VEJA NOSSOS ÁLBUNS DE FOTOS NO NOSSO FACEBOOK: facebook.com/gruporenascercamocim

sábado, 19 de junho de 2010

CAMOCIM INICIA FESTEJOS DE SÃO PEDRO

A Paróquia Senhor Bom Jesus dos Navegantes vai promover, de 19 a 29 de junho de 2010, os festejos alusivos a São Pedro. Com o tema "Pedro disse: Não tenho ouro nem prata, mas tudo que tenho te dou”, a festa terá como objetivo espiritual, promover uma sociedade economicamente justa, seguindo o exemplo de Cristo na partilha em comunidade. Além disso, a festa terá como meta financeira, repor o teto e melhorar a iluminação do templo. Serão 10 dias de novenário, missas e eventos sociais para toda a família camocinense. Haverá shows cristãos, exibição do filme "Pedro o Apóstolo Cristão", bingos, exposição Cultural de Artigos de Pesca, apresentação da Banda Lira, leilões e, dia 26 de junho, a atração musical será a Banda KN Show.

Fonte com confirmação do blog Camocim online


Copa do Mundo

Por: Dom Eugenio de Araujo Sales

Cardeal Arcebispo Emérito do Rio de Janeiro

Esta Copa Mundial da Federação Internacional de Associações de Futebol (FIFA) que está começando repercute intensamente em todo o mundo, movimenta milhões de pessoas. Ela é um acervo de esperanças e desilusões, lágrimas e alegrias. Exige a organização de uma pirâmide fantástica que, partindo de tantas nações, busca um único vencedor. Aficionados ou não a esse esporte, os países são atingidos, com repercussões profundas no ritmo de vida dos cidadãos. O acontecimento bem merece uma reflexão evangélica, que nos ajude, vitoriosos e vencidos, todos os de alguma forma participantes, a refletir sobre lições e aproveitá-las para crescer espiritualmente e mesmo sob o aspecto esportivo.



Os primeiros vestígios dos exercícios físicos como precursores da vasta gama de jogos individuais ou em equipe, com regras precisas, ascendem a cerca de trinta séculos antes da era cristã, no Oriente. Foram sistematizados na Grécia clássica, onde se celebravam as Olimpíadas, de quatro em quatro anos. Novos rebentos surgiram e, sem dúvida, o mais popular e difundido hoje é o futebol, que atinge intensamente a opinião pública mundial.

Você é um católico pós-moderno?

Têm surgido nos últimos tempos várias declarações estrondosas por parte de auto-intitulados católicos, também conhecidos por “católicos pós- modernos”.

Neste caso o pretexto é sempre o mesmo: proferir afirmações contrárias à doutrina da Igreja. Os temas vão variando ao longo do tempo: uso do preservativo, aborto, etc.

Porque será que o fazem? Há várias explicações para este fenômeno.

Poderão fazê-lo por uma questão de ignorância ou confusão doutrinal, mas também poderá existir um desejo subserviente de agradar a todos ou, pior ainda, a vontade de alcançar um beneficio pessoal pelo protagonismo.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Imagem de Jesus é fotografada ‘escorrendo sangue’ em igreja na Argentina.

Foto mostra sangue escorrendo da testa de Jesus


Milhares de peregrinos estão lotando uma pequena igreja da Argentina depois que vestígios de sangue foram encontrados em uma imagem de Jesus Cristo na Santa Ceia.A substância vermelha foi fotografada correndo da testa de Jesus. O padre local, Jorge Gandur, disse que o sangue vem de uma das feridas causadas pela coroa de espinhos no lado esquerdo da testa de Cristo.
A marcas do líquido foram percebidas por dois homens que tinham ido ao Oratório do Sagrado Coração de Jesus em Yerba Buena, província de Tucuman. A dupla relatou o que viu para o padre, que recolheu amostras da substâncias para que elas fossem analisadas cientificamente, procedimento padrão adotado pela Igreja.
Para que o fenômeno seja considerado sobrenatural, é preciso primeiro descartar as hipóteses de que o fenômeno tenha como causa mudanças climáticas ou alguma modificação no elementos que compõem a imagem.
Depois que a mídia local começou a tratar do assunto, as ruas que cercam a igreja ficaram lotadas de fiéis, que fazem fila para ver o fenômeno. Segundo os jornais, centenas de pessoas foram flagradas chorando e orando. A maioria da população argentina segue o catolicismo.
No último domingo, por conta da lotação, a missa foi celebrada no meio da rua. Funcionário da Arquidiocese de Tucuman tentam a todo momento convencer os fiéis de que é preciso cautela e prudência, uma vez que ainda não se sabe a origem do sangue presente na imagem.
“Se isso é algo de Deus, terá continuidade, se for de homens, vai desaparecer”, disse o Padre Gandur em entrevista ao Daily Mail.

“Como sacerdote, em nenhum momento quero criar falsas expectativas”, completou.

Futebol tem enorme potencial evangelizador, afirma Bispo.


Em uma entrevista dada a conhecer pela Conferência Episcopal do Chile o Bispo Auxiliar de Santiago, Dom Cristián Contreras Villarroel, assinalou que “na grande maioria de jogadores de futebol encontramos expressões de religiosidade” que constituem “um potencial evangelizador enorme”.
Antes do encontro no qual o Chile derrotou a Honduras pela mínima diferença, o Prelado assinalou que os jogadores “entram no campo de esportes fazendo o sinal da cruz. Fazem um gol e o dedicam ao céu com o sinal da cruz. Nesses gestos há um potencial evangelizador enorme. Pergunto-me como podemos acompanhar os jovens jogadores de futebol”.
“Poder-se-ia estabelecer um serviço a eles desde alguma de nossas Vicarias e com as direções dos clubes. Algo poderíamos oferecer a respeito, uma pastoral do esporte. Acredito que há pessoas como o grande tenista Jaime Fillol, (o ex- jogador de futebol) Arturo Salah e tantos outros que poderiam ajudar-nos neste serviço”, acrescentou.
Do mesmo modo, Dom Contreras recordou que “o esporte e o futebol em particular fazem um bem enorme ao desenvolvimento integral das pessoas” por isso “todo seminarista e sacerdote deve praticar algum esporte, embora seja a bicicleta estática, como é meu caso atual”.
Seguidamente, o Prelado se referiu ao tema das torcidas e assinalou que este é um “fenômeno ao que não devemos tirar relevância e que deve ser abordado desde várias perspectivas: a exclusão social, a necessidade de ter referências associativas e que lhes proporcionem identidade aos jovens, a violência física entre elas e também a violência verbal para os jogadores”.
Ao ser perguntado sobre o Mundial África do Sul 2010 no qual participa a seleção de seu país, o Bispo Auxiliar de Santiago assinalou que é um bem “ver tantas seleções procurando sua classificação à outra fase e a alegria das pessoas”.

por: ACI

Christjitsu. Conhece? Novidade no meio protestante.


fonte: NT Gospel

Com uma nova estratégia de pregar o evangelho, os americanos Danny White e Garry Krueger criaram uma nova modalidade de luta, o Christjitsu, que mistura artes marciais com o cristianismo, conforme noticiou a revista Super Interessante deste mês.

As aulas começam com um momento de oração, depois meia hora de exercícios físicos inspirados nas técnicas do jiu-jítsu (estilo de luta). Em seguida há o estudo bíblico e cada mês é escolhido um tema para ser discutido. Após o estudo tem mais 15 minutos de luta e uma oração para finalizar.

As aulas são ministradas para homens e mulheres com idades entre 4 e 74 anos. A academia possui atualmente 220 alunos. “Nós reforçamos os valores morais passados na igreja”, disse Garry Krueger, faixa-preta em tae kwon do.

Esse programa de treinamento tem a duração de dois anos e três meses. Quando os alunos terminam o curso podem participar de um retiro espiritual de três dias. No retiro há pregações e treinamento com lutadores de vale-tudo.

“Os criadores desse método querem alcançar jovens que não são atraídos pelas igrejas tradicionais. Mas acho difícil conciliar esse tipo de luta com a doutrina cristã. Jesus é forte e lutador, mas nunca é violento. Pelo contrário: ele rechaça essa atitude em seus discípulos”, explicou o teólogo Matthew Boulton, acadêmico da Universidade de Harvard.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Este poder maravilhoso chamado amor

Deus jamais tirou os olhos de você. Nem tampouco deixou de escutar suas orações. Ele vê seu coração e sabe tudo o que você está passando neste exato momento porque o ama.
O amor tem este poder maravilhoso de trazer à tona os segredos e curar o coração da pessoa amada. Entra nos quartos escuros da alma, não para acusar, mas para dissipar os medos e fechar as feridas interiores. O amor são os olhos de Deus. É com bondade e misericórdia que Ele olha para você. Ele o compreende mesmo que você não fale. E o aceita com amor sem que você precise dar explicações de como tem vivido.
Deus é aquele de quem não precisamos nos esconder. Ele nos aceita com todos os nossos segredos. Acolhe-nos do jeito que somos com nossas qualidades e defeitos, tristezas e alegrias. Você não precisa tentar ser outra pessoa para que Deus o ame. Pois, Ele já o ama e aceita do jeito que você é. Seus olhos se enchem de alegria por sua causa. Ele conhece o seu coração e sabe das coisas que são importantes para você. Ele se interessa pela sua felicidade porque o ama com um amor apaixonado: amor de um Deus Todo Poderoso.
Para demonstrar a força e a grandeza de seu carinho Ele confessa: “Sacrifico riquezas para salvar sua vida, porque você vale muito aos meus olhos. Eu tenho amor por você e me importo com o seu bem” (cf. Is 43, 1-5).
A questão é que quando, na nossa vida, o sofrimento bate, com muita força ou demasiado tempo, nem sempre é fácil perceber esse amor.
As dificuldades mais duras costumam chegar de repente, sem nenhum aviso: o relacionamento que termina sem explicação, a depressão que aparece sorrateira, brigas, enfermidades, a morte de uma pessoa querida. Às vezes, parece que os problemas combinaram de aparecer todos juntos de uma vez. Então, nossas forças se dissipam e, com elas, vão embora a tranqüilidade e a vontade de lutar. Pouco a pouco, vamos nos sentindo esgotados e sozinhos. 

POR UMA IGREJA QUE PENSA


Leitores que não preparam as leituras.

Cantores que não ensaiam os cantos.

Coroinhas que não ensaiam sua parte.

Sacerdotes que não preparam seus sermões.

Catequistas que não lêem os documentos da Igreja.



Pregadores que não leram o catecismo.

Cantores de desafinados que insistem em liderar os cantos da missa.

Músicos sem ritmo e sem ensaios que tocam alto e errado.

Cantores que dão show de uma hora

sem perceber que a guitarra e o baixo estão desafinados.

De quebra, também um dos solistas...



Autores que não aceitam corrigir seus textos e suas letras,

antes de apresentá-los a milhões de irmãos na fé.

Cantores que teimam em repetir uma canção

cuja letra o bispo já disse que não quer que se cante mais.

Párocos que permitem que qualquer um lidere as leituras e o canto.

Párocos que permitem qualquer canção, mesmo se vier errada.



Sacerdotes que ensinam doutrinas condenadas pela Igreja,

práticas e devoções com ranços de heresia ou de desvio doutrinário.

Animadores de programas católicos com zero conhecimento de doutrina.

***

Parecemos um hospital que, na falta de médicos na sala de cirurgia,

permite aos secretários, porteiros e aos voluntários bem intencionados que operem o coração dos seus pacientes.



Há católicos aconselhando, sem ter estudado psicologia.

Há pregadores receitando, sem conhecer a teologia moral.

E há indivíduos ensinando o que lhes vem na cabeça,

porque, entusiasmados com sua fama e sua repercussão,

acham que podem ensinar o que o Espírito Santo lhes disse naquela hora.



Nem sequer se perguntam se de fato era o Espírito Santo que lhes falou

durante aquela adoração, ou aquela noite mal dormida!



Está faltando discernimento na nossa Igreja!

Como está parece a casa da mãe Joana,

onde todos falam e apenas uns poucos pensam no que falam.

Uma Igreja que não pensa acaba dando o que pensar!


por Pe. Zezinho

Joseph Ratzinger escreveu sobre valores do futebol

Joseph Ratzinger, quando ainda não era Papa, escreveu sobre o futebol, interessado pelo enorme impacto de eventos como a Copa do Mundo.
"Com sua periodicidade de quatro anos, a Copa do Mundo de Futebol demonstra ser um acontecimento que cativa centenas de milhões de pessoas", reconhecia em um texto escrito nos anos oitenta, que se pode ler (em espanhol), no portal da revista Humanitas (www.humanitas.cl) da Pontifícia Universidade Católica de Chile.
"Não há quase nenhum outro acontecimento na terra que alcance uma repercussão de vastidão semelhante - acrescenta. O que demonstra que com isso está-se tocando algo radicalmente humano, e cabe perguntar-se onde se encontra o fundamento deste poder em jogo."
O escrito foi recolhido em 1985 por um livro intitulado Suchen, was droben ist (Buscar o de cima). O então cardeal destaca nessas linhas que "como jogo de equipe, o futebol obriga a um ordenamento do próprio indivíduo dentro do conjunto; une através do objetivo comum: o êxito e o fracasso de cada um estão cifrados no êxito e no fracasso do conjunto".
Ao que acrescenta: "o futebol ensina um enfrentamento limpo, em que a regra comum à qual o jogo se submete continua sendo o que une e vincula, ainda que na posição de adversários".
O autor conclui que "a liberdade vive da regra, da disciplina que aprende o atuar conjunto e o correto enfrentamento, o ser independente do êxito exterior e da arbitrariedade, e desse modo chega a ser verdadeiramente livre".

Autor: Zenit

Milagre eucarístico “permantente” em Siena, Itália.

Fonte: Zenit

Na basílica de São Francisco na cidade de Siena, na Toscana, norte da Itália, venera-se um dos mais impressionantes milagres eucarísticos já acontecidos e que perdura até hoje.
Trata-se de 223 hóstias consagradas há 280 anos e que até agora estão intactas em uma das capelas laterais da basílica.
Os peregrinos “vêm de todo o mundo, onde há católicos. Vêm para ver o milagre. Quando chegam, cantam, comovem-se e choram de alegria”, explica o sacerdote franciscano Frei Paolo Spring, responsável da custódia das hóstias consagradas.
O fato sobrenatural aconteceu 14 de agosto de 1730. Mais precisamente, na véspera da festa da assunção de Nossa Senhora.
Na previsão da festa em todas as igrejas de Siena, os sacerdotes consagraram hóstias adicionais para quem quisesse receber o Corpo de Cristo no dia seguinte.
Na noite daquele dia, todos os sacerdotes de Siena se reuniram na catedral para fazer uma vigília e deixaram suas respectivas igrejas sozinhas. Alguns ladrões aproveitaram e entraram na basílica de São Francisco para roubar o copo de ouro com as hóstias consagradas.
Na manhã seguinte se deram conta do sacrilégio: as hóstias não estavam e, no meio da rua, um paroquiano encontrou a parte de cima do copo confirmando que a Sagrada Eucaristia havia sido roubada.



Siena, basilica de São Francisco

Os habitantes de Siena começaram então a rezar para que aparecessem as partículas que do Corpo, Sangue, alma e divindade de Jesus Cristo.
Três dias depois, um homem que rezava na igreja de Santa Maria em Provenzano, bem perto da Basílica de São Francisco, viu algo de cor branca numa caixa destinada para doação dos pobres.
Quando abriram a caixa, encontraram as 351 hóstias consagradas ‒ o número exato de hóstias roubadas.  

terça-feira, 15 de junho de 2010

Os 10 grandes desafios da fé e da Igreja do nosso tempo.


Há muitos anos, o superior dos Missionários Oblatos de Maria Imaculada, em Roma, pediu que o padre Ronald Rolheiser compilasse uma lista das principais questões espirituais que estavam borbulhando no mundo católico, com base em sua experiência como escritor e palestrante.
A pedido do National Catholic Reporter Rolheiser recentemente reavaliou a lista, atualizando-a à luz do que viu e ouviu no período intermediário.
Eis a lista.



1. A luta contra o ateísmo da nossa consciência cotidiana, isto é, a luta para se ter um sentido vital de Deus dentro do secularismo, que, para o bem e para o mal, é o mais poderoso narcótico jamais perpetrado neste planeta. Ser um místico ao invés de um incrédulo.



2. A luta para viver em comunidades dilaceradas, divididas e altamente polarizadas, sendo nós mesmos pessoas feridas, e carregar essa tensão sem ressentimentos, sendo curadores e pacificadores, ao invés de simplesmente responder na mesma moeda.

3. A luta para viver, amar e perdoar para além das ideologias infecciosas que inalamos diariamente, isto é, a luta pela sinceridade verdadeira, para conhecer e seguir genuinamente nossos próprios corações e mentes para além do que nos é prescrito pela direita e pela esquerda, para não sermos nem liberais nem conservadores, mas ao contrário homens e mulheres de verdadeira compaixão.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

A dúvida e o ceticismo científico ajudam a Igreja a declarar milagres autênticos e inexplicáveis.

Por Pe. John Flynn, L. C.

Os católicos estão acostumados a ouvir falar sobre milagres e pessoas que são curadas pela intercessão dos santos, mas a cultura materialista de hoje muitas vezes olha para isso com certo ceticismo.
O escritor britânico John Cornwell acabou de publicar, no final de maio, um livro sobre o cardeal John Henry Newman, e o Sunday Times deu, há pouco tempo, um amplo espaço para expressar dúvidas sobre a vericidade do milagre que o Vaticano aprovou como base para a beatificação de Newman no próximo mês de setembro.
Em seu artigo de 9 de maio, Cornwell indica que a documentação vaticana do milagre “entra no reino da linguagem medieval surpreendentemente obscura”. Cornwell continua a levantar dúvidas sobre a seriedade médica da cura, não se esquecendo de acrescentar diversas críticas a Bento XVI.
Cornwell não está sozinho quando se trata de difamar o uso das curas milagrosas. No mês de dezembro de 2009, após o anúncio em Roma da aprovação do milagre para a canonização da irmã australiana Mary MacKillop, um especialista em medicina de Sydney, David Goldstein, expressava suas dúvidas. Em um artigo publicado em 22 de dezembro no jornal Australian, ele dizia que é impossível determinar se as melhoras dos quadros clínicos dos pacientes são resultado das orações.
O bispo anglicano de North Sydney, Glenn Davies, também se mostrava crítico, segundo uma reportagem do Australian a 24 de dezembro. “Quem pode provar que os milagres referidos foram verdadeiramente obra de Mary MacKillop?”, perguntava o bispo Davies.
Felizmente, Jacalyn Duffin, uma doutora que ostenta a Cátedra Hannah de história da medicina na Queen’s University de Ontário, Canadá, publicou no ano passado um manual para tratar estas e outras objeções. Em seu livro Medical Miracles, Doctors, Saints and Healing in the Mondern World (Milagres Médicos: Doutores, Santos e Cura no Mundo Moderno) (Oxford University Press), ela examina 1.400 milagres citados em canonizações desde 1588 até 1999.
Sua curiosidade por outros milagres foi despertada quando foi pedido que ela examinasse algumas mostras de tecido, que posteriormente soube que fazia parte de um processo de canonização. Ao receber como presente uma cópia da positio, documentação do milagre, Duffin se deu conta repentinamente de que deveriam existir tais registros para cada santo canonizado.
Durante diversas estâncias em Roma, investigou centenas destes registros. Duffin calcula que já investigou cerca de um terço de todos os milagres depositados nos arquivos vaticanos desde que se estabeleceram as regras que regem as canonizações em 1588.

domingo, 13 de junho de 2010

Liturgia de Domingo

XI Domingo Comum – Ano C



Ano C



2Sm 12,7-10.13


Sl 31


Gl 2,16.19-21


Lc 7,36 – 8,3

Convém iniciar a meditação sobre a Palavra do Senhor deste Domingo recordando a primeira e principal das Bem-aventuranças; aquela que resume todas as demais: “Bem-aventurados os pobres de espírito porque deles é o Reino dos Céus” (Mt 5,3).
O Evangelho de hoje afirma que “Jesus andava por cidades e povoados, pregando e anunciando a Boa-nova do Reino de Deus”. Que Boa-nova é esta, que Jesus pregava? Que nele, Deus se revelava como Pai cheio de amor e misericórdia, que se volta para o homem, inclina-se em direção a ele, para acolhê-lo, perdoá-lo, e caminhar com ele. Este anúncio requer uma decisão nossa: a conversão, isto é, um coração aberto à Boa-nova de Jesus; um coração capaz de acolher a presença salvífica de Deus e, cheio do amor do Senhor, abrir-se também para os outros, sobretudo para os pobres sejam de que pobrezas forem. E por que Jesus afirma que é dos pobres o Reino dos Céus? Esta pergunta é a chave para compreender as leituras de hoje. Vejamos.

Quem é o pobre na Bíblia? De que pobre Jesus está falando? Pobre é todo aquele que se encontra numa situação extrema, situação de fraqueza e impotência; pobre é todo aquele que se encontra numa situação limite na vida. O gravemente doente é um pobre, o que não tem casa e comida é um pobre, o discriminado e perseguido é um pobre, o que se sente só e sem amor é um pobre, o aidético, o que foi derrotado, o que foi incompreendido, o que foi pisado pelo peso da existência... Notemos que a pobreza em si não é um bem. E por que Jesus proclama os pobres bem-aventurados, dizendo ser deles o Reino dos Céus? Porque o pobre, na sua pobreza, toca o que a vida humana é realmente: precária, débil, incerta, dependente de Deus. Normalmente, nossa tendência é esquecer essa realidade, procurando mil muletas, mil apoios, mil ilusões: bens materiais, saúde, prestígio, amigos, ninho afetivo, poder... e julgamo-nos auto-suficientes, senhores de nós mesmos, perdendo a atitude de criança simples e confiante diante de Deus. Assim, auto-suficiente, ricos para nós mesmos, não nos achamos necessitados de um Salvador, fechamo-nos para o Reino que Jesus veio anunciar. Só o pobre pode, com toda verdade, tocar a debilidade da vida com toda crueza e verdade e, assim, os pobres têm muito mais possibilidades de abrir-se para o Reino.

Espaço da Misericórdia, presente de Deus!

Um dos presentes de Deus no Halleluya é o Espaço da Misericórdia.



Neste local, de forma toda especial, a misericórdia de Deus tem sido derramada abundantemente.



O Espaço da Misericórdia, local do Halleluya onde as pessoas recebem oração e aconselhamento, é visitado por uma verdadeira multidão a cada dia do evento. São jovens, casais, pessoas que necessitam de oração, de uma palavra da parte de Deus, de Esperança! O próprio Jesus Eucarístico encontra-se lá, durante todo o tempo em que o local fica aberto (aproximadamente das 17h às 5h).



Em algumas edições do Halleluya, fui enviado para servir no Espaço da Misericórdia e posso testemunhar a salvação ocorrida na vida de todos aqueles que por ali passaram.



Acompanhei jovens que chegaram a mim pensando em tirar a própria vida, mas que, pela graça de Deus, tiveram um encontro pessoal com Jesus Cristo e passaram a amar sua vida como dom maravilhoso de Deus. Orei também por casais. Recordo-me de um em especial.

Você é um cristão de “mente vazia”?

Atenção: O autor deste texto não é católico, mas sua abordagem é bem interessante,com uma ressalva: o que ele chama de “mente” nós chamamos de inteligência.
Percebe-se também em nosso meio esse esvaziamento de uma fé pensante..



Sem inteligência, a fé se torna frágil e dependente de afetos e sentimentos que nunca foram porto seguro para a verdade. Fica relativa a nós mesmos e a ” como nos sentimos em relação a..” ( vc pode completar com a palavra que quiser).



De forma especial penso na verdade e na doutrina da Igreja, eterna desconhecida de muitos que amam a cabeça, que sem o corpo, fica um corpo incompleto.
A Igreja não foi uma invenção dos apóstolos,mas manifestação clara da vontade de Deus para sua salvação atingir o mundo.



***
O que Paulo escreveu acerca dos judeus não crentes de seu tempo poderia ser dito, creio, com respeito a alguns crentes de hoje: “Porque lhes dou testemunho de que eles têm zelo por Deus, porém não com entendimento”. Muitos têm zelo sem conhecimento, entusiasmo sem esclarecimento. Em outras palavras, são inteligentes, mas faltam-lhes orientação.

Homilia histórica do papa no encerramento do ano sacerdotal.

Deus cuida pessoalmente de mim, de nós, da humanidade. Os padres hão-de ser também pessoas que cuidam pessoalmente dos homens, tornando palpável esta preocupação e cuidado de Deus.
Reflexões de Bento XVI, na densa e intensa homilia da Missa de conclusão do Ano Sacerdotal, nesta solenidade do Coração de Jesus, na Praça de São Pedro. O Papa recordou que esta iniciativa se propunha ajudar a “compreender novamente a grandeza e a beleza do ministério sacerdotal”.

Queridos irmãos no ministério sacerdotal,
Queridos irmãos e irmãs,

O Ano Sacerdotal que celebramos, 150 anos depois da morte do santo Cura d’Ars, modelo do ministério sacerdotal em nossos dias, chega ao seu fim. Nos deixamos guiar pelo Cura d’Ars para compreender de novo a grandeza e a beleza do ministério sacerdotal. O sacerdote não é simplesmente alguém que detém um ofício, como aqueles de que toda a sociedade necessita, para que possam se cumprir nela certas funções.

Ao contrário, o sacerdote faz o que nenhum ser humano pode fazer por si mesmo: pronunciar em nome de Cristo a palavra de absolvição de nossos pecados, transformando assim, a partir de Deus, a situação de nossa vida. Pronuncia sobre as oferendas do pão e do vinho as palavras de ação de graças de Cristo, que são palavras de transubstanciação, palavras que tornam presente a Ele mesmo, o Ressuscitado, seu Corpo e seu sangue, transformando assim os elementos do mundo; são palavras que abrem o mundo a Deus e o unem a Ele.