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sábado, 6 de fevereiro de 2010

Chegou o Dia do Virada Radical na praça do Amor em Camocim

É isso aí, amados e amadas. Já está tudo pronto para o XI DESPERTAI, o evento realizado pela RCC Camocim no período de Carnaval. E, em preparação para esse evento, estaremos reunidos na Avenida Beira-Mar, no dia 06 de fevereiro, sábado, a partir das 19 horas. Será o "VIRADA RADICAL", um grande momento de louvor a Deus. Em praça pública, no "point" da juventude camocinense, estaremos proclamando a Glória do Senhor, e testemunhando que caminhar com Jesus nos faz muito felizes. Além dos Grupos de Oração da RCC Camocim, teremos a alegria de contar com a presença do Padre Anchieta, jovem sacerdote que tem dinamizado a evangelização da juventude na Paróquia de Camocim.Contamos com sua presença, com sua intercessão pelo evento e também com seu empenho na divulgação. Vamos, juntos, manifestar nosso amor ao Senhor, Nosso Deus!!!!

Qual é o Terceiro Segredo de Fátima?

por Prof. felipe Aquino

Nenhum sofrimento é vivido em vão se for acolhido na fé

Infelizmente circula na internet um tal “Terceiro Segredo de Fátima”, que muito assusta as pessoas, como se o Papa João Paulo II não tivesse revelado o verdadeiro no ano 2000. No dia 26 de junho deste ano foi revelado, com a devida autorização do Papa, o verdadeiro Terceiro Segredo de Fátima, que tanta curiosidade, medo e, às vezes, pavor, despertava no povo. Na verdade, houve muita fantasia prejudicial às pessoas. Nas suas três partes o Segredo nada tem de previsões sobre o fim do mundo, nem de catástrofes ou flagelos.
Com a revelação do Segredo, feita através da Sagrada Congregação da Fé, com uma interpretação feita, a pedido do Papa, pelo então Cardeal Joseph Ratzinger, hoje o Papa Bento XVI, prefeito da citada congregação na época, viu-se que se trata de uma visão do século XX, século este impregnado de mártires do comunismo, do nazismo e de outras forças inimigas da Igreja e de Deus. Milhões morreram pela fé.

Na entrevista que Dom Tarcísio Bertone, então Secretário da Congregação para a Doutrina da Fé, teve com a Irmã Lúcia, por ordem do Sumo Pontífice, em 27 de abril de 2000, no Carmelo de Coimbra, onde vivia a religiosa, esta, lúcida e calma, concordou com a interpretação do Segredo, segundo a qual a terceira parte do Segredo de Fátima consiste numa visão profética, comparável às da história sagrada. Ela reafirmou a sua convicção de que a visão de Fátima se refere “sobretudo à luta do comunismo ateu contra a Igreja e os cristãos” e descreve os duros sofrimentos das milhões de vítimas do século XX.

Irmã Lúcia confirmou que a principal personagem do Segredo era o Santo Padre e recordou como os Pastorinhos tinham pena dele. Com relação ao "Bispo vestido de branco" (o Papa), que é ferido de morte e cai por terra, a Irmã concordou plenamente com a afirmação do saudoso Papa João Paulo II: "Foi uma mão materna que guiou a trajetória da bala e o Santo Padre deteve-se no limiar da morte" (Meditação com os Bispos italianos na Policlínica Gemelli, 13 de maio de 1994).

É interessante destacar o que diz a Irmã Lúcia: "Eu escrevi o que vi; não compete a mim a interpretação, mas ao Papa." A ela foi dada a visão, não a interpretação. Mais uma vez vemos aí a importância da Igreja e do Pontífice. E a Irmã concordou com a interpretação dada pela Igreja. Na interpretação do Segredo, já bastante publicado e conhecido, feita pelo Cardeal Ratzinger, alguns pontos merecem ser destacados:

Sexo Seguro como slogan pro pecado!

Num cartão-postal li: “Dia Mundial da Prevenção da Gravidez na Adolescência incentiva o conhecimento sobre contracepção responsável e moderna”. Pasmem! Neste anuncio supõe-se como natural que a adolescente esteja “mantendo relações sexuais” e o que ela precisa saber são os métodos sobre contracepção responsável e moderna.
Esta propaganda é só mais uma peça do “teatro” – para não usar palavra mais forte - que estamos vivendo como sociedade. A primeira pergunta que me veio ao ver este cartão-postal foi esta: como proclamar e viver o plano divino para o homem e a mulher, chamados desde “o principio” à íntima comunhão interpessoal da “unidade de dois”, quando o slogan mais famoso que temos referente à sexualidade é “sexo seguro”, como se o aspecto mais importante da união sexual fosse não contrair doença ou prevenir uma nova vida? Não quero aqui tratar das mentiras “técnicas” deste slogan. Quero tratar aqui do seu aspecto moral. Para isso devemos responder:
• Qual é a imagem do homem e de mulher...
• Qual a meta...
• E qual o resultado, que este tipo de slogan esconde?

A imagem transmitida pelo slogan é que o homem e a mulher são “puro instinto”, e que ao “não conseguir se segurar” frente ao estímulo provocado pelo “outro” devem estar “prevenidos” para uma relação casual, e daí a necessidade de levar a camisinha no bolso e a pílula na bolsa. Fica claro entender porque a preocupação fundamental é a “prevenção de doença" - ou gravidez (que também é tratado como “doença”) - já que não se consegue ensinar o que é realmente a relação sexual e que os jovens (e adolescentes!) “não conseguem se segurar”, pelo menos se tapeia, fingindo que se ajuda distribuindo preservativos e pílulas. 

Pastores Protestantes buscavam a verdade… e encontraram a Igreja Católica.

Janaina Quintal

Foi algo que os protestantes menos esperavam.
Era quase impossível pensar que em nosso tempo iam acontecer tais coisas, principalmente nos Estados Unidos, berço do Protestantismo atual.Estas conversões aumentam a cada dia, e estão sendo irreversíveis com a passagem do tempo. São conversões de pastores, ministros e leigos, para a Igreja Católica.
Sim, antes eles eram fortes pilares do Protestantismo e promotores do anti-catolicismo, que agora, voltam à Igreja de Cristo! E com os seus testemunhos atraem como uma avalanche, muitos outros protestantes de todos os continentes.
Só para lembrar alguns deles: Scott Hann, Paul Thigpen, Marcus Grodi, Steve Wood, Bop Sungenis, Julie Swenson, Dave Amstrong, David B. Currie, Tom Howard, Peter Kreeft, Douglas Bogart. Cada um deles em tempos diferentes e com os meios diferentes, mas todos em comum, unidos agora na Igreja Católica. (Efésios 4, 4-5).Estudaram teologia protestante; livros de exegese bíblica; escritos dos Pais da Igreja e Cristianismo primitivo… E eles ficaram “surpreendidos com a Verdade”. Vários deles eram professores de teologia, escritores, pastores e estudiosos… Começaram a estudar os alicerces da fé católica e foram pegos de surpresa pela verdade.
Eles andaram em várias estradas chegando a Roma. Agora estão em comunhão com o Papa dando testemunho em rádios, revistas e televisão no mundo inteiro. Escreveram livros, gravaram cassetes, páginas na Internet… E por meio deles há um forte movimento de protestantes voltando à Igreja.


Vejam o perfil de alguns deles:

1) Scott Hann. ex-pastor presbiteriano e ex-professor de teologia protestante.Era um anti-católico dos mais radicais de sua época. O seu excelente conhecimento como pastor e teólogo protestante e o testemunho de conversão para a Igreja católica faz deste servo de Deus um fascinante defensor da verdade. Milhares de protestantes e centenas de pastores voltaram ao Catolicismo vendo o testemunho deste ex-pastor.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Devoções

REZE a Novena de Nossa Senhora de Lourdes.
Peça uma graça que você deseja obter com esta novena. ClicandoAQUI

Dicas de videos:

  • ILUMINAR (nova música) do Padre Fábio de Melo, Esta é a música título do novo cd (Iluminar)- Confira clincandoAQUI
  • Novo álbum da banda Dom: O amor vai falar. Confira clicandoAQUI

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Anunciar aquele que é!!!

Scotus Erigena dizia que Deus é o super-ser, o super-existente. Afirmava que até a palavra “ser” era insuficiente para Deus. No seu entender, Deus é mais do que um “ser”. Em outras palavras, o substantivo “ser” ainda não o exemplifica. Da mesma forma que o ser do homem não pode ser comparado ao ser do animal porque está acima do ser do animal; e o ser do animal não se compara ao ser da pedra, porque está muito acima do ser da pedra, assim, o conceito do ser de Deus está infinitamente acima de qualquer ser. Não há como comparar. Ele não teve origem nem começo. É o único ser que verdadeiramente é, porque se basta. Nós, para sermos, precisamos de outros seres.

Por isso, anunciar Javé, aquele que é quem é, fazer filosofia e teologia. Trata-se de um termo filosófico que pretende lembrar que Deus é único. Nós derivamos. Nosso ser é limitado. Viemos depois e aqui, nunca seremos totalmente quem deveríamos ser. Faltará sempre alguma coisa. Pregar o “totalmente outro” e ao mesmo tempo “totalmente Ele mesmo” exige um mergulho mais profundo do que sair por aí dizendo que Deus falou conosco, ou que temos um recado dele para dar. Toda a humildade ainda é pouca diante da grandeza daquele de quem pretendemos ser porta-vozes.

O verbo “é” aplica-se com toda a propriedade a Deus; revela seu infinito. No nosso caso, o verbo “é” revela o nosso limite. Somos porque viemos daquele que é. Ele sempre foi, sempre “é” e sempre será. Nós nascemos e começamos a ser. Viemos infinitamente depois. Deus nunca nasceu. Por isso, quando Deus diz “eu sou”, não tem que explicar-se. Quando eu digo “eu sou”, tenho que explicar-me. É que não sou exatamente quem digo que sou. Pregar tais verdades supõe reflexão meditação leituras e o desejo de saber mais sobre o mistério de Deus antes, agora e eternamente, sem nós, em nós e conosco.

Pe. Zezinho

Oficina de Dons

PALAVRA DE CIÊNCIA

Quando a palavra de profecia surge espontaneamente nos nossos grupos, especialmente depois da oração, do canto em línguas e do silêncio, esse é um momento muito oportuno para Deus nos dar a palavra de ciência.

A palavra de ciência é chamada também palavra de conhecimento.
É como um diagnóstico. Deus nos dá um conhecimento que não poderíamos alcançar por nosso próprio esforço. Essa palavra de ciência vem de nós. Chama-se palavra porque nos é dada através de uma expressão, de uma frase, ou de uma imagem. Sua função é indicar algo que Deus que fazer.
Às vezes você está orando por alguém, e lhe sobrevém uma palavra, uma imagem. E, no momento em que você apresenta essa imagem, ela funciona como uma chave de interpretação.
A palavra de ciência vem a nós, ressoa no nosso interior, como imagem que vem à nossa mente. Deus envia a palavra de ciência necessária, a palavra de conhecimento de que uma pessoa precisa, para podermos agir juntos à pessoa e ajudá-la a sair do problema.
Não duvide da palavra de ciência. Use-a na sua oração, ou fale com a pessoa pela qual você está orando, perguntando-lhe o que aquela palavra diz a ela, à vida dela. Use-a para levar a cura aos seus irmãos, para levar-lhes a libertação do reino de Deus, para revelar o mundo sobrenatural, o trono da graça do Rei.
Obrigado, Senhor, pelo precioso dom de ciência!
Dá-me a palavra de ciência e usa-me, Senhor, o quanto quiseres, para agir na vida dos meus irmãos!
Eis-me aqui, meu Senhor e meu Deus. Estou pedindo, Senhor, que manifestes teu poder, manifestes tua glória nesses meus irmãos e irmãs, através da palavra de ciência. Sabes que teu povo está doente, oprimido, amarrado, Senhor!
E queres levar-lhe a verdadeira cura, a verdadeira libertação!
Usa-nos, Senhor, no dom da palavra de ciência.

Amém!

Papa critica ambições de “carreira e poder” dentro da Igreja

Da Folha de São Paulo


O papa Bento 16 criticou que também entre os homens de Igreja exista a ambição de fazer carreira e de ganhar poder, e assegurou que a instituição “sofre” com o fato de que essas pessoas “se esforcem por elas mesmas, e não pela comunidade”.
O pontífice fez essas declarações perante milhares de fiéis que assistiram na Sala Paulo 16 do Vaticano a audiência pública das quartas-feiras, na qual ressaltou a figura do santo espanhol Domingo de Guzmán (1170-1221).
Ao falar do fundador da Ordem dos Dominicanos, o papa disse que quando Domingo de Guzmán foi eleito padre da catedral de Osma, essa nomeação podia representar para ele motivo de prestígio tanto na Igreja como na sociedade. No entanto, ele não a considerou assim, mas como um serviço a cumprir com dedicação e humildade.
“Não é uma tentação o afã de fazer carreira ou a ambição de poder?”, perguntou-se o papa, que respondeu que a essa tentação “não são imunes nem sequer os que têm um papel de governo na Igreja”.

Bento 16 lembrou a frase pronunciada durante a última consagração de bispos. “Não busquemos o poder, prestígio ou estima para nós mesmos. A Igreja sofre com o fato de que a pessoa se esforce por si, e não pela comunidade”, disse.
O papa ressaltou o interesse de Domingo de Guzmán para que os irmãos de congregação do dominicano tivessem uma sólida formação teológica e espírito missionário. Além disso, o papa afirmou que no coração da Igreja “é sempre preciso arder o fogo missionário, que estimula constantemente o anúncio do Evangelho”.

Fonte: Site www.comshalom.org

A Igreja aceita a doação de órgãos?

Fala-nos o Papa:
***
Venerados Irmãos no Episcopado

Ilustres Senhores e Senhoras!
A doação de órgãos é uma forma peculiar de testemunho da caridade. Numa época como a nossa, com frequência marcada por diversas formas de egoísmo, torna-se cada vez mais urgente compreender quanto é determinante para uma correcta concepção da vida entrar na lógica da gratuidade. De facto, existe uma responsabilidade do amor e da caridade que compromete a fazer da própria vida uma doação aos outros, se quisermos verdadeiramente realizar-nos a nós próprios. Como nos ensinou o Senhor Jesus, só aquele que doa a própria vida a poderá salvar (cf. Lc 9, 24)
Os transplantes de tecidos e de órgãos representam uma grande conquista da ciência médica e certamente são um sinal de esperança para tantas pessoas que se encontram em graves, e por vezes extremas, situações clínicas. Se alargarmos o nosso olhar ao mundo inteiro é fácil encontrar os numerosos e complexos casos nos quais, graças à técnica do transplante de órgãos, muitas pessoas superaram fases altamente críticas e foi-lhes restituída a alegria de viver. Isto nunca se poderia ter realizado se o compromisso dos médicos e a competência dos pesquisadores não tivessem podido contar com a generosidade e com o altruísmo de quantos doaram os seus órgãos. O problema da disponibilidade de órgãos vitais para transplante, infelizmente, não é teórico, mas dramaticamente prático; ele é verificável na longa lista de espera de tantos doentes cujas únicas possibilidades de sobrevivência estão ligadas às escassas ofertas que não correspondem às necessidades objectivas.
É útil, sobretudo neste contexto hodierno, voltar a reflectir sobre esta conquista da ciência, para que não se verifique que o multiplicar-se dos pedidos de transplante subverta os princípios éticos que estão na sua base. Como disse na minha primeira Encíclica, o corpo nunca poderá ser considerado um mero objecto (cf. Deus caritas est, 5); desta forma prevaleceria a lógica do mercado. O corpo de cada pessoa, juntamente com o espírito que é dado a cada indivíduo, constitui uma unidade inseparável na qual está impressa a imagem do próprio Deus. Prescindir desta dimensão leva a perspectivas incapazes de captar a totalidade do mistério presente em cada um. É portanto necessário que em primeiro lugar sejam postos o respeito pela dignidade da pessoa e a tutela da sua identidade pessoal. No que se refere à técnica do transplante de órgãos, isto significa que se pode doar unicamente se não se dá origem um sério perigo para a própria saúde e identidade e sempre por um motivo moralmente válido e proporcionado. Eventuais lógicas de compra-venda dos órgãos, assim como a adopção de critérios discriminatórios ou utilitaristas, estariam totalmente em contraste com o significado subentendido da doação que sozinhos se poriam fora de questão, qualificando-se como actos moralmente ilícitos. Os abusos nos transplantes e o seu tráfico, que com frequência atingem pessoas inocentes como as crianças, devem encontrar a comunidade científica e médica imediatamente unidas na sua rejeição como práticas inaceitáveis. Elas devem ser portanto condenadas como abomináveis. O mesmo princípio ético deve ser recordado quando se quer chegar à criação ou destruição de embriões humanos destinados a finalidades terapêuticas. A simples ideia de considerar o embrião como “material terapêutico” contrasta com as bases culturais, civis e éticas sobre as quais se baseia a dignidade da pessoa. Acontece com frequência que a técnica do transplante de órgãos é feita por um gesto de total gratuidade da parte de familiares de doentes dos quais foi certificada a morte. Nestes casos, o consenso informado é condição prévia de liberdade, para que o transplante tenha a característica de uma doação e não seja interpretado como um acto coercitivo ou de exploração. Contudo, é útil recordar que cada órgão vital não pode ser extirpado a não ser ex cadavere, o qual aliás também possui uma sua dignidade que deve ser respeitada. A ciência, nestes anos, fez ulteriores progressos na certificação da morte do doente. É bom, portanto, que os resultados alcançados recebam o consenso de toda a comunidade científica de modo a favorecer a pesquisa de soluções que dêem a certeza a todos.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

A Bíblia em mangá - Arte cristã em traço japonês!!!!

Um forasteiro misterioso, calado que chega para libertar a cidade do domínio do pecado tal qual como um pistoleiro em faroeste ou um samurai em terras japonesas, melhor ainda Jesus Cristo em Jerusalém.
Não se assuste, essa é uma roupagem que o britânico Ajinbayo Akinsiku de 43 anos que é casado com a brasileira Edileusa Nunes da Silva Akinsiku deu em seu livro intitulado "The Manga Bible: from Genesis to Revelations" (a Bíblia Mangá: do Gênesis ao Apocalipse).
Para cobrir tanto o Novo quanto o Velho Testamento, Siku disse que precisou editar e condensar os livros, fez versões de vários tamanhos e bem de acordo com o gênero mangá, uma pena que partes importantes da palavra de Deus, como o Sermão da Montanha ficaram de fora do livro.
O autor ainda disse que houve uma dificuldade conceitual, discussões sobre foco em cristianismo, teologia ou com a narrativa de quadrinhos, mas o artista garante foi muito cuidadoso para manter a intenção do texto original, mas diz que deixou com uma cara mais moderna e ágil.
A Bíblia em mangá tem cenas bacanas com por exemplo, Abraão fugindo de uma explosão a cavalo para salvar Lot, e Og, rei de Basã do Velho Testamento.
O livro ainda não foi lançado no Brasil e nem tem previsão, mas pode ser adquirido em lojas virtuais como a Amazon.

Fonte: SacraMusic

A eutanásia e o valor da vida

por Congregação para a Doutrina da Fé *
Documento Declaração sobre a Eutanásia

A vida humana é o fundamento de todos os bens, a fonte e a condição necessária de toda a atividade humana e de toda a convivência social. Se a maior parte dos homens considera que a vida tem um caráter sagrado e admite que ninguém pode dispor dela a seu bel-prazer os crentes vêem nela também um dom do amor de Deus, que eles têm a responsabilidade de conservar e fazer frutificar. Desta última consideração se derivam as seguintes consequências:
1. ninguém pode atentar contra a vida de um homem inocente, sem com isso se opor ao amor de Deus para com ele, sem violar um direito fundamental que não se pode perder nem alienar, sem cometer um crime de extrema gravidade.[4]
2. todos os homens têm o dever de conformar a sua vida com a vontade do Criador. A vida é-lhes confiada como um bem que devem fazer frutificar já neste mundo, mas só encontrará perfeição plena na vida eterna.
3. a morte voluntária ou suicídio, portanto, é tão inaceitável como o homicídio: porque tal acto da parte do homem constitui uma recusa da soberania de Deus e do seu desígnio de amor. Além disto, o suicídio é, muitas vezes, rejeição do amor para consigo mesmo, negação da aspiração natural à vida, abdicação frente às obrigações de justiça e caridade para com o próximo, para com as várias comunidades e para com todo o corpo social — se bem que por vezes, como se sabe, intervenham condições psicológicas que podem atenuar ou mesmo suprimir por completo a responsabilidade.
É preciso no entanto distinguir bem entre suicídio e aquele sacrifício pelo qual, por uma causa superior — como, a honra de Deus, a salvação das almas ou o serviço dos irmãos — alguém dá ou expõe a própria vida (cf. Jo. 15, 14).

II. A EUTANÁSIA

Para tratar de modo adequado o problema da eutanásia, convém antes de mais, precisar o vocabulário.
Etimologicamente, a palavra eutanásia significava, na antiguidade, uma morte suave sem sofrimentos atrozes. Hoje já não se pensa tanto no significado originário do termo; mas pensa-se sobretudo na intervenção da medicina para atenuar as dores da doença ou da agonia, por vezes, mesmo com risco de suprimir a vida prematuramente. Acontece ainda que, o termo está a ser utilizado num sentido mais particular, com o significado de « dar a morte por compaixão », para eliminar radicalmente os sofrimentos extremos, ou evitar às crianças anormais, aos incuráveis ou doentes mentais, o prolongamento de uma vida penosa, talvez por muitos anos, que poderia vir a trazer encargos demasiado pesados para as famílias ou para a sociedade.
É necessário, portanto, dizer claramente em que sentido se usa este termo no presente documento.
Por eutanásia, entendemos uma ação ou omissão que, por sua natureza ou nas intenções, provoca a morte a fim de eliminar toda a dor. A eutanásia situa-se, portanto, ao nível das intenções e ao nível dos métodos empregados

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

NAMORO SANTO, CASAMENTO ETERNO * (2ª Parte)

Santidade no Namoro

Todo cristão é chamado a ser santo (Lv 19,2; 11,44s; Ex 22,30; I Ts 4, 3.7; I Pd 1,16). Essa é a nossa vocação! Dois corações quando estão em fase de conhecimento (que é sobre tudo na época do namoro), devem perceber que é momento de muito respeito e compromisso para com o outro. Cultivar a santidade no namoro significa romper com todos os padrões que o mundo está oferecendo para aceitar a vontade que vem de Deus em purificar o relacionamento entre os dois.
Para que se tenha um namoro santo, os dois jovens (tanto o homem quanto a mulher), têm que desejarem a santidade. Não pode ser o contrário, não pode ser um e o outro não. E nem tão pouco nenhum dos dois. O Namoro santo seria o namoro cristão. Vamos diferenciá-lo do namoro mundano.
Namoro Mundano: Os dois ou um dos dois estão vivenciando as coisas da carne. Festas, farras, baladas, curtições são normais, julgando e afirmando de quadrados e radicais os que dizem ou pregam o contrário. Deixam-se levar pelo prazer sexual, alimentando-o encontro após encontro com toques, gestos... Tratam-se assim como um copo descartável e animais ferozes prontos para engolir a presa. Não importa o cuidado pelo coração do outro. Não há compromisso e nem respeito pelo companheiro. O importante é saber que se está “namorando” com alguém independentemente de quem seja para cultivar seus afetos e alimentar seu ego, sem que haja nenhum interesse pelo futuro do namoro (o matrimônio). Abraços compromissados e expressões comprometedoras que nunca deveriam ser usados para outra pessoa em hipótese alguma, uma vez que se tem um compromisso de namoro com alguém, torna-se normal para todas as garotas (ou rapazes) e não faz mal algum. "Ninguém é de ninguém" sempre dá umas voltinhas pelo pensamento de um dos dois ou dos dois, desrespeitando assim, a pessoa que se diz ser amada. Fidelidade não está no seu vocabulário, uma vez que pelo menos entre os amigos comenta-se das gatinhas da cidade armando até, em pensamentos, a maneira de como seria o ato sexual. Não há espaço para aceitar as verdades bíblicas e da Igreja quanto a castidade, virgindade, respeito pelo corpo do próximo. Eu sempre tenho razão e você está sempre errado... Há! Na lua de mel, só há a lua mesmo!!!
O namoro santo é para aqueles que querem preservar todo o seu ser, primeiramente, para Cristo e para a sua Igreja. Não se preocupam com o seu eu, e sim com o do próximo, procurando fazer a vontade do Senhor. Para os dois (e não somente para um dos dois), há sempre o desejo de fazer a vontade de Deus em todas as coisas do namoro. Procuram decidir tudo em harmonia e Oração para o bem comum dos dois. Há no coração de ambos, um desejo profundo de fazer o outro feliz. A fidelidade torna-se a coluna em todos os momentos e o respeito pelos sentimentos e pelo corpo do outro vem em primeiro lugar. Seriedade e companheirismo andam de mãos unidas para criar um clima de harmonia em todas as horas. Quando chega a provação e a tribulação, há sempre a atitude de está ao lado do outro para chorar e orar juntos. Quando não há palavras, o olhar e a companhia já é o suficiente para acalmar a tempestade. Expressões de amor e cuidado com as palavras é um desafio para todas as horas. Evita-se o prazer físico para que se preserve para o casamento. A castidade torna-se uma coroa incorruptível para os dois. Ambos procuram está de bem para com o outro e servir a Deus. Não há olhares para mais ninguém e nem alimenta-se conversas comprometedoras em hipótese alguma para qualquer pessoa além da que é dona do nosso coração. O amor existe para aperfeiçoar os erros de ambos os corações. Não existe somente o sentimentalismo barato demonstrado em algumas palavras do tipo: Eu te amo!, mas, ama-se, de verdade, em cada atitude e em cada momento seja alegre ou triste, seja saudável ou doentio. Não se olha o status, o dinheiro, o físico; mas, “aquilo que está invisível aos olhos”... Mais um detalhe: No namoro santo, há sempre o fato de eu ser reconquistado e de eu reconquistar a pessoa amada dia após dia. E claro, o objetivo último do namoro é tornar o outro feliz preparando-se para o matrimônio em que se constitui a família, deixando a ato sexual somente para ou, para a partir desse momento.

NÃO DEIXAIS O CARNAVAL MANCHAR A SUA CASTIDADE!!!

por:Prof. Felipe Aquino

O QUE É A CASTIDADE?
O sexo tem um sentido muito profundo; é o instrumento da expressão do amor conjugal e da procriação. Toda vez que o sexo é usado antes ou fora do casamento, de qualquer forma que seja, peca-se contra a castidade.
A castidade é uma virtude moral. É também um dom de Deus, uma graça, um fruto da obra espiritual (Cf. Gl 5,22-23). O Espírito Santo concede o dom de imitar a pureza de Cristo àquele que foi regenerado pela água do Batismo. (Cat. §2345)

“E todo aquele que nele tem esta esperança, se torna puro como ele é puro.” (1Jo 3,3) A castidade significa a integração correta da sexualidade na pessoa e, com isso, a unidade do homem em seu ser corporal…

Para se viver uma vida casta é necessário uma aprendizagem do domínio de si; ou o homem comanda suas paixões e obtém a paz, ou se deixa subjugar por elas e se torna infeliz.

Santo Agostinho disse que: “A dignidade do homem exige que ele possa agir de acordo com uma opção consciente e livre, isto é, movido e levado por convicção pessoal e não por força de um impulso interno cego ou debaixo de mera coação externa. O homem consegue esta dignidade quando, libertado de todo cativeiro das paixões, caminha para o seu fim pela escolha livre do bem e procura eficazmente os meios aptos com diligente aplicação.” (Confissões, 10,29,40).

Para se viver segundo a castidade é preciso resistir às tentações através dos meios que a Igreja nos ensina: fugir das tentações, obedecer os mandamentos, viver uma vida sacramental, especialmente freqüentando sempre a Confissão e a Comunhão, e viver uma vida de oração. Muito nos ajuda nisto a reza do santo Rosário de Nossa Senhora e a devoção e auxílio dos santos. (cf. Cat. §2340)

Santo Agostinho disse que: “A castidade nos recompõe, reconduzindo-nos a esta unidade que tínhamos perdido quando nos dispersamos na multiplicidade.” (Confissões, 10,29,40) A virtude da castidade é comandada pela virtude cardeal da temperança, que faz depender da razão as paixões e os apetites da sensibilidade humana. (cf. Cat. §2341). O homem que vive entregue às paixões da carne, na verdade vive de “cabeça para baixo”; sua escala de valores é invertida; torna-se fraco. Não é mais um homem; mas um caricatura de homem.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

A bússola e a biruta. O Norte é Cristo!

Por: Percival Puggina
Freqüentemente se ouve que a Igreja perde fiéis por não se adequar às tendências da modernidade: é contra o divórcio, contra o aborto, contra o casamento de homossexuais,condiciona o exercício do sacerdócio ao celibato, não ordena mulheres, se opõe a diversas práticas de controle da natalidade e por aí afora.
Fico imaginando o pleno atendimento dessas reivindicações: a Igreja reinstituindo a carta de divórcio (explicitamente abolida por Jesus, num visível erro de apreciação), aconselhando as mães a abortar e os médicos a aprimorarem as técnicas de aborto, as igrejas celebrando casamentos entre homens, entre mulheres, bem como outras uniões extravagantes que se sabe existir por aí, sacerdotes e sacerdotisas distribuindo “camisinhas” nas missas dos jovens, e por aí afora.
Chocante? Ridículo? Por quê? Não é exatamente o que parecem desejar que a Igreja faça para adequar-se aos ventos da opinião pública e da permissiva cultura contemporânea?
Quantos cristãos parecem crer que, de fato, a Igreja “precisa atualizar-se” nestas coisas?
Existe nos aeroportos um instrumento colocado próximo à pista, formado por uma haste metálica na qual é fixado um tubo de pano. É chamado “biruta” e serve para sinalizar o sentido e a direção dos ventos de superfície. Em todas as aeronaves existe também um outro aparelho,chamado bússola, que sinaliza o norte magnético e é um dos mais antigos e utilizados instrumentos para orientação de navegadores em terra, mar e ar.
Felizmente, a Igreja não comete a insensatez de confundir a “biruta” com a bússola porque se assim procedesse acabaria tão extraviada quanto ficaria o piloto que olhando para o tubo de pano junto à pista do aeroporto, confundisse aquilo com uma bússola e seguisse o vento, pensando tomar o rumo do norte. Não! A Igreja e o Cristianismo cumprem através da históriaesse papel de bússola, indicando firmemente o norte apesar dos ventos da superfície, aos quais conhece, mas aos quais não segue. Ao agir assim, procede como Cristo, que denunciou os padrões de conduta de seus contemporâneos. 

Causas de nulidade não são atalhos para solucionar matrimônios fracassados

As causas de nulidade não são atalhos para solucionar uniões fracassadas, advertiu o decano da Rota Romana, em uma audiência concedida por Bento XVI hoje(30/01/2010) aos membros deste tribunal de segunda instância da Igreja.
O bispo Antoni Stankiewicz, ao ilustrar a atividade deste ano, considerou que neste momento a Igreja tem o desafio de enfrentar a “difundida tendência que relativiza a verdade”, sobretudo “nas declarações de nulidade de matrimônio”.
O prelado polonês informou, segundo sua intervenção publicada pelo L’Osservatore Romano, que entre as causas recebidas por este tribunal, as que afetam a declaração de nulidade de matrimônio sacramental “absorvem em grande parte” sua tarefa.
Citando a encíclica Caritas in veritate, Stankiewicz advertiu sobre a “difundida tendência que relativiza a verdade e difunde uma visão relativista da pessoa humana e da sua natureza, nos contextos mais expostos a esse perigo, isto é, no âmbito social, jurídico, cultural e político”.
O bispo reconheceu que “esta tendência relativista com frequência se filtra também nas declarações de nulidade de matrimônio, que, dessa forma, sofrem uma desviação, convertendo-as em um caminho fácil para a solução de matrimônios fracassados, esvaziando, assim, tanto o sentido da declaração de nulidade como o sentido do próprio caráter indissolúvel” do sacramento.
A Igreja não reconhece o divórcio, pois considera o matrimônio como um sacramento indissolúvel instituído por Deus. Pois bem, quando se comprova, pode declarar que um matrimônio foi caso de nulidade por causas claramente definidas, como pode ser a falta de consentimento de um dos cônjuges ou a oposição consciente de um deles, ao contrair o sacramento, às propriedades essenciais do matrimônio (fidelidade, indissolubilidade) ou aos seus fins (por exemplo, a abertura à procriação).
Dom Stankiewicz sublinhou que as declarações de nulidade do matrimônio que os tribunais eclesiásticos realizam nas dioceses “não podem opor-se ao princípio da indissolubilidade”.
A Rota Romana atua como tribunal de apelação e julga; em segunda instância, as causas definidas pelos tribunais ordinários de primeiro grau e remitidas à Santa Sé por legítima apelação; e também em terceira e ulterior instância, as causas tratadas já em apelação pela própria Rota ou por outro tribunal eclesiástico de apelação.
Além disso, é também tribunal de apelação para o tribunal eclesiástico da Cidade do Vaticano.



Fonte: Agência Zênit

Rivalidade entre os irmãos. O que fazer?

Revista Shalom Maná - Ed. Shalom

Amor, compreensão e diálogo são fundamentais para que a rivalidade entre irmãos dê lugar a um afeto ainda mais intenso, contribuindo para o amadurecimento da personalidade.
A rivalidade entre irmãos é um fenômeno conhecido da psicologia e da experiência comum de muitos pais e educadores. Ela evidencia o comportamento contraditório de meninos e meninas com seus irmãos e irmãs desde os primeiros anos de vida. Assim, no âmbito familiar, torna-se comum a presença de atritos, invejas, ciúmes, hostilidade, rivalidade e, sobretudo, a concorrência entre irmãos a fim de obter para si a exclusividade da atenção e amor dos pais. Ao mesmo tempo, são evidentes as manifestações de afeto, fortes ligações de sangue, ajuda recíproca e mútua defesa no embate com o mundo externo. Sem falar da participação nas mesmas experiências e da memória e partilha das recordações familiares que reforçarão os laços por toda a vida.
Mas, de onde vem tamanha contradição no comportamento e nos sentimentos? Em geral, o nascimento de um irmãozinho ou de uma irmãzinha assinala a primeira grande crise na vida da criança. Não é para menos. Até aquele momento, ele era o centro da família, o rei da casa, o xodó dos pais, tios e avós. Era o astro principal ao redor do qual todas as constelações do sistema familiar e toda a vida dos pais, noite e dia. Agora, repentinamente, a bela história acabou. O centro das atenções é deslocado. O trono ficou vazio para ser ocupado pelo novo monarca que está para chegar. Os preparativos para a festa são percebidos por toda a casa. Portanto, a criança experimenta a sensação de perda e abandono, sente-se desnorteada. Assim, é compreensível que ela experimente sentimentos hostis para com o novo irmãozinho ou sentimentos contraditórios do tipo aceitação e rejeição. 
O que fazer? 

domingo, 31 de janeiro de 2010

Liturgia do Domingo

IV Domingo do Tempo Comum (Ano C)

Jr 1,4s.17-19

Sl 70

1Cor 12,31 – 13,13

Lc 4,21-30

Se procurarmos uma idéia que dê unidade as leituras da Missa de hoje, encontraremos a fé. Comecemos pelo Evangelho. Após ler o trecho do rolo de Isaías, “O Espírito do Senhor repousa sobre mim, porque o Senhor me ungiu… para levar a Boa Nova aos pobres e proclamar o Ano da graça do Senhor”, Jesus afirma, cheio de autoridade: “Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir”. É uma afirmação ousada. Somente quando o Messias viesse tal Escritura seria cumprida. Jesus, portanto, apresenta-se como o Messias. E o encanto de seu ensinamento dá testemunho de que ele é verdadeiro… Mas, infelizmente, crer não é fácil… sobretudo quando Deus nos visita de modo humildade, corriqueiro, nas coisas pequenas e banais. E, assim, os nazarenos se escandalizam com Jesus: “Não é este o filho de José?” Como pode alguém nosso, alguém tão do nosso meio ser o Messias? Como pode Deus se manifestar por este, que cresceu e viveu entre nós? Santo de casa não faz milagre! Gostamos do excepcional, da novidade, do exótico! O quanto é necessário sermos abertos para discernir a Palavra e o apelo do Senhor naqueles que nos são enviados e convivem conosco! O quanto precisamos aprender que Deus não é somente Deus de longe, mas também Deus de perto! A mesma experiência o profeta Jeremias fizera antes de Jesus. E o Senhor ordena que seu profeta fale e que não tenha medo, ainda que seja incompreendido e rejeitado pelo seu povo e seus parentes: “Não tenhas medo, senão eu te farei tremer na presença deles. Eu te transformarei hoje numa cidade fortificada, numa coluna de ferro, num muro de bronze… Eles farão guerra contra ti, mas não prevalecerão, porque estou contigo para defender-te!” 

Santo do Dia - Dom Bosco

Vida de Dom Bosco

Nasceu no dia 16 de agosto de 1815, em Becchi, na Itália, numa família de camponeses pobres. Ficou órfão de pai com dois anos. Sua mãe, Margarida, era uma mulher forte e decidida. Criou os três filhos sozinha. Um misterioso sonho marcou a vida de João Bosco aos nove anos. Os anos que se seguiram foram orientados por esse sonho. Margarida Bosco suportou humilhações e canseiras incríveis para que seu filho chegasse a ser padre.
Ordenou-se sacerdote em 1841, em Turim, Itália. O mundo passava por grandes transformações. Na miséria desoladora dos subúrbios havia jovens desocupados, sem rumo , famintos. Aí o novo sacerdote identificou q quem dedicar a sua vida. Dom Bosco faria de tudo para impedir que jovens abandonados fossem obrigados a roubar para comer e acabar nas prisões.
Reuniu esses meninos. Nasceu o primeiro Oratório, um lugar onde pudessem morar, trabalhar, rezar. Mais uma vez, Mamãe Margarida se sacrificaria. Deixou sua casa no campo e veio trabalhar como cozinheira e lavadeira dos meninos. Em 1853, começavam a funcionar as primeiras oficinas, nas quais o próprio Dom Bosco ensinava. Entre os jovens que consideram a Dom Bosco como pai e mestre, alguns pedem-lhe para “ser como ele”. Nasce assim a Congregação Salesiana, em 1854. Hoje os Salesianos estão presentes em mais de 150 países.
Em 1860, o primeiro menino de Dom Bosco ordena-se padre. No início de 1872, funda com Madre Mazzarello o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora, o ramo feminino da Congregação. Dom Bosco idealizou uma grande família para se dedicar ao ensino e catequese dos meninos e meninas abandonados.
Hoje, no mundo todo, a Família Salesiana é composta, além de padres e irmãs, pelos Cooperadores, Coadjutores e os Salesianos leigos, formados em sua maioria pelos Ex-Alunos, que atuam em oratórios, escolas, dedicam-se ao ensino profissionalizante etc. Mas a maior obra que Dom Bosco deixou para a Igreja é o seu sistema de educar os jovens, baseado em três palavras: razão, religião e bondade. O santo dos jovens, morreu no dia 31 de janeiro de 1888, com 72 anos. Foi aclamado pelo Papa João Paulo II como o “Pai e Mestre da Juventude”. Dom Bosco é também o padroeiro de Brasília-DF.Frases de Dom Bosco aos Educadores e sobre a Juventude

INVESTIMENTOS PESADOS CONTRA OS FILHOS DE DEUS!!!


texto:Cássio José (Coordenador do Grupo de Oração Renascer)
 
Não é a toa que o mundo está em trevas. Sensualidade sendo pregada na mídia e normalização do pecado virou algo cotidiano. Não há mais preservação do corpo por se ter roupa que despertem sexualidade ativa e desrespeito ao ser humano nos é ensinado através das músicas mundanas, nas mais diversas categorias, estilos, gostos...
A Palavra de Deus nos diz que Satanás sabe que lhe resta pouco tempo (Ap 12,12). Por isso, tem investido pesadamente para a perdição das almas que pertencem a Cristo. O seu projeto é roubar, matar e destruir (Jo 10,10), as vidas que foram conquistadas e salvas pelo Senhor Jesus na cruz com o derramamento do seu sangue. Nós temos um alto preço, dessa forma. Preço esse que vale o sangue do cordeiro de Deus: Jesus de Nazaré!
Muitas vezes não compreendemos que Deus tem um amor tão grande por cada um de nós que teve que enviar o seu próprio filho, o Senhor Jesus, para salvar o mundo que estava perdido:
“Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16).
Será que temos o direito de desprezar a salvação que nos foi conquistada na cruz pelo sangue sem mancha e puro do Cordeiro de Deus? Temos o direito de dizer que pecar é normal e que não há problema, sendo que a Palavra de Deus nos afirma que devemos ser santos e irrepreensíveis para Deus? (Lv 19,2; Ef 1,4).
O que Paulo escreve para a comunidade de Corinto é que nós somos templos do Espírito Santo:
“Não sabeis que sois o templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá. Porque o templo de Deus é sagrado - e isto sois vós” (I Cor 3,16s).
E, escrevendo a Tessalônica, deixa muito claro que a vontade de Deus é a nossa santificação e não a prática de imoralidade:
“Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação; que eviteis a impureza. Pois Deus não nos chamou para a impureza, mas para a santidade” (I Ts 4, 3.7).
Se somos filhos do próprio Deus que é santidade perfeita, por que permitimos que as impurezas deste mundo nos desfigurem da imagem e semelhança divinas que Deus nos deu alegremente? 

DEUS É FIEL

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