sábado, 1 de agosto de 2009

Rede Nacional de Intercessão


“A este Jesus, Deus o ressuscitou: do que todos nós somos testemunhas. Exaltado pela direita de Deus."

“A este Jesus, Deus o ressuscitou: do que todos nós somos testemunhas. Exaltado pela direita de Deus, havendo recebido do Pai o Espírito Santo prometido, derramou-o como vós vedes e ouvis... Que toda casa de Israel saiba, portanto, com a maior certeza de que este Jesus que vós crucificastes, Deus o constituiu Senhor e Cristo.”(At 2,32.36)

Jesus, ao terceiro dia de sua morte na cruz, foi ressuscitado pelo poder de Deus e está sentado à sua Direita.

Jesus vive e ó Senhor! A proclamação de Pedro e de todos aqueles que viveram o início da era Cristã na Igreja Primitiva, ecoa e permanece viva em nós, uma vez que essa verdade nos faz reconhecer quem é que tem o poder, domínio e autoridade em nossas vidas.

O grande prêmio que o Pai concedeu ao seu Filho Unigênito e Primogênito após sua exaltação foi uma nova e abundante efusão do Espírito Santo.

Aquele Espírito que habitou em plenitude em Jesus Cristo, desde sua concepção no ventre de Maria, após sua ressurreição e ascensão o constitui Senhor (Kyrios) e Cristo (ungido) de todo o universo.

O título de Senhor que no Antigo Testamento era reservado exclusivamente a Deus, ao ser aplicado a Jesus, afirma de uma forma definitiva que seu caráter é divino. Portanto, Jesus é Senhor absoluto de todo o universo: passado, presente e futuro, natureza, raça humana, de toda a criação: “Por isso Deus o exaltou soberanamente e lhe outorgou o nome que está acima de todos os nomes, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos. E toda língua confesse para a glória de Deus Pai, que Jesus Cristo é o Senhor.” (Fl 2,9-11)

JESUS, Meu Senhor – O domínio de Jesus sobre todo o universo deve estender-se sobre a vida de todo batizado, portanto de todo intercessor. Jesus deve efetivamente tomar o seu lugar de único Rei em nossas vidas, somos seus servos. Quem decide todas as áreas de nossas vidas é Ele, nos revelando Sua vontade, pela ação do Espírito Santo que age e opera em nós (cf. Rm 8,26-27).

Devemos como intercessores, entregar todas as áreas de nossas vidas, passado, presente e confiar-lhe nosso futuro. É necessário abrir todos os recantos de nosso coração, vasculhar e retirar tudo aquilo que negam ou contradizem o Senhorio de Jesus: apegos pessoais exagerados a pessoas e bens, falsas doutrinas, objetos exotéricos, superstições, etc. Deixemos que a luz de Cristo venha dissipar as trevas de nossas vidas.

Sempre que preciso for e que o Espírito Santo revele, faça uma oração de renúncia e proclame Jesus como único Senhor de sua vida!

Faça uma oração de intercessão para que a todos os que estiverem no XXVIII Congresso Nacional da RCC na Canção Nova de 07 a 11 de julho assumam e proclamem para todo o Brasil que Jesus Cristo é o Senhor!.


Intenções Permanentes

• Pelo Santo Padre o Papa Bento XVI, pelos bispos, sacerdotes, diáconos e religiosos (as), pelos seminaristas, para que neste período de formação, sintam seu chamado confirmado;

• Pelo Presidente da Renovação Carismática Católica: Marcos Volcan. Pela unidade da RCC em todo Brasil, estados, grupos de oração, equipes de serviço e núcleos e com as diversas expressões carismáticas;

• Pelo Serviço Internacional da RCC (ICCRS) prestado por seus membros e pelo Conselho Latino-Americano (CONCCLAT), para que o Espírito Santo dirija os projetos e orientações do nosso movimento;

• Pelo Programas de TV da RCC: Na Canção Nova – Celebrando Pentecostes (domingo às 22 h) e Renovação em Ação na TV Século XXI aos sábados à tarde. Pelo Portal da RCC na Internet;

• Pelos Projetos de evangelização, entre eles: Centro Nacional de Formação, Celebrando Pentecostes e Projeto Amazônia. Por todos o sócios contribuintes do Projeto: EU AMO A RCC!

• Pelos poderes executivo, legislativo e judiciário, para que objetivem os valores cristãos e respeito à vida desde sua concepção, nas tomadas de decisão. .


Vicente Gomes de Souza Neto
Coordenador Nacional do Ministério de Intercessão na RCC
vicente@rccbrasil.org.br

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Que pecados me impedem de Comungar sem Confessar?

A Igreja nos ensina que não podemos Comungar em pecado mortal sem antes se Confessar. Pecado mortal é aquele que é grave, normalmente contra um dos Dez Mandamentos: matar, roubar, adulterar, prostituir, blasfemar, prejudicar os outros, odio, etc. é algo que nos deixa incomodados...

Veja o que diz o Catecismo sobre isso:

§1856 - O pecado mortal , atacando em nós o princípio vital que é a caridade, exige uma nova iniciativa da misericórdia de Deus e uma conversão do coração, que se realiza normalmente no sacramento da Reconciliação:

“Quando a vontade se volta para uma coisa de per si contrária à caridade pela qual estamos ordenados ao fim último, há no pecado, pelo seu próprio objeto, matéria para ser mortal... quer seja contra o amor de Deus, como a blasfêmia, o perjúrio etc., ou contra o amor ao próximo, como o homicídio, o adultério, etc. Por outro lado, quando a vontade do pecador se dirige às vezes a um objeto que contém em si uma desordem, mas não é contrário ao amor a Deus e ao próximo, como por exemplo palavra ociosa, riso supérfluo etc., tais pecados são veniais”(S. Tomás, S. Th. I-II,88,2).

§1857 – Para que um pecado seja mortal requerem-se três condições ao mesmo tempo: “É pecado mortal todo pecado que tem como objeto uma matéria grave, e que é cometido com plena consciência e deliberadamente” (RP 17).

§1858 – A matéria grave é precisada pelos Dez mandamentos segundo a resposta de Jesus ao jovem rico: “Não mates, não cometas adultério, não roubes, não levantes falso testemunho, não defraudes ninguém, honra teu pai e tua mãe” (Mc 10,19). A gravidade dos pecados é maior ou menor; um assassino é mais grave do que um roubo. A qualidade das pessoas lesadas entra também em consideração. A violência exercida contra os pais é em si mais grave do que contra um estrangeiro.

§1859 – O pecado mortal requer pleno conhecimento e pleno consentimento. Pressupõe o conhecimento do caráter pecaminoso do ato, de sua oposição à Lei de Deus. Envolve também um consentimento suficientemente deliberado para ser uma escolha pessoal. A ignorância afetada e o endurecimento do coração (Mc 3,5-6) não diminuem mais aumentam o caráter voluntário do pecado.

§1860 – A ignorância involuntária pode diminuir ou até escusar a imputabilidade de uma falta grave, mas supõe-se que ninguém ignore os princípios da lei moral inscritos na consciência de todo ser humano. Os impulsos da sensibilidade, as paixões podem igualmente reduzir o caráter voluntário e livre da falta, como também pressões exteriores e perturbações patológicas. O pecado por malícia, por opção deliberada do mal, é o mais grave.

§1861 – O pecado mortal é uma possibilidade radical da liberdade humana, como o próprio amor. Acarreta a perda da caridade e a privação da graça santificante, isto é, do estado de graça. Se este estado não for recuperado mediante o arrependimento e o perdão de Deus, causa a exclusão do Reino de Cristo e a morte eterna no inferno, já que nossa liberdade tem o poder de fazer opções para sempre, sem regresso. No entanto, mesmo podendo julgar que um ato é em si falta grave, devemos confiar o julgamento sobre as pessoas à justiça e à misericórdia de Deus.

§1862 – Comete-se um pecado venial quando não se observa, em matéria leve, a medida prescrita pela lei moral, ou então quando se desobedece à lei moral em matéria grave, mas sem pleno conhecimento ou sem pleno consentimento.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Orar diariamente é uma necessidade

Trechos extraídos do livro “Catecismo de Oração”, de Frei Pafrício Sciadini, ocd


Antes de ser um fenômeno cristão, a oração é um fenômeno antropológico. Todos os homens, de uma forma ou de outra, rezam, sentem a necessidade de se relacionar com Deus, de buscar o transcendente.

O diálogo com Deus ocupa, sem dúvida, o primeiro lugar para quem decide dar-se uma vida interior mais intensa. Qualquer pessoa que queira desenvolver sua vida espiritual deve todos os dias encontrar tempo suficiente para dedicar-se a determinados atos de oração.

Perceber, vivenciar e sentir a presença de Deus em nós é oração.

Rezar não é formular palavras, pensamentos. É estar e viver diante do Deus que escolhemos e que nos escolheu como sua morada preferida.

Nunca Deus se manifesta a nós inutilmente. O rezar, o encontrar-se com o amado, sempre é positivo. A meditação e a contemplação não devem ser consideradas na linha da produtividade, mas na dinâmica do amor, na busca de forças para ser testemunhas vivas do Ressuscitado.

Os efeitos de quem vive em constante oração e na presença de Deus, manifestam-se no dia-a-dia e são percebidos no trabalho e nos compromissos diários.

Viver em atenção amorosa ao Deus vivo produz em nós mudanças radicais e atitudes diferentes no nosso agir.

Vejamos aqui alguns exemplos do estar à presença de Deus em uma atitude orante:

1. A maior concentração

Na presença amorosa de Deus, o nosso espírito se concentra com maior facilidade, deixando de lado as preocupações. Deus torna-se o centro de nossas ações. Todas as coisas nos levam para Ele e partem d’Ele.

2. Rezar sem cessar

Transformar a oração em atitude e não simplesmente em atos esporádicos do nosso dia-a-dia é o ideal de todo orante. Quem vive na presença de Deus, sente que se move, age dentro do mistério do amor e da presença do infinito. É o caminho a seguir para que as palavras de Jesus sejam realidade: “Orem sem cessar... nunca desanimem”. Tudo o que acontece ao nosso redor transforma-se em motivo de contemplação.

3. Na oração supera-se a solidão

O medo de estar sozinho, abandonado pelos outros, é superado pela oração. Na certeza da fé não somente sabemos que Deus vive em nós, mas que vivemos Nele. O Salmo 23 muito nos pode ajudar a descobrir esta presença amiga e fortalecedora. Na oração o drama da solidão é superado na experiência de um Deus presente e amigo. “É estar sempre em boa companhia, como a de Deus, que nos dá felicidade”.

4. Deus é alegria infinita

Sentimos renascer dentro de nós a esperança, o otimismo, a vontade de viver. Deus é alegria infinita que descobrimos lenta, mas definitivamente. Sem medo ou receios, caminhamos na busca do essencial. Um novo desejo de servir, de evangelizar, de fazer o bem nos envolve e nos obriga a sair do pequeno mundo dos nossos egoísmos.

5. “Sê perfeito e anda na minha presença”

Sentimo-nos melhor com o desejo de caminhar na presença de Deus. Lutamos contra a mediocridade da vida. A radicalidade do seguimento do Evangelho transforma-se em um ideal concreto, em compromisso assumido na nossa oração diária. Assim superamos com maior facilidade os sofrimentos, os desânimos e as contrariedades da vida.

6. A presença dos irmãos nos revela a presença de Deus

Vivemos com maior alegria o convívio com nossos irmãos, temos mais capacidade de perdoar e amar. A presença dos outros nos revela a própria presença de Deus. A presença de Deus feito vida transforma nossa existência, faz-nos criaturas novas.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Carta de Madre Teresa sobre o aborto

(...) Eu sinto que o grande destruidor da paz hoje é o aborto, porque é uma guerra contra a criança, uma matança direta de crianças inocentes, assassinadas pela própria mãe.

E se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo seu próprio filho, como é que nós podemos dizer às outras pessoas para não se matarem? Como é que nós persuadimos uma mulher a não fazer o aborto? Como sempre, nós devemos persuadi-la com amor e nós devemos nos lembrar que amor significa estar disposto a doar-se até que machuque. Jesus deu Sua vida por amor de nós.

Assim, a mãe que pensa em abortar, deve ser ajudada a amar, ou seja, a doar-se até que machuque seus planos, ou seu tempo livre, para respeitar a vida de seu filho. O pai desta criança, quem quer que ele seja, deve também doar-se até que machuque.

Através do aborto, a mãe não aprende a amar, mas mata seu próprio filho para resolver seus problemas.

E, através do aborto, diz-se ao pai que ele não tem que ter nenhuma responsabilidade pela criança que ele trouxe ao mundo. Este pai provavelmente vai colocar outras mulheres na mesma situação. Logo, o aborto apenas traz mais aborto.

Qualquer país que aceite o aborto não está ensinando o seu povo a amar, mas a usar de qualquer violência para conseguir o que se quer. É por isso que o maior destruidor do amor e da paz é o aborto.

Muitas pessoas são muito, muito preocupadas com as crianças da Índia, com as crianças da África onde muitas delas morrem de fome, etc. Muitas pessoas também são preocupadas com toda a violência nos Estados Unidos. Estas preocupações são muito boas. Mas freqüentemente estas mesmas pessoas não estão preocupadas com os milhões que estão sendo mortos pela decisão deliberada de suas próprias mães. E isto é que é o maior destruidor da paz hoje — o aborto que coloca as pessoas em tal cegueira.

E por causa disto eu apelo na Índia e apelo em todo lugar — “Vamos resgatar a criança.” A criança é o dom de Deus para a família. Cada criança é criada à imagem e semelhança de Deus para grandes coisas — para amar e ser amada. Neste ano da família nós devemos trazer a criança de volta ao centro de nosso cuidado e preocupação. Esta é a única maneira pela qual nosso mundo pode sobreviver porque nossas crianças são a única esperança do futuro. Quando as pessoas mais velhas são chamadas para Deus, somente seus filhos podem tomar seus lugares.

Mas o que Deus diz para nós? Ele diz: “Mesmo se a mãe se esquecer de seu filho, Eu jamais te esquecerei. Eu gravei seu nome na palma de minha mão.” (Is 49). Nós estamos gravados na palma da mão de Deus; aquela criança que ainda não nasceu está gravada na mão de Deus desde a concepção e é chamada por Deus a amar e ser amada, não somente nesta vida, mas para sempre. Deus jamais se esquece de nós.

Eu vou lhe contar uma coisa bonita. Nós estamos lutando contra o aborto pela adoção — tomando conta da mãe e da adoção de seu bebê. Nós temos salvo milhares de vidas. Nós mandamos a mensagem para as clínicas, para os hospitais e estações policiais: “Por favor não destrua a criança, nós ficaremos com ela.” Nós sempre temos alguém para dizer para as mães em dificuldade: “Venha, nós tomaremos conta de você, nós conseguiremos um lar para seu filho”. E nós temos uma enorme demanda de casais que não podem ter um filho — mas eu nunca dou uma criança para um casal que tenha feito algo para não ter um filho. Jesus disse, “Aquele que recebe uma criança em meu nome, a mim recebe.” Ao adotar uma criança, estes casais recebem Jesus mas, ao abortar uma criança, um casal se recusa a receber Jesus.

Por favor não mate a criança. Eu quero a criança. Por favor me dê a criança. Eu estou disposta a aceitar qualquer criança que estiver para ser abortada e dar esta criança a um casal que irá amar a criança e ser amado por ela.

Só de nosso lar de crianças em Calcutá, nós salvamos mais de 3000 crianças do aborto. Estas crianças trouxeram tanto amor e alegria para seus pais adotivos e crescem tão cheias de amor e de alegria. Eu sei que os casais têm que planejar sua família e para isto existe o planejamento familiar natural. A forma de planejar a família é o planejamento familiar natural, não a contracepção.

Ao destruir o poder de dar a vida, através da contracepção, um marido ou esposa está fazendo algo para si mesmo. Atrai a atenção para si e assim destrói o dom do amor nele ou nela. Ao amar, o marido e mulher devem voltar a atenção entre si como acontece no planejamento familiar natural, e não para si mesmo, como acontece na contracepção. Uma vez que o amor vivo é destruído pela contracepção, facilmente segue-se o aborto.

Eu sei também que existem enormes problemas no mundo — que muitos esposos não se amam o suficiente para praticar o planejamento familiar natural. Nós não temos condições de resolver todos os problemas do mundo, mas não vamos trazer o pior problema de todos, que é a destruição do amor. E isto é o que acontece quando dizemos `as pessoas para praticarem a contracepção e o aborto.

Os pobres são grandes pessoas. Eles podem nos ensinar tantas coisas belas. Uma vez uma delas veio nos agradecer por ensinar-lhe o planejamento familiar natural e disse: “Vocês que praticam a castidade, vocês são as melhores pessoas para nos ensinar o planejamento familiar natural porque não é nada mais que um autocontrole por amor de um ao outro.” E o que esta pobre pessoa disse é a pura verdade. Estas pessoas pobres talvez não tenham algo para comer, talvez não tenham uma casa para morar, mas eles ainda podem ser ótimas pessoas quando são espiritualmente ricos.

Quando eu tiro uma pessoa da rua, faminto, eu dou-lhe um prato de arroz, um pedaço de pão. Mas uma pessoa que é excluída, que se sente não desejada, mal amada, aterrorizada, a pessoa que foi colocada para fora da sociedade — esta pobreza espiritual é muito mais difícil de vencer. E o aborto, que com freqüência vem da contracepção, faz uma pessoa se tornar pobre espiritualmente, e esta é a pior pobreza e a mais difícil de vencer.

Nós não somos assistentes sociais. Nós podemos estar fazendo trabalho de assistência social aos olhos de algumas pessoas, mas nós devemos ser contemplativas no coração do mundo. Pois estamos tocando no corpo de Cristo e estamos sempre em Sua presença.

Você também deve trazer esta presença de Deus para sua família, pois a família que reza unida, permanece unida.

Existe tanto ódio, tanta miséria, e nós com nossas orações, com nosso sacrifício, estamos começando em casa. O amor começa em casa, e não se trata do quanto nós fazemos, mas quanto amor colocamos naquilo que fazemos.

Se somos contemplativas no coração do mundo com todos os seus problemas, estes problemas jamais podem nos desencorajar. Nós devemos nos lembrar o que Deus fala na Escritura: “Mesmo se a mãe esquecer-se do filho que amamenta — algo impossível, mesmo se ela o esquecesse — Eu não te esqueceria nunca.”

E aqui estou eu falando com vocês. Eu desejo que vocês encontrem os pobres daqui, na sua própria casa primeiro. E comece a amar ali. Seja a boa nova para o seu próprio povo primeiro. E descubra sobre o seu vizinho ao lado. Você sabe quem são eles?

Deus jamais nos esquecerá e sempre existe algo que você e eu podemos fazer. Nós podemos manter a alegria do amor de Jesus em nossos corações, e partilhar esta alegria com todos aqueles de quem nos aproximarmos.

Vamos insistir que — cada criança não seja indesejada, mal amada, mal cuidada, ou morta e jogada fora. E doe-se até que machuque — com um sorriso.

Porque eu falo muito sobre doar-se com um sorriso nos lábios, uma vez um professor dos Estados Unidos me perguntou: “Você é casada?” E eu disse: “Sim, e algumas vezes eu acho difícil sorrir para meu esposo, Jesus, porque Ele pode ser muito exigente — algumas vezes.” Isto é mesmo algo verdadeiro.

E é aí que entra o amor — quando exige de nós, e ainda assim podemos dar com alegria.

Se nos lembrarmos que Deus nos ama, e que nós podemos amar os outros como Ele nos ama, então a América pode se tornar um sinal de paz para o mundo. Daqui deve sair para o mundo, um sinal de cuidado para o mais fraco dos fracos — a futura criança. Se vocês se tornarem uma luz ardente de justiça e paz no mundo, então vocês serão verdadeiramente aquilo pelo qual os fundadores deste país lutaram. Deus vos abençoe!

Fonte: Frente Católica de Combate ao Aborto

Madre Teresa

segunda-feira, 27 de julho de 2009

“Praticar o carisma da profecia na Renovação Carismática”

A profecia é uma mensagem de Deus, uma manifestação do Espírito para o bem geral, pois os que profetizam edificam, exortam e confortam a comunidade (1 Cor 12,7; 14,3). Pode ser expressada através de uma frase, visualização ou texto da Bíblia.Nos grupos de oração da Renovação Carismática Católica, há muitas intervenções que são inspiradas pelo Espírito Santo: algumas vezes, algumas pessoas se sentem movidas pelo Espírito a partilhar uma experiência, a dizer uma oração ou a ler um texto claramente guiado por Deus; outras vezes, uma idéia, uma visualização ou uma moção recebida é comunicada aos outros. Quando falamos de “profecia”, estamos nos referindo à comunicações do Senhor. Estas podem ser expressadas de forma simples e direta, como, por exemplo: “ Eu estou com vocês, não temam”... através de uma mensagem em línguas e sua interpretação, através de uma canção profética ou de uma visualização recebida.

Quando uma profecia é recebida, há dois aspectos envolvidos: um é aquele de sentir-se movido por Deus a falar e o outro é uma iluminação da mente para expressar a mensagem. Estes aspectos podem ser consecutivos ou simultâneos. Sentir-se movido por Deus a falar pode manifestar-se em sinais físicos, como o aumento dos batimentos cardíacos, um peso que persiste, ou um impulso sereno em dizer alguma coisa. Em qualquer caso, devemos sempre considerar de que nenhum impulso divino é incontrolável ou deixa a pessoa perturbada: o espírito profético deve estar sob o controle do “profeta” (1 Cor 14,32). Por sua vez, a iluminação da mente acontece através de idéias, palavras, frases que surgem na mente, visualizações ou inspirações repentinas. Algumas vezes a pessoa recebe uma mensagem completa, mas é bastante comum que a pessoa receba a mensagem como ele/ela a expressam. O conteúdo da profecia é uma mensagem de Deus para aquele momento e seu propósito é edificar a comunidade, confortar, dando-lhe paz e alegria, encorajar, fortalecer, corrigir ou exortar.

Embora a profecia seja uma mensagem de Deus, esta é dada através de uma pessoa que fala quando movida pelo Espírito. Pela mesma razão, faz-se necessário discernimento para saber se é genuína. Quanto mais uma pessoa estiver entregue a Deus, mais pura e transparente será a mensagem. Este é o motivo pelo qual a profecia deve ser discernida pela comunidade: “Quanto aos profetas, falem dois ou três e os outros julguem” (1 Cor 14,29).

Os critérios para discernir podem ser agrupados considerando que a mensagem de Deus deve “ter a fragrância de Cristo...o perfume da vida conduzindo à vida”.

(2 Cor 2,14-16 ). Allan Panozza considera cinco critérios para discernir uma profecia genuína: dar bons frutos; estar de acordo com as Escrituras; encorajar, edificar, exortar, trazer paz e não medo; dar glórias a Deus, e o profeta estar sob a unção de Deus.

Através do processo de discernimento, a profecia verdadeira, a falsa profecia, e a pseudo profecia podem ser distinguidas. A verdadeira tem os atributos expressos acima. A falsa profecia não aparece com freqüência e geralmente contradiz, em algumas de suas partes, o que a Palavra de Deus ou o ensinamento da Igreja expressam; é expressa em palavras agressivas ou condenatórias; seus efeitos são negativos e seus frutos são a inquietude, a angústia ou a ansiedade. Há situações que favorecem a falsa profecia: pessoas que tem tido contato com o oculto, divisões no grupo, situações de pecado ou o desejo por carismas extraordinários. A pseudo profecia corresponde a uma mensagem que vem da pessoa, seja através de seus pensamentos, sentimentos ou emoções; sem prejudicar, ela não tem o poder e a unção que vem de Deus. Por último, há também mensagem dadas como profecias nas quais o que vem de Deus se mistura com o que vem da pessoa. Isto geralmente acontece quando uma pessoa começa a profetizar. Neste caso, a pessoa responsável pelo grupo ou comunidade deve ajudar para que este dom seja purificado no irmão ou irmã que a manifestam.

A profecia é um dom muito apreciado por São Paulo: “Empenhai-vos em procurar a caridade. Aspirai igualmente aos dons espirituais, mas sobretudo ao da profecia” (1 Cor 14,1).

Não desprezá-la, é uma insistência que ele faz em suas cartas ( Tes 5, 19-21) a fim de que a apreciemos e a promovamos em nossos grupos de oração, dando ensinos apropriados sobre o assunto, apoiando, orientando e ajudando os irmãos e irmãs que mostram ter este dom para que cresçam, encorajando e ensinando o grupo a acolher e expressar a profecia que geralmente aparece em momentos de recolhimento, adoração, longos silencias e após cantar em línguas.

Finalmente, devemos considerar que deve haver algum tipo de autoridade a qual a profecia se submete; no grupo de oração, são os líderes que a discernem; em outros eventos como retiros ou reuniões, o discernimento é feito por uma equipe.

Resumindo, como a profecia é uma mensagem inspirada pelo Espírito, é um dom altamente estimado na Renovação Carismática e nos grupos de oração e deveria ser convenientemente encorajado. Quando um grupo reza e invoca o Espírito, Ele age edificando, exortando ou confortando a comunidade através de palavras proféticas na boca de pessoas simples que se abrem à Sua ação. Entretanto, o discernimento é essencial para distinguir a profecia verdadeira de outras mensagens que não vem de Deus.

DEUS É FIEL

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