quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

EM BUSCA DE UMA MANJEDOURA


O Menino-Deus já nasceu a 2009 anos atrás em Belém, numa manjedoura em meio a um conjunto de situações difíceis que Maria e José, infelizmente, tiveram que suportar. Tudo isso, para mostrar ao mundo que o Rei que nascera, não tinha o seu poderio em meio a estruturas de riqueza e fama e, sim, de humildade e obediência a Deus para os homens. E isso, não tira a sua soberania, uma vez que Jesus é o “Chefe dos reis da terra” (Ap ,15).




Mas, aqui estamos nós! O advento chega-se ao fim e aproxima-se o Natal do Senhor


Ele já nasceu, claro!, cumpriu sua Missão, morreu numa cruz, ressuscitou ao terceiro dia com glória e majestade (pois a pedra não foi capaz de prendê-lo no túmulo e nem as forças do inferno capaz de impedi-lo de ressuscitar), subiu aos céus e está sentado à direita de Deus Pai, todo poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos e o seu Reino não terá fim. Mas, neste século, os cristãos renovam a Celebração do Natal e Ele faz questão de nascer de novo naqueles que abrem os seus corações.






Imaginemos o diálogo entre Deus e seu Filho, Jesus, quando este, já “estava com Deus e era Deus” (Jo 1,1), quando Deus pede: “Meu Filho, desce lá, naquela terra impura, faz-se homem, prega a Palavra, realiza milagres, prodígios e sinais, estabelece a nossa Igreja e Religião e não esquece ‘dar a tua vida’, sendo obediente até a morte e morte de cruz!”. Jesus, claro, que é a Obediência por excelência, respondeu a seu Pai, que é também, nosso Pai e nosso Deus: “Sim Papai, tornar-me-ei homem e farei o que o Senhor me falou, por amor a que, de tal maneira, nós temos pela humanidade...”

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

No Natal entre o velho e o Novo

Estamos às vésperas de mais um Natal, festa que foi transformada pouco a pouco em mero período para esquentar vendas no comércio e oportunidade para se fazer atos de solidariedade, que não poucas vezes, funcionam como desencargo de consciência frente aos inúmeros omitidos nos últimos onze meses.


Por este período a cor da vez é o vermelho e um personagem surge de todos os lugares, espelha nas vitrines, é dependurado como enfeite, é atrelado às guirlandas nas portas e mesmo sob um sol inclemente, como o do Nordeste, desafia-o com suas roupas polares contra o frio e chega inclusive a receber as chaves de cidades. Trata-se do bom velhinho de barbas brancas e longa que se tornou o símbolo oficial da grande festa do dia 25.

Notícias da Igreja

Brasil: sete sacerdotes assassinados em 1 ano

"A Igreja continuará comprometida no combate à violência e lutando pela justiça e pela paz. Mataram mais um de nossos irmãos", declarou ontem, segunda-feira, o Conselho Episcopal de Pastoral (CONSEP) da CNBB, diante da morte do padre Alvino Broering, ocorrida na segunda-feira, dia 14, em Itajaí, cidade balneária do estado de Santa Catarina. O sacerdote foi capelão da Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI).

Padre Alvino foi sétimo sacerdote católico assassinado neste ano no Brasil. De fato, o comunicado do CONSEP denuncia uma "crescente violência" no país. A morte de padre Alvino soma-se ao assassinato de outros sacerdotes: do missionário comboniano em Roraima, padre Joaquim Fonseca; do Padre Ramiro Luden, de Recife; do padre Gisley Gomes Azevedo, de Brasília; do padre Ruggero Ruvoletto, Manaus; padre Evaldo Martiolo, de Caçador (Santa Catarina); e padre Hidalberto Henrique Guimarães, de Murici, estado de Alagoas.
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por Rádio Vaticano


Pastores protestantes passam para a Igreja Católica


Um fenômeno muito interessante tem acontecido nos Estados Unidos; uma grande quantidade de pastores protestantes têm se convertido ao catolicismo depois de perceberem que a Igreja Católica é a Verdadeira Igreja de Jesus Cristo, fundada sobre Pedro e os Apóstolos.




Isto é fruto do estudo profundo da doutrina católica, especialmente dos Padres da Igreja. Em sua coluna semanal, publicada no jornal da paróquia “Ascension Catholic Church” (Melbourne-FL) no dia 13.08.06, o padre Tobin abordou o tema com o artigo: “Leigos católicos deixando a Igreja, ministros protestantes se juntando à Igreja. O que está acontecendo?”

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Conheça os símbolos do Natal


O significado na força de cada um deles

Árvore de Natal


No mundo, milhões de famílias celebram o Natal ao redor de uma árvore. A árvore, símbolo da vida, é uma tradição muito antiga que segue a história da humanidade. Os relatos mais antigos que se conhecem acerca da árvore natalina datam de meados do século XVII, e são provenientes da Alsácia, província francesa.
Descrições de florescimentos de árvores no dia do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo levaram os cristãos da antiga Europa a ornamentar suas casas com pinheiros no dia do Natal, únicas árvores que permanecem verdes na neve.
Esse símbolo natalino representa o agradecimento pela vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Série:Os Cinco Mandamentos da Igreja

3 - Terceiro mandamento: “Receber o sacramento da Eucaristia ao menos pela Páscoa da ressurreição”



O período pascal vai da Páscoa até festa da Ascenção, e garante um mínimo na recepção do Corpo e do Sangue do Senhor em ligação com as festas pascais, origem e centro da Liturgia cristã (CDC, cân. 920).


Também é muito pouco Comungar ao menos uma vez ao ano. A Igreja recomenda (não obriga) a Comunhão diária.

Grupo Renascer

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

EXCLUSIVO: A tumba de Jesus ? Documentário apresentado no Discovery Channel é cientificamente inconsistente e falso.

Um documento exibido no Brasil no canal da TV cabo Discovery Channel , afirma ter identificado o túmulo onde foram enterrados Jesus Cristo, seus pais, Maria e José, e Maria Madalena.


Esse documentário apresentado no inicio deste ano na época da quaresma, voltou a ser apresentado nestes dias,claro, por causa do natal..

Intitulado The Lost Tomb of Jesus (O Túmulo Perdido de Jesus), o documentário foi produzido por James Cameron, director do filme Titanic, e pelo arqueólogo Simcha Jacobovici para o canal, com três anos de preparação. No entanto, a comunidade científica ironizou o seu conteúdo, classificando-o como “falso” e “apenas um chamariz publicitário para um futuro livro a ser lançado pelo cineasta”.O suposto túmulo, do qual originou o documentário, foi encontrado em 1980 no subúrbio de Talpiot, em Jerusalém. Na ocasião, os arqueólogos encontraram dez caixões (repositórios de ossos) e três crânios. Em alguns dos esquifes havia inscrições que foram traduzidas como “Jesus, filho de José”; “Judá, filho de Jesus”; “Mariamne”; “Maria”; “José” e “Mateus”. Testes de DNA nos resíduos dos ossos verificaram que não havia parentesco entre os ossos de Jesus e de Mariamne. Com isso, Cameron concluiu que ambos só poderiam ocupar a mesma tumba se fossem casados. Além disso, passou a defender que Mariamne seria o nome verdadeiro de Maria Madalena. Em outras palavras, o documentário de Cameron e Jacobovici tenta relacionar os nomes encontrados aos da família da Jesus e argumenta que Jesus e Maria Madalena foram casados e tiveram um filho (Judá).


A ORIGEM DO PRESÉPIO

Os primeiros presépios surgiram no século XVI, na Itália.




Data de 1567 o primeiro presépio feito numa casa particular, a da Duquesa de Amalfi, que tinha 116 figuras para representar o nascimento de Jesus, a adoração dos Reis Magos e muitas outras cenas. Até ao século XVIII eram sobretudo as cortes que tinham presépios, feitos por artistas famosos.


No entanto, a celebração do nascimento de Cristo vem dos finais do século III, quando os peregrinos visitavam a gruta em que nasceu, em Belém. Pinturas, relevos e frescos ilustram, desde o século XIV, o nascimento de Jesus. E a primeira réplica da gruta onde teve lugar foi feita em Roma, três séculos mais tarde.


Em 1223 São Francisco de Assis, em vez de festejar a véspera de Natal na Igreja, como era hábito, fê-lo na floresta de Greccio. Mandou transportar para o local uma manjedoura, um boi e um burro, para melhor explicar a cerimónia às pessoas. Por isso é, muitas vezes, visto como o autor do presépio.





São Nicolau e a lenda do Papai Noel


A generosidade atribuída a São Nicolau granjeou-lhe a reputação de milagreiro e distribuidor de presentes, identificado em vários países com a figura mítica do Papai Noel.




A existência de Nicolau de Bari, ou Nicolau de Mira, nunca foi comprovada por documentos, mas supõe-se que tenha sido bispo de Mira, na Anatólia, no século IV. Preso em Roma pelo imperador Diocleciano, implacável perseguidor dos cristãos, teria sido depois libertado por Constantino o Grande e participado do primeiro Concílio de Nicéia.




domingo, 20 de dezembro de 2009

Liturgia do Domingo


IV Domingo do Advento (Ano C)
TEMA


Nestes últimos dias antes do Natal, a mensagem fundamental da Palavra de Deus gira à volta da definição da missão de Jesus: propor um projecto de salvação e de libertação que leve os homens à descoberta da verdadeira felicidade.


O Evangelho sugere que esse projecto de Deus tem um rosto: Jesus de Nazaré veio ao encontro dos homens para apresentar aos prisioneiros e aos que jazem na escravidão uma proposta de vida e de liberdade. Ele propõe um mundo novo, onde os marginalizados e oprimidos têm lugar e onde os que sofrem encontram a dignidade e a felicidade. Este é um anúncio de alegria e de salvação, que faz rejubilar todos os que reconhecem em Jesus a proposta libertadora que Deus lhes faz. Essa proposta chega, tantas vezes, através dos limites e da fragilidade dos “instrumentos” humanos de Deus; mas é sempre uma proposta que tem o selo e a força de Deus.
A primeira leitura sugere que este mundo novo que Jesus, o descendente de David, veio propor é um dom do amor de Deus. O nome de Jesus é “a Paz”: Ele veio apresentar uma proposta de um “reino” de paz e de amor, não construído com a força das armas, mas construído e acolhido nos corações dos homens.
A segunda leitura sugere que a missão libertadora de Jesus visa o estabelecimento de uma relação de comunhão e de proximidade entre Deus e os homens. É necessário que os homens acolham esta proposta com disponibilidade e obediência – à imagem de Jesus Cristo – num “sim” total ao projecto de Deus.






 

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