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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

CNBB divulga discurso que Zilda Arns faria no Haiti



fonte: Cm. Shalom

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou em seu site o último discurso da fundadora da pastoral da criança, a médica Zilda Arns. O discurso não chegou a ser lido, pois poucas horas antes, Zilda morreu no terremoto que atingiu o Haiti. A médica estava no país para participar da Assembleia da Conferência dos Religiosos do Haiti, e o discurso seria lido no dia 12, durante o evento.
Em um trecho de seu discurso, Zilda falaria sobre Jesus. "O povo seguiu Jesus porque Ele tinha palavras de esperança, portanto, que todos nós somos chamados a anunciar experiências positivas e caminhos que levem as comunidades, famílias e o país a serem mais justos e fraternos".

Assessora pessoal informou a morte de Zilda



De acordo com a CNBB, a morte de Zilda foi informada por sua assessora pessoal, a freira Rosângela Altoé, em um telefonema. "Eu estou bem, sã e salva, mas perdemos a doutora Zilda, disse.
Rosângela disse à Pastoral da Criança que estava a poucos metros deZilda Arns, quando houve o terremoto. "Felizmente ela sofreu apenas arranhões. Ela disse que ia atravessar a rua quando houve o desmoronamento, vitimando de imediato a doutora Zilda e o tenente do exército que as acompanhavam", afirmou. Rosângela é prima da atual coordenadora nacional da Pastoral da Criança, irmã Vera Lúcia Altoé.
A CNBB também divulgou nota sobre a morte da fundadora da PAastoral da Criança, confira:



Nota da CNBB pela morte da Drª Zilda Arns



A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB - recebeu, com dor profunda, a notícia da morte da Drª Zilda Arns, médica pediatra, fundadora da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa, ocorrida na terça-feira, 12 de janeiro, vítima do trágico terremoto que se abateu sobre o Haiti.

Moções proféticas

Sonhos, Esperança e Fé



“Justificados, pois, pela fé temos a paz com Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. Por Ele é que tivemos acesso a essa graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança de possuir um dia a glória de Deus. E a esperança não engana. Porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.” Romanos 5, 1-2.5
O Frei Raniero Cantalamessa, na quaresma de 2009, mais precisamente no dia 3 de abril, falando a Bento XVI e seus colaboradores da Cúria Romana disse:
“O segredo da vida está em ter esperança e isso depende da relação que se estabelece com o Espírito Santo. Também nós que possuímos as primícias do Espírito, nós mesmos gememos em nosso interior esperando (cf. Rm 8, 23). Precisamos de esperança para viver e precisamos do Espírito Santo para esperar!”
No Congresso Nacional de 2007, o Senhor nos exortava a guardar a esperança, a voltar a esperar milagres e enfrentar os problemas da vida com fé. Exortava-nos, ainda, a fazer uma revisão de vida, buscando a ordem e o equilíbrio e nos dava aquela linda passagem em Isaías 45, 15-18 para usar em oração no enfrentamento do desequilíbrio e confusão nas nossas vidas. Muitas pessoas que oraram com essa Palavra, que olharam de frente suas vidas à luz dessa Palavra dão hoje testemunho de sonhos realizados, de vida transformada.

Pastor americano atribui terremoto a ‘pacto com o Diabo’ e provoca protestos.

fonte: UOL


Um dia depois do terremoto que destruiu a já precária infraestrutura do Haiti e causou milhares de mortes, o pastor evangélico Pat Robertson afirmou que o fenômeno está ligado ao fato de o país da América Central ter sido “amaldiçoado” por ter feito um “pacto com o Diabo”.

“Houve uma coisa que aconteceu no Haiti muito tempo atrás, e as pessoas não querem falar sobre isso”, disse ele ontem em um programa da Christian Broadcasting Network’s (rede de teve comandada por Robertson). “Eles estavam sob o domínio francês. Você sabe, Napoleão 3º, ou o que for. Então eles se juntaram e selaram um pacto com o Diabo. Disseram: ‘Vamos servi-lo se você nos tornar livres dos franceses. É uma história verdadeira. Então, o Diabo disse: ok, negócio fechado.”
Robertson é um extremista conservador norte-americano, e sua fala provocou uma onda de protestos nos Estados Unidos. Ele tentou ser candidato a presidente do país, em 1988, mas foi derrotado nas prévias do Partido Republicano. Entre suas previsões não realizadas, está a de que em 1982 o mundo acabaria e que um tsunami atingiria a Costa Leste dos EUA.
“Esta não é uma atitude que expressa o espírito do presidente ou do povo americano, portanto eu acredito que é um comentário bastante estranho de ser feito”, disse hoje Valeria Jarrett , conselheira de Barack Obama, quando pediram que ela tratasse do assunto. Jarrett declarou-se sem ter o que dizer diante da afirmação.
Um comunicado oficial de um porta-voz Robertson tentou suavizar suas afirmações, afirmando que o pastor não quis dizer que a responsabilidade era dos haitianos, mas que ele estava apenar repetindo a lenda contada por “incontáveis estudiosos e figuras religiosas”, que por séculos acreditam que o país está amaldiçoado.
Tratando não apenas da fala do pastor, mas também de um artigo do “New York Times” que também usou a palavra “amaldiçoado” para referir-se à situação do país, dessa vez como figura de linguagem, a jornalista Farai Chideya escreveu um artigo que revela a origem da ideia e trata também que problemas históricos que, para ela, explicam muito melhor a fragilidade das instituições e das construções do Haiti.

Zilda Arns: A mártir em defesa da vida quando estão em evidência os mensageiros da morte.


Fantástica reflexão feita pelo Reinaldo Azevedo e a associação que faz entre sua morte, defendendo a vida até o fim e por isso morrrendo, com os “abutres” defensores da morte (chamando de direito humano o assassinato de inocentes) como defendeu o recente ” Programa Nacional de Direitos Humanos
A médica e militante católica Zilda Arns e outros 11 militares morreram no terremoto do Haiti.
Todos conhecem o formidável trabalho que esta mulher fez à frente da Pastoral da Criança. Uma ação de inequívoco apelo social, mas também de grandeza moral. Em vez de usar as dificuldades da população pobre como matéria de proselitismo, a exemplo de um sem-par de ONGs movidas a vigarice política, Zilda seguia a máxima cristã: deixava-se conhecer pela Palavra, mas também pela obra. A famosa “farinha múltipla” salvou certamente milhares de vidas. Como poderia dizer o grande poeta Bruno Tolentino, não é “mundo como idéia” que faz a realidade; é a realidade que fornece os elementos para que possamos conceituá-la. Zilda, como se diz, metia a mão na massa, trabalhava efetivamente para minorar o sofrimento daquelas pessoas que as esquerdas preferem chamar “os oprimidos”.
Não faz tempo, no surto de boçalidade que volta e meia toma conta do debate, especialmente na nossa gloriosa imprensa, Zilda chegou a ser tratada com certo menoscabo. A médica católica, a trabalhadora incansável em defesa das crianças, cometia dois pecados imperdoáveis para os brutos, para os ignorantes: era contra o aborto e se opunha à aprovação das pesquisas com células-tronco embrionárias. Em abril de 2008, o Conselho Nacional de Saúde, instância deliberativa do SUS, aprovou a pesquisa. Dos 39 conselheiros presentes, só houve um voto contrário: o de Zilda.
São “brutos” e “ignorantes” todos os que não concordam com o seu ponto de vista? Não! A estupidez está em não reconhecer que a posição da médica — que, sim, de fato, também é a minha — está assentada numa ética muito sólida, que não aceita negociar com a vida humana, qualquer que seja o pretexto. “Mas isso não é negociar etc”. Ok, estamos diante de um bom debate. Neste blog mesmo, como sabem, publico opiniões contrárias à minha, desde que o interlocutor não opte pela demonização do contraditório. É inaceitável, por exemplo, que se tente transformar a divergência num choque de “modernos” e “atrasados”. Porque isso me obrigaria a indagar se matar o feto é “moderno” em qualquer mês de gestação — o nono, por exemplo… Não sendo, o que distingue, essencialmente, o feto do nono mês do feto do, sei lá, segundo?

Homem que atirou em João Paulo II vai recuperar liberdade

Ali Agca pretende se associar com o escritor Dan Brown para escrever um livro

ROMA, quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 (ZENIT.org).- Ali Agca, o homem que atirou em João Paulo II no dia 13 de maio de 1981, sairá da prisão de Sincan, na periferia de Ankara, no próximo dia 18 de janeiro. A notícia foi confirmada por seu advogado, Haci Ali Ozhan.
O prisioneiro alega que, uma vez livre, quer fazer duas coisas: visitar o túmulo de João Paulo II e escrever um livro para contar sua vida.
Para fazer isso, Ali Agca afirmou que entrou em contato com o escritor norte-americano Dan Brown, autor do famoso livro de ficção "O Código Da Vinci".
"Vou proclamar a perfeita cristandade que o Vaticano nunca entendeu", disse Ali Agca, de 52 anos, em uma carta enviada ao diário The Sunday Times.
Depois de recuperar sua liberdade, Agca fará uma entrevista exclusiva estimada em dois milhões de dólares com uma emissora de TV cujo nome é desconhecido.
O homem que disparou contra João Paulo II pagou uma pena de quase 29 anos, não somente pela tentativa de assassinato, mas também por assassinar o jornalista Abdi Ipekci diretor do jornal liberal Millyet, na capital turca, em 1978.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Big Brother 10. Como cristão, convém assistir?


É sempre prematuro falar sobre o primeiro episódio de qualquer programa em série, especialmente de um reality show, que não tem roteiro muito definido. Mas essa me pareceu a estreia de “Big Brother” com linhas mais claras, definidas.

Uma das chaves desta edição foi dada explicitamente por Pedro Bial: “Este BBB tem um novo alfabeto. ABCDEF GLS…” Uma das participantes depois reforçou: “Este é o BBB da diversidade”. Por fim, a animação de Maurício Ricardo mostrou três robozinhos, um deles gay. A direção do programa selecionou um gay, uma lésbica e uma drag queen, todos assumidos – o que demonstra que as questões de gênero sexual terão papel predominante desta vez.
A ideia de uma vida dupla é reincidente entre os participantes – muito além da duplicidade inerente aos brothers GLS. Há uma doutora em lingüística que vira perua baladeira, uma policial que solta a franga na praia, um engenheiro agrônomo que foi modelo, um advogado que treina boxe e assim por diante.
Como se vê, a “segunda vida” dos participantes está ligada em geral ao corpo. Muitos ganham a vida com atividades físicas: um dançarino, uma dançarina de boate, um personal trainer e assim por diante. Esta parece ser também uma das edições mais homogêneas em termos corporais/hormonais, com uma maioria absoluta de corpos esculpidos, quando não marombados. Pela minha lembrança, havia mais exceções em edições anteriores, como Cida ou Jean, por exemplo.

Você entende seu batismo sacramental?


Ocasionalmente ouvimos algumas afirmações, em relação ao batismo, sendo atribuídas a momentos de lucidez e de maturidade.Por exemplo, há quem diga: “Não vou batizar meu filho, deixarei que ele escolha a religião que quiser seguir”; ou ainda por falta de esclarecimento teológico: “Quero batizar logo meu filho para que o Mal não tenha poder sobre ele”; por fim, diante do desconhecimento da misericórdia divina: “Quero batizar meu filho porque se morrer sem ser batizado, não irá para o céu”; além de outras crendices e ateísmo disfarçado.

O batismo não é apenas o sacramento da iniciação cristã, nem se reduz a um ritual de ingresso no Cristianismo, nem é um gesto mágico para livrar alguém dos poderes e das influências malignas e nem mesmo um passaporte para a vida pós morte.
O sacramento do Batismo é a inserção da pessoa no mistério da redenção, é aceitar Jesus Cristo como Salvador, é responder positivamente ao chamado de Deus para uma vida de filho e de irmão. Portanto não sou eu quem escolho, mas como já fui escolhido, respondo se aceito ou não.
Dizer que vai deixar o filho crescer para escolher qual religião seguir, é prova de absoluto desconhecimento de quem é Deus e do significado do batismo. Ao mesmo tempo demonstra uma leve arrogância, um singelo gesto de soberba, em querer trazer para si um poder que não possui nem de longe. Ninguém escolhe Deus, ninguém disse a Ele “cria-me”, mas Ele que em sua infinita bondade, em seu amor profundo, pensou em mim, como sou, com minhas qualidades e limites e me criou como sou, num gesto de profundo amor. O que faço ao batizar meu filho é um gesto de humildade em dizer “eu o recebi de suas mãos, eu sozinho não poderia tê-lo gerado, a vida vem de você, você é a Vida”.

Imagens não me confundem-Pe. Zezinho


Vejo a celeuma que o culto às imagens provoca em algumas igrejas e movimentos. Lembram os quatro meninos que discutiam sobre uma estatueta do superman. Um dizia que aquela imagem era poderosa e fazia coisas incríveis, o outro ria dele dizendo que imagens do superman não voam nem podem nada porque o superman não existe, o outro dizia que o superman existe, mas as imagens deles não eram ele. O quarto deu a sentença final:- É só um boneco de plástico. Se querem brincar brinquem, mas não briguem por causa dele. Meu pai já explicou todos os bonecos e brinquedos que eu tenho e como eu posso usar e imaginar cada um deles. Não são de verdade. De verdade é que quem cuida de nós é Deus, nossos pais e quem ajuda as crianças...

A mãe, que da cozinha ouviu a conversa, contava-me que depois disso ficou fácil ensinar aos dois filhos o que é ter imagens em casa.
Desde pequeno me explicaram que as imagens são imaginação de gesso, barro ou madeira. Elas apenas representam a idéia que temos de Deus, de Maria, dos anjos e dos santos. Se for idéia errada estará lá naquelas imagens. Se for idéia correta também estará lá.
Cabe aos fiéis aceitar a imagens que ajudam e rejeitar ou corrigir as que atrapalham sua fé. Uma imagem de Maria com espada ou um fuzil nas mãos não seria boa. Uma imagem de Maria sendo levada por anjos para o céu, se bem explicada pode ajudar. Não explicada deixará o fiel confuso.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Após reação da Igreja Católica, Lula recua sobre defesa do aborto


Depois da reação da Igreja Católica, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mandou rever o trecho pró-aborto no decreto do 3° Plano Nacional de Direitos Humanos, alegando que ele não traduz a posição do governo, informa reportagem da colunista Eliane Cantanhêde, publicada nesta terça-feira (12) pela Folha.

Pela nova redação, o texto deverá fazer uma defesa genérica do aborto, no contexto de saúde pública –para salvar a vida da mãe, por exemplo. Também haverá alterações na parte que trata da violação de direitos humanos na ditadura
Como foi publicado pelo “Diário Oficial da União”, no dia 22 de dezembro, o plano estabelece “apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto, considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos”.
Na nova redação, será suprimida a parte que fala da autonomia, pois caracteriza apoio à decisão íntima de interromper a gestação, mas não é a posição do governo e de Lula.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

RCC Brasil lança arte para eventos de Carnaval em 2010


São muitas as lideranças da RCC que tem assumido o compromisso de difundir a Cultura de Pentecostes durante o período de Carnaval. Em diversos estados, na considerada maior festa popular brasileira, são realizados encontros, retiros, eventos, noite carismática, que foram suscitados pelo Espírito Santo, conforme a criatividade de cada Grupo de Oração, Paróquia, Diocese e/ou Estado, seja em salões comunitários, bailes, ruas, praças, trio-elétrico, ginásio, estádios, da forma como o Espírito Santo suscita, respeitando a identidade da RCC.

Pela força do Espírito Santo, essas iniciativas vêm ganhando renovado ardor, ano após ano. São diversos os testemunhos de pessoas que tiveram um encontro pessoal com Jesus Cristo Vivo e Ressuscitado nestes eventos.
Muitas pessoas, em todo Brasil, tem abandonado a folia das ruas, dos clubes, e escolhido viver o feriado de uma maneira mais santa. A busca pela santidade tem incentivado-os a viverem o feriadão de forma verdadeiramente cristã: em comunhão com o Senhor e com os irmãos.
Para unificar esses encontros, a RCC definiu como tema a ser preferencialmente abordado este ano: “Tua Palavra, luz para o meu caminho!” (Sl 119, 105), e elaborou uma arte padrão, entre os diversos eventos que acontecerão em 2010, alguns já estão disponíveis em nossa agenda. Caso você queira divulgar seu evento, envie para nós nome, local, data, horário, cidade, diocese, estado e estaremos divulgando também.

fonte RCC Brasil

A vida terrena da mãe de Deus

Autor: Jonathan Monteiro


O evangelista Lucas, que conheceu de perto a Sagrada Virgem Maria, registrou a partir das palavras Dela, inúmeros fatos importantes relativos aos primeiros anos da Sua vida. O evangelista Lucas era médico e também pintor, tendo pintado uma imagem da Virgem, ícone a partir do qual outros pintores fizeram outras cópias.

O nascimento da Sagrada Virgem Maria. Quando se aproximava o momento do nascimento do Salvador do mundo na cidade de Nazaré, na Galileia, morava aí um descendente do rei David, chamado Joaquim com a sua mulher, Ana. Ambos eram pessoas reconhecidamente de boa índole e eram conhecidos pela sua compaixão, humildade e generosidade. Joaquim e Ana atingiram uma idade muito avançada, mas não tinham filhos. Este facto entristecia-os especialmente. Mas apesar da idade, eles continuavam a orar incessantemente e a pedir a Deus para que Ele lhes concedesse um filho. Para isso fizeram até uma promessa de que se eles recebessem a dádiva do nascimento de um filho, o destinariam para servir a Deus. Naqueles tempos não ter filhos era considerado um castigo divino pelos pecados cometidos. Joaquim em particular sofria muito com a falta de filhos, principalmente porque, de acordo com a as profecias, na sua família deveria nascer o Messias-Jesus. Pela paciência e fé Deus deu a Joaquim e Ana uma grande alegria: finalmente conceberam uma filha e a Ela foi dado o nome de Maria, o que em hebreu significa: "Senhora, Esperança."
A entrada no Templo. Quando a Virgem Maria completou 3 anos, os seus beneméritos pais prepararam-na para cumprir a promessa fixada por eles: levaram-na a um templo em Jerusalém para que Ela pudesse dedicar a Sua vida a Deus. A Virgem Maria ficou a residir junto ao templo. Aí, Ela e outras companheiras estudavam as leis de Deus e executavam trabalhos manuais, rezavam e liam as Escrituras Sagradas. Junto a este templo a Virgem Maria viveu perto de 11 anos, cresceu, desenvolvendo em si uma profunda compaixão, em tudo entregue à vontade de Deus, imensamente modesta e dedicada em seus esforços. Desejando viver e dedicar-se exclusivamente a Deus, ela fez um voto de não se casar e permanecer para sempre virgem.
A Sagrada Virgem Maria e José. Os já bastante idosos Joaquim e Ana não viveram muito mais tempo e a Virgem Maria ficou órfã. Quando completou 14 anos, Ela não poderia mais continuar, pelas leis, a residir junto ao templo e era necessário que se casasse. O pároco principal, conhecendo o voto por Ela feito, para não o prejudicar, celebrou apenas pró-forma o Seu casamento com um parente distante, que enviuvara na casa dos 80 anos - um ancião de nome José. José comprometeu-se a cuidar Dela e a proteger a Sua condição de Virgem. José vivia em Nazaré. Ele também era descendente da família de David, mas era um homem sem posses e trabalhava como marceneiro. Do seu primeiro casamento José tivera os filhos Judas, Ócio, Simão e Jacób., os quais nas escrituras são denominados "irmãos" de Jesus. A Sagrada Virgem Maria, levava na casa de José a mesma vida modesta e disciplinada que levara antes no templo.

Há hoje, conforme promessa, poder de Deus."

Pregação Ironi Spuldaro


Oração: Quando eu orar, quando eu te pedir, onde estiver, em tudo o que fizer, quando andar ou dormir, quando falar, quando te servir faze-me fiel a Ti, Senhor!

Se nossa vida é um rio de pecado, o Senhor é um oceano de misericórdia para conosco. Eu tenho um grande motivo para estar aqui hoje: eu sou crente, eu sou evangélico, eu sou pentecostal, eu sou presbiteriano, eu sou batista, eu sou da universal, eu sou pagão. Sou crente porque tenho uma mãe que me ensina a crer, sou evangélico porque o Evangelho não é um conjunto de preceitos, mas uma Pessoa que eu sigo, sou pentecostal porque faço parte de uma Igreja que se expandiu em Pentecostes; eu sou presbiteriano porque a Igreja Católica é a única que possui os in persona Christi, eu sou batista porque pelo batismo encontro um Deus que antes de ser Juiz é rico em misericórdia, sou universal de acordo com a Santa Doutrina que é proclamada por todo o mundo, povos e nações, e nossa doutrina é Jesus Cristo, eu sou pagão porque num mundo capitalista onde as pessoas se desesperam sem poder pagar suas contas no final do mês, eu consigo pagá-las, por isso sou pagão.
Viver Pentecostes implica em santidade. Em Atos 4, 29-30 diz que mal acabavam de rezar e conforme estendiam as mãos milagres e prodígios aconteciam pelo Nome de Jesus. Mas o segredo é não abandonarmos a Cruz de Cristo. Refletir sobre nossos sofrimentos, dificuldades e lutas é celebrar Pentecostes. Para onde iremos e o que queremos com a Cultura de Pentecostes? O que ela representa e aponta?
Olhando para São Padre Pio e para a Beata Elena Guerra percebemos que eles levaram a Cruz de Cristo, mas tinham o esplendor do Cristo Ressuscitado. A Cruz, para quem vive Pentecostes, não é maldição. Todos os que seguem a Jesus Cristo serão perseguidos, caluniados, etc. A Cruz é aliviada pelo esplendor da Ressurreição. Servir a Jesus Cristo sem Cruz não é, pois, celebrar Pentecostes.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Liturgia do Domingo

Homilia – Batismo do Senhor

LEITURA I Is 42, 1-4.6-7

Eis o meu servo, enlevo da minha alma»



Diz o Senhor: «Eis o meu servo, a quem Eu protejo,

o meu eleito, enlevo da minha alma.
Sobre ele fiz repousar o meu espírito,
para que leve a justiça às nações.
Não gritará, nem levantará a voz,
nem se fará ouvir nas praças;
não quebrará a cana fendida,
nem apagará a torcida que ainda fumega:
proclamará fielmente a justiça.
Não desfalecerá nem desistirá,
enquanto não estabelecer a justiça
na terra, a doutrina que as
ilhas longínquas esperam.
Fui Eu, o Senhor, que te chamei
segundo a justiça; tomei-te pela mão,
formei-te e fiz de ti a aliança do povo
e a luz das nações, para abrires os olhos aos cegos,
tirares do cárcere os prisioneiros
e da prisão os que habitam nas trevas».


LEITURA II Atos 10, 34-38

«Deus ungiu-O com o Espírito Santo»


Leitura dos Atos dos Apóstolos
Naqueles dias, Pedro tomou a palavra e disse:
«Na verdade, eu reconheço que Deus não faz
acepção de pessoas, mas, em qualquer nação,
aquele que O teme e pratica a justiça é-Lhe agradável.
Ele enviou a sua palavra aos filhos de Israel,
anunciando a paz por Jesus Cristo,
que é o Senhor de todos.
Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judeia,
a começar pela Galileia, depois do baptismo
que João pregou: Deus ungiu com a força
do Espírito Santo a Jesus de Nazaré,
que passou fazendo o bem e curando
todos os que eram oprimidos pelo demónio,
porque Deus estava com Ele».


EVANGELHO Lc 3, 15-16.21-22

«Jesus foi baptizado e, enquanto orava, abriu-se o céu»
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, o povo estava na expectativa
e todos pensavam em seus corações se João
não seria o Messias. João tomou a palavra e disse-lhes:
«Eu batizo-vos com água, mas vai chegar quem
é mais forte do que eu, do qual não sou digno
de desatar as correias das sandálias.
Ele batizar-vos-á com o Espírito Santo e com o fogo».
Quando todo o povo recebeu o batismo,
Jesus também foi batizado; e, enquanto orava,
o céu abriu-se e o Espírito Santo desceu
sobre Ele em forma corporal, como uma pomba.
E do céu fez-se ouvir uma voz:
«Tu és o meu Filho muito amado:
em Ti pus toda a minha complacência».


Homilia do Pe Antoine Coelho, LC



Esta festa oferece uma boa ocasião para reflectir sobre uma pergunta que me fez um dia um bispo: “Porque precisamos ser baptizados? O que é que responderias a uma pessoa que te fizesse esta pergunta?”

Jovens usam internet para enviar mensagens ao Papa

Pope2you é o portal eletrônico da Santa Sé que tem o intuito de unir os jovens do mundo com o Papa. O site começa o ano oferecendo às pessoas a oportunidade de enviar aos amigos mensagens de paz dadas por Bento XVI, além de enviar ao próprio Papa mensagem de um feliz ano novo.

A mensagem do Papa para o Dia Mundial da Paz pode ser compartilhada com os usuários do Facebook e toda a rede, explica o sacerdote italiano Paolo Padrini, responsável do site.
A iniciativa continuará devido ao êxito da experiência natalina, que permitiu aos milhares de jovens, de todo o mundo, enviar saudações de Natal ao Santo Padre.
O padre Padrini explica que, neste mês de janeiro, "como o mês da paz, através do portal www.pope2you.net, poderão ser enviadas mensagens de paz que serão entregues ao Santo Padre, tal como aconteceu com as felicitações natalinas".

Os 10 melhores filmes atuais do ponto de vista espiritual

Fonte: Zenit
Como todos os anos, o Prof. Peio Sánchez, diretor do Departamento de Cinema do arcebispado de Barcelona (Espanha), oferece sua avaliação sobre os 10 melhores filmes do ponto de vista espiritual.
Categoria: Mundo
Sánchez afirma que, ao fazer este elenco, ele o apresenta “como um material válido para a recuperação educativa e pastoral através do DVD. (...) Parece-nos hoje imprescindível escolher bem o que vemos para sermos pessoas melhores. E acreditamos que esse tipo de cinema convida a aprofundar nos grandes interrogantes, propõe um olhar aberto ao mistério de Deus”.


1. Gran Torino (2008), Clint Eastwood


“Em Gran Torino, Clint Eastwood soube contar uma história simples com uma enorme força dramática, apresentando temas espirituais de fundo, como o sentido do perdão, a redenção como sacrifício e o caminho da conversão. E do ponto de vista cristão, não somente apresenta uma imagem positiva da Igreja, representada no Pe. Janovich, mas também oferece uma poderosa imagem crítica nas decisões finais do protagonista.”


2. Jornada pela liberdade (2006), Michael Apted

“Esta homenagem a William Wiberforce – um parlamentar da Câmara dos Comuns, que dedicou, desde a sua juventude, sua atividade política à luta contra a escravidão e as injustiças sociais – apresenta-se com uma magnífica produção e uma série de atuações excepcionais. Marcada profundamente pela perspectiva social cristã, é um filme imprescindível para conhecer a força ética do Evangelho e sua herança em nossa cultura.”

Êchodo ou ÊXODO?

Pe. Leonardo Wagner

Missionário da Com. Católica Shalom


Às vezes ser padre é muito divertido. Não me levem a mal, mas realmente é muito engraçado perceber certas coisas. E tem coisa que só o padre vê; injustiça, assim eu acabo achando graça sozinho. Nesse caso, vou fazer vocês se divertirem também, ou não, depende...

Tem muita comédia que acontece na hora da Missa. Como, quem me conhece sabe, eu sou muito “discreto”, é difícil alguém não perceber quando acontece uma marmota na minha frente. Acho que daria para escrever um livro de “piadas de sacristia”. Talvez seja uma boa ideia. Quem topa ajudar?
Bom, para começar, de leitura engraçada tem um monte. Acho melhor rir do que chorar, até por que, ler errado é um enorme desrespeito à Palavra de Deus! São incontáveis formas de dizer as palavras da Bíblia, eis algumas pérolas:
- “Leitura do livro do demônio” – bom, com essa aberração, a criatura que se dispôs a ler deveria ter dito livro do DEUTERONÔMIO!
- “Leitura da primeira carta de São Paulo aos Tessalosinesis, Tesalonisesis, Teza... bom, é isso aí”. A Carta de São Paulo aos TESSALONICENSES é campeã de versões originais.
- “Leitura do livro do êchodo”, ou então: “Leitura do livro do exôdo”... ÊXODO, minha filha, ÊXODO! Sei de uma menina que não tinha quem fizesse ela ler o xis com som de z (coisas complicadas da nossa língua, não é mesmo? A coitadinha não tem culpa...); essa pobre coitada ficou com trauma do padre corrigindo na hora da missa e nunca mais leu.
- “Leitura do ato dos apóstolos...” Qual, meu Deus! Qual ato???

O desmonte familiar


por Pe. Inácio José do Vale, Professor de História da Igreja - Faculdade de Teologia de Volta Redonda

A família é a mais antiga e mais importante das grandes ordens da criação. Ela foi idealizada e instituída pelo próprio Deus. A sua sobrevivência está cada vez mais difícil e desafiadora. Os valores éticos e morais são pisoteados com muita naturalidade. O mundo que cerca a família – homem e mulher, casamento, fidelidade, monogamia, divórcio, aborto, etc. – tornou-se perigoso, escorregadio, sem limites, sem respeito, sem grandes perspectivas. Há maus exemplos, perigos de todos os lados e muitas famílias em ruínas e escombros morais.

Famílias incompletas: este é o maior resultado da desvalorização dos valores morais. As pesquisas mostram que, enquanto os casamentos aumentam 3,5% ao ano, as separações crescem mais de 15%.
Nossa sociedade incentiva cada vez mais o sexo pré-conjugal, levando os relacionamentos passageiros. Isto aumenta a infidelidade e gera mais separações.
As pessoas de nosso tempo vivem em busca do prazer e da felicidade. Para isso precisam suprir necessidades físicas e emocionais. Relacionar-se com alguém supre tais carências. Mas no momento em que os problemas aparecem, tudo o que levou o casal a se unir acaba. Vem a separação e as pessoas começam novamente a busca por aquele que os faça feliz. Assim, vão se envolvendo em relacionamentos passageiros, onde os casamentos são feitos e desfeitos, deixando um rastro de famílias fragmentadas.
Mas estes não são os valores que Deus nos deu para família e o matrimônio. Em (Gn 2,18-25) temos a primeira menção clara na Bíblia sobre a união de um homem e uma mulher com o objetivo de formarem uma família.

Você sabe rezar o Pai-Nosso?



Pe. Leonardo Wagner
Missionário da Comunidade Católica Shalom

 

Obviamente que sua resposta a essa pergunta é sim. Quem não sabe rezar o Pai-Nosso? Talvez você espere que, com esse título, eu esteja a ponto de dizer coisas do tipo: “Não, você não sabe rezar o Pai-Nosso porque você não sabe perdoar aos que lhe tem ofendido”.





Bem, isso até pode ser verdade, pode até ser... Mas não é exatamente isso que eu quero lhe falar. Quero saber se você sabe dizer as palavras da oração que o Senhor nos ensinou.




“Que absurdo!” – você pode protestar – “Está pensando que por acaso eu sou um analfabeto religioso? Que nunca fui ao catecismo?”. Bom, calma, claro que não penso isso. Mas tenho observado algumas coisas engraçadas na nossa liturgia que ocorre, não só entre pessoas simples e de humilde condição, mas até mesmo em rádios católicas, entre as pessoas que se dizem informadas e preparadas. Não é por culpa de alguém, mas sim porque simplesmente muitas vezes não prestamos atenção a certos detalhes ou nos viciamos em erros banais.




Vamos lá:




- Pai nosso que estais nos céus...




Até aqui acho que quase ninguém erra. É plural e somos mesmo habituados a dizer no plural.