Exortação Apostólica sobre o chamado à santidade.

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A FESTA DE PENTECOSTES NO ANTIGO TESTAMENTO

Pentecostes nos primeiros tempos da historia....

“ Bênção da Pedra Fundamental da Nova Igreja dedicada a São Judas Tadeu em Camocim ”

Dia 21 de julho de 2018 aconteceu na conhecida comunidade dos coqueiros....

Papa Francisco pede a oração do Terço pela paz durante mês de maio

"Convido todos a se unirem espiritualmente... "

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quinta-feira, 9 de agosto de 2018

A paternidade em meio às agendas lotadas


A partir desta quinta, o comshalom traz uma série de matérias em que os pais partilham suas experiências de vida. Nesta primeira, confira o testemunho dos artistas Rogério Feltrin, do Rosa de Saron, e Diego Fernandes.
O Dia dos Pais é a próxima data comemorativa a ser celebrada. Pais e filhos se preparam para partilhar esse momento de amor. Uma conversa com Rogério Feltrin, integrante da banda Rosa de Saron, e com o cantor Diego Fernandes sobre como eles administram a paternidade e a vida artística revelou que o exercício da profissão evangeliza os filhos.
O baixista do Rosa de Saron, Rogério Feltrin, falou sobre os benefícios e desafios de estar nos palcos e viver a vocação de ser pai das filhas Mariana e Carolina. “Tudo tem prós e contras na vida. Então, acho que em algumas situações a gente fica meio ausente porque às vezes a agenda cai no dia daquela apresentação delas na escola. Mas, por outro lado, a gente volta pra casa com toda essa bagagem, toda a espiritualidade, a gente pode trazer muitos valores e coisas bacanas pra dentro de casa”, partilha.
O baixista acredita ainda que o propósito missionário da banda acaba refletindo também na vida de suas meninas. “A missão da gente permite isso, compartilhar histórias de pessoas, então a gente acaba agregando muito na vida dos filhos em termos de valores cristãos, religiosidade, espiritualidade, e elas veem com admiração isso, com respeito. Entendem e recebem muito bem, acaba repercutindo na cabecinha das crianças e isso é muito legal”, completa Rogério.
Confira o comentário que o artista fez em seu Instagram no Dia dos Pais do ano passado.
Para evangelizar as crianças
O cantor Diego Fernandes partilha o que faz com seus filhos, Milena, Lorenzo e Catarina, nos momentos em família. “Antes de vir para o Hallelyua, a gente fez tipo uma banda de brinquedo, então nessa brincadeira de cantar, além da gente interagir, ficar junto, e melhorar o relacionamento pai e filho, acabamos cantando músicas da Igreja, cantar essas letras é maravilhoso. E uma grande forma de evangelização é oração em vários momentos do cotidiano, na hora de levantar, na hora das refeições e na hora de dormir”, aponta.
Diego percebe a importância de ter ícones em casa para evangelizar as crianças. Saber que cada ícone conta uma história, e contar essa história para os pequenos é algo que ele considera importante. “A minha filha mais nova Catarina toda vez que ela pega o meu celular ela pede a ‘bibia’”. O cantor conclui que é necessário dar alternativas para os filhos, buscar evangelização digital e ser presença na vida deles também.

Não importa se seu pai está aqui na terra ou no céu, de qualquer modo, se você não puder estar fisicamente com ele, eleve a Deus uma prece em sua intenção para que a graça dEle o alcance onde estiver. E se você for pai, aproveite o dia para partilhar ainda mais com seus filhos do amor que Deus lhe deu com o dom da paternidade.
Marília Monteiro

Papa se encontrará com jovens no fim de semana

Espera-se a participação de mais de 100 mil jovens italianos no Circo Máximo (centro histórico de Roma) e na Praça São Pedro.

9 agosto 2018
Setenta mil jovens italianos de 16 a 19 anos participarão neste fim de semana (11 e 12/08) em Roma de dois eventos com a presença do Papa Francisco em vista do Sínodo da Juventude de outubro próximo.

Evento vai movimentar a cidade

O primeiro encontro será no Circo Máximo (centro histórico da cidade) e o segundo, na Praça São Pedro. No total, espera-se a participação de mais de 100 mil jovens de todo o país. 195 dioceses estão envolvidas na programação.

“Falamos de algo que está movimentando toda a Península, invadida por um exército unido e pacífico”, disse o Presidente da CEI (Conferência Episcopal Italiana) e arcebispo de Perugia, Cardeal Gualtiero Bassetti, apresentando o evento à imprensa, terça-feira (07/08).

120 bispos participarão da peregrinação

A escolha da Igreja, explicou, quer ser “uma grande pedagogia”. Em relação às peregrinações que os jovens estão fazendo nestes dias do norte ao sul da Itália, disse que “caminhar juntos é formativo para os jovens: lado a lado com o outro, em silêncio, entram em si mesmos longe da frenesia da vida cotidiana”.

“Pedagógica é também a modalidade das peregrinações, que não são apenas uma visita aos lugares, mas também às pessoas, aos santos do território, aos lugares do sofrimento”, observou o cardeal. Caminhando com os jovens, estarão também 120 bispos.

Primavera da humanidade

“É a melhor maneira de se preparar para o Sínodo; os jovens não são um objeto no qual a Igreja está interessada, mas um sujeito vivo. Estamos esperando muito destes encontros”, acrescentou o Presidente da CEI, “porque queremos ouvir uma nova mensagem do Papa. Os jovens que marcham em direção a uma primavera de história e humanidade. E nós vamos junto com eles”.

“Nos dias 11 e 12 de agosto, serão envolvidos também os jovens migrantes, que poderão participar graças à ajuda nas despesas para viagem e a um par de sapatos novos, presenteados para a caminhada”

Papa: envio e benção dos dons italianos

Ainda sobre o programa, Pe. Michele Falabretti, responsável da pastoral juvenil na CEI, adiantou que haverá eventos de espiritualidade (vigílias de oração), cultura e arte (um percurso em meio a obras de Caravaggio, na igreja de São Luis dos Franceses). Ao final da missa de domingo, na Praça São Pedro, o Papa vai confiar aos jovens o mandato missionário, abençoar uma imagem de Nossa Senhora de Loreto e uma cópia do crucifixo de São Damião que desde a JMJ de 1987 em Buenos Aires, são os dons oferecidos pela Igreja italiana às Jornadas. Abençoadas domingo, acompanharão a delegação jovem italiana ao Panamá, em janeiro de 2019.

Congregação para a Doutrina da Fé enviada aos Bispos sobre nova redação da “pena de morte”

Carta aos Bispos
a respeito da nova redação do n. 2267
do Catecismo da Igreja Católica
sobre a pena de morte

1. O Santo Padre Francisco, no Discurso por ocasião do vigésimo quinto aniversário da publicação da Constituição Apostólica Fidei depositum, com a qual João Paulo II promulgou o Catecismo da Igreja Católica, pediu que fosse reformulado o ensinamento sobre a pena de morte, a fim de reunir melhor o desenvolvimento da doutrina sobre este ponto nos últimos tempos.[1] Este desenvolvimento apoia-se na consciência cada vez mais clara na Igreja do respeito devido a toda vida humana. Nesta linha, João Paulo II afirmou: «Nem sequer o homicida perde a sua dignidade pessoal e o próprio Deus Se constitui seu garante».[2]

2. É nesta perspectiva que se deve compreender a postura em relação a pena de morte, afirmada largamente no ensinamento dos pastores e na sensibilidade do povo de Deus. Se, de fato, a situação política e social do passado tornava a pena de morte um instrumento aceitável para a proteção do bem comum, hoje a consciência cada vez maior de que a dignidade de uma pessoa não se perde nem mesmo depois de ter cometido crimes gravíssimos, a compreensão aprofundada do sentido das sanções penais aplicadas pelo Estado e o desenvolvimento dos sistemas de detenção mais eficazes que garantem a indispensável defesa dos cidadãos, contribuíram para uma nova compreensão que reconhece a sua inadmissibilidade e, portanto, apela à sua abolição.

3. Neste desenvolvimento, o ensinamento da Carta encíclica Evangelium vitae de João Paulo II é de grande importância. O Santo Padre incluiu entre os sinais de esperança de uma nova civilização da vida «a aversão cada vez mais difusa na opinião pública à pena de morte, mesmo vista só como instrumento de “legítima defesa” social, tendo em consideração as possibilidades que uma sociedade moderna dispõe para reprimir eficazmente o crime, de forma que, enquanto torna inofensivo aquele que o cometeu, não lhe tira definitivamente a possibilidade de se redimir».[3] O ensinamento da Evangelium vitae foi proposto na editio typica do Catecismo da Igreja Católica. No mesmo, a pena de morte não se apresenta como uma pena proporcional à gravidade do delito, mas justifica-se somente se fosse «a única solução possível para defender eficazmente vidas humanas de um injusto agressor», mesmo se de fato «os casos em que se torna absolutamente necessário suprimir o réu são já muito raros, se não mesmo praticamente inexistentes» (n. 2267).

4. João Paulo II interveio também em outras ocasiões contra a pena de morte, apelando seja em relação ao respeito à dignidade da pessoa quanto aos meios que a sociedade possui hoje para se defender do criminoso. Assim, na Mensagem natalícia de 1998, ele esperava «no mundo o consenso quanto a medidas urgentes e adequadas … para acabar com a pena de morte».[4] No mês sucessivo, nos Estados Unidos, ele repetiu: “Um sinal de esperança é constituído pelo crescente reconhecimento de que a dignidade da vida humana nunca deve ser negada, nem sequer a quem praticou o mal. A sociedade moderna possui os instrumentos para se proteger, sem negar de modo definitivo aos criminosos a possibilidade de se redimirem. Renovo o apelo lançado no Natal, a fim de que se decida abolir a pena de morte, que é cruel e inútil”.[5]

5. O esforço em comprometer-se com a abolição da pena de morte continuou com os sucessivos Pontífices. Bento XVI chamou «a atenção dos responsáveis da sociedade para a necessidade de fazer todo o possível a fim de se chegar à eliminação da pena capital».[6] E sucessivamente desejou a um grupo de fiéis que «suas deliberações possam encorajar as iniciativas políticas e legislativas, promovidas em um número crescente de países, a eliminar a pena de morte e continuar os progressos substanciais realizados para adequar a lei penal tanto às exigências da dignidade humana dos prisioneiros quanto à efetiva manutenção da ordem pública».[7]

6. Nesta mesma perspectiva, o Papa Francisco reiterou que «hoje a pena de morte é inadmissível, por mais grave que seja o delito do condenado».[8] A pena de morte, quaisquer que sejam as modalidades de execução, «implica um tratamento cruel, desumano e degradante».[9] Deve também ser recusada «por causa da seletividade defeituosa do sistema penal e da possibilidade de erro judicial».[10] É neste horizonte que o Papa Francisco pediu uma revisão da formulação do Catecismo da Igreja Católica sobre a pena de morte, de modo que se afirme que «por muito grave que possa ter sido o delito cometido, a pena de morte é inadmissível, porque atenta contra a inviolabilidade e dignidade da pessoa».[11]

7. A nova redação do n. 2267 do Catecismo da Igreja Católica, aprovada pelo Papa Francisco, situa-se em continuidade com o Magistério anterior, levando adiante um desenvolvimento coerente da doutrina católica.[12] O novo texto, seguindo os passos do ensinamento de João Paulo II na Evangelium vitae, afirma que a supressão da vida de um criminoso como punição por um delito é inadmissível, pois atenta contra a dignidade da pessoa. Tal dignidade não se perde nem mesmo depois de ter cometido delitos gravíssimos. Chega-se também a essa conclusão levando em conta a nova compreensão das sanções penais aplicadas pelo Estado moderno, que deve antes de tudo, orientar-se para a reabilitação e reinserção social do criminoso. Enfim, dado que a sociedade de hoje possui sistemas de detenção mais eficazes, a pena de morte é desnecessária como proteção da vida de pessoas inocentes. Certamente, permanece o dever do poder público de defender a vida dos cidadãos, como sempre foi ensinado pelo Magistério e confirmado pelo Catecismo da Igreja Católica nos números 2265 e 2266.

8. Tudo isso mostra que a nova formulação do n. 2267 do Catecismo expressa um autêntico desenvolvimento da doutrina, que não está em contradição com os ensinamentos anteriores do Magistério. De fato, tais ensinamentos podem ser explicados à luz da responsabilidade primária do poder público em tutelar o bem comum, num contexto social em que as sanções penais eram compreendidas diversamente e se davam num ambiente em que era mais difícil garantir que o criminoso não pudesse repetir o seu crime.

9. Na nova redação, se acrescenta que a conscientização sobre a inadmissibilidade da pena de morte cresceu «à luz do Evangelho».[13] De fato, o Evangelho ajuda a compreender melhor a ordem da criação que o Filho de Deus assumiu, purificou e levou à plenitude. O Evangelho também nos convida à misericórdia e à paciência do Senhor, que oferece a todos, tempo para se converterem.

10. A nova formulação do n. 2267 do Catecismo da Igreja Católica quer impulsionar um firme compromisso, também através de um diálogo respeitoso com as autoridades políticas, a fim que seja fomentada uma mentalidade que reconheça a dignidade de toda vida humana e sejam criadas as condições que permitam eliminar hoje o instituto jurídico da pena de morte, onde ainda está em vigor.

O Sumo Pontífice Francisco, na Audiência concedida ao subscrito Secretário no dia 28 de junho de 2018, aprovou a presente Carta, decidida na Sessão Ordinária desta Congregação no dia 13 de junho de 2018, e ordenou a sua publicação.

Dado em Roma, na Sede da Congregação para a Doutrina da Fé, no dia 1º de agosto de 2018, Memória de Santo Afonso Maria de Ligório.

Luis F. Card. Ladaria, S.I.
Prefeito

+ Giacomo Morandi
Arcebispo Titular de Cerveteri
Secretário

Notas
[1] Cf. Francisco, Discurso aos participantes no encontro promovido pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização (11 de outubro de 2017): L’Osservatore Romano (13 de outubro de 2017), 4.

[2] João Paulo II, Carta enc. Evangelium vitae (25 de março de 1995), n. 9: AAS 87 (1995), 411.

[3] Ibid., n. 27: AAS 87 (1995), 432.

[4] João Paulo II, Messagem Urbi et Orbi por ocasião do Santo Natal (25 de dezembro de 1998), n. 5: Ensinamentos XXI,2 (1998), 1348.

[5] Id., Homilia no Trans World Dome de St. Louis (27 de janeiro de 1999): Ensinamentos XXII,1 (1999), 269; cf. Homilia da Missa na Basílica de Nuestra Señora de Guadalupe na Cidade do México (23 de janeiro de 1999): «Deve haver um fim para o recurso desnecessário à pena de morte»: Ensinamentos XXII,1 (1999), 123.

[6] Bento XVI, Exort. Apost. Pós-Sinodal Africae munus (19 de novembro de 2011), n. 83: AAS 104 (2012), 276.

[7] Id., Audiência geral (30 de novembro de 2011): Ensinamentos VII,2 (2011), 813.

[8] Francisco, Carta ao Presidente da Comissão internacional contra a pena de morte (20 de março de 2015): L’Osservatore Romano (20-21 de março de 2015), 7.

[9] Ibid.

[10] Ibid.

[11] Francisco, Discurso aos participantes no encontro promovido pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização (11 de outubro de 2017): L’Osservatore Romano (13 de outubro de 2017), 5.

[12] Cf. Vincenzo di Lérins, Commonitorium, cap. 23: PL 50, 667-669. Em referência a pena de morte, tratando sobre as especificações dos mandamentos do Decálogo, a Pontifícia Comissão Bíblica falou em “refinar” as posições morais da Igreja: «No curso da história e com o desenvolvimento das civilizações, a Igreja também refinou as próprias posições morais referentes à pena de morte e à guerra, em nome de uma reverência pela vida humana que ela acalenta sem cessar meditando a Escritura, reverência que toma sempre mais a cor de um absoluto. O que subentende essas posições aparentemente radicais é sempre a mesma noção antropológica de base: a dignidade fundamental do ser humano criado à imagem de Deus» (Bíblia e moral. Raízes bíblicas do agir cristão, 2008, n. 98).

[13] Conc. Ecum. Vat. II, Const. past. Gaudium et spes, n. 4.

Ativismo judicial: O STF não tem competência para descriminar o aborto no Brasil.



Mais de 75% dos brasileiros não querem que o aborto seja descriminado.

O Congresso Nacional, igualmente, como mandatário do povo, não está minimamente a fim de avançar um projeto desse gênero.

Mas os militantes da causa contrária não se consolam. Eles querem ver o aborto legalizado no Brasil, custe o que custar. Por isso, trabalham dia e noite, dentro e fora das instituições, para encontrar alguma forma alternativa de vencer, já que nem a população nem o Poder Legislativo estão do seu lado.

Aparentemente, eles encontraram uma saída. Tendo como respaldo o voto do ministro Barroso ( proferido durante o julgamento de um habeas corpus, dezembro passado) que questionou a criminalização do aborto no primeiro trimestre de gravidez, o PSOL — que leva no nome a curiosa antítese “Socialismo e Liberdade” — acaba de ingressar no Supremo Tribunal Federal com uma ação solicitando “a legalização ampla do aborto para qualquer gestação com até 12 semanas“. O instrumento processual em questão é a ADPF, sigla para “Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental”. Trata-se de mais uma ação do complexo controle de constitucionalidade brasileiro, de competência do STF e com efeitos erga omnes, isto é, válidos para todos.

Para quem conhece um pouco a história das últimas tentativas institucionais para facilitar o acesso ao aborto no Brasil, a sigla ADPF não é nova. Foi com uma ação assim — a ADPF de n.º 54 — que o STF despenalizou, em 2012, o abortamento de bebês com anencefalia. Na ocasião, o argumento dos ministros favoráveis à causa era muito parecido com o de hoje: criminalizando o aborto de fetos anencefálicos por meio de seu Código Penal, o Estado estaria a violar “preceitos fundamentais”, tais como a “dignidade da pessoa humana”, os princípios da “legalidade, liberdade e autonomia da vontade” e o “direito à saúde”.

Em meio à pane geral de que foi alvo o Supremo naquela oportunidade (uma constante hoje, para dizer a verdade), duas vozes corajosas se levantaram contra o que estava acontecendo: foram os ministros Ricardo Lewandowski e Cezar Peluso (hoje aposentado). Os magistrados foram os únicos a afirmar, honesta e abertamente, o óbvio que se depreende do princípio da separação dos Poderes: o STF simplesmente não tem competência para descriminar o aborto no Brasil

Foi nessa afirmação que se sustentou de modo particular o voto do ministro Lewandowski, com alguns trechos que merecem menção integral:
“Caso o desejasse, o Congresso Nacional, intérprete último da vontade soberana do povo, considerando o instrumental científico que se acha há anos sob o domínio dos obstetras, poderia ter alterado a legislação criminal vigente para incluir o aborto de fetos anencéfalos, dentre as hipóteses de interrupção da gravidez isenta de punição. Mas até o presente momento, os parlamentares, legítimos representantes da soberania popular, houveram por bem manter intacta a lei penal no tocante ao aborto, em particular quanto às duas únicas hipóteses nas quais se admite a interferência externa no curso regular da gestação, sem que a mãe ou um terceiro sejam apenados.” 
[…] 

” Não é lícito ao mais alto órgão judicante do País, a pretexto de empreender interpretação conforme a Constituição, envergar as vestes de legislador positivo, criando normas legais, ex novo, mediante decisão pretoriana. Em outros termos, não é dado aos integrantes do Poder Judiciário, que carecem da unção legitimadora do voto popular, promover inovações no ordenamento normativo como se parlamentares eleitos fossem.“ Com uma fina ironia, o ministro Lewandowski ainda cita, para fundamentar seu entendimento, uma citação de ninguém menos que… Luís Roberto Barroso, o atual ministro do STF que, à época, era apenas o advogado da causa julgada. “Deveras, foi ao Poder Legislativo, que tem o batismo da representação popular e não o Judiciário, que a Constituição conferiu a função de criar o direito positivo e reger as relações sociais” — lição do livro “Interpretação e aplicação da Constituição”, de Barroso, o qual parece não pensar o mesmo que ensina nos momentos em que julga.
Ficou para o fim do julgamento, no entanto, o voto magistral do ministro Cezar Peluso — então presidente da casa —, o qual fulminou, de uma só vez, não só os partidários do “ativismo judicial”, mas também os promotores da causa do aborto. Todos aqueles que estudam o Direito têm, na verdade, a obrigação de ler esta que é uma verdadeira aula de bioética (ressalvadas algumas considerações iniciais do ministro, relativas às células-tronco embrionárias, todo o resto se aproveita muitíssimo bem).
Vejamos, primeiro, o que diz Peluso ao adentrar no mérito da questão: “Mui diversamente do que se aduz na inicial, o aborto provocado de feto anencefálico é conduta vedada, e vedada de modo frontal, pela ordem jurídica. E, a despeito dos esforços retóricos da autora, aparece, por conseguinte, de todo inócuo o apelo para a liberdade e a autonomia pessoais, fundado na pressuposição errônea de inexistência de proibição jurídico-normativa da conduta. Não há como nem por onde cogitar, sem contraste ostensivo com o ordenamento jurídico, de resguardo à autonomia da vontade, quando esta se preordena ao indisfarçável cometimento de um crime. Não se concebe nem entende, em termos técnico-jurídicos, únicos apropriados ao caso, direito subjetivo de escolha, contra legem, de comportamento funestamente danoso à vida ou à incolumidade física alheia e, como tal, tido por criminoso. É coisa abstrusa!”  ” A conduta censurada transpõe a esfera da autonomia e da liberdade individuais, enquanto implica, sem nenhum substrato de licitude, imposição de pena capital ao feto anencefálico. E, nisso, atenta ainda contra a própria idéia de ‘um mundo diverso e plural’, que os partidários da arguente, como Débora Diniz e seu próprio patrono [Barroso], alegam defender.”  “É que, nessa postura dogmática, ao feto, reduzido, no fim das contas, à condição de lixo ou de outra coisa imprestável e incômoda, não é dispensada, de nenhum ângulo, a menor consideração ética ou jurídica, nem reconhecido grau algum da dignidade jurídica e ética que lhe vem da incontestável ascendência e natureza humanas. Essa forma odiosa de discriminação, que a tanto equivale, nas suas consequências, a formulação criticada, em nada difere do racismo, do sexismo e do chamado especismo. Todos esses casos retratam a absurda defesa e absolvição do uso injusto da superioridade de alguns (em regra, brancos de estirpe ariana, homens e seres humanos) sobre outros (negros, judeus, mulheres e animais, respectivamente). No caso do extermínio do anencéfalo, encena-se a atuação avassaladora do ser poderoso superior que, detentor de toda a força, inflige a pena de morte ao incapaz de pressentir a agressão e de esboçar-lhe qualquer defesa. Mas o simples e decisivo fato de o anencéfalo ter vida e pertencer à imprevisível espécie humana garante-lhe, em nossa ordem jurídica, apesar da deficiência ou mutilação – apresentada, para induzir horror e atrair adesão irrefletida à proposta de extermínio, sob as vestes de monstruosidade -, que lhe não rouba a inata dignidade humana, nem o transforma em coisa ou objeto material desvalioso ao juízo do Direito e da Constituição da República.”  […]  “A vida intrauterina, ainda quando concebível como projeto de vida, é objeto da tutela jurídico-normativa por várias formas. É-o por normas infraconstitucionais, mas também, e sobretudo, por força da própria lei penal, cujo sentido primário de proibição do comportamento tipificado é expressão da tutela dessa vida intrauterina, a qual guarda, por conseguinte, o significado indiscutível de bem jurídico, que como tal merece a proteção da ordem jurídica. A história da criminalização do aborto mostra que essa tutela se fundamenta na necessidade de preservar a dignidade dessa vida intrauterina, independentemente das eventuais deformidades que o feto possa apresentar, como tem apresentado no curso de história. As deformidades das vidas intrauterinas não são novidade fenomênica. Novidade são hoje os métodos científicos de seu diagnóstico. A consciência jurídica jamais desconheceu a possibilidade de que de uma gravidez possa não resultar sempre nascimento viável. No instante em que o transformássemos [o feto anencéfalo] em objeto do poder de disposição alheia, essa vida se tornaria coisa ( res), porque só coisa, em Direito, é objeto de disponibilidade jurídica das pessoas. Ser humano é sujeito de direito.”  […]  ” A vida humana, imantada de dignidade intrínseca, anterior ao próprio ordenamento jurídico, não pode ser relativizada fora das específicas hipóteses legais, nem podem classificados seus portadores segundo uma escala cruel que defina, com base em critérios subjetivos e sempre arbitrários, quem tem, ou não, direito a ela. Havendo vida, e vida humana – atributo de que é dotado o feto ou o bebê anencéfalo –, está-se diante de valor jurídico fundante e inegociável, que não comporta, nessa estima, margem alguma para transigência. Cuida-se, como já afirmei, ‘do valor mais importante do ordenamento jurídico’.”  “A curta potencialidade ou perspectiva de vida em plenitude, com desenvolvimento perfeito segundo os padrões da experiência ordinária, não figura, sob nenhum aspecto, razão válida para obstar-lhe à continuidade. A ausência dessa perfeição ou potência, embora tenda a acarretar a morte nas primeiras semanas, meses ou anos de vida, não é empecilho ético nem jurídico ao curso natural da gestação, pois a dignidade imanente à condição de ser humano não se degrada nem decompõe só porque seu cérebro apresenta formação incompleta. Faz muito, a civilização sepultou a prática ominosa de sacrificar, segregar ou abandonar crianças recém-nascidas deficientes ou de aspecto repulsivo, como as disformes, aleijadas, surdas, albinas ou leprosas, só porque eram consideradas ineptas para a vida e improdutivas do ponto de vista econômico e social!”  […]  “A dignidade fundamental da vida humana, como suposto e condição transcendental de todos os valores, não tolera, em suma, barateamento de sua respeitabilidade e tutela jurídico-constitucional, sobretudo debaixo do pretexto de que deformidade orgânica severa, irremissibilidade de moléstia letal ou grave disfunção psíquica possam causar sofrimento ou embaraço a outro ser humano. Independentemente das características que assuma na concreta e singular organização de sua unidade psicossomática, a vida vale por si mesma, mais do que bem humano supremo, como suporte e pressuposição de todos os demais bens materiais e imateriais, e nisto está toda a racionalidade de sua universal proteção jurídica. Tem dignidade, e dignidade plena, qualquer ser humano que esteja vivo (ainda que sofrendo, como o doente terminal, ou potencialmente causando sofrimento a outrem, como o anencéfalo). O feto anencéfalo tem vida, e, posto que breve, sua vida é constitucionalmente protegida.” Mencione-se, por fim, o ” non possumus” do magistrado, dado já ao final de seu voto, quando ele declara expressamente a “competência exclusiva do Congresso Nacional para normatizar” o tema em debate e a “impropriedade da atuação do STF como ‘legislador positivo'”: “Essa tarefa é própria de outra instância, não desta Corte, que já as tem outras e gravíssimas, porque o foro adequado da questão é do Legislativo, que deve ser o intérprete dos valores culturais da sociedade e decidir quais possam ser as diretrizes determinantes da edição de normas jurídicas. É no Congresso Nacional que se deve debater se a chamada ‘antecipação do parto’, neste caso, deve ser, ou não, considerada excludente de ilicitude.”  […]  “A ADPF não pode ser transformada em remédio absoluto que franqueie ao STF a prerrogativa de resolver todas as questões cruciais da vida nacional, responsabilizando-se por inovação normativa que a arguente e os adeptos de sua tese sabem muito bem que, na via própria da produção de lei, talvez não fosse adotada pelo Congresso Nacional, como intérprete autorizado dos interesses e das aspirações da maioria silenciosa do povo, que representa!“
Essas últimas palavras, em particular, nunca foram tão apropriadas como agora, quando grupos progressistas querem, mais uma vez, impor judicialmente a sua agenda de morte a uma nação inteira, desconsiderando, para tanto, instituições caríssimas de nossa democracia, tais como o princípio da separação dos Poderes e o direito fundamental à vida desde a concepção — este consagrado por pactos internacionais (Convenção Americana sobre Direitos Humanos, art. 4), pela Constituição brasileira (art. 5.º, caput) e pelo próprio Código Civil (art. 2.º).

Nas condições normais de uma democracia, os juízes respeitam as leis e são responsabilizados se falham nesse mister. Mas, no Brasil, como já disse um ministro do STF!, eles não devem satisfação “depois da investidura a absolutamente mais ninguém”.

A impressão é que vivemos em uma terra sem lei, governada tão-somente pelo arbítrio dos homens de toga. Irrefreáveis. Onipotentes. E, segundo eles mesmos,irresponsáveis. É como se a “morada dos deuses” tivesse mudado: do Monte Olimpo… para o Planalto Central.

Que Deus tenha misericórdia de nossa nação.

Fonte: Padre Paulo Ricardo

PARTICIPE DO II CENÁCULO COM MARIA



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A Comunidade de Santa Edwiges (bairro Olinda)- Paróquia Senhor Bom Jesus dos Navegantes, nos dias 11 e 12 de agosto, estará realizando  o II Cenáculo com Maria, com o tema "“Faça-se em mim segundo a tua palavra (Lc 1,38)", dois  dias especias de derramamento do Espírito Santo por meio da Intercessão de Nossa Senhora. 

O encontro acontecerá na Igreja de Santa Edwiges, com início no sábado, às 19 horas. No domingo, o encontro será realizado nos turnos manhã e tarde, de 8h às 12h e de 14h às 16h30, encerrando-se com a Santa Missa, às 16h30, presidida pelo Padre Evaldo, Pároco de Camocim.


O pregador do encontro será José Daniel, fundador da Comunidade Mariana Aliança de Paz, da Arquidiocese de Fortaleza, missionário católico que esteve recentemente em Camocim, pregando o Encontro de Pentecostes.

Na animação e louvor do encontro: banda Só pra Jesus, Naldo e banda, Ministério de Música  Nossa Senhora de Pentecostes.

O evento é aberto ao público, com o apoio  Terço dos Homens, terço das mulheres, Legião de Maria, Grupo Nossa Senhora de Pentecostes  e  outros movimentos da comunidade  .

Participe! Traga sua família para viver este momento poderoso de  graça e benção pelas mãos de Maria!


PROGRAMAÇÃO

SÁBADO, DIA 11 DE AGOSTO

18h30- Ofício de Nossa Senhora
19h00- Terço Mariano - Entronização da Imagem de Nossa Senhora de Fátima
19h40 - Animação / Louvor / Oração      
20h00– 1ª Pregação: “Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,35)
20h50 – Adoração ao Santíssimo Sacramento
21h30 – Previsão de encerramento



DOMINGO, DIA 12 DE AGOSTO

08h00 – Terço Mariano
08h20 – Acolhida / Louvor / Oração
08h50 – 2ª Pregação: “Maria nos ensina pentecostes” (Atos 1,12-14).
09h40 – Efusão e Cenáculo
10h20 – Intervalo
10h35 - Retorno com momento de animação.
10h50 – 3ª Pregação: “A verdadeira Devoção a Virgem Maria.( São Luís de Montfort, Nº 99) 
11h45 – Informes
12h – Intervalo para almoço
14h – Terço Mariano
14h20 – Animação / Louvor / Oração
14h50 – 4ª Pregação: Maria o terror dos Demônios (Ap 12)
15h40 – Adoração ao Santíssimo Sacramento
16h15 – Testemunhos
16h30 – Santa Missa
Salve Maria!

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Bênção da Pedra Fundamental da Nova Igreja dedicada a São Judas Tadeu em Camocim


No último sábado, dia 21 de julho de 2018 aconteceu na conhecida comunidade dos coqueiros  um fato de extrema importância para comunidade e toda a paróquia do Senhor Bom Jesus de Camocim, o rito de colocação da pedra fundamental Nova Igreja dedicada à  a são judas Tadeu.
A Liturgia da Igreja  nos ensina que “no início da construção de uma nova igreja, convém celebrar um rito para implorar a bênção de Deus sobre a obra e lembrar aos fiéis que a casa a ser construída de pedras será sinal visível da Igreja viva ou edifício de Deus formada por eles próprios” (cf. Pontifical Romano, Ritual da Dedicação de Igreja e de altar). 

projeto gráfico original  da Igreja de São Judas Tadeu- Camocim-ce

Então, segundo o costume litúrgico, a área da nova igreja e a pedra fundamental foram abençoadas. 
No local onde foi erigida a Pedra Fundamental,  foi dada a bênção solene com  todas as orações pelo nosso pároco Padre Evaldo, diante de vários fiéis e devotos. 
No final, o Pároco  agradeceu a todos desde os doadores e colaboradores e finalizou: que  Deus os abençoe e vos guarde, a cada um de vocês, e apenas estamos começando temos muito a fazer ainda, contamos com todos! 

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quarta-feira, 11 de julho de 2018

MISSÃO JESUS NA PRAIA EM CAMOCIM 2018



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"A igreja não cresce por proselitismo, a Igreja cresce por atração. Deixa o Senhor colocar em você a divina atração, o retrato Dele. O melhor que pode acontecer na missão Jesus na Praia é nós nos levantarmos santos daqui, pois vale mais um santo que mil medíocres. Um santo evangeliza mais que milhares de missionários, pois mesmo quando morrem deixa o odor da santidade. 
Basta olhar para a padroeira das missões Santa Teresinha.

Serão  mais de  100 jovens missionários  que saíram pelas ruas e praias abordando as veranistas com o anúncio do Evangelho pelo método do Querigma, promovendo atividades culturais e celebrativas, bem como momentos chamados de “invasões”, onde os jovens seguiam um carro de som dando ‘bom dia’ para os moradores, abençoando com a proclamação: “Jesus te ama” e convidando para os eventos que eram realizados a noite, denominados: “incendeias”, que aconteceram simultaneamente em três bairros da cidade de Camocim.
Muitos foram os testemunhos das graças realizadas sobre o evento, que contou com muitos jovens da  Diocese de Tianguá e a calorosa acolhida dos moradores de Camocim que tem cerca de  mais 60 mil habitantes. 
Os jovens evangelizadores não só levarão uma palavra de amor aos moradores da cidade, como se sentirao amados, vivenciando com alegria cada momento da missão e clamando pela próxima missão Jesus na praia, que já está nos planos de Deus.

Avante! Missão dada, Missão Cumprida!

Papa Francisco nomeia bispos auxiliares para Arquidiocese de Fortaleza


O Papa Francisco nomeou hoje, 11 de julho, dois bispos auxiliares para a Arquidiocese de Fortaleza.


O Santo Padre no dia de hoje, 11 de julho, nomeou para a Arquidiocese de Fortaleza dois novos bispos auxiliares. Padre Júlio Cesar Souza de Jesus, incardinado na Arquidiocese de Teresina no Piauí, e Padre Valdemir Vicente Andrade Santos, incardinado na Arquidiocese de Aracaju em Sergipe.

Dom Júlio Cesar Souza de Jesus

O Rev. Júlio César Souza de Jesus nasceu em 27 de julho de 1971 em Goiânia no Estado de Goiás. Concluiu seus estudos em Filosofia na Universidade Estadual do Ceará (1991-1993) e os de Teologia no Seminário Maior de Teresina (1994-1997). Obteve então uma Licenciatura em Teologia Dogmática na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma (2005-2007).

O poder da medalha de São Bento

Através dos séculos foram cunhadas medalhas de São Bento de várias formas. Em 1942, o Papa Clemente XIV, aprovou o uso da medalha oficializando-a como um instrumento de devoção de fé e não como um amuleto de sorte.

Aos 40 anos, Bento após viver três anos em uma gruta, só em orações e estudos, sem receber visitas, segue para o sul de Roma afim de fundar o que viria a ser o maior centro da vida beneditina de todos os tempos, o Mosteiro de Monte Cassino. Assim começou São Bento uma vida que deveria ser comunitária e não solitária, sob a direção de um abade, ensinando os jovens a viverem uma vida monástica mais austera.

Ao todo, foram mais de 12 mosteiros fundados por ele ao longo da história, onde cada vez mais famílias enviavam seus filhos jovens para iniciar os estudos e seguir a famosa “Regra de São Bento”, que prioriza o silêncio, a oração, o trabalho, o recolhimento, a caridade fraterna e a obediência.

Os mosteiros beneditinos tornaram-se centros de referência e deles saíram vários nomes e ícones da Igreja Católica. Ao todo, foram 23 papas, 5 mil bispos e cerca de 3 mil santos canonizados.

RCC BRASIL: leve a Palavra de Deus ao povo marajoara

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Levar a palavra de Deus a muitas pessoas no Marajó e possibilitar que crianças, jovens e adultos tenham acesso às Sagradas Escrituras! Esse é o objetivo da ação missionária que a Renovação Carismática Católica do Brasil está preparando para esse mês de julho, e você pode nos ajudar nessa missão!
Com a sua ajuda e doação, Bíblias e terços serão distribuídos nas cidades de Breves e Afuá, na Ilha do Marajó, no estado do Pará.
A região, marcada por necessidades sociais e espirituais, receberá do dia 17 a 20 de julho, membros e lideranças da RCCBRASIL, em parceria com missionários da Comunidade Presença  que realizarão atividades de evangelização porta a porta e abordagem querigmática. A ação faz parte da programação de celebração de 10 anos da missão da RCCBRASIL na região.
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