da intercessão. Oram movidos pela compaixão pelos outros que são pecadores, sofredores e carregam tristeza e dor no coração . Não pensam em si. São corações intercessores. E há os que oram pedindo perdão pelos seus pecados. São os penitentes. Tudo isso pode levar à santidade. O ideal é louvar, pedir perdão e interceder. Jesus, ao interceder pelos cristãos do futuro estava deixando claro que veio para todos os povos e para todas as gerações. Nós também. Nossa mensagem não deve se esgotar conosco. Oremos por quem eventualmente algum dia beberá do que dissemos ou ensinamos. Quem fala somos nós, mas quem converte é Deus.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

As demoras de Deus e os efeitos da perseverança


São necessários para que seus sonhos se construam
Há momentos em que somos tentados a desistir de tudo. O trabalho não está bem, o casamento vai de mal a pior ou o namoro parece que acabou. Sofremos perseguições, calúnias, somos maltratados. Nosso grande esforço para fazer valer algo, passa despercebido, sem a consideração de ninguém.

As lindas promessas de Deus, aquele plano de amor maravilhoso sobre o qual, um dia, ouvimos dizer e que era para nossa felicidade, não se faz presente nem em fragmentos. Não conseguimos vislumbrar nem mesmo a sombra de dias melhores vindouros. Quantas pessoas assim desistem até de viver?

Talvez você até já tenha resolvido: "Vou abandonar tudo!"; mas uma voz, aquela mesma, suave, porém, clara, que um dia encheu seu coração de alegria por meio das promessas e da esperança de que tudo seria diferente, continua ressoando sutil, e digamos, agora até incomôda, dizendo: "Não desista".

Essa é a hora de ser forte! A perseverança é necessária para que seus sonhos se construam. Perseverar forja em nós os moldes para nos habilitar e correspondermos ao plano que Deus quer nos abençoar. "Sofre as demoras de Deus; dedica-te a Deus, espera com paciência, a fim de que no derradeiro momento tua vida se enriqueça" (Eclo 2,3).

Diante da caminhada, devemos nos perguntar: "Será que já estamos configurados, compatíveis com o que Deus tem para nós?".

Se o bem ainda não chegou, será necessário caminhar mais um pouquinho.

Arabia Saudita proíbe templos não Muçulmanos.

Peregrino muçulmano reza no topo da montanha Noor, ao redor da periferia da Meca, na Arábia Saudita
A reciprocidade é uma questão importante, que não deve ser posta de lado; um Estado não pode exigir a liberdade religiosa dos outros Estados quando não está disposto a oferecê-la.”
Este é o pensamento exposto pelo reitor emérito do Instituto Pontifício de Estudos Árabes e Islâmicos (PISAI), o Pe. Justo Lacunza Balda, nesta entrevista concedida a ZENIT, por ocasião do seu discurso na apresentação do Relatório sobre liberdade religiosa no mundo, de Ajuda à Igreja que Sofre, realizado no último dia 21, em Barcelona.
Filósofo, especialista em árabes, africanos e muçulmanos, doutor em línguas e culturas africanas, o sacerdote espanhol afirma que os Estados são responsáveis por garantir a liberdade religiosa e cita exemplos como a Arábia Saudita, “onde não é permitido nenhum símbolo religioso ou lugar de culto de outra religião”, a não ser do Islã.
Como você vê a situação geral da liberdade religiosa no mundo?
Justo Lacunza Balda: Em muitos contextos políticos, pretende-se isolar a religião e fazer que as sociedades erradiquem completamente o fator religioso.
Isso não é só de agora e a secularização leva anos entre nós. Por isso, há tanta apatia, indiferença, e talvez perseguição dissimulada, quando se trata de liberdade religiosa.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Dominar-se para, de fato, amar

Amar é construir o outro, fazendo-o feliz e ajudando-o a crescer
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O relacionamento de duas pessoas, sejam amigos, namorados ou casados, tem a sua base no amor mútuo, que une os dois e os faz crescer. Sem isso, qualquer relacionamento cai no vazio. Amar é construir o outro, fazê-lo feliz e fazê-lo crescer como pessoa. Mas, para isso acontecer, é preciso possuir-se; ser senhor de si mesmo; porque para amar alguém é preciso saber renunciar-se. E só pode renunciar-se a si mesmo quem aprendeu a se dominar.

As pessoas transformam o amor em egoísmo, porque não têm o domínio de si mesmas, por isso não conseguem amar verdadeiramente.

A grande crise do homem moderno é que ele dominou o macrocosmo das estrelas e o microcosmo das bactérias e dos átomos, mas perdeu o domínio de si mesmo; por isso não consegue amar realmente; continua muito egoísta.

Joana d'Arc, "mulher forte", modelo de perfeita fidelidade à Igreja: tema da audiência geral

fonte: Rádio Vaticano
Na audiência geral desta quarta feira que teve lugar na Aula Paulo VI, no Vaticano; Bento XVI salientou a influência benéfica que a religião pode exercer nas decisões políticas, ao evocar a memória de Joana d'Arc condenada à morte na fogueira.
Um dos aspectos "mais originais" da vida da santa francesa, como sublinhou o Papa, consiste na "ligação entre experiência mística e missão política.
Joana d'Arc "é um belo exemplo de santidade para os leigos empenhados na vida política, sobretudo nas situações mais difíceis".
Depois de referir que "a fé é a luz que guia todas as escolhas", Bento XVI afirmou que Joana d'Arc convida os católicos a "fazer da oração o fio condutor" da sua existência, a terem "plena confiança no cumprimento da vontade de Deus, qualquer que seja" e "viver a caridade sem favoritismos" e "sem limites".
Para o Papa, a padroeira secundária de França faz parte do conjunto de "mulheres fortes, leigas e consagradas na virgindade, que transportam a luz do Evangelho ao coração das realidades mais dramáticas da história e da Igreja".
Nascida em Domremy no ano de 1412, Joana d'Arc "demonstrou uma grande caridade e compaixão para os mais pobres, doentes e todos os sofredores, no contexto dramático da guerra", salientou Bento XVI, que recordou a primeira experiência mística da jovem, aos 13 anos.
No contexto da Guerra do Cem Anos, que opôs a Inglaterra e a França, Joana d'Arc escreveu em 1429 uma carta de paz ao rei inglês, que cercava Orleães, mas a proposta foi rejeitada, pelo que a santa participou na luta pela libertação da cidade francesa.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

NOTÍCIAS: grupo Renascer Camocim começa a estruturar seu ministério de Acolhimento


O Ministério de Promoção Humana e Acolhida no grupo de oração é essencialmente exercício no acolhimento, no cadastramento dos membros do grupo, no cuidado em enviar cartões de aniversario, na preparação de confraternizações, no contato com aqueles que param de ir ao grupo por quaisquer motivos, na visita, na ajuda material, caso se faça necessário e o grupo tenha condições.
Enfim, podemos fundamentar o exercício deste ministério nas atitudes do bom samaritano:
Ver, aproximar-se, cuidar, acompanhar de perto e preocupar-se com “o semelhante” (cf. Lc 10,25-37)

Conselho Nacional está reunido em Lorena/SP para Assembleia Geral

Começou na manhã desta segunda-feira (24) a reunião da Assembleia Geral Ordinária do Conselho Nacional da Renovação Carismática Católica do Brasil. Estão reunidos no Centro Universitário Salesiano de São Paulo, em Lorena/SP, os coordenadores estaduais, de comissões nacionais e de ministérios.
A reunião se estende até a quarta-feira (26). Durante o encontro, serão partilhados os direcionamentos a serem discernidos pelo Movimento para os próximos anos. “É uma reunião importante, pois as decisões tomadas aqui orientarão a vida da RCC por algum tempo”, diz o presidente do Conselho Nacional, Marcos Volcan.
 

Você conhece o primeiro REGISTRO histórico de uma Santa Missa?

Desde o século II temos o testemunho de São Justino sobre as grandes linhas do desenrolar da Celebração Eucarística, que permaneceram as mesmas até os nossos dias. O relato, a seguir, data do ano de 155:
“No dia do Sol, como é chamado, reúnem-se num mesmo lugar os habitantes, quer das cidades, quer dos campos. Lêem-se, na medida em que o tempo o permite, ora os comentários dos Apóstolos, ora os escritos dos Profetas. Depois, quando o leitor terminou, o que preside toma a palavra para aconselhar e exortar à imitação de tão sublimes ensinamentos. A seguir, pomo-nos todos de pé e elevamos as nossas preces por nós mesmos e por todos os outros, onde quer que estejam, a fim de sermos considerados justos pela nossa vida e pelas nossas ações, e fiéis aos mandamentos, para assim obtermos a salvação eterna.

Aumentam sacrilégios no México.


Um relatório da unidade de investigação do Centro Católico Multimédia (CCM) e do Conselho de Analistas Católicos do México (CACM) anunciou na última segunda-feira que tem crescido cerca de 12% o número de sacrilégios deliberados em recintos sagrados das diversas províncias eclesiais da república mexicana, segundo registros de 1993 até hoje.
Segundo o relatório, no México, a cada semana, cerca de 26 locais sagrados em todo o país são atacados com violência.
“É uma tendência que afeta anualmente 12% das mais de 11 mil igrejas católicas que compõem as 18 províncias eclesiais do país”, diz o relatório.
O fenômeno – sublinha o estudo coordenado pelo jornalista Gustavo Antonio Rangel – aumentou 600% nos últimos 17 anos.

O que o Papa pensa sobre as “redes sociais”?


“Como qualquer outro fruto do engenho humano, as novas tecnologias da comunicação pedem para ser postas ao serviço do bem integral da pessoa e da humanidade inteira. Usadas sabiamente, podem contribuir para satisfazer o desejo de sentido, verdade e unidade que permanece a aspiração mais profunda do ser humano.”
É um trecho da mensagem do Santo Padre Bento XVI para o 45º Dia Mundial das Comunicações Sociais, que este ano se celebra no domingo 5 de junho sobre o tema “Verdade, anúncio e autenticidade de vida na era digital”. A mensagem sublinha que “as novas tecnologias estão mudando não só o modo de comunicar, mas a própria comunicação em si mesma”. No mundo digital, o comunicar é considerado sobretudo “como diálogo, intercâmbio, solidariedade e criação de relações positivas”, todavia isto se confronta com alguns limites: “a parcialidade da interação, a tendência a comunicar só algumas partes do próprio mundo interior, o risco de cair numa espécie de construção da auto-imagem que pode favorecer o narcisismo”.
O Papa evidencia como são sobretudo os jovens a viverem este radical mudança da comunicação, marcada pelo “ envolvimento cada vez maior no público areópago digital dos chamados social network” e prossegue: “a presença nestes espaços virtuais pode ser o sinal de uma busca autêntica de encontro pessoal com o outro, se estiver atento para evitar os seus perigos, como refugiar-se numa espécie de mundo paralelo ou expor-se excessivamente ao mundo virtual”. A oportunidade de encontrar-se “além dos confins do espaço e das próprias culturas, inaugurando assim um inteiro novo mundo de potenciais amizades” requer todavia alguns riscos dos quais o Santo Padre evidencia, para concluir: “É importante nunca esquecer que o contacto virtual não pode nem deve substituir o contacto humano direto com as pessoas, em todos os níveis da nossa vida”.
Na segunda parte da Mensagem o Papa recorda que “também na era digital, cada um vê-se confrontado com a necessidade de ser pessoa autêntica e reflexiva”, aliás, “existe um estilo cristão de presença também no mundo digital… Comunicar o Evangelho através da nova mídia significa não só inserir conteúdos declaradamente religiosos nas plataformas dos diversos meios, mas também testemunhar com coerência, no próprio perfil digital e no modo de comunicar, escolhas, preferências, juízos que sejam profundamente coerentes com o Evangelho, mesmo quando não se fala explicitamente dele. Aliás, também no mundo digital, não pode haver anúncio de uma mensagem sem um testemunho coerente por parte de quem anuncia”.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Missão como vocação Batismal

fonte: Cleofas

O Batismo nos insere no Corpo de Cristo, nos faz membros da Igreja; e, portanto, responsáveis pela sua missão de salvar o mundo pelo anúncio do Evangelho do Reino de Deus.
"Ora, vós sois o corpo de Cristo e cada um, de sua parte, é um dos seus membros" (1Cor 12,27).
Todo batizado, na sua realidade e no seu estado de vida, é um missionário por vocação batismal, e assim, precisa assumir a missão da Igreja, que é evangelizar. A Igreja somos todos nós.
Anunciar o Evangelho era para São Paulo a essência da sua missão:
"Anunciar o Evangelho, não é glória para mim; é uma obrigação que se me impõe. Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho" (1 Cor 9,16).
Pedro e os apóstolos, depois que receberam a luz e a força do Espírito Santo no dia de Pentecostes (cf. At 2,3), compreenderam que a "missão da Igreja" é evangelizar o mundo, e assim o fizeram.
Esta ordem de Jesus é para todos:
"Ide, pois, ensinai a todas as nações batizai-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo" (Mt 28,19-20).
E é confortadora a grande promessa de Jesus:
"Eis que estou convosco todos os dias até o fim do mundo" (Mt 28,20).
Que conforto e que segurança para o evangelizador! Onde ele vai, o Senhor vai com ele, presente, abrindo-lhe o caminho e as portas dos corações dos homens para receberem Seu Evangelho.
Já séculos antes de Cristo, o profeta Isaías dizia:
"Como são belos sobre as montanhas os pés do mensageiro que anuncia a felicidade, que traz as boas novas e anuncia a libertação" (Is 52,7). 
São Paulo alertava os cristãos de Roma:
"Logo, a fé provém da pregação e a pregação se exerce em razão da palavra de Cristo" (Rm 10,17).
Quer dizer: "a fé entra pelo ouvido"; por isso, é preciso anunciar o Evangelho a todos.
Jesus ama cada pessoa individualmente, e não quer perder nenhuma, pois cada alma foi criada à sua imagem e semelhança, para ser feliz e viver para sempre com Ele. Pelo valor de cada pessoa Ele desceu do céu e sacrificou a sua vida para nos resgatar para  Deus.
É uma grande frustração para Jesus perder uma alma. No céu não pode faltar ninguém que foi criado à imagem de Deus. Por isso, Jesus convoca cada um de nós para irmos buscar cada uma das "ovelhas desgarradas da casa de Israel".
E não pode haver para cada um de nós missão mais nobre e mais digna do que esta; ajudar a Jesus a salvar as almas.

Testemunho de um jornalista ateu sobre João Paulo II.

Eu não gostava do Papa João Paulo II
Publicado no Jornal “O Estado de São Paulo” de 05/04/2005, terça feira
Escrevo enquanto vejo a morte do Papa na TV. E me espanto com a imensa emoção mundial. Espanto-me também comigo mesmo: “Como eu estou sozinho!” — pensei.
Percebi que tinha de saber mais sobre mim, eu, sozinho, sem fé alguma, no meio desse oceano de pessoas rezando no Ocidente e Oriente.Meu pai, engenheiro e militar, me passou dois ensinamentos: ele era ateu e torcia pelo América Futebol Clube. Claro que segui seus passos. Fui América até os 12 anos, quando “virei casaca” para o Flamengo (mas até hoje tenho saudade da camisa vermelha, garibaldina, do time de João Cabral e Lamartine Babo) e parei de acreditar em  Deus.
Sei que “de mortuis nihil nisi bonum” (“não se fala mal de morto”), mas devo confessar que nunca gostei desse Papa. Por quê? Não sei. É que sempre achei, nos meus traumas juvenis, que Papa era uma coisa meio inútil, pois só dava opiniões genéricas sobre a insânia do mundo, condenando a “maldade” e pedindo uma “paz” impossível, no meio
da sujeira política.
Quando João Paulo entrou, eu era jovem e implicava com tudo. Eu achava vigarice aquele negócio de fingir que ele falava todas as línguas. Que papo era esse do Papa? Lendo frases escritas em partituras fonéticas… Quando ele começou a beijar o chão dos países
visitados, impliquei mais ainda. Que demagogia! — reinando na corte do Vaticano e bancando o humilde…
 

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