VEJA NOSSOS ÁLBUNS DE FOTOS NO NOSSO FACEBOOK: facebook.com/gruporenascercamocim

segunda-feira, 25 de março de 2019

O dia em que Papa ligou pessoalmente para uma mulher que ia abortar…

POPE FRANCIS,BABY

...e se ofereceu para ser o padrinho do bebê!
A italiana Anna Romano, então com 35 anos de idade, escreveu uma carta dolorosa ao Papa Francisco em 2013, o primeiro ano dele como pontífice.
Anna contou que estava grávida. O pai do bebê era um homem casado, mas de quem ela não era a esposa. Era sua amante. Diante da notícia da gravidez, o homem rompeu a relação extraconjugal e a pressionou para que abortasse o filho indesejado. Anna quis então desabafar com o Papa antes de eliminar o bebê.
Foi então que um telefonema mudou tudo.
Era uma terça-feira, 3 de setembro de 2013: o próprio Papa ligou pessoalmente para Anna.
“Fiquei de boca aberta. Eu ouvi o Papa falar. Ele tinha lido a minha carta. Ele afirmou para mim que o bebê é um presente de Deus, um sinal da Providência, e me disse que eu nunca estaria sozinha”.

Alguns minutos de conversa com Francisco foram suficientes para que Anna mudasse de ideia e desistisse de abortar o seu filhinho.
Entrevistada por vários jornais italianos, ela relatou, ainda, que o Papa tinha se oferecido para batizar a criança e que ele próprio gostaria de ser o padrinho.
“Ele encheu o meu coração de alegria quando me disse que eu era corajosa e forte pelo meu filho”.
A história de Anna repercutiu mundialmente nas páginas de jornais como os italianos Il Messagero e Corriere della Sera, o espanhol ABC e o britânico Telegraph, entre dezenas de outros.
E o bebê nasceu mesmo?
Nasceu, sim. E foi batizado pelo Papa, sim!
Aconteceu no domingo dedicado à celebração do Batismo do Senhor, dia 12 de janeiro de 2014. Na ocasião, o Papa batizou 32 crianças na Capela Sistina e, entre os bebês, estava aquele que o próprio Francisco tinha salvado do aborto: o filho de Anna Romano.
Quantos milhões de bebês exterminados pelo aborto poderiam ter sido salvos no mundo com um pouco de empatia, compreensão e incentivo à esperança e ao amor?
Sobre a foto desta matéria

O mistério da cruz gigante que apareceu em uma praia

CROSS

A cruz virou uma atração turística e as imagens viralizaram nas redes sociais

Ela é de madeira, enorme e está impregnada de crustáceos. A cruz que apareceu em uma praia perto de um complexo turístico da Flórida, nos Estados Unidos, foi descoberta por um homem que descansava na região.
Ao ver que a cruz flutuava na água, o homem, chamado Greg, não teve dúvida: pediu ajuda a outra pessoas para conseguir arrastá-la até a praia. 
“Eu não conseguia acreditar que ela flutuaria até os nossos pés. Eu me senti maravilhado, pois algo assim só acontece uma vez na vida. Se não estivesse ali naquela hora não teria visto a cruz”, disse o homem. 

Mas como uma cruz desse tamanho foi se aproximar da costa? Eis aí um grande mistério.
As imagens do fato inusitado não tardaram a viralizar, e a cruz se transformou em um autêntico atrativo turístico. 
Claro que não faltou quem começasse a especular versões apocalípticas, o que, sem dúvida, foi um ingrediente para o fato viralizar nas redes sociais.
Entretanto, entre as versões mais verossímeis sobre este mistério está a possibilidade de a cruz – perdida no mar por muito tempo – ter pertencido a uma igreja de Porto Rico devastada pelo furacão Maria em setembro de 2017.
O certo é que a cruz virou o assunto das rodas de conversa na região. Até um padre foi chamado para abençoá-la

Quem inventou as estações da Via Sacra?

STATIONS OF THE CROSSEntenda as origens desta devoção
Ao longo dos séculos, uma das devoções mais populares que resistiram ao tempo foram as Estações da Via Sacra (também conhecidas como Estações da Cruz, Via Sacra ou, em latim, Via Crucis). Trata-se de uma série de “estações” ao longo da qual um indivíduo pode refazer e relembrar os passos de Jesus Cristo durante sua Paixão e Morte.

De acordo com uma tradição antiga, a Bem-Aventurada Virgem Maria visitou diariamente os locais do sofrimento, morte e ressurreição de Jesus após sua ascensão ao céu. Muitas outras tradições também afirmam que Maria seguiu Jesus ao longo do caminho para o Calvário.

No entanto, ao realizar essa prática, a Mãe Santíssima não criou uma devoção popular com orações e “estações” específicas a serem seguidas. Ela simplesmente estava tentando reviver os poderosos acontecimentos da Paixão de Jesus e mantê-los “em seu coração”, contemplando o grande sacrifício que ele fizera.

De acordo com a Enciclopédia Católica, “um grupo de capelas conectadas foi construído no século V por São Petrônio, bispo de Bolonha, que pretendia representar os santuários mais importantes de Jerusalém.Essas capelas talvez possam ser consideradas como o germe do qual se desenvolveram as estações, embora seja razoavelmente certo que nada do que temos antes no século XV possa ser chamado de Via Sacra (no sentido moderno)”.

Na Idade Média, a Terra Santa tornou-se uma região volátil e os peregrinos não tinham acesso fácil aos santuários da Paixão de Jesus. Assim, franciscanos e representantes de outras ordens religiosas começaram a construir, em toda a Europa, capelas e santuários que reproduziam esses locais de Jerusalém. Em particular, o padre dominicano Álvaro de Córdoba difundiu a devoção, começando por Córdoba, onde ele construiu pequenos oratórios de estilo similar às estações modernas.


De acordo com o pe. William Saunders, “William Wey, um peregrino inglês, visitou a Terra Santa em 1462, e teria se referido ao termo ‘estações’. Ele descreveu a maneira pela qual um peregrino seguia os passos de Cristo”. O termo tornou-se popular na Inglaterra e foi aplicado às cenas criadas nas igrejas.

No século XVII, os franciscanos queriam começar a construir essas “estações” dentro das igrejas e pediram permissão a Roma. Além disso, eles queriam que os fiéis recebessem as mesmas indulgências que teriam sido dadas aos que viajaram para Jerusalém. O Papa Inocêncio XI reconheceu a necessidade e atendeu o pedido, abrindo caminho para as Estações da Cruz como as conhecemos hoje.

Por isso, não podemos dizer que houve uma pessoa em particular responsável por criar as Estações da Cruz. Vários santos ao longo dos séculos, começando com a Santíssima Virgem Maria, seguiram os passos de Jesus Cristo, contemplando sua Paixão e Morte. É uma bela tradição, que cresceu organicamente ao longo dos anos.

As celebrações da Semana Santa 2019

O Departamento das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice notificou as cerimônias da Semana Santa 2019

A Semana Santa 2019 terá início dia 14 de abril, Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor e XXXIV Jornada Mundial da Juventude (JMJ). Neste ano a JMJ terá uma celebração diocesana com o tema: “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra (Lc 1, 38)”. Na ocasião, o Papa Francisco presidirá a Santa Missa às 10 horas, ( 5 horas da manhã, hora de Brasília) na Praça São Pedro depois da Bênção dos Ramos.

Na Quinta-feira Santa, 18 de abril o Pontífice preside na Basílica Vaticana, às 9h30 (4h30, Brasília), a concelebração da Santa Missa Crismal, junto com os patriarcas, os cardeais, os arcebispos, os bispos e os presbíteros presentes em Roma.
Sexta-feira Santa, 19 de abril, celebração da Paixão do Senhor na Basílica de São Pedro. Neste dia, o Papa presidirá às 17 horas (12h, Brasília) a Liturgia da Palavra, a adoração da Cruz e o rito da comunhão. Às 21h15 (16h15, Brasília), o Papa irá ao Coliseu para a Via-Sacra, no final da qual dirigirá algumas palavras aos fiéis presentes e dará a bênção apostólica.

No Sábado Santo, 20 de abril, às 20h30 (15h30, Brasília), celebração da grande Vigília Pascal. No átrio da Basílica haverá a celebração da Luz, a bênção do fogo e a preparação do Círio Pascal. Segue a procissão até o altar da Cátedra com o Círio Pascal acompanhado pelo canto Exsultet. Em seguida, o Pontífice preside a Liturgia da Palavra, a Liturgia Batismal e a Liturgia Eucarística.

A Semana Santa terá a sua conclusão com a Santa Missa de Páscoa que está programada para o domingo, 21 de abril, às 10h (5h, Brasília) na Praça São Pedro. No final da celebração, do balcão da basílica, o Papa fará a bênção “Urbi et Orbi”.

Todas as celebrações presididas pelo Santo Padre serão transmitidas pela Rádio Vaticano – Vatican News, com comentários em português.

Arquidiocese de Fortaleza realiza 11ª Caminhada Penitencial


A Caminhada Penitencial aconteceu no último  domingo, dia 24, às 7h, saindo da Igreja Matriz Nossa Senhora da Saúde, Mucuripe, até a Catedral Metropolitana de Fortaleza.

Em carta enviada aos sacerdotes, religiosos, religiosas e leigos, o arcebispo metropolitano de Fortaleza, Dom José Antonio A. Tosi Marques, falou que a “Celebração Penitencial dará oportunidade de Confissão Sacramental para os fiéis que assim desejarem: gesto concreto de conversão, mudança de vida, com a confissão dos próprios pecados e busca do perdão de Deus no Sacramento da Reconciliação, experiência do encontro com a misericórdia do Senhor”, apontou o religioso.

O epíscopo diz ainda que “no período quaresmal viveremos este sinal público de conversão e páscoa: o que nos chama atenção à Fraternidade e Políticas Públicas, pois, “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is, 1, 27); na construção de relacionamentos humanos, e promoção na dignidade da vida para todos”, em sintonia com a Campanha da Fraternidade 2019.

Como símbolo do sacrifício e penitência uma grande cruz será levada nos ombros pelos fiéis. A cruz que faz recordar como o nosso Senhor Jesus Cristo tomou sobre si todos os pesos da humanidade para redimi-la. Uma multidão de pessoas vindas das 150 Paróquias e Áreas Pastorais da Arquidiocese de Fortaleza participaram da caminhada.


Íntegra da encíclica papal que deixou Adolf Hitler “louco”, lida secretamente e simultaneamente em todas as Igrejas da Alemanha em 1933.

Mit brennender Sorge (“Com preocupação ardente”) Sobre a Igreja e o Reich alemão é uma encíclica do Papa Pio XI , emitida durante a era nazista de 10 de março de 1937 (mas com data do Domingo de Paixão , 14 de março).  Escrita em alemão, não no latim comum, foi contrabandeado para a Alemanha por medo de censura e lido nos púlpitos de todas as igrejas católicas alemãs em um dos domingos mais movimentados da Igreja, o Domingo de Ramos. (21 de março daquele ano).
A encíclica condenou as violações do acordo Reichskonkordat de 1933 , assinado entre o Reich alemão e a Santa Sé . 

Condenou a ” confusão panteísta “, o ” neopaganismo”, o “mito da raça e do sangue” e a idolatria do Estado. Continha uma vigorosa defesa do Antigo Testamento com a crença de que ele preparava o caminho para o Novo .

 A encíclica afirma que a raça é um valor fundamental da comunidade humana, que é necessária e honrosa, mas condena a exaltação da raça, ou o povo, ou o estado, acima de seu valor padrão a um nível idólatra. 

A encíclica declara “que o homem, como pessoa, possui direitos que ele detém de Deus e que qualquer coletividade deve proteger contra a negação, a supressão ou a negligência”. O nacional-socialismo, Adolf Hitler e o partido nazista não são mencionados no documento. O termo “Governo do Reich” é usado.

O esforço para produzir e distribuir mais de 300.000 cópias da carta era inteiramente secreto, permitindo que padres em toda a Alemanha lessem a carta sem interferência.  A Gestapo invadiu as igrejas no dia seguinte para confiscar todas as cópias que pudessem encontrar, e as impressoras que haviam impresso a carta foram fechadas. 

Segundo o historiador Ian Kershaw , uma intensificação da luta geral contra a igreja começou por volta de abril em resposta à encíclica. Scholder escreveu: “as autoridades estaduais e o Partido reagiram com raiva e desaprovação. Não obstante, a grande represália que se temia não veio.

A concordata permaneceu em vigor e, apesar de tudo, a intensificação da batalha contra as duas igrejas que então começaram permaneceu dentro dos limites comuns. “. O regime restringiu ainda mais as ações da Igreja e assediou os monges com processos judiciais encenados.

Embora Hitler não seja mencionado na encíclica, ele se refere a um “profeta louco” que algumas alegações se referem ao próprio Hitler.( Fonte Wikipédia)

 Carta Encíclica
“Mit Brennender Sorge”


Í N D I C E
Introdução. (1-2)
A concordata. (3-10)

Genuína fé em Deus. (11-19)
Genuína fé em Jesus Cristo. (20-23)
Genuína fé na Igreja. (24-29)
Genuína fé no primado. (30)

Não adulterar noções e termos sagrados. (31-38)
[Revelação (32), Fé (33), Imortalidade (34), Pecado original (35),
A Cruz de Cristo (36), Humildade (37), Graça (38).]
Doutrina e ordem moral. (39)
Reconhecimento do direito natural. (40-43)

À juventude. (44-49)
Aos sacerdotes e religiosos. (50-51)
Aos fiéis leigos. (52-54)

Conclusão. (55-59)

Ore com a Igreja do Brasil na Campanha da Fraternidade 2019

alt
A partir do tema “Fraternidade e Políticas Públicas” e do lema “Serás libertado pelo direito e pela Justiça”, a Campanha da Fraternidade 2019 busca contribuir para a conscientização de todos os cristãos a respeito do tema e, aproveitando um dos objetivos deste tempo litúrgico, gerar reflexão e mudança de vida.  

O texto base da Campanha da Fraternidade deste ano explica que políticas públicas são ações e programas que são desenvolvidos pelo Estado para garantir e colocar em prática direitos que são previstos na Constituição Federal e em outras leis. As Políticas Públicas representam soluções específicas para necessidades e problemas da sociedade.

Todas as pessoas são convidadas a orarem com a Igreja para que todos os cristãos cresçam no resgate da dignidade humana de todos os filhos de Deus. Para isso, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil divulga a oração e hino que você pode aprender e compartilhar para viver bem este tempo de oração e conversão.

ORAÇÃO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2019

“Pai misericordioso e compassivo, que governais o mundo com justiça e amor,

dai-nos um coração sábio para reconhecer a presença do vosso Reino entre nós.

Em sua grande misericórdia, Jesus, o Filho amado, habitando entre nós

testemunhou o vosso infinito amor e anunciou o Evangelho da fraternidade e da paz.

Seu exemplo nos ensine a acolher os pobres e marginalizados, nossos irmãos e irmãs

com políticas públicas justas, e sejamos construtores de uma sociedade humana e solidária.

O divino Espírito acenda em nossa Igreja a caridade sincera e o amor fraterno;

a honestidade e o direito resplandeçam em nossa sociedade

e sejamos verdadeiros cidadãos do “novo céu e da nova terra”.

Amém!

Ore com a Igreja do Brasil na Campanha da Fraternidade 2019
Sex, 15 de Março de 2019 14:32 | PDF  | | Imprimir |


Share
alt

A partir do tema “Fraternidade e Políticas Públicas” e do lema “Serás libertado pelo direito e pela Justiça”, a Campanha da Fraternidade 2019 busca contribuir para a conscientização de todos os cristãos a respeito do tema e, aproveitando um dos objetivos deste tempo litúrgico, gerar reflexão e mudança de vida.  

O texto base da Campanha da Fraternidade deste ano explica que políticas públicas são ações e programas que são desenvolvidos pelo Estado para garantir e colocar em prática direitos que são previstos na Constituição Federal e em outras leis. As Políticas Públicas representam soluções específicas para necessidades e problemas da sociedade.

Todas as pessoas são convidadas a orarem com a Igreja para que todos os cristãos cresçam no resgate da dignidade humana de todos os filhos de Deus. Para isso, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil divulga a oração e hino que você pode aprender e compartilhar para viver bem este tempo de oração e conversão.

ORAÇÃOCAMPANHA DA FRATERNIDADE 2019

“Pai misericordioso e compassivo, que governais o mundo com justiça e amor,

dai-nos um coração sábio para reconhecer a presença do vosso Reino entre nós.

Em sua grande misericórdia, Jesus, o Filho amado, habitando entre nós

testemunhou o vosso infinito amor e anunciou o Evangelho da fraternidade e da paz.

Seu exemplo nos ensine a acolher os pobres e marginalizados, nossos irmãos e irmãs

com políticas públicas justas, e sejamos construtores de uma sociedade humana e solidária.

O divino Espírito acenda em nossa Igreja a caridade sincera e o amor fraterno;

a honestidade e o direito resplandeçam em nossa sociedade

e sejamos verdadeiros cidadãos do “novo céu e da nova terra”.

Amém!


HINO 


-“Eis que o Senhor fez conhecer a salvação e revelou sua justiça às nações”.Que, neste tempo quaresmal, nossa oração transforme a vida, nossos atos e ações.

REF: Pelo direito e a Justiça libertados, povos, nações de tantas raças e culturas.

Por tua graça, ó Senhor, ressuscitados, somos em Cristo, hoje, novas criaturas.

-Foi no deserto que Jesus nos ensinou a superar toda ganância e tentação.

Arrependei-vos, eis que o tempo já chegou. Tempo de Paz, Justiça e reconciliação.

- Em Jesus Cristo uma nova aliança quis o Senhor com o seu povo instaurar.

Um novo reino de justiça e esperança, fraternidade, onde todos têm lugar.

-Ser um profeta na atual sociedade, da ação política, com fé, participar

É o dom de Deus que faz, do amor, fraternidade, e bem comum faz bem de todos se tornar!

Fonte: www.cnbb.org.br

Irmão Franciscano ganha Nobel da Educação

Um queniano, da Ordem dos Franciscanos, foi considerado o melhor professor do mundo, um prêmio dotado de um milhão de dólares que foi entregue neste domingo em Dubai, informaram os organizadores.
Peter Tabichi, 36 anos, é membro da ordem religiosa dos franciscanos e professor de matemática e física na zona rural e gasta 80% de seu salário para ajudar seus alunos desfavorecidos, disse a Fundação Varkey, que concede o prêmio.A cerimônia foi apresentada este ano pelo ator australiano Hugh Jackman.

O concurso é patrocinado pela Fundação da família de origem indiana Varkey, que chegou nos anos 1950 nos Emirados Árabes Unidos – na época um protetorado britânico – e fez uma fortuna criando uma rede de escolas particulares para filhos de executivos e técnicos estrangeiros que foram para a área contratada por empresas de petróleo.

Condições

Tabichi foi elogiado por suas realizações em uma escola sem infraestrutura, em meio a classes lotadas e poucos livros didáticos. Ele quer que os alunos vejam que “a ciência é o caminho certo” para ter sucesso no futuro.

O prêmio, anunciado em uma cerimonia em Dubai, reconhece o compromisso “excepcional” do professor com os alunos em uma parte remota do Vale do Rift, no Quênia. Ele doa 80% de seu salário para apoiar os estudos dos seus alunos, na Escola Secundária Keriko Mixed Day, no vilarejo de Pwani. Se não fosse a ajuda do professor, as crianças não conseguiriam pagar por seus uniformes ou material escolar.

As classes deveriam ter entre 35 e 40 alunos, mas ele acaba ensinando grupos de 70 ou 80 estudantes, o que, segundo o professor, deixa as salas superlotadas.

No entanto, Tabichi diz que está determinado a dar aos alunos uma chance de aprender ciência e ampliar seus horizontes. Seus estudantes foram bem sucedidos em competições científicas nacionais e internacionais, incluindo um prêmio da Sociedade Real de Química do Reino Unido.

Fonte: O Povo Online.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

5 remédios de São Tomás de Aquino para acabar com a tristeza


Todos nós já passamos pela experiência de dias tristes, nos quais é difícil superar aquele peso interior que contamina todo estado de ânimo e afeta as relações. Existe algum truque para superar o mau humor e recuperar o sorriso? São Tomás de Aquino propõe 5 remédios surpreendentemente eficazes contra a tristeza, confira:

Primeiro remédio: fazer algo prazeroso

É como se o teólogo, há sete séculos, já tivesse intuído a ideia moderna de que o chocolate é um antidepressivo. Pode parecer uma visão materialista, mas é evidente que um dia cheio de amarguras pode acabar bem graças a um bom filme ou um jantar com seu prato favorito, por exemplo.

Este não é um materialismo incompatível com o Evangelho: sabemos que o Senhor Jesus participou com prazer de refeições e banquetes, antes e depois da ressurreição, e aproveitou muitas coisas boas da vida.

Há também um salmo que afirma que o vinho alegra o coração do homem – mas é preciso lembrar que a Bíblia condena a embriaguez, claro!

Segundo remédio: chorar

Muitas vezes, um momento de melancolia pode ficar pior quando não conseguimos desabafar; é como se a tristeza se acumulasse dentro de nós, até tornar impossível fazer qualquer coisa.

O choro é uma linguagem, uma maneira de expressar e de desfazer o nó de uma dor que às vezes se torna sufocante. Jesus também chorou. E o Papa Francisco recorda que “certas realidades da vida só podem ser vistas com olhos limpos pelas lágrimas”.

Terceiro remédio: a compaixão dos amigos

Conversar com os amigos, desabafar com eles pode ser um grande alívio para quem passa por um momento de tristeza.

Quando a pessoa se sente um pouco triste e tende a ver tudo cinza, é muito eficaz fazer um gesto de abertura a algum amigo ou conhecido de confiança. Às vezes, basta uma mensagem ou uma ligação para contar ou escutar um amigo, e o panorama da vida fica mais claro.

Quarto remédio: contemplar a verdade

Trata-se do fulgor veritatis de que falava Santo Agostinho. Contemplar o esplendor das coisas, a natureza, uma obra de arte, escutar uma boa música, surpreender-se pela beleza de uma paisagem são coisas que podem servir como um eficaz bálsamo contra a tristeza.

Quinto remédio: tomar banho ou dormir

É verdade! Pura sabedoria de São Tomás de Aquino. É profundamente cristão entender que, para remediar um mal espiritual, é útil buscar um alívio corporal também. Desde o momento em que Deus se fez Homem e assumiu um corpo, superou-se a separação entre matéria e espírito.

Um preconceito muito difundido, no entanto, é que a visão cristã do homem se baseia na oposição entre corpo e alma, segundo a qual o corpo seria visto como um peso ou um obstáculo para a “vida espiritual”.

Na verdade, o humanismo cristão considera que a pessoa (alma e corpo) é inteiramente “espiritualizada” quando busca a união com Deus. Como ensina São Paulo, existe um corpo animal e um corpo espiritual, e não morreremos, mas seremos transformados, porque é necessário que este corpo corruptível se revista de incorruptibilidade, e que este corpo mortal se revista de imortalidade.

“Que ninguém considere algo estranho aconselhar que se tome como guia um médico do corpo em uma doença espiritual”, afirma São Tomás Moro, assemelhando-se ao ensinamento de Tomás de Aquino:

“Desde o momento em que corpo e alma estão unidos, a ponto de ambos formarem uma só pessoa, a distensão de um dos dois pode gerar a distensão de ambos. Por isso, assim como eu aconselharia a todos que, diante de uma doença do corpo, buscassem a confissão e um bom médico espiritual para a saúde da sua alma, também exorto a pedir, em certas doenças da alma, além do médico espiritual, o conselho do médico do corpo”.

Também por meio desses 5 remédios se realiza a promessa humana e divina de Jesus: “Vocês ficarão tristes, mas sua tristeza se transformará em alegria”.

Fonte: https://pt.aleteia.org/

Limpe sua casa de ídolos e amuletos.

Um elefante com a tromba virada para cima é o principal enfeite da sua sala? Atrás da sua porta há uma ferradura? Sua casa está decorada com quartzos, pêndulos ou caveiras?

Desfaça-se deles, “limpe” seu lar e sua família de todo objeto de idolatria, porque, longe de atrair sorte, dinheiro e proteção, você está dando as costas a Deus e começando uma relação direta com o mundo de Satanás. Quem afirma isso é o coordenador dos exorcistas da arquidiocese do México, Pe. Guillermo Barba Mojica.

“O mais perigoso dessas práticas é que elas desprezam nossa fé. E o que é pior: ferem gravemente nossa relação com o Deus do amor, o Deus da misericórdia, que cuida de nós e nos ama com um amor eterno, dado que colocamos no seu lugar os ídolos, ou seja, objetos aos quais são atribuídos poderes sobrenaturais”, adverte o sacerdote.

E explica que, como diz a Bíblia no discurso de Deuteronômio, todos esses costumes pagãos são abominações para Deus e, ao colocá-los em prática, a pessoa viola o primeiro mandamento: amar a Deus sobre todas as coisas.

Acrescenta que a pessoa que se deixa levar pela tentação de controlar sua vida e o futuro – uma das coisas que motiva a possessão destes objetos de idolatria – usurpa um lugar que só corresponde a Deus, porque, como diz o Papa Francisco na exortação apostólica Lumen fidei, o ídolo é um pretexto para que a pessoa se coloque no centro da realidade, adorando a obra das próprias mãos.

A isso se une a forte influência de uma cultura do sincretismo religioso, da Nova Era e de um neopaganismo, que leva muitos católicos que desconhecem sua fé a ser presa desse mundo no qual se respira uma atmosfera de pecado, segundo o Pe. Guillermo.

Também insiste em que “a raiz do problema é o desconhecimento de Cristo e do seu Evangelho, razão pela qual é urgente evangelizar, já que muitos batizados, ao estar longe dos sacramentos, da Palavra de Deus, caem no campo da idolatria, depositando sua confiança em objetos, que inclusive convertem em ídolos diante dos quais e inclinam”.

Que objetos podem dar origem ao pecado sem que a pessoa perceba no começo?

Tudo aquilo que pretende substituir Deus. Pode ser um artigo que idolatramos por pertença sentimental até os que apreciamos mais que nossas vidas e que muitas vezes são simples objetos criados para fazer nosso ego crescer, porque sabemos que nenhuma coisa ou pessoa pode exercer em si autoridade sobre o homem, se não lhe viesse de Deus, e é claro que Ele mesmo não dá autoridade aos objetos.

Como alertar os fiéis sobre a presença de tais objetos em seus lares?

Como comenta o Papa Francisco na encíclica “A luz da fé” (Lumen fidei), a fé, enquanto associada à conversão, é o oposto da idolatria; é separação dos ídolos para voltar ao Deus vivo, mediante um encontro pessoal.

Então, a única maneira de erradicar a superstição, a idolatria e o mal das nossas vidas é um encontro vivo e pessoal com Jesus Cristo por meio do anúncio kerigmático, seguido de uma catequese sólida.

Que efeitos estas práticas podem provocar nos lares?

Os objetos de idolatria são uma estratégia do diabo para destruir a fé dos fiéis e, ao depositar a confiança neles, a pessoa pode iniciar uma relação com o mundo de Satanás, porque quem os usa deixa de ser verdadeiramente crente e se torna crédulo.

Também existe o dano psicológico, porque há pessoas que desenvolvem uma alienação com estes objetos, chegando ao ponto de ter alucinações auditivas e visuais, o que reforça um pensamento mágico que pode chegar a ser tão forte até tornar-se uma psicose familiar.

Outro aspecto no qual também causam um grave dano é na economia familiar, que muitas vezes se vê prejudicada pelo dinheiro investido nessas práticas. Por tudo isso, a Igreja é clara quando nos adverte, no Catecismo, contra estas tentações.

O que fazer com estes objetos para não prejudicar mais pessoas?

Um passo rumo à conversão é a renúncia a estes objetos de idolatria, não só de maneira implícita, mas explicitamente; um gesto de renúncia seria destruí-los para não incentivar que outras pessoas adiram a eles, e a melhor maneira de fazer isso é levá-los ao sacerdote para que ele faça brevemente uma oração de libertação e nos indique a forma mais conveniente de acabar com eles.

Fonte: Aleteia



Por Carmadélio Souza
Postagens mais antigas → Página inicial