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sábado, 15 de agosto de 2009

Reunião com lideranças de movimentos laicais constituiu-se momento forte da Visita Pastoral de Dom Xavier à Paróquia de Camocim



No último dia 13 de Agosto (quinta-feira), o Bispo Diocesano de Tianguá, Dom Francisco Javier Hernandez Arnedo, OAR, reuniu-se com lideranças de movimentos laicais da Paróquia Senhor Bom Jesus dos Navegantes (Camocim / Ceará). A reunião foi um dos momentos fortes da visita pastoral de Dom Xavier à Paróquia de Camocim, realizada no período de 11 a 16 de agosto de 2009. O evento, iniciado às 19 horas, contou com a presença aproximada de 50 pessoas, representando os movimentos laicais e associações pias da Paróquia.

O encontro foi realizado em um clima agradável e descontraído, marcado pela partilha das experiências vivenciadas na Paróquia e pela sabedoria com a qual o nosso Bispo fazia as intervenções, a fim de orientar tais expressões a caminharem em comunhão entre si e com a Igreja Particular. A princípio, o Pároco de Camocim, Padre Francisco Evaldo, fez uma belíssima introdução a partir da proclamação de um trecho da Carta de São Paulo aos Coríntios (1 Cor 3, 5 – 15), enfatizando o papel do cristão na obra de Deus e destacando que é o próprio Deus que dá a graça do crescimento.

Em suas considerações, Dom Xavier afirmou que a vida espiritual se alimenta por caminhos diferentes, suscitados pelo Espírito Santo através das muitas formas de serviço na obra de Deus. Daí, a importância dos presbíteros estarem abertos aos sinais da ação do Espírito. Coube também destacar sobre o Batismo, caracterizando-o como base de toda forma de espiritualidade. À luz da Christifidelis Laici, Dom Xavier fez ainda considerações sobre a necessidade de que os movimentos laicais sejam efetivamente missionários e que invistam na formação, a fim de que possam oferecer agentes para as diferentes frentes de trabalho nas comunidades cristãs.

A RCC Camocim esteve representada por três pessoas: Mário Roberto (Coordenador Paroquial), Emanoel Vieira (Pela ACADIMI / Ministério da Providência) e Francisca Dourado (Minsitério de Pergação / Grupo Renascer). Ao Pastor da Igreja de Tianguá foi oportuno falar sobre a maneira como a RCC Camocim tem assumido a sua identidade, sobre os avanços verificados na caminhada, sobre os trabalhos desenvolvidos e ainda sobre os projetos que o movimento pretende levar à frente.


Em suas considerações finais, Dom Xavier manifestou sua alegria pelo dinamismo verificado na Paróquia de Camocim, através dos inúmeros e frutuosos movimentos eclesiais, e lançou um desafio aos presentes: “vivam uma espiritualidade concreta, usufruindo de todo o sabor que tal espiritualidade / que tal carisma lhe oferece”. Após a bênção final, os presentes puderam sair revigorados do encontro para assim perseverarem no serviço incansável na obra de Deus.

Autoria: Mário Roberto (Coordenador Paroquial da RCC Camocim)

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

SÉRIE PORQUÊS??!!

Por que o padre não se casa?
Celibato é uma entrega total e amorosa ao Reino de Deus

Quando ouço alguém dizer ou mesmo me perguntar: “Por que padre não se casa?” Eu poderia repetir a pergunta de outro jeito: Por que você se casou ou por que você está solteiro? Por que você é professora ou advogado? Ou mãe de família? E assim por diante. Isso prova que toda vocação é um grande mistério entre Deus e o coração da pessoa por Ele convidada a abraçar um estado de vida. Não se esqueça que alguém pode ser feliz e realizado ou infeliz e triste pela escolha livre que fez. A vocação é assumida livremente e eu não fui obrigado a assumir o sacerdócio e o celibato.

O celibato não é uma castração nem uma proibição de casar ou outras coisas semelhantes. Celibato é uma entrega total e amorosa ao Reino de Deus e ao serviço do Seu povo. Neste estado de vida eu assumo e respondo livremente, pois a diferença não está tanto no exterior, mas está dentro de minha alma, foge de mim e de mim transborda.
Acredito que eu seja diferente somente pela escolha e pela consagração que Deus fez comigo, assim como você pode ser diferente naquilo que você é. Não posso negar: sou diferente de dentro para fora, sou consagrado, separado para ser todo de Deus, para ser todo das pessoas, da missão, da Igreja. O celibato não limita o meu amor, pelo contrário, alarga-o até o infinito; não me prende a ninguém, mas me deixa livre para todos. É um desafio, pois continuo exatamente como todo homem: com sentimentos, dificuldades e pecados também, mas eu abracei a escolha que fiz: “Estou no mundo, mas não sou do mundo, nem sou como todo o mundo”.
O nosso mundo precisa exatamente de mim assim diferente e talvez seja isso que incomode e ajude tanto as pessoas.
Você aceita ser diferente assumindo a vocação que abraçou?
Eu fui conquistado por amor e por amor continuo todos os dias deixando-me conquistar: “Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que escolhe a vós”. Vocação é um mistério que eu vou descobrindo todos os dias um pouco mais.
Peço a você a permissão de ter uma vocação diferente e nela ser realizado e feliz. Como existem casais, jovens, professores, domésticas, médicos felizes e realizados em sua vocação, eu sou feliz e realizado por ser sacerdote e celibatário. Que bom que todo o mundo não é igual e não tem a mesma vocação, a diferença enriquece a vida e o mundo.
Como sempre dizemos: “As diferenças não são barreiras, mas sim, riquezas”. O mais importante é ser coerente e verdadeiro na diferença que assumimos em nossa vida.
Parabéns por você ser diferente e feliz!
O que diz o Catecismo da Igreja Católica (CIC), número §1579: “Todos os ministros ordenados da Igreja latina, com exceção dos diáconos permanentes, normalmente são escolhidos entre os homens fiéis que vivem como celibatários e querem guardar o celibato "por causa do Reino dos Céus" (Mt 19,12). Chamados a consagrar-se com indiviso coração ao Senhor e a "cuidar das coisas do Senhor", entregam-se inteiramente a Deus e aos homens. O celibato é um sinal desta nova vida a serviço da qual o ministro da Igreja é consagrado; aceito com coração alegre, ele anuncia de modo radiante o Reino de Deus”.
CIC §1599: “Na Igreja latina, o sacramento da Ordem para o presbiterado normalmente é conferido apenas a candidatos que estão prontos a abraçar livremente o celibato e manifestam publicamente sua vontade de guardá-lo por amor do Reino de Deus e do serviço aos homens” (Cf. Catecismo da Igreja Católica, números 1579/1580).
O celibato não limita o meu amor, pelo contrário, alarga-o até o infinito, não me prende a ninguém, me deixa livre para todos.
Oração: Senhor da messe e pastor do rebanho, faz ressoar em nossos ouvidos o teu forte e suave convite: “Vem e segue-me"! Derrama sobre nós o teu Espírito, que Ele nos dê sabedoria para ver o caminho e a generosidade para seguir a tua voz. Senhor, que a messe não se perca por falta de operários. Desperta as nossas comunidades para a missão. Ensina a nossa vida a ser serviço. Fortalece os que querem dedicar-se ao Reino, na vida consagrada e religiosa.
Senhor, que o rebanho não pereça por falta de pastores. Sustenta a fidelidade dos nossos bispos, padres e ministros. Dá perseverança aos nossos seminaristas. Desperta o coração dos nossos jovens para o ministério pastoral na tua Igreja.
Senhor da messe e pastor do rebanho, chama-nos para o serviço do teu povo. Maria, Mãe da Igreja, modelo dos servidores do Evangelho, ajuda-nos a responder "sim". Amém
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Minha bênção fraterna.
Padre Luizinho - Com. Canção Novablog.cancaonova.com/padreluizinho

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

SÉRIE- FALSAS DOUTRINAS


Maçonaria : um pouco de história


Revista : “PERGUNTE E RESPONDEREMOS”
D. Estevão Bettencourt, osb
Nº 425 – Ano: 1997 – pág. 467

Em síntese: Nos países latinos da Europa e da América a Maçonaria assumiu o qualificativo de Irregular, porque abandonou suas tradições religiosas e se tornou anti-religiosa, especialmente contrária à Igreja Católica. O artigo que se segue, apresenta um pouco de história da perseguição movida pelos Governos maçons contra a Igreja no México, onde morreram vários mártires, inclusive o Pe. Agustin Pro s. J. Também no Brasil do tempo do Império a Maçonaria, instalada no Governo, perseguiu os Bispos de Olinda-Recife e Belém do Pará, tornando-se então benemérito D. Frei Vital, trazido de Olinda para o Rio, onde esteve encarcerado por resistir às injunções do Governo maçônico em assuntos e ordem interna da Igreja.

Reproduzimos, a seguir, artigo sobre a Maçonaria publicado no jornal belohorizontino O LUTADOR, edição de 15 a 21 de junho de 1997, p. 8. São páginas que revelam aspectos pouco divulgados da Maçonaria, aptos a explicar o difícil diálogo entre tal sociedade secreta e a Igreja. Agradecemos à Redação daquele periódico o direito de reprodução.

“RELAÇÕES NADA CORDIAIS"

Tudo o que é secreto, desperta interesse. Tudo o que é proibido, seduz. O que parece beneficente, se faz simpático. Será por isso que tantos católicos ainda têm dúvidas sobre a “condenação” da maçonaria e recebem com desconfiança as advertências da Mãe-Igreja? Seja como for, o exame das relações entre cristãos e maçons na História do Brasil, bem como no México, traz à luz os sinais do ódio contra a Igreja de Jesus Cristo. Bispos presos, padres fuzilados, centenas de leigos assassinados a sangue frio ... Ao menos naquele tempo e naquelas circunstâncias.

MATANDO O ESCORPIÃO

Que é a Maçonaria ? Uma sociedade secreta. Qual o seu objetivo ? Tomar o poder. Como provar essa afirmação ? Pelo exemplo mexicano. A 5 de fevereiro de 1917, foi aprovada a Constituição do México, maçônica, ainda em vigor no México, após 80 anos. O presidente era Venustiano Corranza, também ele maçon, como todos os demais que se elegeram até hoje.

A Constituição restringia a liberdade religiosa, considerava crime o ensino religioso e a profissão dos votos. Ao mesmo tempo, desapropriava sumariamente os bens eclesiásticos, negando personalidade jurídica à Igreja e encerrando-a no âmbito das sacristias. Os sacerdotes foram privados de seus direitos políticos (votar e ser votado, herdar, possuir bens etc.), mas deviam prestar serviço militar.

Além disso, o Governo determinava o número de sacerdotes permitidos em cada localidade e decretava quem estava habilitado ao ministério. Só mexicanos de nascimento podiam ser sacerdotes. A partir de 1926, com a “Lei Calles”, Vera Cruz tinha um sacerdote “autorizado” para cada 100 mil habitantes.

Em Sonora, foram fechadas todas as Igrejas. Os sacerdotes sumariamente eliminados. Segundo Fidel Gonzáles, em artigo na revista “30 DIAS” (ago/93), “a violência contra a Igreja era dirigida sobretudo pelas lojas maçônicas e por um de seus grupos, o de Sonora, que alcançou com Calles (presdiente de 1924 a 1928) o controle total do poder”.

Álvaro Obregón, um dos responsáveis diretos pelo assassinato do Pe. Agustin Pro (herói do conhecido livro Despistou Mil Secretas), declarou em discurso público: “Quando uma formiga nos pica, não procuramos a formiga para matá-la; pegamos um balde de água fervente e a derramamos no formigueiro. Quando um escorpião nos pica, nós o matamos; pegamos uma lanterna para procurá-lo e, se encontrarmos outro escorpião, não o deixamos viver, porque não foi ele que nos picou; nós o matamos, porque pode nos envenenar”.

UMA LEGIÃO DE MÁRTIRES

Em 1992, o Papa João Paulo II beatificou Miguel Agustin Pro e os 22 sacerdotes mártires mexicanos. Seu crime ? Exercer secretamente o seu ministério, confessando os penitentes, ungindo os enfermos e celebrando a Eucaristia. São mártires in odium fidei (por ódio à fé). Mas também o foram in odium Ecclesiae, (por ódio à Igreja), pois o objetivo do Governo maçom que mantinha o poder no México era não só erradicar a Igreja Católica, mas eliminar da vida nacional o próprio acontecimento cristão.

O episcopado tentou reagir desde o início. Uma Carta Pastoral dos Bispos mexicanos apontava sem medo o projeto governamental de “aniquilar o catolicismo”, entranhado na alma do povo. O Governo reagiu com decretos que visavam a “mexicanizar” a Igreja, tal como fizeram os países comunistas (China, Vietname etc), que favoreceram o surgimento de uma “igreja nacional”, “patriótica”, sem ligação hierárquica com Roma.

A 31 de julho de 1926, os Bispos suspenderam todas as celebrações no país. Explodia a perseguição contra o clero e as lideranças leigas. Lares invadidos, interrogatórios, tortura e julgamento de fachada. Dezenas de milhares de católicos (50 mil homens, segundo alguns historiadores) sublevaram-se e empunharam armas. Começava a guerra dos “cristeros”, que terminaria com o acordo de paz em junho de 1929. Embora sofrendo com a falta de armas, os “cristeros” estavam em seu apogeu e dominavam um vasto território. Os Bispos aceitaram um acordo com o Governo (as circunstâncias não são claras até hoje) e pediram aos fiéis para interromper a luta e cessar fogo. Tão logo as armas foram entregues, começou a matança. A Igreja tinha sido traída.

Dolores Ortega, 85 anos, remanescente de uma família de “cristeros” , declara: “Todos sabiam que era um truque, que o Governo nunca respeitaria o seu compromisso. Todos o sabiam, nós da Liga (para a Defesa da Liberdade Religiosa) e também os “Cristeros”. Quando nos pediram para interromper a luta, sentimos uma dor surda, uma angústia mais forte do que a provação que a guerra exigia”. Mesmo assim, obedeciam por fidelidade ...

“PRENDAM O BISPO !”

1872. Agonizava a monarquia no Brasil. As forças republicanas engrossavam suas fileiras. No Rio de Janeiro, o Visconde do Rio Branco – Grão-Mestre do Grande Oriente do Vale do Lavradio! – preside ao Gabinete. Em clima de rivalidade, Saldanha Marinho era o Grão-Mestre do Grande Oriente do Vale dos Beneditinos, ligado à maçonaria francesa.

Aos 27 anos de Idade, Dom Vital é nomeado Bispo de Olinda e toma posse a 24 de maio de 1872. Ele escreve: “Até 1872, a Maçonaria no Brasil respeitou a religião católica. Introduziu-se no clero, nos conventos, nos cabidos, nas confrarias. Mas quando teve um Grão-Mestre à frente do Governo nacional, julgou oportuno atacar a Igreja” (citado por Antônio Carlos Villaça, in História da Questão Religiosa no Brasil, pág. 7).

De fato, antes de chegar a Olinda, o novo Bispo já sofria os ataques da imprensa maçônica. Entre outras provocações, o anúncio de Missas para comemorar o aniversário de uma loja maçônica. Dom vital impôs sua autoridade sobre o clero, proibindo celebrações e atos interditados pelo Direito Canônico. Alguns padres filiados à maçonaria obedeceram ao superior. Outros se calaram. Mas houve rebeldes, que foram suspensos das ordens sacras.

Quando a suspensão atingiu o Deão Joaquim Francisco de Faria (diretor do Ginásio Pernambucano, ex-vigário capitular e chefe do Partido Maçônico Liberal!), este organizou uma reunião popular e insuflou a multidão a atacar o Colégio S. Francisco Xavier, dos jesuítas. Móveis quebrados, capela destruída, oito jesuítas agredidos. A seguir, o jornal católico “União” é invadido e queimado. Numa demonstração de força, a Maçonaria publicou a lista dos maçons que eram sacerdotes ou membros de confrarias religiosas.

Quando D. Vital lançou o interdito canônico sobre as confrarias envolvidas e se negou a obedecer à intimação do Visconde do Rio Branco para o levantar, foi acusado perante o Supremo Tribunal, preso e recolhido ao Arsenal da Marinha do Recife. Era o dia 2 de janeiro de 1874. O Governo afastara previamente do tribunal todos os juizes considerados católicos. Sem perder a firmeza e a dignidade, Dom Vital foi condenado a quatro anos de prisão com trabalhos forçados. A 12 de março, sua pena foi comutada em prisão simples, na Fortaleza de S. João, no Rio de Janeiro.

PRINCÍPIOS INCOMPATÍVEIS

O tempo passa. Fica a memória. O último documento da Igreja sobre o assunto foi produzido pela Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, em 26/11/1983, e assinado pelo Cardeal Joseph Ratizinger, que os maçons consideram como seu inimigo figadal. A Declaração afirma: “Permanece imutável o parecer negativo da Igreja a respeito das associações maçônicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja, e por isso permanece proibida a inscrição nelas. Os fiéis que pertencem às associações maçônicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja, e por isso permanece proibida a inscrição nelas. Os fiéis que pertencem às associações maçônicas estão em estado de pecado grave, e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão”.

Em 1993, a revista de teologia Atualização (nºs 241 e 242) publicou excelente artigo de D. João Evangelista Martins Terra, S. J., sobre a ação da Maçonaria no Brasil, que tem ricos subsídios para os interessados no tema. Ali, são lembrados os motivos da incompatibilidade entre catolicismo e maçonaria:

- O relativismo e o subjetivismo maçônico negam todo dogma.
- Exclui-se o conhecimento objetivo da verdade.
- A verdade divina é inatingível, segundo os maçons.
- A maçonaria é “deísta”, seu “deus” é neutro, impessoal, nada parecido com o Pai e Senhor dos cristãos.
- Não se admite nenhuma “revelação” de Deus.
- O conceito maçônico de “tolerância” rejeita o magistério da Igreja.
- Não há lugar para a ação da graça divina no crescimento moral do homem.
- O maçom assume compromissos secretos, para a vida e para a morte, incompatíveis com a liberdade cristã.

Isto não significa que todos os maçons brasileiros tenham esses sentimentos anticlericais, anti-Igreja, anticristianismo. Muitos são elementos de boa vontade, atraídos para a maçonaria pela camaradagem, o que parece solidariedade, filantropia. Muitos fazem número, dão prestígio à Loja. Mas não sabem todos os segredos. Não entendem a filosofia maçônica. É a esses que a Igreja quer esclarecer”.

Moções proféticas / RCC Brasil




Abençoai para que sejais herdeiros da bênção

Este espaço traz moções proféticas dadas, pelo Senhor, à Renovação Carismática Católica. Os textos foram organizados pela secretária-geral do Conselho Nacional, Beatriz S. Vargas e serão atualizados periodicamente.


“Não pagueis mal com mal, nem injúria com injúria. Ao contrário, abençoai, pois para isto fostes chamados, para que sejais herdeiros da bênção. Com efeito, quem quiser amar a vida e ver dias felizes, refreie sua língua do mal e seus lábios de palavras enganadoras; aparte-se do mal e faça o bem, busque a paz e siga-a. Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos e seus ouvidos, atentos a seus rogos; mas a força do Senhor está contra os que fazem o mal.” ( I Ped 3, 9-12)

O Senhor nos deu uma palavra de exortação que de certa forma esclarece como podemos colocar em prática essa passagem da carta de Pedro:

“Vigia sobre teus lábios. Conta as bênçãos, e que de teus lábios saia somente o louvor, somente o que edifica e constrói. Se tiveres que corrigir uma pessoa, corrige-a, e não aborrece os outros com problemas que não consegues resolver porque não tens coragem de enfrentá-los com a pessoa certa.

Este é o sacrifício que te peço: vigiar sobre teus lábios. Toda vez que tiveres vontade de reclamar de alguém, pensa imediatamente em algo de bom para dizer sobre essa pessoa, e diz. As tuas palavras cairão como bênção sobre a pessoa e verás grandes mudanças acontecerem. São as tuas atitudes e a tua confiança em mim que atrairão bênçãos e mudanças para a tua vida.

À medida que conseguires praticar e aperfeiçoar o silêncio, não falando por impulso, não pecando com os lábios, Eu te ensinarei a ouvir, acolher e a aceitar os outros como são, sem querer mudá-los para que sejam como tu queres. Quando amares e abençoares as pessoas, elas serão o que Eu quero que sejam e por teres agido no amor e por teres abençoado, tu também receberás a bênção e terás muito mais autoridade moral e espiritual.”