VEJA NOSSOS ÁLBUNS DE FOTOS NO NOSSO FACEBOOK: facebook.com/gruporenascercamocim

sábado, 13 de fevereiro de 2010

XI DESPERTAI- 1ª PREGAÇÃO: TUA PALAVRA LUZ PARA O MEU CAMINHO

PREGADORA: FRANCISCA

PRECISAMOS TER A NOSSA VIDA SEGUNDA A PALAVRA DE DEUS, BASEADOS NO SALMO 118, 104 “COM TEUS PRECEITOS SOU CAPAZ DE DISCERNIR E DETESTAR QUALQUER CAMINHO MAL, TUA PALAVRA É LAMPADA PARA OS MEUS E LUZ PARA OS MEUS CAMINHOS”, SE NOS QUEREMOS TRILHAR O CAMINHO DO SENHOR, SÓ CONSEGUIREMOS SE ESTIVER DE ACORDO COM A PALAVRA. EXISTE UMA DIFERENÇA ENTRE ACREDITAR E CONHECER, POIS MUITOS DIZEM QUE ACREDITAM EM DEUS, MAS NÃO O CONHECEM, POIS AO CONHECERMOS A PALAVRA NOSSOS OLHOS DE ABRIRÃO NA FÉ. NO DECORRER DESTE DESPERTAI VOCES SAIRÃO REFLETINDO SOBRE QUAL O LUGAR DA PALAVRA NA TUA VIDA. NÃO PODEMOS TER MEDO DE ANUNCIAR A PALAVRA, POIS AOS NOS OMITIRMOS ESTAREMOS DANDO ESPAÇO PARA OUTRAS COISAS SECULARES. MUITOS DE NÓS PENSAMOS QUE A VIVER A PALAVRA NÃO TEREMOS LIBERDADE, SEREMOS ESCRAVOS, AS PESSOAS IRÃO NOS MENOSPREZAR, MAS AO CONTRÁRIO, PRECISAMOS VIVER ESSA VIDA NOVA FUNDAMENTADA NAS SAGRADAS ESCRITURAS. NO CARNAVAL PASSAMOS QUATRO DIAS APRONTANDO TUDO, E QUANDO CHEGAM NA QUARTA FEIRA DE CINZAS, ESTÃO REALMENTE UMAS CINZAS, ESGOTADAS.
MATEUS 13,14: “É CERTO QUE VOCES OUVIRÃO, POREM NADA COMPREENDERÃO. É CERTO QUE VOCE ENCHERGARÃO, PORÉM NADA VERÃO. PORQUE O CORAÇÃO DESSE POVO SE TORNOU INCESSÍVEL. ELES SÃO DUROS DE OUVIDO E FECHARAM OS OLHOS PARA NÃO VER COM OS OLHOS E NÃO OUVIR COM OS OUVIDOS, NÃO COMPREENDER COM O CORAÇÃO E NÃO SE CONVERTER. ASSIM ELES NÃO PODEM SER CURADOS”. PRECISAMOS BUSCAR INSTRUÇÃO NA PALAVRA DE DEUS, NÃO SOMENTE INSTRUÇÃO ACADÊMICA, INTELECTUAL, MAS A PRINCIPAL INSTRUÇÃO, SABEDORIA E CONHECIMENTO QUE SÓ PODERÁ SER ADQUIRIDA NA PALAVRA. O SENHOR MORREU NA CRUZ, RESSUSCITOU E NÃO NOS DEIXOU SOZINHO, POIS NOS DEIXOU O ESPÍRITO SANTO, NÃO ESTAMOS SOZINHOS, MAS PRECISAMOS BUSCÁ-LO, POIS AO BUSCÁ-LO O ENCONTRAREMOS. PORQUE EXISTE TANTA VIOLENCIA, TANTA PERDIÇÃO? PORQUE NÓS AINDA NÃO VIVENCIAMOS A PALAVRA DO SENHOR, PORQUE ELA É LUZ PARA O NOSSO CAMINHO. MEU IRMÃO O TEU LUGAR NÃO É NO MUNDO, MAS SIM AOS PÉS DO SENHOR, POIS É HORA DE BUSCARMOS O CÉU E PERMITIR QUE A PALAVRA SEJA O DIFERENCIAL EM NOSSAS VIDAS.

QUANTAS PESSOAS ESTÃO SE PROSTITUINDO, SE DROGANDO NESSE MOMENTO? PRECISAMOS ABRIR OS OLHOS, O CORAÇÃO PRINCIPALMENTE, PARA DAR TESTEMUNHO DE CRISTO VIVO E RESSUSCITADO. A PALAVRA NOS CURA, NOS LIBERTA, NOS REVELA A VERDADE.


LOUVADO SEJA O NOME DO NOSSO SENHOR JESUS CRISTO! PARA SEMPRE SEJA LOUVADO!


13/02/10 – 09h20min as 10h20min.

QUADRA DO INSTITUTO SÃO JOSÉ
participe conosco!!!

Os valores cristãos e o carnaval - Espetáculo para turistas e oportunidade aos menos escrupulosos

Cardeal D. Eugenio de Araújo Sales

Arcebispo Emérito da Arquidiocese do Rio de Janeiro

O carnaval é uma realidade. Ele aí está e penetra pelos olhos. Melhor dizendo, já vivemos esse clima há várias semanas.
Todo indivíduo sente necessidade de alegria. Sem ela, a existência se torna insuportável. A própria saúde física se ressente. Diz a Sagrada Escritura, no livro Eclesiastes (9, 15ss): "Por isso louvei a alegria, visto não haver nada de melhor para o homem (...) é isto que o acompanha no seu trabalho, durante os dias que Deus lhe outorgar debaixo do sol". E o Senhor, nos Provérbios (2,14-15), lembra que há limites, pois são reprovados os "que se alegram por terem feito o mal e se regozijam na perversidade do vício, cujos caminhos são tortuosos e se extraviam por vias oblíquas".
Os festejos carnavalescos têm remota e obscura origem eclesiástica. Tanto assim que dependem de uma data móvel do calendário litúrgico. Antecedem sempre o início da Quaresma. Terminam - quando terminam - com as cinzas da quarta-feira. E a Igreja, em seu ritual, recorda ao homem a fragilidade de sua condição: "Lembra-te, ó homem, que és pó e ao pó hás de tornar".
Encaro com realismo esses dias ruidosos. Devemos ter a coragem de avaliar o que ocorre na Cidade. Por vezes, assumem proporções de verdadeiras orgias coletivas, com crescente degradação dos padrões morais e agressão à dignidade humana.
O carnaval perde, aos poucos, seu sentido original de diversão simples do próprio povo. Vem a ser mais um espetáculo para turistas, e oportunidade aos menos escrupulosos de extravasar baixos instintos, esperando contar com certa cumplicidade do meio ambiente. Aumentam os crimes, os atentados ao pudor, as violências e o excesso de álcool. Cresce o consumo das drogas, que geram os "dependentes", porque usaram abusivamente sua "independência".
O corpo humano tem uma dignidade inalienável. Não pode ser profanado pelo exibicionismo desregrado. Aviltar dessa maneira a beleza é atingir o próprio Deus, de onde emana tudo o que temos de positivo. São Paulo nos ensina: "Fugi da fornicação. Todo pecado, que o homem comete, é exterior ao seu corpo; aquele, porém, que se entrega à fornicação, peca contra o próprio corpo"! Ou não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo?" (1Cor 6,18-19). E o Apóstolo é incisivo: "Se alguém destrói o templo de Deus, Deus o destruirá" (Idem 3,17). 

A história do carnaval

Dr.Hiram Aráujo
Livro "Carnaval"

O Carnaval Cristão

( Do século VI d.C. ao século XVIII d.C. )

O Carnaval Cristão inicia o seu desenvolvimento quando a Igreja Católica oficializa o carnaval, em 590 d.C., e adquire suas características básicas, na Renascença. Termina no século XVIII, quando um novo modelo de carnaval (pós-moderno) começa a se delinear.

O TERCEIRO CENTRO DE EXCELÊNCIA DO CARNAVAL

O terceiro Centro de Excelência do Carnaval fixou-se nas cidades de Nice, Roma e Veneza e passou a irradiar para o mundo inteiro o modelo de carnaval que ainda hoje identifica a festa, com mascarados, fantasiados e desfiles de carros alegóricos e que muitos autores consideram o verdadeiro carnaval.

Características

Quando o cristianismo chegou já encontrou as festas, ditas orgiásticas, no uso dos povos. Por seus caracteres libertinos e pecaminosos foram a princípio condenados pela Igreja Católica. Teólogos, doutores e Papas da Igreja, como São Clemente de Alexandria (escritor e doutor da Igreja - 150 - 213 d.C.) TERTULIANO (teólogo romano - Cartago - 155 - 266 d.C., grande pensador polemista dos primeiros séculos da Igreja, combateu tenazmente o relaxamento dos costumes); SÃO CIPRIANO (Bispo e mártir. Padre da Igreja Latina, Cartago, iniciado no século III. Foi decapitado por ocasião das perseguições de Valério); Inocêncio II (Papa-Roma: 1130-1140), entre outros, foram contra o Carnaval.

A Igreja Católica e o Estado Feudal impuseram às cerimônias oficiais um tom sério e sisudo, como uma forma de combater o riso, ritual dos festejos, que em geral descambavam para as permissividades. Entretanto, o povo parecia não observar este tipo de conduta. Indiferente ao oficialismo imposto respondia com atos e ritos cômicos.
Para se entender o fenômeno vamos transcrever um trecho do livro de MIKHAIL BAKHTIN - a Cultura Popular na Idade Média e no Renascimento - O contexto de François Rabelais: “Os festejos de carnaval com todos os atos e ritos cômicos que a ele se ligaram, ocupavam um lugar muito importante na vida do homem medieval. Além dos carnavais propriamente ditos que eram acompanhados de atos e procissões complicadas que incluíam as praças e as ruas durante dias inteiros, celebrava-se também a “Festa dos Tolos” (festa Stultorum) e a “Festa do Asno”; existia também um “Riso Pascal” (Risus Paschalis) muito especial e livre, consagrado pela tradição. Além disso, quase todas as festas religiosas possuíam um aspecto cômico popular e público, consagrado também pela tradição. Era o caso por exemplo das “Festas do Templo” habitualmente acompanhadas de feiras com seu rico cortejo e festejos públicos (durante os quais se exibiam gigantes, anões, monstros e animais sábios). A representação dos mistérios e soties dava-se num ambiente de carnaval, o mesmo ocorria com as festas agrícolas, como a vindita que se celebravam igualmente nas cidades. O riso acompanhava também as cerimônias e os ritos da vida cotidiana: assim, os “bufões” e os “bobos” assistiam sempre às funções do cerimonial sério, parodiando o seus atos (proclamação dos nomes dos vencedores dos torneios, cerimônia de entrega do direito de vassalagem, iniciação dos novos cavaleiros, etc. Nenhuma festa se realizava sem a intervenção dos elementos de uma organização cômica, como por exemplo, a eleição de rainhas e reis “para rir” para o período da festividade. Todos esses ritos e espetáculos apresentavam uma diferença notável, uma diferença de princípio, poderíamos dizer, em relação às formas do culto e às cerimônias oficiais sérias da Igreja ou do Estado Feudal. Ofereciam uma visão do mundo, do homem e das relações humanas totalmente diferentes, deliberadamente não oficial, exterior à Igreja e ao Estado; pareciam ter construído, ao lado do mundo oficial, um segundo mundo e uma segunda vida aos quais homens da Idade Média pertenciam em maior ou menor proporção, e nos quais eles viviam em ocasiões determinadas. Isso criava uma espécie de dualidade do mundo e cremos que, sem levá-las em consideração, não se poderia compreender nem a consciência cultural da Idade Média, nem a civilização renascentista. Ignorar ou subestimar o riso popular na Idade Média deforma também o quadro evolutivo histórico da cultura européia nos séculos seguintes.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Por detrás desta máscara…

O assunto no Brasil nesses dias é um só: CARNAVAL! A festa bonita, as cores, shows, músicas, festas, alegria, alegria, uhuull!!
Mas será que é assim mesmo?! Como bons revolucionários queremos questionar essa alegria, essa curtição…
Durante esses 4 dias tem muuuuita gente que coloca uma máscara e cai na folia. Mas não estou falando de fantasia não!
Para poder curtir as pessoas tomam sempre um gole a mais, ou outras coisas a mais… Fazem de tudo para se transformarem em outra pessoa, ou pelo menos tentam… Alguém que pega todas, todos. Alguém que não está nem aí pra regras, compromissos, horários. Alguém que pode tudo, consegue tudo, quer tudo…

Alguém que só quer viver o momento…
Depois, quando tudo acaba, as máscaras são guardadas, volta-se a “vida normal”, esperando a próxima oportunidade de se esconder novamente numa máscara.

Por isso, nessa semana, pergunto pra você:
Por detrás desta máscara…
O que existe? Porque usá-la? O que eu quero esconder?
Vale a pena usar essas máscaras?
Deixe seu comentário, sua partilha e concorra a um livro do Retiro Popular, de Dom Alberto Taveira. E mais!
Uma pessoa poderá participar do programa que faremos no domingo de carnaval, as 18h30 aqui na Canção Nova, e conhecerá nossos bastidores e fará uma participação especial!
Para concorrer, basta dizer deixar um comentário sobre o tema e dizer se você estará aqui na Canção Nova no domingo de carnaval! Quem não vem, concorre ao livro.
Tire suas máscaras e comente!

Ticiana Souza (@ticisouza)

TRATADO DE LATRÃO completa 81 anos. Você sabe do que se trata?

Comemorar! Exaltar! Algumas datas devem ser não só lembradas, mas celebradas por sua importância, que ultrapassa fronteiras e o tempo.
A Igreja Católica em Roma festeja os 81 anos do Tratado de Latrão, data que deve ser comemorada não apenas na Cidade do Vaticano, mas por todos os católicos do mundo.
Assinado no dia 11 de fevereiro de 1929, o Tratado de Latrão ou Pacto Lateranense foi estabelecido entre o Reino da Itália e a Santa Sé, e teve como ponto primordial a criação do Estado da Cidade do Vaticano e seu reconhecimento perante a Itália.
Esse acordo significou um importante passo para a Igreja Romana, que passava por crises e conflitos desde 1870, época em que tropas do reinado da Itália, recém-unificado, entraram em Roma, incorporando as terras que pertenciam à Igreja desde o século VIII.
O Estado então criado tornou-se soberano, neutro e inviolável, sob a autoridade do papa. O documento estabeleceu normas para as relações entre a Santa Sé e a Itália, como, por exemplo, efeitos civis ao casamento religioso e o reconhecimento do catolicismo como religião oficial da Itália.
Por outro lado, a Santa Sé reconheceu Roma como capital da Itália e renunciou aos territórios que possuía desde a Idade Média, alocando-se no Ager Vaticanus, uma colina próxima a Roma.
Em fevereiro de 1984, foram modificados alguns termos do Tratado de Latrão, mas a sua sólida base permanece inalterada.
Mais do que uma convenção, o Tratado de Latrão possibilitou a confirmação da força e importância institucional da Igreja Católica, que passou a influenciar, com maior embasamento, importantes acontecimentos políticos, como a queda de regimes totalitários.

Fonte: Rádio Vaticano

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Nossa Senhora de Lourdes e Santa Bernadete


Reze Conosco a Novena  a  Nossa Senhora de Lourdes, clicando AQUI 

 Em 11 de fevereiro, a Igreja celebra a festa de Nossa Senhora de Lourdes, relembrando as aparições da Mãe de Deus em Lourdes, uma pequena cidade francesa localizada nos Pirineus, quase na fronteira com a Espanha.

As Aparições

A história das aparições de Nossa Senhora em Lourdes é inseparável da vida de Santa Bernadete Soubirous. A família Soubirous, formada por Francisco, o pai, Luísa, a mãe, Bernadete, Toinette, João Maria e Justino, os filhos, eram os mais pobres da região. Por isso, Bernadete apanhou asma, com que sofreu até morrer.
Em 11 de fevereiro de 1858, a pedido da mãe, Bernadete, sua irmã Toinette e uma vizinha Jeanne Abadie, foram até as margens do rio Gave apanhar lenha para o fogão. Ao chegar às margens do canal que trazia a água dos moinhos, perto da gruta Massabiele, Toinette e Jeanne o atravessaram logo porque a água estava rasa. Bernadete hesita um pouco por causa da temperatura da água e das recomendações de sua mãe, que lhe dissera para tomar cuidado por causa de sua asma. Mas resolve seguir as companheiras e se abaixa para tirar as meias. Ouve, então, um ruído como um sopro de um vento impetuoso. Olhando para as árvores, vê que galhos e folhas não se mexiam e volta a abaixar-se para retirar as meias quando escuta novo barulho de vento. Mais uma vez levanta os olhos e percebe o brilho de uma luz, dentro de um buraco na parede, logo acima de uma roseira brava.

Havia, dentro da luz, uma jovem maravilhosa, com os braços abertos numa atitude de acolhimento, como se a estivesse chamando. Usava um longo cinto azul na cintura, um véu transparente sobre os cabelos e tinha, sobre cada pé, descalço, uma rosa dourada.
Atordoada com a visão, a menina esfregou os olhos, mas esta não desapareceu. Meteu a mão no bolso e encontrou o terço. Tentou fazer o sinal da cruz mas não conseguiu porque sua mão tremia fortemente, ficando cada vez mais espantada. A Senhora fez ela mesma o sinal da cruz e Bernadete, desta vez, pode fazer o seu, pondo-se de joelhos e rezando o terço. A Senhora a acompanhava passando as contas do seu, mas não mexia os lábios. Quando terminou, a Senhora fez sinal a Bernadete para se aproximar, mas ela não teve coragem, e a Senhora desapareceu.
A menina voltou para onde estavam as companheiras que perguntaram porque passara tanto tempo de joelhos, a rezar e Bernadete contou o que acontecera. As crianças contaram aos pais e Francisco e Luísa interrogaram Bernadete sobre o que tinha acontecido. Eles lhe deram uma surra e proibiram de voltar à gruta. 

Veja o video do XI Despertai

PARÓQUIA DE GRANJA ORGANIZA II GRANJESUS

A Paróquia São José de Granja – CE, através da RCC de Granja, da Pastoral da Juventude e da Banda na Fé, promoverá nos dias 14,15 e 16 de fevereiro de 2010, a partir das 14 horas, o II GRANJESUS. O encontro que tem como tema: "Enchei-vos do Espírito Santo!" será realizado no Ginásio Poliesportivo Arrudinha.
O evento desenvolvido no período de carnaval conta com pregações, palestras, adoração ao Santíssimo Sacramento e Missas. A animação ficará por conta do Ministério de Música Banda Na Fé (banda católica local). Pregações e momentos de oração contarão com a participação de integrantes do Grupo de Oração Porta do Céu, da Arquidiocese de Fortaleza.

Informações: Secretaria Paroquial. Fone: 88 3624 1139 88 3624 1139

E-mail: paroquiasjgranja@hotmail.com
Com informações do blog bandanafe.blogspot.com

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Um milagre de Nossa Senhora de Lourdes

Recuperação Instantânea de Ossos e de Tecidos da Perna
  reze a Novena de Nossa Senhora de Lourdes, clicando AQUI
O Santuário de Oostakker, na Flandres Oriental, é manifestação da devoção secular da Bélgica à Imaculada, já antes da proclamação do Dogma (em 8 de dezembro de 1854). Depois Oostakker foi chamada Lourdes em Flandres. Uma basílica com residência de jesuítas, encarregados de Santuário e de atender às procissões e peregrinações. É chamado Santuário das três Grutas: Massabielle (Lourdes) no centro, Belém à direita e da Ressurreição à esquerda. Também A(s) Grutas(s) das três fontes. Ali ocorreu o milagres da cura de Pierre De Rudder.
O Acidente - Pierre -Jacques De Rudder era de Jabbeke, na Flandres Ocidental. O sofrimento oprimia o pobre jardineiro. A morte levara a primeira esposa e filho, e do segundo matrimônio perdera sete dos nove filhos.
Em 16 de fevereiro de 1867, Pierre-Jacques De Rudder, de 44 anos, se deteve a conversar com dois conhecidos, os irmãos Knockaert, que estavam derrubando árvores perto do castelo de seus empregador, visconde de Bus. Ofereceu-se a ajudar. Estava tirando galhos de uma planta. Atrapalhava o trabalho dos dois irmãos uma árvore que caíra em lugar errado, que empurravam com alavancas. Mas a árvore escorregou. Caiu sobre Pierre De Rudder. Triturou a perna esquerda de um decímetro abaixo do joelho até o peito do pé inclusive. Tíbia e perônio, quebrados. Os ossos do terço superior da perna esquerda ficaram separados três centímetros dos correspondentes ossos dos dois terços inferiores. No processo consta o testemunho dos dois lenhadores.
Consta também o tetemunho do médico de Oudenbourg, dr. Affenaer, chamado pelo patrão de Pierre-Jacques, o visconde de Bus. O médico imobilizou a perna e manteve o conjunto com uma bandagem amidoada.
E as Irreparaveis Conseqüências - Várias semanas depois, ao retirar o aparelho imobilizador, porque o ferido sofria exacerbadamente, não houvera nenhum progresso. Pelo contrário: os fragmentos de ossos, desprovidos do seu periósteo, estavam banhados em pus. Chaga com longa ulceração, purulenta e gangrenada. Chaga também no peito do pé. O médico foi radical: retirou um seqüestro (fragmentos necrosados de osso). A perna balançava abaixo do joelho.
Pierre De Rudder ficou um ano na cama. Quando se levantou, só podia caminhar apoiando-se em duas muletas sem que de modo nenhum a perna doente tocasse no chão, pois a dor - como em outras muitas oportunidades - seria dilacerante.
O empregador, visconde Albérico de Bus de Gisignies, leva o manco aos melhores especialistas de Bruxelas, dentre eles ao famoso dr. Thiriart, cirurgião do rei da Bélgica; ao dr. Verriest, Presidente da Associação Médica de Bélgica, que introduziu no aparelho amidoado imobilizador uma abertura ao nível da chaga para que fossem mais simples os curativos e a limpeza do pus. E a utros médicos... 

Religião "Self-Service"

Autor: Moises de Oliveira

Seguir uma religião – qualquer uma – é uma decisão que requer compromisso, requer uma adesão de fé e uma adesão intelectual. Requer também sacrifício. Talvez seja por isso que cresce sempre o número de pessoas que preferem dizer que não seguem nenhuma religião, ou, para ficar em nosso terreno, talvez seja por isso que haja tantos “católicos” não-praticantes.
É muito estranho pensar que haja católicos que não vão à missa, a mais importante celebração de nossa religião. E católicos que consideram compatível defender o aborto! E católicos que acreditam em horóscopo e simpatias. Ou ainda: católicos que não vêm nada de mais em acreditar simultaneamente na ressurreição e em reencarnação.
As pessoas que fazem isso vivem a religiosidade como se estivessem num restaurante self-service: coletam de cada religião um ou outro aspecto que lhe parece simpático e montam com isso um estranho cardápio, não raro composto de coisas incompatíveis. É como se comessem pudim de leite com caldo de feijão.
Uma parte disso é a nossa fé mal-formada: catequeses incompletas; persistência de superstições tidas como “sabedoria popular”; vivência religiosa apenas devocional desprovida de reflexão racional.
A fé vivida de forma verdadeira requer algumas renúncias. E esse é justamente o problema: vivemos o tempo da “liberdade” sem regras, da busca incessante pelo prazer e pelo conforto. A idéia de renunciar a alguma coisa, qualquer que seja ela, é das mais chocantes. Renunciar ao jogo de futebol em troca de uma missa? Renunciar ao sexo livre em troca da castidade? Renunciar a uma brilhante carreira em troca dos filhos? Renunciar a uma TV de plasma em troca da caridade? Renunciar aos caprichos de cada momento em troca da dedicação a Deus por meio do sacerdócio? Tudo isso é loucura, é estupidez, é insuportável…
Essa estranha religiosidade que se difunde em nossa época – essa religiosidade que transforma Deus numa “força”, numa “energia cósmica”, que confere aos objetos um misterioso poder sobre nossa vida, que vê essa mera criatura que é o ser humano como uma espécie de deus de si mesmo – essa religiosade é sintoma dessa incapacidade atual de fazer renúncias e de assumir compromissos. Uma força cósmica não exige compromissos. Se “deus” está dentro de mim e não tem personalidade, eu posso fazer o que quiser. Se o que sou e o que faço é decidido pelos astros, não posso ser responsabilizado pelos meus atos. 

A arqueologia – cada vez mais – confirma a Biblia

Barco do tempo de Jesus encontrado por causa de uma sêca na Galiléia.
Por Zeljko Gregor

Obelisco Negro (1845), a Pedra Moabita (1868) e os Manuscritos do Mar Morto (1947) são grandes nomes na história da arqueologia bíblica. Mas chegou esta história a seu fim? Não, de modo algum.
Nas últimas décadas, diversos selos, impressões de selos, caixas de ossos e outros artefatos antigos têm vindo à luz —alguns deles em museus, alguns em coleções particulares e outros de escavações recentes. Essas preciosidades arqueológicas têm lançado mais luz sobre vários indivíduos e acontecimentos até há pouco só mencionados no texto bíblico. Este artigo vai recapitular alguns desses achados recentes.

O Anel de Hanan

De propriedade de um colecionador em Paris, este anel valioso é conhecido do mundo acadêmico desde 1984. A origem do selo é desconhecida, mas a forma das letras indica que foi usado durante o século VII A.C. O selo tem uma inscrição de três linhas, cada linha separada por duas linhas paralelas. O anel é quase de um décimo de polegada de diâmetro, sugerindo que foi feito para um dedo masculino. A inscrição lê: “Pertencente a Hanan, filho de Hilqiyahu, o sacerdote”.

Este Hilqiyahu é melhor conhecido como Hilkias, o sumo sacerdote durante o reinado de Josias, rei de Judá na última parte do sétimo século A.C. A terminação yahu é um elemento teofórico (divino), amiúde achado em nomes hebraicos antigos em Judá; os nomes no Reino do Norte levavam a terminação yah. Parece que este Hilqiyahu foi o mesmo sumo sacerdote que descobriu no templo o rolo da lei que desengatilhou uma reforma religiosa em Judá (ver II Reis 22; II Crônicas 34).

I Crônicas 6:13 e 9:11 indicam que Azarias, não Hanan, sucedeu a Hilkias. A explicação podia ser que Azarias sucedeu a seu pai como sumo sacerdote, enquanto seu irmão mais moço, Hanan, funcionava como sacerdote, justamente como a inscrição no selo sugere.
O nome de Azarias, todavia, aparece em outra bulla (impressão de um selo) achado em 1978, durante a escavação de Yigal Shiloh, na velha Jerusalém. A inscrição consiste em duas linhas de escrita separadas por duas linhas paralelas. Reza: “Pertencente a Azaryahu, filho de Hilkiyahu”. A impressão não menciona o título do dono.

A impressão do selo de Baruch

Em 1975, 250 bulas apareceram em Jerusalém na loja de um negociante de antiguidades árabe. A maior parte delas foi comprada por diversos colecionadores, e quase 50 se acham agora no Museu de Israel, enquanto outras podem ser estudadas por especialistas. Todas essas impressões de selos são datadas do fim do sétimo ou do começo do sexto século A.C, justamente antes da destruição de Jerusalém.
Entre essas impressões, três pertencem a indivíduos mencionados em Jeremias (Baruch, o escriba; Yerahme’el, o filho do rei; Elishama, servo do rei). Os três indivíduos parecem ser contemporâneos, vivendo em Judá justamente antes do exílio. Durante aquele tempo turbulento, Judá era governada pelo rei Jeoaquim. Jeremias 36.
A Bíblia nos diz que Deus instruiu Jeremias a escrever um rolo com uma profecia contra o rei. O secretário de Jeremias, Baruque, escreveu tudo que Jeremias lhe ditou. Depois de ler o rolo no templo, Baruque foi instruído a lê-lo de novo perante altos funcionários da corte real. Esses funcionários (Elishama era um deles) eram até certo ponto simpáticos à mensagem, mas temiam por Baruque. Aconselharam-no a se esconder. Jeremias 36:19. Quando o rolo foi lido perante o rei, ele ordenou que fosse destruído e Yerehme’el, com outros dois funcionários, recebeu ordem de prender Baruque e o profeta Jeremias.

Igreja tenta alcançar a juventude no mundo digital para evangelizá-la!

Por Padre John Flynn, L.C.


Quem disse que a Igreja não está caminhando para o mundo moderno? Em sua recente mensagem para o Dia Mundial das Comunicações, Bento XVI anima os sacerdotes a se comunicarem através dos meios digitais.
“Na verdade, o mundo digital oferecendo meios que permitam uma capacidade da expressão quase ilimitada, abre importantes perspectivas e atualiza a exortação paulina: Ai de mim se não pregar o Evangelho!’”, comentava o Papa.
Alguns dias antes de se divulgar a mensagem ao público, em 21 de janeiro, um estudo da Kaiser Family Foundation mostrava a importância da Igreja estar presente nesses meios de tão rápido desenvolvimento.
Generation M2: Media in the Lives of 8 to 18 Years Old (Geração M2: Os media nas Vidas dos de 8 aos 18 anos) foi a terceira de uma série de enquetes em grande escala da fundação sobre o uso dos meios de comunicação pelos jovens.
Foi revelado que hoje as pessoas de 8 aos 18 anos dedicam, em um dia normal, uma média de 7 horas e 38 minutos utilizando meios de comunicação, o que soma mais de 53 horas por semana. Mas esse número não é nem sequer completo, posto que muitos deles usam mais de um meio de comunicação ao mesmo tempo. Se o consumo conjunto de meios de comunicação for contado de forma separada, dedicam um total de 10 horas e 45 minutos por dia.
O relatório se baseava em uma pesquisa realizada com uma amostra representativa nacional, nos EUA, de 2.002 estudantes do terceiro ao décimo ano, de 8 até 18 anos. Além disso, um subgrupo selecionado de 702 entrevistados fez um diário de 7 dias sobre o uso dos meios de comunicação, que foi usado para calcular a cifra de consumo.
Fazendo uma comparação com a última enquete realizada em 2004 pela Kaiser Family Foundation, o volume de tempo dedicado aos meios aumentou nos últimos cinco anos em 1 hora e 17 minutos por dia.A pesquisa identificava ainda a revolução nos meios móveis e online como uma das principais causas do aumento da utilização dos meios de comunicação. Nos últimos cinco anos o tempo dedicado à leitura diminuiu ligeiramente em comparação com o tempo crescente dedicado aos meios digitais.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

O moderno é “ficar”!?

Namorar parece que se tornou assunto de museu meio fora de moda, coisa antiga, e até mesmo, careta. O moderno é o “ficar”!
Tudo parece mais fácil, as pessoas se encontram mais ou menos, se atraem mais ou menos, se conhecem mais ou menos e ai surgi aqueles beijos (aqui não é mais ou menos não, é sempre mais)! Às vezes nem acontece muita conversa, já se vai logo para o “grande momento”. Em alguns casos de “ficantes” rola ainda um certo “dar satisfações”, retribuir telefonemas ou ficar algumas horas no MSN.
O que pode ou não pode é definido no momento, algo meio 2.0 de acordo com a vontade dos próprios “ficantes”. A duração do “ficar” varia: o tempo de um único beijo, a noite toda, algumas semanas. Ligar no dia seguinte ou procurar o outro não é dever de nenhum dos “ficantes”.
Mas quem fica com você? Quem permanece com você? Será que você já não perdeu alguém que valeria a pena? Será que não brincou e depois percebeu que na verdade em vez de ganhar, perdeu uma chance?E o resultado disso tudo foram mágoas e feridas? E quando bate aquela carência, uma vontade de ter alguém… a pergunta é: Cadê?
Neste texto não caio em moralismo, mas sim em provocação. O que buscamos nestes relacionamentos tão a lá fast food? Não seriamos muito mais que beijos na boca?
Acredito que o verdadeiro amor espera e a vida não é uma roleta russa onde tenho várias tentativas tipo, “a que sobrar é a melhor”. Acredito que o amor é conquista, é tempo, é sentido!
Todo relacionamento deixa marcas. Seja um “ficar” de um dia ou um namoro de cinco anos. Lembro-me ainda do meu primeiro beijo. Um misto de conquista e frustração. 

APERTADORES DE PARAFUSOS- Pe Zezinho

No dia 6 de fevereiro, perante mil convidados, 45 jovens católicos, numa paróquia de Taubaté fizeram um pesado juramento de fidelidade a Jesus Cristo, à Igreja e à sua Congregação, os sacerdotes do Sagrado Coração de Jesus, conhecidos também como dehonianos. Nenhum deles é ingênuo. Eles sabem o que isto significa. Não poderão dizer que não sabiam o que estavam dizendo.
O texto do juramento é forte. Prometeram desprendimento e pobreza, castidade e obediência, e prometeram viver em Cristo, por Cristo e em Cristo, lembrados da misericórdia do seu coração; pelos outros, no meio dos outros e para os outros. Segundo a mística dessa congregação de padres e irmãos, serão pobres, não amontoarão bens, nada terão em seu próprio nome, partilharão o que possuem.
Por amor à Igreja não terão esposa nem filhos, viverão a serviço das famílias, e farão de tudo para não amar “somente a Deus”, como reza uma das canções muito em voga nos templos de hoje. Obedecerão e se colocarão á disposição da Congregação para, se necessário, ir para a África, Europa, a China, para algum lugar pobre ou para qualquer posto onde a Igreja precisar deles. Nada os prenderá a um lugar nem a determinadas pessoas. Cultivarão amizades, amarão seus parentes, mas seu coração será desprendido. Nada terão de seu!
Você já deve ter ouvido a expressão: apertar os parafusos. É que parafusos, com o tempo, afrouxam... É assim a nossa vida. A tendência é desapertar e afrouxar. Os dehonianos seriam reparadores e agiriam como nas grandes companhias, que mantêm uma equipe preocupada com os parafusos. Estes às vezes são milhões. Cuidam para que nada se solte do conjunto e para que parte alguma da enorme fábrica cause dano aos trabalhadores. Apertadores de parafusos previnem acidentes: apertam antes o parafuso se solte.  

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

XI DESPERTAI - RCC Camocim

Enquanto muitas expressões religiosas fazem retiros espirituais, fora do perímetro urbano, o que é muito viável e importante, a Renovação Carismática Católica, na maioria dos lugares onde existe um Grupo de Oração, não "arreda o pé" dos centros urbanos, anunciando o amor de Deus Pai para com a humanidade, a salvação alcançada pelos méritos de Cristo Jesus e a ação santificadora do Espírito Santo. Certamente trata-se de uma luta nas proporções de Davi contra Golias, pois, enquanto os eventos carnavalescos contam com verbas públicas, patrocínio de diversas empresas e grande envolvimento das pessoas, os encontros carismáticos contam com Divina Providência que age através da solidariedade de irmãos que querem ser instrumentos de Deus na construção de um mundo novo, a luz do projeto de Jesus Cristo.
Se na "Festa das Carnes" prostituição, drogas, violência, insegurança, mortes, gastos desenfreados são assuntos quase sempre presentes, nos eventos cristãos realizado nesse período, brotam fraternidade, paz, alegria (sem ressaca), crescimento espiritual, renovação interior, estabilidade financeira, enfim, frutos do estar na presença de Deus. É por isso que nós dizemos que você não pode perder o evento cristão realizado na sua cidade. Certamente ele vai ser uma grande bênção e, acredite, marcará positivamente a sua vida.

Em Camocim, a RCC realizará nos dias 13, 14, 15 e 16 de fevereiro o XI DESPERTAI, O encontro é realizado como uma opção para aqueles que não querem participar da "Festa das Carnes" e que, no referido período, optaram por crescer na intimidade com Deus e no conhecimento de Sua Palavra. O encontro adotará como tema "Tua Palavra, luz para o meu caminho!", obedecendo ao direcionamento dado pelo Conselho Nacional da RCC para todos os eventos promovidos pelo movimento carismático nesse periodo em todo o Brasil.

O XI DESPERTAI acontecerá na Quadra do Instituto São José, tendo como programação básica de cada dia a estrutura que segue:
08h30 – Terço Mariano
08h50 – Acolhida / Louvor / Oração
09h20 – Pregação
10h20 – Intervalo para lanche
10h40 - Retorno com louvor / oração
11h10 – Adoração ao Santíssimo Sacramento
12h – Partilha / Testemunhos / Avisos
12h15 – Intervalo para o Almoço
14h30 – Acolhida / Louvor / Oração
15h – Terço da Divina Misericórdia
15h30 – Pregação
16h30 – Oração
16h50 – Intervalo
17h10 – Retorno com louvor e oração
17h30 – Partilha / Testemunhos / Avisos
18h - Santa Missa
20h – Show do Ministério de Música / Artes
22h – Previsão de encerramento

O encontro contará com o apoio dos servos da RCC Camocim, sendo que as pregações serão ministradas por missionários da Comunidade Católica Shalom, de Fortaleza. O encontro é aberto para todas pessoas, quer caminhem ou não na RCC, quer sejam ou não católicas. A entrada é gratuita. E, como já falamos anteriormente, as graças são abundantes. Então, vale a pena participar. Ah, contamos também com seu apoio na divulgação e também com sua intercessão para que muitas vidas sejam resgatadas e restaurados por meio de evento.

Oficina de Dons

PALAVRA DE SABEDORIA
Sabedoria e ciência caminham juntas, como dois remos, para conduzir o povo de Deus.


Sabedoria aqui não é sabedoria humana; não é cultura, grau de estudo. É a sabedoria que vem do Espírito. E esse dom não nos torna autoridades; não nos habilita a falar grosso, na ponta dos pés. Não. É a coisa mais simples do mundo e beneficia não a nós mesmos, mas ao outro. Somos apenas o fio condutor, não nos esqueçamos disso. Às vezes, nem sabemos que aquilo que dissemos ao outro foi uma palavra de sabedoria; nem percebemos que atingiu o outro, que tocou, transformou, tirou da dúvida, tirou da opressão, da desorientação. Esse dom da sabedoria, o Senhor não o quer apenas para alguns pregadores, estudiosos, mas para todos: para o pai de família, a mãe, o operário, o jovem... Trata-se de uma sabedoria "feijão com arroz", que você vai levar para seu filho, sua filha, sua mulher, seu marido, vizinho, empregado, para o companheiro de serviço... Porque estamos no Espírito, batizados n'Ele, Ele se manifesta em nós.
O dom da palavra de sabedoria é um dom doméstico... é a palavra, o pensamento ou idéia que o Senhor nos envia no momento oportuno.
Diante de uma criança que precisa de correção, às vezes somos impelidos pela cólera e já queremos bater e ralhar! Neste momento, perceba, o próprio Espírito Santo nos orienta com sua sabedoria. Às vezes é falar, às vezes repreender, às vezes é melhor esperar! Mas o Espírito Santo sempre traz a orientação!
O Espírito Santo vai inspirar em nosso coração a palavra certa. A palavra de sabedoria é como a semente; ela não é grande, é pequenina! O Espírito Santo planta a semente da sabedoria, que é o certo, o correto...
Quando você tira todo o restolho e pega só a semente, acerta em cheio: sabe o que fazer e o que não fazer. Às vezes, é melhor comprar ou negociar, às vezes não! Claro, exige-se um ambiente de oração, que a pessoa já seja de oração, de escuta, dócil.
O dom da palavra de sabedoria precisa de um ambiente. É como a semente. Ela só vai poder frutificar em ambiente bom. Não vingará no asfalto. A pessoa deve ser dada à oração, à Palavra de Deus, à escuta atenta de Deus; porque, percebendo que a palavra vem do Senhor, ela obedece.

Mensagem de sua santidade o Papa Bento XVI para a quaresma de 2010

A justiça de Deus está manifestada
mediante a fé em Jesus Cristo (cfr Rom 3, 21–22 )

Queridos irmãos e irmãs,
todos os anos, por ocasião da Quaresma, a Igreja convida-nos a uma revisão sincera da nossa vida á luz dos ensinamentos evangélicos . Este ano desejaria propor-vos algumas reflexões sobre o tema vasto da justiça, partindo da afirmação Paulina: A justiça de Deus está manifestada mediante a fé em Jesus Cristo (cfr Rom 3,21 – 22 ).

Justiça: “dare cuique suum”

Detenho-me em primeiro lugar sobre o significado da palavra “justiça” que na linguagem comum implica “dar a cada um o que é seu – dare cuique suum”, segundo a conhecida expressão de Ulpiano, jurista romana do século III. Porém, na realidade, tal definição clássica não precisa em que é que consiste aquele “suo” que se deve assegurar a cada um. Aquilo de que o homem mais precisa não lhe pode ser garantido por lei. Para gozar de uma existência em plenitude, precisa de algo mais intimo que lhe pode ser concedido somente gratuitamente: poderíamos dizer que o homem vive daquele amor que só Deus lhe pode comunicar, tendo-o criado á sua imagem e semelhança. São certamente úteis e necessários os bens materiais – no fim de contas o próprio Jesus se preocupou com a cura dos doentes, em matar a fome das multidões que o seguiam e certamente condena a indiferença que também hoje condena centenas de milhões de seres humanos á morte por falta de alimentos, de água e de medicamentos - , mas a justiça distributiva não restitui ao ser humano todo o “suo” que lhe é devido. Como e mais do que o pão ele de facto precisa de Deus. Nora Santo Agostinho: se “ a justiça é a virtude que distribui a cada um o que é seu…não é justiça do homem aquela que subtrai o homem ao verdadeiro Deus” (De civitate Dei, XIX, 21).

De onde vem a injustiça?
O evangelista Marcos refere as seguintes palavras de Jesus, que se inserem no debate de então acerca do que é puro e impuro: “Nada há fora do homem que, entrando nele, o possa tornar impuro. Mas o que sai do homem, isso é que o torna impuro. Porque é do interior do coração dos homens, que saem os maus pensamentos” (Mc 7,14-15.20-21). Para além da questão imediata relativo ao alimento, podemos entrever nas reacções dos fariseus uma tentação permanente do homem: individuar a origem do mal numa causa exterior. Muitas das ideologias modernas, a bem ver, têm este pressuposto: visto que a injustiça vem “de fora”, para que reine a justiça é suficiente remover as causas externas que impedem a sua actuação: Esta maneira de pensar - admoesta Jesus – é ingénua e míope. A injustiça, fruto do mal , não tem raízes exclusivamente externas; tem origem no coração do homem, onde se encontram os germes de uma misteriosa conivência com o mal. Reconhece-o com amargura o Salmista:”Eis que eu nasci na culpa, e a minha mãe concebeu-se no pecado” (Sl. 51,7). Sim, o homem torna-se frágil por um impulso profundo, que o mortifica na capacidade de entrar em comunhão com o outro. Aberto por natureza ao fluxo livre da partilha, adverte dentro de si uma força de gravidade estranha que o leva a dobrar-se sobre si mesmo, a afirmar-se acima e contra os outros: é o egoísmo, consequência do pecado original. Adão e Eva, seduzidos pela mentira de Satanás, pegando no fruto misterioso contra a vontade divina, substituíram á lógica de confiar no Amor aquela da suspeita e da competição ; á lógica do receber, da espera confiante do Outro, aquela ansiosa do agarrar, do fazer sozinho (cfr Gn 3,1-6) experimentando como resultado uma sensação de inquietação e de incerteza. Como pode o homem libertar-se deste impulso egoísta e abrir-se ao amor?Justiça e Sedaqah

domingo, 7 de fevereiro de 2010

LITURGIA DE DOMINGO

V Domingo Comum – Ano C


Is 6,1-2a.3-8

Sl137

1Cor 15,1-11

Lc 5,1-11

Comecemos nossa meditação pelo Evangelho. É comovente: Jesus apertado pela multidão sedenta da palavra de Deus. Ao terminar sua pregação, sentado à barca de Pedro, que é imagem da Igreja, ordena a Simão Pedro e à Igreja de todos os tempos: “Avança para as águas mais profundas!” É a missão que o Senhor nos confia. Confia aos ministros sagrados e confia a todo o povo de Deus, a toda a Igreja, barca de Pedro: “Avança para as águas do mar da vida; ide pelo mundo, em cada época, em cada tempo; pregai o Evangelho!” Atualmente, frente à drescristianização do nosso mundo, esta ordem do Senhor é um desafio acima de nossas forças; e um desafio que chega a amedrontar. A resposta de Pedro deve ser também a nossa: “Mestre, trabalhamos a noite inteira e nada pescamos. Mas, em atenção à tua palavra, vou lançar as redes!” Bendito Pedro, que, na palavra do Senhor, lançou as redes! Bendita a Igreja se fizer o mesmo em cada época da história humana! Benditos nós se, no meio em que vivemos, tivermos a coragem de lançar as redes da pregação do Evangelho! Observemos que aqui são de pouca valia a inteligência e astúcia nossa: “Na tua palavra lançarei as redes!” Só na tua palavra, Senhor, a pregação pode ser realmente eficaz! O Evangelho será sempre pregado na fraqueza, na pobreza, na loucura. E, no entanto, ele será sempre força, riqueza e sabedoria de Deus!
É comovente também a atitude de Simão após a pesca: “Senhor, afasta-te de mim, porque sou pecador!” O Senhor é tão grande (não é Aquele que enchia a terra com a sua glória, na primeira leitura? Aquele que está envolto numa nuvem de fumaça? Aquele que faz o templo tremer?), seus desígnios nos são tão incompreensíveis... somos tão pequenos, tão estultos e frágeis diante dele: “Senhor, afasta-te de mim! Chama alguém melhor!” E, no entanto, este Senhor tão grande quer precisar exatamente de nós, pequenos, pobres, estultos, frágeis. Este Senhor tão imenso, pergunta na primeira leitura: ‘Quem enviarei? Quem irá por nós?” Que mistério tão grande! Como pode Deus querer realmente contar conosco? Como pode o Evangelho depender de verdade da nossa pregação, do nosso testemunho? E, no entanto, é assim! É realmente assim! “Não tenhas medo! De hoje em diante, tu serás pescador de homens!” Eis aqui um mistério que não compreenderemos nunca nessa vida! Creiamos, adoremos, e digamos “sim” ao Senhor que nos chama e nos envia! Envia-nos a todos nós batizados e crismados! Lavou-nos no Batismo, como purificou os lábios de Isaías, e ungiu-nos com o Espírito de força e testemunho na Crisma, para que sejamos mensageiros do seu Evangelho!
Vejamos, finalmente, a atitude de Pedro e de Tiago e João, diante do chamado do Senhor: “Então levaram as barcas para a margem, deixaram tudo e seguiram Jesus”... Nunca mais barcas, nunca mais pescarias, nunca mais a vida de antes... “Deixaram tudo e seguiram Jesus...” É isso que é ser cristão: deixar-se a si, deixar uma vida voltada para si e dobrada sobre si mesmo, para seguir aquele que nos chamou e consagrou para a missão! Então, somos todos chamados e enviados como testemunhas do Senhor! 

Rede Nacional de Intercessão

“Proclama a Palavra, anuncia a Boa Notícia”

Dando continuidade ao exercício espiritual da leitura orante da Palavra de Deus, nesse mês trataremos do primeiro momento que é a leitura de um texto, podendo ser a liturgia do dia ou um texto inspirado pelo Espírito Santo no momento da oração.
Podemos reescrevê-lo consultando as notas de rodapé citadas na mesma. Procure ver a cena, o lugar, o momento histórico do povo, caso seja no Antigo Testamento. Caso seja uma passagem do Evangelho, leia e transcreva como se estivesse junto com Jesus naquele momento.
Veja os aspectos literários: personagens, quem?, onde?, por quê?, etc. Preste atenção também nos aspectos históricos: situação política, social, cultural, econômica, escravidão.
Veja também os aspectos teológicos, ou seja, procure descobrir o que Deus queria dizer ao povo naquela situação. Sendo nos Evangelhos, como Jesus se portou e o que operou? Nas cartas de Paulo ou dos outros apóstolos, o que a Palavra estava querendo dizer naquele momento aos destinatários, etc.
“Se alguém me procurar nestas páginas, vou atraí-los para junto de mim, participarei de sua leitura, como se tivesse o livro em minhas mãos. Quando duas pessoas leem juntas, no mesmo livro, uma parece respirar o sopro da outra. Assim eu vou aspirar o sopro dos desejos dessa alma e eles vão comer em favor as entranhas da minha misericórdia; e farei com que ele respire o sopro de minha divindade e será toda renovada interiormente”. (Santa Gertrudes, em “O arauto do Amor Divino”)

Intenções para o início do ano:
1. Que sejamos cada vez mais anunciadores e propagadores da Cultura de Pentecostes em 2010.
2. Pelos eventos de carnaval que acontecerão por todo o Brasil, para que o Espírito Santo suscite anunciadores da Palavra de Deus.



Intenções Permanentes:

- Pelo Santo Padre o Papa Bento XVI, pelos bispos, sacerdotes, diáconos e religiosos (as), pelos seminaristas para que, neste período de formação, sintam seu chamado confirmado;

- Pelo Presidente da Renovação Carismática Católica: Marcos Volcan. Pela unidade da RCC em todo Brasil, estados, grupos de oração, equipes de serviço e núcleos e com as diversas expressões carismáticas;

- Pelo Serviço Internacional da RCC (ICCRS), prestado por seus membros e pelo Conselho Latino-Americano (CONCCLAT), para que o Espírito Santo dirija os projetos e orientações do nosso movimento;

- Pelo programas de TV da RCC: na Canção Nova, o Celebrando Pentecostes, e Renovação em Ação, na TV Século 21. Pelo Portal da RCC na Internet;

- Pelos projetos de evangelização, entre eles: Celebrando Pentecostes e Missão Marajó. Por todos os sócios contribuintes do projeto: EU AMO A RCC!

- Pela construção da Sede Nacional da Renovação Carismática Católica;

- Pelos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, para que objetivem os valores cristãos e respeito à vida desde sua concepção, nas tomadas de decisão.



Vicente Gomes de Souza Neto

Coordenador Nacional do Ministério de Intercessão na RCC

vicente@rccbrasil.org.br



Reconstruindo muralhas

James Apolinário
Coordenador Estadual da RCC do Ceará

“Unidos pela Tua Palavra, reconstruiremos as muralhas” foi a palavra de ordem para o ENF 2010! A Palavra de Deus sempre foi e sempre será o centro e a vida da Igreja. Hoje o mundo fala na convergência de tecnologia, isto é, uma forte tendência que há na comunicação do mundo vir a ter um único meio de transmissão ou uma única infraestrutura.
O Evangelho é fonte de toda a verdade salutar e de toda a disciplina de costumes nos lembra o Concílio do Vaticano II na “Dei Verbum”, por isso a nossa convergência é a Palavra de Deus, pois todos os aspectos da vida humana são contemplados na Sua Palavra. A palavra divina está também na raiz da história humana. (Mensagem da XII Assembléia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, sobre o tema A Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja, publicada em 01/11/2008). Quando o mundo movido pela era da informação despertar para essa verdade, já revelada antes mesmo do surgimento dos meios modernos de comunicação, ele compreenderá que Jesus Cristo é o Senhor. Nisso veremos que todo aquele que vem a Jesus e ouve suas palavras e as pratica é semelhante a quem constrói a sua vida sobre a rocha (Lc 6, 47s) pois Deus é inovador na sua forma de amar o mundo, já que nos deixou o que é para nós a rocha onde edificaremos nossas moradas: sua Palavra de Vida.

“Reconstruiremos as muralhas!”
“Unidos pela Tua Palavra, reconstruiremos as muralhas”. Essa motivação vem das palavras de Neemias quando anuncia ao povo que o rei permite a reconstrução das muralhas de Jerusalém e em resposta, o povo dá um brado: Vamos! Reconstruamos! (Ne 2, 18b). Esse mesmo Neemias, que foi copeiro do rei em Susã, pôde ver que as muralhas de Jerusalém foram derrubadas, os portões consumidos pelo fogo e que os pagãos tinham atravessado livremente a cidade santa e profanado seus templos e locais sagrados, deixando a marca da destruição. Isto é, sem dúvida, prelúdio do que o pecado faz em nossas vidas, destrói tudo que está de pé.
Com tudo isso, o coração de Neemias ficou oprimido e então ele jejuou e orou poderosamente. Alguns meses depois, em resposta às suas súplicas, o rei Artaxerxes deu-lhe uma licença para ir a Jerusalém e reconstruir as muralhas. Este ato prefigura a dignidade e identidade de um povo redimido pela misericórdia divina.É valido ressaltar alguns pontos na atitude de Neemias que o qualificam como um grande líder e como um grande homem de Deus: a oração, o jejum, as qualidades de liderança, a poderosa eloquência, as habilidades organizacionais, a confiança nos planos de Deus e a rápida e decisiva resposta aos problemas são algumas dessas qualidades.