sábado, 27 de agosto de 2016

Papa aos Institutos Seculares: ser um sinal para o mundo de hoje

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O Santo Padre, na mensagem assinada pelo Cardeal Secretário de Estado, Pietro Parolin, enviou a cada Instituto uma “síntese renovada” entre o aspecto laical e o de consagração deste particular chamado.

“Criar unidade entre consagração e secularidade, entre ação e contemplação”. Nunca mudou o compromisso espiritual de fundo dos consagrados leigos. “Vocês estão – escrevia Paulo VI – em uma misteriosa confluência entre as duas poderosas correntes da vida cristã”, a laical e aquela voltada a Deus pela profissão dos Conselhos Evangélicos.

Consagração e laicidade no mesmo plano

O Papa Francisco recorda a lucidez destas palavras, mas desloca o limiar para mais além, porque ser membro de Institutos Seculares no mundo de hoje requer – afirma na sua mensagem – uma “renovada síntese” entre estes dois aspectos. Um ponto de encontro – explica – que ajuda secularidade e consagração a estarem “juntos”, sem “nunca” separarem-se e  nem mesmo a “subordinar um elemento a outro”.

“Não se é – defende Francisco – antes leigos e depois consagrados, mas nem mesmo antes consagrados e depois leigos, se é contemporaneamente leigos e consagrados”. E disto – acrescenta – “deriva também outra consequência importantíssima: é necessário um discernimento contínuo, que ajude a concretizar o equilíbrio; um comportamento que ajude a encontrar Deus em todas as coisas”.

“Soldar” o céu à terra

Para alcançar isto, é necessária uma cuidadosa formação que esclareça como, mesmo não “sendo exigida” aos leigos dos Institutos Seculares a vida comunitária, “é essencial – indica o Papa – a comunhão com os irmãos”.

Ademais – prossegue – “a secularidade se move com um amplo respiro, em vastos horizontes” e isto leva a quem faz parte dele, de aceitar por um lado “a complexidade, a fragmentação e a precariedade de nosso tempo”, e por outro, ser criativos em “imaginar soluções novas, inventar respostas inéditas e mais adequadas às novas situações que se apresentam”, “vivendo – afirma o Papa – uma espiritualidade capaz de conjugar os critérios que vem “do alto”, da graça de Deus, e os critérios que vêm “de baixo”, da história humana”, lida e interpretada”.

Vida normal e divina como Maria

O Papa exorta os Institutos Seculares a uma intensa “vida de oração”, a “serem uma chama acesa” para homens e mulheres que buscam uma luz e, pelo fato de estarem mergulhados no mundo, “testemunhas do valor da fraternidade e da amizade”.

Assim – completa – “o maior desafio, também para os Institutos Seculares, é o de serem escolas de santidade”, com os Conselhos Evangélicos de castidade, pobreza e obediência, testemunhando que se pode ser livres e humildes e estar a serviço dos outros.

“Qual é – pergunta Francisco– a humanidade que está diante de vocês? Pessoas que perderam a fé ou que vivem como se Deus não existisse, jovens sem valor e ideais, famílias desagregadas, desempregados, idosos sozinhos, imigrantes…”.

Quantos “rostos cruzados pela rua, indo ao trabalho ou indo fazer compras. Quantas ocasiões vocês têm para encorajar, dar esperança, levar consolação!”.

Que o vosso modelo – conclui o Pontífice – seja sempre Maria, que “levava uma vida normal, parecida com aquela de tantos outros, e assim colaborava com a obra de Deus”.

Fonte: Rádio Vaticano



Oração pedindo a intercessão de Santa Mônica pela conversão dos filhos

Saint_Augustine_and_Saint_MonicaÓ Santa Mônica, que pela oração e pelas lágrimas alcançastes de Deus a conversão de vosso filho transviado, depois santo (Santo Agostinho). Olhai para o meu coração, amargurado pelo comportamento do meu filho desobediente, rebelde e inconformado, que tantos dissabores causou ao meu coração e a toda a família. Que vossas orações se juntem com as minhas, para comover o bom Deus, a fim de que Ele faça meu filho entrar em si e voltar ao bom caminho.

Santa Mônica fazei que o Pai do Céu chame de volta à casa paterna o filho pródigo. Dai-me esta alegria, eu serei sempre agradecido(a).

Santo Agostinho rogai por nós

Santa Mônica atendei-me. Amém

Fonte: Padre Reginaldo Manzotti

Dia do Catequista terá celebração da misericórdia

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A celebração é fundamentada no Ano da Misericórdia e tem reflexões sobre as obras de misericórdia espirituais e corporais

A Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) disponibilizou uma sugestão de celebração para o Dia do Catequista, que será celebrado no dia 28 deste mês.

“Catequistas da misericórdia: Para que todos se sintam amados, esperados e perdoados por Deus!” é o título motivacional da celebração que apresenta reflexões sobre as obras de misericórdia e leituras com a temática na história do povo de Deus.

O material foi produzido pelo padre Rodrigo Ferreira da Costa, que atua em Alta Floresta, na diocese de Sinop (MT). O assessor da Comissão Episcopal para a Animação Bíblico-Catequética, padre Antônio Marcos Depizzoli, explicou que a celebração é fundamentada “de modo muito especial no Ano Santo da Misericórdia”, e que traz uma reflexão sobre as obras de misericórdia espirituais e corporais e outros aspectos do ano.

Segundo padre Marcos, o subsídio deve ajudar “a rezar, a pedir a Deus que  agracie com o dom de viver cada dia o perdão, o amor, a paz os relacionamentos pessoais, familiares e, de modo muito particular a missão como catequistas”.

Para baixar a proposta de celebração da Misericórdia para o Dia do Catequista, clique aqui.

Fonte: Canção Nova


sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Triunfo da esperança: Giulia, 10 anos, 17 horas sob os escombros, resgatada viva!

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O pavoroso terremoto que espalhou a morte pela Itália Central ainda mantém equipes de busca lutando contra o tempo para resgatar possíveis sobreviventes presos sob os escombros. Mas pelo menos sabemos que uma pequena menina não vai enfrentar o horror de morrer aos poucos, debaixo das ruínas, sozinha, na angústia insuportável da espera que parece nunca terminar.

Ela é Giulia, tem 10 anos e seu sobrenome ainda não foi revelado. Giulia suportou 17 horas à espera de resgate até que um grupo de valentes bombeiros a salvou dos escombros que a mantinham presa.
No meio de mais uma tragédia espantosa, o resgate de Giulia é um importante lembrete de que sempre haverá pessoas dispostas a ajudar. Os profissionais do resgate são heróis que arriscam a própria vida para salvar a dos outros – muitas vezes, não só arriscam: eles dão a própria vida, morrendo para que o seu próximo sobreviva.

As imagens desta equipe italiana de resgate são inquietantemente semelhantes às que circularam há quase 15 anos, quando os terroristas atacaram as Torres Gêmeas em Nova Iorque. Em ambas as tragédias, a firme vontade de ajudar prevaleceu e, para as vítimas sobreviventes, marcou a diferença entre a vida e a morte.

Ver esses heróis humanos libertando da morte a pequena Giulia reaviva um pouco mais a esperança em nosso coração. Que também mantenha acesas, dentro dele, as orações perseverantes pelos nossos irmãos italianos nesta hora terrível.

101 anos de idade, 91 como coroinha!


Conheça Peter, o coroinha mais longevo do mundo
peter coroinha
Seus joelhos não são mais tão firmes quanto a sua fé, mas, durante décadas a fio, as limitações do corpo não foram páreo para a sua perseverança. Ele só aceitou fazer uma “pausa temporária” quando completou 100 anos de idade, em 2015, porque notou que a idade o tinha deixado “um pouco lento” no desempenho das suas funções a serviço do altar.

Ele é Peter Reilly, o coroinha mais longevo do mundo!

Peter ajudou durante nada menos que 91 anos nas celebrações litúrgicas da paróquia católica de Santa Maria – Nossa Senhora Estrela do Mar, na localidade litorânea escocesa de Saltcoats.

Desde 1924 até 2015, Peter Reilly foi acólito, ou coroinha, de gerações de sacerdotes – a paróquia calcula que foram pelo menos 30 padres.

Critérios que não são do mundo: quando a Madre Teresa recusava grandes doações

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“Na realização da sua obra, a Madre Teresa de Calcutá não hesitou em recusar importantes doações, porque sabia que elas não iriam respeitar a dignidade dos pobres”.

Quem o conta é o cardeal italiano Angelo Comastri, vigário geral do Papa para a Cidade do Vaticano e grande amigo da futura Santa Teresa de Calcutá, a ser canonizada neste dia 4 de setembro.

ORAÇÃO

“Ela me olhou com dois olhos límpidos e penetrantes. E em seguida me perguntou: ‘Quantas horas você reza por dia?’. Eu fiquei surpreso com essa pergunta e tentei me defender dizendo: ‘Madre, da senhora eu esperava um chamado à caridade, um convite a amar mais os pobres. Por que me pergunta quantas horas eu rezo?’. A Madre Teresa pegou as minhas mãos e as apertou entre as dela, como que para transmitir a mim o que ela tinha no coração. E me confiou: ‘Meu filho, sem Deus nós somos pobres demais para ajudar os pobres! Lembre-se: eu sou apenas uma pobre mulher que reza. Rezando, Deus coloca o Seu amor no meu coração e assim eu posso amar os pobres. Rezando!’“.

“Eu nunca mais esqueci aquele encontro”, disse o cardeal Comastri, em um depoimento escrito. “O segredo da Madre Teresa está todo aqui. Nós nos reencontramos tantas outras vezes, e cada ação e cada decisão da Madre Teresa eu notei que era maravilhosamente coerente com essa convicção de fé: ‘Rezando, Deus coloca o Seu amor no meu coração e assim eu posso amar os pobres’”.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Francisco: Igreja tem grande dívida para com Bento XVI

francisco e bentoO Papa Francisco afirma num texto de homenagem ao seu predecessor que a Igreja Católica tem uma “grande dívida” para com Bento XVI.

“Todos na Igreja temos uma grande dívida de gratidão para com Joseph Ratzinger-Bento XVI pela profundidade e o equilíbrio do seu pensamento teológico, vivido sempre ao serviço da Igreja, até às responsabilidades mais elevadas”, escreve, no prefácio da nova biografia do agora Papa emérito, ‘Servidor de Deus e da humanidade’.

O livro, assinado por Elio Guerriero, tem a chancela da editora Mondadori e vai chegar às bancas a 30 de agosto, incluindo uma entrevista a Bento XVI.

Francisco aceitou prefaciar a obra, elogiando a “coragem e determinação” com que o seu antecessor enfrentou “situações difíceis”, colocando a Igreja num caminho de “renovação e purificação”.

“O contributo da sua fé e da sua cultura para um magistério da Igreja capaz de responder às expectativas do nosso tempo, sobretudo no decorrer das últimas três décadas, foi fundamental”, sustenta o Papa.

O prefácio foi divulgado hoje, na íntegra, pelo jornal ‘Avvenire’, da Conferência Episcopal Italiana.

Francisco fala numa “ligação espiritual” que considera “particularmente profunda” com Bento XVI e agradece a presença “discreta” e a oração do Papa emérito pela Igreja.

Além da nova biografia, vai ser publicada em setembro outra obra dedicada a Bento XVI, intitulada ‘Last Testament: In His Own Word’ (Último Testamento: nas suas próprias palavras), em que o Papa emérito percorre vários temas do seu pontificado, em colaboração com o jornalista alemão Peter Seewald.

Bento XVI anunciou a sua renúncia ao pontificado a 11 de fevereiro de 2013 e está a manter desde então uma vida de recolhimento, no Vaticano, surgindo esporadicamente em público para acompanhar cerimônias presididas por Francisco ou receber homenagens.

Joseph Ratzinger nasceu em Marktl am Inn (Alemanha), no dia 16 de abril de 1927, e passou a sua infância e adolescência em Traunstein, uma pequena localidade perto da Áustria.

Juntamente com o seu irmão Georg, foi ordenado padre a 29 de junho de 1951; dois anos depois, doutorou-se em teologia com a tese ‘Povo e Casa de Deus na doutrina da Igreja de Santo Agostinho’.

De 1962 a 1965, participou no Concílio Vaticano II como ‘perito’, após ter chegado a Roma como consultor teológico do cardeal Joseph Frings, arcebispo de Colônia.

Em 25 de março de 1977, o Papa Paulo VI nomeou-o arcebispo de Munique e Frisinga; a 28 de maio seguinte, recebeu a sagração episcopal e escolheu como lema episcopal ‘Colaborador da verdade’.

O mesmo Paulo VI criou-o cardeal, no consistório de 27 de junho de 1977.

João Paulo II nomeou o cardeal Joseph Ratzinger como prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e presidente da Pontifícia Comissão Bíblica e da Comissão Teológica Internacional, em 25 de novembro de 1981.

No dia 19 de abril de 2005 foi eleito como o 265.º Papa, sucedendo a João Paulo II; a 11 de fevereiro de 2013, Dia Mundial do Doente e memória litúrgica de Nossa Senhora de Lourdes, anunciou a renúncia ao pontificado, com efeitos a partir do dia 28 do mesmo mês, uma decisão inédita em quase 600 anos de história na Igreja Católica.

Durante o pontificado encerrou a sua trilogia sobre ‘Jesus de Nazaré’ com um livro sobre a infância de Cristo e assinou um artigo sobre o Natal no jornal econômico ‘Financial Times’; em 2010 foi lançado o livro-entrevista ‘Luz do Mundo’, de 2010, resultante de uma conversa com o jornalista alemão Peter Seewald.

Fonte: Ecclesia

O santo assassino: Jacques Fesch

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Depois de conhecer esta história, você nunca mais vai duvidar da conversão de ninguém, acredite

Na história da Igreja há um só precedente de um condenado à morte por delitos comuns e elevado à honra dos altares. Trata-se do “bom ladrão”, São Dimas, há 2.000 anos.

Depois do processo diocesano celebrado a Paris, chegaram a Roma os atos da causa de beatificação de Jacques Fesch, um jovem francês guilhotinado pelo homicídio de um policial, durante um assalto.

Sua história é um exemplo maravilhoso de que é possível uma conversão sincera, um arrependimento verdadeiro e de que, mesmo tendo-se cometido pecados graves, uma pessoa pode vir a se santificar pela confiança em Deus, pelo reconhecimento da infinita misericórdia divina, pela humildade, pela oração, pela contrição perfeita de seus pecados e pelo oferecimento a Deus de todas as suas penas e sofrimentos como forma de expiá-los. Sua história é muito edificante.

“Santo assassino”

Estamos acostumados a ouvir histórias de santos que desde a infância tiveram uma adesão humilde e forte à fé recebida em seu santo Batismo. Santos que se tornaram notáveis pelo amor incondicional à Igreja e ao próximo. Santos que gozavam de tamanha fé que lhes permitia operarem grandes milagres. Isto fez com que alguns encarassem a santidade como algo extraordinário, impossível de ser alcançado. Eis a razão pela qual muitos se escandalizaram quando foi encerrada a fase de informação diocesana e aberto o processo de beatificação de Jacques Fesch, jovem francês, condenado à prisão e finalmente executado na guilhotina, por ter matado um policial e ferido um funcionário de uma casa de câmbio numa tentativa de roubo.

Importante! Papa institui o novo Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida.

140312-pope-francis-boy-3p_7d86ef6644446d35a9b5b5759fcf7f95Chega um novo órgão da Cúria Romana que absorve outros dois preexistentes e também chegam, ao mesmo tempo, três novas nomeações: a reforma iniciada pelo Papa Francisco dá um passo adiante, e as nomeações que a acompanham lhe fornecem colaboradores mais responsivos à sua linha de governo.

Com um motu proprio publicado nessa quarta-feira, Francisco criou um novo dicastério “para os Leigos, a Família e a Vida”, e nomeou à sua frente o bispo irlandês deDallas (Estados Unidos), Kevin Joseph Farrell. O novo órgão toma o lugar do Conselho para a Família (que era liderado pelo bispo Vincenzo Paglia) e do Conselho para os Leigos (cujo presidente era o cardeal Stanislaw Ryłko); e terá uma coordenação mais direta com a Academia para a Vida e com o Instituto de Estudos sobre Matrimônio e Família.

Ao mesmo tempo, Francisco nomeou Paglia como presidente da Pontifícia Academia para a Vida e grão-chanceler do “Pontifício Instituto João Paulo II para Estudos sobre Matrimônio e Família”. Também muda o decano desse instituto, que será o teólogo milanês Pierangelo Sequeri.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Levantamento aponta que mais de 3 bilhões de pessoas ainda não ouviram falar de Jesus

O “Ide” é um chamado que continua ativo, pois uma pesquisa recente concluiu que aproximadamente 3,1 bilhões de pessoas nos dias atuais ainda não ouviram falar de Jesus Cristo.
O levantamento foi feito pela organização cristã Joshua Project, que se dedica a identificar e mapear os grupos étnicos que mais precisam de atenção das agências missionárias
Em termos de percentual, esse número é quase metade da população atual do planeta: 42,3%. E o pior cenário de difusão da mensagem do Evangelho é a Ásia, onde cerca de 60% dos habitantes nunca ouviram falar de Jesus.

De acordo com informações da Rede Super, a Joshua Project usa uma escala para definir o nível de penetração do Evangelho nos países, o que ajuda formar um panorama de compreensão a respeito de quais etnias não foram alcançadas.

Nesse cenário, quando um grupo tem mais de 10% de cristãos, então ele passa a ser considerado “significativamente alcançado”. Caso esse número varie entre 2% e 10%, é classificado “parcialmente alcançado”, e com taxas inferiores a 2%, a escala o considera “minimamente alcançado”.
 

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