sábado, 22 de maio de 2010

ESPECIAL: PENTECOSTES

O Espírito Santo penhor da Esperança e fonte da perseverança final

FONTE: RCCBRASIL
Durante este período litúrgico, aproveitaremos os sábios ensinamentos de João Paulo II para nos preparmos para a Festa de Pentecostes. A cada dia desta semana, disponibilizaremos aqui uma catequese diferente sobre o Espírito Santo escrita pelo saudoso Papa.
L’OSSERVATORE ROMANO Nº 27 – 07/07/91

1. Entre os maiores dons, que São Paulo indica aos Coríntios como permanentes, há a esperança (cf. 1 Cor. 12,31). Ela tem um papel fundamental na vida cristã, como o têm a fé e a caridade, embora “a maior delas seja a caridade!” (cf. 1 Cor. 13,13). É claro que a esperança não deve ser entendida em sentido restrito de Dom particular ou extraordinário, concedido a alguns para o bem da comunidade, mas como Dom do Espírito Santo oferecido a cada homem, que , na fé, se abre a Cristo. A este Dom há de ser prestada uma particular atenção, especialmente no nosso tempo, em que muitos homens – também não poucos cristãos – se debatem entre a ilusão e o mito de uma capacidade infinita de auto-redenção e realização de si, e a tentação do pessimismo, na experiência das frequentes desilusões e derrotas. A esperança cristã, embora incluindo o movimento psicológico da alma, que tende para o bem árduo, todavia coloca-se no nível sobrenatural das virtudes derivadas da graça (cf. Summa Theol., III, q. 7, ª2), como Dom que Deus faz ao crente, em ordem à vida eterna. É, por conseguinte, uma virtude típica do homo viator, do homem peregrino, que embora conheça Deus e a vocação eterna mediante a fé – ainda não chegou à visão. A esperança, de certo modo, fá-lo “penetrar além do véu”, como diz a Carta aos Hebreus (cf. Heb. 6,19).

2. Essencial nesta virtude, portanto, é a dimensão escatológica. No Pentecostes, o Espírito Santo veio cumprir as promessas incluídas no anúncio da salvação, como lemos nos Atos dos Apóstolos: Jesus “tendo sido elevado pela direita de Deus, recebeu do Pai o Espírito Santo prometido e derramou o que vedes e ouvis”. (Act. 2,33). Mas este cumprimento da promessa projeta-se sobre toda a história, até aos últimos tempos. Para aqueles que possuem a fé na palavra de Deus ressoada em Cristo e pregada pelos Apóstolos, a escatologia começou a realizar-se, aliás já se pode dizer realizada no seu aspecto fundamental: a presença do Espírito Santo na história humana, que do evento do Pentecostes adquire significado e impulso vital em ordem à meta divina de cada homem e da humanidade inteira. Enquanto a esperança do Antigo Testamento tinha como fundamento a promessa da perene presença e providência de Deus, que se teria manifestado no Messias, no Novo Testamento a esperança, pela graça do Espírito Santo que está na sua origem, já comporta uma posse antecipada da glória futura. Nesta perspectiva, São Paulo afirma que o Dom do Espírito Santo é como um penhor da felicidade futura: “fostes marcados – escreve ele aos Efésios – com o selo do Espírito Santo, que tinha sido prometido; o qual é o penhor da nossa herança, enquanto esperamos a completa redenção daqueles que Deus adquiriu para o louvor da Sua glória” (Ef. 1, 13´14; cf. 4,30; 2 Cor 1,22). Pode-se dizer que na vida cristã na terra há como que uma iniciação na plena participação na glória de Deus: e é o Espírito Santo a constituir a garantia da obtenção da plenitude da vida eterna, quando por efeito da redenção forem vencidos também todos os restos do pecado, como a dor e a morte. Assim, a esperança cristã não só é uma garantia, mas uma antecipação da realidade futura.

Diocese de Tianguá ganha novos Diáconos

Por: Gessivandro Queiroz – Grupo Renascer RCC Camocim


A Diocese de Tianguá celebra neste sábado, dia 22 às 19h, na Catedral de Sant’Ana ordenação de três novos diáconos para a vida da Igreja.
Carlos Éder Carneiro Mendes, Rocélio Silva Alves, (Paróquia de Camocim) e Manoel Raimundo da Silva (Comunidade de Pindoguaba – Tianguá), que serão ordenados diáconos pela imposição das mãos de Dom Francisco Xavier.

A Catedral de Sant’Ana ficará completamente cheia para a celebração com a presenças da comunidade católica de Tianguá e das paróquias que irão com seus ônibus e Vans.

A ordenação é sinal de Deus, pela ação do Espírito, força e trabalho do Serviço de Animação Vocacional de nossa diocese. Pessoas que trabalham ajudando jovens a discernir o convite que Deus os faz.
Abaixo, algumas mensagens deixadas por alguns usuários do nosso Blog, no e-mail, para nossos Diáconos:

Francisco de Assis

“Parabéns a Diocese de Tianguá pela ordenação de Três novos diáconos., podem contar com as minhas orações.Deixo um forte abraço para todos vocês e um bom trabalho.
Felicidades na Missão.

Zenildo

“Estamos felizes pela resposta ao chamado que o Pai lhe fezeram.
Que seja concedido a perseverança necessária para uma vida consagrada, em minhas orações sempre lembro de agradecer a Deus pelas vocações em especial nestes dias. Que Deus abençoe vocês”.

Clenildo Januario

“Eu, Clenildo Januario, rogo a Deus para que os futuros Diáconos sejam verdadeiros Anunciadores da Boa Nova de Jesus Cristo. O povo de Deus precisa de bons pastores. Que a benção de Deus permaneça sempre ao lado dos novos diáconos. E que comunidade os acolham como verdadeiros discípulos de Jesus. Peço humildemente que Deus envie cada vez mais padres a vossa diocese. Clenildo”.

Paulo Sérgio

“Que Deus continue abençoando esta Diocese e que suscite mais e mais vocações. Abraço a toda Diocese e seus novos diáconos”.

Lourisvaldo Barbosa Santos

“Irmãos em Cristo, boa noite. Fico muito contente de alegria, pelo Éder e Rosélio de Camocim e continuo rezando por eles e para todos nós. E posso imaginar que tamanha felicidade para eles dois e a família deles então. Abraços”.
Queremos parabenizar os seminaristas que foram aprovados para o diaconato.. Parabenizamos de um modo Especial ao nossos amigos paroquianos Eder e Rocelio. Que Deus possa sempre estar com vocês principalmente neste início de ministério.


Mande também sua mensagem, no comentários desta postagem, ou pelo nosso e-mail:

100 mil pessoas acessam – por dia- sites pedófilos no mundo.

Artigo da Revista Superinteressante


No dia 18 de maio comemorou-se o Dia Nacional de combate ao abuso e Exploração Sexual Infantil, mas, no ano em que a data completa uma década de existência, a ONG italiana Telefono Arcobaleno publicou um relatório sobre pedofilia na internet que está longe de ser um presente para os brasileiros e para o mundo.

O documento “On line Child Abuse and Sexual Exploitation”, recém-lançado pela entidade, mostrou que a pedofilia na internet cresceu 16,5% em, apenas, um ano e os dados divulgados pelo relatório só vão ficando mais assustadores.

Segundo a ONG:

•em 2009, foram mapeados 49.393 sites de pornografia infantil no mundo, mas existem muitos outros que ainda não foram rastreados;

•por dia, cerca de 135 novos sites de pedofilia pipocam na rede;

•100 mil internautas acessam, diariamente, cada um dos sites de pornografia infantil;

•apesar de ilegais, 3.500 sites desse tipo são financiados por empresas ligadas ao mercado do sexo, em troca de publicidade e

•menos de 1% das crianças abusadas conseguem ser identificadas pelas autoridades para receber tratamento psicológico adequado.

Os números chocam e, de acordo com o relatório da Telefone Arcobaleno, a sociedade é a principal culpada pelo crescimento desse fenômeno, já que ainda se omite diante desse tipo de crime. Muitos ficam tão indignados quando encontram qualquer tipo de conteúdo de pedofilia na rede que, ao invés de denunciar a prática, fecham rapidamente as janelas de seus navegadores e querem esquecer o que viram.

Para denunciar casos de abuso ou exploração sexual contra crianças disque 100 e para registrar, na Polícia Federal, qualquer tipo de crime na internet contra os direitos humanos, inclusive a pornografia infantil, clique no site da Polícia Federal criado especialmente para a denúncia de Crimes Contra os Direitos Humanos na Internet.

Sofrimentos passivos

pregação: Moisés Rocha - Fundador da Comunidade Resgate
Transcrição e adaptação: Ariane Fonseca
Fonte: TV Canção Nova
ADQUIRA ESTA PALESTRA PELO TELEFONE: (12) 3186 2600


 Hoje, vamos falar sobre o tema do meu segundo livro: "Aprendendo a lidar com o sofrimento". O primeiro tipo de sofrimento que vamos aprender é o passivo, ou seja, aquele de que somos vítimas. Você não fez nada para sofrer, mas sofre.


Antes de começar, gostaria que você lesse comigo a Palavra de Deus que está em II Corintios 4, 16:

“É por isso que não desfalecemos. Ainda que exteriormente se desconjunte nosso homem exterior, nosso interior renova-se de dia para dia. A nossa presente tribulação, momentânea e ligeira, nos proporciona um peso eterno de glória incomensurável. Porque não miramos as coisas que se vêem, mas sim as que não se vêem . Pois as coisas que se vêem são temporais e as que não se vêem são eternas”.
A primeira linha de sofrimento passivo é aquele adquirido pelo pecado original. Não fomos criados para o sofrimento, mas por causa do pecado original essa mancha proporcionou a abertura dele na humanidade. O livro de Gênesis diz bem isso. Opressões, injustiças, enfermidades e a morte fizeram a fraqueza do homem depois do pecado original. Você não tem culpa de passar por isso. Toda pessoa que nasceu estará sujeita a essa tribulação sem culpa.

Adão pecou, e todos nós sofremos. Contraímos para nós inocentemente este sofrimento. Por isso, vamos ter problemas, envelhecer... A porta de entrada do sofrimento passivo, repito, foi o pecado original. Daí você pode se perguntar: “E por que Deus não me ajuda?” Eu quero lhe dizer que Deus já fez a parte d'Ele. Jesus também era inocente, mas o Pai enviou seu único Filho para que, por Suas Chagas, você fosse curado de todos os seus problemas.

"Não fomos criados para o sofrimento, mas por causa do pecado original essa mancha proporcionou a abertura dele na humanidade".

Cristo é o novo Adão. "Mas onde abundou o pecado, superabundou a graça" (Rm 5:20b). O seu pecado já foi vencido na cruz! O problema é que queremos achar um culpado para os nossos sofrimentos. Quantas vezes ouvimos: “Você está sofrendo por permissão de Deus”; “É Ele que quer que você sofra”. Escute, meu filho: Deus não é o promotor desse sofrimento! Deus é fiel e o socorre, sim!

Hoje, o Senhor derrama restauração em você para que entenda que Ele não é o culpado do que você vive. Deus não é um garçom que serve você! Ele não vai tirar o seu sofrimento, mas sim, lhe dar capacidade para ultrapassar cada dor. Ele não vai facilitar as coisas. Aprenda a caminhar no caminho do sofrimento. Você quer que Jesus facilite as coisas, mas Ele não fará isso. O que você vive, hoje, vai passar. Jesus vai lhe dar a graça de enfrentar esse sofrimento porque em Cristo você é vencedor. Levante essa cabeça, penteie esse cabelo e saia para vida! Ou trabalhamos para tocar o milagre em nós ou nunca o teremos. Precisamos ter a vontade. Deus gosta de pessoas que choram, que sofrem, mas que não abandonam o "barco". Levante! Reaja, filho!

Se você não é culpado nesse sofrimento o Senhor não deixará você morrer nele. Deus é fiel, sim. O demônio sopra no seu ouvido: “Cadê seu Deus?”. Diga ao demônio: “Ele Está no mesmo lugar que sempre fica. Ele já pagou isso por mim”.

Há solução para o seu problema e você não pode se entregar. Continue lutando. Vai haver uma hora em que vai apertar a situação, você ficará chateado, triste, mas lute mesmo assim! Está escrito no céu a hora, o minuto, o segundo e o centésimo de segundo que a solução desse problema vai acabar. Deus está com você. Aquele dia que você chorou o dia inteiro, o Senhor também chorou com você. Toda vez que você perdeu noites esperando seu filho drogado chegar, Ele também estava lá com você. Enquanto isso não acabar, tenha maturidade. Sorria, sofra, amadureça! Cada sofrimento que você vence, você fica muito melhor. Coragem, meu filho. O Pai vai carregar a sua cruz com você. Não se entregue!

A segunda linha do sofrimento passivo é aquele que vivemos pelo Nome de Jesus. Andar com o Senhor significa não ser compreendido. Quantas vezes acontecem situações que você não fez nada, mas pelo único motivo de levar o Evangelho e pregar a Boa Nova é culpado? O caminhar com Jesus, obrigatoriamente, passa pela cruz. Não existe Jesus sem cruz.
"Levante essa cabeça, penteie esse cabelo e saia para vida! Ou trabalhamos para tocar o milagre em nós ou nunca o teremos". 

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Vida no Espírito Santo

O Espírito Santo é o grande sopro de Deus. É o grande alento de Deus. É a grande partilha de Deus conosco. O Espírito Santo na Trindade é Aquele que procede do Pai e do Filho, é Aquele que tem o encargo de transbordar para nós a Pessoa do Pai e do Filho. O Espírito Santo é Aquele que na Trindade é testemunho e promotor do amor e do conhecimento entre o Pai e do Filho. Ele é o encarregado de prosseguir a missão de Jesus e fazer transbordar para nós, o próprio ser do Pai e do Filho.
Jesus diz: “eu vou enviar o meu Espírito Santo, ele testemunhará para vocês o que vocês agora não conseguem entender”. Então Jesus está dizendo que o Espírito Santo é Aquele que transborda do Pai e do Filho para nós homens. Muitas vezes nós limitamos o Espírito Santo a dons, virtudes, carismas, inspirações e revelações, no entanto, o Espírito Santo é Deus e vai muito além de tudo isto, porque ele é Deus, e quando o Espírito Santo transborda, Ele gera em nós a Pessoa do Pai e a Pessoa do Filho, e começa uma obra de divinização.
Quando Jesus diz: “Sede perfeitos como o pai Celestial é perfeito” está nos dando um mandato de divinização. Jesus está nos mandando ser dóceis a esse processo de divinização que Ele está realizando em nós. E isto é muito sério. No entanto, nós conhecemos esta obra tão profunda de uma maneira rápida e superficial. Divinização não significa que nós nos tornamos deuses, mas que o Senhor quer fazer em nós um processo de divinização, o Espírito Santo quer esculpir em nós a imagem de Jesus , revestir o nosso interior e exterior com a imagem de Jesus, que é ser um outro Cristo, ser um outro Jesus. O processo de divinização realizado pelo Espírito Santo, portanto, significa que a imagem e semelhança de Deus que foi corrompida pelo pecado é refeita, significa a realização da obra de redenção, de justificação, de santificação feita em nossa vida.
A Palavra de Deus nos ensina que quem não tiver em si o Espírito de Deus não pertence a Deus, não é dele: “Vós, porém, não viveis segundo a carne, mas segundo o Espírito, se realmente o Espírito de Deus habita em vós. Se alguém não possui o Espírito de Cristo, este não é dele” (Rm 8,9). Os verdadeiros filhos de Deus, diz São João, não “nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas sim de Deus”. Mais adiante quando Jesus conversa com Nicodemos, diz: “Necessário vos é nascer de novo” (Jo 3,7). Aquele que nasce da carne é carne, o que nasce do Espírito é espírito.
O Espírito Santo é Aquele que ordena a vida espiritual do homem para a caridade. É Aquele que ordena o homem para a perfeição, porque a perfeição acontece quando o homem ama com o amor divino. O Espírito Santo é Aquele que diviniza o homem a imagem de Jesus. E nós sabemos disso, mas nós não sabemos como isso funciona. Por isto, podemos viver dentro de uma comunidade cristã, que serve a Igreja, e vivermos segundo a carne, gostando do que é carnal. Mesmo vivendo dentro de uma comunidade cristã podemos não ter a abertura necessária para que o Espírito Santo realize em nós o processo de santificação.
Para que este processo aconteça em nossas vidas, requer de nós uma abertura profunda ao Espírito, requer uma coerência de vida que o próprio Espírito nos dá, mas que supõe a submissão da vontade do homem, do seu sim, do seu fiat. O que acontece muitas vezes com aqueles que dizem sim ao chamado de Jesus é que até começaram a viver no Espírito, mas terminam por viverem na carne.
Os cristãos comprometidos, que participam de uma comunidade cristã ou de grupos de oração, muitas vezes pensam que vivem no Espírito, porque oram, porque são fiéis as orações comunitárias ou porque possuem um ministério, e, no entanto, seus corações estão cheios de mentalidade, de sentimentos de quem vive uma vida na carne. É necessário que o homem dê espaço para a ação do Espírito em sua vida, se não, não crescerá na vida espiritual.
Para vivermos a vida no Espírito precisamos da ajuda deste mesmo Espírito pois precisamos deixar os frutos da carne. Em vez disto, muitas vezes continuamos satisfazendo os apetites da nossa carne. Precisamos pedir muito a Jesus que tire do nosso coração toda hipocrisia. São Paulo nos diz: “Deixai-vos conduzir pelo Espírito e não satisfazei aos apetites da carne”. Ë uma lei tão simples, sem nenhuma complicação. O cristão que não segue as inspirações de Deus, as inspirações do Espírito, está correndo o risco de pecar gravemente. Por que? Porque os desejos do Espírito se opõem aos desejos da carne. Se não segue as moções do Espírito, qual a moção que seguirá? A da carne, com certeza. E um cristão não é chamado a viver a vida na carne. Não é chamado a viver destruindo a si próprio e aos outros. Estará fechando o seu coração para a ação da graça de Deus em sua vida.
Quais são os apetites da carne? Os apetites da carne são frutos das três concupiscências: prazer, poder e possuir, que foram combatidos por Jesus através da pobreza, obediência e castidade. Então, se nós vivermos pelo Espírito não satisfaremos os apetites da carne. É necessário tomarmos uma decisão. E a partir daí, orientarmos a nossa vida segundo esta decisão. Deus nos convida a vivermos cheios do Espírito Santo.
Jesus disse a Nicodemos que tudo aquilo que não é da luz, não vem para a luz, porque tem medo de ser revelada a sua maldade. Porém, tudo o que é de Deus, tudo aquilo que é santo vem para luz, porque não tem nada para esconder. Há coisas em nós que preferimos não ver. Há coisas em nós que preferimos achar que está tudo bem, porque gostamos do pecado. Nós gostamos do pecado. Não é novidade, nós gostamos do pecado. O pecado é “bom”. Brincamos com o pecado porque ele é gostoso para nós, ele nos satisfaz na carne, apesar de matar a nossa alma, de destruir o que temos de muito precioso, porque a morte da alma leva a morte do nosso ser.
Os desejos da carne se opõem aos do Espírito, e estes, aos da carne. Então, para que o Senhor nos divinize com o Espírito do seu Jesus, é preciso vivermos no Espírito e tirarmos tudo o que é carnal de nossas vidas, porque vai fazer oposição ao Espírito, vai entristecer o Espírito, vai afastar o Espírito de nossas vidas, e vai nos fazer viver na carne. É o inferno.
O senhor não nos conhecerá quando dissermos para Ele: “Meu filho eu não conheço você. Você viveu na carne. Você cuidou de forma carnal de algo que é Espírito, uma graça espiritual, uma graça única, graça de pouquíssimos, de privilegiadíssimos. Você cuidou dessa graça, você cuidou da condução do Espírito nessa graça como homem natural e o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, pois para ele são loucuras” (cf. I Cor 2,14). “Quem semeia na carne, da carne colherá corrupção; quem semeia no Espírito, do Espírito colherá a vida eterna” (Gal 5,8).
Seremos fortes enquanto vivermos no Espírito. Nossa vida será coesa enquanto vivermos no Espírito. Ela será cheia de poder, enquanto vivermos no Espírito. E somente cheios do Espírito poderemos realizar as mesmas obras de Jesus ou até maiores do que elas (cf. Jo 14,12).
As obras da carne são, como nos ensina São Paulo: “Fornicação, impureza, libertinagem, idolatria, superstição, inimizades, brigas, ciúmes, ódio...” (Gal 5,18-21). Precisamos refletir se estamos vivendo no Espírito ou na carne, porque aqueles que agem através dessas obras da carne, como querem ser cheios do Espírito? Como querem ter vida de oração? Deus vai derramar o Seu Espírito, a Sua graça sobre aqueles que estão de coração aberto e lutam contra estas obras da carne. Se nós vivemos na carne, a nossa vida de oração é uma mentira. É melhor não rezar. É melhor rezar o salmo mecanicamente, sem rezar nenhum minuto no Espírito, para ver se pela Palavra Deus realiza a nossa conversão.
As nossas centralizações, o lugar onde colocamos o nosso coração se não estiver em Deus, certamente nos levará a realizar as obras da carne. Não é aquela pessoa, aquele namorado, aquele desejo, aquele plano... que devem ser o centro da nossa vida, mas únicamente Deus. Deus é o centro de tudo, não podemos sair por aí colocando outros deuses na nossa vida. Desejar viver a vida no Espírito significa dizer que somos esposas de Jesus, que queremos ser d’Ele.
Nós muitas vezes mitigamos nossos conceitos morais, porque nós com nosso libertinagem que atinge níveis que não podemos imaginar, vamos mitigando a nossa vida cristã. Deus nos pede uma vida como a sua, de penitência, de renúncia, de abandono, de sacrifício, de compromisso, mas nem parece, porque estamos sempre nos justificando para fazermos exatamente o contrário. Dessa forma vamos mitigando a nossa vida cristã.
Outra situação não rara é em relação a oração pessoal, terço, estudo bíblico, a vida sacramental. Começamos até muito bem, mas depois vamos nos descuidando, nos contentamos com pouco: “afinal de contas já está tão tarde e hoje eu já fiz tantas coisas para Jesus”. Libertinagem não é só ir para festas carnavalescas, aderir ao sexo livre, é também irmos mitigando as coisas de Deus, as exigências do Evangelho, é nos entregarmos a vida na carne, é não termos uma amor a Deus concreto e indiviso, um amor total.  

"Não se pode tratar com disfarces a força atuante do maligno no mundo", afirma arcebispo de Belo Horizonte

Guarda-os do maligno" é o título do artigo desta semana do arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo. A frase que nomeia seu texto o prelado toma emprestado da súplica de Jesus, narrada no capítulo 17 do Evangelho de São João. Neste trecho, Jesus roga a Deus por seus discípulos e pede que Ele os guarde em seu nome para que sejam uma unidade dos que creem em Cristo; unidade como meta insubstituível e como conduta que edifica sua credibilidade.
Dom Walmor explica que esse desejo de Jesus se torna o compromisso central da vida de seus discípulos. Com este desejo, fica claro que a vida dos seguidores de Jesus deve ser "para além de seus interesses confessionais, na contramão de um entendimento institucional à moda dos propósitos exitosos que norteiam afazeres e procedimentos de outros nas injunções do mundo". Assim, segundo o prelado, se torna indispensável superar e construir nas diferenças um caminho rumo à fraternidade solidária no mundo.
Conforme o arcebispo de Belo Horizonte, fica claro com suas palavras a Deus - "Não te peço que os tires do mundo, mas que os guarde do maligno" - que Jesus tem a vida terrena como centro de suas razões e de suas preocupações. Segundo Dom Walmor, Jesus sabe que o mundo é uma dinâmica e que o maligno delineia dinâmicas. Neste sentido, os discípulos de Cristo estão no mundo e não são dele, pois "regem-se por dinâmicas que configuram condutas em oposição ao que é próprio do maligno".
Dessa forma, segundo o prelado, Jesus não se furta a encarar o mal de frente. "Não se pode desconhecer ou tratar com disfarces a força atuante do maligno no mundo. Não se pode escandalizar e menos ainda desconhecer que a humanidade caminha entre bem e o mal", complementa. De acordo com Dom Walmor, Cristo reconhece a atuação do maligno, sabe de seu poder de dominação, por isso suplica a Deus por seus discípulos e por isso eles são desafiados a dar sempre uma resposta diferente e nova diante da conduta regida pelo mal.
Dando continuidade a sua argumentação, o arcebispo de Belo Horizonte refere-se ao Papa Bento XVI, que em um discurso, após rezar a saudação de Maria, na Praça São Pedro, disse que o verdadeiro inimigo a ser temido e combatido é o pecado, o mal espiritual. No mesmo discurso, o Santo Padre complementou dizendo: "Vivemos no mundo - diz o Senhor - mas não somos do mundo e devemos nos guardar de suas seduções".

Para Dom Walmor, esse pecado de que fala o Papa é "a fonte maligna geradora dos descompassos da humanidade. Pecado que é revelado nas estatísticas estonteantes que precisam afligir permanentemente a consciência humana e cidadã dos habitantes da Terra". Diante deste cenário desolador (fome, abuso a crianças, corrupção, violência, dependência química), as instituições que regem a sociedade, segundo o arcebispo, são chamadas a se reorganizarem, pautadas na honestidade e na conduta ilibada de seus integrantes.

Por fim, o arcebispo faz referência novamente ao Santo Padre, dizendo que em sua viagem a Portugal o pontífice fez menção ao pecado que gera os inimigos dentro da própria Igreja. Sobre isso, Dom Walmor exclama: "Vale a súplica: 'Guarda-os do maligno'"!


Autor: Gaudium Press

Igreja sulafricana lança site com temática de futebol

Churchontheball.com é o endereço da página na internet que a Igreja na África do Sul criou a fim de mostrar suas atividades no marco de um dos eventos esportivos mais importantes do mundo: o mundial de futebol, que acontece a partir do dia 11 de junho em várias cidades do país.
O site é uma promoção do Escritório de Comunicações da Conferência Episcopal Sul-africana (SACBC), e é uma ferramenta de informação para os fãs que assistirem ao evento desportivo, onde poderão conhecer, entre outras coisas, a estrutura da Igreja Católica no país e o trabalho que exerce, particularmente pelos mais pobres. A página oferece ainda informação sobre as paróquias mais próximas aos estádios, os eventos da Igreja durante a Copa e dados de centros turísticos religiosos.
"Esta é uma oportunidade para por em relevo o importante papel que desempenha o esporte na cultura africana. O esporte requer paciência, perseverança, respeito (...) e todos os valores que a Igreja não cessa de defender, como a caridade, o diálogo com outras religiões e culturas, o amor ao próximo", assinala Cardeal Wilfrid Napier, arcebispo de Durban, uma das principais sedes da Copa, em sua mensagem de boas-vindas no site.
O purpurado faz referência ao papel que a Igreja também ocupa no esporte, e diz que o evento é "uma oportunidade para oferecer ao mundo um exemplo de uma Igreja viva através do esporte". E afirma, recordando palavras do Papa João Paulo II, que "não devemos ter medo de avançar (...) de ir a toda velocidade, com fé e valor como os atletas!"
No site, é possível encontrar abas de notícias com informação sobre a campanha internacional contra o trafico de pessoas ou a chegada ao país das relíquias de Santa Teresinha do Menino Jesus, que acontece no mês de junho. Há também material de apoio, como um livro de orações do futebol e informações sobre a iniciativa "A educação através do futebol", da Unicef.
O site também traz links, entre outros, da página da Conferência Episcopal da África do Sul e da "Clericus cup", copa dos clérigos, realizada anualmente em Roma entre colégios católicos e seminários.

Texto original de Sonia Trujillo


Autor: Gaudium Press

O Papa que não sorria? mitos são derrubados em Portugal.

Fernando Madrinha, Jornalista Português.

Este era o Papa que, segundo os seus críticos, não condenava os casos de pedofilia na Igreja Católica com a clareza necessária, apesar de já o ter feito repetidas vezes?
Na viagem para Lisboa, afirmou: “O sofrimento da Igreja vem do interior da Igreja, dos pecados que existem na Igreja”. Mais: “O perdão não exclui a Justiça”. Isto para quem ainda tivesse dúvidas, ou estivesse para as inventar, sobre o modo como Bento XVI entende que devem ser tratadas as “ervas daninhas” da sua Igreja.
Este era o Papa retrógrado e fundamentalista, supostamente intolerante para com as outras religiões e os que não têm religião alguma.?
No Centro Cultural de Belém, disse: “A convivência da Igreja com outras ‘verdades’ e com a verdade dos outros é uma aprendizagem que a própria Igreja está a fazer”.
Este era o Papa enquistado na sua fé, conservador passadista e portanto incapaz de promover o diálogo inter-religioso e de fomentar o ecumenismo?
Afirmou a propósito: “O diálogo, sem ambiguidades e assente no respeito entre as partes envolvidas, é hoje uma prioridade no mundo, à qual a Igreja não se subtrai”. E ainda, sobre a diversidade cultural e a relação entre culturas: “É preciso fazer com que as pessoas não só aceitem a existência da cultura do outro, mas aspirem a enriquecer-se com ela”.
São exemplos apenas de como, nestes dias de visita a Portugal, Bento XVI passou o tempo a desmentir os mitos, as falsidades e os juízos errados que muitos críticos encartados põem a correr sobre ele e sobre o seu pensamento.
Este era também o Papa que não sorria, incapaz de um gesto afectuoso e de estabelecer empatia com as audiências? Mas vimos como se dirigiu aos jovens na Nunciatura e como eles lhe responderam, vimos como as multidões o receberam no belíssimo palco do Terreiro do Paço, no impressionante cenário de Fátima e na Avenida dos Aliados, ou como o aplaudiram no Centro Cultural de Belém.
Compreende-se que tudo isto irrite os que detestam o Papa e o que ele representa. Mas enquanto não lhes for possível mudar o povo, esse empecilho que lhes trava o passo na política e nos seus esforços para derrubarem os valores que a Igreja defende (…) têm que ter paciência.
Eles, que são criaturas” perfeitas” e exigem uma Igreja perfeita, embora só esta que combatem assanhadamente e não outras bem menos tolerantes, o que têm a fazer agora é meter a viola no saco.

Véu de Manoppello. Você sabe do que se trata?

Entrevista com Paul Badde, autor de “L’autre suaire

Além do Santo Sudário que é exibido em Turim até 23 de maio, outra tela, menor, que representa a face de Cristo, é conservada no santuário de Manoppello, pequena localidade italiana de Abruzzo.
O jornalista alemão Paul Badde, correspondente em Roma do jornal Die Welt desde 2000, investigou durante vários meses o “segredo de Manoppello”.
Tem-se perguntado de onde veio este véu, como essa imagem foi formada, se poderia ser o véu de Verônica e seus vínculos com o Santo Sudário.
E publicou o resultado de suas investigações em um livro intitulado L’autre suaire (”A outra tela”, N. do T.), publicado em francês pela Editions de l’Emmanuel – Editions du Jubilé.
Até Bento XVI peregrinou a Manoppello em setembro de 2006, realizando a primeira visita de um Papa a este santuário.
Recentemente, no editorial dedicado à visita de Bento XVI a Turim para a ostentação do Santo Sudário, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, SJ, evocou estas “imagens que a tradição credita como vias preciosas para entrever” a face de Cristo, “em Manoppello ou em Turim”.
- Brevemente, o que é a tela de Manoppello?
Paul Badde: Trata-se de um véu feito de um linho extremamente fino, no qual aparece a face de Cristo.
Porém, é tecnicamente impossível pintar este tipo de tecido, realizado a partir de filamentos de Pinn nobilis.
Não se encontra nenhum outro pigmento de tinta no véu. O aparecimento da face no véu continua sendo um mistério que destaca o inexplicável.
- Por que merece ser conhecido?
Paul Badde: Principalmente pela magistral face de Cristo neste tecido. Trata-se do ícone por excelência de Cristo, a antiga Vera Ikon, o tesouro mais preciso da cristandade, considerado desaparecido durante séculos e agora redescoberto: a face maravilhosamente humana de Deus.
- Em sua opinião, o que poderia provar que se trata da face de Cristo?
Paul Badde: É fácil demonstrar que se trata do véu chamado de Verônica, que foi durante muito tempo adorado e exposto em São Pedro, em Roma.
Como prova: as numerosas mulheres daquele tempo que contribuíram num testemunho convincente.
Porém, o mais surpreendente é a constatação de que este véu deve ser idêntico ao sudário, quer dizer, a Santo Sudário a que o apóstolo João se refere no momento em que descobre, com o apóstolo o Pedro, que Cristo havia ressuscitado dos mortos. Muitos indícios também apoiam esta constatação.
- Pode-se imaginar um vínculo com o Santo Sudário?
Paul Badde: Sim, o véu representa o mesmo rosto, o de Jesus de Nazaré. Mas o Santo Sudário o representa morto, enquanto o véu o representa vivo, com as mesmas feridas na face, mas curadas!
Os matemáticos calcularam uma probabilidade de 200.000.000.000/1 de que o Sudário de Turim venha do Santo Sepulcro de Jerusalém.
Em outras palavras, trata-se realmente de um dos “tecidos” achados no túmulo e descritos por uma testemunha, o apóstolo João.
Mas nesta passagem de extrema importância, João se refere expressamente a um véu pequeno “separado” dos demais, colocado em um lugar à parte.
Isso não pode ser outro a não ser este pequeno véu que está hoje em Manoppello.
- O que lhe fascinou tanto nesta tela para realizar uma investigação assim?
Paul Badde: Este véu exerce uma fascinação sem igual. Não existe nada semelhante nesta terra. Como jornalista, não pude resistir a esta fascinação.
Os jornalistas sempre procuram uma obra-prima. Estão à procura do inacreditável. Eu mesmo tinha feito muitas descobertas, nos países mais diversos, tanto em tempos de paz como em tempos de guerra. Mas nunca tinha visto nada comparável ao véu, nem antes de nem depois.
- Por que foi dada forma thriller à sua obra?
Paul Badde: É exatamente como também eu realizei minhas investigações. Não inventei nenhuma frase, não havia nada planejado. Os eventos aconteceram da mesma maneira que eu escrevi.
- Como interpreta a visita de Bento XVI a Manoppello?
Paul Badde: Este pode ser o último desta série de milagres. O Papa leu meu relatório e decidiu – apesar das resistências dentro da Igreja e de Vaticano – ir a Manoppello.
Rezando em silêncio perante o véu em 1º do setembro de 2006, ele reintroduziu esta imagem na história e até os confins do mundo.
E desde este momento, não deixa de falar do “rosto humana de Deus”. Trata-se da marca de seu pontificado.

por: Zenit

Super Pop é Super Fraco

A programação de TV aberta em nosso país apresenta um quadro paradoxal. Altos investimentos em produção e descuido com o conteúdo. Os programas dedicados ao jornalismo se perdem entre os de entretenimento, filmes e enlatados.

Escolher o pior programa da televisão brasileira seria um grande desafio, tamanho o número de concorrentes. No entanto, neste Pôst gostaria de destacar um, O Super Pop, da Rede TV!, com a presentação de Luciana Gimenez.

É o típico programa que arrisca tudo por alguns pontos nos dados consolidados das pesquisas de opinião. Temas e personagens exdruxúlos podem ser vistos todas as noites. O programa pretende arrojar debates entre celebridades emergentes e possui um forte apelo sensual.

Mulheres semi-nuas desfilam pelo palco recém inaugurado. Como disse no início a produção de programas como esses não deixam a desejar em nada. Assistir ao Super Pop diariamente fornece um atestado de intriga à cultura e aos valores mais nobres que sustentam a sociedade.

E para você qual é o pior programa da televisão brasileira? Envie comentário que insiro no pôst.

por : Vanderlúcio Souza

quinta-feira, 20 de maio de 2010

O Espírito Santo é Deus

Como preparação para a Festa de Pentecostes, a partir desta semana, este espaço de formação trará as reflexões catequéticas elaboradas por Reinaldo Beserra dos Reis para a Novena de Pentecostes. A cada semana, apresentaremos a reflexão catequética correspondente a um dia da novena.

Muitas pessoas concebem o Espírito Santo como uma “força de Deus”, ou como uma “luz divina”, ou, ainda, como uma “consolação divina” que Deus nos concede, apenas. Embora possamos também considerá-lo como essas realidades todas, é necessário termos em conta que o Espírito Santo não é “uma parte” ou “um aspecto” da ação divina. Ele é Deus!

Mesmo não assumindo a nossa natureza humana como Jesus - que se fez carne, um de nós -, o Espírito Santo é Deus mesmo. Terceira Pessoa da Santíssima Trindade, um com o Pai e o Filho. Procede do amor entre eles, uma só essência, uma só natureza com Eles. Como Pessoa é livre, tem inteligência e vontade. Tudo vê, tudo conhece, está presente em tudo e em todos. Exerce hoje, em mim - em cada criatura, em todos os filhos de Deus -, a missão de santificador, de consolador. É o Senhor da vida! É aquele que, agindo em nosso interior desde o nosso Batismo, nos leva a conhecer Jesus, a amá-Lo, a seguir Seus ensinamentos. Ele nos revela Jesus - Caminho, Verdade e Vida. Ele nos convence de que somos salvos pelo sangue do Cordeiro sem mancha, Jesus Cristo. Deus sem face. A humildade de Deus. Puro Espírito, que escolheu nosso ser para Seu Templo, Sua morada, habitando nosso frágil espírito humano.

No credo niceno-constantinopolitano, rezamos: “Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado; Ele que falou pelos profetas”. Ao professarmos nossa fé na Pessoa do Divino Espírito Santo, a Igreja nos ensina: “Aquele que o Pai enviou aos nossos corações, o Espírito do seu Filho, é realmente Deus. Consubstancial ao Pai e ao Filho, Ele é inseparável dos dois, tanto na Vida íntima da Trindade como no seu dom de amor pelo mundo. Mas ao adorar a Santíssima Trindade, vivificante, consubstancial e indivisível, a fé da Igreja professa também a distinção das Pessoas. Quando o Pai envia seu Verbo, envia sempre seu Sopro: missão conjunta em que o Filho e o Espírito Santo são distintos, mas inseparáveis. Sem dúvida, é Cristo que aparece, Ele, a imagem visível do Deus invisível; mas é o Espírito Santo que O revela” (Catec; n.689-690).

E diz mais o Catecismo da Igreja Católica n.253: “As pessoas divinas não dividem entre si a única divindade. Mas cada uma delas é Deus por inteiro:” O Pai é aquilo que é o Filho, O Filho á aquilo que é o Pai, O Espírito Santo é aquilo que são o Pai e o Filho, isto é, um só Deus quanto à natureza” (XI Concílio de Toledo, em 675:DS 530).

(BESERRA DOS REIS, Reinaldo. Celebrando Pentecostes: fundamentação e novena. Editora RCC BRASIL. Porto Alegre-RS)

Encontro histórico do presidente de Cuba com Igreja Católica.

O presidente de Cuba, Raúl Castro, reuniu-se nesta quarta-feira (19) à tarde com a cúpula da Igreja Católica em seu país. O encontro é considerado histórico, segundo diplomatas que acompanham o processo político cubano, pela abertura gradual que o atual governo vem dando às negociações com autoridades religiosas. No final de junho, o secretário do Vaticano para as Relações com os Estados, arcebispo Dominique Mamberti, irá a Havana (capital cubana).
As informações são da imprensa oficial de Cuba, o jornal Granma. De acordo com o texto, Castro se reuniu com o presidente dos conselhos de Estado e ministros; com os arcebispos de Havana, cardeal Jaime Ortega Alamino, e de Santiago, dom Dionisio García Ibáñez; além do presidente da Conferência dos Bispos Católicos de Cuba, monsenhor Baladrón, e do chefe do Serviço de Atenção à Assuntos Religiosos do Comitê Central do Partido, Caridad Diego Bello.

Segundo a imprensa oficial, “na reunião foram discutidos vários assuntos de interesse comum, incluindo o desenvolvimento favorável das relações entre a Igreja Católica e o Estado cubano e da situação atual nacional e internacional”.
A Igreja Católica, em Cuba, tem buscado interceder em favor dos presos políticos e seus parentes. Recentemente houve confrontos entre forças policiais e manifestantes que pediam a libertação dos presos políticos. A estimativa é que ainda há 25 pessoas mantidas nas prisões cubanas por questões de divergência ideológica e política.
No final do ano passado, foi ao ar o primeiro blog católico em Cuba, considerado um ato de desafio pela Igreja Católica. O acesso à internet, em Cuba, segundo especialistas da área, é restrito a funcionários do governo e acadêmicos. Estimativas não oficiais indicam que apenas 13% dos cubanos têm acesso à internet.

Fonte: ACI

Religiosa norte-americana é excomungada por aprovar aborto.

Uma religiosa, membro da comissão de ética de um hospital católico de Phoenix, Arizona, nos Estados Unidos, foi excomungada e transferida após ter dado luz verde para um aborto em uma paciente do centro de assistência médica.
A intervenção era considerada necessária pelos médicos para salvar a vida de uma paciente gravemente enferma, segundo informou o jornal católico independente National Catholic Reporter (NCR).
A intervenção ocorreu no ano passado no St. Joseph’s Hospital and Medical Center do Arizona.
A decisão, que comprometeu, além da religiosa envolvida, Margaret McBrid , aos médicos e à paciente, foi tomada pelo bispo Thomas Olmsted, chefe da diocese de Phoenix.
Para Olmsted, o aborto não é admissível em nenhuma circunstância, escreveu o jornal.
Em um comunicado, a diocese explicou que a irmã McBride foi excomungada porque “tinha uma posição de autoridade no hospital e era frequentemente consultada sobre questões éticas”.
A religiosa “deu sua permissão”, defendendo “que o aborto era moralmente aceitável segundo a doutrina da Igreja, um fato que ela mesma admitiu diante do bispo Olmsted”.
Junto com McBride, foram excomungadas “todas as pessoas que tiveram algo a ver com o aborto nesse hospital”.

Fonte: Religión Digital

Projeto torna aborto crime hediondo

O aborto passará a integrar a lista de crimes hediondos, se for aprovado o Projeto de Lei 478/07, dos deputados Luiz Bassuma (PT-BA) e Miguel Martini (PHS-MG). A proposta cria o Estatuto do Nascituro. Segundo o texto, nascituro é o ser humano concebido, mas ainda não nascido, aí incluídos os seres humanos concebidos “in vitro” e os produzidos por meio de clonagem, ou por outro meio científica e eticamente aceito.
O projeto proíbe a manipulação, o congelamento, o descarte e o comércio de embriões humanos, de onde hoje são extraídas células tronco para serem transplantadas em adultos doentes, prática considerada “atrocidade” pelos autores da proposta. Eles defendem que o estatuto vai garantir ao nascituro direito à vida, à saúde, à honra, à integridade física, à alimentação e à convivência familiar.

Início da vida

O projeto ganha mais importância neste momento, porque o Supremo Tribunal Federal (STF) está promovendo, durante todo o dia de hoje, (Ontem, dia 19)a primeira audiência pública de sua história. O STF se propõe a decidir em que momento tem início a vida humana, com base nos subsídios oferecidos pela comunidade científica. Os especialistas estão divididos sobre o tema.
Está em análise a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 3510, proposta pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que contesta o uso de células tronco em pesquisas científicas, garantido pela Lei de Biossegurança (Lei 11105/05). A PGR entende que não há permissão constitucional para o uso dessas células.
O relator da ADI, ministro Carlos Ayres Britto, acredita que a suprema corte “poderá formular um conceito operacional da vida, do início da vida, da própria dignidade da pessoa humana, para tornar a Constituição eficaz”.

Casos de estupro

Além de transformar o aborto em crime hediondo, o projeto retira o direito da mulher, hoje garantido por lei, de abortar em caso de estupro. Hoje, a lei permite o aborto apenas em casos de estupro e de risco de vida para a mãe. No caso de estupro, o projeto em tramitação dá direito à pensão alimentícia de um salário mínimo, até a criança completar 18 anos. A pensão deverá ser paga pelo estuprador e, caso ele não seja identificado, pelo Estado.
O projeto também garante ao nascituro sua inclusão nas políticas sociais públicas que permitam seu desenvolvimento sadio e harmonioso, e seu nascimento em condições dignas. Ao nascituro com deficiência, o projeto garante todos os métodos terapêuticos e profiláticos existentes para reparar ou minimizar sua deficiência, haja ou não expectativa de sobrevida extra-uterina.
Quem causar a morte do nascituro – por imperícia, imprudência e negligência – terá pena de detenção de um a três anos, podendo ser aumentada em 1/3 se o crime for resultado da inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício. Esse é o conceito de aborto culposo. Nesse caso, o estatuto prevê pena de um a dois anos de detenção e multa para quem prescrever substância ou objeto destinado a provocar aborto; e pena de um a três anos e multa para quem congelar ou utilizar nascituro como material de experimentação.

Retrocesso

A deputada Luciana Genro (Psol-RS) acredita que o projeto do Estatuto do Nascituro é um retrocesso. É de sua autoria o projeto de lei que permite o aborto em caso de fetos sem cérebro. “Não se trata de ser contra ou a favor do aborto. O aborto é uma realidade”, argumenta.
Segundo a deputada, as mulheres que têm condições financeiras pagam até R$ 5 mil para abortar em clínicas com boas condições. “Essas abortam com segurança. Já as que não têm recursos o fazem das formas mais cruéis. Utilizam medicamentos e até agulhas de tricô. Essas mulheres morrem ou ficam com seqüelas de saúde seríssimas”, diz. Luciana Genro é a favor da descriminalização total do aborto. Na Câmara, um projeto nesse sentido tramita desde 1991. 

O que sente um miraculado na hora do milagre?

O que sente o doente quando é objeto de um milagre como os de Lourdes?
Uma consolação? Uma luz? Uma dor? O leitor já imaginou?
De um modo geral, na hora do milagre os beneficiados percebem sensações físicas características. A mais citada é a “de um calor desacostumado que toma conta do corpo”.
Freqüentemente os miraculados mencionam dores muito agudas, como Jeanne Gestas, que teve uma “sensação de que algo lhe era arrancado”.
Os milagres acontecem de modo imprevisível a pessoas de todas as idades e condições. Mas comumente é por ocasião do uso da água de Lourdes — bebendo-a ou banhando-se nela — ou em cerimônias litúrgicas tradicionais, como a bênção do Santíssimo Sacramento aos enfermos.
A grande maioria dos milagres reconhecidos ocorreu em Lourdes, mas houve curas — também reconhecidas — em outros continentes, de pessoas que recorreram à água da Gruta.
Um caso típico em Lourdes foi o de Théa Angele, jovem alemã atingida por arteriosclerose em placa, que chegou quase moribunda a Lourdes em 17 de maio de 1950.
O corpo repelia tudo que lhe davam. Ela subsistia com soro endovenoso, pesava 34 quilos, estava inconsciente e quadriplégica. Seu único movimento eram espasmos dos olhos e da mandíbula. Acreditou-se que morreria em plena viagem. Um sacerdote administrou-lhe a Extrema Unção, achando que ela já era cadáver.
― “Como pode se enviar ao exterior uma moribunda que têm que fazer uma viagem de 30 horas?!”, protestou um de seus médicos na cidade de Colônia quando soube da vontade da doente.
Em Lourdes, após o quarto banho consecutivo, sorriu e falou pela primeira vez, dizendo: “Agora posso falar tudo, e estou com uma fome terrível”. E comeu com apetite.
No dia seguinte foi levada ao Bureau Médico, onde a paralisia acabou de se dissipar diante dos médicos. No outro dia, após mais dois banhos, venceu a fraqueza e caminhou até a Capela do Asilo.
O milagre é acompanhado de uma conversão espiritual. Théa fez-se religiosa, como várias miraculadas. Mas outras, e numerosas, foram pais ou mães de família.
Geralmente os miraculados atingiram grande longevidade, embora um tenha morrido com 44 anos num acidente. Com muita freqüência eles voltam a Lourdes para trabalhar como voluntários na assistência aos doentes.



Fonte: Lourdes e suas aparições.

Entenda como o aborto é promovido na América Latina.

Fonte: Zenit
Segundo o diretor do escritório para a América Latina do “Population Research Institute”



Primeiro se cria uma polêmica sobre um caso humano dramático de uma criança estuprada; depois se propõe uma lei geral de legalização do aborto. Este processo, adotado em outros continentes, está sendo aplicado na América Latina, como explica nesta entrevista Carlos Polo Samaniego, peruano, antropólogo e diretor do escritório para a América Latina do Population Research Institute desde 2001.
Este consultor de várias organizações na América Latina sobre política familiar analisa dois casos muito parecidos, que levantaram muitos artigos e debates radiofônicos e televisivos nas últimas semanas.



Um foi uma denúncia aos meios de comunicação, em Quintana Roo (México), no início de abril, provocando um debate regional em relação a uma menina de dez anos grávida do padrasto que a estuprou. A menina, que se encontrava em um estado avançado de gestação, não foi submetida ao aborto.



Em 12 de abril, a imprensa brasileira explicava que uma criança de 10 anos havia feito um aborto, com a aprovação de um juiz, em Recife, após ter sido estuprada diversas vezes por seu padrasto.
- Em ambos os casos, algumas organizações solicitavam o aborto para salvar a vida das mães; não é coincidência o fato de irem à imprensa os dois casos ao mesmo tempo?



Carlos Polo: Tudo parece indicar que não. O escritório da América Latina de Population Research Institute vem fazendo monitoração de casos como estes há alguns anos. Analisamos as iniciativas e publicações das principais organizações abortistas na América Latina e detectamos padrões comuns.



Os de Quintana Roo e Recife pertencem a uma grande lista de casos similares “fabricados” para legalizar o aborto na América Latina. Argentina, Peru, Colômbia, Nicarágua e Honduras são alguns dos lugares escolhidos por esses grupos que não buscam o bem-estar das meninas, mas sim impulsionar sua agenda, apelando aos sentimentos de compaixão para implementar confusão na opinião pública. Podemos dizer que buscam semear confusão mesmo dentro da Igreja.



- Em que se baseia para afirmar que os casos são “fabricados”?



Carlos Polo: Temos que dizer que o drama das meninas grávidas é real e sumamente doloroso. O que se fabrica e manipula é a repercussão midiática e a insistência de que o aborto é a única solução. Sobre esta realidade, são montadas campanhas que apresentam o aborto para aqueles que procuram outras saídas fora do aborto como um povo sensível, desumano e incompreensível. Os bispos, sacerdotes e leigos comprometidos, usualmente os primeiros defensores da vida dessas criaturas que estão por nascer, são muitas vezes alvos de ataque. A pressão chega a ser muito forte, como se a tensão estivesse situada no nosso senso de humanidade ao extremo. Mas é tudo parte de uma falácia, de uma grande mentira baseada num drama humano: muitas vezes essas meninas nem correm perigo nem querem abortar. E o pior, depois sofrem as consequências de fazê-lo.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Novas Comunidades, o que é um Carisma?

Moisés Rocha


FORMAÇÃO

CARISMA :

Introdução : Já dissemos outras vezes que Carisma é a razão de ser e de existir de uma Comunidade. Este Carisma é dado por Deus, através da Igreja para executar um serviço específico que ela (a Igreja) deseja ou que esteja deficiente na época que Deus fez surgir o carisma. Carisma é uma “fatia do bolo” que é a Igreja, nasce para fazer um trabalho que embora até pareça com um outro, não tem nada de igual, é como a impressão digital. Carisma não é o que fazemos, mas a forma com que fazemos. Não é um serviço, mas um estado de vida. Um carisma leva de 2 a 8 anos para se definir e se consolidar. A comunidade tem um carisma, e ao longo dos anos vai encontrando e agregando pessoas que tem o mesmo carisma que ela. Estas pessoas tem na alma este “selo” do carisma, e só se realizarão quando estiverem vivendo ele, na plenitude da Comunidade. O Fundador tem o Carisma para fundar, ou “carisma de fundação”, por isso ele tem os traços do carisma mais definidos que os outros, pois tudo começou a partir dele, podemos dizer que ele viveu o carisma primeiro.

Hoje, veremos mais alguns aspectos do carisma :

1. Carisma é como a alma : não vemos, mas é ela quem nos mantêm vivos. Os traços e comportamentos externos mostram como está a alma lá no interior. Se a pessoa está feliz ou não, realizada ou não, crescendo ou não, sabemos como está a alma dela. Assim também é com o Carisma, ele se manifesta externamente, e ao mesmo tempo, na manifestação externa, sabemos como o carisma está no interior.

2. É preciso na Comunidade, focarmos as nossas forças para descobrir a totalidade do Carisma, para ela ( porque a comunidade tem que se encontrar vivendo totalmente do carisma) e para os membros de forma individual (pois é esta totalidade que nos deixa plenos). Só teremos certeza de que estamos rumo ao que Deus quer, quando tivermos no rumo dos 100% da vivência no carisma.

3. O carisma é o alimento da nossa vida com Deus. Não adianta sermos grandes servos, ter vida de oração intensa, ter experiências diversas em tudo e também no caminho da evangelização. Se fomos chamados por Deus a um Carisma, precisamos viver aquilo, com propriedade e se não estamos vivendo, não estamos servindo a Deus.

4. O Carisma traz santidade plena para quem o exercer com propriedade. Santa Terezinha dizia que quem está vivendo o carisma de uma congregação ou ordem religiosa, não precisa fazer mais nada para ser santo a não ser , viver aquilo que lhe foi proposto a ser. . O problema é que nós criamos para nós modelos de santidade e não damos valor aquilo que Deus nos chamou a viver.

5. A força do Carisma é inesgotável. Se o temos, somos capazes de superar e alcançar qualquer meta que nos foi proposta para a comunidade. Se trabalhamos para Jesus, em Nome de Jesus não há barreiras, Também, se servimos a comunidade, em nome dela, do carisma dela, não há barreiras para efetuar algo dela. Mas esta força vem da vivência da plenitude do Carisma!!!

6. O Carisma traz realização, alegria e paz interior. Favor não confundir realização plena com ausência de insatisfação, conflitos, desertos, lutas interiores,etc. Passaremos por tudo isso, e é normal, mas o coração está em paz, por saber que é isso que Deus quer para mim.

7. O Carisma não pode ser adulterado. Ou seja, copiar outros modelos, optar por caminhos mais fáceis, criar remendos, seguir outra linha ou outra identidade que não seja o que Deus pediu para aquela comunidade. A Prova de que isso pode estar acontecendo é uma culpa, uma tristeza, um incômodo imediato quando fazemos as coisas da comunidade de forma normal, ou até santa, mas sem a característica do que Deus pediu, temos a sensação de que estamos sendo negligentes.

8. A vivência do Carisma vai além do exercício do ministério. A Comunidade não pode favorecer o membro colocando ele em uma área, para que ele faça o que gosta ou sabe fazer. Mas antes de tudo, a Comunidade precisa contar com o servo onde ela necessita, naquilo que Deus o proporciona viver naquele momento de necessidade. O carisma está acima do ministério, dos dons, dos currículos profissionais, dos dotes, etc.

9. O Carisma acaba gerando comportamentos repetidos para os membros da Comunidade. Isso porque o Carisma da Comunidade é o mesmo que tem na alma dos membros, logo, temos a tendência de nos comportar, falar, agir de forma parecida, que faz até as pessoas dizerem : “Só podia ser daquela comunidade mesmo, eles lá todos são assim.!”

10. Isso é muito doido, pois as vezes até os defeitos são parecidos, os problemas de saúde também, coisas negativas, o que um sente todos sentem e assim por diante. Isso porque somos um só coração e uma só alma. Quem não se sente assim ainda, é porque está faltando adentrar no carisma ainda mais.

11. O Carisma nos leva a fazer aquilo que fomos chamados a fazer com um certo destaque em relação a outros que aparentemente fazem a mesma coisa. Isso não é privilégio ou vaidade, é certeza de que fomos criados para isso, e é isso que temos que fazer! É claro que vai gerar ciúmes, mas faz parte do chamado de Deus.

12. O Carisma já vem pronto das mãos de Deus. Nossa meta não é montar, fazer ou opinar a respeito do carisma, mas sim, descobri-lo. E só se descobre quando se lança de verdade nele.

13. O carisma não é o fazer, ou fazer bem , mas é “ Ser enquanto se faz”.

14. O carisma está escondido nas coisas do dia-a-dia, e quando nos propomos a viver o momento presente com amor, alegria e aproveitando o máximo daquilo que Deus quer de nós enquanto o fazemos, vamos experimentando o sabor e gosto pelo carisma, que se esconde nos detalhes!

15. É preciso observar muito os padroeiros, pois eles tem uma grande influência em várias coisas do Carisma.

16. O Carisma agrega ao membro muitos dons, qualidades e virtudes. Isso porque o Carisma te dá aquilo que é preciso que você tenha para desenvolvê-lo com exatidão. É por isso que Deus coloca o membro para fazer coisas que ainda não tem quem faça, não só por necessidade, mas para que saibamos que a Obra de Deus não para e os dons de quem ainda não chegou, foram dados mesmo que temporariamente aquele que já está. No Carisma não há limite, quem o vive, fica perfeito em tudo que faz!!!

17. O carisma passa pelo amor aos irmãos, seja aos acolhidos, aos internos, ao publico alvo das missões, atendidos, assembléia, etc. É impossível dizer que temos um carisma, se não o demonstramos através da sensibilidade ao outro. Nos traços dos afetos, do amor, das atitudes, identificamos as características do carisma.

18. Pecados graves contra o carisma: - Falta de amor fraterno e unidade comunitária. - Negação do trabalho e das tarefas cotidianas. – Falta de comunhão com a Espiritualidade da obra. – Não prática dos votos realizados. – Deixar cair o zelo e o amor inicial. – Paralisação na busca em ser melhor – Deixar apagar o chama, como a parábola das 10 virgens.

Descubra logo o seu carisma!!!!!!!

Moisés Rocha é Pregador e fundador da Comunidade Resgate

 GRUPO RENASCER: EM BREVE NA CIDADE DE CAMOCIM, MINISTRANDO E PREGANDO PARA RCC CAMOCIM E TODA A NOSSA  CIDADE AGUARDEM!!!!




Estatuto do Nascituro será votado novamente na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira

Autor: Aci Digital

O Movimento em Defesa da Vida de Porto Alegre enviou recentemente uma nota pedindo aos cidadão que escrevam aos parlamentares, titulares e suplentes que votam pela aprovação do Estatuto do Nascituro para que estejam presentes no início da próxima sessão, que ocorre na quarta-feira, 19, e permaneçam lá até o encerramento da apreciação do Estatuto.

"Temos que trabalhar para que, na próxima sessão do dia 19 de maio, esgotemos as 3 fases: leitura do relatório, discussão e votação da matéria. Mas, para isso precisamos trabalhar muito para manter a nossa maioria em plenário até o fim", assinala o comunicado do MDV.

O Projeto de Lei 478/2007, mais conhecido como Estatuto Do Nascituro foi pautado na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados na última votação. O grupo constituído pelos deputados e deputadas abortistas usaram de todas as manobras regimentais para impedir que este Projeto de Lei em defesa da vida prospere e alcançaram o adiamento da discussão do Projeto por 9 sessões. A próxima votação ocorrerá amanhã, 19 de maio.
"Temos maioria para aprovar o Estatuto do Nascituro mas é preciso que essa maioria vá ao plenário da comissão e, repito, lá permaneça até o final. Com certeza, os abortistas manterão a tática do protelamento da discussão do projeto e apresentarão novos requerimentos", advertem as fontes do MDV.
Os membros deste grupo Pró-vida sugerem que seja enviado para os parlamentares, titulares e suplentes que podem votar pela aprovação do Estatuto do Nascituro a seguinte mensagem:



Senhor(a) Deputado(a)

Estamos acompanhando a tramitação do Projeto 478/2007, denominado de Estatuto do Nascituro, na Comissão de Seguridade Social e Familia da Câmara dos Deputados.
Para derrotarmos as manobras regimentais dos Deputados abortistas Darcísio Perondi-PMDB/RS, Cida Diogo-PT/RJ, Drº Rosinha-PT/PR, Chico D'angelo-PT/RJ, Drº Paulo César/PR/RJ, Henrique Fontana-PT/RS, Jô Morais-PCdoB/MG, Rita Camata/PSDB/ES, Arlindo Chinaglia-PT/SP e Pepe Vargas-PT/RS, faz-se necessário que Vossa Excelência esteja presente na Sessão do dia 19 de maio, próxima Quarta-Feira, e lá permaneça até o final da apreciação do Estatuto do Nascituro. Uma saída para atender o celular ou ir ao banheiro no momento de uma votação pode contribuir para a derrota deste projeto de lei extremamente importante para a afirmação da defesa da vida desde a concepção.
Aprovar este projeto de lei é tudo que não quer o movimento pró-aborto do brasil. Ajude-nos, a mais uma vez, proclamar a vitória da defesa da vida na comissão de seguridade social e família. O seu eleitorado haverá de reconhecer a coerência de vossa excelência com a defesa do primeiro e mais fundamental de todos os direitos humanos, o direito à vida.
Confiamos em seu compromisso com a vida das crianças por nascer. 

Catequese digital atrai jovens à igreja. Simples e eficiente.

No lugar do tradicional quadro negro, uma tela de LCD.
Em vez de lápis e de caderno, o computador. Além dos tradicionais cânticos católicos e do estudo da Bíblia, os alunos de catequese da Paróquia Divino Espírito Santo, em Cruz Alta, no noroeste do Estado, assistem a vídeos no YouTube, fazem buscas na internet e postam em um blog. É a catequese digital.
A ideia partiu do padre Edson Menegazzi, que utiliza a internet como forma de atrair os jovens à igreja.
– Eles já utilizam a internet para pesquisar outros temas. Por que não fazer o mesmo com a religião? – explica o sacerdote.
Desde que o projeto de catequese digital começou a ser divulgado nas missas, o número de alunos nas turmas de pré-Eucaristia subiu de 14 para 103. Segundo o padre, o trabalho no computador não substitui a catequese convencional, é um complemento.
O projeto foi testado no ano passado, com uma turma experimental. Este ano a meta é atingir 200 jovens. No blog criado especialmente para a catequese, o padre posta textos para reflexão, que são abertos a comentários dos alunos. O curso compreende 10 encontros: dois presenciais – o primeiro e o último – e o restante pela internet.
Para aqueles que não têm acesso à rede em casa, um cyber espaço foi montado ao lado da secretaria paroquial da igreja. A compra dos quatro computadores e o custo com o acesso à internet são pagos com doações.

William Mate de Siqueira, 12 anos, já participou da catequese digital no ano passado e aprovou a ideia:
– Estamos em época de mudanças e a evangelização também vem pela internet.
Ele não tem acesso à internet em casa e utiliza a estrutura da igreja.

Desde 2008, o padre faz uso da tecnologia para aproximar os jovens da igreja. Antes do projeto em Cruz Alta, ele já havia implantado na Paróquia Nossa Senhora da Natividade, no município vizinho de Ijuí, um site completo, pelo qual os fiéis podiam solicitar missas, conferir o horário de celebrações, consultar a programação do dia a dia da paróquia, comunicar-se com o padre via e-mail e até ouvir uma rádio de músicas religiosas

Zero Hora- Porto Alegre


GRUPO RENASCER: Meus irmãos, que idéia simples e surpreendente.
Precisamos de mais ousadia em nossa evangelização e catequese.
Parabéns ao padre e paróquia pela iniciativa que vale a pena ser copiada e replicada pelo Brasil e mundo.

Bento XVI cinco anos depois: A verdade, antes do dever, nos faz homens livres!

Entrevista com Ramiro Pellitero

Ainda são muitos os aspectos a serem descobertos pela opinião pública sobre o pensamento de Bento XVI, como explica, nesta entrevista, Ramiro Pellitero, sacerdote e médico, professor da Faculdade de Teologia e do Instituto Superior de Ciências Religiosas, e capelão da Clínica da Universidade de Navarra.Coincidindo com a celebração do quinto aniversário do pontífice, acaba de publicar um livro intitulado À linha de um pontificado: o grande ’sim’ de Deus (Ed. Eunsa, 2010).
-Entre as perguntas que nossos leitores querem fazer, há uma primeira que talvez esteja relacionada ao título do livro: Bento XVI tem repetido ao longo de seu pontificado que o cristianismo não é um conjunto de “nãos”, principalmente de caráter ético, mas um grande “sim”. Mas isso continua sem ser compreendido. Por quê?

Ramiro Pellitero: Penso que isso vem de longa data e tem causas diversas. Aponto duas que me parecem importantes. De um lado, ao explicar a fé cristã nos últimos séculos, certo moralismo – que Bento XVI mostrou em mais de uma ocasião – colocava o dever antes da verdade. Mas quando se ama a Deus e ao próximo, nossos deveres não são um peso nem uma negação, mas uma libertação e uma plena realização da própria personalidade.
Ao mesmo tempo, parece que nas notícias e na mídia há uma pressão “interessada” em silenciar esse grande “sim” que é o Evangelho a tudo o que é bom, belo e nobre: ao amor humano, ao verdadeiro progresso, à vida em todas suas fases, à razão e às mais valiosas experiências da humanidade. Isto é silenciado, enquanto se põe em primeiro lugar só as negações que são deduzidas daquele grande “sim”. Certamente, o sim ao verdadeiro progresso não pode deixar de ser um não ao que escraviza as pessoas, as destrói ou pelo menos as prejudica: não ao egoísmo das injustas desigualdades sociais, às ameaças à vida, à falta de liberdade religiosa etc. Quem pode ter esse interesse em manipular o que disse o Evangelho, calando o “sim” e permitindo ouvir somente o “não”, de maneira que se dê impressão triste e retrógrada do cristianismo? Esta pergunta eu faria, em especial, aos que trabalham a serviço da opinião pública.
-Quais são os aspectos do pensamento de Bento XVI que a opinião pública ainda não descobriu?

Ramiro Pellitero: Penso que é necessário uma atenção maior, por parte da opinião pública, em torno dos núcleos deste pontificado: a validez da razão e ao mesmo tempo sua necessidade de se abrir à transcendência; a “revolução” do amor e a aprendizagem de uma esperança que compromete todos, principalmente a favor dos mais pobres e fracos. Entre os cristãos, o Papa promoveu um redescobrimento da Eucaristia e da Palavra de Deus, como fontes de uma vida cheia de sentido no dia a dia. Quem dá por lógico que estes pontos pertencem ao “já ouvido” ou “já vivido”, como se já não merecessem atenção, comete um erro. Todos e cada um – e, no caso dos cristãos, também como Igreja – estamos sendo convidados por Bento XVI a perceber nossa responsabilidade.
-É interessante que um dos capítulos de seu livro fale de “evangelização e comunicação”, enquanto nos últimos dois anos o Papa teve de confrontar sérias crises de comunicação. O que significa a comunicação para Bento XVI?
Ramiro Pellitero: Entendo que para Bento XVI, como intelectual de seu tempo e agora Pastor supremo da Igreja, a comunicação é um valor muito importante. Mas é necessário, acima de tudo, ter clara a mensagem que se irá comunicar. Neste caso, trata-se de nada menos que do Evangelho, com toda sua riqueza, força e capacidade transformadora do homem e da história. Talvez o Papa avalie os elementos da comunicação em uma ordem e proporção diferentes se comparados ao que fazem alguns profissionais da comunicação. Penso que, para ele, a coisa mais importante é a verdade e o bem, antes de outros valores legítimos, mas secundários, como a mera atualidade, a utilidade ou a dialética. Estes aspectos podem ser, à primeira vista, mais atraentes, enquanto geram mais “notícia”; mas deveriam se colocar ao serviço das pessoas, ao serviço da verdade e do bem, da justiça e da paz.

- Aproveitando a resposta da pergunta anterior, Joseph Ratzinger tem sido realmente um teólogo notável. Ele deixou de sê-lo agora como Papa, para transformar-se em um Pastor?

Ramiro Pellitero: Eu não acho que ele tenha deixado de se manifestar como teólogo, embora agora se veja mais claramente o que considera propósito da teologia: o conhecimento e, mais ainda, a participação no amor de Deus que transforma o mundo. Isso comporta a abertura do humanismo para a transcendência, a ampliação da racionalidade além do empírico (para as dimensões da verdade e do bem), a verdadeira sabedoria que leva à civilização do amor.
Em outras palavras, a teologia esboça e abre o senso da realidade para a vida das pessoas. Nesta medida, provê um marco de referência para a pedagogia da fé e do apostolado cristão. Como o Papa mesmo disse antes da Comissão Teológica Internacional, em dezembro de 2009, o verdadeiro teólogo é aquele que, tornando-se pequeno diante de Deus, permite que Ele lhe toque o coração e a existência, para colocar-se a serviço do Evangelho. Com efeito, tal é o horizonte da teologia, que hoje – e sempre – pode iluminar a cultura contemporânea; e que, no caso do Papa, está totalmente ao serviço de seu ministério pastoral.

-A quem se dirige seu livro e qual seria sua principal mensagem?

Ramiro Pellitero: O texto se dirige a um público amplo, com espírito jovem e humor aberto; com certo gosto pela leitura, mas principalmente com capacidade de surpreender-se e rebelar-se ante uma existência monótona ou aburguesada, trocando-a por uma vida plenamente vivida, se vale a redundância. Sem dúvida, são os jovens – de todas as idades – os que têm melhor disposição para captar e realizar este projeto. O livro convida a prestar uma atenção maior ao Papa. Seus gestos e palavras nos confirmam, como cristãos, na perene atualidade do Evangelho. Convidam-nos a mudar tantas coisas que devem ser mudadas, como consequência do amor a Deus e ao próximo. Um amor que necessariamente passa pela cruz, e que, também necessariamente, leva à felicidade

Zenit



DEUS É FIEL

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