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sábado, 20 de março de 2010

Unidos pela “Tua Palavra”

Por Lucimar Maziero Coord. Nacional da Comissão de Formação

Atentos às palavras do Papa Bento XVI e à moção profética para a RCC neste tempo, vamos nos unir pela Palavra de Deus e assim reconstruiremos as muralhas de Jerusalém! Esta é nossa convocação: unidos pela Palavra de Deus, reconstruiremos as muralhas!
Se prestarmos atenção ao que diz o Papa em relação à nossa evangelização, para que ela seja eficaz, devo alimentar-me pela Palavra de Deus. É interessante pensar em alimento, porque é algo fundamental ao ser humano. Trazendo isso para a visão espiritual, “alimentar-se pela Palavra” é algo essencial, indispensável. Da mesma forma que a falta de alimentação nos causa desnutrição, se faltar a Palavra de Deus em nossa vida, nossa evangelização será ineficaz.
Podemos trazer esta moção para uma avaliação pessoal: como eu estou me servindo desta Palavra? Estou lendo a Palavra de Deus diariamente? Posso dizer que sou uma pessoa íntima da Palavra? Para nos auxiliar nesta avaliação, vale refletir no que diz São Jerônimo: “Quem não conhece as Escrituras, não conhece a potência de Deus nem sua sabedoria. Ignorar as Escrituras significa ignorar a Cristo”.
No compromisso de nossa evangelização, levamos as pessoas a ter um encontro pessoal com Jesus Cristo, e esta frase de São Jerônimo nos faz compreender que todo evangelizador precisa conhecer a Palavra de Deus, pois, conhecendo-a, conhecemos a Cristo. Aprofundando nisso, podemos nos apoiar na própria Palavra, que “é útil para ensinar, para repreender, para corrigir, para formar na justiça. Por Ela o homem de Deus se torna perfeito, capacitado para toda boa obra” (II Tm 3, 16). Irmãos, realmente a Palavra de Deus pode mudar profundamente o coração do homem, por isso é importante que entremos em uma intimidade cada vez maior com Ela. 

Santo Daime: Chá, religião e morte.

Embora a religião Daime use expressões católicas,”santo” Daime não é católica nem em sua doutrina, nem em suas vivências, nem em seus métodos, nem em suas propostas e nem em seus efeitos.

***
Reportagem da Revista Veja

Tomar o chá alucinógeno da seita Santo Daime quando se tem um transtorno psíquico, afirmam especialistas, é o mesmo que jogar gasolina sobre um incêndio. Tudo indica que foi o caso de Cadu, o assassino do cartunista Glauco e de seu filho Raoni

LOUCURA E MORTE

Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, assassino confesso do cartunista Glauco e de seu filho Raoni: alucinações levaram ao crime
No universo das tragédias, há as do tipo previsível e as que fulminam suas vítimas com a imprevisibilidade deu um raio. O assassinato do cartunista Glauco Vilas Boas, de 53 anos, e de seu filho Raoni Ornellas Vilas Boas, de 25 anos, cometido por Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, certamente não pertence à primeira categoria. Cadu, como é conhecido o criminoso confesso, nasceu em uma família de classe média alta de São Paulo e estudou nas melhores escolas da capital paulista. Morava em bairro nobre, frequentava os bares da moda, ia a baladas de black music e, segundo a família, nunca havia demonstrado comportamento violento. Os avós, com quem ele morava, sabiam que o neto usava maconha (”Como fazem hoje em dia 90% dos jovens”, disse Carlos Nunes Filho, o avô) e, embora lamentassem o fato de ele ter começado três faculdades sem terminar nenhuma (direito, artes visuais e gastronomia), não viam nisso mais do que uma indecisão em relação ao seu futuro profissional. Glauco e o filho Raoni tampouco tinham perfil ou comportamento que poderia ser classificado como “de risco” – nada que contribuísse para fazer deles vítimas potenciais de um assassinato. Nenhum dos dois tinha inimigos e ambos mantinham como ideário de vida a assistência ao próximo: drogados em busca de recuperação, no caso de Glauco, e comunidades indígenas isoladas, no caso de Raoni. Ainda assim, não se pode dizer que a tragédia ocorrida em Osasco no último dia 12 não deu pistas de que vinha se aproximando.
Nos últimos três anos, Cadu, de 24 anos, vinha exibindo claros sinais de que estava sofrendo de distúrbios psíquicos. Esse período, segundo seu pai, Carlos Grecchi, coincide com o tempo que o filho começou a frequentar o Céu de Maria, igreja fundada por Glauco e pertencente à seita Santo Daime, que mistura elementos do cristianismo, espiritismo e umbanda e prega o consumo de um chá com efeitos alucinógenos como forma de “atingir o autoconhecimento e a consciência cósmica”. O comportamento de Cadu, diz Grecchi, começou a se transformar quando ele passou a fazer uso da dimetiltriptamina (DMT), o princípio ativo presente na beberagem consumida por adeptos da seita. Por diversas vezes, tanto Grecchi como os avós de Cadu ouviram o jovem dizer que era a reencarnação de Jesus Cristo. Também por diversas vezes os parentes flagraram o jovem rezando, numa ocasião debaixo de chuva forte, para plantas que ele dizia serem reencarnações de entidades religiosas.

Gabriel Boieras


CULTO E “MIRAÇÃO”

A comunidade Céu do Mapiá, no Acre, abriga a sede da seita (à dir.). Ao lado, culto no Céu de Maria.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Especial São José

São José, uma vida de trabalho e amor
Fonte: Diácono Francisco Gonçalves para a Cúria Regional de Santana, cidade de São Paulo

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As principais informações sobre São José são encontradas nos primeiros capítulos do Primeiro e do Terceiro Evangelho, que são verdadeiramente as notícias mais fidedignas.
Todavia, existe uma literatura que embora apócrifa, não pertencente ao Cânon da Igreja e por isso não considerados Livros Sagrados, revela entretanto muita imaginação e alguns dos livros, baseiam os escritos na tradição judaica, apresentando informações preciosas e interessantes sobre os costumes e hábitos dos judeus. Entre estas obras, as que mais abordam episódios da Vida de São José, podemos citar o denominado: Evangelho de James, o Pseudo-Mateus, o Evangelho do Nascimento da Virgem Maria, A História de José, o Carpinteiro, e a Vida da Virgem Maria e Morte de José que são livros antigos e muito raros, escritos a cerca de 2.000 anos, mas que podem ser encontrados na biblioteca do Vaticano e em algumas bibliotecas de Comunidades Religiosas espalhadas pelo mundo.
Com prioridade utilizamos as informações contidas na Bíblia Sagrada de Jerusalém. Contudo, para oferecer uma agradável continuidade ao enredo da Vida de São José, acolhemos também algumas inspirações daqueles livros que seguem a Tradição Judaica, as quais consideramos apropriadas, porque entendemos que estavam fundamentadas no comportamento humano da época, e que portanto, podem representar com fidelidade hábitos do cotidiano da Sagrada Família.
São José nasceu em Belém de Judá (Lc 2,3-4), e presumivelmente deve ter permanecido lá até idade adulta (12 anos pelos costumes judaicos). Embora não encontrando nenhuma informação confiável sobre a sua mãe, é certo que o seu pai chamava-se Jacó e mudou-se com a família para Nazaré da Galiléia, provavelmente para cultivar uma terra que comprou no Vale Esdrelon. Junto com o seu irmão mais velho chamado Cleófas, trabalhou na lavoura, ajudando o pai a produzir alimentos para o consumo próprio e comercialização. Todavia com o passar dos anos, revelou uma notável tendência para o trabalho com madeira, que o levou a deixar o cultivo do solo num segundo plano e a se empenhar na profissão de carpinteiro. Cleófas era casado com uma jovem também chamada Maria, conhecida no Novo Testamento com o nome de Maria de Cleófas, com quem teve três filhos: Tiago Menor, Apóstolo de JESUS, autor de uma epístola e segundo Bispo de Jerusalém; José, conhecido por Barsabás, o Justo e Maria Salomé, que se casou com Zebedeu e teve dois filhos: Tiago Maior e João (o Evangelista) autor do Terceiro Evangelho, dos Atos dos Apóstolos, de três Epístolas e do Apocalipse. Ambos foram Apóstolos de JESUS.
José, era um homem de poucas palavras, tinha gênio calmo e retraído, dedicado essencialmente ao trabalho e as orações na sinagoga, fazendo do labor o seu próprio lazer.
É provável que tivesse a idade de 26 anos, quando sua atenção foi despertada para aquela encantadora jovem de cabelos negros e olhos azuis, chamada Maria, que diariamente atravessava a rua com um cântaro de barro em direção a uma fonte que ficava na praça central, para apanhar água. Nazaré, como a grande maioria das cidades naquela época tinha uma fonte, onde todos se serviam, levando água para o asseio e preparo das refeições.
Escritores, pintores e artesãos costumam mostrar o santo, como idoso. Mas José era um jovem de 33 anos, quando desposou a Virgem Santíssima.
José logo ficou interessado naquela jovem, que além de muito bonita, revelava uma decidida aptidão pelo trabalho, além de portar-se com dignidade e discrição. Sempre que surgia uma oportunidade ele se aproximava para dizer-lhe algumas palavras. E assim, alimentando interiormente uma grande simpatia por Maria, decidiu freqüentar a casa de Joaquim e Ana, pais da moça, pois ansiava estar perto dela.
É válido destacar que ele e seu futuro sogro, São Joaquim, eram primos, pois tinham em comum, a avó paterna, que havia se casado duas vezes. Do primeiro casamento, com Leví, foi gerado Mathat, pai de São Joaquim, que é o pai de Maria. E do segundo casamento, nascera Jacó, pai de José e Filho de Matan. A casa de José solteiro, ficava em Megido, em Tanath, onde trabalhava para outros mestres carpinteiros.
Já casado com Maria, o santo carpinteiro, sustentava sua família com seus trabalhos, pois ambos haviam distribuído entre os pobres todos os bens herdados dos pais da Virgem Santa, escolhendo viver em simplicidade. José ensinou o ofício de carpinteiro ao seu Filho: Jesus de José de Nazaré. (Como o próprio Jesus teria se apresentado). Descendente da Casa de Davi, José amou a sua esposa e soube zelar pela sua família.
Quando ele percebeu que Nossa Senhora estava grávida, ficou perplexo e intimamente perturbado, pois não conseguia duvidar da fidelidade de sua esposa. Com o coração angustiado, o filho de Jacó, já havia se decidido a deixar Maria, com discrição, para que ela não fosse ultrajada. Mas o Anjo do Senhor o alertou: José, Filho de Davi, não temas receber Maria, tua esposa, em tua casa, porque o que nela foi concebido, vem do Espírito Santo. Ela dará a luz um filho e dar-lhe-ás o nome de Jesus (Aquele que Salva), pois Ele salvará o seu povo dos pecados. (Mt 1,18-25).
Aquele momento foi muito importante para a formação da Sagrada Família, pois esclareciam-se assim, todas as dúvidas que atormentavam São José e foi-lhe instituída a autoridade para ser pai segundo a lei, podendo dar o nome ao Filho de Maria. Foi assim, que os escolhidos de Deus, formaram a família que é exemplo a ser seguido por todas as famílias do mundo.
José foi agraciado por Deus em sua vida. Mas as provações também foram muitas para o chefe da Sagrada Família, que precisou fugir, viajar, atravessar noites em claro e derramar muito suor para resguardar a integridade física do Menino Deus e da Santa Esposa, que lhe foram confiados. E José não fez feio! Sempre atento aos alertas de Deus, protegeu com sua vida, o Salvador da humanidade. Sua confiança em Deus manifesta-se na provação, pois a perseguição começa pouco depois do nascimento de Jesus. Herodes quer matá-lo.
O chefe da Sagrada Família deve esconder Nosso Senhor, partir para o Egito, onde ninguém o conhece e onde não sabe como poderá ganhar a vida. Ele parte, pondo toda a confiança na Providência Divina. Lá permaneceram cerca de 4 meses, quando José novamente foi avisado em sonho por um Anjo do SENHOR, que Herodes tinha morrido. Mas como em seu lugar, no Governo da Judéia ficou o filho Arquelau, mau e perverso como o pai, José que planejara regressar à Belém, decidiu levar sua esposa e JESUS para a casa que possuíam em Nazaré da Galiléia. (Mt 2,19-23).
Quando Jesus sumiu aos doze anos, indubitavelmente foi um acontecimento marcante. José e Maria encontraram JESUS ensinando aos doutores da lei no Templo. Admirados, mas desgastados e cansados pela noite mal dormida, pelo cansaço da viagem e falta de notícias do Filho, Maria inquiriu JESUS a respeito de Seu procedimento. José, apesar de preocupado, apenas trocou um olhar triste com o Filho, mas não disse nenhuma palavra, como também não LHE fez qualquer censura ou gesto de reprovação. JESUS, obedientemente os acompanhou e eles retornaram a Nazaré.(Lc 2,41-50)
Aqui não se trata de missão humana, por mais alta que seja, nem de missão evangélica, mas de missão propriamente divina, e não missão divina ordinária, mas tão excepcional que no caso de São José é de fato única no mundo em todo o decorrer dos tempos. Assim como a alma de Jesus recebeu, desde o instante de sua concepção, a plenitude absoluta de graça, que não aumentou em seguida; como Maria, desde o instante de sua concepção imaculada, recebeu uma plenitude inicial de graça que era superior à graça final de todos os santos e que não cessou de aumentar até sua morte; assim, guardadas as devidas proporções, São José deve ter recebido uma plenitude relativa de graça proporcionada à sua missão, já que foi diretamente e imediatamente escolhido não pelos homens, por nenhuma criatura, mas por Deus mesmo e unicamente por Ele para essa missão única no mundo. 

Série Falsas Dourinas: Espiritismo, reencarnação e fé Católica.

 Por D. Estêvão Bettencourt
Fonte: Escola Mater Ecclesiae


INTRODUÇÃO
A relação entre Espiritismo e Umbanda, por exemplo, é tão íntima que há quem diga que a Umbanda é complementação do Espiritismo; seria a quarta revelação (após a de Moisés, a de Jesus Cristo e a de Allan Kardec). Tenha-se em vista o texto do jornal “O Reformado” órgão oficial da Federação Espírita Brasileira, julho de 1953, p. 149:
“Baseados em Kardec, é-nos lícito dizer: Todo aquele que crê nas manifestações dos espíritos, é espírita; ora o umbandista nelas crê, logo o umbandista é espírita… Assim todo umbandista é espírita, porque aceita a manifestação dos Espíritos, mas nem todo espírita é umbandista, porque nem todo espírita aceita as práticas de Umbanda”
O Espiritismo seduz muitos fiéis católicos, seja por causa dos “fatos prodigiosos” que lá ocorrem, seja pela promessa de comunicação com os defuntos, seja porque o Espiritismo às vezes se reveste de capa católica, adotando no mês de Santos para os seus Centros e louvando Jesus Cristo…
Daí a necessidade de dizermos porque um católico não pode ser espírita. É o que faremos nas páginas seguintes, abrangendo sob a designação de Espiritismo também as religiões afro brasileiras (Umbanda, Candomblé, Macumba…); estas têm em comum com o kardecismo a prática da evocação dos mortos e a crença na reencarnação.
São sete as razões pelas quais não sou espírita (kardecista ou umbandista):

Pedofilia: Ponderações sábias e equilibradas à luz da fé.

por: Dom Henrique

Em algumas partes do mundo – também no nosso País – têm surgido escândalos provocados por padres pedófilos (há também outros vários escândalos ligados à vida sexual dos sacerdotes). Na Europa, sobretudo, a imprensa e certos ambientes vêm procurando associar esses tristes e inaceitáveis casos ao celibato.

1. Há, sim, na Igreja, sacerdotes pedófilos. É triste, é vergonhoso, mas é verdade. Eles não estão nela porque a Igreja os promove e os acolhe… Há sacerdotes pedófilos, como há pastores evangélicos pedófilos, pais de família pedófilos, professores pedófilos, juízes pedófilos, médicos, psicólogos, militares e jornalistas pedófilos… Nem mais nem menos! Aliás, como já acenei, a grande maioria dos abusos de menores dá-se no recinto do próprio lar.
Por que aparecem muito mais os casos de padres pedófilos? Por vários motivos. Eis alguns:
(1) É muito mais difícil para um sacerdote se esconder,
(2) os casos com padres são mais divulgados pelo potencial de escândalo e de atrair atenção,
(3) há o contato de muitos padres com jovens coroinhas e jovens educandos nas escolas católicas,
(4)em alguns países há uma indústria mafiosa para arrancar dinheiro da Igreja com casos de pedofilia verdadeiros ou forjados…
2. Associar a pedofilia ao celibato é pura má fé! Uma coisa é totalmente independente da outra. Um pedófilo pode mascarar-se por baixo do ministério sacerdotal como pode encapar-se num casamento! E são tantos! O celibato é um dom de Deus para a Igreja e, que fique bem claro: não há nenhuma propensão do Papa e do episcopado de suspender a disciplina atual, que exige o celibato dos sacerdotes! A crise de vocação não é motivada pelo celibato, como também a crise de fidelidade não tem no celibato sua causa! A crise é de fé, não de celibato!
3. É preciso deixar claro o seguinte: o atual processo de secularização, de banalização do sagrado, da redução do sacerdócio a uma profissão e do padre a um fazedor de pastoral – esquecendo a ontologia mesma do sacerdócio, isto é, a essência, o ser mais profundo do padre, que pelo sacramento da Ordem torna-se um homem de Deus, um outro Cristo, um homem inteiramente consagrado “às coisas de Deus” -, é isto, precisamente, que leva ao relaxamento e ao enfraquecimento da vida moral de tantos padres.
Há uma tendência de ver o padre de modo secularizado, tirando-lhe todo o sentido sagrado e místico. Até na nomenclatura, quantas vezes, em tantos ambientes teologicamente doutros, evita-se chamar o padre de sacerdote para denominar-lhe simplesmente presbítero… é de fé católica e é indispensável recordar: o padre deve ser um homem de Deus, um homem sagrado e consagrado, um homem cujo modo de ser e de viver deve trazer claramente as marcas do Eterno!

* Aborto: ” A causa com duplo efeito”. Leia e entenda esse princípio ético importantissimo.

Por: Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz


O aborto como meio

No ano 70 d.C., a cidade de Jerusalém foi sitiada pelo general Tito, em represália a uma rebelião dos judeus comandada pelo partido dos zelotes. Flávio Josefo, chefe militar da Galiléia, foi capturado pelos romanos. Escreveu com detalhes os horrores daquela guerra, e tentou, em vão, fazer com que seus compatriotas se rendessem. O texto a seguir refere-se ao cerco de Jerusalém:
“Josefo, cuja própria família sofreu com os sitiados, não recuou nem mesmo diante dum episódio desumano que prova que o desespero da fome já começava a turvar a razão dos israelitas.
Os zelotes percorriam as ruas em busca de alimento. Duma casa saía cheiro de carne assada. Os homens penetraram imediatamente na habitação e pararam diante de Maria, filha da nobre família Bet-Ezob, extraordinariamente rica, da Jordânia oriental. Maria tinha ido como peregrina a Jerusalém para a festa da Páscoa. Os zelotes ameaçaram-na de morte se não lhes entregasse o assado. Perturbada, a mulher estendeu-lhes o que pediam, e eles viram, petrificados, que era um recém-nascido meio devorado – o próprio filho de Maria” [1].
Poder-se-ia tentar justificar a atitude da mulher faminta, com o seguinte argumento: se ela não tivesse matado o próprio filho, ambos teriam morrido; ao matá-lo para saciar sua fome, pelo menos uma das vidas foi poupada.
No entanto, matar diretamente um ente humano inocente é um ato intrinsecamente mau, que não pode ser justificado nem pela boa intenção, nem pelas possíveis boas conseqüências, nem sequer pelo estado de extrema necessidade. Nunca é lícito matar diretamente um inocente, nem sequer para salvar outro inocente.
No repugnante caso acima, a morte do bebê era um meio para salvar a vida da mãe. Analogamente, se durante uma gestação o aborto fosse um meiopor meio da morte do outro. O fim, por mais nobre que seja, não justifica um meio mau utilizado para alcançá-lo. para salvar a vida da gestante — e ainda que fosse o único meio — tal ato seria gravemente imoral. É dever do médico salvar mãe e filho, mas não se pode salvar um deles
Há, contudo, depoimentos médicos que negam com veemência que o aborto possa servir de meio para salvar a vida da gestante. Segundo a Academia de Medicina do Paraguai (1996), “em casos extremos, o aborto é um agravante, e não uma solução para o problema”[2]. Já em 1965, o médico-legal João Batista de Oliveira Costa Júnior, em sua aula inaugural para os alunos dos Cursos Jurídicos da Faculdade de Direito da USP, referindo-se ao aborto “necessário” ou “terapêutico” dizia:
Digo, inicialmente, que se me fosse permitido, chamá-lo-ia de abôrto desnecessário ou, então, de abôrto anti-terapêutico.[...]

quinta-feira, 18 de março de 2010

Cadê minha cara metade?

Se eu te convidasse agora para um lanche, garanto que algo do tipo vermelho e amarelo viria em tua mente não é? E se você tivesse a oportunidade de escolher pediria um número 4 ou número 6. Afinal, é pra já!
Vai um fast food ae?
Esperar não é nosso forte, vai me dizer que gosta de ficar horas e horas em uma fila?
Pior é quando a fila anda e você se vê cada vez mais longe. Angústia na certa!
E quando a espera pela pessoa certa, que seria apenas um tempo, se torna uma eternidade?
E o filme da vida que tem em média 90 minutos se torna um filme de 3 horas, dividido em duas partes em dois DVD’s?

O que fazer?
Será que você está na primeira ou na segunda parte deste filme?
Encontrar a pessoa certa depende de como você tem vivido este tempo de espera.
Somos muito imediatistas e não gostamos de esperar. Deixamos muitas vezes o medo e a ansiedade tornarem-se empecilhos à concretização das promessas de Deus em nossa vida. Mas se soubermos lidar com estes sentimentos, conquistaremos as promessas do Senhor no tempo certo!
Tem gente que espera de braços cruzados, reza todos os dias e pede a Deus a pessoa certa. Mas uma espera, sem esperança, sem atenção. Às vezes Deus já mandou e você por estar de braços cruzados, deixou a pessoa passar e não correu para o abraço.
É necessário estar atento as pessoas que estão ao seu redor, no seu grupo, na faculdade. Não se acha remédio em açougue e nem carne em farmácia, não é?
Gosto do salmo que diz “Esperando eu esperei”, saber viver esta espera com esperança, com ação. Se cuidar, se arrumar. Lógico não em vista de outro, mas para se sentir bem consigo mesmo! Só quando nos amamos poderemos amar o outro. Pois só damos o que temos!
E se você está sozinho te pergunto: será que não é preciso estar assim?
Embora não gostando da idéia de ficarmos sozinhos, às vezes a coisa que mais tememos é a coisa que mais precisamos. Não apenas podemos ficar solteiros um tempo, mas às vezes devemos ficar sozinhos um tempo. Se queremos encontrar o amor, precisamos nos conhecer antes de conhecer quem quer que seja. De outro modo podemos ficar tentando achar nossa própria identidade nos outros.
Ficar solteiro um tempo tem um propósito. Isso nos liberta para que possamos firmar nossos objetivos e sonhos na vida, para que possamos conhecer nossas paixões e como queremos melhorar o mundo. Isso abre nossos olhos. Ficar solteiro um tempo não significa ser solitário; ficar solteiro um tempo significa ter uma oportunidade de aprender a viver para os outros. Vivendo com propósitos estará fazendo crescer a pessoa certa que é você!
Às vezes no tempo a “sós” descobrirá que na verdade é chamado(a) a outra vocação. Como dizia PE. Leo: “Quando não achamos a tampa de nossa panela, podemos ser uma frigideira!”
Não importa a quantidade do tempo, mas a qualidade do tempo que você tem vivido.
Que sua oração, se torne também, a ação deste tempo!
Afinal, uma boa refeição para ser saboreada, requer um bom tempo de preparo!
Ou ainda prefere o fast food?
Esperando eu Espero seu comentário, rsr!

Adriano Gonçalves

Igreja divulgará novas medidas contra pedofilia.

O presidente da Pontifícia Academia pela Vida, Rino Fisichella, afirmou que o papa Bento XVI está “determinado” a adotar novas medidas contra os membros da Igreja Católica da Irlanda envolvidos em casos de pedofilia.
O Pontífice dará um “ulterior exemplo de sua voz clara, decidida, sem nenhuma dissimulação” e suas determinações deverão estar inclusas na carta que será enviada aos bispos irlandeses, explicou Dom Fisichella em entrevista ao jornal Corriere della Sera.
Joseph Ratzinger “é uma pessoa clara, sincera, determinada e extremamente lúcida em sua análise. Uma lucidez que o faz, primeiro, saber distinguir as coisas; e, segundo, tomar as providências necessárias”, completou.
Dom Fisichella falou principalmente dos casos de abusos sexuais contra menores no seio da Igreja Católica irlandesa, que vieram à tona no último ano após uma investigação da Justiça local.
Por sua vez, o Papa — que já se reuniu com bispos da Irlanda para discutir o tema e determinar novas orientações — afirmou que iria publicar uma carta destinada aos fiéis.
“Se existisse apenas um caso (…), mas não é assim”, porque “estes fatos escurecem toda a Igreja: a tolerância zero para nós não é uma opção, mas uma obrigação moral”, continuou o religioso.
Já em relação ao celibato, que fora questionado recentemente no âmbito da Santa Sé, Fisichella esclareceu que os membros da Igreja Católica “não são reprimidos”, são pessoas “que fizeram uma escolha livre de dedicação e de amor pela Igreja e por aqueles que nos confiam”.

(ANSA)

MÚSICAS MUNDANAS E O DESRESPEITO AO SER HUMANO!

texto: Cassio José - Coordenador do grupo Reanscer Camocim

Estamos em volta de um mundo diversificado e comunicativo. Culturas diferentes, sociedades modernas e em processo de modernização, leis absurdas, subumanas e contraditórias sendo aprovadas, educação deficiente, famílias desestruturadas, ideologias anti-cristãs sendo pregadas pela mídia e diferentes meios de comunicação, sexo devasso e de maneira desrespeitosa sedo ensinado mundo a fora, literatura pornográfica diante dos nossos olhos ...
O fato é que tudo isso pode ser inspiração para a estruturação de músicas e canções que são verdadeiras escolas de aprendizado para pessoas de todas as idades e gerações.
É incrível percebermos a facilidade e sensibilidade de aceitação do ser humano em se deixar influenciar por essas músicas que nos são oferecidas em suas mais diversas categorias e estilos mais diferentes. Quantas pessoas são verdadeiramente conduzidas pelas músicas o tempo todo. Parece brincadeira e sem influência alguma. Parece apenas ouvir por ouvir. Parece que não interfere em nada nas nossas vidas, as músicas que nos são expostas por aí. Mas, o que tem acontecido é justamente o contrário.
A música tem o poder de mover o coração e alma do ser humano. Quando se está triste e de repente se ouve alguma música de gosto pessoal, a alegria parece voltar ao coração. Elas despertam o romantismo e sentimentalismo em diversas pessoas que já se apaixonaram ou procuram alguém pra se amar. Muitas delas, trazem ideologias imorais e satânicas. No entanto, em programas de televisão, shows são tocadas e aprovadas por grande parte das pessoas. O fato, é que elas influenciam sim, muitas pessoas.
Muitas pessoas ao ouvirem alguma música tiveram práticas boas ou ruins. Humanas ou subumanas. Morais ou imorais. Cristãs ou anti-bíblicas. Quer um exemplo? Vamos analisar o estilo de música que se dizem ser românticas: Quantas garotas se despertaram sexualmente quando ao se apaixonarem por algum garoto, a música romântica contribuiu para que ela cedesse ao sexo colocando nas mãos do seu namorado sua virgindade. Claro que não foi somente a música que fez isso. Houve todo um conjunto de fatores que contribuíram ara tal prática. Porém, o mundo de ilusão e fantasia que as músicas proporcionaram para muitos jovens ajudou e muito para que em algum momento do relacionamento houvesse o desertar para o ato sexual. 

Pornografia dispara com web e consumidores são menos felizes, diz estudo

Fonte: UOL

As novas tecnologias dispararam a procura por pornografia, sobretudo na internet, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira (17) que adverte para o impacto negativo nas relações, na produtividade e na felicidade entre consumidores desses produtos.
Estes são alguns dos custos sociais detectados pelo grupo de pesquisadores multidisciplinar do “The social cost of pornography: A statement of findings and recommendations” (”O custo social da pornografia: uma declaração com descobertas e recomendações”, em tradução livre), publicado pelo Instituto Witherspoon.
“Desde o começo da era da internet, as pessoas consomem mais pornografia do que nunca e seu conteúdo se tornou cada vez mais gráfico”, afirmou a pesquisadora do centro Hoover Institution, Mary Eberstadt.
“Os que veem pornografia acreditam que sua vida sexual vai ser melhor, mas têm ejaculação precoce, mais disfunções e problemas para se relacionar”, afirma Mary Anne Layden, coautora e diretora do programa de traumas sexuais e psicopatologia da Universidade da Pensilvânia.
Segundo Layden, a exposição em massa a conteúdos pornográficos leva a mudanças de crenças e atitudes sociais; por exemplo, aumenta-se a insensibilidade com relação às mulheres, reduz-se o apoio ao movimento de libertação feminina e perde-se a noção de que estes conteúdos devem ser restringidos para menores.

Experiência da carne - experiência de Deus

Dom Orlando Brandes

Sujei-me e embruteci-me, diz Agostinho, para satisfazer meus desejos e agradar aos homens. Andava obcecado pela carne e não sabia mais o que era a verdadeira amizade. Abrasado por essa obsessão, fervia no desejo de fornicar, cheio de soberba, agitação, nervosismo e inquietação. Eu era um fervedouro de paixões, entregava-me ao furor da satisfação sexual, mas, não pude evitar a dor e a amargura.
Tinha vergonha de parecer menos pecador e lascivio que meus companheiros. Queria ser louvado e admirado por minhas torpezas. Inventava cenas de orgias e mentia para não parecer inocente e casto. Refocilava na lama como se fosse precioso perfume. Descobri, diz Agostinho, que esses desejos impuros não eram senão, fome de Deus. Mesmo assim, atei-me às pesadas correntes do prazer que depois acoitam como varas incandescentes feitas de ciúme, de suspeitas, ódios, rixas e temores. 

quarta-feira, 17 de março de 2010

Quantos cristãos existem hoje no mundo?

clique no mapa para Ampliar

•Cristianismo : 2100 milhões ( inclui Católicos, Protestantes e Ortodoxos)


•Islã: 1500 milhões


•Ateus/agnósticos/sem religião: 1100 milhões


•Hinduísmo: 900 milhões


•Religiões populares chinesas: 394 milhões


•Budismo: 376 milhões


•Religiões tradicionais africanas: 100 milhões


•Sikhismo: 23 milhões


•Judaísmo: 14 milhões


•Espiritismo: 15 milhões


•Fé Baha’i: 7 milhões


•Jainismo: 4,2 milhões


O Ateísmo não é uma religião no sentido formal. No entanto, não tem como deixar de fora uma quantidade tão expressiva de pessoas.


O mapa de cima mostra a distribuição geográfica das religiões.



fonte: Evangelizar,URGE!

Reflexão sobre o celibato dos sacerdotes católicos.

Fonte: Jornal de Angola

A cidade de Roma, centro do catolicismo, acolheu o Congresso Teológico Internacional, no qual participaram teólogos, clérigos empenhados na formação e peritos de outras ciências humanas, que refletiram sobre o celibato sacerdotal, tendo como lema “Fidelidade de Cristo, Fidelidade do Sacerdote”.


Foi uma experiência muito positiva, na medida em que houve uma série de reflexões sobre a vida dos sacerdotes católicos e o seu enquadramento na cultura contemporânea, numa altura em que as mutações sociais vão surgindo de uma forma vertiginosa alterando a visão sobre o mundo e sobre o homem, questionando, assim, o futuro da humanidade, quando a globalização surge como um processo social que invade todas as esferas sociais, incluindo a religião.
Curioso ainda é que o Congresso sobre esta matéria surgiu, exatamente, no período em que o Papa Bento XVI decretou o “Ano Sacerdotal”, aberto em Junho do ano passado, e com o encerramento previsto para o próximo mês de Junho deste ano.
Esta iniciativa foi aprovada para proporcionar a oportunidade para os membros da Igreja Católica abordarem com frontalidade estes problemas que tentam manchar a sua dignidade, e revelam a humanidade da Igreja. As partilhas, neste âmbito, não se limitariam às lamentações e ao assumir da “natureza pecadora” do presbítero, mas teriam também uma finalidade pedagógica, pois consistem em chamar a atenção dos sacerdotes, convidando-os a dignificar a sua personalidade e o seu ministério, apostando na santificação da sua vida, a fim de partir para uma nova fase, que é a “fase da renovação”.
Tudo foi programado também quando subiu o tom das críticas sobre os escândalos sexuais cometidos sobretudo pelos presbíteros de alguns países como os Estados Unidos, Holanda e Alemanha. 

Pílula do dia seguinte é “bomba hormonal” que pode matar a mulher.

Nancy Freundt, Coordenadora general da área pró-vida do Centro de Promoção Familiar e Regulação Natural da Fertilidade no Peru (CEPROFARENA) advertiu que o ministro da saúde do Peru, Oscar Ugarte, ao decidir distribuir a Pílula do dia seguinte não só põe em perigo a vida do não-nascido mas também a da mulher, pois ao ser uma “bomba hormonal” fere a mulher e “pode inclusive causar sua morte”.
Em entrevista concedida à agência ACI Prensa, Freundt advertiu que o ministro Ugarte “está ocultando o fato de que essa pílula pode inclusive causar a morte, porque se sabe de pessoas que morreram, hemorragias intensas, porque é um bomba hormonal que se coloca na mulher. Essa bomba fere a mulher” ao ser um fármaco que contém entre 50 e 70 vezes a dose de uma só pastilha anticoncepcional regular.
Entretanto, alerta, “o ministro se atreve a dizer que o Dia Internacional da mulher, o melhor presente para a mulher é que se distribua essa pílula, quando de verdade a está matando. Aqui há um grande engano e um grande negócio. Isso também está comprovado”.

* Castração química para estupradores é aprovada em província argentina.

A província argentina de Mendonza aprovou um plano integral de “castração química” para estupradores reincidentes. Dados oficiais mostram que um estupro é registrado a cada três dias na província.
O governador Celso Jaque já firmou os decretos que dão marco legal à iniciativa, segundo o chefe da gabinete da Subsecretaria de Justiça local, David Mangiafico. Agora, o procedimento será feito em onze estupradores, a maioria deles reincidente, que manifestaram o desejo de receber o tratamento.
A castração química inclui um programa psicológico, social e farmacológico.
Segundo o jornal El Clarín, o processo consiste na aplicação de injeções semestrais que atuam no hipotálamo (onde ficam os neurotransmissores responsáveis pela conduta sexual), na hipófise (responsável pela produção de testosterona) e nos testículos (onde é produzido o andrógeno, o hormônio masculino). Os estupradores que se submeterem ao tratamento cumprirão pena em liberdade condicional.

Fonte: Revista Época

Páscoa, significados e origens

“Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada mas dizei uma palavra e serei salvo” (Lit. Missa)
Para abordarmos a espiritualidade inerente a este termo, não poderemos obviamente deixar de citar sua origem e vínculo com o povo, para quem, a princípio, Deus fez surgir a Páscoa: o povo judeu, e que Deus fê-la estender-se a todo gênero humano que nEle crer.
O aprofundamento bíblico mais atualizado de nossos dias vem a dar, como marco inicial de suas comemorações para os judeus, a data incerta da saída do povo hebreu do Egito quando a festa realmente passa a ser instituída (cf Ex 12). É certo que alguns estudiosos venham a mencionar a possibilidade de conhecimento da páscoa para o povo judeu, anterior à institucionalização, sendo justamente a festa que Moisés pedira ao faraó para celebrar com o seu povo no deserto e que lhe fora negado. Ressaltamos que o pedido é feito pOr Moisés e Aarão, mas é o próprio Iahweh quem fala (cf. Ex 5,1). Eles, Moisés e Aarão, passam a ser instrumentos do Único que realmente poderia libertar o povo, que uma vez livre, poderia cultuar a Iahweh.
Até então fizemos questão de não mencionarmos o que significa a palavra páscoa, para que, ficando clara a sua origem junto ao povo hebreu, pudéssemos compreender melhor o que o termo nos quer dizer. Primeiro porque a significação do termo na língua que lhe dá origem, o hebraico, é incerta. No seu uso tanto podemos designar a festa, como também a refeição, ápice da festa, como também o próprio cordeiro, imolado na ocasião; embora esse último uso do termo seja mais difundido entre o povo judeu, os três são válidos. Segundo, porque na maioria das vezes ouvimos apenas ser mencionadas definições como passagem, que mesmo tendo algum sentido, não dá realce todo especial Àquele que possui máxima importância no termo páscoa, o próprio Deus-Iahweh. É Ele mesmo que faz Seu povo escolhido fazer a passagem da escravidão para a liberdade. O povo não vai só, Deus vai à sua frente. O povo não faz a sua passagem - é Iahweh quem faz a passagem do povo da escravidão para a liberdade. Não queremos, em hipótese nenhuma, com essa afirmação dizer que Deus fizera tudo sozinho, pelo contrário, dizemos que Deus fizera de Seu povo co-participante e co-responsável também da libertação obtida. O Senhor, em nenhuma ocasião, transforma Seu povo em meros atores passivos de algo que Ele queira realizar em seu meio.
É necessário que frisemos aqui o ritual da páscoa, pois assim melhor entenderemos o que o Senhor Jesus fez na Última Ceia e qual a significação desta ceia acontecer antecipadamente ao dia da Páscoa. O banquete de Páscoa é o centro da festa em que um cordeiro de um ano, não trazendo em si nenhuma mancha, é comido. Lembramos que aquilo que não fosse comido do cordeiro deveria ser queimado antes de o sol nascer. Isso faz com que entendamos que a festa vem a realizar-se à noite e como talo cordeiro deveria ser assado inteiro para ser servido, pois estavam com pressa. A postura de todos os que participavam do rito também deveria ser específica para a ocasião: todos deveriam comer a Páscoa (o cordeiro) vestidos para viajar, e de pé. Os que não tinham ainda sido circuncidados não poderiam comer a Páscoa (cf Ex 12,43-49).
A temática principal da festa de Páscoa é o reconhecimento da mão do Senhor como aquela que os liberta da escravidão: o saber que somente Iahweh, escutando os clamores do povo, desce para libertá-lo. 

Governo Lula retrocede no aborto e na retirada dos símbolos religiosos. Ano eleitoral faz maravilhas!

O governo do Brasil retrocedeu e decidiu não promover a legalização do aborto, um dos pontos mais polêmicos de um programa sobre direitos humanos aprovado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, informou nessa terça-feira o ministro de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi.
O Plano de Direitos Humanos, autorizado em dezembro passado, orientava o Legislativo a elaborar leis para descriminalizar o aborto, regularizar as uniões civis entre homossexuais e as questões relacionadas à investigação das torturas cometidas durante a ditadura militar (1964-1985).
Vannuchi explicou à Agência Brasil que o governo desistiu do aborto e da tentativa de proibir a exibição de símbolos religiosos em prédios públicos, dois pontos polêmicos que foram duramente criticados pelo Episcopado. Além disso, será eliminada uma proposta que sugeria a realização de audiências prévias aos julgamentos de conflitos agrários entre fazendeiros e movimentos sociais, o que gerou protestos dos sindicatos dos produtores agrícolas.
O governo já havia modificado anteriormente a questão das torturas durante a ditadura e ordenou ampliar as investigações a todos os abusos aos direitos humanos cometidos na época, o que inclui os crimes cometidos pelos grupos extremistas de esquerda.

***
Grupo Renascer: O Voto e a mobilização do povo fazem milagres na vida e nas idéias dos politicos que precisam de votos para continuar existindo.
No entanto, não nos iludamos. Ano eleitoral gera “recuos estratégicos“. Perder agora, para “ganhar depois”.
Isso não muda nada. A semente está “reservada” para ser usada no futuro, caso as condições politicas estejam favoráveis e se a mentalidade de morte continuar a conduzir os processos politicos. Não tenho nem dúvida.
Cidadãos Cristãos Católicos: Olhos abertos!!
Fonte: Terra

ESCOLA PAULO APÓSTOLO

SER DISCIPULADO E APÓSTOLO – NOSSO CHAMADO

A palavra discípulo, derivada do latim que significa aluno.
Já apóstolo vem do grego que significa enviado. É um missionário.
Jesus mudou o sentido do discipulado.
No judaísmo, uma das religiões mais antigas do mundo, já existia o discípulo e o mestre.
Existiam muitas escolas de mestres em Jerusalém, como: Escola de Gamaliel.
Vejamos a concepção na ótica do Judaísmo e no entendimento de Jesus.


JUDAISMO JESUS

O discípulo escolhia o mestre Jesus escolhia os discípulos

O discípulo era inferior ao mestre Jesus prometia para aqueles que acreditassem Nele que fariam obras maiores do que Ele (Jo 14, 12)

O discípulo andava atrás do mestre Jesus desejava que andassem do seu lado

O discípulo era chamado de servo Jesus os chamava de amigos (Jo 15, 15)



CONDIÇÕES PARA SER DISCIPULO (A essência do discipulado) Lc 9, 23

Em seguida, dirigiu-se a todos:

1. Se alguém quer vir após mim, renegue-se a si mesmo,
Quem é o dono e está no controle do nosso coração.
Bem neste caso estão em jogo as minhas preferências, a minha vontade em relação a Deus. São Paulo entendeu a ponto de dizer: “Já não sou eu quem vivo ... Gl 2, 20.
Conseguimos reconhecer quando estamos pensando somente em nós mesmos, quando estamos cercados de um excessivo cuidado pessoal. Quando isto ocorre é como se vivêssemos na atmosfera, por demais sensível e melindroso, especialmente quando somos corrigidos, estou sempre “ferido” e “magoado”.
Quando muitas não conseguimos nos conter diante de uma situação e acabamos retaliando alguém e usamos a desculpa, ah foi ele que insultou. É verdade, ele agiu assim por causa do seu “eu” e você se ressentiu por causa do seu “eu”, é uma disputa de “eus”.
Jesus não veio ao mundo somente para nos libertar de satanás, mas também de nós mesmos. Do orgulho, do egoísmo, do nosso “eu”.

2. Tome cada dia a sua cruz

A cruz era o instrumento que os romanos empregavam para executar aqueles que cometiam os maiores crimes, por isso tornou-se um símbolo de sofrimento.
Por isso preciso negar-me do contrário, jamais poderei carregar a cruz.

3. Siga-me.

Jo 6, 68 – Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, a quem iríamos nós? Tu tens as palavras da vida eterna.

MILHÕES DE MORTOS-Pe Zezinho scj


Falo contigo Jesus! Não sei o que dizer, não sei o que pensar! A tsunami, os terremotos, os aluviões, os genocídios e as guerras do nosso tempo geraram milhões de mortos. Acrescentem-se pós suicídios, os assassinatos, as mortes por intoxicação e temos o quadro de uma civilização que não sabe como se proteger da morte nem como deixar de matar. Dessa vez foi o Haiti que levará mais de 50 anos para ser reconstruído. A Terra balançou e parte do Haiti morreu.
É a realidade do mundo. Por falta de condições os pobres vão morar onde o mar avança, onde os rios transbordam e onde os barrancos deslizam. Ir para onde? Dinheiro existe, mas vai para grandes monumentos e para o luxo. Se todos vivêssemos um pouco mais frugalmente haveria o mínimo necessário para todos. Mas escolhemos o demais e o de menos, nunca o suficiente e o justo.
Não sabendo o que pensar nem o que dizer ante mais este terremoto no Haiti, paro, penso e oro. Reconstruiremos aquele país sujeito a freqüentes desastres atmosféricos? E daremos a eles condições de viver sem o risco de tantas mortes? Caso não, para onde os transferiremos? Que país os acolheria? Quem lhes dará o dinheiro do qual precisam já que sua terra não tem o subsolo rico das outras?
Culpar-te é crer que existes, mas é também duvidar do teu amor. Criaste um universo em formação e, nele, uma Terra em formação. Ela se mexe e se move em placas tectônicas, as montanhas se movem, o céu se agita, as águas crescem, o clima age e reage. O universo inteiro está explodindo e se formando. Nós é que nos esquecemos disso. Viver é um risco. A depender de onde moramos, morre-se mais. Nenhum de nós tem certeza do dia de amanhã. É a lei da vida. Somos seres imprevisíveis de um planeta imprevisível. Hoje estamos vivos, amanhã talvez não. E quando não é o planeta é um carro, um avião, um acidente vascular cerebral. E partimos!
Pensar o quê? Dizer o quê? Exigir o quê? Tudo o que temos é o passado que nos impulsionou até aqui e o presente que por enquanto nos impele. O futuro não veio e nem sabemos se virá. Viver é bem isso! É a vida que nos deste! É precária, está sujeita a doenças e disfunções e, como o planeta, pode nos levar a qualquer momento. Não há um para onde. Há um para quem! Voltaremos ao teu colo!
Se não tivéssemos esperança de perdão agora e de um depois em Ti, a vida se nos mostraria bem mais enigmática. Mas eu tenho. Creio que um dia te conhecerei e que, junto aos que já chegaram ao definitivo, não estarei mais sujeito à dor e à morte. Agora, porém, não tenho respostas nem para os AVCs , nem para as tsunamis, nem para o terror, nem para os terremotos, nem para tanta morte. Só tenho a fé. Ensina-me a ver sentido onde meus olhos e meu coração não conseguem ver. Que a cruz na qual morreste me ensine! A morte deve ter algum porquê. A vida também! Educa-me para o tempo e para a eternidade!

José Fernandes de Oliveira- Pe Zezinho scj

terça-feira, 16 de março de 2010

ESPECIAL São José

José nasceu provavelmente em Belém, o pai se chamava Jacó (Mt 1,16) e parece que ele fosse o terceiro de seis irmãos. A tradição nos passa a figura do jovem José como um rapaz de muito talento e de temperamento humilde, manso e devoto.
José era um carpinteiro que morava em Nazaré. Com a idade de mais ou menos 30 anos foi convocado pelos sacerdotes do templo, com outros solteiros da tribo de David, para se casar. Quando chegaram ao templo, os sacerdotes colocaram sobre cada um dos pretendentes um ramo e comunicaram que a Virgem Maria de Nazaré teria se casado com aquele em que o ramo se desenvolvesse e começasse a germinar.
Maria, com a idade de 14 anos, foi dada em casamento a José, todavia ela continuou a morar na casa da familia em Nazaré da Galileia ainda por um ano, que era o tempo pedido pelos Ebreus, entre o período do casamento e a entrada na casa do esposo. Foi alí, naquele lugar, que recebeu o anúncio do Anjo e aceitou: Eis-me, sou a serva do Senhor, aconteça a mim aquilo que disseste (Lc 1,38).
Como o Anjo lhe havia dito que Isabel estava grávida (Lc 1,39), pediu a José para acompanhá-la a casa da sua prima que estava nos seus últimos três meses di gravidez. Tiveram que enfrentar uma longa viagem de 150 km porque Isabel morava a Ain Karim na Judéia. Maria ficou com ela até o nascimento de João Batista.
Maria, voltando da Judéia, colocou o seu esposo diante a uma maternidade que ela não podia explicar. Muito inquieto José combateu contra a angústia do suspeito e meditou até de deixá-la fugir secretamente (Mt 1,18) para não condená-la em público, porque era um esposo justo. Na verdade, denunciando Maria como adultera a lei previa que fosse lapidada e o filho do pecado morresse con ela (Levitino 20,10); Deuteronomio 22,22-24).
José estava para atuar esta idéia quando um Anjo apareceu em sonho a fim de dissipar os seus temores: José, filho de David, não temer de casar com Maria, tua esposa, porque aquele que foi generado nela, vem do Espirito Santo (Mt 1,20). Todos os turbamentos sumiram e não só, antecipou a cerimonia da festa de ingresso na sua casa con a esposa.
Com ordem de um edito de César Augusto que ordenava o censimento de toda a terra (Lc 2,1), José e Maria partiram para a cidade de origem da dinastia, Belém. A viagem foi muito cansativa, seja pelas condições desastrosas, seja pelo estado de Maria já próxima à maternidade.
Belém naqueles dias era cheia de estrangeiros e José procurou em todas as locandas, um lugar para a sua esposa mas as esperanças de encontrar uma boa acolhença foram frustradas. Maria deu a luz ao seu filho em uma gruta na periferia de Belém (Lc 2,7) e alguns pastores correram para visitá-la e ajudá-la.
A lei de Moisés prescrivia que a mulher depois do parto fosse considerada impura, e ficasse 40 dias segregada se tivesse partorido um macho, e 80 dias se uma femea, e depois deveria se apresentar ao templo para purificar-se legalmente e fazer uma oferta que para os pobres era limitada a duas rolas e dois pombos. Se o menino era primogenito, ele pertencia pela lei ao Dio Jahvé. Vindo o tempo da purificação, eles vão ao templo para oferecer o primogenito ao Senhor. No templo encontraram o profeta Simeão que anunciou a Maria: e também a ti uma espada traspassarà a alma (Lc 2,35).
Chegaram depois os Magos do oriente (Mt 2,2) que procuravam pelo recém nascido Rei dos Judeus. Vindo ao conhecimento disto, Herodes teve um grande medo e procurou com todos os meios de saber onde estava a criança para poder eliminá-la. Os Magos entanto encontraram o menino, estiveram em adoração e ofereceram os dons dando tranquilidade à Santa Familia.
Depois que eles partiram, um Anjo do Senhor, que apareceu a José, o convidou a fugir: Levanta-te, pega o menino e a sua mãe e foge para o Egito, e fica lá até que não te aviso quando voltar; porque Herodes está procurando o menino para matá-lo. (Mt 2,13).
José foi logo embora com a familia (Mt 2,14) para uma viagem de mais ou menos 500 km. A maior parte do caminho foi pelo deserto, infestado da numerosas serpentes e muito perigoso por causa dos brigantes. A S. Familia teve assim que viver a penosa experiencia de prófugos longe da própria terra, para que acontecesse, quanto tinha dito o Senhor por meio do Profeta (Os XI,1): Eu chamei o filho meu do Egito (Mt 2,13-15).
No mês de Janeiro do ano 4 a.C., imediatamente depois da morte de Herodes, um Anjo do Senhor apareceu em sonho a José no Egito e lhe disse: Levanta-te, pega o menino e sua mãe e vai na terra de Israel; na verdade morreram aqueles que procuravam matar o menino (Mt 2,19). José obedeceu às palavras do Anjo e partiram mas quando chegou a eles a notícia que o sucessor de Herodes era o filho Archelao teve medo de ir embora. Avisado em sonho, foi embora da Galileia e foi morar em uma cidade chamada Nazaré, porque assim aconteceria quanto foi dito pelos profetas: Ele serà chamado Nazareno (Mc 2,19-23).
La S. Familia, como cada ano, foi a Jerusalém para a festa da Pascoa. Passado os dias de festa, retornando a casa, acreditavam que o pequeno Jesus de 12 anos fosse na comitiva. Mas quando souberam que não era com eles, iniciaram a procurá-lo desesperadamente e depois de três dias, o encontraram no templo, sentado no meio dos mestres, enquanto os escutava. Ao verem ele, ficaram perplexos e sua mãe lhe disse: Filho, porque nos fez isto? Eis, teu pai e eu, angustiados te estavamos procurando. (Lc 2,41-48).
Passaram outros vinte anos de trabalho e de sacrifício para José, sempre perto a sua esposa e morreu pouco antes que seu filho iniciasse a predicação. Não viu a paixão de Jesus no Golgota provavelmente porque não teria podido suportar a atroz dor da crocificação do Filho tanto amado.

Juventude é convocada a colocar "mãos à obra"

O coordenador nacional do MJ convoca a juventude a se unir para construção da Sede Nacional da RCC



UM CELEIRO

Ao analisarmos a Renovação Carismática Católica, podemos nos alegrar no Senhor, porque este Movimento trouxe muitas bênçãos para a humanidade. Podemos citar, brevemente, algumas: Quantos religiosos testemunham ter descoberto sua vocação dentro de um Grupo de Oração? Ou quantas famílias foram restauradas neste mesmo espaço? Quantas pessoas libertas de diferentes dependências (drogas, alcoolismo)? São inúmeros os relatos de pessoas que dizem ter encontrado um sentido para suas vidas, após ter um encontro pessoal com Jesus dentro de um Grupo de Oração da RCC. Sem falar das comunidades de vida e aliança que surgiram sob a espiritualidade carismática. Quantas bandas, ministérios nascidos dentro de nossos Grupos? Quantas famílias tiveram início nesses ambientes.


ASSUMINDO NOSSOS POSTOS



Precisamos cuidar para que a RCC continue a ser este celeiro, esta árvore frondosa que dá frutos para a Igreja e para o mundo. Precisamos cuidar com ZELO deste Movimento que o próprio Deus desejou para nossos tempos, e que já proporcionou tantas pessoas a reconhecerem Jesus com Senhor e Salvador. A RCC precisa ser cultivada, a fim de que continue a dar frutos; se desejamos que dos Grupos ainda nasçam muitas vocações, famílias santas, músicas ungidas...

segunda-feira, 15 de março de 2010

Papa na igreja luterana: Deus é o único que pode nos dar unidad

O Papa Bento XVI visitou na tarde de ontem a Christuskirche, a Igreja Luterana de Roma. O Santo Padre foi recebido pela Presidente da comunidade, Doris Esch.
Em tom cordial, ela afirmou que o Papa poderia "se sentir em casa" e recordou a visita feita à Christuskirche (Igreja de Cristo) em 1983 por seu antecessor, João Paulo II. Naquela ocasião, foram celebrados os 500 anos do nascimento de Martinho Lutero.
Depois da recepção, o Santo Padre se dirigiu à Igreja para participar de uma cerimônia ecumênica, acompanhado pelo Pastor Jens-Martin Kruse. Ao discursar diante do Papa, Kruse falou da unidade entre as confissões cristãs, que apesar de suas "divisões e opressões", sabem estar próximas uma da outra, sobretudo nos momentos de sofrimento e dor. "No caminho com Jesus Cristo, nós cristãos somos chamados pelo Apóstolo Paulo a não ficarmos cada um de um lado, mas juntos."
Por sua vez, o pontífice, falando em alemão e sem um discurso nas mãos, afirmou que se ouvem "muitas queixas pelo fato de que o ecumenismo não progride, mas temos de dizer – e podemos dizer com muita gratidão – que já temos muitos elementos de unidade".
O pontífice convidou a agradecer pelo fato "de que estamos aqui presentes, por exemplo, neste domingo, porque cantamos juntos, porque escutamos a Palavra de Deus, porque nos escutamos uns aos outros, olhando todos juntos para Cristo e, deste modo, damos testemunho do único Cristo".
Bento XVI reconheceu que "certamente não temos de nos contentar com os êxitos do ecumenismo dos últimos anos, pois não podemos beber do mesmo cálice nem podemos estar juntos ao redor do mesmo altar".
"Isso tem de nos entristecer, pois é uma situação pecaminosa, mas a unidade não pode ser fruto dos homens, temos de nos entregar ao Senhor, pois Ele é o único que pode nos dar a unidade. Esperamos que Ele nos leve a esta unidade" – disse.
Citando as palavras do Pastor Kruse, o Santo Padre reconheceu que o primeiro ponto de encontro entre luteranos e católicos "deve ser a alegria e a esperança que já vivemos, e a esperança de que esta unidade possa ser mais profunda".
Após a cerimônia ecumênica, o Papa participou de um encontro com a comunidade e com seu pastor.
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por
Rádio Vaticano
fonte: blog ISJ Camocim
O Instituto São José, escola católica de Camocim/CE, dirigida pela Congregação das Irmãs Missionárias Capuchinhas celebrará no dia 19 de março de 2010 o seu Jubileu de Diamante, comemorando 60 anos de história e dedicação ao povo camocinense. Para celebrar com a devida importância essa data jubilar, acontecerá de 15 a 19 de março uma semana comemorativa. Eis a programação:

15/03: Motocarreata às 16:00 h (concentração e saída de frente ao Instituto São José);

16/03: Temos estórias para contar

7:30 h às 9:00 h - para crianças;

13:30 h às 15:00 h - para adolescentes e jovens;

- Inauguração do obelisco às 19:00 h - em frente ao colégio;

- Sessão solene da Câmara Municipal às 19:30 h no Auditório do colégio;

17/03: Circuito Esportivo

Manhã, a partir das 7:30 h - Crianças;

Tarde, a partir das 13:30 h - Jovens;

Noite, a partir das 19:00 h - Adultos;

18/03: Momento artísticocultural

Canto Coral e Música do Jubileu: "Uma História de amor, ousadia e fé" (Auditório)

19/03: Alvorada Festiva, às 6:00 h em frente ao colégio

Missa solene às 18:00 h, presidida pelo bispo diocesano D. Francisco Javier

Saiba como está o processo de beatificação de Irmã Dulce.

Irmã Dulce atendia a crianças, adultos, idosos e deficientes físicos e mentais

O processo de beatificação de Irmã Dulce pode dar um passo decisivo até o final do ano. Após o reconhecimento das virtudes heróicas da Serva de Deus Dulce Lopes Pontes, e a concessão oficial do título de Venerável à religiosa, em abril de 2009, o processo entrou na última etapa onde é preciso a confirmação de um milagre por intercessão de Irmã Dulce.
Atualmente, o Memorial Irmã Dulce guarda mais de cinco mil cartas e depoimentos de curas que os devotos acreditam milagrosas e operadas por sua intercessão.
Uma graça só é considerada milagre após atender a quatro pontos básicos: a instantaneidade, que assegura que a graça foi alcançada logo após o apelo; a perfeição, que garante o atendimento completo do pedido; a durabilidade e permanência do benefício e seu caráter ‘preternatural’ (não explicado pela ciência).
A comprovação do milagre é feita em três etapas: uma reunião com teólogos, com peritos médicos (que dão o aval científico) e, finalmente, a aprovação final do colégio cardinalício.
A expectativa é que até o final de 2010 esta fase esteja concluída e os fiéis possam aguardar o anúncio da beatificação.
A religiosa, conhecida como o “Anjo Bom do Brasil”, dedicou-se integralmente aos pobres e necessitados. Entre as diversas obras fundadas por ela, estão o Hospital Santo Antônio, capaz de atender setecentos pacientes e duzentos casos ambulatoriais; e o Centro Educacional Santo Antônio (CESA), instalado em Simões Filho, que abriga mais de trezentas crianças de 3 a 17 anos.

Fonte: Canção Nova.


Os cuidados da quaresma

É costume dizer que a quaresma, o tempo de preparação para a Páscoa, é tempo de penitencia: de jejum, de esmola, de oração. Talvez hoje se deva dizer que é tempo de cuidado.
Primeiro, cuidado da natureza. Estamos acostumados a ler a Palavra de Deus. Deus abençoou Noé e seus filhos, dizendo-lhes: “Crescei, multiplicai-vos e enchei a terra. Todos os animais da terra vos temerão e respeitarão: aves do céu, répteis do solo, peixes do mar, estão em vosso poder” (Gen 9, 1-2).
A humanidade começou a destruir a natureza em vista do mercado, do lucro. Sempre se diz que o ser humano é colaborador de Deus na criação. Não para destruir a criação, mas para cultiva - lá e cuida - lá.
E mais: a ideia de que o ser humano tem domínio absoluto sobre a natureza, desencadeou nele uma racionalidade sem ternura e o lado selvagem dos sentimentos. E assim vai-se rompendo a harmonia entre as pessoas e a natureza. A natureza ferida se volta contra a humanidade. É só ver os terremotos, tempestades, enchentes e o clima inconstante.
Um célebre filósofo (Schopenhauer) afirmou: “Nesta terra os animais vivem no inferno e seus demônios são os seres humanos”. A Páscoa é a vitória de Jesus sobre o mal e a morte. Quem sabe, como colaboradores de Deus na obra da criação, nós vamos cuidar da natureza para manter a convivência harmônica entre a humanidade e nosso belo planeta!
A penitência quaresmal requer também o jejum. Visa primeiro a conversão do coração, a orientação de toda a vida para Deus. Mas o jejum agradável a Deus implica também no cuidado dos pobres, excluídos e abandonados. Inclusive na defesa do direito e da justiça.
E a esmola? Nos convida a imitar a misericórdia de Deus para com o próximo, a quebrar nosso orgulho e a inveja e a partilhar nossos dons espirituais e materiais.
Finalmente, é o cuidado com a espiritualidade, a vida de oração. É o respiro da alma. É o acesso à Palavra de Deus, aos sacramentos da Igreja, á oração pessoal e comunitária. É o cuidado com nosso interior para termos harmonia, paz e um coração feliz. Pois, como diz alguém (Friedmann), “quem não se encontra, nunca está em casa”.

Fonte: CNBB

domingo, 14 de março de 2010

Liturgia do Domingo


IV Domingo da Quaresma (Ano C)

Js 5,9a.10-12

Sl 33

2Cor 5,17-21

Lc 15,1-3.11-32


Este Domingo hodierno, caríssimos, marca como que o início de uma segunda parte da Santa Quaresma. Primeiramente é chamado “Domingo Laetare”, isto é “Domingo Alegra-te”, porque, no Missal, a antífona de entrada traz as palavras do Profeta Isaías: “Alegra-te, Jerusalém! Reuni-vos, vós todos que a amais; vós que estais tristes, exultai de alegria! Saciai-vos com a abundância de suas consolações!” Um tom de júbilo na sobriedade quaresmal! É que já estamos às portas “das festas que se aproximam”. A Igreja é essa Jerusalém, convidada a reunir seus filhos na alegria, pela abundância das consolações que a Páscoa nos traz! Este tom de júbilo aparece nas flores que são colocadas hoje na igreja e na cor rosa dos paramentos do celebrante.


Depois deste Domingo, o tom da Quaresma muda. A partir de amanhã, até a Semana Santa, todos os evangelhos da Missa serão de São João. Isto porque o Quarto Evangelho é, todo ele, como um processo entre os judeus e Jesus: os judeus levarão Jesus ao tribunal de Pilatos. Este condena-lo-á, mas Deus haverá de absolvê-lo e ressuscitá-lo! A partir de amanhã também, a ênfase da Palavra de Deus que ouviremos na Missa da cada dia, deixa de ser a conversão, a penitência, a oração e a esmola, para ser o Cristo no mistério de sua entrega de amor, de sua angústia, ante a paixão e morte que se aproximam.


Em todo caso, não esqueçamos: a Quaresma conduz à Páscoa. A primeira leitura da Missa no-lo recorda ao nos falar da chegada dos israelitas à Terra Prometida. Eles celebraram a Páscoa ao partirem do Egito e, agora, chegando à Terra Santa, celebram-na novamente. Aí, então, o maná deixou de cair do céu. Coragem, também nós: estamos a caminho: nossa Terra Prometida é Cristo, nossa Páscoa é Cristo, nosso maná é Cristo! Ele, para nós, é, simplesmente, tudo! Estão chegando os dias solenes de celebração de sua Páscoa!

DEUS É FIEL

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