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sábado, 27 de fevereiro de 2010

O Espírito Santo lhes dará força e poder

Pentecostes é constitutivo do Mistério Pascal e sem ele a graça da Salvação não avançaria, pois os discípulos não teriam a coragem nem a sabedoria para dar continuidade à Missão Salvífica do Senhor Jesus. Foi necessário então que Cristo enviasse o Espírito Santo sobre os discípulos cumprindo assim a Promessa do Pai feita pela boca dos Profetas. "Portanto, exaltado pela direita de Deus, Ele recebeu do Pai o Espírito Santo prometido e derramou-O, e é isto o que vedes e ouvis" (At 2, 33). Pedro disse estas palavras à multidão reunida no dia de Pentecostes.
Jesus enviou-nos o Espírito Santo para nos dar poder e autoridade, a fim de podermos dar continuidade à Sua missão no mundo. Por isso, devemos permitir que o Espírito Santo seja ativo nas nossas vidas, devemos abrir-nos às Suas inspirações que nos motivam a espalhar pelo mundo a Boa Nova da Salvação de Cristo: "Mas descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força; e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria e até os confins do mundo."(At 1, 8).
O Espírito continua sendo derramado sobre a humanidade para que a boa nova se espalhe e o mesmo Espírito concede os carismas que atestam a mensagem: o dom das línguas, dos milagres, de profecia, de sabedoria, etc. O Espírito dá força para que, apesar das perseguições, proclamemos que Jesus é o Messias e d'Ele demos testemunho.
Através dos milagres e sinais a pregação é confirmada e o povo identifica a presença do Messias em seu meio e passam a crer no Evangelho anunciado. Os milagres e sinais são necessários na evangelização e constituem um dos elementos do Ministério de Jesus que são o Anúncio e os Milagres. Quando os discípulos de João Batista indagam Jesus se Ele era o Messias, a resposta de Jesus é direta: "Ide e contai a João o que ouvistes e o que vistes: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são limpos, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam, o Evangelho é anunciado aos pobres..." (Mt 11,4-5). 

Superstição: deixar de confiar em Deus

Quantas pessoas entram em lugar somente com o pé direito, comem lentilhas para pedir prosperidade, usam o branco para atrair bons fluidos, vestem sempre determinada roupa para dar boa sorte, penduram ferradura atrás da porta, batem na madeira para afastar o azar, não fazem nada no dia 13 e evitam qualquer coisa ligada a esse número... Para não falar da "maldição" causada por gatos pretos, por passar debaixo de uma escada ou quebrar um espelho. Essas e outras práticas revelam uma falta de confiança em si e principalmente nos cuidados de Deus. Chama-se a isso de superstição.
A superstição é a crença de que certas obras, objetos ou números têm força para dar sorte ou azar. Quanto menos uma pessoa conhece e vive o amor de Deus, tanto maior são as suas superstições.
Fé e superstição são duas realidades completamente diferentes. Por quê? A fé está alicerçada nas promessas de Deus: " A fé é o fundamento da esperança, é uma certeza a respeito do que não se vê" (Hb 11,1). Os heróis da Bíblia são apresentados como homens e mulheres que "graças a sua fé (em Deus) conquistaram reinos, praticaram a justiça, viram se realizar as promessas" (Hb 11,33).
No Catecismo da Igreja Católica, a superstição é apresentada como um pecado contra o primeiro mandamento da lei de Deus: "A superstição é o desvio do sentimento religioso e das práticas que ele impõe. Pode afetar também o culto que prestamos ao verdadeiro Deus, como por exemplo quando atribuímos uma importância de alguma maneira mágica a certas práticas, em si mesmas legítimas ou necessárias. Atribuir eficácia exclusivamente à materialidade das orações ou dos sinais sacramentais, sem levar em conta as disposições interiores que exigem, é cair na superstição" (CIC 2111).
A superstição cria medo na pessoa, levando-a a confiar em coisas e não em Deus*

Artigo extraído do livro "Católico pode ou não pode? Por quê?" de Pe. Alberto Gambarini, Edições Loyola, 2005.

Filme “Invictus” é elogiado pelo jornal do Vaticano.

O jornal L’Osservatore Romano dedicou um de seus habituais comentários cinematográficos a elogiar o tema da reconciliação e o perdão na produção Invictus, dirigida por Clint Eastwood, aonde através da luta pela obtenção do campeonato mundial de rugby de 1995, mostra Nelson Mandela lutando pela unidade e a pacificação da África do Sul.
O artigo do LOR assinala ao princípio que “às vezes acontece que um evento esportivo assume significados que vão além do aspecto competitivo. Assim se para a maior parte das pessoas a final da Taça do Mundo de rugby de 1995, disputada no Ellis Park Stadium de Johanesburgo, foi apenas uma vibrante partida com um resultado surpreendente, para a África do Sul representou um momento crucial da história nacional”.
Mandela, prossegue o texto, tinha ante si a “um povo dividido entre os brancos –poucos e donos do poder e da riqueza– e os negros, pobres e marginalizados. A impensável convergência dos torcedores ante uma equipe (de rugby), os Springboks, apoiados só pelos afrikaaners e odiada pelos nativos por causa das cores verde e ouro convertidas no símbolo da segregação, ajudou em parte a sanar as feridas do passado e a infundir esperança em um futuro cheio de incógnitas depois da vergonha do apartheid”.
LOR assinala que nesta produção Clint Eastwood segue em sua tarefa de “explorar o homem e a sociedade. Seguindo a rota do filme Gran Torino (hino à não-violência e convite à tolerância racial, contra todo preconceito) confronta os delicados tema do perdão e da reconciliação. ‘O perdão –faz dizer a seu Mandela– liberta a alma, cancela o medo. Por isso é uma arma tão potente’”.
Morgan Freeman e Matt Damon interpretam, respectivamente, Nelson Mandela e Françoise Pienaar, o líder dos Sprinboks, a equipe nacional de rugby que tem a missão de ganhar o campeonato mundial “que será disputado na mesma África do Sul. Mas o verdadeiro objetivo é a pacificação do país sintetizada no lema ‘uma equipe, um país’. A ocasião é única e irrepetível e, desportivamente, é uma empresa ao limite do possível”. 

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

A Natureza dos Anjos.

Quem são os Anjos? Para que Deus os criou? Como sabemos de sua existência?

A existência dos Anjos é uma verdade de fé, continuamente professada pela Igreja, que faz parte, desde sempre, do tesouro de piedade e da doutrina do povo cristão. A Igreja os venera, os ama e são "motivo de doçura e ternura" (João XXIII, 9-VIJI-196 1).
Os anjos são seres espirituais, pessoais e livres; dotados, portanto, de inteligência e vontade, criados do nada por Deus.
Deus criou os anjos para que o louvem, o obedeçam e o sirvam; além disso, para fazê-los eternamente felizes e para que ajudem e guiem a cada pessoa, a cada família, nação, instituição e muito especialmente à Igreja.

A Existência dos anjos.
Conhecemos sua existência porque Deus a revelou. Assim no Antigo Testamento, nos diz que fecharam o paraíso terrestre depois do pecado de Adão e Eva; protegeram Lot em Sodoma; salvaram Agar e seu filho Ismael no deserto; anunciaram a Abraão e Sara que teriam seu filho Isaac; assistiram ao profeta Elias.
No Novo Testamento, nos diz que avisaram a Zacarias sobre o nascimento de São João Batista; São Gabriel anunciou à Virgem Maria que seria a Mãe do Redentor; louvaram a Deus pelo nascimento de Cristo; revelaram a São José o mistério da encarnação, confortaram Jesus em sua agonia no Horto do Getsêmani; apareceram na ressurreição de Jesus e em sua ascensão ao céu.
Crer na existência dos anjos é uma verdade de fé. Assim defiriiu o Magistério da Igreja: "Deus criou do nada uma e outra criatura, a espiritual e a corporal, isto é, a angélica e a humana (...)" (Concílio de Latrão e Concílio Vaticano 1).
Quem nega sua existência com persistência, sabendo que é dogma de fé, comete pecado mortal e incorre em excomunhão (cf. Código do Direito Canônico, canon 1364).
Dotados de uma natureza mais perfeita que a humana, esses espíritos puros foram criados para dar glória a Deus, reger o mundo material e serem poderosos auxiliares dos homens em vista de sua salvação eterna. Em um êxtase, Santa Maria Madalena de Pazzi viu uma religiosa de sua Ordem (Cannelita ser retirada do Purgatório e levada ao Céu por seu Anjo da Guarda. E Santa Francisca Romana viu seu Anjo da Guarda conduzir ao Purgatório, para ser purificada, uma alma a ela confiada. O espírito celeste permaneceu fora daquele lugar de purificação, para apresentar ao Senhor os sufrágios oferecidos por aquela alma. E, ao serem aceitos por Deus, essa alma era aliviada de suas penas. (1)

Os anjos da guarda.
Depois de nascer, o homem recebe de Deus um desses angélicos guardiães, que o acompanhará durante a vida, protegendo-o e comunicando-lhe boas inspirações. Se a pessoa houver vivido segundo a Lei de Deus, ao ponto de santificar-se e ir diretamente ao Céu, o Anjo da Guarda a conduzirá a este lugar santo. Caso contrário, e o que é mais provável, ela precisa purificar-se no fogo do Purgatório, o anjo a conduzirá depois ao Paraíso Celestial. Ou, caso contrário, se houver rechaçado suas inspirações e moções, condenando-se para todo o sempre, o deixará às portas do inferno. 

“COMBATI O BOM COMBATE” (Ef 6,17 / II Tm 4,7)

6ª PREGAÇÃO: XI DESPERTAI - Encontro de Carnaval realizado dias 13,14,15 e 16 de fevereiro de 2010 em Camocim

PREGADOR: FLÁVIO – MISSIONÁRIO SHALOM.

RESUMO DA PREGAÇÃO: Quando o Senhor fala, alguma coisa vai mudar na nossa vida... Aqueles que estavam ontem no encontro, devem se recordar de que uma mulher entrou onde nós estávamos, e o Naldo José recebeu de Deus a mensagem que ela estava com depressão e o Emanuel falou que ela estava realmente com depressão. Nós nos oferecemos para rezar por ela e passamos uns 30 ou 40 minutos rezando por ela. Hoje, ela apareceu com um ânimo revigorado, pois Deus já havia iniciado sua obra. Ela estava com um belo sorriso e disse que melhorou muito...
Despertai está no imperativo, é necessário uma atitude e só é necessário despertar quem está dormindo... nós precisamos nos tornar íntimos da Palavra do Senhor, aderindo-a na sua totalidade. A Palavra não é um livro, uma auto-ajuda, a Palavra é o próprio Deus, é o verbo. Você é amigo de Deus? Tem proximidade com o Senhor? Eu fui a uma lanchonete, após minha oração, e quando cheguei lá tinha uma mulher, e o Senhor colocava em meu coração para falar de Deus para ela. Daí eu peguei meu lanche e fui pra perto dela, e ela muito dispersa. E eu me perguntei: - Como vou evangelizar? Ai, usei de criatividade, peguei meu celular, fingi que tinha alguém na linha e fiquei falando: “Olha, não se preocupa! Deus vai tomar de conta. Deus te ama...” Ai. a mulher derramou lágrimas; depois ela agradeceu dizendo: “obrigado por ter sentado ao meu lado, eu estava precisando ouvir o que você disse...”. E por que que estou falando isso? Porque esse momento é tempo de decisão. Se pensarmos que durante esse carnaval estamos no retiro e foi muito bom ouvir as palestras, nos enganamos. Pois o Senhor, como General, tem nos conduzido até agora, e o ápice do momento é agora, é tempo de decisão... Quando li a Palavra: “Combati um bom combate” eu refletia... Dona Raimundinha, eu profetizo que durante tua coordenação será um tempo de batalha.  

“DEUS PROMETE SUCESSO A QUEM VIVE SUA PALAVRA” (JS 1,6-9)

5ª PREGAÇÃO: XI DESPERTAI - Evento  de Carnaval realizado dias 13,14,15,16 de fevereiro de 2010 em Camocim-CE

PREGADOR: CAVALCANTE – MISSIONÁRIO SHALOM.

RESUMO DA PREGAÇÃO: Geralmente, nós aprendemos que o contrário de amor é ódio, não é isso? Mas de acordo com a Palavra de Deus, o contrário de amor é egoísmo. Então, o nosso conceito muitas vezes é contrário ao da Palavra. Confesso que a palavra sucesso me deixou muito intrigado. Pegue II Mac 7,1-9. Aqui nós vemos que os irmãos sofreram por amor a Palavra de Deus, confiantes Nela. O primeiro sucesso de quem coloca a sua vida, sua caminhada, é ser corajoso, não temendo as tribulações. Tem uma frase na encíclica de Bento XVI que no final ele fala mais ou menos assim: “que o mundo não se engane, pois a Parusia acontecerá”. Meu irmão, Cristo realmente virá, e isso não é motivo de medo, mas de alegria, afinal de contas vivemos esperando esse momento de encontro definitivo com o Senhor. Minha filha com um ano e seis meses ela sofreu cinco paradas cardíacas, e eu sofri muito vendo minha filha lutando pela vida, e eu cheguei a dizer: “Senhor, me leva!”. Aquela mãe dos irmãos Macabeus, ela acreditava na ressurreição. É uma das poucas vezes que no Antigo Testamento se fala em ressurreição. Nós enfrentamos diariamente tribulações, mas não podemos esquecer que, em tudo, Deus é mais que vencedor. Vamos orar pedindo a Deus a firmeza e a coragem, pois Deus tem a última palavra em nossas vidas.
O que quer dizer “não se afastar da Palavra nem pra direita nem pra esquerda”? A Bíblia fala que não devemos matar, mas muitas pessoas apóiam o aborto, a pena de morte, a fecundação in vitro (onde muitos óvulos fecundados são jogados fora). Eu não posso me desviar nem pra direita nem pra esquerda. O que a Igreja diz é o que eu vou seguir. O Magistério fala, eu sigo. Um dia, estava ouvindo uma propagando política e ouvi Ciro Gomes numa entrevista onde um repórter o perguntou se ele era a favor da pena de morte, e ele disse que não. E o repórter indagou-lhe dizendo: “e se você chegasse em casa e visse um homem estuprando e matando sua mulher e suas filhas?” Ciro respondeu: “eu o mataria com os dentes”. E o reporter falou: “Então, por que não fazer a lei da pena de morte?” E Ciro finalizou, dizendo: “Não posso tornar meu ato de irracionalidade, de momento, de impulso em uma lei, porque toda lei precisa ser aplicada na racionalidade, ser bem pensada”.  

Oficina de Dons

DOM DA FÉ

A fé é o dom que recebemos no batismo. Ele vai acrescentando em nós, a ponto de se tornar uma fé operativa. Não a fé intelectual: "Eu acredito que Jesus pode curar", e só. Não; de tal maneira estou convencido do poder curador do senhor, que minha fé me leva a ser instrumento dele.
Tudo isso depende de estarmos no Espírito Santo e permanecermos Nele.
Se pego um copo e ponho nele água, um pouco de azeite, uma rolhinha e um pavio, terei feito uma lamparina de azeite. Se eu pegar só o pavio e lhe puser fogo, em poucos segundos o pavio se consumirá. Mas, deixando o pavio embebido no azeite estará produzindo luz e calor. Conosco é a mesma coisa: tudo depende de permanecermos embebidos no Espírito. E então Ele, que tem todos os dons, manifesta-se em nós conforme a necessidade.

Leia a Palavra:

"Quando eles chegaram perto da multidão, um homem aproximou-se dele e lhe disse, caindo de joelhos: "Senhor, tem piedade de meu filho: ele é lunático e sofre muito; cai muitas vezes no fogo ou na água. Embora eu o tenha trazido a teus discípulos, ele não o puderam curar". Tomando a palavra, Jesus disse:
"Geração incrédula e transviada, até quando estarei convosco? Até quando terei de vos suportar? Trazei-mo aqui". Jesus ameaçou o demônio, que saiu do menino, e este ficou curado desde aquela hora.
Então os discípulos, aproximando-se de Jesus, disseram-lhe em particular: "E nós, por que não conseguimos expulsá-lo?" Ele lhes disse: "Por causa da pobreza de vossa fé. Pois, em verdade, eu vos digo, se um dia tiverdes fé do tamanho de um grão de mostarda, direi a está montanha: Passa daqui para acolá; e ela passará. Nada vos será impossível" (Mateus 17,14-20).
Ore agora: Tua Palavra é santa, Senhor. Tua Palavra é a Verdade. Eu quero acolher, viver esta Verdade. Acolho, agora, a Tua Palavra. A Tua Palavra é a Verdade. A Verdade está aqui! Eu quero viver esta Tua Palavra AGORA.

PASTORAL DO COPO DE ÁGUA

Rebeca foi escolhida ao dar de beber aos camelos do servo de Isaque. ( Gn 24,14-24 )A samaritana foi convertida por causa de um gole de água. (Jo 4,7) Jesus provavelmente tinha sede quando pediu àquela mulher de outro povo, de outra religião e de outros costumes que lhe desse um pouco de água. Ela não negou, mas achou estranho que um homem judeu falasse com ela, que era samaritana. Ele e não ela estava transgredindo um costume.
E daí? O mesmo homem que lhe pediu água e conversou longamente com ela, também colheu ( Mt 12,1-8) e curou em dia de sábado( Mt 12, 10-13) e quebrou diversas tradições que não faziam mais sentido, enquanto conservou as que ainda tinham sua razão de ser. Por isso disse que se ela soubesse quem ele era, sedenta como era de afeto, iria pedir da água que ele tinha. A mulher já tivera cinco homens e estava no seu sexto companheiro De conversa em conversa ele a convenceu, sem humilhá-la, sem ofender, sem diminuir, sem perder a gentileza. Ela podia ter seus pecados, mas era sincera. Falava a verdade e era boa de conversa. Mostrava franqueza, não mentiu e mostrou que sabia ouvir Fanática ela não era!. Sabia ver valor nos outros. Por isso, foi possível dialogar. Fanáticos, mentirosos e manipuladores que nunca sustentam suas promessas e que se acham os donos da situação, tornam difícil qualquer diálogo. Com Herodes Jesus ficou calado. Não havia verdade no rei. Com Pilatos, falou claro, com os fariseus teve debates intensos, mas com a samaritana foi amistoso, sincero e franco. Ela o fez por merecer. Abriu-lhe o coração. 

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

A RCC, um Movimento da Igreja ou uma Torrente de Graça?

Por Maria Eugenia de Gongora

Em Atos dos Apóstolos, encontramos a confirmação de como a Igreja tem sido revitalizada através da ajuda do Espírito Santo desde o início de sua vida. As primeiras comunidades, nas quais a “alegria e singeleza de coração” (At 2, 46) reinavam, eram ricas em dinamismo, abertura e zelo missionário. Estas comunidades partilhavam o partir do pão em amor fraternal, iluminadas pela Palavra, servindo uns aos outros com humildade mútua – e eram um testemunho autêntico que atraía a admiração daqueles que observavam os discípulos - estimulando em muitos o desejo pela conversão e por partilhar este novo estilo de vida. O Evangelho de São João nos oferece uma fotografia desta nova família espiritual dedicada a amar “Amai-vos uns aos outros, como eu vos tenho amado” (Jo 13, 34).
Estes irmãos daquele tempo testemunharam o poder e a eficácia da Palavra: curas, libertações, sinais e prodígios aconteceram em abundância. Nesta atmosfera, era normal viver sob a vigorosa ação de Deus, que produzia coragem renovada diante das perseguições, inspirando um amor profundo e crescente; e tudo isto era o fruto da Sua presença. Em Atos 1, 8, há uma referência específica à promessa de Jesus referente à efusão do Espírito e aos resultados maravilhosos de Sua ação em nossos irmãos daquele tempo. É certo, portanto, esperar que esta ação continuará a operar na Igreja de hoje também: toda a Igreja deve ser renovada.
Quando comparamos as primeiras comunidades de cristãos às de hoje, compreendemos que algo do amor e da intensidade daquele tempo foi perdido, provavelmente como consequência de termo-nos tornado mais burgueses e egoístas. A predisposição autêntica para com o ideal espiritual foi progressivamente diluída e substituída por um ceticismo frio que entorpece, limita e congela e, em seu pior estágio, mata. Não deveríamos talvez renovar nossa fé na promessa de Jesus que nos enviou Seu Espírito Santo no início da história da Igreja, assegurando-nos também: “Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo” (Mt 28, 20)? Vimos estas palavras de Jesus se tornarem realidade em diferentes fases da história da Igreja, particularmente em momentos difíceis devido a conflitos e situações que fizeram parecer que o barco de Pedro havia afundado: a ajuda divina nunca falhou e sempre estimulou novos dons espirituais através da renovação do impulso do Espírito. Hoje também somos atores e protagonistas de uma ação renovadora poderosa na Igreja, vivendo em uma “torrente de graça” abençoada que leva o nome de Renovação Carismática, um novo convite do Senhor para um Cristianismo que se manifesta através de sinais e comportamentos evidentes, o fruto de nossa abertura à maravilhosa ação do Espírito. Esta torrente renovadora envolve toda a Igreja: não podemos reduzi-la a um simples “Movimento” ou “Associação”; é um sopro poderoso do Espírito que queima na Igreja para nos tirar de nossa indiferença e torpor. Devemos recuperar este tipo de experiência, típica das primeiras comunidades cristãs, confirmando assim o que Jesus prometeu: “Aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço, e fará ainda maiores que estas, porque vou para junto do Pai” (Jo 14, 12). 

Arquidiocese do Rio pede indenização por imagem do Cristo no filme ‘2012’.

Distribuidora Columbia Pictures não foi autorizada a usar imagem.No filme “2012” (do cineasta alemão Roland Emmerich, o Cristo Redentor é destruído junto com outras construções famosas ao redor do mundo. O uso da imagem da célebre estátua carioca, no entanto, não foi autorizado pela Arquidiocese do Rio, que agora pede uma indenização à distribuidora Columbia Pictures pelo uso indevido.
Valor ainda não foi estipulado e negociação é amigável, diz arquidiocese.

De acordo com Claudine Dutra, responsável pelo departamento jurídico da arquidiocese, a negociação está sendo feita de forma amigável e ainda não há uma ação contra a Columbia e nem um valor estipulado da indenização.
“Eles nos procuraram na fase de pré-produção do filme, acho que em 2008, para pedir autorização e isso foi negado. Mesmo assim, eles usaram o Cristo no filme”, afirmou a advogada.
A direção-geral da Columbia informou que o caso está sendo tratado por advogados em Los Angeles, nos Estados Unidos.
Segundo a assessoria de imprensa da arquidiocese, o Cristo Redentor é de propriedade da igreja e, por isso, o órgão teria o direito de negar o uso da imagem da estátua.
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Pedido de desculpas
Ainda de acordo com Claudine, em dezembro de 2009, um mês após a estreia do filme, a Columbia recebeu uma notificação e os advogados da distribuidora se retrataram, em reunião com a equipe da arquidiocese.
Em documento, segundo a arquidiocese, eles se desculparam dizendo que “em nenhuma hipótese o uso da estátua na produção do filme ‘2012′ teve por intenção causar prejuízo ou de qualquer outra maneira atacou ou ofendeu a imagem da igreja ou a fé católica”.
“A gente entendeu, mas isso não é suficiente. Houve o uso indevido da imagem, fiéis nos procuraram indignados”, afirmou a advogada.

fonte:Carolina Lauriano Do G1.

A Seicho-no iê e a fé cristã. Existem compatibilidades?

Fonte: Prof. Felipe Aquino

O fundador da Seicho-No-Iê foi Masaharu Taniguchi, um japonês que iniciou o seu trabalho em 1930 com a publicação da revista Seicho-No-Iê, nome que significa “A Casa da Plenitude”, isto é, a casa onde se encontra a vida, amor, sabedoria, abundância e todos os demais bens em grau infinito. Em 1940, o movimento foi registrado como religião perante o governo japonês; tem seu culto e algo como a sua bíblia, que é chamada de “Seimei no Jisso” e sua mensagem doutrinária. É a mais eclética de todas a religiões. Mistura o budismo com cristianismo e crenças do Oriente, etc.

Os pontos principais da sua crença são:
- A matéria não tem existência real. Só existe a realidade espiritual. Para Taniguchi, tudo o que acontece no mundo material é mero reflexo da mente. Ora, isto é fantasia; o mundo é real, a matéria é real e pode ser submetida a experiências físicas e químicas.
- O mal não existe, é pura ilusão e produto da mente humana; portanto, a doença não existe, de forma que para quem cultiva o pensamento positivo todas as doenças desaparecem, e a felicidade é possível.
Ora, isto é outra fantasia. É claro que é importante o pensamento positivo, mas não se pode exagerar e achar que ele resolve todos os problemas e doenças. Se fosse assim, os hospitais estariam vazios e os médicos e psiquiatras não teriam tantos problemas.
- O pecado também não existe; é irreal, é pura ilusão. Taniguchi acha que um dos maiores males do homem é o fato de este se considerar pecador.
É aqui que esta “religião” bate de frente com o Cristianismo, já que Cristo veio para “tirar o pecado do mundo” (Jo 1, 29). Portanto, se o pecado não existe, para que Jesus Cristo? Desprezando-se o pecado, despreza-se Jesus Cristo, despreza-se o Cristianismo.

O Catecismo da Igreja Católica (CIC) nos mostra toda a gravidade do pecado:
“Aos olhos da fé, nenhum mal é mais grave do que o pecado, e nada tem conseqüências piores para os próprios pecadores, para a Igreja e para o mundo inteiro” (CIC § 1488). São palavras fortíssimas que mostram que não há nada pior do que o pecado. 

Descoberta que confirma a Biblia: Muralha de Salomão foi encontrada.

Arqueólogos da Universidade Hebraica de Jerusalém desencavaram parte de uma muralha que eles afirmam ser de dez séculos antes de Cristo e que teria sido construída por ordem do Rei Salomão.
A muralha tem seis metros de altura e a secção escavada se estende por setenta metros.
Eilat Mazar, o arqueólogo responsável, declara com certeza que a construção é da época do chamado rei sábio. Ele diz que, de acordo com a Bíblia, Salomão construiu o Primeiro Templo que acabou destruído por Nabucodonozor, que reinou na Babilônia no ano de 586 antes de Cristo.
O arqueólogo judeu diz que a construção corrobora documento escrito de projetos realizados pelo rei, filho de Davi, cuja vida consta de inesquecíveis mitos.
O lado da Jerusalém antiga, diante da Porta dos Leões, uma das várias portas de entrada da cidade velha que eram fechadas à noite como segurança ou quando atacavam a cidade. Foi por esta porta que entrei na cidade na batalha de Jerusalém de 1967, como jornalista. Os legionários jordanianos nela ainda defendiam posições. A ânsia de chegar ao Muro das Lamentações foi mais forte que o medo da pontaria dos soldados jordanianos. Cheguei ao muro ficava apertado em estreita rua coberta de sacos de lixo. Havia a tradição de ser o último muro que sobrara da destruição do Templo de Herodes, o segundo templo. Estava em pé, pois velha tradição dizia ter sido construído com doações dos mais pobres sendo sagrado e protegido de Deus. Do lado oposto ficava uma modesta vila árabe que veio ser identificada como a cidade de Davi, onde são diários os encontros de resíduos arqueológicos da antiguidade remota. Pelo que deu para compreender, o muro foi encontrado próximo da atual muralha que cerca a cidade.
Dentro dela estão o Muro das Lamentações dos judeus, colado à colina do templo onde os árabes construíram a mesquita de Al Aksa, o terceiro lugar mais sagrado do Islã, que marca o local que, de acordo da tradição, Maomé ascendeu a Deus de quem começou a receber a revelação do Corão, o Livro Sagrado de sua religião.
Há quem insista que no bojo da colina estão enterrados os objetos mais sagrados do Templo. Mas não se pode confirmar por proibição muçulmana. Escavar na área de Al Aksa é proibido, pois poderiam mudar a historia.
Escavações revelariam parte de outras muralhas. Foram encontrados gigantescos vasos, uma cerâmica onde se lê em hebraico “Para o Rei”.
Se os arqueólogos fossem autorizados, outras coisas surpreendentes apareceriam.

Fonte: Último Segundo

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Formação Humana

GALERA HOJE TEM ENCONTRO DE AFETIVIDADE

NA IGREJA DE SÃO PEDRO DE CAMOCIM  - APARTIR DAS 19 HORAS

TEMA: SEXUALIDADE
PREGADOR: ALEX

ESTES ENCONTROS ACONTECEM TODA ÚLTIMA QUARTA FEIRA DO MÊS, SENDO ABORDADOS ASSUNTOS SOBRE AFETIVIDADE HUMANA COMO NAMORO, SEXO CASAMENTO E MUITOS OUTROS.

BENDITO SEJA DEUS!!!

Por: Gessivandro Queiroz
Articulador do Ministério Jovem  RCC Camocim

Quaresma. Como a tenho vivido?

Jorge Ferraz


Já estamos atrasados, porque a Quaresma já começou.. Há muito que fazer.
Algumas sugestões práticas:
•Desligar a televisão

•Desligar o MSN

•Desligar o som do carro na volta pra casa, e aproveitar o silêncio para meditar os novíssimos

•Cortar o refrigerante do almoço

•Deixar de comer doces

•Não consumir bebidas alcóolicas

•Não ir à boate, à festa, ao cinema

•Fazer uma hora de silêncio durante o trabalho

•Visitar um hospital

•Deixar de fazer o comentário espirituoso que iria provocar gargalhadas

•Falar sobre a importância da penitência durante a Quaresma

•Trocar a coca-cola gelada, no calor, por um copo d’água

•Visitar parentes que não se vê há tempos

•Rezar (pelo menos) um terço a mais

•Dar de comer a quem tem fome

•Lavar os pratos, a roupa, o banheiro, no lugar de alguém

•Ler um livro piedoso

•Em suma, reclamar menos, rezar mais

•Que mais ?

Na base do beijo!

Ficar ou não ficar. It’s the question. O assunto é sério e merece um pouco mais de conversa. Aqui queria falar de uma realidade que rola no ficar: O beijo!
Tem gente que consegue “ficar” em uma noite com até 30 pessoas. Assim são contabilizados, em uma só noite, 30 beijos. Ufa, muito não?
Do ponto de vista biológico, em cada beijo na boca que você dá, troca-se na saliva, cerca de 250 bactérias, 9 miligramas de água, 18 substâncias orgânicas, 7 decigramas de albumina (proteína solúvel em água), 711 miligramas de materiais gordurosos e 45 miligramas de sais minerais.
O beijo, algo tão antigo entre os povos, marca tantas coisas, como por exemplo: traição (beijo de Judas), amor (Romeu e Julieta), amizade (ósculo santo).
Hoje o beijo, literalmente, está na boca da galera!



Afinal de contas, o que rola na base do beijo?
Trocas! Muitas trocas! E o sentimento, e a pessoa, e o valor, onde ficam no “ficar”?
Além de lábios que se tocam, será que sentimentos se encontram? Sentimentos se misturam ou só se isolam?
O ato em si é capaz de movimentar 29 músculos, 12 dos lábios e 17 da língua. Durante um beijo, a pulsação cardíaca pode subir para algo em torno de 150 batimentos por minuto. Haja movimento, parece até uma seção de spinning.
Muitos músculos são movimentados, mas e o mover dos sentimentos? E o sacrário vivo que você é…qual o movimento que acontece?
Do ponto de vista psicológico, quantas carências tentam ser supridas, mas não o são, pois afinal de contas foi só mais um a se beijar.
Beijar é sinal de comprometimento. Sinal de pertença! Mas se vulgarizou tanto que, quem se compromete com você depois de, em uma noite ,ter passado por mais de 20 bocas?
Batendo um papo com a gastroenterologista, Dr. Márcia Mayumi, ela alertou sobre as doenças que giram em torno do beijo. “As doenças são a cárie (por ser causada por uma bactéria, pode ser transmitida pelo beijo e vir a provocar a doença em quem a contraiu); gripe (causada por um vírus); hepatite B; mononucleose, e bactérias que causam faringite, laringite, amigdalite. O beijo transmite estas doenças, desde que, uma das pessoas possua o agente causador e a outra tenha uma propensão para adquirir a doença.”
Tem gente beijando sem pensar no que realmente está por detrás deste ato. Em beijos não se cura carências! No beijo acontecem encontros!
Beijo roubado, coração ferido. É hora de se cuidar, saber que seu valor é bem maior que um simples beijo passageiro.
Beijar é bom. Bom demais. Dá adrenalina, mas com a pessoa certa, no momento certo e do jeito certo! O beijo não pode ser colocado como um brinquedo, que passa de boca em boca. Não deixe rastros de você nas pessoas. Deixe uma marca! A marca de quem se valoriza! Marca de céu! Um beijo que voce dá em seu namorado e que traz gosto de eternidade!
Não saia dando o beijo de Judas por ai, um beijo que traia você mesmo! O verdadeiro amor espera. O beijo também é espera! O detalhe é dar aquele beijo que sela amor e gera compromisso. Não é beijar todo mundo, mas é beijar aquela (e) que te espera como Dom.
Deixe seu comentário com o que você pensa do assunto suas dúvidas e saiba semana que vem tem mais!



Tamu junto
Adriano Gonçalves

Elton John esclarece controversia sobre Jesus.

“Na cruz, ele perdoou as pessoas que o crucificaram. Jesus queria que fôssemos amorosos e magnânimos (…) Não sei o que faz com que as pessoas sejam tão cruéis. Tente ser uma mulher gay no Oriente Médio – é como se você morresse,” acrescentou o cantor.

A declaração de Elton John foi criticada por representantes religiosos, a exemplo da Igreja Anglicana que pediu para que o cantor guardasse as opiniões controversas para si próprio.

ESCLARECENDO A CONTROVERSIA

Elton John voltou a tocar no assunto e decidiu esclarecer a polêmica em uma entrevista para o canal americano WGN.
"Eu acho que a fé das pessoas é uma questão pessoal, e eu acredito em Jesus e acredito que ele tinha compaixão, e no meu ponto de vista, e é apenas o meu ponto de vista, uma pessoa compassiva é alguém que foi perseguido e alguém que perdoou. É assim que o vejo… e eu me identifico como uma pessoa compassiva… eu não estou dizendo por aí que com certeza ele foi gay. É assim que o vejo. Essa é a minha idéia de fé.”
***
Outras controvérsias de “Artistas”.
” Eles não tem papas na língua, falam do mundo e de Deus. Referências a Jesus Cristo são corriqueiras e controversas no universo pop.
Madonna comprou briga com a Igreja Católica ao dançar sensualmente com um Jesus negro no clipe de “Like a Prayer”.
Já a irlandesa Sinead O”Connor foi banida da TV americana quando se apresentou no programa “Saturday Night Live”, em 1992, e rasgou uma foto do papa João Paulo 2º, dizendo: “Lute contra o verdadeiro inimigo”.

Na semana passada foi a vez de Elton John declarar que Jesus Cristo “era Gay.”
Para Cônego Severino Martins, Católico, “os homossexuais devem ser respeitados, amados e ter seus direitos respeitados. Mas é um absurdo e uma loucura tentar justificar isso na figura de Jesus Cristo.”
Em março de 1966, John Lennon declarou que os Beatles eram mais famosos do que Jesus Cristo e que o Cristianismo iria acabar. A declaração chocou principalmente os EUA, onde ultraconservadores queimaram pilhas de álbuns da banda.

Jornal Folha de São Paulo

***
As pessoas acham que podem sair por aí dizendo o que pensam e acham não ter consequência nenhuma no que dizem.
Como se os ouvintes e leitores também não pensassem nem fossem capazes de discordar do que foi dito e ter uma idéia oposta às suas Infelizes afirmações.
lamentável. Tá é Queimado!!!!!

Pesquisa Grupo Renascer

O Caso João Hélio.Os direitos humanos são anteriores ao Estado.


Dom Antonio Augusto Dias Duarte, publicado no Jornal Estado de São Paulo.

Há três anos o menino João Hélio entrava no carro dos seus pais sem saber que a sua breve vida de sete anos seria brutalmente, sangrentamente, criminosamente interrompida por cinco rapazes, entre os quais estava um adolescente de 16 anos.
Essa criança transformou-se num “mártir-mirim da vida” – assim o chamei num artigo que escrevi em forma de carta aberta dirigida a ela e publicado pelo jornal O Globo -, tamanha foi a reação de indignação e de comoção popular diante do modo como ela foi assassinada.
Infelizmente, hoje temos ecos dessa reação popular ao ler nos jornais a notícia de que a organização não-governamental (ONG) Projeto Legal quer mudar o rosto de um delinquente juvenil, réu do crime cometido contra esse pequeno mártir, para o rosto de uma vítima ameaçada de morte e, portanto, com o direito de ser incluída num Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente, podendo viajar para um Estado ou país diferente e assim viver mais seguro.
Mesmo com a imediata intervenção do Ministério Público pedindo a anulação desse ato impetrado pela referida ONG, mesmo com o acerto da decisão judicial de libertação desse delinquente, uma vez que ele cumpriu o prazo-limite de três anos de afastamento da sociedade, várias questões merecem ser consideradas diante do reaparecimento de menino João Hélio na mídia nacional.
Primeira questão: será que a ONG Projeto Legal tem o direito de aumentar a dor dos pais, favorecendo um rapaz que ainda é incapaz de viver em sociedade de forma civilizada, quando se sabe que na sua curta permanência na prisão cometeu mais três crimes, um dos quais foi a tentativa de homicídio de um agente de disciplina, usando tiras de pano e cordas?
Segunda questão: será que os direitos humanos fundamentais, no Brasil, não estarão sendo manipulados por certos grupos de pessoas, que acabam colocando-os num nível de igualdade com outros “direitos” criados e claramente contrários à dignidade da pessoa humana e ao bem comum da sociedade?
Terceira questão: será que não existe mais, na atual civilização, o direito de memória, que exige o dever de respeitar o sofrimento gravado a fogo na mente e no coração dos pais e dos familiares, dos amigos e dos concidadãos de João Hélio, pois no interior de toda essa gente nunca se apagarão as imagens da atrocidade cometida contra essa criança, e a infeliz iniciativa desse tipo só faz pisotear este direito humano?
Quarta questão: será que o nosso mundo, que se vangloria de ser pós-moderno, de ter progredido tanto nos costumes e na ciência, de ter avançado na defesa dos direitos humanos, tem ainda uma reserva de mentes claras e imunes a ideologias camufladas, capaz de falar dos reais direitos humanos e mais capaz ainda de proclamá-los corajosamente, até que o povo brasileiro se convença de que não precisa mais de determindas ONGs que se vão instalando no nosso país somente para conturbar a ordem social e destruir valores culturais e religiosos indiscutíveis?
Queremos que o caso de João Hélio não seja mais um para preencher páginas dos meios de comunicação e tampouco que a sua pura figura de chorosa memória sirva para promoção de algumas entidades interessadas não sabemos em quê. Queremos, sim, que esse “mártir-mirim da vida” desperte a reserva de inteligências esclarecidas, crie ações de famílias preocupadas com a segurança e a paz dos seus membros, a fim de que haja na cultura brasileira uma valorização mais enfática da dignidade humana, que é a raiz profunda dos direitos humanos e o alicerce firme de um mundo mais fraterno e justo.

[Exercício de Lectio] As concupiscências

TEMA: Lc 4, 1-13
A Lectio Divina é um exercício da escuta pessoal da palavra de Deus. Funciona como uma escada de quatro degraus espirituais: leitura, meditação, oração, contemplação. Assim os degraus são para nos abrir a ação do Espírito Santo.
“Queridos irmãos e irmãs, a Quaresma convida-nos a «treinar-nos» espiritualmente, nomeadamente através da prática da esmola, para crescermos na caridade e nos pobres reconhecermos o próprio Cristo. Nos Atos dos Apóstolos, conta-se que o apóstolo Pedro disse ao coxo que pedia esmola à porta do templo: «Não tenho ouro nem prata, mas vou dar-te o que tenho: Em nome de Jesus Cristo Nazareno, levanta-te e anda» (Act 3, 6). Com a esmola, oferecemos algo de material, sinal do dom maior que podemos oferecer aos outros com o anúncio e o testemunho de Cristo, em cujo nome temos a vida verdadeira. Que este período se caracterize, portanto, por um esforço pessoal e comunitário de adesão a Cristo para sermos testemunhas do seu amor” (BENTO XVI).



OREMOS ENTÃO:
“Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai Senhor, o vosso Espírito, e tudo será criado; e renovareis a face da terra.

Oremos: ó Deus, que instruístes os corações
dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo,
fazei que apreciemos retamente
todas as coisas segundo o mesmo espírito
e gozemos sempre da sua consolação.
Por Cristo Senhor nosso.
Amém”.







1º DEGRAU - LEITURA (LECTIO)
Naquele tempo, 1Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão, e, no deserto, ele era guiado pelo Espírito. 2Ali foi tentado pelo diabo durante quarenta dias. Não comeu nada naqueles dias e, depois disso, sentiu fome. 3O diabo disse, então, a Jesus: “Se és Filho de Deus, manda que esta pedra se mude em pão”. 4Jesus respondeu: “A Escritura diz: ‘Não só de pão vive o homem’”



5O diabo levou Jesus para o alto, mostrou-lhe por um instante todos os reinos do mundo 6e lhe disse: “Eu te darei todo este poder e toda a sua glória, porque tudo isto foi entregue a mim e posso dá-lo a quem eu quiser. 7Portanto, se te prostrares diante de mim em adoração, tudo isso será teu”.



8Jesus respondeu: “A Escritura diz: ‘Adorarás o Senhor teu Deus, e só a ele servirás’”.



9Depois o diabo levou Jesus a Jerusalém, colocou-o sobre a parte mais alta do Templo e lhe disse: “Se és Filho de Deus, atira-te daqui abaixo! 10Porque a Escritura diz: ‘Deus ordenará aos seus anjos a teu respeito, que te guardem com cuidado!’ 11E mais ainda: ‘Eles te levarão nas mãos, para que não tropeces em alguma pedra’”.



12Jesus, porém, respondeu: “A Escritura diz: ‘Não tentarás o Senhor teu Deus’”.



13Terminada toda a tentação, o diabo afastou-se de Jesus, para retornar no tempo oportuno.

As três tentações de Jesus são apresentadas na Liturgia de hoje como um caminho que o próprio Jesus trilhou para ensinar ao homem a via de santidade que passa pelo combate ao TER, PODER E PRAZER. E é por meio de um coração pobre, casto e obediente que devemos seguir na fidelidade com Cristo. Somente com o coração cheio do Espírito Santo é que combateremos todo erro e engano na interpretação da Palavra de Deus, no qual o inimigo de Deus nos tentará com os seus ardis.
Releia o texto e vá desobrindo tudo o que o texto diz, os pormenores, a mensagem divina.





2º DEGRAU: MEDITAÇÃO - O QUE O TEXTO ME DIZ?

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Estudos mostram como a pornografia aprisiona o homem

Fonte: Site Shalom

Duas recentes pesquisas científicas mostram os efeitos negativos da pornografia.
William M. Struthers, psicólogo com formação em neurociência e especialista nas bases biológicas do comportamento humano, explica por quê os homens e meninos se sentem tão atraídos pela pornografia, quando o mesmo não acontece com mulheres.
Ele mostra também como a pornografia consegue “seqüestrar” o cérebro masculino, influenciando até mesmo em seu comportamento.
«Os homens parecem ter sido feitos de tal maneira que a pornografia seqüestra o funcionamento adequado de seus cérebros e tem efeito de longo prazo em seus pensamentos e vidas.» — William M. Struthers, psicólogo
Um segundo estudo mostra os impactos da pornografia na família, no matrimônio e até nos adolescentes. Os efeitos psicológicos da pornografia no matrimônio e na auto-estima das esposas, e as conseqüências, na vida adulta, do consumo de pornografia na adolescência. O estudo foi realizado por Patrick F. Fagan, membro e diretor do Centro de Investigação Sobre o Matrimônio e a Religião, e publicado pela Family Research Council.
A ciência, mais uma vez, confirma o que a Igreja, Mãe e Mestra, sempre ensinou.

***

Outro estudo mostra o impacto da pornografia no matrimônio
Por Pe. John Flynn, L. C.

A pornografia é uma distorção visual da sexualidade que supõe uma grande ameaça ao matrimônio, afirma um estudo publicado em dezembro pela Family Research Council.
Patrick F. Fagan, membro e diretor do Centro de Investigação sobre o Matrimônio e a Religião, descrevia os efeitos sociais e piscológicos da pornografia em seu estudo The Effects of Pornography on Individuals, Marriage, Family and Community.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Os “indesejáveis” e a propaganda da inverdade.

Respondendo aos argumentos abortistas do texto “Abortando o problema”, publicado no jornal Folha de São Paulo
***
Julio Severo

Tudo começa na propaganda em massa, e a grande mídia, que tem praticamente monopólio dessa propaganda, pode provocar alterações imensas na mentalidade da população.
Já dizia o chefe de propaganda nazista que uma mentira repetida mil vezes se torna verdade. Tal repetição na grande mídia pode transformar na mente popular ódio em amor e vice-versa, e morte em vida, e vice-versa.Contudo, o debate agora não mais é sobre a vida dos “indesejáveis” judeus na mídia da Alemanha nazista. O debate agora trata dos “indesejáveis” bebês em gestação na moderna mídia do Brasil.
Em seu artigo “Abortando o problema”, Hélio Schwartsman, articulista e editorialista da Folha de S. Paulo, defendeu o aborto com a seguinte argumentação:“Suponhamos por um breve instante que as leis e instituições funcionassem direitinho no Brasil e que todas as mulheres que induzem ou tentam induzir em si mesmas um aborto fora das hipóteses previstas em lei (risco de vida para a mãe ou gravidez resultante de estupro) fossem identificadas, processadas e presas.
Neste caso, precisaríamos construir 5,5 novos presídios femininos (unidades de 500 vagas) por dia apenas para abrigar as cerca de 1 milhão de ex-futuras mamães que interrompem ilegalmente suas gravidezes a cada ano”.
Eu não sei de que cartola Schwartsman tirou esse coelho de 1 milhão para basear seus cálculos, já que é hábito antigo da propaganda pró-aborto no Brasil inchar os números. O Dr. Bernard Nathanson, médico judeu que se tornou o diretor da maior clínica de abortos do mundo ocidental e presidiu 60 mil operações de aborto, confessou acerca da propaganda antes da legalização do aborto nos EUA: Diante do público… quando falávamos em estatísticas [de mulheres que morriam em conseqüência de abortos clandestinos], sempre mencionávamos “de 5 a 10 mil mortes por ano”. Confesso que eu sabia que esses números eram totalmente falsos… Mas de acordo com a “ética” da nossa revolução, era uma estatística útil e amplamente aceita. Então por que devíamos tentar corrigi-la com estatísticas honestas? [1] Quando a meta é exterminar o “problema”, para os nazistas os fins justificavam os meios — e a propaganda e as estatísticas infladas.
Hoje, quando a meta é abortar o “problema”, igualmente os fins justificam os meios — e a propaganda e as estatísticas infladas.Mas mesmo que o número de 1 milhão de Schwartsman fosse correto, o que fazer? A doutrinação “cultural” controlada pelos nazistas na Alemanha chegou a tal ponto que grande parte da população concordava em exterminar judeus — e provavelmente um número significativo de alemães participou ativamente de tal extermínio.
O que fazer? O número elevado de participantes de um crime justifica sua aceitação e legalização? O bom, no caso do Dr. Nathanson, é que ele acabou largando seu multimilionário negócio sujo de fazer abortos e manipular estatísticas.Onde o aborto coloca a mulher?

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Liturgia do Domingo

I Domingo da Quaresma

Homilia

No primeiro Domingo da Quaresma os cristãos são levados ao deserto a fim de viverem um momento de intensa oração (Lc,4,1-13),tal como Jesus que “foi conduzido pelo Espírito Santo”. O deserto na Bíblia é o lugar privilegiado para o encontro com Deus; foi assim para o povo de Israel que nele habitou durante quarenta anos; para Elias, que nele passou quarenta dias; para João Batista que para lá se retirou desde a sua adolescência. Jesus consagra este costume e vive na solidão durante quarenta dias. No entanto, para Jesus o deserto não é apenas o lugar de retiro e da intimidade com Deus, mas também o campo de batalha suprema onde foi tentado pelo demônio.
Jesus, o novo Adão, transforma o deserto em paraíso. Ele o realiza, colocando o ser humano em seu devido lugar, onde a verdadeira vida não está no pão material, mas na palavra que sai da boca de Deus. Acabada toda a tentação, o diabo o deixou até o tempo oportuno. Este tempo oportuno será o de sua paixão que acontece também em Jerusalém.
As tentações do deserto ensinam que, onde quer que se fomentem intenções ambiciosas, ânsias incontroladas de poder, de triunfo, de gloria, lá se esconde a intriga de satanás. Para destruir estas e outras possíveis inclinações para o mal, é necessário manter firme a palavra de Jesus; “adorarás o Senhor teu Deus e só a Ele servirás” (Lc 4,8); isto é, é indispensável à decisão para rejeitar qualquer proposta que impeça o reconhecimento e o serviço de Deus como único Senhor. “Como fazia todas as coisas para nos ensinar – diz São João Crisóstomo-, quis também ser conduzido ao deserto e ali travar combate com o demônio a fim de que os batizados, se depois do batismo sofrem maiores tentações, não se assustem com isso, como se fosse algo inesperado.
Jesus quis ensinar-nos com o seu exemplo que ninguém deve considerar-se dispensado de passar por provas. Ensina-nos também, com a sua conduta, como devemos vencer as tentações e como tirar proveito das provas que iremos passar. Ele, ”permite as tentações e serve-se delas, providencialmente, para te purificar, para te fazer santo, para te desprender melhor das coisas da terra, para te conduzir aonde Ele quer e por onde quer para te fazer feliz numa vida que não seja cômoda e para te dar maturidade, compreensão e eficácia no teu trabalho apostólico com as almas e…, sobretudo, para te fazer humilde, muito humilde!” (S. Canals, Reflexões Espirituais, pág.98).
Uma outra lição que Jesus nos deixa é que ninguém deve considerar-se seguro e isento de tentações; mostra-nos a maneira de vencê-las e exorta-nos, por fim, a que tenhamos confiança na sua misericórdia já que Ele também experimentou as tentações (cf.. Hb 2,18 ).
Nas tentações do Senhor estão resumidas todas as que podem acontecer ao homem: “não diria a Sagrada Escritura, comenta Santo Tomás, que acabada toda a tentação o diabo se retirou d’Ele se nas três não se achasse a matéria de todos os pecados. Porque a causa das tentações são as causas das concupiscências: o deleite da carne o afã de glória e a ambição de poder” (Suma Teológica, III, q. 41,4).O Senhor queria ensinar-nos os meios para vencer o diabo: a oração o jejum, a vigilância, não dialogar com a tentação, ter nos lábios as palavras de Deus na escritura, e por a confiança no Senhor. Essas são as armas.

Oficina de Dons

DOM DE DISCERNIMENTO

O inimigo age sorrateiramente. Para distinguir sua ação em nosso ambiente, o único meio é o Espírito Santo; ninguém tem por si discernimento.
Paulo VI destacou em um de seus pronunciamentos: "O dom dos dons para os tempos de hoje é o discernimento". E é mesmo, do contrário somos levados por ventos de várias doutrinas, a mesmo, sem saber para onde vamos.
Para possuir discernimento, o básico é aprender a ouvir o Senhor; suas emoções, inspirações. Muitas vezes o sentimento dentro de nós, movendo-nos:
"Faça assim, não diga aquilo", mas em geral sepultamos isso, fazendo até o contrário. O Espírito Santo dá o dom do discernimento àqueles que estão n'Ele, imersos, banhados n'Ele. Àqueles que dão tempo à escuta, à oração, à Palavra.
Temos de ser dóceis à condução do Espírito. É muito necessário distinguir o que vem de Deus, de Jesus, do Espírito Santo, de Maria, dos anjos. Caso contrário, tudo se confunde na nossa cabeça. Deus quer nos dar essa graça, o dom de discernimento dos espíritos, que é resultado de nossas caminhada pela tenda da oração.
É preciso caminhar, progredir e perseverar nos grupos de oração, na Palavra de Deus, na docilidade e no trabalho do Senhor. Assim, vamos nos constituindo terreno cada vez mais próprio para a semeadura. Percebemos que uma palavra não vem de Deus, mas do maligno, quando ela nos faz mal, nos agride.
A falta de discernimento é própria dos iniciantes e dos imaturos. É claro que Deus nos salva nessas situações. Temos sido salvos por Ele, que quer nos dar, cada vez mais, o discernimento dos espíritos, a capacidade de perceber e de sentir em nós o que é de Deus e o que não é; o que vem do Espírito Santo e o que vem do mal.
Temos de ser cuidadosos quanto a isso: pois em nosso espírito humano se misturam o orgulho, a vaidade, o ciúme, a inveja, rivalidades e competições com os outros.
Se não temos o discernimento dos espíritos, podemos pensar que vem de Deus algo que na verdade não vem. Trata-se apenas de orgulho e vaidade de minha parte, e eu engulo tudo como se fosse de Deus.
O senhor tem para nós esse grande dom, esse precioso dom que é o discernimento dos espíritos. Embora ele seja um dom, embora nos seja dado gratuitamente, é resultado, também, da nossa caminhada. Precisamos caminhar e amadurecer e o que nos amadurece é a perseverança, a oração, a Palavra de Deus e a docilidade. E com a maturidade vem também o discernimento dos espíritos.
Que Deus dê a você esse grande dom.
Você pode orar agora: Senhor, Jesus, peço o discernimento dos espíritos. Preciso muito desse dom, para não confundir todas as coisas. Não quero saber de nada de mau, não quero saber confundir. Quero ser guiado, conduzido, orientado por ti. Dá-me, Senhor, o dom do discernimento dos espíritos. Amém! Peço para você a graça da caminhada, do crescimento, para que venha a trilhar o seu caminho com perseverança. Peço que, amadurecido, crescido e arraigado em Jesus, que você tenha todo discernimento, para poder servir ao Senhor cada vez melhor; como bom e prudente, a quem o Senhor pode confiar o que tem de mais precioso.

Fonte: Wiki canção nova

A conversão em Cristo! A conversão do coração!

A vocação cristã é, em última análise, uma vocação à unidade. E essa unidade só pode ser alcançada através de uma longa caminhada que implica transformações profundas sucessivas, isto é, através de um longo processo de conversão. Tal conversão se enraíza no batismo, pelo qual somos introduzidos naquela mais radical de todas as conversões vividas por um ser humano, a morte e ressurreição de Jesus Cristo
Nenhuma conversão tem algum sentido exceto numa relação com o mistério pascal. O mistério pascal permanece no próprio coração da história humana. Os dois braços da cruz cobrem todo espaço de tempo. Da aurora da Criação, com Deus soprando seu sopro de vida na humanidade, ao retorno escatológico de tudo ao Pai, na Parusia, com Jesus de Nazaré no centro, entregando seu espírito ao Pai e recebendo-o de volta para se tornar o primeiro de nosso gênero a partilhar plenamente da glória do Pai.
Nossa conversão monástica, como forma de participação no mistério pascal de Cristo, é um elemento daquela transformação global da humanidade e do cosmos todo, sob a ação do Espírito de Cristo. Embora seja antes de tudo uma conversão do coração, tem seu sentido a partir da experiência de Deus da conversão humana em Cristo, e a longa caminhada da humanidade que a precedeu; e não será alcançada sem nossa participação ativa na construção do Reino de Deus, que implica uma transformação ou conversão radical da estrutura inteira da sociedade.
Todos estes aspectos formam uma realidade unificada que recebe seu sentido do mistério pascal nos quais estamos inseridos pelo batismo. A EXPERIÊNCIA DE DEUS, DE CONVERSÃO EM JESUS CRISTO! O primeiro paradigma de conversão, ou transformação, é certamente a transformação de Deus à humanidade, como descrita na Carta de Paulo aos Filipenses: "Embora fosse achado sob a forma de Deus, ele... se esvaziou de si mesmo e tomou a forma de um escravo, tendo nascido na semelhança dos homens. Por isto, Deus o exaltou grandemente e lhe concedeu o nome que está sobre todo outro nome" (Fil 2, 6-9).
Se compreendemos a conversão simplesmente como uma passagem do pecado à virtude, não faz nenhum sentido, é claro, falar da conversão de Jesus ou da experiência de Deus de conversão em Jesus. Só por que a humanidade pecou, é que entendemos a conversão como uma passagem do pecado à virtude. A realidade da conversão é, em si mesma, algo muito mais profundo e mais amplo. Principia com nosso nascimento e é uma dimensão de qualquer passagem de um estágio de crescimento a outro, até que alcancemos a perfeição a que somos chamados.
Jesus certamente passou através deste processo. Após o tranqüilo crescimento de Jesus em idade, graça e sabedoria, ocorreu a mudança radical do tempo de seu batismo. Quando desceu às águas para ser batizado por João, o Espírito veio sobre ele e permaneceu, a voz do Pai foi ouvida dizendo: "Tu és meu Filho muito amado". Neste momento fica experimenta na sua psique humana a sua identidade de filho de Deus. E isto lhe dá um novo insight a respeito de sua missão.

DEUS É FIEL

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