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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Combatividade profética e os novos desafios

Por James Apolinário
Coordenador estadual da RCC do Ceará


Antes de mesmo entrar, diretamente, no tocante da combatividade profética e o profetismo na atualidade, como voz profética e ação poderosa de Deus pelo anúncio inflamado, precisamos compreender o que foi o caráter profético na antiga aliança, para sabermos, com mais exatidão, o que forma o caráter profético e o que somos hoje. Primeiro, o movimento profético, em si. Depois, as pessoas que compuseram esse movimento profético. Em contrário, corríamos o risco de discutir um assunto que não ficará bem claro, tamanha a diversidade de conotações que o termo recebe em nossos dias. E não chegaríamos a um ponto proveitoso em nossa avaliação.

Para alguns em nossos dias, o profeta é uma pessoa dotada de uma ação sobrenatural que lhe permite adivinhar coisas - Profecia, que nesta perspectiva, é adivinhação. É assim o conceito secular, no entendimento de pessoas sem o conhecimento do sentido bíblico da expressão. Da mesma forma, era esse o conceito de profeta entre os povos pagãos o chamado lecanomancia ou leitura do futuro pela figura do azeite derramado numa taça sagrada, ou ainda a hepatoscopia que era a leitura do futuro pelos riscos do fígado de animais sacrificados aos ídolos, o uso de árvores sagradas, como os cananeus faziam com os carvalhos (Gn 12, 6 - Moreh, em hebraico, significa “mestre”), sonhos após alucinógenos, a interpretação do vôo dos pássaros, tudo isto fazia parte do ofício profético pagão.


1. O Profetismo na Antiga Aliança
O primeiro homem chamado de “profeta” surge, com o termo no hebraico, ‘navi’ que é atribuído a Abraão (Gn 20, 7) pelo testemunho que o próprio Deus dá a Abimeleque - “restitui a mulher a seu marido, porque é um profeta”. Abraão é visto como profeta nacional, nesse mesmo sentido tem um outro ‘navi’ que é Moisés, que inclusive, torna-se o padrão para os demais profetas. Em Dt 18, 15 se lê: “o Senhor teu Deus te suscitará um ‘navi’ como eu, do meio de ti, de teus irmãos. A ele ouvirás”. Esta palavra é digna de atenção especial porque é a única referência, na Torah, à profecia como instituição. Por isso que requer nossa atenção, porque Moisés nos é mostrado como o padrão profético. Tal expressão parece vir do verbo ‘nivva’, que teria vindo do acadiano ‘navvu’, que significa chamar, nomear. O verbo ‘nivva’ significaria, então, o ato de designar alguém como arauto. Que sentido maravilhoso, o primeiro significado bíblico para profeta, na antiga aliança, seria o de proclamar, o de anunciar, fazendo assim o papel de um ARAUTO.

Tempos e contratempos

Por Dom Anuar Battisti

Arcebispo de Maringá

Nos momentos mais inesperados acontecem as surpresas mais agradáveis e também as mais desagradáveis. Começo falando das mais agradáveis como, por exemplo, as visitas de parentes ou amigos, vindos de longe para celebrar o Natal e a passagem para o novo ano. Surpresas agradáveis foram os presentes desejados que chegaram na hora certa. Surpresas agradáveis foram os encontros com pessoas pedindo perdão, reconciliando com o passado amargo dos desencontros. Quantos belos momentos vividos nestes tempos de festa e celebração.

Também não faltaram surpresas desagradáveis como, por exemplo, os assaltos à luz do sol nas residências durante o período de viagem. Surpresas desagradáveis ao receber a notícia da morte de um ente querido em acidentes inesperados. Surpresas desagradáveis como a prisão no fim de tarde, por ter abatido algumas pombinhas no roçado. Surpresas desagradáveis como a perda do emprego ou a transferência para outro serviço. Nestes dias as surpresas com as chuvas torrenciais, perdendo vidas e os bens materiais. Enfim a vida é marcada por momentos para os quais, nem sempre, estamos preparados.
O importante é que aconteça o que acontecer, nunca perder o equilíbrio emocional. Diante de qualquer situação da vida, a calma, o raciocínio, a paciência são companheiras inseparáveis para saber tomar decisões e encarar os fatos com tranquilidade. Estando de férias, vivendo ritmos de total descontração, as surpresas, principalmente as desagradáveis, não podem tirar a paz interior. É claro que ninguém tem “sangue de barata” como dizem; o nervosismo e o desespero são as consequências mais sentidas nestes momentos. Mais do que tudo, se faz necessário, um pulo na fé em Deus que tudo sabe e tudo domina.

Participe da coleta nacional dos grupos de oração!


Faltam poucos dias para o lançamento da pedra fundamental da construção da nossa Sede Nacional. No dia 30 de janeiro, durante o Encontro Nacional de Formação para Coordenadores e Ministérios (ENF), a Renovação Carismática Católica estará reunida em Canas/SP para celebrar este grande momento.

Para ajudar a construir a nossa casa, os grupos de oração cadastrados até o fim de novembro receberam, juntamente com uma carta do presidente do Conselho Nacional, Marcos Volcan, um boleto bancário. Neste boleto não há valor estipulado e o vencimento será no dia 15 de janeiro. Durante este período, pedimos que os coordenadores partilhem o sonho de termos a nossa casa e os benefícios que isso trará para a nossa amada RCC com os demais membros do seu Grupo de Oração. Ao efetuar a doação com o valor arrecadado, através do boleto bancário, poderemos identificar a coleta e saberemos quais grupos de oração contribuíram.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

A vida batismal


Com a festa do Batismo de Jesus concluímos o tempo do Natal. A reflexão sobre o Mistério da Encarnação continua. É uma ótima oportunidade para examinarmos a nossa própria vida batismal hoje, e a ação eclesial para o trabalho de iniciação cristã pedida pela Igreja para educar e evangelizar os novos cristãos.

O batismo de Jesus por João no rio Jordão é um evento que nos mostra com intensidade como o Salvador quis solidarizar-se com o gênero humano imerso no pecado. João chamava à penitência e administrava um batismo de conversão. No entanto, Jesus, o Cordeiro sem mancha que veio tirar o pecado do mundo submete-se ao batismo de João. É um momento de Epifania, quando a Trindade se manifesta e aparece claramente a missão do Filho que deve ser escutado.
Podemos contemplar, pois, no episódio do batismo do Senhor, aquela condescendência divina que faz com que Deus assuma tudo o que é próprio da nossa frágil condição humana. Jesus não teve pecado, mas, num gesto de solidariedade para com toda a humanidade, assumiu o que decorre do nosso pecado, desde o batismo dos pecadores até a morte ignominiosa da cruz.
A condescendência divina, manifestada de forma tão pungente na vida, atitudes e palavras de Jesus, nos estimula a amar com todas as nossas forças a Deus que tanto nos ama, e nos tornar mais compassivos e condescendentes para com todos aqueles que, de uma ou de outra maneira, sofrem e precisam de nossa solidariedade. A contemplação da caridade divina deve encher nosso coração de caridade. São Paulo ensinou-nos, entre outras coisas, que a caridade é prestativa, não é orgulhosa, alegra se com o bem, tudo crê, tudo espera, tudo desculpa.

Divórcio fácil, fácil

Há um mês os senadores aprovaram de forma sumária, por 54 votos (22 ausências, 3 contra, 2 abstenções), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 28/2009) favorecendo o divórcio imediato, sem burocracia. Elimina-se qualquer requisito constitucional que se lhe oponha. A medida banaliza a união conjugal, facilitando de imediato a sua dissolução. A instituição familiar, já combalida, fragiliza-se ainda mais.

A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) evoca o artigo 226, § 6º da Constituição: “o casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio, após prévia separação judicial por mais de um ano, nos casos expressos em lei, ou comprovada separação de fato por mais de dois anos”. A PEC suprime o presente artigo e outros parágrafos que eventualmente ofereçam proteção à Família desde a sua fundação até a sua dissolução.
Tempestivamente, um cônjuge poderá pedir separação imediata. Se o legislador anuir, despacha-se o pedido numa meia hora. Deveriam ser levadas em conta questões delicadas sobre a vida conjugal, de foro íntimo. Separação é profundamente traumatizante. Caso inevitável, antes de consumada, o casal deve ser acompanhado. Isso comporta um processo de discernimento consciente, maduro, responsável.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Os Reis Magos


Comemora-se no próximo dia 6 o “Dia de Reis”, isto é, a festa dos Reis Magos. Dentro de nossa liturgia, essa comemoração está intrinsecamente unida à Epifania, ou seja à manifestação de Deus, já que o mistério renovado é a manifestação de Jesus Cristo a todos os povos. Contudo, para facilitar a celebração de mistério tão importante, passou-se sua liturgia para o domingo logo após à solenidade de Maria, Mãe de Deus. Todavia, nosso calendário popular continua assinalando o dia 6 de janeiro como o Dia de Reis.




Mas, quem são os Reis Magos? Vamos procurar responder a essa pergunta estudando os Evangelhos e pesquisando em inúmeros documentos.



Em primeiro lugar, o relato de São Mateus não é uma reconstituição histórica do que de fato aconteceu, pelo menos não foi essa sua intenção. O Evangelista e sua comunidade original quiseram mostrar que o Messias não veio para salvar uma pátria, mas todo o mundo. Mateus escreve para os judeus cristianizados, quer mostrar que Jesus é o descendente de Davi e que sua missão é oferecida aos pagãos.

Série: Falsas Doutrinas

Católico e maçom, é Possível conciliar?


Tenho recebido muitas consultas sobre Maçonaria, por exemplo, se um católico pode se inscrever na Maçonaria, se um maçom pode comungar e outras.

Achei oportuno escrever este artigo sobre a matéria, imaginando que muitas pessoas também tenham as mesmas dúvidas e queiram se esclarecer. Para muitos a Maçonaria é uma entidade filantrópica, semelhante a um clube de serviço como Rotary e o Lions. Para esses poderia parecer implicância da Igreja Católica vetar aos seus fiéis o ingresso na Maçonaria.
Na realidade a Maçonaria não é mera entidade filantrópica. Ela se apresenta também como instituição com princípios filosófico-religiosos.
Por diversas vezes, ao longo dos séculos, a Igreja católica condenou a maçonaria. Nunca ficaram muito claras as razões aduzidas para essas condenações. Podemos talvez dizer que a Igreja condenava a Maçonaria por ser sociedade suspeita de heresia e de maquinar contra os poderes instituídos e contra a própria Igreja.
Com essa última conotação foi introduzida no antigo Código de Direito Canônico uma pena de excomunhão para os que ingressarem na Maçonaria.
Ficou claro para a igreja hoje que a Maçonaria é uma entidade com princípios filosófico-religiosos inconciliáveis com a doutrina cristã. Já não se considera o aspecto de “maquinação contra a igreja”. O novo Código de Direito Canônico não faz nenhuma referência à Maçonaria.

O Episcopado alemão, após seis anos de estudos, concluiu pela inconciliabilidade entre a igreja Católica e Maçonaria, pelos seguintes motivos:
a) o relativismo e o subjetivismo são convicções fundamentais na visão que os maçons têm do mundo;

O PROFETA GARANTIDOR-


Pe. Zezinho, scj


Tudo o que o pregador que se considerava profeta dizia terminava com: “ Eu lhes garanto, em nome de Jesus! Eu lhes prometo, em nome de Jesus! Eu confio, em nome de Jesus! Eu estou dizendo, em nome de Jesus!” Parecia revestido de uma aura de incontestável certeza. Seu modo de falar era de absoluta convicção de que Jesus lhe falava e ele podia prever as coisas.




Chegou, certa vez a dizer que a diferença entre a dona de casa que não tem Jesus e a da sua Igreja é que a outra, ao preparar a comida e ver que faltava óleo, farinha e arroz, chorava, telefonava ao marido e se desesperava, não sabendo o que fazer. A da sua igreja pegava a ultima gota de óleo, o restinho da farinha e de arroz, chamava Jesus e ele multiplicava aquele pouco. O milagre acontecia nas casas de alguém da sua igreja, porque, sendo fiel, Jesus não os deixava passar necessidade.

Como as outras religiões Veem Jesus?


Nós cremos que Jesus é o filho unigênito de Deus, enviado por Ele,Cremos que Jesus é DEUS!

A figura religiosa de Jesus, no entanto, não se conteve apenas ao cristianismo, expandindo-se por todas as religiões do mundo. Jesus está envolvido dentro da doutrina das diversas religiões. Visto que tanto a sua vida quanto sua ideologia tocam profundamente a mente de cada ser humano, é impossível não deixar se influenciar pela mensagem de Jesus, mesmo não acreditando na sua santidade.


Jesus no Judaísmo

A maioria dos judeus vê Jesus como um transgressor da lei e um dos vários revolucionários da época que contestaram a ordem social como Menahem ben Judah e Simão bar Kokhba e que foram condenados à morte pelo Império Romano. Muitos contestam o caráter messiânico de Jesus, visto que ele não cumpriu algumas profecias para os judeus, dentre as quais a que fala que o Messias só viria após a construção do terceiro templo de Jerusalém (visto que o segundo foi destruído pelos romanos). Para os judeus, Jesus não ressuscitou, uma vez que, segundo eles, os discípulos roubaram o corpo do túmulo enquanto os soldados dormiam, e espalharam a notícia da ressurreição.

Outro fator de crítica é a mitificação de Jesus, vista pelos judeus como uma paganização do judaísmo, onde Jesus tornou-se um deus pagão dentro da crença judaica. Já outros judeus vêem a figura de Jesus como sendo mais um dos profetas enviados por Deus para restaurar o judaísmo, corrompido pelos pagãos. Entretanto, há um ramo do Judaísmo que reconhece em Jesus o tão esperado Messias. Esse ramo é chamado Judaísmo Messiânico. Os judeus messiânicos reconhecem a figura de Jesus como o Messias judeu, mas observam todos os preceitos da doutrina judaica. Entretanto, o governo de Israel não os reconhecem como uma seita judaica, classificando-os como cristãos.

Jesus no Islamismo

Maomé ora com Abraão, Jesus e Moisés. No Islã, Jesus toma um papel fundamental no plano de Deus para os homens. Ao elaborar a doutrina Islâmica, Mohammed incluiu aspectos do Judaísmo, Cristianismo e Zoroastrismo, visto que Meca – cidade onde ele vivia – era um ponto comercial, o que também fazia da cidade um pólo cultural. Assim, entrando em contato com diversas ideologias, Mohammed elaborou os preceitos do Islã. Um desses preceitos diz relação aos profetas, os enviados de Deus: Mohammed traçou uma linhagem profética que começava com Adão e terminava nele. A maioria dos profetas do Islã são judeus, como Moisés, Elias, João Batista e o próprio Jesus.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Os melhores tempos não são os de outrora


O velho Santo Agostinho de Hipona não concordava com a afirmação de que os melhores tempos eram os de outrora, como costumamos ouvir sempre das pessoas, não é verdade? Tem gente que só se lamenta e vive mais no passado do que no presente. “Tudo o que existe não presta, somente o que antes existiu”, dizem! Consequentemente, o inconformismo e as lamentações nesses corações parecem uma crosta fixa.

Para Agostinho “somos nós o tempo”, ou seja, é o homem com sua experiência de Deus, seus valores e convicções, que faz a situação. Não estamos relativizando a força das situações desafiantes como a morte, a doença, o sofrimento e a decepção, pois somente resolver os problemas com tranquilidade não quer dizer que estamos bem. Por outro lado, se nossa vida é vazia, sem sentido, sem meta e sem o bálsamo do amor e da fé em Jesus Cristo, sem o mistério da relação interpessoal, do serviço aos outros e das decisões para o bem, não será o conforto, o dinheiro e as conquistas que nos farão plenamente felizes.
As conquistas, as relações, a estética, a beleza, o conhecimento, o corpo, o sexo…, tudo isto tem a sua importância, o seu lugar e suas responsabilidades, mas quando seguem apenas uma satisfação egoísta deixam marcas que nos acompanham por muito tempo ou até que venhamos a definhar. Estamos cansados de tanta simulação na vida real e das máscaras que camuflam as coisas como são, por isso é preciso trilhar um caminho de volta para o essencial. Temos de deixar que o “Chronos (tempo diário, cronológico)” se revista do “kairós” (tempo da graça, tempo oportuno). Quando tentamos “divinizar o tempo”, ou seja, desejar simplesmente que a contagem dos dias resolva todas as coisas, todos os problemas, podemos contabilizar muitas frustrações. Não é o tempo que redime, embora tenha ele sua sabedoria e sua pedagogia, diz o livro do Eclesiastes. No entanto, o tempo cronológico é criatura de Deus, pertence a ele e não simplesmente a um curso acidentável de fatos e circunstâncias.Venham os anos que vierem, quando tudo se resume em “promessas vazias” dentro de um ciclo vicioso de “viver por viver cada coisa”, então nada se pode esperar. Mas não podemos nos limitar a estar neste desgaste interminável de forças e energias emocionais. Deixemo-no visitar por Deus, pela sua graça, pelo seu amor. Deixemos que o tempo de Deus dê sentido ao nosso tempo. Oportunidades não faltam para isto, nós o sabemos! O tempo é um bem precioso, mas sem a sua razão de ser, seu alvo fundamental que é a vida cristã, não teremos perspectivas de mudança no presente, muito menos no futuro. Sempre que falo sobre o tempo, gosto de recordar o episódio que aconteceu no Templo de Jerusalém, conforme está narrado no Evangelho de São Lucas 2, 22-35 (meditado nesta oitava de Natal). Trata-se das sábias palavras do ancião Simeão ao Menino Jesus depois que os seus olhos o contemplaram: “Agora, Senhor, conforme a tua promessa, podes deixar teu servo partir em paz; porque meus olhos viram a tua salvação, que preparaste diante de todos os povos: luz para iluminar as nações e glória do teu povo Israel”.

GRITO DE UMA JOVEM: CADA UM PILOTA SEU PRÓPRIO NAUFRAGIO!


texto:Juliane Magalhães
Expomos aqui um texto escrito por Juliane Magalhães, uma estudante que está concluindo o Ensino Médio, Participante do Grupo Renascer da RCC  em Camocim, nesse ano de 2009 quando,conversando com um ateu procura fazer uma espécie de evangelização por escrito ou, pelo menos, justificar sua fé na existência de um Deus pessoal, capaz de nos amar e de nos tornar felizes. É importante, pelo fato do crescimento desnorteado do ateísmo, que está contaminando muitos cristãos com ideologias incertas ou duvidosas e acusações ferrôneas contra Jesus Cristo e contra a Sua Igreja. Eis aí as próprias palavras de Juliane Magalhães:




“O homem sempre quis respostas para tudo: Como o homem surgiu, como e quando nós seres humanos fomos formados, se existem vidas em outros planetas, por que amamos, por que temos tantos sentimentos... Questionam até mesmo os princípios bíblicos!



São para esses tipos de perguntas que o homem se dispôs a viver e buscar respostas; talvez até tenha conseguido encontrar explicações para quase tudo, mas não para tudo.



O homem tem um grande dom: o de pensar. E são por causa desses pensamentos que evoluímos ao ponto de acharmos que somos “donos do mundo”, mas precisamente de tudo.



Somos muito inteligentes e buscamos respostas para tudo. Mas será que sabemos realmente de tudo? Alguns responderiam: Somente DEUS é o dono de todo o saber. E outros diriam: mas é claro, o homem é o animal mais inteligente. Tudo ele descobre. Essa segunda resposta é típica dos descrentes, achar que somos “donos da verdade”, que DEUS não existe, que a ciência é a fonte mais segura. Incrível!!! Somos tão inteligentes mas nos deixamos ser chamados de animais!!! Não estou desprezando os animais! Até por que quando morrermos viraremos a mesma coisa: pó. Mas não somos animais. Somos seres humanos. A ciência afirma até que somos mais racionais. Será? Racionais, podemos até ser, e é isso que nos torna diferentes. Mas, animais? Cabe a cada um de nós acreditarmos no que somos. (Nós cristãos acreditamos que de Deus viemos e para Deus voltaremos: Somos seus filhos, imagem e semelhança de seu amor).

SERÁ COMO NA ÉPOCA DE NOÉ!

texto : Cassio José Coordenador do Grupo Renascer-RCC Camocim

Não é surpresa essa alerta do Senhor Jesus:

“Assim como foi nos tempos de Noé, assim acontecerá na vinda do Filho do Homem. Nos dias que precederam o dilúvio, comiam, bebiam, casavam-se e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca. E os homens de nada sabiam, até o momento em que veio o dilúvio e os levou a todos. Assim será também na volta do Filho do Homem”. (Mateus 24, 37-39)



Percebemos pela comparação de Jesus ao estabelecer a primeira atitude de Deus em destruir o mundo com as águas do dilúvio e a expectativa e preparação da Segunda Vinda do Filho do Homem, a preocupação de Jesus em deixar os seus discípulos (e todos os eleitos) conscientes do que está por vir: Ele virá novamente. Isso é um fato!



Antes disso, porém, há todo um conjunto de acontecimentos que falarão por si mesmos, que Jesus já está as portas! Você pode comprovar como exemplo os capítulos 24 e 25 de Mateus para perceber tal afirmação.

CARTA A DEUS: SOU ZOMBADO POR ACREDITAR NO CÉU!

Tenho saudades do lugar de onde vim! Eu sei que vim de lá e nem adianta pregarem pra mim “Teologia da Prosperidade” ou “Consumismo Evangélico”. Não gosto daqui. Sei que aqui não é o meu lugar. O meu lugar é o céu. Fui lavado e remido pelo sangue do cordeiro! Não vejo a hora do Senhor Jesus pronunciar o meu nome que está escrito no livro da vida! Não foi escrito com caneta, nem lápis ou lapiseira. Mas, com o próprio sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo. E nem foi escrito por qualquer um ou em qualquer lugar. Mas, pelo próprio Jesus Cristo e no Livro da Vida Eterna.

Senhor, estou vivendo cada minuto como se fosse o último e a cada dia ofereço uma oferta agradável de louvor a ti, o Único Deus da minha vida. Alguns já estão me estranhando! Outros, já me disseram que eu estou ficando louco! Outros ainda já pediram pra eu parar com isso!? Poxa vida!!! Muitos adoram Satanás em carnavais e diversificadas festas. Muitos se relacionam como os Sodomitas. E a sexualidade é de tal maneira banalisada que até parecem que são parentes dos animais! Até parece que são da família deles. Muitos se prostituem como se isso fosse aceito por Deus e não estão nem um pouco preocupados com as conseqüências que virão. Muitos fazem peça teatral na Igreja e até colocam Satanás pra desfilar nos tapetes da Igreja. E eu então, é que tô ficando louco por sonhar com o céu? Eles é que se convertam!!!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

O que é necessário fazer para receber o Espírito Santo?


Fonte: Revista Renovação, edição nº 38.

Existe uma forma de raciocinar que parece ser típica da sociedade ocidental: pensar as coisas sempre em termos de causa e efeito. Talvez seja por isso que o conceito de santidade e, consequentemente, a ideia de dignidade diante de Deus que grande parte dos cristãos têm está condicionada a seus merecimentos. Em outras palavras, a pessoa precisa sentir que fez algo para merecer o que recebe de Deus.

É nessa linha de raciocínio que se justifica a pergunta: O que é necessário fazer para receber o Espírito Santo?. Já escutei várias pessoas respondendo a essa indagação e, sinceramente, nunca me convenci. Entre as muitas explicações, as chamadas condições para receber o Espírito Santo enunciadas em alguns livros me causaram arrepios.
Não deve haver condições, pensava eu. O Espírito Santo é quem suscita na pessoa a disposição para a fé, a caridade, a oração e o arrependimento dos pecados. Nesse sentido, Ele é causa e não efeito de algo. Arrepender-se dos pecados parece ser uma condição circunstancial nos Atos (cf. 2, 38), ou seja, uma exigência para aquele contexto específico em que Pedro foi, indagado. Não me parece algo que possa ser inferido como condição universal.
Mas acabei tendo que reconhecer duas coisas necessárias. A primeira é um contexto de fé, o que não significa que a pessoa envolvida precise ter uma fé inabalável e uma convicção plena de que Deus agirá. Basta um clima suficiente para levar as pessoas a atribuírem ao Espírito Santo os efeitos experimentados. Sem a fé, o que quer que ocorra cairá no vazio religioso, ou seja, será considerado como fruto da iniciativa e boa vontade pessoal ou coisa parecida, mas nunca como uma interferência de Deus.

Grande servidor



A tendência humana de se sentir importante tem levado muitos a se colocarem em tipo de vitrine para serem vistos como tais. A propaganda de si tem feito não poucos a quererem derrubar os concorrentes até de modo violento. Há quem pense ser grande por divulgar mais suas realizações. A luta pelo poder não raro tem provocado intrigas, desrespeito à verdade e prejuízo ao bem comum. Pensa-se o maior como sendo o que mais manda e é superior aos demais.

Jesus nos ensina a grande lição de humildade e serviço. Ele próprio, filho de Deus, não se fixou no pedestal divino e veio até nós na simplicidade de servo e amigo, não tirando vantagem de sua condição superior. Ensinou-nos a sermos grandes justamente no fato e na atitude de servirmos com humildade o semelhante: “Quem quiser ser grande seja vosso servo; e quem quiser ser o primeiro seja o escravo de todos” (Marcos 10, 43-44). Como se enganam os chamadores de atenção para si como os maiorais por terem realizado algo de bom. Seus méritos não estão na divulgação e sim nas ações feitas com amor aos outros e à comunidade. Realizar algo só para aparecer pode ser visto por quem sabe avaliar o interesse da propaganda. A pessoa de bem prova seu valor nos atos contínuos de sua vida dedicada à promoção do bem sem interesse pessoal. Por isso, quando se tem espírito de análise, sabe-se distinguir os bons dos meros aproveitadores da condição e do cargo que as pessoas exercem. A retidão ética e moral se conhecem pelas atitudes comprovadas de bom caráter da pessoa.

O que é o ministério da visitação?


Uma das funções dos Grupos Bíblicos de Reflexão é o ministério da visitação. O Ministério da Visitação têm a missão de estabelecer laços de amizade com as pessoas e as famílias. Sua primeira atividade é, como o próprio nome diz, visitar, ir ao encontro, ouvir alegrias e tristezas, ver o que é preciso, encaminhar para os demais grupos e serviços da comunidade. É um gesto de solidariedade, imitando Jesus que, na sua missão ia ao encontro das pessoas. Sua bondade e seu amor contagiavam a todos. A fraternidade é essencial nessa missão. É preciso estar sempre disposto a fazer algo bom e útil, além de ajudar os visitados.


Quando é feita uma visita, leva-se em consideração o bem do indivíduo e o que os ministros têm a oferecer a ele. O homem é, por natureza, sociável e usa desta qualidade para promover o bem, refletindo a dinâmica de Cristo. “Quando trabalhamos na mesma missão, principalmente se esta tem como finalidade o Reino de Deus, conjugando-se idéias, esforços e programas de vida, que acabem por semear uma amizade fecunda e prazerosa para todos que a compartilham e dela usufruem.”

Apenas informar educa de verdade a pessoa?



Dizer que vivemos na Sociedade da Informação converteu se num lugar comum.


Ninguém duvida que a informação é um bem valioso, e que possuí -la ajuda a atingir muitos objetivos, entre eles o de comportar se corretamente. Quem tem todos os dados à mão está em ótimas condições para fazer boas escolhas, inclusive no campo moral. A questão problemática é outra: mais do que saber se a informação é útil ou não para uma boa conduta, trata se de saber se só a informação basta.
O assunto já foi levantado há muitos séculos. Na Grécia antiga, Platão foi o primeiro filósofo que elaborou uma teoria ética com uma idéia central: a verdadeira sabedoria, uma vez adquirida, propicia uma boa atuação.
Segundo essa maneira de ver as coisas, a má conduta seria, em última análise, conseqüência do engano da razão quando escolhe bens aparentes. Sendo assim, o conhecimento dos verdadeiros bens poderia corrigir quaisquer condutas más. A Filosofia – termo que literalmente significa amor à sabedoria – converter se ia em guardiã da moral. A educação moral reduzir se ia a mostrar o Bem verdadeiro.
Platão logo foi contestado. A oposição partiu do seu próprio discípulo Aristóteles, que esgrimia uma arma fácil de encontrar: a evidência. Embora reconhecesse que a ignorância é de fato um obstáculo de primeira ordem para a boa conduta, Aristóteles observou que no entanto também se constatam más ações praticadas por pessoas conscientes de estarem agindo mal, e também por pessoas com boa formação, inclusive em assuntos que dizem respeito à moral. Assim, a razão sozinha não era suficiente; seria preciso apelar para um segundo fator: a vontade. Agir bem é algo que se consegue com esforço; requer um hábito que se adquire percorrendo o árduo caminho da repetição de atos, até que a vontade se fortaleça e acostume as paixões e os sentimentos a lhe obedecerem: tal hábito é a virtude moral. A conclusão é que – ao contrário do que dizia Platão – para educar moralmente não basta ensinar o que é o Bem: é preciso também formar a vontade, o que é mais custoso.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Epifania do Senhor

Dia 03 de Janeiro a festa que a Igreja celebra, tem o nome de Epifania, isto é, aparição do Senhor, por apresentar-nos três grandes mistérios, em que Jesus Cristo se manifestou ao mundo como Filho de Deus e Salvador do gênero humano. O primeiro destes mistérios é a adoração que os três Magos prestaram ao Menino, em Belém. O segundo é o Batismo de Jesus Cristo no Jordão, ocasião em que o Pai celeste fez a apresentação de seu Filho, dizendo: "Este é meu Filho mui amado, em quem pus minha complacência". O terceiro, finalmente, é a transformação da água em vinho, milagre que Cristo fez, por ocasião das bodas de Caná, para manifestar aos discípulos sua missão messiânica.

Logo após seu nascimento no estábulo de Belém, Jesus Cristo quis manifestar-se aos judeus e aos pagãos. Aos pastores, que estavam nos campos vigiando os seus rebanhos, mandou celeste mensagem, por intermédio dos Anjos, que lhes anunciaram o grande acontecimento, dizendo: "Não temais; anuncio-vos uma boa nova, que há de ser para todo o povo motivo de grande alegria! Hoje na cidade de Davi, nasceu o Salvador, que é o Cristo, nosso Senhor". (Lc. 2, 10). Aos pagãos do Oriente mandou a estrela maravilhosa, a anunciar-lhes o aparecimento daquela estrela profetizada por Balaam, nas palavras: "Uma estrela sai de Jacó, um cetro levanta-se de Israel, que esmagará os príncipes de Moab". Os pagãos bem conheciam esta profecia, e ansiosos esperavam pelo aparecimento da estrela preconizada. Afinal a viram surgir. Sobressaindo entre as outras, pelo brilho e a posição extraordinários, chamou a atenção de três homens, conhecidos por Gaspar, Melquior e Baltazar ou, como a Bíblia os intitula, os três Magos do Oriente. Iluminados por luz divina, conheceram no aparecimento da estrela o sinal indubitável do cumprimento da palavra profética de Balaam, e sem demora trataram dos preparos da viagem, que os levassem à presença do rei dos Judeus recém-nascido. A estrela servia-lhes de guia. Seguindo-a sem desfalecimento, chegaram a Jerusalém. Pela primeira vez, ao chegarem à capital de Judá, o astro maravilhoso se lhes escondeu das vistas, e grande foi a tristeza e não menor o desapontamento do Magos. Na convicção, porém, de tratar-se de um fato por todos conhecidos e, julgando que não houvesse na cidade quem não soubesse dar-lhes as necessárias informações sobre o Rei dos Judeus recém-nascido, confiadamente entraram em Jerusalém e perguntaram: "Onde está o Rei dos Judeus, que acaba de nascer? Vimos sua estrela no Oriente, e viemos adorá-lo". (Mt. 2, 2). Se grande foi o desaponto por não mais ver a estrela, sua fiel companheira, maior foi a decepção que experimentaram, ao notarem o espanto que essa pergunta causou às pessoas a quem dirigiram.

Festa do Nome de Jesus

enviado por Dysnei Thaim   texto:Prof. Felipe Aquino
O Santíssimo Nome de Jesus foi dado pelo céu
“Por isso Deus o exaltou soberanamente e lhe outorgou o Nome que está acima de todos os nomes, para que ao Nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos. E toda língua confesse, para a glória de Deus Pai, que Jesus Cristo é Senhor” (Fil 2, 9-11).

A Igreja celebra oito dias após o Natal, em 2 janeiro, de acordo com o "Diretório da Liturgia" da CNBB, a festa do Santíssimo Nome de Jesus; porque oito dias depois de seu Nascimento, São José o circuncidou e lhe colocou o nome de Jesus, conforme o Anjo tinha dito à Virgem Maria:
“O anjo disse-lhe: Não temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus" (Lc 1, 30-31).
E assim foi cumprido conforme a Lei de Moisés: “Completados que foram os oito dias para ser circuncidado o menino, foi-lhe posto o Nome de Jesus, como lhe tinha chamado o anjo, antes de ser concebido no seio materno” (Lc 2, 21).
O Santíssimo Nome de Jesus foi dado pelo céu; tanto assim que o Arcanjo Gabriel o confirma em sonho a José: “Enquanto assim pensava, eis que um anjo do Senhor lhe apareceu em sonhos e lhe disse: José, filho de Davi, não temas receber Maria por esposa, pois o que nela foi concebido vem do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo de seus pecados” (Mt 1, 20-21). Cabia ao pai dar o nome para o filho no costume judaico.

Sete dicas para permanecer na graça


Enviado por Dynei Tahim
Pregação: Ricardo Sá

O mais importante é aprender a permanecer na graça de Deus, permanecer na graça que recebemos. O mundo é mal educado, mas Jesus é muito educado e não arromba a porta do coração de ninguém. Ele pede que aceitemos o seu amor e assim entra no nosso coração na medida em que dizemos sim. Então diga: “Senhor Jesus eu te aceito na minha vida, eu abro a porta aqui do meu coração e ponho a minha mão no meu coração para com este gesto eu também me ajudar, eu abro a porta do meu coração entra Jesus na minha vida, eu te quero e sei que Tu me amas como sou, pode vir, pode entrar na minha vida.

.Jesus é muito educado, o mal não, ele invade a vida da gente, se aproveita de nossas quedas e da nossa inclinação ao pecado.
Nós recebemos muitas graças, mas o mais importante que receber as graças é permanecer é ser fiel todos os dias. E não podemos nos enganar, pois estamos em um mundo que não quer Deus, e se você se sente remando contra a maré, se você se sente assim, considere-se o cristão mais normal do mundo e quem não se sente assim é preciso rever-se como cristão.
É como aquela música: “ Procuro abrigo nos corações, de porta em porta desejo entrar, se alguém me acolhe com gratidão faremos juntos a refeição”.