sábado, 1 de maio de 2010

Mês de maio - Mês de Maria.

"Neste mês de Maria,
Tão lindo mês de flores,
Queremos de Maria
Celebrar os louvores"

Assim cantavam as crianças, na sua pureza quase angelical, nas noites frias de maio, coroando a imagem da Virgem Maria, como a coroou seu Filho na unidade da Trindade Santíssima.
Os tempos e os costumes mudaram e, com eles, também nós, a nossa cultura, a nossa sociedade e já não ouvimos, senão talvez no interior e nas pequenas comunidades, ressoar aquela melodia, aquelas vozes e a coreografia que lembravam a corte celeste com seus anjos louvando e reverenciando a Mãe de Deus.
De uma sociedade quase estática em que vivíamos até a metade do século passado, passamos por crescimento populacional vertiginoso, um desenvolvimento científico e tecnológico que somos praticamente incapazes de acompanhar e, sobretudo, de analisar e colocar sob a égide do humano.
A filosofia e a teologia se confundem no julgamento do que surge e que penetra profundamente em nossas vidas. Inquietos, questionadores e independentes buscamos, nesta evolução natural da nossa condição humana, embora cheia de acidentes, encontrar o rumo dos valores humanos e eternos.
Para nós, cristãos, esta busca passa pelas mãos de Maria, como é certo que, no mistério da redenção, quando o Pai Celeste quis dela o assentimento, o "sim", pelo qual se tornou Co-Redentora -"Eis a serva do Senhor. Faça-se em mim a tua vontade", antecipando, em segundos,no tempo, o Filho que ao entrar no mundo disse: "eis que venho, ó Deus, para fazer a tua vontade."
Em toda a história da Igreja, Maria se faz presente. Presença delicada, silenciosa, como nas Bodas de Caná da Galiléia -"Meu Filho, eles não têm vinho" - como no segredo da encarnação do Verbo, como junto à cruz.
Na Grécia, como em Roma, quando a Igreja, saída das perseguições pagãs, teve de enfrentar novo perigo, o das heresias na formulação da fé, no Concílio de Éfeso, São Cirilo de Alexandria, após a definição dogmática, pôde saúda-la e invocar: "Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós!"  
Nas ruas de Roma, invadida pelos bárbaros, nas esquinas, onde ainda se podem ver as imagens de Nossa Senhora, o povo a invocava, a "Salvação do Povo Romano", rezando como ainda o fazemos: "Sob vossa proteção nos refugiamos, Santa Mãe de Deus, não desprezeis nossas súplicas em nossa necessidades, mas livrai-nos de todos os perigos, o Virgem gloriosa e bendita."
Na Idade Média, as catedrais góticas atestam a devoção a Maria e a gratidão do povo nas calamidades daquele tempo, enquanto Domingos de Gusmão empunhava o rosário contra a heresia dos albigenses e Simão Stoc colocava o escapulário do Carmo, presente de Nossa Senhora para aqueles que recorrem à sua proteção, inclusive para passarem do purgatório para o céu, como vemos representado em nossa Catedral Metropolitana de Juiz de Fora, na lateral do seu altar.
Nos dias de hoje, em Lourdes e em Fátima, mensageira do Evangelho eterno, nos lembra que saímos de Deus e a ele devemos voltar pelo batismo e, por uma vida santa, aguardar o seu advento glorioso. O simbolismo de cavar a terra e dela surgir a água, em Lourdes, faz-nos meditar sobre a criação e as águas que nos renovam na graça, enquanto em Fátima, na aridez da paisagem e no milagre do sol, nos relembra o fim último com a glória do Cordeiro.
Maria está presente em nosso tempo. Talvez não tanto mais na simplicidade dos anjinhos do mês de maio que evocamos, mas sobretudo na certeza de que nos dá da sua assistência neste vale de lágrimas, às vezes semeado de alguma alegria. A Ela invocamos, a seus santuários acorrem multidões nas suas necessidades e lá depositam os ex-votos de gratidão.
Um devoto de Maria não se perde, ensina Santo Afonso e Bernardo de Claraval nos orienta para, em todas os momentos, de alegria e de angústia, de dificuldade e incerteza, olharmos a Estrela, chamar por Maria - Respice Stellam. Voca Mariam. Ela está diante de seu Filho a interceder por nós, para que sejamos dignos de herdar as suas promessas, de vermos a Deus face a face, no resplendor do seu Unigênito e no amor eterno do seu Espírito.


Por: Dom Eurico dos Santos Veloso
Arcebispo Emérito de Juiz de Fora - MG

Último acusado de matar Irmã Dorothy é condenado a 30 anos

Autor: CN Notícias

Cinco anos após o assassinato da missionária Dorothy Stang, Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, o único dos envolvidos no crime que ainda não havia sido julgado, foi condenado no começo da madrugada de hoje, 1º, em julgamento realizado no Fórum Criminal de Belém, na Cidade Velha.
Galvão foi julgado sob acusação de ser um dos mandantes do assassinato da religiosa norte-americana naturalizada brasileira, que defendia o direito à terra de pequenos produtores rurais da região de Altamira (PA). Dorothy Stang foi morta com seis tiros em fevereiro de 2005, em Anapu.
Durante o interrogatório, Galvão negou o crime e não respondeu às perguntas da promotoria. A acusação sustentou a tese de homicídio qualificado, com promessa de recompensa, motivo torpe e uso de meios que impossibilitaram a defesa da vítima.
Os advogados de defesa, Jânio Siqueira e César Ramos, rebateram a tese de homicídio qualificado, contrapondo-a com a tese de negativa de coautoria. Durante uma hora e meia, eles sustentaram a tese da ausência de provas nos autos da participação do réu no crime e pediram aos jurados a absolvição do acusado. Os outros envolvidos no crime foram condenados e estão presos.

CNBB lança concurso nacional para criação do cartaz da Campanha da Fraternidade de 2011

Autor: Gaudium Press
A Comissão Episcopal para a Cultura, Educação e Comunicação Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou o concurso anual para a criação do cartaz da Campanha da Fraternidade 2011, campanha cujo tema é "Fraternidade e a Vida no Planeta" e o lema "A criação geme em dores de parto (Rm 8, 22)". As inscrições já estão abertas e vão até o dia o dia 31 de maio de 2010.
De acordo com a Comissão, no cartaz deverão conter, além das figuras ilustrativas, os seguintes textos: "Campanha da Fraternidade 2011", "Fraternidade e a vida no planeta" e "A criação geme em dores de parto" (Rm 8, 22). A autoria do trabalho gráfico poderá ser de uma pessoa ou de um grupo de pessoas. O material deverá ser enviado em arte final, isto é, totalmente finalizado na forma exata que deverá ser publicado e em tamanho real.
A seleção definitiva acontecerá na sede da CNBB, nos dias 09 e 10 de junho, durante a reunião do Conselho Episcopal de Pastoral (CONSEP). O júri irá escolher o melhor cartaz, que será distribuído para todo o país em quatro formatos: grande, médio, pequeno e cartão postal e será ainda capa dos subsídios como texto-base, fita K-7, manual, entre outros.
Segundo a assessoria de imprensa da CNBB, o objetivo geral da Campanha da Fraternidade de 2011 será contribuir para o aprofundamento do debate e busca de caminhos de superação dos problemas ambientais provocados pelo aquecimento global e seus impactos sobre as condições da vida no planeta.
E as estratégias propostas pela campanha serão as seguintes: denunciar situações e apontar responsabilidades, propor atitudes, comportamentos e práticas no que diz respeito ao meio ambiente e mobilizar pessoas, comunidades, Igrejas e sociedade para assumirem o protagonismo na construção de alternativas para a superação dos problemas socioambientais.
Os interessados podem enviar material impresso para o seguinte endereço: Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Setor de Comunicação Social; SE/Sul - Quadra 801 - Conjunto B - Brasília-DF; CEP 70200-014. Os trabalhos em JPEG devem ser enviados para o endereço eletrônico comsocial@cnbb.org.br, com cópia para cf@cnbb.org.br.

A Bíblia muda a vida de cristãos ao nordeste da Índia, explica sacerdote

O Pe. Thomas Manjaly, professor de Bíblia no Oriens Theological College, Shillong, e membro da Pontifícia Comissão Bíblica, explicou que a leitura e meditação das Sagradas Escrituras está mudando a vida de milhares de cristãos na zona nordeste da Índia, no estado de Meghalaya.
Em declarações à organização internacional católica Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), o presbítero explicou que "a Bíblia ocupa uma parte muito importante na vida da Igreja no norte da Índia: uma razão fundamental da influência protestante na região".
Em Meghalaya, onde 70 por cento da população é cristã, disse o sacerdote, os cristãos "desenvolveram uma cultura bíblica que influi também nas comunidades católicas, o que é muito positivo".
Os católicos, assegura, "escutam passagens da Bíblia em pequenos grupos, escutam a explicação e logo rezam a palavra. Como grupo, não só farão coisas no nível intelectual, mas também em níveis emocional e prático". 
Depois de agradecer a AIS por sua ajuda para o desenvolvimento dos programas de formação bíblica, o Pe. Manjaly ressaltou como nos lares católicos se coloca a Bíblia em um lugar de honra, como se fosse o centro de um santuário.
Outra forma em que os conteúdos das Sagradas Escrituras são conhecidos, comenta o sacerdote, é através de cantos e hinos que compõem os católicos nas línguas locais.

fonte ACI

Intenções do Papa para maio

Fim do tráfico de pessoas e apostolado dos consagrados.

VATICANO, 30 Abr. 10 / 12:20 pm (ACI).- O Vatican Information Service deu a conhecer hoje que nas intenções do Papa Bento XVI para o mês de maio está o esforço por pôr fim ao tráfico de seres humanos e o apostolado dos sacerdotes e religiosos em todo mundo.
A intenção geral do Apostolado da Oração é: "Para que se coloque fim ao triste e iníquo tráfico de seres humanos que infelizmente envolve milhões de mulheres e crianças".
A intenção missionária é: "Para que os ministros ordenados, as religiosas, os religiosos e os leigos engajados no apostolado, saibam infundir entusiasmo missionário às comunidades a eles confiadas ".

Fonte: ACI

Leigos pela Colômbia: Atacam o Papa aqueles que não suportam a moral cristã sobre sexualidade

BOGOTÁ, 30 Abr. 10 / 01:37 pm (ACI).- O presidente da organização Leigos pela Colômbia, Carlos Corsi Otálora, afirmou que aqueles que atacam o Papa Bento XVI pelos casos de pedofilia, o fazem porque não suportam a moral cristã sobre sexualidade; mas esquecem que personalidades como Jean Paul Sartre e Simone de Beauvoir assinaram em seu momento uma clemência para alguns pedófilos em 1977.
Citando um artigo aparecido em 26 de março no semanário francês Rivarol, escrito por Camile-Marie Galic; Otárola afirmou que este "traz à colação uma tremenda e esclarecedora denuncia" sobre um fato ocorrido há mais de três décadas.
"… em Janeiro l977, em petição publicada no jornal Le Monde da França, Jec Lang, Bernard Kouchner, Daniel Cohn Bendit, André Gluckmann, Pascal Bruckner e ainda Georges Moustaki, tinham solicitado clemência para pedófilos que deviam comparecer no Tribunal de Yvelines", informou o artigo.
Entretanto, foi mais adiante e revelou que embora "é verdade que estes florões da comunidade não eram os únicos a estimar que ‘o desejo e os jogos sexuais livremente consentidos têm seu lugar nas relações entre crianças e adultos’", a petição também foi assinada por Louis Aragón, Louis Althusser, Jean Paul Sartre e Simone de Beauvoir.
"Com o retrocesso do tempo é divertido pensar que a Senhorita Beauvoir se envaidecia de ter sido (brevemente) inquietada pelo Regime de Petain (Vichy) por causa de seus jogos sáficos (lésbicos) com suas jovens alunas, às quais remetia em seguida a seu amante Sartre. Se ela tivesse ensinado em um colégio católico e ensinado até nossos dias, ela se encontraria em 2010 no banquinho dos acusados", indicou o artigo aparecido no semanário francês.
Corsi Otárola disse que aqueles que buscam acusar o Papa de encobridor, "rechaçam frontalmente a moral cristã sobre a sexualidade, a qual é o fundamento da condenação universal a pederastia. Trata-se, sem dúvida, de ver a palha no olho alheio sem olhar a viga no próprio, segundo a sentença evangélica".
"O testemunho virgindade de sacerdotes celibatários, de religiosos fiéis a seus votos e dos Leigos jovens e adultos, celibatários e casados que vivem a virtude da pureza, a qual tem como paradigma Santa Maria Goretti, uma menor de onze anos de idade que com sua vida defendeu sua pureza para ser fiel a Cristo, os leva ao desespero", afirmou.

Fonte ACI

* Especialistas afirmam: Religiosidade pode proteger da morte por problemas cardíacos e de doenças como hipertensão.

Dois estudos internacionais indicam que a religiosidade pode proteger da morte por problemas cardíacos e de doenças como hipertensão.
A reportagem é de Fernanda Bassette e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 29-04-2010.
Por 30 anos, médicos norte-americanos acompanharam a saúde cardiovascular de 6.500 adultos que não apresentavam fatores de risco (obesidade, tabagismo etc.). Constataram menor número de mortes por doenças do coração entre os que seguiam alguma religião.
Outro estudo americano, realizado pela Universidade de Duke com 3.963 pessoas, concluiu que a leitura de textos religiosos, a prática de oração ou a participação em cultos reduziu em 40% o risco de a pessoa desenvolver hipertensão. Com base nesses resultados, a Sociedade de Cardiologia de São Paulo vai discutir pela primeira vez a relação entre espiritualidade e saúde cardiovascular, em um congresso.
“Cada vez mais estudos apontam essa associação benéfica. Os resultados ainda não são definitivos, mas merecem ser discutidos”, diz o cardiologista Álvaro Avezum, diretor da divisão de pesquisa do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia de São Paulo. Existem algumas teorias para explicar por que as pessoas religiosas têm menos doença cardiovascular. A principal delas, de acordo com Avezum, é o controle do estresse. 
“O estresse aumenta os níveis de cortisol no sangue. Isso eleva a pressão arterial e pode provocar taquicardia – fatores de risco para problemas cardiovasculares. As pessoas espiritualizadas têm maior convivência social e enfrentam os problemas da vida de maneira mais fácil, gerenciam melhor o estresse”, diz.
O psicólogo José Roberto Leite, do departamento de Psicobiologia da Unifesp, concorda. “Pessoas que têm uma crença religiosa costumam alimentar expectativas positivas em relação ao futuro.”
Resultados controversos
O geriatra Giancarlo Lucchetti, do Departamento de Neurologia da Unifesp, diz que a dobradinha religiosidade e espiritualidade sempre esteve muito próxima da saúde, embora haja conclusões controversas. “Há estudos que mostram benefícios,outros não. Mas a religiosidade é benéfica não apenas para o coração, mas para a saúde como um todo.”
Lucchetti fez um levantamento com 110 pacientes idosos que estavam em reabilitação na Santa Casa de São Paulo. Aqueles que eram mais religiosos tiveram uma melhora mais rápida no tratamento e relataram ter mais qualidade de vida, segundo o médico. Ele alerta, porém, para o fato de que a religião pode atrapalhar o paciente, dependendo da abordagem: “Muitas pessoas acham que um problema de saúde acontece porque estão sendo punidas, porque Deus as abandonou. Isso provoca desfechos piores no tratamento e maior índice de depressão”.
Religiosidade, sozinha, não faz milagre, como lembra o cardiologista Marcos Knobel, do hospital Albert Einstein: “Quem só se dedica à religião e esquece de outros fatores não estará mais protegida do que alguém que cuida da saúde, mas não é tão religioso”.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Notícias da RCC Fortaleza

Somos os membros do Corpo de Cristo

Repita com fé esta frase inspirada: "Tudo pode ser mudado pela oração!" Tudo pode ser transformado pela intervenção de Deus.
Leia com fé: "Em verdade, em verdade, vos digo: quem crê em mim fará as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas. Pois eu vou para o Pai" (Jo 14,12).
Jesus está dizendo: "Enquanto estou lá, à direita do Pai, e não posso estar aqui; enquanto estou junto do Pai, aqueles que creem em mim farão as obras que eu faço e até maiores. Nesse tempo entre a minha ida e a minha volta, entre a Ascensão e a Parusia, aquele que crer em mim fará também as obras que eu faço".
É por isso que estamos fazendo. Claro, não somos nós, e sim o Senhor! Mas o Senhor está fazendo por meio de nós. Somos as mãos, os braços, a boca do Senhor. Somos os membros do Corpo de Cristo.
Quando Ele voltar, não precisará mais realizar curas, porque então já não haverá doença, nem morte, dor ou pranto. Mas, por enquanto, esta é a lei do Reino, o princípio eterno: enquanto Jesus está lá, à direita do Pai, os que creem nele deverão fazer as obras que Ele fez. Somos agora, de fato, os membros de Cristo. As nossas mãos é que devem fazer Suas obras.
(Trecho do livro "Céus Novos e uma Terra Nova" de monsenhor Jonas Abib)
Monsenhor Jonas Abib

Novos números do recente anuário estatístico da Igreja. Quantos somos?

Anuário Estatístico da Igreja, que foi apresentado pelo Vaticano à imprensa revelou que, enquanto o número de sacerdotes aumentou (2000-2008) em menos de 1%, o número de diáconos permanentes cresceu mais de 33% em todo o mundo. Os diáconos permanentes são o grupo mais forte em evolução ao longo do tempo: de cerca de 28 mil em 2000, aumentou para 37 mil em 2008, com variação significativa de 33,7%. Na América do Norte o aumento é sustentado: em 2000 havia mais de 18 mil diáconos permanentes, enquanto em 2008 este número aumentou para 24 mil.
Os dados são do “Vaticano Publishing House”, que publicou uma nova edição do Anuário da Igreja, que recolhe estatísticas sobre os principais aspectos relativos ao trabalho da Igreja Católica em vários países ao longo do período 2000-2008.
Os números revelam também que, ao longo destes nove anos, a presença de católicos no mundo passou de 1 bilhão e 45 milhões no ano 2000, para 1 bilhão e 166 milhões em 2008, com uma variação relativa de 11,54%. No entanto, a leitura de dados na África, mostra que há um aumento de 33%, enquanto na Europa, a situação permanece substancialmente estável (+ 1,17%), na Ásia o aumento é de 15,61%, na Oceania (+11,39%) e América (+ 10,93). No entanto, os católicos europeus passaram de 26,81% no ano 2000, para 24,31% em 2008. Na América e na Oceania são estáveis, com um pequeno aumento na Ásia.
Quanto ao número de bispos no mundo passou de 4.541 em 2000-2002, para 5.002, em 2008; um aumento de 10,15%. O padre, tanto diocesano e religioso, mostra um ligeiro crescimento ao longo destes nove anos (um aumento de 0,98% a nível mundial), de 405.178 em 2000, para 409.166, em 2008. O aumento de padres na África e Ásia são, respectivamente, de 33,1 e 23,8,%. A América se mantém estável, enquanto a Europa e Oceania caíram 7% e 4%.
Sacerdotes diocesanos aumentaram 3,10%, de 265.781 em 2000, para 274.007, em 2008. Em contraste, os sacerdotes religiosos estão em declínio constante (-3,04%), tornando-se 135.159 em 2008. Os sacerdotes diminuem claramente só na Europa: em 2000 mais de 51% do total mundial em 2008 diminuiu para 47%. No entanto, a Ásia e África juntas em 2000 representaram 17,5% do total, em 2008, a taxa foi de 21,9%. A América aumentou ligeiramente a sua quota de cerca de 30%.
Os religiosos não-sacerdotes,por sua vez, em 2000 eram 55.057; em 2008 caíram para 54.641. Comparando os dados por continente, na Europa é percebida uma redução acentuada (-16,57%) e Oceania (-22,06%), permanecendo cada vez maior na América e na Ásia (+32,00%) e África ( 10,47%).
As religiosas são quase o dobro dos sacerdotes e 14 vezes mais o número de religiosos no mundo, mas estão atualmente em declínio. Elas passaram de 800 mil em 2000, para 740 mil em 2008. Em termos de distribuição geográfica, 41% residem na Europa, 27, 47% na América; 21,77% na Ásia, e 1,28% na Oceania. Globalmente, as irmãs têm aumentado na África (21%) e Ásia (16%).
O Anuário Estatístico da Igreja também mostra a evolução do número de estudantes de filosofia e teologia nos seminários diocesanos e religiosos. Em todo o mundo, eles aumentaram, passando de 110.583 em 2000, para mais de 117.024 em 2008. Enquanto na África e Ásia aumentam candidatos ao sacerdócio, na América e na Europa permanecem baixos.

Fonte: Anuário Estatístico da Igreja

CNBB critica adoção de crianças por casais homossexuais.

Folha de São Paulo

A adoção por casais homossexuais não permite que a criança cresça em um ambiente familiar formado por pai e mãe, segundo o padre Luiz Antônio Bento, assessor da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O direito à adoção por casais gays foi reconhecido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em decisão inédita na última terça-feira.
De acordo com o padre, nem sempre o que é legal é moral e ético. Para ele, as crianças têm o direito de conviver com as figuras masculinas e feminina no papel de pais. O pastor Paulo Freire, da igreja evangélica Assembleia de Deus, tem posição semelhante à do padre Bento. “A criança precisa da figura do pai e da mãe para entender a vida”, disse. Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), afirma que as críticas à decisão do STJ incitam o preconceito.
***
À Propósito, Veja entrevista com uma das Mães da polêmica adoção.

Um dia após o Superior Tribunal de Justiça reconhecer o seu direito de adotar dois meninos, uma das mães do casal homossexual de Bagé (366 km de Porto Alegre), a psicóloga Luciana Reis Maidana, 36, já pensa no próximo passo: adotar outras duas crianças.
A entrevista é de Graciliano Rocha e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 29-04-2010.
Com a decisão do STJ, nas certidões de nascimento dos dois meninos, de 6 e 7 anos, passará a constar também o nome da fisioterapeuta Lídia Brignol Guterres, 44, com quem Maidana vive há 13 anos.
O caso ainda será julgado pelo Supremo Tribunal Federal.
Eis a entrevista com Maidana.
Como as senhoras estão se sentindo depois da decisão do STJ?
Foi um presente de Dia das Mães, para nós duas. Aqui em casa não tem mãe e tia. Criamos e educamos como mães.

O que muda na família?
O nome deles só. Eles acrescentam o sobrenome da Lídia porque passam a ter toda a seguridade que podem ter. No nosso cotidiano não muda nada porque há muito tempo a gente vive junto.

Como é, para os meninos, ter duas mães?

Eles chamam nós duas de mãe. Somos uma família extremamente feliz, pacata, quieta. Todo o tempo nós conversamos. Sabem que são adotados desde sempre. Isso mexeu bastante com nossa vidinha quieta.

Mexeu como?
Mantivemos o anonimato todos esses anos [desde 2005]. Quando estourou na mídia [anteontem], nossa casa virou uma loucura. Somente amigos muito íntimos e a família sabiam do processo. Tentamos preservá-los.

Por que adotar?
A maioria das mulheres tem esse desejo de ser mãe. No nosso caso, seria impossível. Não foi uma coisa aloprada. Nós nos planejamos e nos preparamos durante anos.

Por que entraram com o processo?

Essa luta toda foi para o bem-estare a seguridade deles. Não foi para levantar bandeira nenhuma nem para aparecer. O que a gente quer é a felicidade deles.

Embora tenham vencido nas instâncias inferiores, temiam derrota no STJ?
Claro. Embora tenhamos vencido aqui e em Porto Alegre [Tribunal de Justiça], quando foi para Brasília, a gente ficou bem preocupada.

Ainda resta o julgamento do STF…

Mas a gente vai ganhar também. Não é possível que [os ministros do Supremo] vão ter mentalidade tão fechada assim.

Já sofreram preconceito?
Nunca, nem nós nem os meninos. Não sabemos a partir de agora.

Nem na escola?
Nunca, em nenhuma das escolas deles. As pessoas viam com muita naturalidade. Os meninos têm duas mamães e não têm papai.

Acredita que essa decisão do STJ possa incentivar outras pessoas a fazer o mesmo?
Abriu-se uma porta para as pessoas que têm vontade e que tinham medo de esbarrar na Justiça. É possível. Espero que encoraje as pessoas a lutarem por suas famílias. A Justiça não está tão retrógrada e reconhece que uma criança criada por um casal dito diferente é uma criança normal.

Como será daqui para frente?
A gente tem intenção de adotar de novo, talvez um casal. É maravilhoso ser mãe, é tudo de bom. É o que existe de melhor na vida.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

As duas dimensões da família

Por: Felipe AquinoO casal que reza junto não se separa diante das dificuldades



São Paulo diz que os maridos devem amar as suas esposas. Você está disposto a amar a sua esposa a ponto de se entregar por ela?
É dogma de fé que a Igreja é santa, nunca podemos dizer que a instituição criada por Cristo tem pecado, pois os pecados são dos filhos dela [Igreja], os pecados são nossos. E por que a Igreja é santa? Porque Cristo entregou-se por ela na cruz, para que ela fosse sem mácula.
Pela mentira o demônio quer destruir os casamentos, quando se mente para o marido ou para a esposa, você está dando ocasião para o maligno.
A porta por onde o demônio entra tem nome, se chama pecado, por isso o casal não pode pecar.
Quando o casal está unido no amor de Deus, ninguém o separa. O amor é que une o casal, São Paulo diz que o amor é paciente, é bondoso, não busca os próprios interesses, não acaba nunca, só o amor faz com que perdoemos uns aos outros até mesmo quando um errou com o outro.
É preciso que nos alimentemos do amor de Deus. E isso vai acontecer onde? Na Igreja, na Eucaristia, na oração, pois o casal que reza junto não se separa diante das dificuldades, pois tem forças para superar todos os problemas.
A família tem duas dimensões: a primeira dimensão é o “casal” e a segunda, são os “filhos”. A família é sagrada, ela não foi instituída por homem, por um papa, mas por Deus. Deus Pai quis dar uma ajuda adequada ao homem, por isso, deu-lhe a mulher como vemos no livro do Gênesis. A mulher foi a última criação do Senhor, foi o ápice da criação.
O Todo-poderoso quis que, na raiz da família, houvesse uma aliança e por essa razão os casais hoje trazem uma aliança em suas mãos. O Papa João Paulo II pedia: “casais cristãos sejam para o mundo um sinal do amor de Deus”, de forma que – quando os demais os [casais] virem superando os problemas existentes no mundo – possam ver o amor de Deus.

Susan Boyle poderia cantar para o Papa Bento XVI na Escócia

GLASGOW, 29 Abr. 10 / 04:33 pm (ACI).- Susan Boyle, a cantora católica descoberta no programa televisivo Britain’s Got Talent (Grã-Bretanha tem talento) poderia ver realizado seu sonho de cantar para o Papa Bento XVI em sua próxima visita ao Reino Unido em setembro.
Em declarações à agência ACI Prensa, o diretor do escritório católico dos meios escoceses (SCMO), Peter Kearney, assinalou que a Igreja em Escócia está aberta à possibilidade.
Na agenda do Santo Padre para sua visita de 16 a 19 de setembro deste ano, está uma Missa que presidirá em Glasgow na qual Boyle poderia cantar. A respeito da possibilidade Kearny disse à ACI Prensa que "estaríamos encantados se Susan pudesse participar esse dia e esperamos poder conversar sobre esta possibilidade logo".
O periódico britânico Daily Mail informou no dia 25 de abril que já foi confirmada a presença da cantora. ACI Prensa conversou com Marie Devine do SCMO quem explicou que "ainda não há um itinerário claro" e que se deve conversar sobre a possibilidade de que Susan Boyle participe.
O álbum estréia de Boyle "I dreamed a dream" ("Sonhe um sonho") vendeu mais de um milhão de cópias desde seu lançamento no último 23 de novembro.

Fonte: ACI Digital

A decisão de ser feliz!

Por:  pe. Alberto Gambarini

“A alegria abre, a tristeza fecha o coração.”
São Francisco de Sales

Quem decide se você será feliz hoje? O que você responderia?. Não pense muito, existe somente uma possibilidade! Qual? Você tem o poder para decidir sobre a sua felicidade e infelicidade.
Há muito tempo li uma estória interessante sobre este tema. Uma pessoa foi convidada para participar de um programa famoso de televisão. Chamava atenção o brilho de alegria dos seus olhos. A cada resposta encantava a platéia com suas palavras cheias de entusiasmo e confiança. Também sabia provocar muitos risos.
Quase no final da entrevista o apresentador perguntou: “Qual é o segredo de tanta felicidade?”. O rosto do homem se iluminou todo, e com um grande sorriso respondeu: “ Não existe segredo algum! Todos os dias, desperto com o propósito de ser feliz! Qualquer pessoa com um pouco de bom senso, vai escolher ser feliz. Eu sou uma delas.”
Quem sabe você imagina serem estas palavras fora da realidade. Afinal, a vida é cheia de surpresas. Não tiro a sua razão de pensar assim. Não temos controle sobre o bem e o mal. Porém, está à nossa disposição o modo de reagir. Nunca se esqueça: a felicidade é um aprendizado diário, feito de acertos e erros. No Salmo 117,24 lemos: “Este é o dia que o Senhor fez: seja para nós dia de alegria e de felicidade.” O salmista esta afirmando: todos os dias, criados por Deus, são a oportunidade para sermos felizes. Deus nos criou para a felicidade. Para se tornar realidade depende unicamente de nós. A felicidade não esta sujeita a pessoas, circunstâncias ou coisas.
A felicidade é uma decisão: “Este é o dia que o Senhor fez para mim: dia para eu ser feliz!” Você é quem determina qual será a influência das mais diferentes circunstâncias do dia. Se você somente vê o lado ruim de todas as coisas, nunca nada estará bem em sua vida. Se esta sempre se queixando das pessoas, nunca se dará com elas. E o pior será um fabricante de infelicidade para si e para os outros. 

Polêmica: Fotografia traz Jesus segurando o corpo de Michael Jackson.


O fotógrafo David LaChapelle inaugura nesta terça (27/04), na galeria Robilant & Voena, em Londres, a exposição The Rape of Africa. A fotografia intitulada American Jesus: Hold Me, Carry Me Boldly, Hawaii, que reproduz a escultura Pietá, de Michelangelo, e traz Jesus segurando o corpo de Michael Jackson, é sem dúvida a imagem mais impactante da mostra.
Ainda este ano uma exposição também gerou muita polêmica, Uma foto de Jesus gay é rodeado por outros homens sem camisa e tatuados, alguns deles em poses sensuais. Essa é a leitura do fotógrafo espanhol Fernando Bayona para o quadro “A Última Ceia”, de Leonardo da Vinci, uma das obras mais clássicas do Renascentismo.
O que parecia ser uma clara provocação à Igreja Católica e seus dogmas se transformou em alvo de manifestações homofóbicas de grupos ultraconservadores de Granada, na Espanha. A foto em questão fazia parte da mostra “Circus Christi”, que teve de ser cancelada após a galeria que a abrigava sofrer atos de vandalismo.
Em entrevista ao site, Fernando Bayona conta que não quis criar polêmica com as imagens, entre elas a que o artista intitulou de “Beijo de Judas”, na qual dois modelos masculinos, um com a camisa aberta no peito, trocam carícias.

Fonte: Extra



Inquisição: Preconceito e fanatismo se opõem a verdade.

por: Jorge Ferraz

Amigo 1: A Inquisição matou milhares de cientistas durante a Idade Média, época que ficou conhecida justamente como “Idade das Trevas” devido à perseguição que a Igreja fez à Ciência.
Eu: Tu podes me dizer o nome de um cientista que foi queimado pela Inquisição?
Amigo 1: Tem… tem… tem… qual o nome dele? Poxa… tu sabes, Jorge. Aquele que disse que a terra era redonda.

Amigo 2: Copérnico.
Amigo 1: Isso. Copérnico.
Eu: Copérnico era monge católico e morreu de velho. Próximo. [Eu poderia ter dito, mas não disse para não desviar (ainda) mais o foco da discussão, que Copérnico não disse que a terra era redonda, e sim que ela girava em torno do sol]
Amigo 2: Ele foi queimado sim.
Eu: Foi não.
Amigo 1: Foi sim, Jorge.
Eu: Não foi.
Amigo 1: Aqui tem dois contra um. Foi queimado sim.

O diálogo acima ocorreu exatamente deste jeito, se não com essas exatas palavras, com esta seqüência e este encadeamento de argumentos. E, por maioria simples de votantes (dois contra um) em uma mesa de shopping, Copérnico foi queimado pela Inquisição – e ai de quem ousasse dizer o contrário. Acho até que eu próprio escapei, por pouco, de ser queimado – afinal, estava chovendo. 

Inquisição: Página desconcertante de nossa história, incompreensível sem as circunstâncias históricas que a geraram.

Por: João Bernardino Gonzaga,Chama-se anacronismo julgar o passado com os critérios e o olhar do presente.

“A Inquisição em seu mundo”pp. 87-91
Ed. Saraiva – 4ª Edição, 1999


Para nós, filhos de nosso tempo e com uma mentalidade já formada acerca dos direitos humanos ( conceito que ganhou força mundial -de fato- pós segunda guerra mundial com a morte de 50 milhões de pessoas e a proclamação universal dos direitos humanos. A guerra acabou em 1945! ou seja, foi “ontem”..).
A Igreja já enfrentou essa questão com o pedido público de perdão ao mundo por ocasião do jubileu.
Para nós fica a lição de que somente a força do amor é capaz de fazer a diferença! Jesus já havia nos ensinado e nós acabamos esquecendo.
O Mundo hoje precisa deste amor e precisamos resistir a toda insinuação maligna ou cultural de que existe um outro caminho que não a seja o caminho da evangelização amorosa, do respeito ao semelhante- mesmo que discordemos de suas posições, da tolerância e aceitação do diferente, mesmo que não vivamos como vivem e acima de tudo um autêntico amor à verdade, capaz de não negar nada daquilo que cremos e por essa verdade darmos nossa vida amando até o fim.
Verdade e caridade se completam, já que não se pode falar de uma sem a outra.

***

Conforme atestam inúmeros documentos, a antiga Igreja sempre foi radicalmente hostil à utilização de violências nas investigações criminais. Muito citada é a carta que o papa Nicolau I escreveu, no ano 866, a Bóris, príncipe da Bulgária: “Eu sei que, após haver capturado um ladrão, vós o exasperais com torturas, até que ele confesse, mas nenhuma lei divina ou humana poderia permiti-lo. A confissão deve ser espontânea, não arrancada”; e advertiu: “Se o paciente se confessa culpado sem o ser, sobre quem recairá o pecado?”
No século XIII, porém, em meio ao calor da luta contra heresias fortemente daninhas, que cumpria combater com rigor, ingressou a tortura nos domínios da Justiça religiosa. Autorizou-a o papa Inocêncio IV, em 1252, através da bula Ad extirpanda. Esse recurso já se tornara usual no Direito comum, de sorte que, observou-se, seria injustificável conceder tratamento privilegiado aos hereges. Se, ponderou o Papa, tal medida se aplica aos ladrões e aos assassinos, o mesmo deverá ocorrer com os hereges, que não passam de ladrões e assassinos da alma. Igual permissão foi dada por outros atos pontifícios posteriores, notadamente de Alexandre IV, em 1259, e de Clemente IV, em 1265.
Daí por diante, o Direito Canônico acolheu pois a tortura, mas algumas cautelas foram prescritas: ela não deveria pôr em perigo a vida e a integridade física do paciente; vedade era a efusão de sangue; um médico devia estar presente; somente podia ser aplicada uma vez, jamais reiterada; a confissão por meio dela obtida apenas valeria se depois livremente confirmada. Condições muito mais suaves, portanto, do que as vigorantes na Justiça secular. O sofrimento assim produzido devia ser facilmente suportável por pessoas normais; mas seguramente terá havido excessos, por parte de juízes zelosos demais. 

quarta-feira, 28 de abril de 2010

PAPA BENTO XVI

Praça de São Pedro
Quarta-feira, 28 de Abril de 2010



São Leonardo Murialdo e São José Cottolengo

Queridos irmãos e irmãs,
Houve dois santos sacerdotes no século dezenove que viveram o seu ministério na dedicação total aos mais pobres. A raiz profunda e a fonte inexaurível da sua atividade estavam na sua relação com Deus, conscientes de que não existe caridade sem viver em Cristo e na Igreja. O primeiro, São Leonardo Murialdo, experimentou a Misericórdia de Deus após uma crise existencial e espiritual na adolescência, e sentiu-se chamado ao sacerdócio, dedicando-se à juventude mais abandonada. Sabendo que a missão do sacerdote é "continuar a obra da redenção, a grande obra de Jesus", não cessava de recordar a si mesmo e aos seus confrades a coerência com o sacramento recebido. O segundo, São José Cottolengo, foi chamado para dar os últimos sacramentos a uma jovem mulher grávida que morria por falta de cuidados adequados. Foi um sinal de Deus no seu caminho que o transformou: doravante será "o ajudante da divina Providência" ao serviço dos mais necessitados. Nascia, assim, a Pequena Casa da Divina Providência, cujo coração pulsante eram os mosteiros de religiosas contemplativas que ele fundara.
* * *
Uma saudação cordial aos peregrinos vindos do Brasil e demais países de língua portuguesa, contando com as vossas orações por todos os sacerdotes para que se dediquem sempre com mais generosidade a Deus e ao rebanho a eles confiado. E que Deus vos abençoe a vós e as vossas famílias. Ide em Paz

É correta a expressão: Igreja santa e “pecadora” ?

Sandro MagisterO vaticanista Sandro Magister afirmou em um recente artigo que o termo ” Igreja pecadora” nunca foi considerado certeiro pelo Papa Bento XVI pois embora esta fórmula esteja de moda, é alheia à tradição cristã.
Magister se referiu ao artigo do L’Osservatore Romano sobre o encontro entre o Papa e os cardeais por seu quinto aniversário de eleição pontifícia, e no qual o jornal escreveu que “o Pontífice tem feito referência aos pecados da Igreja, recordando que ela, ferida e pecadora, experimenta mais o consolo de Deus”.
Entretanto, adverte Magister, “é duvidoso que Bento XVI tenha se expressado dessa maneira. A fórmula ‘Igreja pecadora’ nunca foi dela. E sempre a considerou equivocada”.
Como exemplo, citou a homilia da Epifania de 2008, onde “definiu a Igreja de um modo totalmente distinto: ‘Santa e composta por pecadores’”.
“E se examinarmos bem encontraremos que ele sempre a definiu desse modo. Ao final dos exercícios de quaresma de 2007, Bento XVI agradeceu ao pregador –que esse ano havia sido o Cardeal Giacomo Biffi– ‘por haver-nos ajudado a amar mais a Igreja, a ‘immaculata ex-maculatis’, como nos ensinaste com (citando) São Ambrósio’”.
A expressão “immaculata ex-maculatis”, explica o vaticanista, “está em uma passagem do comentário de São Ambrósio ao Evangelho do Lucas” e significa “que a Igreja é Santa e sem mancha, mesmo quando acolhe nela homens manchados de pecado”. 

Funcionário público federal denuncia Igreja Testemunha de Jeová por perseguição religiosa.

O funcionário público da UFC – Universidade Federal do Ceará, Sebastião Ramos, acusa a Igreja Testemunha de Jeová de perseguir os “desassociados”, ou seja, os ex-testemunhas de Jeová.
De acordo com Sebastião Ramos ao desvincular da Igreja, os ex-testemunhas de Jeová são impedidos de manter contato com seus amigos e familiares ainda associados, privando-os, assim, do convívio social, estigmatizando e discriminando os ex-membros, em notório desrespeito aos mandames constitucionais que prezam pela liberdade de crença e proteção à dignidade da pessoa humana.
“Cumpre verificar que há Inquérito Policial sobre o caso, e atualmente aguardamos manifestação do Ministério Público, pela denúncia ou arquivamento do feito.
Tal processo começou por denúncia em 26 de Agosto de 2009, feita pelo funcionário público da UFC – Universidade Federal do Ceará, Sebastião Ramos, relatando a situação dos “desassociados”, ou seja, os ex-testemunhas de Jeová, que após se desvincularem da Igreja, são impedidos de manter contato com seus amigos e familiares ainda associados, privando-os, assim, do convívio social, estigmatizando e discriminando os ex-membros, em notório desrespeito aos mandames constitucionais que prezam pela liberdade de crença e proteção à dignidade da pessoa humana”, defendeu em nota o Escritório de Direitos Humanos e Assessoria Jurídica Popular Frei Tito de Alencar, vinculado à Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa do Estado do Ceará.

Fonte: O Vianense

terça-feira, 27 de abril de 2010

ENCONTRO SOBRE AFETIVIDADE

***PREGAÇÃO FEITA DIA 31/03/2010-  NO ENCONTRO DE AFETIVIDADE- PREGADORES ALEX E KAALA- O ENCONTRO  SE REALIZA TODA ÚLTIMA QUARTA FEIRA DO MÊS NA IGREJA DE SÃO PEDRO DE CAMOCIM-
 NESTA QUARTA DIA 28 DE ABRIL  O TEMA SERÁ " CASTIDADE, DEUS QUER VOCÊ CONSEGUE"- PREGAÇÃO: CHAGUINHA
PARTICIPE!

Homem e mulher: um belo desígnio de Deus

Deus fez o homem e a mulher “à sua imagem e semelhança” (Gn 1,26); isto é, Ele foi buscar “dentro de si mesmo” o “modelo” para nos criar. Portanto, não poderia nos ter feito melhor. E como é o “interior” de Deus? É amor. “Deus é amor” (1Jo 4,8), nos ensina São João. E, se nos fez à sua “imagem”, nos fez por amor e para o amor, como Ele.
Ora, como Deus nos quis à sua “imagem”, então, fez do amor a “razão de ser” da nossa vida. Assim, ao estabelecer na terra a humanidade, quis que a sua essência fosse esse amor que é Ele mesmo. Isto esclarece porque ao criar o homem (= Adão), Deus disse: “não é bom que o homem esteja só”; “vou dar-lhe uma ajuda que lhe seja adequada.” (Gn 2,18) Essa “ajuda adequada” seria para o homem o seu complemento, e também, alguém para amar, para se doar.
A Bíblia não deixa de dizer que foi grande a surpresa e a alegria do homem ao ver a mulher que Deus criara. Foi como um suspiro: “Eis agora aqui, disse o homem, o osso de meus ossos e a carne da minha carne; ela se chamará mulher, porque foi tirada do homem.” (Gn 2,23) Foi a primeira declaração de amor que o universo ouviu. O homem suspirou aliviado porque Deus tinha então lhe dado a “ajuda adequada”; isto é, a sua vocação para o amor podia agora ser realizada.
Matrimônio: uma autêntica vocação sobrenatural (Kaala)
Vocação é quando você descobre o 'como' você vai entregar a sua vida. Que bom se você pudesse descobrir que existe um chamado de Deus para você, não só se casar, mas para viver e receber o sacramento do matrimônio. “Não existe cristão sem vocação. A vocação é um olhar de amor de Deus sobre cada pessoa”. (João Paulo II)
A maioria dos cristãos tem vocação para o matrimônio. Como vocação, o matrimônio foi estabelecido por Deus e tem sido abençoado continuamente por Ele desde o tempo de nossos primeiros pais.
De todas as possibilidades da criação, Deus escolheu fazer-nos homem e mulher. Deus viu que não era bom que o homem estivesse só e criou uma companheira para ele. O plano de Deus era que cada um fizesse companhia ao outro e buscasse o bem do cônjuge. No paraíso, Deus estabeleceu o enlace matrimonial. Desde o princípio, o matrimônio foi considerado uma união sagrada entre marido e mulher. Permaneceu assim até a vinda de Cristo que elevou esta união a sacramento.
Assim como Cristo é inseparável da Igreja, o sacramento do matrimônio, contraído livremente, cria uma união inviolável entre marido e mulher. Nesta união indissolúvel, os esposos estão unidos entre si e com Cristo, tornando-se em um só corpo e aperfeiçoando o amor humano. Como o matrimônio é a imagem da união entre Deus e sua Igreja, Cristo é seu modelo.


A origem do matrimônio está no céu. (Alex)
Guardem uma coisa que queremos lhes dizer hoje, a origem do matrimônio está no céu. Tem casais que casam pensando que irão ficar juntos até um não atrapalhar o outro. Os valores que estamos falando, “enquanto um não atrapalhar o outro” não é do nível do céu, é do nível da carne. Quando você vai à igreja pra se casar, você está tomando como medida, a medida do amor no matrimonio, não é a medida da carne. Qual é a medida do amor? A medida do amor é amar sem medida. Essa é a medida do céu, o casamento não se realiza com a medida da carne.
O casamento começa no céu, existe um plano de Deus a respeito do matrimônio, um projeto a respeito do ser humano, Deus tem um plano a se realizar. Ora, se Deus nos fez para o alto, para a plenitude e não vivemos esses valores, seremos pessoas infelizes. No plano de Deus o casamento é para durar para sempre.

FÉ EM JESUS - Pe. Zezinho

Sou um religioso cristão e católico. Isto significa que minha fé em Deus passa pela fé em Jesus e minha fé em Jesus, passa pelo meu catolicismo. Aceito o jeito da Igreja católica falar de Jesus, seus ritos e suas práticas.
Falo com o Pai em nome Jesus e creio que Jesus é o Filho e me espera no Pai. Mas tento me lembrar que estou falando com o único Deus que há. Minha cabeça é pequena demais para entender este mistério. Então, ou eu fundo uma nova igreja, ou entro numa outra, ou migro para um religião que crê numa só Deus que é uma só pessoa, ou fico com os cristãos que sustentam este mistério de que só há um Deus, mas ele é Pai, Filho e Espírito Santo.
E se estivermos errados? Ainda assim quero crer com os cristãos. E se os outros estiverem errados e Deus for um só, mas for Pai, Filho e Espírito Santo? Neste caso eles morrerão crendo errado, mas serão amados por Deus porque foram sinceros.
Não tenho o menor constrangimento em admitir que talvez eu creia errado. Mas, como não fui lá e não vi, e os outros também não foram e não vira, cada qual escolhe a fé que deseja seguir. Um dia eu decidi continuar na fé que estava seguindo.
Continuo não sabendo explicar Jesus, O Filho. Eu também não sei explicar nem pilotar um avião a jato , mas viajo nele e espero que aquele vôo não cairá. Se tenho fé nos engenheiros e no piloto, posso também ter fé na minha Igreja. Não estou nela por questão de certeza absoluta. Estou nela por questão de fé. É o avião que escolhi para ir aonde espero chegar!

Cresce número de católicos no mundo, afirma anuário estatistíco da Igreja.

Foram divulgados à imprensa, nesta terça-feira, os dados salientes contidos no novo Anuário estatístico da Igreja 2010, editado pela Livraria Editora Vaticana.
Aumentam os católicos batizados: de 1 bilhão e 45 milhões no ano 2000 a 1 bilhão e 166 milhões em 2008. Esse foi o arco de tempo levado em consideração no Anuário 2010 para avaliar as tendências de maior relevo para a Igreja Católica nos cinco continentes e nos vários países.
O crescimento em termos percentuais é de 11,54, pouco superior ao crescimento da população mundial, que é de 10,77.
Portanto, uma situação de estabilidade, embora na África se registre o maior incremento, que é de 33%, enquanto na Europa é de somente 1,17%. Cresce também em 10% o número dos bispos, passando de 4.541 para 5.002, em maior medida na Ásia e África, enquanto cresceu também o total de sacerdotes, embora com um incremento inferior a 1% em média, com crescimento de 33,1% na África e 23,8% na Ásia, com decréscimo de – 7% e – 4% na Europa e Oceania, respectivamente. 

Resposta de Bento XVI à crise. Igreja sai mais fortalecida, embora ferida.

*Por Marc Argemí: criador do blog http://bxvi.wordpress.com/

O New York Times (NYT) publica (12/3/10) que em 1980 a arquidiocese de Munique e Freising, sendo Joseph Ratzinger bispo, acolheu e finalmente reincorporou um sacerdote acusado de abusar sexualmente de crianças.
O padre perpetrou mais tarde novos abusos e foi processado. Como se demonstrou depois, quem tomou a decisão de readmitir não foi Ratzinger, mas o vigário geral: a reinserção aconteceu em setembro de 1982, quando Ratzinger já estava em Roma. No dia 5/03/10, tenta-se implicar o irmão de Ratzinger, mas a acusação não se sustenta.

A resposta de Bento XVI

Bento XVI (19/03/10) escreve uma carta aos bispos da Irlanda sobre os abusos a crianças e jovens por parte de clérigos, destapados pelos informes Murphy (julho de 2009) e Ryan (maio de 2009). A Irlanda é o segundo país após os Estados Unidos onde se investiga a fundo.
Na carta, Bento XVI aponta 8 causas deste desastre:
1) inadequada reposta à secularização,
2) descuido de práticas sacramentais e devocionais (confissão frequente, oração diária e retiros anuais),
3) tendência a adotar formas de pensamento e julgamento sem referência suficiente ao Evangelho,
4) tendência a evitar enfoques penais das situações canonicamente irregulares,
5) procedimentos inadequados para determinar a idoneidade dos candidatos ao sacerdócio e à vida religiosa,
6) insuficiente formação humana, moral, intelectual e espiritual nos seminários e noviciados,
7) tendência social a favorecer o clero e outras figuras de autoridade,
8- preocupação fora de lugar pelo bom nome da Igreja e para evitar escândalos. 

Carta aos Jovens - João Paulo II

Precisamos de Santos sem véu ou batina.

Precisamos de Santos de calças jeans e tênis.

Precisamos de Santos que vão ao cinema, ouvem música e passeiam com os amigos.

Precisamos de Santos que coloquem Deus em primeiro lugar, mas que se "lascam" na faculdade.

Precisamos de Santos que tenham tempo todo dia para rezar e que saibam namorar na pureza e castidade, ou que consagrem sua castidade.

Precisamos de Santos modernos, Santos do século XXI com uma espiritualidade inserida em nosso tempo.

Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e as necessárias mudanças socias.

Precisamos de Santos que vivam no mundo se santifiquem no mundo, que não tenham medo de viver no mundo.

Precisamos de Santos que bebam Coca-Cola e comam hot dog, que usem jeans, que sejam internautas, que escutem discman.

Precisamos de Santos que amem a Eucaristia e que não tenham vergonha de tomar um refri ou comer pizza no fim-de-semana com os amigos.

Precisamos de Santos que gostem de cinema, de teatro, de música, de dança, de esporte.

Precisamos de Santos sociáveis, abertos, normais, amigos, alegres, companheiros.

Precisamos de Santos que estejam no mundo; e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo mas que não sejam mundanos".

Texto atribuído ao Papa João Paulo II



segunda-feira, 26 de abril de 2010

Jesus é o Bom Pastor

Por: DOM EURICO DOS SANTOS VELOSO
ARCEBISPO EMÉRITO DE JUIZ DE FORA, MG.

A descrição que nos oferece o Evangelho de João sobre Jesus como o Bom Pastor pretende afirmar que a promessa de Deus, anunciada pelo profeta Ezequiel se cumpre em Jesus.
Em Ez 34,1-10, o profeta anuncia a palavra de Deus contra os pastores mercenários. Na comparação do profeta, pastores são também as autoridades políticas, o rebanho é o povo, que pertence exclusivamente a Deus. A função do pastor é cuidar do rebanho em todos os sentidos, principalmente defendê-lo diante dos lobos. O que acontece, porém? Muitas autoridades políticas, em vez de cuidarem do povo, preocupam-se unicamente com seus próprios interesses; em vez de servirem ao povo, elas o usam em proveito próprio; em vez de defenderem o rebanho, elas o entregam aos inimigos. Na visão do profeta, a ruína da nação é culpa das autoridades que a governam.
Será que não podemos atualizar com a recente tragédia do Rio de Janeiro e de Niterói?
Jesus declara: “Eu sou o bom pastor”, isto é, aquele que liberta o povo para uma vida em abundância.
A expressão “eu sou” remonta ao texto do livro do Êxodo, no qual Deus se deu a conhecer a Moisés na época da libertação da escravidão no Egito.
A relação de Jesus com as ovelhas é uma relação de reciprocidade: as ovelhas escutam a voz do pastor. “Eu mesmo irei buscar as minhas ovelhas e as reunirei”. É Ele quem dá a sua vida pelas ovelhas, uma por uma, Ele as chama pelo nome. A comunhão se concretiza pelo seguimento. Somos o seu rebanho. A nossa resposta é que faz a diferença para o pastor.
Àqueles que seguem o pastor, lhes será dada a vida eterna. Ele não é como os pastores mercenários, é o pastor que conhece suas ovelhas e que dá a vida.
Jesus é a porta para a vida. Ele chama. Ele espera, mas cada um de nós é que deve caminhar e transpor essa porta.
Jesus é o pastor, as ovelhas são os discípulos e o povo, que o ouvem e o seguem. Os homens reconhecem a Jesus como o enviado de Deus porque Ele salva e conduz à vida. Ele veio para dar vida aos homens. Ele dá a vida eterna que já se concretiza na fé o único salvador e mediador para a vida.
E sua missão é universal: “Tenho outras ovelhas que não são deste redil, também a estas devo conduzir e elas escutarão a minha voz e haverá um só rebanho e um só pastor.”
Este projeto de libertação continua hoje no mundo, através de pessoas engajadas que estendem ao infinito as fronteiras da fé e adesão a esse pastor. Quem se compromete sofre tribulações, como Ele sofreu, mas a certeza de que ninguém poderá tirar nada de sua mão fortalece, dando esperança e coragem.
No mundo caótico em que vivemos, cheio de muitos pastores mercenários, que só querem levar vantagem, cheio de lobos ávidos de poder, força e “status”, cabe ao cristão, seguidor de Cristo, ser a verdadeira ovelha do Bom Pastor e participar com Ele da busca, da orientação, do cuidado para que se realize o que Ele preconizou: “haverá um só rebanho e um só pastor”.
Na família, no bairro, na comunidade, nos acontecimentos da nação e do mundo, podemos agir de acordo com os ditames do nosso Bom Pastor, trazendo para o nosso “redil” aqueles que, por qualquer motivo estejam afastados. Ele virá recolher o seu imenso rebanho e o levará para a plenitude da vida eterna. E que, neste domingo do Bom Pastor, vamos pedir santas vocações para a vida ministerial, religiosa e consagrada e, mais do que isso, rezar pelo Papa Bento XVI, a quem reafirmamos ser o “Pedro de hoje” no mundo em que vivemos, amém

Catequista incondicional

Se há uma coisa que me entristece na nossa Igreja é ver pessoas colocando condições para o serviço à Deus. São coisas como “eu só vou participar se fizer tal coisa”, “eu só fico na catequese se eu ficar com fulano”, “eu só dou catequese se for com tal turma”. Essas coisas me entristecem e me revoltam porque essas pessoas não têm nenhuma noção do amor de Deus para nós. Por isso vai aqui mais do que uma reflexão, vai um desabafo...
Caríssimos, entendamos o seguinte: Deus nunca pediu, não pede e nunca pedirá nada em troca do amor que Ele nos dá. Ele não se preocupa nem se você o ama de verdade, Ele ama incondicionalmente qualquer criatura que ele tenha criado, principalmente o ser humano. Criou tudo na terra para o homem, aí o que o homem faz? O homem nega à Deus, desobedece, peca, cai no pecado e sai de presença de Deus. Aí então vive errante buscando preencher o vazio que ficou em seu coração depois que Deus saiu de sua vida. Deus então resgata o homem se fazendo humano para ensiná-lo a ser divino e nos dá como herança a Igreja por meio do Espírito Santo para ser vivida em comunidade. Nos chama para o serviço, nos mostra que o caminho para o céu passa pelo serviço ao reino e aí o que homem faz de novo? Começa a se perder achando que é a figura central da evangelização, acreditando que é condição “sine qua non” para tudo.

Eleições 2010. Maria é Deusa?

Duas participações da pré-candidata do PT na mídia e revista de circulação nacional abordando o tema religião.Pelas respostas dá pra perceber a densidade doutrinal da candidata.
Precisamos ficar atentos a ela e aos outros que também se dizem católicos.
***

DATENA - Não sendo nem um pouco criativo, quando fizeram aquela pergunta pro Fernando Henrique, ele demorou três horas e meia para responder… A senhora acredita em Deus?

DILMA – Olha, eu acredito numa força superior que a gente pode chamar de Deus. Eu acredito e… E acredito, mais do que nessa força, se ocê (???) me permitir, acredito na força dessa deusa mulher que é Nossa Senhora.

DATENA - Nossa Senhora de Aparecida, Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora de uma forma geral (!!!)…

DILMA - Todas essas múltiplas Nossas Senhoras (!!!) que existem por esse Brasil afora: Nossa Senhora das Dores, das Graças, Aparecida…

DATENA – Porque no fundo, no fundo, elas representam é…

DILMA - Nossa Senhora da Boa-Morte…

DATENA - No fundo, no fundo, Nossa Senhora representa a força que a mulher brasileira tem, né?

As mentiras da contracepção na ” madrugada da enganação demoníaca “.

William Murat



Publico abaixo uma tradução livre de um artigo que saiu na newsletter da Human Life International que aborda as mazelas causadas na sociedade pela introdução da pílúla anticoncepcional.
A “enganação” do título vem do fato que hoje em dia, com a completa inversão de valores que atinge boa parte da sociedade, o mal é chamado de bem e a verdade fica bem escondida, inacessível a muitos. E é nestes tempos difíceis que nós, católicos, somos chamados a sermos pontos de luz na “escuridão espiritual” que nos cerca e oprime.
O artigo da sra. Jenn Giroux, mãe de 9 filhos e enfermeira, é primoroso por mostrar a força do ensinamento católico frente a valores distorcidos, que apenas deixa escravizado o homem junto ao deus-prazer, ao deus-sucesso, ao deus-bem-estar.



***
Jenn Giroux
Para comemorar o aniversário de “A Pílula”, o Wall Street Journal publicou um artigo extenso e equivocado (”The Birth Control Riddle”, 10/04/2009) de autoria de Melinda Beck, chamando a chegada da pílula anticoncepcional de “a madrugada da contracepção confiável” que “iniciou a revolução sexual, terminou o ‘baby boom’ do pós-guerra e ajudou milhões de mulheres a entrar na força de trabalho”. A sra. Beck então passa a lamentar as “gravidezes não-planejadas” que ainda ocorrem hoje em dia, detalhando quão seguro é agora os novos e melhorados métodos de controle da natalidade.
Marshall McLuham, já falecido, um grande expert sobre a mídia que se converteu ao catolicismo, declarou antes de sua morte que “Os maiores veículos da mídia estão engajados em uma conspiração luciferiana contra a verdade”. Que grande verdade! A coluna da sra. Beck é um perfeito exemplo desta conspiração, incluindo gritantes mentiras e deturpações tais como:
* – “os benefícios ultrapassam os riscos” quando tomando “A Pílula”;

Pastoral de “Católicos na Politica” não apoiará politicos que defendam o PNDH do Governo Lula.

Fonte: Jornal o Dia.

Pastoral divulgará nomes que estão ao seu lado
A Pastoral de Católicos na Política, ligada à Arquidiocese do Rio, não vai apoiar políticos que deixaram de assinar nota emitida pela entidade contrária ao III Programa Nacional de Direitos Humanos. A pastoral repudia o plano, classificado, no documento, como “projeto ideológico intolerante”, além de favorável à legalização do aborto e à união entre homossexuais, entre outras propostas.
A posição da pastoral, que fez seminário na Arquidiocese do Rio para debater o tema, foi anunciada sexta-feita, pela coluna ‘Informe do DIA’. Em breve, a pastoral vai divulgar lista com os nomes dos assinantes da nota, e, portanto, apoiados pela entidade.
O deputado estadual Alessandro Molon e os vereadores Reimont e Adilson Pires — todos petistas — podem ficar de fora da lista, já que não teriam se posicionado contra o programa e não foram ao encontro de ontem. O DIA tentou ouvi-los, mas não conseguiu.
“A ausência desses políticos é muito bem-vinda. Essas faltas serão expostas quando eles vierem atrás de assinaturas”, disse Carlos Dias, membro da Pastoral e pré-candidato ao Governo do Rio pelo PT do B.
Arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta lembrou que ninguém é obrigado a aceitar nenhum posicionamento, a favor ou contra o programa de direitos humanos, mas enfatizou a necessidade de a sociedade se guiar pelo “bem do país”. “Cabe pensar que tipo de país estamos projetando. Temos que prosperar, não regredir”, destacou.
O seminário foi prestigiado por vários políticos que disputarão as eleições.

http://odia.terra.com.br/portal/brasil/html/ 2010/4/igreja_ nao_apoiara_ politicos_ favoraveis_ ao_programa_ de_direitos_ humanos_de_ lula_77102. html

domingo, 25 de abril de 2010

Governo britânico desculpa-se ao Vaticano por ridicularizar Papa.

Fonte: Diário Digital / Lusa

O governo britânico pediu hoje desculpa ao Vaticano pela redação de um documento oficial interno em que sugere assinalar a visita do Papa ao Reino Unido com a abertura de uma clínica de aborto e o lançamento de uma marca papal de preservativos.
O documento, a que teve acesso o “The Sunday Telegraph, foi intitulado “A visita ideal seria…” e sugeria também o lançamento de uma linha telefónica de ajuda para menores vítimas de abusos de sacerdotes pedófilos.
O texto foi enviado a funcionários do governo e a Downing Street, residência oficial do primeiro ministro britânico, Gordon Brown, na sequência da visita de Estado do papa Bento XVI agendada para o próximo mês de setembro.
Muitas das propostas sobre a viagem parecem ridicularizar ensinamentos da Igreja Católica sobre assuntos como o aborto, a homosexualidade, os métodos anticoncecionais e os problemas que enfrenta atualmente o Vaticano face às denuncias em vários países de abusos de sacerdotes pedófilos, segundo aquele semanário.
Após o acesso pela imprensa do documento, o ministério dos Negócios Estrangeiros britânico veio pedir publicamente desculpas e anunciou hoje que o responsável pela elaboração do texto foi transferido para outras funções no ministério. 
 

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