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terça-feira, 23 de junho de 2009

Igreja norte-americana defende o matrimônio

A defesa do matrimônio tradicional é hoje o principal desafio pastoral dos bispos dos Estados Unidos. Foi o que emergiu da sessão primaveril da Conferência Episcopal dos Estados Unidos, reunida nos dias passados em San Antonio, no Texas. A tornar particularmente urgente esse desafio é a velocidade com a qual se está modificando o status legal do matrimônio no país.


Foi o que evidenciou no seu discurso o presidente da especial Comissão episcopal para a defesa do matrimônio, Dom Joseph E. Kurtz. Seis Estados da União já reconheceram o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo e outros estão considerando leis análogas ou procedimentos que reconhecem essas uniões civis. No seu discurso – refere a agência CNS – o arcebispo de Louisville evidenciou também como está crescendo a possibilidade de que esses tipos de uniões possam ser reconhecidos em outros Estados. Ele recordou em seguida a recente decisão do Presidente Barack Obama de estender os benefícios familiares aos “companheiros” do mesmo sexo dos funcionários federais.




Obama também anunciou a intenção de modificar o “Defense of Marriage Act” segundo o qual nenhum Estado pode reconhecer uma união sancionada como matrimônio em outro Estado. Sobre o tema do matrimônio – evidenciou Dom Kurtz – os bispos norte-americanos são chamados a concentrar de modo particular a sua atenção pastoral.




O ensinamento da Igreja sobre “verdade, beleza e bondade” do matrimônio entre um homem e uma mulher, recordou, “é uma verdade recebida, não algo de criado arbitrariamente”. Na ação em defesa do matrimônio a especial Comissão episcopal fixou alguns princípios-chave, recordados pelo bispo, entre os quais o que afirma que a instituição do matrimônio está intrinsecamente ligada à diferença sexual e é para o bem das crianças

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