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sábado, 28 de novembro de 2009

Serie: Radicais em Santidade

Onde estão os Super-Heróis???



"Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas..."
Jo 14:12

Vivemos em dias difíceis, sim muito difíceis. É cada vez mais difícil hoje em dia diferenciar quem é cristão autentico de quem não é. Nossa geração é bombardeada a cada segundo pelo mudismo desenfreado que toma conta de nossas igrejas e cultos, não estou falando de costumes, mas sim de uma vida diferente do mundo, uma vida santa. Uma das grandes estratégias de nosso adversário é fazer com que nós, jovens, adolescentes e pessoas que tem a visão de ser instrumentos consagrados ao Senhor, percamos nosso desejo der sermos usados, e esqueçamos de um dos grandes versículos aos jovens: "Vós sois fortes e já vencestes o maligno..."(I Jo 2:19) . E é esta força que observamos que o Senhor nos dá, chamamos de autoridade, mas a autoridade com insegurança não é autoridade.Digo insegurança porque muitos jovens, porquê não dizer a maioria, não acredita no potencial que pode ser nas mãos do Senhor, e ai é que mora o perigo!!! Não cremos que se consagramos de verdade nossas vidas, seremos como heróis espirituais, e o que estou intitulando como "heróis" não é heresia, mas um fato que pode ser real em nossas vidas!!! Onde estão os heróis da fé hoje em dia??? Pessoas como Ap.Paulo, como jovem Estevão, ou até mesmo como vc!!! Jesus mesmo foi claro quanto ao nosso potencial em massa: "Se creres em mim, podereis fazer coisas maiores do eu mesmo faço..."(Jo 14:12)! Cara, esta promessa é pra todos nós, mas precisamos primeiro "CRER", ou seja, deixar a insegurança e esta idéia do inferno que somos fracos demais, pequenos demais, insuficientes demais pra bombardear o inferno!!!

Serie: Radicais em Santidade


“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda a imundícia. Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas interiormente estais cheios de hipocrisia e de iniqüidade.”
Mt 23:27-28



Vamos falar hoje sobre PECADO!!! Ôooo palavrinha complicada essa não?! Algo que nos persegue dia e noite nos tentando fazer perder o foco de Deus e curtir coisas que nossa carne grita, berra de desejos!Mas será realmente que é o pecado que têm nos perseguido? Será ele nosso maior inimigo, ou ele têm sido um grande amigo, daqueles inseparáveis, para todas as horas?!Muitos de nós ficamos imaginando o que deu na cabeça de Eva e Adão quando toparam desobedecer a ordem de Deus, para comerem o fruto do conhecimento do bem e do mal, não é?! Alguns até brincam, que se um dia chegarem no céu, vão espancar Adão e falar umas verdades para Eva...rsrsrs, obvio que estou sendo irônico, porque isso não vai rolar na real! Mas nós conseguimos ser e fazer pior que ambos, uma vez que somos nós quem estamos na maioria das vezes, procurando a tentação antes mesmos de sermos tentados a errar.

Na minha caminhada, já errei muito, e até hoje erro ( e de certa forma, graças a Deus por isso, pois Ele têm me ensinado com meus erros, e quanto mais aprendo, mais percebo que necessito Buscá-Lo para não errar), mas o lance é que hoje, analisando as mais variadas vezes que pisei na bola com Deus pecando, percebo que a maioria dos pecados que cometi, muitas vezes era eu que procurava a tentação antes mesmo de ser tentado.Quantas vezes, eu sabia que determinadas coisas eram fatais pra minha queda, e ainda assim sabendo, eu é que dava um "jeitinho" de correr atrás, sabe por que? Porque em vez de "resistir", de fugir, eu estava curtindo aquele determinado pecado. E algo que rola muito hoje em dia nos jovens da igreja, é que os mesmos estão curtindo errar, porque sabem que Deus sempre estará de braços abertos para os perdoar. Será?!

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Espiritualidade

Advento – tempo de esperança

Dom Orani João Tempesta







O Ano Litúrgico gira em torno das duas grandes festas do mistério de nossa salvação: o Natal e a Páscoa. A fim de nos prepararmos bem para essas duas solenidades de máxima importância, a Santa Igreja, com seu amor de mãe e sua sabedoria de mestra, instituiu o Advento, que nos predispõe para o Natal, e a Quaresma, que nos prepara para a Páscoa. Praticamente um mês e meio de Advento-Natal e três meses de Quaresma-Páscoa. O tempo chamado “Comum” durante o ano ajuda-nos a caminhar com a Igreja nas estradas da história, iluminados por esses mistérios de nossa fé e conduzidos pelo Espírito Santo.

O poder de ser eu mesmo- Pe. Zezinho

Do livro “ Um Entre Bilhões”



Posso ser pequeno e quase insignificante, mas não sou insignificante. Tenho meu peso. Eu significo, até mesmo quando não pareço pesar. E sou tanto mais significante quando mais aumento minha capacidade de resposta. Todo grão de areia tem seu peso. Eu, que sou um entre bilhões de humanos tenho o meu peso, você tem o seu, cada um de nós tem seu pondus. Por isso quando respondo e pondero, mostro meu peso. Quando uso de minha capacidade de ponderar e respondo começo a fazer a diferença. Deixo de ser número para ser agente de transformação.

Comparado ao peso da Terra, o grão de areia não é muito, mas ele é ponderável, pode ser pesado e junto a outros grãos pode mudar o fiel da balança. Até o Criador, ao nos criar, dotou-nos da capacidade de ponderar, responder, dizer sim ou dizer não. Não flutuamos no existir. Não somos seres etéreos. Temos nosso peso no chão em que pisamos, chão do qual fazemos parte.

Testemunho de vida cristã e mariana

 Clique Aqui e reze  a Novena da Medalha Milagrosa.

Santa Catarina Labouré - 27 de Novembro

Celebramos neste dia o testemunho de vida cristã e mariana daquela que foi privilegiada com a aparição de Nossa Senhora, a qual deu origem ao título de Nossa Senhora das Graças ou da Medalha Milagrosa. Santa Catarina de Labouré nasceu em Borgonha (França) a 2 de maio de 1806. Era a nona filha de uma família que, como tantas outras, sofria com as guerras napoleônicas.

Aos 9 anos de idade, com a morte da mãe, Catarina assumiu com empenho e maternidade a educação dos irmãos, até que ao findar desta sua missão, colocou-se a serviço do Bom Mestre, quando consagrou-se a Jesus na Congregação das Filhas da Caridade. Aconteceu que, em 1830, sua vida se entrelaçou mais intimamente com os mistérios de Deus, pois a Virgem Maria começa a aparecer a Santa Catarina, a fim de enriquecer toda a Igreja e atingir o mundo com sua Imaculada Conceição, por isso descreveu Catarina:

"A Santíssima Virgem apareceu ao lado do altar, de pé, sobre um globo com o semblante de uma senhora de beleza indizível; de veste branca, manto azul, com as mãos elevadas até à cintura, sustentava um globo figurando o mundo encimado por uma cruzinha. A Senhora era toda rodeada de tal esplendor que era impossível fixá-la. O rosto radiante de claridade celestial conservava os olhos elevados ao céu, como para oferecer o globo a Deus. A Santíssima Virgem disse: Eis o símbolo das graças que derramo sobre todas as pessoas que mas pedem''.

Nossa Senhora apareceu por três vezes a Santa Catarina Labouré. Na terceira aparição, Nossa Senhora insiste nos mesmos pedidos e apresenta um modelo da medalha de Nossa Senhora das Graças. Ao final desta aparição, Nossa Senhora diz: "Minha filha, doravante não me tornarás a ver, mas hás-de ouvir a minha voz em tuas orações".

Somente no fim do ano de 1832, a medalha que Nossa Senhora viera pedir foi cunhada e espalhada aos milhões por todo o mundo.

Como disse Sua Santidade Pio XII, esta prodigiosa medalha "desde o primeiro momento, foi instrumento de tão numerosos favores, tanto espirituais como temporais, de tantas curas, proteções e sobretudo conversões, que a voz unânime do povo a chamou desde logo medalha milagrosa".

Esta devoção nascida a partir de uma Providência Divina e abertura de coração da simples Catarina, tornou-se escola de santidade para muitos, a começar pela própria Catarina que muito bem soube se relacionar com Jesus por meio da Imaculada Senhora das Graças.

Santa Catarina passou 46 anos de sua vida num convento, onde viveu o Evangelho, principalmente no tocante da humildade, pois ninguém sabia que ela tinha sido o canal desta aprovada devoção que antecedeu e ajudou na proclamação do Dogma da Imaculada Conceição de Nossa Senhora em 1854. Já como cozinheira e porteira, tratando dos velhinhos no hospício de Enghien, em Paris, Santa Catarina assumiu para si o viver no silêncio, no escondimento, na humildade. Enquanto viveu, foi desconhecida.

Santa Catarina Labouré entrou no Céu a 31 de dezembro de 1876, com 70 anos de idade.

Foi beatificada em 1933 e canonizada em 1947 pelo Papa Pio XII.

Santa Catarina Labouré, rogai por nós!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Fique por dentro

Advento, tempo de esperança



O Ano Litúrgico gira em torno das duas grandes festas do mistério de nossa salvação: o Natal e a Páscoa. A fim de nos prepararmos bem para essas duas solenidades de máxima importância, a Santa Igreja, com seu amor de mãe e sua sabedoria de mestra, instituiu o Advento, que nos predispõe para o Natal, e a Quaresma, que nos prepara para a Páscoa. Praticamente um mês e meio de Advento-Natal e três meses de Quaresma-Páscoa. O tempo chamado Comum durante o ano ajuda-nos a caminhar com a Igreja nas estradas da história, iluminados por esses mistérios de nossa fé e conduzidos pelo Espírito Santo.




No próximo final de semana, iniciamos o tempo do Advento, que assinala também o início de um novo Ano Litúrgico. Estaremos proclamando aos domingos, principalmente, o Evangelho de Lucas. Um novo ano que queremos que seja um aprofundamento de nossa vida cristã na história como discípulos missionários. Iniciamos com a expectativa da vinda do Messias até o anúncio que o Senhor Jesus é Rei.

As ameaças contra a família


No Sínodo dos Bispos, em 1980, sobre a família, os Bispos apontaram os pontos mais preocupantes: “a proliferação do divórcio e do recurso a uma nova união por parte dos mesmos fiéis; a aceitação do matrimônio meramente civil, em contradição com a vocação dos batizados “a casarem-se no Senhor” (1 Cor7, 39), a celebração do matrimônio sem uma fé viva, mas por outros motivos; a recusa das normas morais que guiam e promovem o exercício humano e cristão da sexualidade no matrimônio” (FC,7).




Na Carta ás Famílias, escrita em 1994, no Ano da Família, o Papa João Paulo II disse:



“Nos nossos dias, infelizmente, vários programas sustentados por meios muito poderosos parecem apostados na desagregação da família. Às vezes até parece que se procure, de todas as formas possíveis, apresentar como “regulares” e atraentes, conferindo-lhes externas aparências de fascínio, situações que, de fato, são “irregulares”… Fica obscurecida a consciência moral, aparece deformado o que é verdadeiro, bom e belo, e a liberdade acaba suplantada por uma verdadeira e própria escravidão”(CF, 5).

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Formação

O SENTIDO ESCATOLÓGICO DO ADVENTO


Assim define o minidicionário da Língua Portuguesa, Silveira Bueno, para o significado da expressão ADVENTO:

“Vinda; chegada; instituição; começo; período das quatro semanas que antecedem o Natal”.
[Silveira Bueno: minidicionário da língua portuguesa. – Ed. ver. e atual. – São Paulo: FTD, 2000, p. 30]


Sabemos que na liturgia católica o advento é justamente esse período das quatro semanas que antecedem o Natal. É uma espécie de relembrar e reviver o que os israelitas do Antigo Testamento viveram quanto à esperança da Vinda do Messias. E pra isso, claro, houve todo um conjunto de profecias que os profetas do Senhor no AT, profetizaram. Exemplos:
“Por que um menino nos nasceu, um filho nos foi dado; a soberania repousa sobre seus ombros, e ele se chama: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai eterno, Príncipe da paz. Seu império será grande e a paz sem fim sobre o trono de Davi e em seu reino. Ele o firmará e o manterá pelo direito e pela justiça, desde sempre e para sempre. Eis o que fará o zelo pelo Senhor dos exércitos”. (Is 9, 5-6)

“Por isso, o próprio Senhor vos dará um sinal: uma virgem conceberá e dará a luz a um filho, e o chamará ‘Deus conosco’”. (Is 7,14)

“Mas tu, Belém de Éfrata, tão pequena entre os clãs de Judá, é de ti que sairá para mim aquele que é chamado a governar Israel”. (Mq 5,1)

Observamos aqui, a expectativa que os filhos de Abraão e herdeiros da promessa, tiveram ao esperarem ansiosamente a chegada do Messias, o Senhor e Rei Jesus. Todas essas profecias se cumprem exatamente e sem erro, na pessoa de Jesus de Nazaré. Por isso, ele é considerado para nós, cristãos, o Messias que era pregado e profetizado pelos profetas do AT.

Serie: Os 10 Mandamentos

O Sétimo Mandamento


Não roubarás (Ex 20,15; Dt 5,19; Mt 19,18).



O Sétimo Mandamento proíbe roubar ou reter injustamente os bens do próximo ou danificá-lo. Ensina que cada pessoa deve e precisa trabalhar honestamente e assim suprir o seu sustento e o de sua família. O Sétimo Mandamento destaca o valor primordial e a importância do trabalho. O homem é seu autor e destinatário. Por meio de seu trabalho, o homem participa da obra da criação. Unido a Cristo, o trabalho pode ser redentor. Ele é a sentinela da virtude.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Formação


As sete faces do amor
enviado por Dysnei Thaim


Nosso sucesso está em amar os outros

Estas reflexões estão fundamentadas em G. Chapman, no livro “O Amor como Estilo de Vida”. Ser amado, deixar-se amar, crer no Amor de Deus constituem a alegria de viver. Só os amados mudam. O amor é uma força transformadora e propulsora. Nosso sucesso está em amar os outros. O amor não é só uma emoção, mas, decisão, atitude, ação. Portanto, decidimos amar, escolhemos amar, optamos por amar. É preciso esforço para sermos pessoas capazes de amar.

Eis as sete faces do amor:

Atualidade


A universidade e
o micro-vestido


Como não poderia deixar de ser, sobrou para os católicos o conflito começado pela jovem Geisy Arruda, 20 anos, com a sua Universidade. Não sei como a London, a Upckins e a Berkeley tratariam do caso, mas sei que o problema era com ela e a comunidade Uniban de Santo André. Estudei nos Estados Unidos e sei que lá as universidades reagem a provocações de cunho social ou moral. Quebra de decoro vai contra os estatutos. Quem estuda lá tem um compromisso. A Universidade que suspendeu seis a oito alunos por causa do tumulto, expulsou-a. Entende que ela causou conscientemente aquela reação. Os alunos se dividiram entre apoiadores e apupadores.

Mas alguns provedores na Internet, entre eles o Google News, deram um jeito de falar do país da tanga e da quase nudez nas praias e da nossa maioria católica. De repente, sobrou para nós católicos, como se nos países evangélicos ou pentecostais tais comportamentos fossem tolerados. Mesmo que Geisy fosse de comunhão diária, os católicos não têm absolutamente culpa alguma no que aconteceu naquele recinto sagrado de cultura e de conhecimento. A Igreja Católica não é a favor da expulsão de uma estudante que errou ao trazer à cena de maneira negativa numa instituição digna de crédito, mas também não é a favor de Geisy Arruda, que admite ter errado ao passar dos limites daquela casa.

Moções Proféticas


Este é o dia que o Senhor fez
“Este é o dia que o Senhor fez; seja para nós, dia de alegria e felicidade. Senhor, dai-nos a salvação; dai-nos a prosperidade, ó Senhor.” Sl 117, 24-25
 
Em junho de 2006, alguns brasileiros participavam de um congresso internacional da RCC em Fuiggi, na Itália. Era a manhã do dia 09 e eu caminhava para o local do encontro, cabisbaixa, preocupada, pois no dia anterior meu filho havia ligado para me falar de um problema que precisava de solução urgente no meu trabalho e eles esperavam que viesse de mim a solução.

A certa altura da caminhada, notei um senhor que aparentava ter uns 60 anos de idade. Ele caminhava com muita dificuldade, com a ajuda de uma bengala. Na verdade, ele podia ser considerado um deficiente físico. O que me chamou a atenção não foi propriamente o seu jeito de andar, mas a sua atitude. Ele cantava alto uma música de louvor, e a cada pessoa que passava, ele dizia: “Happy new day!”,  que quer dizer “Feliz novo dia!”. Quando passei por ele, foi assim que ele me saudou.

Como fazer seu Grupo de Oração crescer (I)


Por Maria Beatriz Spier Vargas   (Secretária-Geral do Conselho Nacional da RCC do Brasil)
O grupo de oração é um grupo de pessoas que, por um desígnio de Deus, um dia (o dia em que foram pela primeira vez ao grupo) tiveram suas vidas tocadas pela bondade infinita do Senhor e foram chamadas a viver uma vida nova, a vida no Espírito. Existe uma passagem na carta de São Paulo a Tito, capítulo 3, versículos de 4 a 7, que descreve bem o que acontece com cada um de nós quando começamos a frequentar um Grupo de Oração: “Mas um dia apareceu a bondade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com os homens. E, não por causa de obras de justiça que tivéssemos praticado, mas unicamente em virtude de sua misericórdia, Ele nos salvou mediante o batismo da regeneração e renovação, pelo Espírito Santo, que nos foi concedido em profusão, por meio de Cristo, nosso Salvador, para que a justificação obtida por sua graça nos torne, em esperança, herdeiros da vida eterna.”
É essa a missão do Grupo de Oração: fazer com que as pessoas recebam o Batismo no Espírito Santo e tenham suas vidas renovadas, resgatadas, e guardem, para sempre, no coração, a esperança da vida eterna, a alegria da salvação. Pessoas batizadas no Espírito Santo são as que deixam transparecer entusiasmo em evangelizar, a fim de que outros também possam ter acesso a essa fonte de vida nova. São pessoas que com a sua vida testemunham que Jesus Cristo é o Senhor.
Se isso não está acontecendo nos nossos grupos de oração, se as pessoas que vão ao Grupo não estão sendo transformadas, então o coordenador do Grupo, juntamente com a sua equipe de servos, deve parar diante do Senhor e perguntar a Ele o que está acontecendo, o quê está impedindo o Grupo de Oração de cumprir com sua missão de mudar vidas. Além de nos colocarmos em oração, talvez fosse interessante rever alguns pontos-chave da nossa vida carismática: conversão de vida, louvor, perdão, oração pessoal, leitura diária da Palavra e frequência aos sacramentos.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Formações

Tempo do Advento


Meditando a chegada de Cristo, devemos buscar o arrependimento dos nossos pecados e preparar o nosso coraçãoA+A-O Ano Litúrgico começa com o Tempo do Advento; um tempo de preparação para a Festa do Natal de Jesus. Este foi o maior acontecimento da História: o Verbo se fez carne e habitou entre nós. Dignou-se a assumir a nossa humanidade, sem deixar de ser Deus. Esse acontecimento precisa ser preparado e celebrado a cada ano. Nessas quatro semanas de preparação, somos convidados a esperar Jesus que vem no Natal e que vem no final dos tempos.


Nas duas primeiras semanas do Advento, a liturgia nos convida a vigiar e esperar a vinda gloriosa do Salvador. Um dia, o Senhor voltará para colocar um fim na História humana, mas o nosso encontro com Ele também está marcado para logo após a morte.


Nas duas últimas semanas, lembrando a espera dos profetas e de Maria, nós nos preparamos mais especialmente para celebrar o nascimento de Jesus em Belém. Os Profetas anunciaram esse acontecimento com riqueza de detalhes: nascerá da tribo de Judá, em Belém, a cidade de Davi; seu Reino não terá fim... Maria O esperou com zelo materno e O preparou para a missão terrena.

Exclusivo: Pregação do Retiro Jovem do Grupo Renascer

JOVENS: SENTINELAS DA MANHÃ!


Pregação do dia 15/11/09: Cassio José-Coordenador do grupo Renascer de Camocim



Percebemos nos dias de hoje o grande alvo do Inimigo de Deus: a juventude! A prova disso é que os “atrativos” que são colocados para os jovens são supostamente mais agradáveis e chamam mais atenção do que a religião, a educação, os projetos sociais... Estou falando mesmo do lamaçal da qual a juventude está sendo mais e mais submergida: drogas, prostituição, violência, sexualidade desenfreada, homossexualismo, lesbianismo, bissexualismo, sexualidade sodomitizada, dentre muitas outras perdições ou veredas que os jovens estão atravessando de maneira facilmente aceitável.

É um tremendo desafio para a Igreja, levantar uma juventude voltada para as coisas de Deus! Como seria bom se tivéssemos jovens sendo liderança em meio as atividades coordenadas pelas pastorais e movimentos da Igreja. Para isso, seria necessário e urgentemente posto como meta, uma evangelização voltada também, especialmente, para os jovens.

Que fatores poderíamos destacar aqui para percebermos que os jovens de hoje estão totalmente afastados do Senhor? Claro! Muitos são os fatores.

Serie Os 10 Mandamentos

O Sexto Mandamento



"Jesus disse: “Ouvistes o que foi dito: "Não cometerás adultério" (Ex 20,14). Eu, porém, vos digo: todo aquele que olha para uma mulher com desejo malicioso já cometeu adultério com ela em seu coração” (Mt 5,27-28). Jesus quer matar o pecado da impureza na sua raiz; no coração.



O Sexto Mandamento ensina a viver a pureza; isto é, não pecar contra a castidade. Esta significa a integração da sexualidade na pessoa. Inclui a aprendizagem do domínio pessoal, a oração, a mortificação, e vivência dos Sacramentos. A Igreja ensina que: “Entre os pecados gravemente contrários à castidade é preciso citar a masturbação, a fornicação, a pornografia e as práticas homossexuais” (Cat. §2356).

domingo, 22 de novembro de 2009

Liturgia do Domingo



Liturgia: Solenidade de Cristo Rei

TEMA


No 34º Domingo do Tempo Comum, celebramos a Solenidade de Jesus Cristo, Rei e Senhor do Universo. A Palavra de Deus que nos é proposta neste último domingo do ano litúrgico convida-nos a tomar consciência da realeza de Jesus; deixa claro, no entanto, que essa realeza não pode ser entendida à maneira dos reis deste mundo: é uma realeza que se concretiza de acordo com uma lógica própria, a lógica de Deus. O Evangelho, especialmente, explica qual é a lógica da realeza de Jesus.



A primeira leitura anuncia que Deus vai intervir no mundo, a fim de eliminar a crueza, a ambição, a violência, a opressão que marcam a história dos reinos humanos.



Através de um “filho de homem” que vai aparecer “sobre as nuvens”, Deus vai devolver à história a sua dimensão de “humanidade”, possibilitando que os homens sejam livres e vivam na paz e na tranquilidade. Os cristãos verão nesse “filho de homem” vitorioso um anúncio da realeza de Jesus.



Na segunda leitura, o autor do Livro do Apocalipse apresenta Jesus como o Senhor do Tempo e da História, o princípio e o fim de todas as coisas, o “príncipe dos reis da terra”, Aquele que há-de vir “por entre as nuvens” cheio de poder, de glória e de majestade para instaurar um reino definitivo de felicidade, de vida e de paz. É, precisamente, a interpretação cristã dessa figura de “filho de homem” de que falava a primeira leitura.

DEUS É FIEL

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